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Old December 7th, 2012, 04:38 AM   #4201
Enzo
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Ainda acredito que deveriam construir uns 2 andares de estacionamento no subsolo da praca Cívica, poderiam ate fazer uma parceria publico privada, certeza que nao faltaria empresas interessadas.

O que nao falta sao estacionamentos subterrâneos que foram construídos ao lado de prédios e monumento históricos aqui em Boston, NYC, Washington, London e etc. Achei a desculpa bem fraca.
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Old December 7th, 2012, 11:55 AM   #4202
LeoJr_GYN
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Acho que eles desconhecem a existência de algo chamado engenharia. Enfim...pelo menos a revitalização vai sair, e quem sabe assim o setor público comece a pensar mais no transporte coletivo.
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Old December 7th, 2012, 04:22 PM   #4203
Vila Nova
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E as obras do VLT? Começam em janeiro, conforme alardeado pelo Marconi e demais autoridades? rs
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Old December 7th, 2012, 06:07 PM   #4204
RobertoBancrofth
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BP vai investir R$ 716 milhões para expandir usina de etanol em Goiás


A BP Biocombustíveis, braço sucroalcooleiro da petroleira britânica BP, vai investir R$ 716 milhões para expandir a usina Tropical, uma das três unidades de processamento de cana-de-açúcar da companhia no Brasil.

O projeto de ampliação da usina localizada em Edéia (a 123 km de Goiânia), vai começar em 2013 e elevar a capacidade de processamento de cana da unidade de 2,5 milhões para 5 milhões de toneladas por ano, aproximadamente.

Com a ampliação, a unidade poderá produzir cerca de 480 milhões de litros de etanol equivalente por ano e cogerar 340 GWh de energia elétrica. A previsão é que a usina opere em plena capacidade a partir de 2014 ou 2015.

A BP já anunciou investimentos de mais de US$ 2 bilhões em pesquisas, desenvolvimento e operações com biocombustíveis desde 2006, além de investimentos em unidades produtoras na Europa e Brasil.

A companhia possui um centro global de tecnologia para biocombustíveis localizado em San Diego, nos Estados Unidos, e está investindo US$ 500 milhões em dez anos no Energy Biosciences Institute (EBI), onde biotecnólogos estudam aplicações de biotecnologia em energia.

LINK:http://www1.folha.uol.com.br/mercado...em-goias.shtml
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Old December 7th, 2012, 06:41 PM   #4205
RobertoBancrofth
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Valec licita obras finais da Ferrovia Norte-Sul

Trecho da Ferrovia Norte-Sul em Porangatu: Valec licita obras complementares da FNS
Com o objetivo de contratar obras e serviços remanescentes, necessários para a conclusão de um trecho de quase 900 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul, entre Tocantins e Goiás (inclusive Porangatu e Uruaçu), a Valec Engenharia publicou na semana passada os editais de licitação no Diário Oficial da União. Entre as obras que ainda precisam ser realizadas, estão trabalhos de assoreamento e lançamento da camada de proteção de brita na margem da via, em alguns pequenos trechos. Além disso, será necessário realizar a construção e estruturação dos pátios multimodais de Porangatu, Uruaçu, Santa Izabel, Jaraguá e Anápolis, todos em Goiás, com a logística necessária para os serviços de carga e descarga dos trens. A previsão é de que em setembro de 2013 todas essas obras estejam concluídas.

O primeiro edital trata sobre a "contratação integrada de elaboração de projeto executivo e execução de obras e serviços remanescentes necessários para complementar o trecho ferroviário compreendido entre o km 1.029,89 (Córrego Chicote/TO) e o km 1.294,00 (Pátio de Uruaçu/GO) da Ferrovia Norte-Sul, bem como manutenção do referido trecho". A entrega das propostas está marcada para a manhã do dia 7 de janeiro de 2013. Já o aviso sobre a "contratação integrada de elaboração de projeto executivo e execução de obras e serviços remanescentes e necessários para a conclusão do Trecho Ferroviário compreendido entre o km 1.294 (Pátio de Uruaçu/GO) e o km 1.574,00 (Porto Seco/GO) da Ferrovia Norte-Sul, bem como manutenção do referido trecho". A entrega das propostas ocorrerá na manhã do dia 9 de janeiro de 2013. As obras de infra e de superestrutura, que incluem a preparação do leito ferroviário e o lançamento dos dormentes e trilhos, já estão concluídas em todo o percurso da via, nesse trecho.

