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SSC Brasil
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Vitória: A solução é o metrô de superfície!
("O que você vê é agora, o que você não
vê é o que o futuro trará". John Kluge) 'Não adianta construir a quarta, quinta ou sexta ponte' A solução é o metrô de superfície "Vitória é hoje a capital mais preparada no Brasil para receber o Trem Leve de Superfície". A afirmação é do engenheiro civil ferroviário Sérgio Missi, um dos maiores especialistas no assunto. O capixaba de Cachoeiro de Itapemirim, que é especializado em Transportes pela Universidade da Califórnia (Berkeley), garante que a idéia da retomada do projeto, como quer o prefeito de Vitória, João Coser, não tem nada de utópica. "O prefeito só está revivendo um projeto cuja conceituação e idéia já vêm de muito tempo". Ele alerta que os problemas no trânsito de Vitória já haviam sido previstos no Plano Diretor de Transporte Urbano, de 1988. "Nessa época já sabíamos que o sistema viário de Vitória não agüentaria mais quatro ou cinco anos". Nesta entrevista, o engenheiro Sérgio Missi apresenta detalhes do Trem Leve de Superfície (TLS), ou metrô de superfície. Ele explica como esse transporte de massa pode desafogar o trânsito da Região Metropolitana de Vitória e oferecer à população uma alternativa segura, rápida, de custo competitivo e baixo impacto ambiental. Século Diário: - Como o senhor avalia a possibilidade de Vitória ter um metrô de superfície? Sérgio Misse: - Entre os três projetos possíveis hoje no Brasil, que é Curitiba, Goiânia e Vitória, a capital capixaba é a que reúne as melhores condições para se implantar um projeto de metrô de superfície. Agora, é bom deixar claro que esse projeto não é exclusivo para um único município. É um projeto para a região metropolitana. É preciso haver uma cooperação entre os municípios envolvidos, o governo do Estado e o governo federal. Essa é uma condição fundamental. Sem essa cooperação o projeto torna-se inviável. Um projeto dessa magnitude não 'cabe' somente dentro de Vitória, ele vai ter de envolver Cariacica, Serra, Vila Velha e, no futuro, até Viana. - O sobrecarregamento do trânsito de Vitória se deve, em grande parte, ao fluxo intenso de carros que vêem da região metropolitana, o que deixa patente que a construção de novas pontes não vai, necessariamente, desafogar o trânsito da capital. O senhor concorda? - Em 1973, veja bem, 73, durante uma entrevista, um jornalista me perguntou qual era a importância da construção da Segunda Ponte para Vitória. Eu respondi ao jornalista que a solução não era construir pontes. Disse que nem dez pontes resolveriam o problema. Era preciso, sim, haver um planejamento regional. E isso vai se comprovando hoje. A ponte tem de ser vista como conseqüência de um projeto. Como o metrô de superfície é conseqüência de um Plano Diretor de Transporte. - Por que o senhor colocou Vitória ao lado de Goiânia e Curitiba como capitais mais habilitadas para receberem o metrô de superfície hoje? Vitória já reúne algum pré-requisito importante, como facilidade urbanística, topografia... - Primeiro, porque são os três projetos que o governo federal se interessou em financiar no passado. As condições urbanísticas, muitas vezes, em vez de ajudar até atrapalham. Não adianta você ter somente facilidades de construção e não ter passageiros para transportar. O fundamental é ter demanda de passageiro para o sistema. Então, o metrô de superfície, ou qualquer outra obra como uma nova ponte, tem de ser analisada como conseqüência de um Plano Diretor de Transporte. É importante lembrar que, quando o Estado fez o Plano Diretor de Transporte Urbano, Vitória não agüentaria mais quatro ou cinco anos. Tudo isso que está acontecendo já estava previsto. Esse projeto, que inclusive foi muito bem elaborado, apontou que o eixo principal entre Campo Grande e Laranjeiras - que hoje é um dos trechos mais críticos para os usuários da Transcol - seria o primeiro trecho a receber o metrô de superfície, porque é esse o trecho de maior demanda. Nesse trecho nós temos, por exemplo, o passageiro que mora em Campo Grande e trabalha em Tubarão; ou mora em Campo Grande ou na Serra e trabalha em Vitória, e por aí vai. E temos também, logicamente, o passageiro de Vitória que vai usar o metrô para ir, por exemplo, da Praia do Canto ao Centro. Esse passageiro não foi computado como futuro usuário prioritário do sistema, porque somente aqueles que puderem ou quiserem vão pagar uma tarifa equivalente à cobrada pelo Transcol, que é mais elevada, do