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General Photography General discussions on photography and non urban photos



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Old December 29th, 2010, 10:33 PM   #21
Matthias Offodile
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more random X mas decoration around the city

















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Old December 29th, 2010, 10:34 PM   #22
Matthias Offodile
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Courtesy of Evany
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Old December 29th, 2010, 10:36 PM   #23
Matthias Offodile
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Luanda Sul - one of the new cities being built from scratch...it is planned for 4 million people





Quote:
Mix center um centro multiuso esta a ser erguido na zona com melhor referência em luanda sul
aonde estão em curso obras de alto padrão, as exigências são maiores para toda e qualquer forma de execucão de engenharia e pessoais tecnicamente treinados para dar respostas a demanda de habitação em luanda - Angola. by Arqº francisco Zangui Neto
image hosted on flickr


new houes in Luanda Sul































one of the recently completed five star hotels: New Hotel Victoria Garden City










entry points to Estadio 11...so nothing chaotic







typical Luanda Sul condos











courtesy of Bruno


tons of new condos







Atlantico Sul construction








excellent




company office
















New Technical College



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Old December 29th, 2010, 10:41 PM   #24
Matthias Offodile
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and endless array of new condos over new condos







more new condos






















































Courtesy of Nuno Menano

loads of construction going on











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Old December 29th, 2010, 10:44 PM   #25
Yellow Fever
I'm a mean son of a gun
 
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beautiful country and lovely pics but some of the photos need to be properly sourced or they will be deleted! I'm also moving this thread to the general photo section. Thanks!
__________________
When your family deems you worthless, no one will pity you.
When your parents do not have money to pay the medical bills, no one will pity you.
When you are beaten by your competitors, no one will pity you.
When your loved ones abandon you, no one will pity you.
When you have not accomplished anything by the time you are 35, no one will pity you.
Go big, or go home. Otherwise, you’re wasting your youth.

Jack Ma, the richest man in China
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Old December 29th, 2010, 10:45 PM   #26
wotwot
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good stuff really impressive
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Old December 29th, 2010, 10:45 PM   #27
Matthias Offodile
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One of the new hospitals that are being built, the vast majority of those employed are not foreigners but Angolan and as you can see it is state-of-the art...things like that are NEVER shown by Western media, unfortuantely...I don´t know why? ...Thank God we have the internet...Sorry, text only available in Portuguese

Grande reportagem
Perfil de uma clínica especial


Quote:



Quem tem televisão por cabo decerto já terá visto, ou pelo menos ouvido falar, da série norte-americana Grey’s Anatomy (Anatomia de Grey). Trata-se de uma ficção dramática que retrata o dia-a-dia caótico dos profissionais de saúde no hospital central de Seattle, nos Estados Unidos. A série descreve as relações humanas intensas que se criam entre médicos e pacientes, mas também entre os próprios profissionais de saúde — desde os cirurgiões aos estagiários — sempre num ambiente de elevado risco e tensão permanente. Hoje Grey’s Anatomy é a série de televisão mais vista em todo o mundo. Vai iniciar em Setembro a sua sétima temporada e já ganhou dois Emmys e dois Globos de Ouro. O seu sucesso comercial deu origem a outras séries semelhantes caso, por exemplo, de Private Practice (Clínica Privada), que repete a mesma receita — e até usa alguns dos mesmos actores —, mas cuja acção decorre numa clínica privada no estado da Califórnia, em Los Angeles.



Consciente desse interesse por parte do público a VIDA já fez uma reportagem, publicada há alguns meses, sobre o Hospital do Prenda (tema de capa da edição n.º 74). Desta vez fomos visitar os bastidores da Clínica Multiperfil, no Morro Bento. Marcámos encontro às 8h, pontualmente, para o momento alto do dia: a altura em que os médicos se reúnem numa sala de conferências para o briefing diário. Nessa ocasião os nove profissionais que estiveram de serviço fazem o resumo do que passou durante a noite. Recorde-se que o banco de urgências funciona das 16h às 8h (durante a semana) e durante 24 horas (sábado, domingos e feriados). Só após ter cumprido o ritual da “passagem de testemunho” é que quem esteve de “banco” pode finalmente partir para o seu merecido descanso. A sessão do briefing é liderada pelo director clínico, o Dr. Manuel Filipe Dias dos Santos, e seguida atentamente por todos os presentes. É visível a camaradagem entre os profissionais. Por momentos julgamos estar a observar, ao vivo, a um dos episódios da Anatomia de Grey.