Link:http://www.jornaldiariodonorte.com.b...o=963&cod=9013
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Old December 8th, 2012, 10:57 PM   #4206
Henrifavoretto
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Originally Posted by LeoJr_GYN View Post

Acho que eles desconhecem a existência de algo chamado engenharia. Enfim...pelo menos a revitalização vai sair, e quem sabe assim o setor público comece a pensar mais no transporte coletivo.
Como sempre optam pelo mais fácil! Bom, como vc mesmo disse, ao menos a revitalização vai sair! O fundo dos prédios que ficam em frente a av.82 estão todos pixados e com a pintura velha!!
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Old December 9th, 2012, 06:31 AM   #4207
O Cavaleiro
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Praça Cívica : Saem os carros, ficam as pessoas

A via de asfalto que corta a área, ligando a Avenida Universitária à Rua Dona Gercina Borges Teixeira, será substituída por uma ciclovia.

Fonte: O Popular
Lendo isso eu pensei "mas, a av. universitária e D. Gercina morrem na praça que precisamos contornar... que via é essa que liga as duas avenidas?"

Na verdade, nunca havia prestado atenção, mas olhando no google realmente existe essa via que corta a praça ligando as duas avenidas. Além dela as av. 83 e 85 tbm adentram a praça, mas, nós cidadãos comuns que já acostumamos a chegar na praça e contorná-la fica parecendo que todas morrem (na verdade nascem) lá na praça cívica.

Existem algumas ruas para dá acesso ao interior da praça e tbm para circulação lá dentro. Sempre achei que fossem estacionamentos, mas no google fica claro que são ruas e que tbm são usadas para estacionar.
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Old December 9th, 2012, 10:10 PM   #4208
Henrifavoretto
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Governo de Goiás terá novos desafios em 2013

Depois de vencer difícil fase de ajuste financeiro, administração ainda tem caminho a percorrer rumo à concretização






“Fazemos o dever de casa com a preocupação de não apenas passar de ano, mas aprender definitivamente a lição.” A declaração do governador Marconi Perillo (PSDB) dada na semana passada a um grupo de empresários, em ato realizado no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, mostra que o governo prega a superação de dificuldades do início de seu mandato. Mas, além disso, é uma demonstração de que ele tomou de vez as rédeas da máquina administrativa, com o equilíbrio fiscal alcançado, mas não sem sacrificar áreas importantes, principalmente a de infraestrutura.

Considerando o caos em que o Estado se encontrava, com um rombo acima da casa do bilhão, o cenário atual pode até significar a bonança, depois de um tenebroso período de escuridão econômico-financeiro. O Produto Interno Bruto (PIB) chegou a R$ 100 bilhões, em outubro, portanto a dois meses antes de fechar o ano de 2012, devendo atingir R$102 bilhões, superando as expectativas mais otimistas.

Ainda na semana passada, o governador anunciou que Goiás havia superado a marca histórica de R$ 20 bilhões em investimentos privados, desde que assumiu em 1º de janeiro de 2011. Como prova da pujança da economia, destacou o crescimento das exportações de US$ 641 milhões, valor referente apenas a outubro.
Para 2013, considerado o ano da consagração deste governo, a projeção de investimentos é da ordem de R$ 4 bilhões em obras, especialmente nas áreas de educação, saúde e infraestrutura. A adimplência alcançada é outra conquista, reconhecida pela Secretaria do Tesouro Nacional, fator que permitiu o Estado de realizar novas operações de crédito.