contrário o passageiro fará a opção pelo ônibus urbano, que tem tarifa mais baixa. Evidentemente, com o passar do tempo, as linhas municipais vão acabar alimentando esse sistema, a exemplo do que acontece em outros lugares do mundo. - Os números levantados pelo projeto há cinco ou seis anos ainda são atuais? - Esses números precisam ser recalibrados. Esse levantamento origem-destino de Campo Grande para o Terminal Laranjeiras, por exemplo, é de 1988, mesmo assim é um dos mais atuais do Brasil. Não é necessário refazer todo o estudo, mas é preciso atualizá-lo. Mas, projetos desse porte, precisam de parceria com o governo federal. Quando o presidente Fernando Henrique Cardoso esteve aqui, numa solenidade portuária, lá do outro lado da baía, ele disse que construiria o metrô, o presidente da CBTU até usou na época a expressão trem leve de Vitória, porque o termo metrô é um pouco "grande" para esse projeto. - E por que o projeto não andou? - Infelizmente as coisas não andaram porque as condições políticas se alteraram e acabou não tornando possível a realização do projeto, o governo federal, inclusive, chegou a prever no orçamento da União dinheiro para financiar um ano de trabalho. Mas houve de fato um retrocesso, em decorrência de um momento político desfavorável. Acho que agora o momento político é diferente, é bem mais favorável. Hoje se fala muito em PPP (Parceria Público-Privada) e esse é um projeto típico para se fazer em parceria com a iniciativa privada. - É fato que a explosão imobiliária que vem ocorrendo na Grande Vitória nos últimos cinco ou seis anos está causando uma supervalorização dos imóveis. Essa condição não vai obrigatoriamente representar um aumento significativo no custo do projeto, uma vez que para realizar uma obra desse porte é necessário desapropriar diversas áreas urbanas? - Por exemplo, a linha 1 prevista para o sistema sai do Terminal Campo Grande (que é um próprio do Estado, Transcol), vem pelo meio da BR 101, (que é um próprio da União), entra no cais do porto passando pelo meio da Avenida Presidente Vargas (aí também não tem desapropriação), depois vem pela cidade (passando ali em frente onde era a Mesbla), em seguida, entra pelo meio da Avenida Vitória, passa por Jucutuquara, atravessa a Avenida Vitória, depois entra na Leitão da Silva (que tem um canteiro central), sai na Ufes, passa no aeroporto, cruza, percorre a Norte-Sul e finalmente vai até o Terminal Laranjeiras. É evidente que vai haver desapropriação. Mas não existe uma desapropriação de terra arrasada nesse projeto. Hoje, você pensa num projeto desse não só considerando os problemas de engenharia, mas pensando no impacto ambiental que uma obra desse tipo pode causar. É preciso, por exemplo, pensar no impacto visual. Essas estruturas têm de ser leves, vazadas. O metrô de superfície de Recife, por exemplo, tem mais de 25 anos. É claro que o de Vitória já vai ser mais moderno, mais adaptado ao nosso ambiente. Outra questão importante que temos que considerar é que para se fazer uma obra dessa magnitude na região urbana é necessário antes realizar um detalhado estudo de impacto ambiental. - Hoje existe uma grande obra na cidade que é a reforma do aeroporto, que inclusive anda lentamente. O senhor não acha que o esforço dos governos federal e estadual está concentrado em primeiro concluir essa obra? Existe fôlego político e financeiro para tocar paralelamente uma obra da grandeza do Trem Leve de Superfície (TLS)? - São coisas diferentes. No caso do aeroporto a fonte de receita é da Infraero, essa fonte não vem dos recursos do Tesouro. O problema do aeroporto de Vitória não é técnico, são problemas com o Tribunal de Contas da União. A questão do transporte urbano é um problema da União, ou seja, esse dinheiro deve vir de contribuições, taxas e impostos, são esses recursos que irão atender, junto com os financiamentos externos, o custo da obra. Principalmente os financiamentos de bancos internacionais: Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, os bancos privados que têm interesse na exploração de trens, ou seja, vai ser uma PPP. Como vai funcionar essa PPP? É claro que, para a Parceria Público-Privada acontecer é preciso ter garantias, porque sem garantia ninguém vai querer colocar o dinheiro. Nessa PPP vai ser discutido quanto que a tarifa cobre do projeto. Cobre os custos de operação? Ok. Se a tarifa cobre os custos de operação, o governo tem de construir o metrô, comprar os trens e abrir uma licitação para quem quiser vir operar. E, a partir daí, a empresa concessionária vai ter que se virar para