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Global Announcement

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Old October 29th, 2013, 01:55 AM   #101
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HIGHWAYS - Rio de Janeiro Highway Arc




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Old November 7th, 2013, 11:06 PM   #102
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HIGHWAYS - Salvador port freeway (Via Expressa) opened, 4.5km for shorter access to/from port/ferries

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Originally Posted by rodrigossa View Post
Governo inaugura Via Expressa com presença de Dilma em Salvador
Tráfego em novas pistas só será liberado na tarde de sábado, diz Sedur.
Objetivo da obra é facilitar trânsito de veículos de carga da BR-324 ao porto.

Lílian Marques
Do G1 BA


Primeira dama do estado, Fátima Mendonça, governador Jaques Wagner, presidente Dilma Roussef, ministro dos transportes, César Borges e prefeito ACM Neto (Foto: Lílian Marques/ G1)

A Via Expressa Baía de Todos-os-Santos, que liga a BR-324 ao Porto de Salvador, foi inaugurada na manhã desta sexta-feira (1º), pelo governador Jaques Wagner, com a presença da presidente Dilma Rousseff, do ministro dos Transportes, César Borges e do prefeito de Salvador, ACM Neto. A cerimônia começou no final da manhã, na Estrada da Rainha, um dos trechos da nova via, e contou com a presença de outras autoridades.

A presidente Dilma Rousseff disse que sobrevoou a área da obra e, ao chegar para o evento, percorreu um trecho que dá acesso direto ao Porto de Salvador, no Comércio, com o governador Jaques Wagner. "Quando sobrevoei [a obra] hoje percebi a grandiosidade disso e a dificuldade de ter feito isso no meio da vida normal e cotidiana de uma cidade como Salvador. O objetivo útil de uma obra dessa é garantir qualidade de vida para as pessoas", afirmou a presidente.

Durante a cerimônia, o trabalhador da obra da Via Expressa, Otávio Feliciano Santos, foi homenageado. Na inauguração da placa da nova via, a presidente observou que não há o nome de nenhum representante dos trabalhadores e fez um pedido ao governador Wagner. "Sugiro que coloque o nome do Feliciano em homenagem a todos que trabalharam nessa obra. O governador prometeu que vai mandar colocar", disse.

Bem humorada, a presidente brincou com o nome de um dos lugares em que a Via Expressa vai passar. "Quando estive aqui há cerca de 5 anos e passei pela Rótula do Abacaxi, achei que o nome do lugar era porque alguém vendia abacaxi ou suco de abacaxi lá, mas o Wagner [governador] me explicou que foi o povo que apelidou ironicamente o local de Rótula do Abacaxi por conta da confusão que era [no trânsito]. Agora vai mudar o nome para Rótula do Quiabo, porque o trânsito vai deslizar".

A Via Expressa Baía de Todos-os-Santos foi inaugurada após quatro anos de obras. Segundo o governo do estado, a obra é considerada a maior intervenção viária depois da construção da Avenida Paralela. "Essa obra, para mim, é fantástica. É a maior obra urbana em Salvador nos últimos tempos", disse.

Funcionamento
Embora tenha sido inaugurada nesta sexta-feira (1º), o tráfego na Via Expressa só será liberado na tarde de sábado (2). Por meio de nota, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) informou que isso vai ocorrer em função da retirada das instalações provisórias montadas para inauguração da obra.

De acordo com o Governo do Estado, a estimativa é que cerca de 3.500 veículos de carga e 59.500 veículos de outros tipo passem por dia na Via Expressa. No total, o fluxo estiado é de 63 mil veículos.

Estrutura
A Via Expressa tem 4.297 metros e passará por Água de Meninos, Ladeira do Canto da Cruz, Estrada da Rainha, Largo Dois Leões, Avenida Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Ladeira do Cabula e Acesso Norte (BR-324).

São 10 faixas de tráfego, sendo seis para tráfego urbano e quatro exclusivas para veículos de carga. Há também três túneis, 14 elevados, uma pista de rolamento de 23.225 metros e ciclovia. Além disso, duas passarelas foram construídas. Uma na Estrada da Rainha, que fica próxima ao Beco do Cirilo, e outra na Avenida Heitor Dias.