Mas, embora o cenário seja favorável, os desafios ainda são muitos diante da carência, por exemplo, de investimentos estruturais, em virtude de um déficit a ser superado. Um dos instrumentos utilizados para debelá-lo veio por meio do Programa Recuperar II, da Secretaria da Fazenda, que arrecadou até novembro R$ 240 milhões, um resultado considerado outra vitória a ter reflexos no próximo ano.

Pode-se dizer que o governo ganha novo fôlego, e confiança, para projetar programas e ações a serem desenvolvidos nos próximos dois, anos. Uma prova é o Plano de Ação Integrada de Desenvolvimento (PAI), um arrojado e audacioso programa de incremento de recursos voltados para a infraestrutura e economia, sem perder de vista a área social.

Marconi tem reiterado que o PAI exprime a manifestação inequívoca do governo de priorizar o planejamento estratégico. Trata-se, segundo ele define, como uma cartilha de todos os membros da administração pública, por priorizar as reais necessidades da sociedade goiana. É o que o governador chamou de “plano pé no chão”, até por reconhecer o intenso trabalho que ele e sua equipe terão de fazer para alocar recursos financeiros para a sua implementação.

http://www.ohoje.com.br/noticia/7727...safios-em-2013
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Old December 11th, 2012, 05:05 AM   #4209
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Exportações goianas têm alta de 18,3%

Saldo da balança comercial foi positivo no mês passado em Goiás. Importações caíram 19,6%. De janeiro a novembro, vendas externas


As vendas externas de Goiás alcançaram superávit de US$ 142,117 milhões, graças ao crescimento de 18,3% das exportações (US$ 572,825 milhões) e o recuo de 19,6% nas importações (US$ 430,708 milhões), em novembro. O desempenho da balança comercial do Estado foi apresentado ontem, pelo secretário de Estado de Indústria e Comércio (SIC), Alexandre Baldy.

Com o resultado do mês passado, as exportações goianas chegaram a US$ 6,574 bilhões nos 11 meses de 2012, o que representa um aumento de 37,2% em relação a igual período do ano passado. Na mesma base comparativa, as importações subiram somente 4,2%, alcançando os US$ 4,745 bilhões, resultando em um superávit de US$ 1,829 bilhão. Este valor é, segundo a SIC, 752% maior que o saldo avaliado no mesmo período de 2011.

De acordo com Baldy, a balança comercial goiana continua em trajetória ascendente, superando as expectativas para este ano. Segundo ele, a conquista de novos mercados para os produtos goianos foram decisivos para o bom desempenho. “Ultrapassamos metas em 2012 e o ano de 2013 será desafiador, especialmente se ocorrerem os ajustes ou recuperações de safras, naturais depois das quebras des*te ano”, disse o secretário, que preferiu não fazer projeções para o ano que vem.
Mesmo considerando o peso das regiões produtoras de grãos de Goiás para as exportações goianas, como os municípios do Sudoeste do Estado, onde se produz o maior volume do produto, Baldy destacou que Goiás conta com atividades frigoríficas em todo o Estado. Portanto, as atividades exportadoras de carnes “estão pulverizadas por todas as regiões goianas, assim como os municípios produtores de minérios, sempre presentes na balança goiana e que são oriundos de várias regiões”.

Produtos
Pelo terceiro mês consecutivo, o milho puxou as exportações goianas (29,1%), seguido pelas carnes (19,4%), soja (12,5%), açúcar (9,2%), ferroligas (8,5%) e sulfeto de cobre (6,2). Os principais destinos das mercadorias goianas foram a Holanda, China, Japão, Índia, Rússia, Coreia do Sul, Estados Unidos, Arábia Saudita, Irã e Egito.