Seguidamente o brasileiro René Cardoso, chefe dos enfermeiros, conduziu-nos pelos corredores da clínica. Percebe-se que as instalações são recentes. Além de tudo estar impecavelmente limpo e bem-cuidado, as paredes parecem pintadas de fresco. Existem nove salas para consultas (em média, os pacientes esperam cerca de 4 a 7 dias pela marcação). Guiados por René (para quem não conhece os corredores da Clínica são um autêntico labirinto) subimos para o segundo e terceiro piso onde se encontram os doentes acamados. No total existem 88 camas e 250 profissionais de enfermagem, o que dá a média interessante de quatro funcionários para cada paciente. As visitas funcionam apenas das 16 às 19 horas. Foi aí que pudemos assistir a outro ritual importante — a visita aos doentes que só sucede uma vez por semana (sempre às quartas feiras). A comitiva de 15 médicos, liderada pelo director clínico, segue em fila indiana parando no primeiro quarto (cada qual tem duas camas e uma casa de banho). Por cima de cada leito está a ficha do doente com as informações essenciais: nome, idade, data do internamento, especialidade e o estado clínico. Após breve troca de palavras de conforto entre o director clínico e o paciente, o médico responsável explica resumidamente o seu caso clínico. O discurso, altamente técnico, é “indecifrável” para os leigos. É como se todos os médicos falassem, entre eles, uma outra língua.



Em regra, quem faz a exposição ao director clínico é um “interno” (profissional que está a cumprir o período de estágio). Este ritual das quartas feiras é para eles uma excelente oportunidade de formação: quer para quem expõe e é submetido ao “interrogatório” do Dr. Dias dos Santos, quer para quem apenas assiste a esta espécie de “aula prática” ao vivo. Por vezes o director clínico via as radiografias e pedia esclarecimentos adicionais ao paciente e, depois, ao médico. Nessas alturas era o especialista, mais experiente, que partia em socorro do “interno” e fornecia o quadro clínico mais detalhado. Acabada a “prova oral” a comitiva segue para o quarto seguinte. Recorde-se que a licenciatura em medicina em Angola requer 6 anos mais 1 a 2 anos de estágio de especialização. Ao fim do primeiro ano de estágio, alguns “internos” angolanos são enviados para o Brasil para fazer a sua especialidade. Outro facto curioso é observar a diversidade de sotaques entre os médicos — o espanhol é um dos mais escutados. Embora os médicos angolanos sejam maioritários havia na comitiva, vários cubanos e alguns de países da Europa de Leste. Os expatriados, conforme esclareceu René Cardoso, também ele de ascendência russa e portuguesa, habitam no condomínio Multiperfil. É caso para dizer que são médicos que “vivem para o trabalho”.



A nossa reportagem visitou seguidamente as várias unidades da Clínica. No banco de urgências reparámos que os pacientes, à chegada, são identificados com uma cor que informa a gravidade do seu caso clínico. Visitámos igualmente o laboratório, o bloco operatório e a sala de partos, os cuidados intensivos, a unidade de fisioterapia e de estomatologia onde constatámos que a Clínica está bem apretechada do ponto de vista tecnológico. Impressionou-nos em particular o centro de hemodiálise, equipado com 40 máquinas e que recebe 120 pacientes por dia que sofrem de insuficiência renal. É de louvar a abnegação das pessoas que vêm três vezes por semana purificar o seu sangue, um processo que dura cerca de quatro horas e é feito sempre à mesma hora e na mesma máquina. Ficámos igualmente impressionados com o CDI — Centro de Diagnóstico por Imagem — onde se fazem radiografias, tomografias e ressonâncias magnéticas. O serviço funciona 24 horas por dia e tem 18 funcionários. Falou-se também da unidade de mamografia, composta por dois enfermeiros e dois técnicos, e do facto de ainda não haver em Angola uma cultura de rastreio ao cancro da mama. Os especialistas aconselham a fazer-se um rastreio de rotina anual. É igualmente recomendável fazer check-ups cardíacos regulares. O serviço de cardiologia também funciona diariamente das 8h às 14h e faz cerca de oito exames por dia.