Obra
Orçados em R$ 480 milhões, os 3,2 km divididos irão ligar a BR-324 ao Porto de Salvador. Segundo a Sedur, foram 653 desapropriações nos quatro anos de obras, sendo 450 casas e o restante de comércios. Dos R$ 480 milhões, R$ 380 milhões vieram do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o restante de verba do estado.





http://g1.globo.com/bahia/noticia/20...-salvador.html
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Originally Posted by rodrigossa View Post
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Old November 12th, 2013, 04:38 PM   #103
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HOUSING - "Morar Carioca" Program - Over 16,000 people to be benefited, until 2016 all irregular housing in Rio will be urbanized

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Originally Posted by RCostis View Post
Licitação para obras do programa Morar Carioca na Vila Joaniza será lançada nesta terça
Mais de 16 mil pessoas deverão ser beneficiadas com novas habitações

GUSTAVO GOULART
Publicado: 11/11/13 - 19h36
Atualizado: 11/11/13 - 19h38

Ilustração mostra como ficará a Vila Joaniza após as obras
Foto: Divulgação

RIO – Com abertura de licitação internacional marcada para esta terça-feira, as obras do Programa Morar Carioca na Vila Joaniza, na Ilha do Governador, pretendem beneficiar 16.594 pessoas em 4.408 residências, com intervenções estimadas em R$ 100 milhões. Será o início do ciclo 2 do programa, prevendo beneficiar moradores de 86 mil residências em 141 comunidades até 2016, ao custo de R$ 3 bilhões.

O programa na Vila Joaniza, segundo a Secretaria municipal de Habitação, prevê obras de infraestrutura, urbanização e construção de equipamentos públicos. Entre os projetos propostos estão a construção de um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) para crianças da creche e pré-escola, um centro comercial, além de praças, áreas esportivas e um mirante.

Além disso, ainda de acordo com a Secretaria de Habitação, estão previstas a pavimentação de ruas, obras de contenção e a implantação de um sistema de coleta de lixo e uma nova central de recepção dos detritos. Também estão previstas criações de áreas de lazer e de convivência, da área esportiva da Lagoinha, com vestiários, campo de futebol, praça e quadras poliesportivas.

O ciclo 1, iniciado em julho de 2010, beneficiou moradores de 70 mil residências ao custo de R$ 2,1 bilhões.

– Como trata-se de uma licitação internacional há um prazo de 45 dias para que fique publicada. Hoje, a abertura de licitação foi publicada num jornal de grande circulação de Nova York. Acredito que entre 60 a 90 dias a licitação já esteja concluída e as obras prontas para serem iniciadas – estimou o secretário municipal de Habitação, Pierre Batista.

O Morar Carioca, iniciativa para integração dos assentamentos informais precários no Rio, faz parte do legado social das Olimpíadas para o Rio, e pretende beneficiar moradores de 156 mil residências até 2016, urbanizando todas as favelas da cidade. O total de investimentos é de R$ 9,6 bilhões.Os recursos são da prefeitura, do Governo federal e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/licitaca...#ixzz2kR0GrayG
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Old November 21st, 2013, 10:59 PM   #104
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SHIP BUILDING - Brazil returns to the ship building scenario with its new oil tankers

Navios em série


O petroleiro José Alencar, último de uma série de quatro do mesmo porte, será entregue pelo Mauá nos próximos dias



Na última quinta-feira, operários do estaleiro Mauá davam os últimos retoques no petroleiro José Alencar. A tripulação já está embarcada (incluindo duas mulheres, Thaisa e Roberta, como oficiais de náutica, uma tendência em toda a marinha mercante), tomando conta do novo navio da Transpetro, que irá transportar gasolina, diesel e querosene de aviação. Composta por 25 oficiais, marinheiros, taifeiros e técnicos, a tripulação ficará embarcada por 90 dias. Depois, estará de folga por mês e meio.