Nas importações goianas, os principais parceiros comerciais foram a Alemanha (19,64%), Japão (15,35%), Estados Unidos (12,91%), Coreia (10,40%) e Tailândia (6,66%), seguidos pela Rússia, China, Suíça, Países Baixos e Índia. O polo farmoquímico goiano continua sendo o responsável pelo volume das importações dos produtos farmacêuticos (29,12%), seguido dos setores de montadoras de veículos e acessórios (24,52%), adubos e fertilizantes (15,14%) para a produção agrícola e ainda a compra de máquinas e equipamentos mecânicos e elétricos (9,07%).

http://www.ohoje.com.br/noticia/7783...m-alta-de-18-3
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Old December 12th, 2012, 05:38 AM   #4210
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Oi vai reciclar lixo eletrônico em Goiás

Com investimentos de R$ 10 milhões, fábrica da empresa telefônica será uma das cinco da empresa no País


Em um projeto que envolve R$ 10 milhões em investimentos, Goiás será um dos cinco Estados beneficiados com a construção de unidades de reciclagem da empresa de telefonia Oi. O projeto é realizado em parceria com a empresa Descarte Certo, do Grupo Ambipar, especializada em coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos velhos ou sem uso e produtos pós-consumo. Além de Goiás, serão instaladas unidades no Rio Grande do Sul, Amazonas, Rio de Janeiro e em Pernambuco, além da matriz em Americana (SP), que passará por ampliação.

De acordo com o presidente da Descarte Certo, Lucio Di Domenico, o local para a instalação da unidade goiana ainda não está definido, mas assim como as demais, terá capacidade para processamento de 150 a 300 toneladas de resíduos eletroeletrônicos por mês, somando um processamento de 14,4 mil toneladas de lixo eletrônico por ano em todo o País.
As cinco unidades devem ficar prontas até 2014 e vão gerar 5 mil empregos diretos e indiretos, praticamente dobrando a capacidade de reciclagem de lixo atual. Com isso, será formado um parque industrial capaz de processar resíduos de outras fábricas de eletroeletrônicos.

A instalação será feita em quatro estágios. No primeiro será feito mapeamento e análise de operação da empresa. Em seguida, todos os pontos de venda do País deverão ser credenciados para receber os materiais. Na terceira fase será lançado um novo modelo no mercado e por último serão estudados projetos futuros para criar índices de sustentabilidade.
Parceria
A parceria foi anunciada ontem em Americana. Na ocasião, o diretor de tesouraria e Relações com Investidores (RI) da Oi, Bayard Gontijo, disse que a empresa está “costurando” a parceria há algum tempo e o resultado fará quase duplicar a capacidade de reciclagem brasileira, que atualmente gira em torno de 1,5 mil tonelada por mês.

Segundo Di Domenico, uma pesquisa da diretiva de resíduos de equipamentos elétricos e eletrônicos da União Europeia aponta que o brasileiro consome 120 milhões de equipamentos eletroeletrônicos por ano. Desse volume, 70% são destinados a reposição de outros equipamentos. O coeficiente dessa equação é a sobra de 680 mil toneladas de resíduos de produtos eletrônicos por mês, grande parte descartada de forma inadequada.
O trabalho das recicladoras será desmontar os equipamentos, separando os compostos de acordo com sua classificação e revendendo os itens, que serão reutilizados.

A secretária de articulação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Samyra Crespo, estava no evento e citou um estudo do ministério no qual 17% da população brasileira informaram guardar produtos eletroeletrônicos em casa, como aparelhos de TV e som, e que a meta é sair dos atuais 4% de reciclagem desses produtos para 10% ano que vem, chegando a 14% até 2014.

Empresa se adequa à lei de resíduos sólidos

Com a iniciativa anunciada ontem, a Oi pretende se adequar à aplicação da Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que deve ter caráter obrigatório a partir do segundo semestre de 2013. Na política estão previstas a redução da geração de resíduos, a reutilização de resíduos sólidos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

São considerados resíduos sólidos as partes e peças de bens de consumo, como computadores, celulares e eletrônicos. As fábricas, distribuídas nas cinco regiões do País, vão facilitar as operações e reduzir os custos ambientais e econômicos de deslocamento desses equipamentos até as regiões de reciclagem, no Sudeste brasileiro. Para a captação dos resíduos, serão instaladas urnas coletoras em lojas. O consumidor também poderá participar, adquirindo as urnas e entregando-as nas unidades coletoras quando estiverem cheias. (O repórter viajou a São Paulo a convite da Oi)

http://www.ohoje.com.br/noticia/7823...onico-em-goias
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Old December 14th, 2012, 02:02 AM   #4211
Henrifavoretto
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Cidades mais ricas perdem participação no PIB goiano

Desempenho dos municípios do Estado continua em trajetória ascendente.