Ao contrário do que muitos pensam, estes serviços estão abertos ao público em geral. Fundada em 2002, a Multiperfil foi criada para prestar atendimento médico aos membros do Governo e da Assembleia Nacional. Mas há vários anos que o acesso se “democratizou”. Hoje 50% dos pacientes são particulares e os restantes 50% provém de convénios assinados com empresas. “Ainda noto alguma inibição por parte das pessoas em frequentar a clínica. Pensam que é só para os ricos”, lamenta Manuel Dias dos Santos que além de director clínico é também o responsável pela gestão (no dia da nossa reportagem também havia uma reunião do conselho de administração). A Multiperfil é uma parceria pública e privada que possui o estatuto de Instituto Público. Parte das receitas vêm do orçamento de Estado e o restante da prestação de serviços ao público.



Questionado sobre o que distingue a Multiperfil das demais, o director enumerou três razões: “a qualidade da prestação médica e o facto da Clínica estar muito bem equipada e ter procurado recrutar os melhores profissionais”. Manuel Dias dos Santos também referiu a aposta na formação contínua, expressa no referido intercâmbio internacional (protocolo com a Universidade de Medicina de São Paulo), na oferta de cursos de formação mais específicos e na realização de seminários. “Todos os meses há um. E a participação é obrigatória para todos os nossos profissionais”, esclarece. No dia 18 de Junho, por exemplo, realizou-se um simpósio sobre a anemia falciforme, uma doença hereditária causada pela alteração dos glóbulos vermelhos no sangue e que é infelizmente frequente em África (as grávidas e as crianças são os grupos de risco mais vulneráveis). O simpósio subordinado ao tema “Anemia Falciforme: 100 anos depois da sua descrição clínica”, foi organizado pela clínica Multiperfil em parceria com a Sociedade Angolana de Hematologia (O País fez uma reportagem alargada).



A clínica também se orgulha da sua participação em acções sociais. Em parceria com o Instituto Nacional da Luta Contra o Sida, a clínica tem vindo a desenvolver um projecto que visa facilitar a vida dos seropositivos em Angola, ao nível dos exames, consultas e retro virais grátis, que tem sido cada vez mais procurado por pacientes com menores possibilidades económicas. Outra das mais valias da clínica são as palestras de sensibilização nas mais diferenciadas áreas, abertas ao público em geral. A VIDA assistiu a uma das sessões dirigidas aos diabéticos. As “aulas” decorrem na clínica uma vez por semana e demoram menos de uma hora. Distribuem- -se materiais pedagógicos de grande utilidade, com cuidados de nutrição e dicas para a prevenção dos diabetes (doença que resulta do excesso de acúçar no sangue). Mais importante do que a “teoria” é a possibilidade dos pacientes poderem colocar dúvidas concretas, aplicadas ao regime alimentar angolano. Como é sabido o desenvolvimento económico de Angola gerou uma mudança de hábitos alimentares que passou pelo aumento de consumo de carne e de hidratos de carbono (ricos em acúçar). Estes, por sua vez, quando ingeridos em excesso podem causar problemas de diabetes. Logo, as chamadas “doenças dos ricos” também já são um caso sério em Angola. Mas não é preciso ser rico para saber mais sobre o assunto — as acções de formação são totalmente gratuitas.



A primeira Clínica de Luanda Sul

A Clínica Multiperfil foi inaugurada no dia 8 de Novembro de 2002, pelo Presidente José Eduardo dos Santos. Nasceu com objectivo de prestar serviços de saúde de alta complexidade e ser um centro disseminador de conhecimentos. Com equipamentos de última geração, oferece várias especialidades cirúrgicas e médicas, serviços de laboratório, e ainda uma Unidade de Cuidados Intensivos polivalente. Está em curso um programa de modernização da Clínica, a construção de novos blocos e a ampliação do espaço físico para 224 camas.

Simpósio sobre a Anemia Falciforme


A Clínica Multiperfil e a Sociedade Angolana
de Hematologia realizaram, no dia 18 de Junho, um simpósio sobre o diagnóstico e tratamento da anemia falciforme (ou depranocitose) uma doença hereditária caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando- -os parecidos com uma foice (daí o nome “falciforme”). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 300 mil crianças nascem anualmente no mundo com anemia falciforme, uma patologia que causa 5% das mortes de crianças com menos de cinco anos em África.