Embora o José Alencar, último da série de quatro do mesmo porte (48 mil toneladas de porte bruto) encomendados ao Mauá, esteja ainda atracado no estaleiro, terminando a fase de “perfumaria’,’ a tripulação do experiente comandante Luís Otávio de Miranda está visivelmente orgulhosa da nova embarcação. o Mauá, localizado no fim da Ponta D’Areia, em Niterói, tem esse nome porque se originou de fato de um estaleiro criado pelo célebre barão, depois visconde.

Ao lado do José Alencar, prosseguem os trabalhos no Anita Garibaldi, o primeiro de uma segunda série de quatro, conhecidos como Panamax (têm largura e calado para cruzar o Canal do Panamá), pouco maiores que os da fase inicial. Na carreira do estaleiro — onde o casco é montado, antes de ser lançado ao mar — já se vê outro “irmão” do Anita, ainda sem no- me escolhido. Peças para o terceiro e o quarto estão sendo preparadas.

No estaleiro trabalham cerca de quatro mil pessoas, pois montar um navio equivale a construir uma pequena cidade. A Transpetro tem hoje uma frota de 60 embarcações, com idade média de 16 anos. Deverá chegar a 2020 com 110, reduzindo a idade média para dez anos. Sérgio Machado, presidente da companhia subsidiária da Petrobras, foi apontado como visionário quando propôs renovar a frota construindo todos os novos petroleiros no Brasil. A crítica parecia fazer sentido, pois o programa (Promef) demorou a ganhar ritmo.



Os antigos estaleiros estavam “enferrujados” e o novato EAS, em Suape (Pernambuco), teve de transformar em soldadores quem antes estava acostumado a cortar cana. O atraso na entrega do primei- ro navio, João Cândido, deu o que falar, pois muitas das soldas tiveram de ser feitas. Mas agora o tempo de construção está diminuindo a cada navio, e isso é visível para quem visita o estaleiro Mauá, por exemplo.

“Quando deu partida ao seu programa de construção naval, a Coreia teve os dois primeiros navios recusa- dos pelos clientes. Aqui, isso não ocorreu. O Japão levou 50 anos para alcançar um elevado índice de nacionalização nos navios e no Brasil, em pouco tempo, já chegamos a 65%’ comenta o ex-senador Sérgio Machado. Depois do José Alencar, o próximo navio que será entregue à Transpetro é o “Suezmax” Dragão do Mar, apelido do lendário pescador que se rebelou contra o desembarque de escravos no Ceará, em data ainda a ser marcada até março.
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Old November 23rd, 2013, 11:27 AM   #105
IraidaGilyard
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Brazil is really the worlds most sensational infrastructure seen ever in my life. i am surprised with the awesome constructions....
__________________
Movie 786
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Old November 25th, 2013, 07:57 PM   #106
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REFINERIES - Premium I Refinery in Maranhão state to demand R$45 billion

07/11/2013 às 21h14
Refinaria Premium I demandará investimentos de R$ 45 bi, diz Lobão

SANTO ANTÔNIO DOS LOPES (MA)* - O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse, nesta quinta-feira, 7, que a refinaria Premium I, prevista para ser construída no Maranhão, demandará investimentos de R$ 45 bilhões. Segundo ele, o montante equivale a quatro vezes o orçamento anual do Estado.

"A refinaria que estamos construindo será a quinta maior do mundo e a maior do Brasil. Ela vai processar um terço do petróleo do Brasil", disse o ministro, que participou da cerimônia de inauguração do complexo termelétrico do Parnaíba, da Eneva (ex-MPX), em Santo Antônio dos Lopes, no interior do Maranhão.

Lobão lembrou que o governo vai realizar, no fim de novembro, a 12ª Rodada de áreas de exploração, com potencial para descoberta de gás natural. Segundo ele, o Maranhão tem potencial de exploração de gás natural não convencional, como o gás de xisto, explorado nos Estados Unidos.

"O gás não convencional nos Estados Unidos está fazendo a alegria do povo [devido ao custo mais baixo do produto, em relação ao gás natural convencional]. Com as pesquisas que fizemos aqui, descobrimos que existe esse gás não convencional em toda essa região [da Bacia do Parnaíba]", acrescentou Lobão.