O Produto Interno Bruto (PIB) goiano atingiu R$ 97,575 bilhões em 2010, com destaque para o setor de serviços, responsável por mais de 50% do valor de todos os bens e serviços produzidos naquele ano. O cálculo mostra que há uma descentralização das riquezas produzidas no Estado. Enquanto cidades como Rio Verde perdem espaço, com queda de R$ 100 milhões no PIB, municípios como Alto Horizonte ganham espaço, com crescimento de 83,5% de um ano para o outro.

Os dez municípios goianos mais ricos detiveram 60,3% do Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás em 2010 ante 60,8% do ano anterior e dos 61% registrados em 2005. Os dados são do estudo Produto Interno Bruto dos Municípios Goianos, realizado pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mostram que a economia goiana agregou R$ 11,9 bilhões na passagem de um ano para o outro.

Goiânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Rio Verde, Catalão, Senador Canedo, Itumbiara, Jataí, Luziânia e São Simão, juntos, somaram um PIB de R$ 58,835 bilhões. A posição dos municípios ficou praticamente a mesma com apenas uma troca de posições entre Jataí e Luziânia, este perdendo lugar para o primeiro que agora ocupa a oitava posição.

Entre os dez maiores do PIB municipal de Goiás, somente dois municípios (Anápolis e Goiânia) registraram ganho na participação no PIB estadual, na comparação de 2010 com 2009. Anápolis saiu de 9,5% para 10,3% de um ano para o outro. “O crescimento foi devido ao aumento do polo farmoquímico, da produção metal mecânica e do comércio atacadista”, destaca a gerente de gabinete de gestão do IMB, Lilian Maria Silva Prado.

Aparecida de Goiânia vem em seguida, com ligeiro crescimento na participação de 5,2% para 5,3%. Em Goiânia, a participação também ficou praticamente estável, saindo de 25% para 25,05% no período, puxado pela indústria, onde se destacaram a construção civil e a indústria de transformação.

A única perda na participação, entre os dez maiores do PIB goiano, foi Rio Verde, que caiu ao passar de 5% para 4,3% no período, devido ao recuo do valor da produção dos principais produtos do município (soja, milho, sorgo e aves).

Goiânia
No Estado, Goiânia permaneceu na primeira posição em 2010, com PIB de R$ 24,445 bilhões. Com o número, entre as capitais, a cidade ocupa a 12ª posição e a 21ª entre os 100 maiores municípios brasileiros. São Paulo vem à frente com PIB de R$ 443,6 bilhões, o maior entre os 5.565 municípios brasileiros.

Entre as cidades goianas, Anápolis vem em segundo, com R$ 10,059 bilhões, sendo quase R$ 2 bi agregados de um ano para o outro, seguida de Aparecida (R$ 5,148 bilhões), Rio Verde (R$ 4,160 bilhões), Catalão (R$ 3,970 bilhões), Senador Canedo (R$ 3,188 bilhões), Itumbiara (R$ 2,259 bilhões), Jataí (R$ 2,142 bilhões), Luziânia (R$ 2,077 bilhões) e São Simão (R$ 1,382 bilhão).

Do outro lado, Teresina de Goiás (R$ 16,111 milhão), Jesúpolis, (R$ 15,896) e Anhanguera (R$ 10,036) ocupam as últimas posições no ranking do PIB dos municípios do Estado. Novo Gama (R$ 4,5 mil), Santo Antônio do Descoberto (R$ 4,4 mil) e Águas Lindas de Goiás (R$ 4,2 mil) são responsáveis pelos três menores PIBs do Estado.