pagar os custos de operação. No sistema de ônibus, não é assim que funciona? O empresário entra com os ônibus e a operação, enquanto o governo entra com as ruas, o ponto de ônibus, o terminal, isso tudo é por conta do governo. Um processo desse tipo tem de ser financiado com dinheiro externo, com carência, prazos longos de financiamento etc. - Após o projeto aprovado, o senhor estima que essa primeira etapa - Campo Grande-Laranjeiras - ficaria pronta em quanto tempo? - O projeto todo, para ser implantado, levaria cerca de 10 a 15 anos. Por exemplo, para se fazer o trecho Campo Grande - Jucutuquara - e aí você vai precisar que os ônibus da Transcol façam o transbordo, a integração, para não onerar o custo da passagem para o usuário -, acredito que leve aproximadamente uns seis anos. Na verdade, o grande problema é físico, conseguir um espaço suficientemente amplo que funcionará como garagem-oficina para os trens. Para essa garagem é preciso uma área de cerca de 100 mil metros quadrados, e isso realmente é difícil hoje nessa região. Claro que esse espaço não seria na Ilha de Vitória. Essa garagem ou será no norte, próximo ao aeroporto, ou na região de Campo Grande. Num primeiro momento, se utiliza cerca de 20% dessa área. Mas, você não pode projetar um empreendimento desse pensando a curto-prazo. No futuro, com todas as linhas implantadas, é que o sistema vai passar a utilizar 100% da área. - E quais seriam as vantagens imediatas para a população com o novo sistema? - Primeiro seria solucionado o problema do Centro de Vitória. Por que esse trecho é prioritário? Porque é preciso fazer um processo de reurbanização do Centro, construir um novo shopping, impedir o tráfego de veículos no Centro, criar limitações na região central, enfim, com essas mudanças é possível criar condições para que a população troque o transporte individual pelo coletivo. Por isso que insisto, esse tipo de projeto é uma conseqüência, uma obrigação. Agora, é importante deixar claro que esse novo estudo que precisa ser elaborado é que vai comprovar se a demanda se concentra ainda nesse "V", ou seja, Campo Grande, Serra e Centro de Vitória. Temos que confirmar se essa é a realidade da região metropolitana hoje. Porque com o petróleo, com as grandes empresas, com essa explosão imobiliária é possível que alguma coisa tenha se alterado. Eu acho isso muito difícil. Na minha opinião, esse continua sendo o grande eixo de desenvolvimento de Vitória. - O Trem Leve de Superfície, por si só, não vai resolver todos os problemas de transporte. Quais são as outras políticas urbanas necessárias para melhoria do sistema viário da região metropolitana de Vitória? - O transporte de massa não funciona de forma independente. Ele precisa ter alimentação, porque ele vai privilegiar as vias principais, aquelas que têm maior demanda de passageiros. São os sistemas complementares que vão abastecê-lo. Isso, inclusive, está previsto no PDTU - Plano Diretor de Transporte Urbano. O nosso PDTU, que é de 1998 - um dos mais novos do País - já contempla todos esses cenários. - Vitória é uma das capitais brasileiras com maior número per capita de veículos por habitantes - acima de três veículos por habitante. Não é difícil quebrar essa cultura que privilegia o transporte individual em detrimento do transporte coletivo? - Realmente. Por isso é preciso ter uma oferta de qualidade para atrair esse cidadão para o transporte coletivo. De acordo com uma pesquisa de opinião feita no Rio de Janeiro, foi perguntado aos cidadãos se eles utilizariam o metrô. De cada dez entrevistados, dez responderam que sim. Mas, na prática, o cidadão só vai usar o transporte coletivo se ele tiver uma comodidade. Aí você conclui que numa pesquisa de opinião, em princípio, todo mundo apóia, mas quem vai usar mesmo são aqueles que estão sendo atendidos pelo sistema. Então, para captar para o sistema o motorista de automóvel, é preciso criar um estacionamento para ele. Nas estações principais é preciso ter um edifício-garagem, fechado, vigiado, para o cidadão poder estacionar o carro com segurança. Por exemplo, se num primeiro momento o trecho de Vila Velha ainda não estiver funcionando, você pode criar um estacionamento em São Torquato, onde o cidadão poderia deixar o carro e se deslocar de trem para Vitória. Se a soma dos benefícios que inclui tempo, custo, conforto e segurança valer a pena, com certeza o cidadão fará a opção pelo trem. - Considerando todas as justificativas, o Trem Leve de Superfície ou metrô de superfície não pode ser considerado um projeto utópico do prefeito João