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Old November 25th, 2013, 08:01 PM   #107
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ELECTRICITY - Angra III nuclear powerplant falls behind schedule and is due to open only in 2018

Angra 3 vai operar só em maio de 2018, dois anos depois do previsto

Obra é orçada em R$ 12,9 bilhões.
O anúncio ocorre no ano em que o Brasil enfrentou crise energética.


O presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, confirmou, na manhã desta sexta-feira (7), que a usina de Angra 3, em construção ao lado das usinas de Angra 1 e Angra 2, no litoral Sul Fluminense, só entrará em operação em maio de 2018. Inicialmente projetada para ficar pronta em 2015, a última previsão era junho de 2016. O investimento para as obras são estimados em R$ 12,9 bilhões, o equivalente a mais de dez vezes o valor gasto para a reforma do Maracanã para a Copa.



A usina foi projetada para gerar mais de 12 milhões de megawatts-hora anuais, energia suficiente para abastecer as cidades de Belo Horizonte e de Brasília durante um ano. O anúncio ocorre exatamente no ano em que o Brasil teve acionar as usinas termelétricas em meio a uma crise de abastecimento nos reservatórios das hidrelétricas. As obras de Angra 3 tiveram início em 2010.
De acordo com Othon, a necessidade de adaptações tecnológicas e de segurança contribuíram para o adiamento. Othon participa de um seminário realizado pela estatal Russa Rosatom, no hotel Windsor Barra, no zona Oeste do Rio.
"Tivemos uma tentativa inicial, mas o que levou a dilatar o prazo foi a parte de instrumentação e controle. É como gostar de um computador antigo. Se sair para comprar, você não encontra e é caro. Angra 3 é feita com as mais modernas exigências de segurança. Ela foi toda recalculada para receber as tecnologias mais modernas e a parte de instrumentação e controle é o estado da arte disponível no mundo", explicou Othon, acrescentando que diferentemente de Angras 1 e 2, que têm componentes analógicos, Angra 3 será uma usina totalmente digital.
O presidente da Eletronuclear disse ainda: "Não tinha sentido seguirmos no caminho contrário da digitalização e da eficiência que o mundo todo está indo".
Segundo ele, houve mudanças na parte civil. Prédios tiveram de ser dimensionados para simultaneidade de eventos, como tornado e terremoto ao mesmo tempo, explicou Othon. Ele lembrou o episódio com a usina de Fukushima, no Japão
"Aquilo foi um erro de projeto. Eles precisavam admitir isso. Estive lá, os japoneses me perdoem, mas foi um erro de projeto. Se fosse em um país subdesenvolvido, diriam que a culpa foi do subdesenvolvido", disse Othon.
Em maio, a Eletronuclear divulgou que as obras civis da usina nuclear Angra 3 estão com 47% da execução concluída e que começaria a dar prosseguimento à última fase para contratação do serviço de montagem eletromecânica da usina.
Os dois consórcios que passaram pela fase de pré-qualificação para executar o serviço tem até o dia 4 de julho para entregar documentação de habilitação preliminar e das propostas comerciais, informou a Eletronuclear, empresa do grupo Eletrobras.
O processo de licitação, que começou em agosto de 2011, chegou a ser interrompido depois que o consórcio desclassificado questionou a fase de pré-qualificação. No final do ano passado, a Eletronuclear teve o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) para prosseguir com o processo.
Dois contratos fazem parte da montagem eletromecânica. Um cobrirá as atividades da área nuclear, no valor de R$ 1,31 bilhão, e outro para sistemas convencionais da usina, no valor de R$1,67 bilhão. Quando estiver pronta, Angra 3 terá 1.405 megawatts (MW) de potência instalada.
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Old November 25th, 2013, 08:12 PM   #108
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HOUSING - Government studies next stage for the Minha Casa Minha Vida (My Home My Life) program, which has recently completed 2 million households provided to lower class families.


Governo estuda próxima etapa do Minha Casa, Minha Vida

Dilma diz que o governo avalia "o tamanho do desafio" que colocará para si mesmo na próxima fase do programa federal de habitações populares

Brasília - A presidente Dilma Rousseff afirmou na quarta-feira, durante conferência que reúne representantes de movimentos sociais, que o governo avalia "o tamanho do desafio" que colocará para si mesmo na próxima fase do programa federal de habitações populares Minha Casa, Minha Vida.