Alto Horizonte é destaque
No ano de 2010, Alto Horizonte seguiu ocupando, pelo terceiro ano consecutivo, a primeira posição no PIB per capita em termos estaduais, com valor de R$ 167.434,56, o que representou crescimento nominal de 38,2% sobre 2009. O município também detém a maior taxa de crescimento (83,5%) entre as dez maiores taxas nominais registradas em Goiás e se destacou por sediar uma indústria de extração e beneficiamento de sulfeto de cobre, cuja produção é destinada à exportação.

Cavalcante (64,9%), Ipameri (53,7%) e Chapadão do Céu (47,6%) aparecem em seguida, entre os municípios com maior taxa de crescimento nominal de um ano para o outro. Em segundo, surge Chapadão do Céu, com valor de R$ 97.395,72, devido à produção agropecuária e São Simão, na terceira colocação, com valor de R$ 80.892,14, por causa do crescimento na geração de energia elétrica. O PIB per capita corresponde à divisão do PIB pela população residente. Em 2010, o PIB per capita de Goiás ficou em R$ 16.251,70.

Cristalina

Cristalina foi o primeiro no ranking estadual do PIB Agropecuário, com 5,2% do Valor Adicionado (VA), sendo que a atividade primária representou 58,6% da estrutura produtiva do município. Na agricultura, foram destaque o cultivo de café e a produção de trigo, feijão e alho. Também contribuiu para o desempenho de Cristalina a valorização dos preços dos principais produtos cultivados em seu território, como feijão, alho e trigo. A diversificação da produção, altitude, temperatura, excelente qualidade do solo aliados ao sistema de irrigação foram fundamentais para o resultado atingido pelo município.

O prefeito do município, Luiz Attié, destaca o processo de industrialização, iniciado em 2009 e a atração de três novas indústrias de processamento de alimentos.
No ranking estadual agropecuário de 2010, Rio Verde ficou com a segunda colocação, seguido de Jataí, Chapadão do Céu, Ipameri, Mineiros, Luziânia, Morrinhos, Quirinópolis e Montividiu.

Goiânia lidera na indústria
No PIB da Indústria, Goiânia segue liderando, com 16,3% no Valor Adicionado (VA) industrial do Estado, devido ao setor da construção civil, seguido pela indústria de transformação e pelos serviços industriais e de utilidade pública, principalmente distribuição de energia elétrica. O ganho mais significativo ocorreu no município de Minaçu, que saltou de décimo para o sétimo lugar de um ano para o outro. Também Alto Horizonte subiu uma posição e passou a integrar o grupo dos dez maiores do ranking da indústria goiana.

Anápolis ficou em segundo lugar no PIB industrial, onde a indústria participou com 14,8% do VA estadual em 2010. O destaque ficou com a indústria de transformação e da construção civil. O município conta com o Distrito Agroindustrial (Daia), o Porto Seco e o polo farmacêutico, que contribuem para consolidar complexos industriais e produção diversificada do município. Catalão ocupa o terceiro lugar no ranking industrial, seguido de Rio Verde, São Simão, Aparecida de Goiânia, Minaçu, Luziânia, Itumbiara e Alto Horizonte.

Serviços
No PIB Serviços, a relação dos dez maiores municípios goianos permaneceu inalterada em 2010, quando se compara com 2009. Goiânia segue na primeira colocação, participando com 33,5% do Valor Adicionado (VA) estadual no período. O grande peso do setor de prestação de serviços se deve ao fato da capital registrar a maior população do Estado, o que demanda grande aparato de serviços, como também por abrigar órgãos públicos federais e estaduais.

Os destaques do PIB Serviços 2010 de Goiânia ficaram com comércio, administração pública, aluguéis e intermediação financeira. Anápolis ficou em segundo lugar no PIB Serviços, seguido de Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Rio Verde, Catalão, Itumbiara, Luziânia, Jataí e Valparaíso.

http://www.ohoje.com.br/noticia/7860...-no-pib-goiano
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Old December 14th, 2012, 05:04 AM   #4212
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Esse movimento acho que é nacional.
O Brasil segue crescendo para o interior.
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Old December 14th, 2012, 12:32 PM   #4213
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Complementando as informações postadas pelo Henrifavoretto, segue um quote com mapas e gráficos sobre os últimos dados do PIB goiano

Quote:
Originally Posted by Henrique Ans View Post
Hoje a SEPLAN - Secretaria Estadual de Planejamento - divulgou os dados do PIB 2010 do Estado.
O PIB Estadual ficou na casa dos 97 bilhões.
Dentre as cidades, Goiânia ficou na primeira posição com um PIB superior aos 24 bilhões, Anápolis vem em seguida com um PIB superior aos 10 bilhões, o que representa 10,3% de toda a riqueza do Estado.