“A Clínica está aberta a todos”

Manuel Dias dos Santos, médico angolano especializado em Neurocirurgia, entrou para a Multiperfil em 2002. Actualmente é director clínico e presidente do Conselho de Administração



Nascido em Luanda, Manuel Dias dos Santos formou-se pela Universidade Agostinho Neto. Nunca sonhou ser médico. Muito pelo contrário o seu grande objectivo era formar-se em Belas Artes ou Engenharia. Entrou para medicina por influência da mãe e actualmente não se via a exercer outra profissão. Mais tarde, aos 33 anos deslocou-se para Berlim, na Alemanha, onde se especializou em Neurocirurgia e assistiu à queda do Muro de Berlim, Entrou para a 
Clínica Multiperfil em Abril de 2002. Foi nomeado director clínico em 2003 e dois anos depois, acumula com a presidência do Conselho de Administração da clínica. “Não é tarefa fácil conciliar as duas vertentes: a de médico e a de gestor”, confessa. Para o futuro elege a expansão das instalações e a auto-suficiência da clínica como prioridades de gestão.
Há quanto tempo está a clínica em funcionamento?
A clínica foi fundada a 8 de Novembro de 2002. Na altura o objectivo era o atendimento médico aos membros do Governo e da Assembleia, ou seja à classe politica do Governo. Mais tarde optou-se por abrir as portas a toda a população para que todos pudessem beneficiar do equipamento técnico que se foi instalando

Antes da abertura deste hospital onde é que a classe política se dirigia?
A classe política dirigia-se aos hospitais públicos. Esta unidade foi criada pelo Conselho de Ministros, e os funcionários da clínica regem-se pelas leis do funcionalismo publico. A clínica hoje é uma parceria público privada.

É a primeira parceria deste género em Angola?
Acredito que seja a única. Temos o estatuto de Instituto Público que nos concede uma autonomia patrimonial, financeira e administrativa.

O que distingue a Multiperfil dos outros hospitais públicos?
A nível formal é a gestão privada e a possibilidade de vender serviços.

Em termos de prestação médica a qualidade é igual?
A qualidade é melhor porque esta unidade está melhor equipada, porque tem profissionais mais capacitados e por ser mais pequena, recebe um menor número de pacientes, o que permite um tratamento mais personalizado.

O nível económico dos clientes 
é mais alto?

Inicialmente as pessoas pensavam que a clínica era só para membros do governo. Hoje a clínica está aberta a toda gente. Desde os particulares até às empresas que têm convénios connosco.

Os preços são elevados?
Praticamos os preços do mercado. Trabalhamos em regime de concorrência.

Significa que podem recrutar médicos de outros hospitais?
Sim. Podemos usá-los como colaboradores e temos um contrato com a Antex, uma empresa cubana que nos providencia médicos experientes.

Na sua maioria os médicos são angolanos ou expatriados?
A maior percentagem é de médicos angolanos.

Que oportunidades de formação são dadas aos médicos angolanos?

Os nossos médicos internos vão para o Brasil fazer a especialidade. Na sua maioria eles saem da Universidade Agostinho Neto ou da Piaget. Actualmente temos 25 médicos no Brasil a terminar a especialização. Esperamos que, no futuro, eles sejam a força motor da clínica. Acredito que daqui a 5 anos todos os médicos especialistas sejam angolanos.

Quando é que regressarão os primeiros médicos?
No total já regressaram 5 médicos. Os restantes ainda estão em formação no Hospital das clínicas, da Universidade de São Paulo.

Os salários são mais aliciantes do que nos hospitais públicos?
Aqui ganha-se um pouco mais. Umas das formas de atracção da clínica são as condições de trabalho priveligiadas, nomeadamente ao nível dos equipamentos.

Esses médicos podem, posteriormente, colaborar com outros hospitais?

Em Angola existem poucos médicos e existem ainda menos são especializados. Nós não somos egoístas e eles devem dar o seu contributo de acordo com a lei geral do trabalho. Não os impediremos de prestar trabalhos para outras clínicas ou hospitais, mas criando sempre condições para que eles continuem connosco.

Está na Multiperfil desde a sua fundação?
Sim, estou aqui desde 1 de Abril de 2002. Entrei como colaborador e um ano mais tarde tornei-me Director Clínico. Em 2005 fui convidado a coordenar a comissão de gestão e assumi a presidência do conselho de administração.