Coser? - Com certeza, não. O prefeito só está revivendo um projeto cuja conceituação e idéia já vêm de muito tempo. Ele está sendo sábio em puxar isso novamente. Mesmo porque esse é o momento político mais favorável para um projeto desse. Esse é um sistema que contribui para a estruturação urbana. Com o desenvolvimento que estamos verificando na Grande Vitória, todas essas empresas, o petróleo, a explosão imobiliária é preciso pensar onde essas pessoas irão morar. Por exemplo, nós temos uma área acima de Campo Grande que ainda hoje é considerada uma área rural. Essa é uma área típica de desenvolvimento urbano, desde que o transporte chegue até lá. Se o governo levar para uma região como essa um projeto habitacional de moradia popular, e com a infra-estrutura de transporte, se resolve o problema de milhares de pessoas. Esse é ponto, é preciso entender que esse é um projeto estruturador. As pessoas não podem ficar pensando se um projeto como esse vai dar lucro ou não vai dar lucro. Esse não pode ser um pensamento de governo. O governo tem de pensar como ele vai reestruturar a vida da população. - O senhor pode fazer uma estimativa de quanto custaria uma obra dessa? - É difícil prever o custo do projeto todo nesse momento. Mas eu arrisco dizer que essa primeira fase, Campo Grande - Jucutuquara, deve girar em torno de US$ 400 milhões, que não é um valor nada absurdo se considerarmos que o custo para a população hoje é bem maior do que isso. A diferença é que nós pagamos o custo e não cobramos de ninguém. É a poluição causada pelos congestionamentos, os transtornos urbanos, os acidentes com morte etc. O lucro do administrador público tem de estar focado no bem-estar da sua população, não importa quanto ele gastou com o projeto, desde que ele contrate direito, execute direito. Porque, em nenhum lugar do mundo, o custo de um projeto desse tipo se paga. É preciso que coloquemos em nossas cabeças que, se projetos como esse dessem dinheiro, nos Estados Unidos, na Alemanha, na Inglaterra seriam todos privados, e não públicos.
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Montani Semper Liberti
Join Date: Feb 2007
Location: Belo Horizonte
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Excelente matéria, valeu por ter postado.
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#3 |
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Monster
Join Date: Sep 2005
Location: São Paulo
Posts: 10,232
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Uma cidade tão rica como vitória, bem que poderia construir um subterraneo mesmo!
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Imagens De Cidades Brasileiras ~ Pictures of Brazilian Cities |
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#4 |
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oregoniac!
Join Date: Dec 2006
Location: Vitória - Espírito Santo - BRASIL
Posts: 3,592
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![]() Grande parte de Vitória estah construida sobre aterros, acho meio dificil construir um subterraneo!! Mas pow, muitas cidades ricas optaram por metros de superficie nos EUA(Houston, Portland, Salt Lake City, St. Louis...). Espero que tudo de certo com esse projeto!!! =D |
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#5 |
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SSC Brasil
Join Date: Dec 2005
Location: Vila Velha ES
Posts: 9,042
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Primeiro eu acho que eles estão tentando o lado mais fácil. Pontes (Nova da Passagem, restruturação da de Camburi); Avenidas (Nova Fernando Ferrari, Duplicação da Norte Sul). Mas eu não vejo solução mesmo daqui um tempo, a tendência é da frota só aumentar e Vitória não tem muitas opções para alternativas viárias, apesar de que a maioria delas hoje são largas, três, quatro faixas e tal. O Governador já encomendou o projeto para a 3º Ponte ganhar mais uma faixa, totalizando 3, em cada sentindo no trecho em que está na cidade de Vila Velha, na subida (ou descida). O Centro, só se demolir tudo, os prédios, os construções antigas, então impossível! O Prefeito cismou de colocar asfalto novo na cidade inteira, a maioria das ruas nem precisava!Só sei que a coisa tá ficando feia, olha esse vídeo:
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#6 | |
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porotto
Join Date: Apr 2007
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porotto |
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#7 |
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Rodrigo!