Vejam alguns mapas e gráficos:

Os 10 maiores PIB's em Goiás



Os dez maiores PIB's - Evolução de 2002 à 2010



Participação dos 10 maiores municípios



Municípios em destaque fora da Região Metropolitana de Goiânia

Fonte:http://www.segplan.go.gov.br/post/ve...e-goiao-estado
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Old December 14th, 2012, 05:40 PM   #4214
Vila Nova
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O desenvolvimento continua muito concentrado no centro-sul goiano.
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Old December 14th, 2012, 07:01 PM   #4215
Renato|Anápolis
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Uma pena mesmo.
E ainda, mais de 60% da economia do estado concentrada em apenas 10 municípios.
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Old December 14th, 2012, 10:13 PM   #4216
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Originally Posted by Vila Nova View Post
O desenvolvimento continua muito concentrado no centro-sul goiano.
Porque apresentam as maiores populações, agora quando o assunto é PIB per-capita o cenário muda um pouco, e é através dele que sabemos a real distribuição de riqueza. Muitas cidades do Norte/Nordeste se destacam, inclusive a primeira colocada.

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Old December 15th, 2012, 12:47 AM   #4217
Marcelo Alves
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Originally Posted by O Cavaleiro View Post
Esse movimento acho que é nacional.
O Brasil segue crescendo para o interior.
Deseconomia de aglomeração.
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.
"A condição essencial da verdadeira retórica, da eloquência é o saber."

Sócrates
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Old December 15th, 2012, 02:00 AM   #4218
JrGec
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Originally Posted by WP Gyn View Post
Porque apresentam as maiores populações, agora quando o assunto é PIB per-capita o cenário muda um pouco, e é através dele que sabemos a real distribuição de riqueza. Muitas cidades do Norte/Nordeste se destacam, inclusive a primeira colocada.
Discordo em partes. O PIB Per Capita pouco representa no sentido de distribuição de renda/riqueza, qualidade dos empregos, crescimento dos salários, entre outros fatores nesse sentido. E representa menos ainda para a riqueza real (não de valores $$) das cidades que em geral continuam subdesenvolvidas. É o que deveria ser, em parte, mas não é.

Uma ou duas grandes indústrias não mudam esse cenário, por mais que tragam uma dezena de empregos qualificados (que na maioria dos casos é ocupada por pessoas de fora, geralmente, de grandes centros).

Mesmo com alto "PIB per capita" por aí, a maioria dessas cidades que possuem esse valor superestimado, tem grande parte da população vivendo em sub-empregos (com a diferença de na maioria delas recair um custo de vida mais baixo comparados as cidades médias e a capital - há exceções).

A riqueza real não é a estratificação social, a classe A, B ou C somente. Está na educação, na qualificação servida a essa população, no crescimento sustentável e infraestrutura de qualidade, que seria mais viável com a atração dessas empresas, mas não são em função de inúmeros fatores (politicagem, por exemplo). Em geral (claro que há exceções), essas cidades com PIB Per Capita alto (ou até mesmo o Nominal), não sintetizam a realidade de seu povo.

Mas está melhorando. Bem lentamente, mas está.
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Old December 15th, 2012, 02:36 AM   #4219
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Aprovados 14º e 15º salários a deputados

Projeto de lei que garante benefício foi sancionado ontem, pelo governador. Pagamento havia sido barrado pelo TJ-GO


O governador Marconi Perillo (PSDB) sancionou ontem, durante almoço com membros da base aliada, o projeto de lei da Assembleia Legislativa que concede 14º e 15º salários aos 41 deputados estaduais de Goiás, benefício conhecido como auxílio-paletó que havia sido suspenso no início do ano por força de liminar do Ministério Público. Os salários adicionais custarão aos cofres públicos R$ 1,6 milhão.