Há vantagens em ter um mé-dico como administrador?
Isso para mim foi uma experiência nova. Durante toda a minha vida sempre fui médico e dei aulas. Mas tem sido uma boa experiência. Constatei que o curso de Gestão Hospitalar é muito diferente daquilo que se vê na prática.

Quando é que a clínica vai entrar numa nova fase de ampliação?
A fase de ampliação está em stand-by, devido aos efeitos da crise económica. Até agora não temos tido problemas. As instalações são suficientes. Mas no futuro vamos precisar de uma ampliação.

A clínica já gera lucros?
Por enquanto não. Mas um dos objectivos do plano estratégico até 2014 é o de atingir a auto-suficiência financeira, multiplicando o número de convénios com empresas, melhorando o rigor, diminuindo gastos e aumentando a facturação.

Está melhor equipada do que os outros lugares onde já trabalhou?

Quando regressei a Luanda trabalhei no Hospital Américo Boa Vida. Também tive a oportunidade de trabalhar em algumas clínicas privadas. Penso que, de um modo geral, não existe comparação possível.

E quais são as principais lacunas da clínica?
As pessoas. Falo dos recursos humanos em várias áreas e níveis hierárquicos. Desde a recepção, passando pela enfermagem, a área de diagnóstico até aos médicos. São as pessoas que fazem as unidades de saúde. Um hospital pode estar muito bem apetrechado mas isso de nada serve se não houver profissionais qualificados. Houve hospitais públicos que foram renovados e os equipamentos continuam sem funcionar.

Quais são as doenças mais comuns em Angola?
As mais frequentes são a malária, tuberculose, o HIV, a hipertensão, os diabetes, os acidentes vasculares cerebrais (AVC) e os traumas — quer por acidentes de viação quer por acidentes de trabalho.

O que as clínicas podem fazer para reduzir a incidência do HIV/Sida?
Na Multiperfil temos um programa, em colaboração com o Instituto Nacional da Luta Contra o Sida, onde os testes de HIV são gratuitos. Oferecemos aos pacientes aconselhamento. Alguns exames e os anti-retrovirais são gratuitos.

E no que respeita a outras doenças como a hipertensão e diabetes?

Houve uma mudança nos hábitos alimentares que gerou consequências como a obesidade e os diabetes. Nós considerávamos os enfartes como uma doença dos europeus e agora eles são cada vez mais comuns em Angola.

Pensa que a quantidade de hospitais em Luanda é suficiente?
Não. Há necessidade de mais hospitais. É necessário melhorar a rede primária e secundária, ao nível dos municípios, das comunas e das redes provinciais. Mais do que tudo é preciso apostar na formação de mão de obra especializada.

Existe a possibilidade da abertura de outras clínicas Multiperfil pelo país?
Por enquanto não. Mas estamos a trabalhar no sentido de abrirmos o internato Multiperfil, que servirá para especializarmos médicos em Clínica Geral.

Jaime Fidalgo e Paris Pitra
22 de Julho de 2010
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Old December 29th, 2010, 10:48 PM   #28
Matthias Offodile
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more stadium pics - as promised




































Courtesy of Maria Cruz
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Old December 29th, 2010, 10:52 PM   #29
Matthias Offodile
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at one of the numerous new offices that are mushrooming





these are upmarket villas







medium-sized houses in Luanda Sul







upper-middle class housing







image hosted on flickr




image hosted on flickr


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on completition

image hosted on flickr


Courtesy Rui Gomes


...More to come in the following days
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Old December 29th, 2010, 11:55 PM   #30
The Punisher 1924
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Originally Posted by Matthias Offodile View Post
Luanda - the capital
In the middle of the monument it looks like the chapéu de cangaceiro, a cultural element that you also will find in the Brazilian Northeast.
__________________
Invidia gloriae comes est!
The Punisher 1924 no está en línea   Reply With Quote
Old December 29th, 2010, 11:58 PM   #31
costa
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Originally Posted by The Punisher 1924 View Post
In the middle of the monument it looks like the chapéu de cangaceiro, a cultural element that you also will find in the Brazilian Northeast.
The buildings on that picture are clearly 60s/70s Portuguese style.
costa no está en línea   Reply With Quote


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