Ao discursar na abertura do evento organizado pelo Ministério das Cidades, a presidente comemorou a marca de 2 milhões de moradias contratadas desde 2011 pelo programa, e afirmou que o governo estabelecerá um novo patamar para o Minha Casa, Minha Vida.



"Nós estamos avaliando agora a continuidade do programa", disse Dilma. "Agora vamos colocar um outro padrão para ser seguido independentemente do que acontecer em 2014", afirmou, referindo-se às eleições do ano que vem.

Dilma anunciou em outubro que o governo estuda lançar uma terceira fase do Minha Casa, Minha Vida, programa iniciado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante seu segundo mandato, que tem como meta reduzir o déficit habitacional do país.

A maioria das residências construídas no âmbito do programa é destinada a famílias de baixa renda e a compra dos imóveis é subsidiada. Até o fim de 2014, ainda serão contratadas outras 750 mil unidades habitacionais pelo programa.

No discurso de quarta-feira, Dilma muniu-se de dados e resultados de seu governo e de Lula, e defendeu conquistas do governo em áreas como o combate à pobreza e o saneamento básico, além de exaltar programas como o Mais Médicos e o Luz Para Todos.

"Um governo não pode fazer política para as coisas, como muitas vezes se faz, olhando o quanto de cimento, o quanto de ferro ou os números. Tem de olhar para a realização que muda a vida das pessoas", disse.

________



Dilma: Eu tenho preferência pelo Minha Casa Minha Vida


RICARDO DELLA COLETTA E RAFAEL MORAES MOURA - Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff afirmou há pouco que tem uma "preferência muito forte" pelo programa habitacional Minha Casa Minha Vida. "Quem exerce cargo público também tem as suas preferências", brincou a presidente.

Ela comemorou números do programa, como a contratação, em seu governo, de 2 milhões de unidades habitacionais. Dilma também afirmou que o Minha Casa Minha Vida é o programa em que o governo federal mais gasta com subsídio. "Subsidiamos a casa própria para a população mais pobre", disse, para emendar que isso "não é uma questão de esmola".



Ainda de acordo com a presidente, o programa Minha Casa Minha proporciona o aumento da autoestima da população. "(Isso) Melhora fundamentalmente a vida dela e das famílias", pontuou. "Nós estamos avaliando agora a continuidade do programa e estamos avaliando o tamanho do desafio que vamos colocar a nós mesmo", disse a presidente. "Independentemente do que ocorra em 2014. É uma proposta que todos vocês saberão", concluiu, para emendar que o governo quer colocar "um outro padrão" para o programa. "O déficit habitacional no Brasil ainda não foi superado", justificou.

Conflitos fundiários

Ainda sobre habitação, Dilma Rousseff disse também que não se pode mais admitir eventos como o Pinheirinho, em São José dos Campos, quando famílias foram desalojadas com o uso de força pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. "Quero garantir o compromisso do meu governo também com o fato e que nós não podemos admitir outros eventos como o Pinheirinho", disse, para emendar que é preciso fazer uso do diálogo e de soluções pacíficas. "Este é o compromisso de forma pacífica e dialogada, de propor e participar da resolução de conflitos", ponderou.

Conflitos fundiários urbanos existem neste País e o processo de resolução de conflitos com diálogo é característica intrínseca da democracia", continuou.

A presidente Dilma Rousseff participou nesta noite da cerimônia de abertura da 5ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília. Antes de discursar, a presidente assinou decreto que dispõe sobre o Plano Nacional do Saneamento Básico.
20 de novembro de 2013 | 22h 25





Last edited by mopc; November 25th, 2013 at 08:29 PM.
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Old November 26th, 2013, 05:34 AM   #109
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AIRPORTS - Private operators of Brazilian airports reveal general overview of projects and guarantee World Cup projects