O benefício chega na hora em que as discussões sobre as contas do Estado ganham força, sobretudo por causa do possível aumento da parcela de contribuição dos servidores estaduais para a previdência do Estado, cuja votação do projeto ficou para 2013. Ontem, na Assembleia, depois de exaustiva apreciação de projetos da Governadoria, os deputados evitaram comentar sobre os salários extras. A data de recebimento dos valores também não foi divulgada.

A elaboração do projeto – que não passou por discussão na Casa – foi um artifício para contornar a justificativa do Tribunal de Justiça (TJ-GO) para vetar o pagamento. A Corte Especial do órgão somente aceitaria o benefício se o mesmo foi garantido por lei. Antes, os salários adicionais eram garantidos por força de resolução, uma medida criada e aplicada pela própria Mesa Diretora da Assembleia.

Após determinação, os deputados trataram de aprovar a medida, levada pessoalmente a Marconi Perillo. A sanção repercutiu nas redes sociais. Na confraternização com os aliados, além de sancionar o projeto, o governador aproveitou para falar dos programas desenvolvidos pelo governo e agradecer aos parlamentares “pela sustentação política do governo nos planos regional e nacional”. “Se 2012 foi o ano da superação, 2013 será de absoluto coroamento”, afirmou Marconi.

Barrada tramitação de projeto sobre contribuição

Ainda sem sentir os efeitos da polêmica causada pela sanção do projeto que concede 14º e 15º salários extras, os deputados estaduais apreciaram ontem o projeto de lei que pretende aumentar de 11% para 13,25% o valor da contribuição previdenciária dos servidores estaduais. A discussão do projeto foi acompanhada de perto por funcionários públicos. Após pedido de vistas pelo líder do governo, Helio de Sousa (DEM), a tramitação do projeto foi barrada pela oposição, que apresentou requerimento pedindo a retirada da matéria da pauta – conseguiu por 10 votos contra 9.

Com a retirada do processo, a matéria só volta a ser apreciada na próxima sessão legislativa, ou seja, no ano que vem. Durante toda a tarde, a movimentação por parte da oposição foi apoiada pelas entidades de servidores públicos presentes no plenário, como Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Sindicato dos Trabalhadores Serviço Público (Sindpúblico).

Deputados se revezaram para bradar contra o projeto, alegando inconstitucionalidade. Entre os argumentos, está o de que o governo do Estado não tem cumprido sua parcela de contribuição com a previdência, de 22%, e que não é permitido a ele fazer alteração na base de cálculo da aposentadoria dos servidores sem apresentar um cálculo atuarial (utilizado para aferir quanto deve ser gasto com encargos previdenciários de servidores).

Justificativas
Helio de Sousa defendeu aprovação da matéria alegando necessidade de evitar um colapso da previdência. “É um déficit que se acumula ano a ano e, se não tivermos essa mudança, com certeza ficará inviabilizada a aposentadoria futura”, justificou. Ele negou que fosse estratégia do governo dar entrada do projeto na Casa dias antes do recesso parlamentar, como criticado pela oposição. “Independentemente do período que dermos entrada na Casa, tem-se um tramitação, não muda se é no começo ou no fim do ano”, explicou.

Helio disse que o aumento da contribuição previdenciária já aconteceu em muitos outros Estados, o que evidencia sua constitucionalidade. No entanto, os argumentos dados por ele não convenceram os deputados. Os deputados Karlos Cabral (PT), Mauro Rubem (PT) e Wagner Siqueira (PMDB) se alternaram em pronunciamentos argumentando a desvalorização do servidor por parte do governo


http://www.ohoje.com.br/noticia/7898...os-a-deputados
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Old December 15th, 2012, 02:41 AM   #4220
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