Join Date: Jan 2007
Location: Vitória - ES - Brasil
Posts: 5,257
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Bruno vc viu no Jornal A Tribuna do dia 19/05/07 o projeto do túnel passando por baixo da Baía de Vitória? No projeto além das 03 pistas p/ cada sentido teria tbm uma passagem p/ o metrô, foi muito legal a reportagem!
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#8 | |
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SSC Brasil
Join Date: Dec 2005
Location: Vila Velha ES
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Não gosto da Tribuna, só da Gazeta! husahuahasVocê tem o jornal? Me dê mais detalhes!!!
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#9 | |
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Rodrigo!
Join Date: Jan 2007
Location: Vitória - ES - Brasil
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Mas o projeto é de um túnel começando na região de Jucutuquara e saindo na penitenciária da Glória que será desativada, na altura da Av Beira Mar teria um pequeno aterro. Tbm na mesma página tem o projeto previsto da nova alça viária que será construída sobre a Av Carioca, esta via passará próxima ao Shopping. |
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#10 | ||
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SSC Brasil
Join Date: Dec 2005
Location: Vila Velha ES
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#11 |
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GRANDE RIO CAMPEÃ 2010 !
Join Date: Feb 2007
Location: Rio de Janeiro/RJ
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Valeu Bruno. Deu pra ver que é bem longe !
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ACADÊMICOS DO GRANDE RIO - 10 ! NOTA 10 ! QUATRO ANOS SEGUIDOS NO DESFILE DAS CAMPEÃS !!! ESSE ANO É NOSSO !!! Estações Metroviárias e Ferroviárias: Metrô Rio - Supervia - Plano Inclinado do Morro Santa Marta - CENTRAL Logística - Bondes de Santa Teresa - CBTU Maceió - Estações Desativadas Brasil a Fora Central x Caxias: 1:30 de trânsito pela Linha Vermelha ou 29 minutos pelo ramal de Saracuruna da Supervia. Você escolhe. |
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#12 |
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Registered User
Join Date: May 2007
Location: Brasil
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Se em dias normais o transito de vitória é ruim, imagina na época da temporada, deve ficar um inferno
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#13 | |
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SSC Brasil
Join Date: Dec 2005
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#14 |
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Registered User
Join Date: Mar 2006
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vou ficar torcendo muito pois Vitoria merece!!!!
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#15 |
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GRANDE RIO CAMPEÃ 2010 !
Join Date: Feb 2007
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Esses lugares Campo Grande e Jucutuquara são perto não são ? 400 milhões pelo trecho me parece bem barato mesmo sendo de superfície.
Mas po... Excelente notícia. Tomara que vá pra frente mesmo. O metrô de superfície aqui do Rio é animal. Não fica devendo nada ao subterrâneo. Um dia eu tiro umas fotos pra vocês se ligarem...
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#16 | |
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SSC Brasil
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#17 |
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GRANDE RIO CAMPEÃ 2010 !
Join Date: Feb 2007
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25km é bem longe po... Se o orçamento realmente for 400 milhões está ótimo eu acho. Essa obra está prevista no PAC ?
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#18 | |
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SSC Brasil
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#19 |
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Naja...
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Discordo. É uma das que mais precisam, mas não a mais preparada: o projeto de Goiânia está bem mais adiantado, e o de Curitiba idem. Acho que o VLT de Vitória deve sair pouco depois desses dois, mais ou menos concomitante com o VLT da Baixada Santista e o de São José dos Campos.
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#20 | |
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SSC Brasil
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