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Originally Posted by dahaka2 View Post
Operadores privados dos aeroportos brasileiros apresentam balanço de ações e garantem obras para a Copa
26/11/2013 - 17:40
Terminais de São Gonçalo do Amarante, Viracopos e Guarulhos ultrapassaram 70% de conclusão. Durante seminário em Brasília, presidente da Infraero avaliou benefícios gerados com recursos das concessões
Glauber Queiroz/ Portal da Copa



Glauber Queiroz/ Portal da Copa#Para Alberto Küster, objetivo do seminário foi o de prestar contas à sociedade
Para Alberto Küster, objetivo do seminário foi o de prestar contas à sociedade
A pouco menos de 200 dias para a Copa do Mundo, os operadores privados dos aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN), Brasília (DF), Campinas (SP) e Guarulhos (SP), além da Infraero, que detém 49% dos três últimos terminais, apresentaram um balanço das ações para o Mundial. Em seminário realizado nesta terça-feira (26.11), na capital do país, os consórcios informaram detalhes do andamento das obras e garantiram a entrega dos projetos antes do megaevento de 2014.

“Gostaria de ressaltar a importância de estarmos aqui, prestando contas à sociedade dos investimentos e melhorias que estamos fazendo. Com as concessões, o Estado se desonerou das obrigações e investimentos, passando a responsabilidade para a iniciativa privada”, destacou Luiz Alberto Küster, presidente da Aeroportos Brasil, concessionária de Viracopos, em Campinas.

Somadas, as concessões dos quatro aeroportos, com contratos assinados entre novembro de 2011 e junho de 2012, renderam R$ 24,7 bilhões ao governo federal. Na última semana, os terminais do Galeão (RJ) e Confins (MG) também passaram para a iniciativa privada, pelo valor total de R$ 20,8 bilhões.

O presidente da Infraero, Gustavo Vale, disse que as concessões beneficiaram a empresa estatal, que ganhou experiência em administração e recursos para investir nos outros 63 terminais (incluindo Galeão e Confins) da rede. “Não podemos esquecer que existem aeroportos fora das capitais. O valor das outorgas foi uma fonte de recursos importante para investir nestes outros aeroportos. Não era mais possível que o Estado fosse o único investidor. A quebra do monopólio fez bem para a Infraero, pois aprendemos com os parceiros, melhorando a administração dos terminais, e no atendimento aos passageiros”, afirmou.

Para ele, a Copa do Mundo não será o maior desafio dos operadores, já que o Brasil está acostumado a receber megaeventos. “O nosso maior desafio é atender a demanda crescente de passageiros. Existe a ideia e o receio de que os aeroportos brasileiros não terão condições de receber os grandes eventos, mas eles não são novidade no país. O Círio de Nazaré, em Belém, recebe mais pessoas que qualquer estádio pode comportar, é um aumento de 15% na demanda de voos para a cidade”, disse Vale, que citou ainda o Rock in Rio, a Copa das Confederações, a Jornada Mundial da Juventude e o Carnaval de Salvador.

Divulgação GRU Airport
Divulgação GRU Airport#Obras do terminal de Guarulhos estão 80% finalizadas e serão entregues no dia 11 de maio de 2014
Obras do terminal de Guarulhos estão 80% finalizadas e serão entregues no dia 11 de maio de 2014


Guarulhos

Glauber Queiroz/ Portal da Copa
Glauber Queiroz/ Portal da Copa#Antônio Marques confiante na entrega das obras do terminal 3 antes da Copa
Antônio Marques confiante na entrega das obras do terminal 3 antes da Copa
As obras do Terminal de Passageiros 3 do aeroporto paulista estão 80% finalizadas e serão entregues no dia 11 de maio de 2014, conforme garantiu Antônio Miguel Marques, presidente do consórcio GRU Airport. Com 192 mil m², área maior que as dos terminais 1, 2 e 4 somadas, o local terá capacidade inicial para 12 milhões de passageiros por ano, 20 pontes de embarque, além de 34 novas posições no pátio de aeronaves.

“Na semana passada completamos um ano administrando o aeroporto e temos tido um processo de aprendizado com os diversos agentes aeroportuários. Da assinatura do contrato até a Copa serão 19 meses, quando terminaremos a primeira fase das obras. Temos áreas sendo liberadas para as equipes irem treinando e total tranquilidade que as obras estarão prontas para a Copa”, disse Marques.

A construção do terminal 3 e a ampliação do pátio de aeronaves são as principais intervenções para a Copa. Além disso, um edifício-garagem, com oito andares e 2,64 mil vagas, melhorias nos terminais 1,2 e 4, aumento de 130 para 172 lojas e instalação de mais câmeras de segurança são ações já realizadas pela empresa no aeroporto de Guarulhos.

Viracopos

Durante os 30 anos de concessão do aeroporto de Campinas, estão previstos cinco ciclos de planejamento, sendo o primeiro deles até maio de 2014. As obras para a Copa do Mundo estão 74% concluídas. As intervenções incluem um novo terminal de passageiros, com 145 mil m² e capacidade para 14 milhões de pessoas por ano.

“São raros projetos como os de Viracopos, Brasília e Guarulhos, serem concretizados tão rapidamente. A engenharia brasileira vai colocar em operação três grandes aeroportos em 20 meses”, disse Luiz Alberto Küster, presidente da Aeroportos Brasil.

O novo terminal, que terá uma moderna estrutura em concreto, aço e vidro, contará ainda com 28 pontes de embarque, sete novas posições remotas de estacionamento de aeronaves e um edifício-garagem com quatro mil vagas. Haverá, ainda, a ampliação das pistas de taxiamento de aeronaves.

Divulgação Aeroportos Brasil
Divulgação Aeroportos Brasil#Projeção mostra como ficará o novo terminal de passageiros do aeroporto de Viracopos, em Campinas
Projeção mostra como ficará o novo terminal de passageiros do aeroporto de Viracopos, em Campinas


São Gonçalo do Amarante

O terminal potiguar começou a ser construído do "zero" e é o único 100% administrado pela iniciativa privada, sem participação da Infraero. A pista de pouso e decolagem foi construída pelo governo federal, enquanto o terminal de passageiros, pátio de aeronaves, torre de controle e o estacionamentos ficou a cargo do consórcio Inframérica.

Glauber Queiroz/ Portal da Copa
Glauber Queiroz/ Portal da Copa#Alysson Paolinelli garante primeiro voo em São Gonçalo do Amarante às 8h30 do dia 3 de abril
Alysson Paolinelli garante primeiro voo em São Gonçalo do Amarante às 8h30 do dia 3 de abril
“Foi um desafio receber o projeto e construir o aeroporto em tempo recorde. Pelo contrato, temos a obrigação de entregar a obra em dezembro de 2014, mas teremos uma antecipação significativa desta data. A partir de abril do ano que vem estaremos operando, após 15 meses de construção”, exaltou Alysson Paolinelli, CEO da Inframérica.

São Gonçalo do Amarante estava com 69% das obras concluídas em outubro. O terminal terá 40 mil m², capacidade para 6,2 milhões de passageiros por ano, 850 vagas de estacionamento, 45 balcões de check in, oito escadas rolantes, 22 elevadores, além de cinco esteiras de restituição de bagagem. O aeroporto também terá oito pontes de embarque e 10 posições remotas para as aeronaves.

A 33 km de Natal, dois acessos ao aeroporto (pista norte com 9 km e sul com 17km) estão sendo construídos pelo governo do Rio Grande do Norte. “Vimos o empenho da construtora, que se comprometeu a entregar o acesso norte até março e o sul até a Copa”, afirmou Paolinelli, que deu a data e a hora da inauguração do terminal. “No dia 3 de abril de 2014, às 8h30, um voo estará mudando o itinerário normal do aeroporto Augusto Severo para São Gonçalo do Amarante”, garantiu.

Brasília

As intervenções no aeroporto da capital do país alcançaram 65% de conclusão no final de outubro. A Inframérica também administra o terminal de Brasília e irá investir R$ 900 milhões até o Mundial. Serão construídos dois píeres, com ampliação do número de pontes de embarque de 13 para 28 posições. Também serão ampliados e reformados os terminais de passageiros, o estacionamento, o pátio de aeronave, as salas de embarque e sanitários.

"Pela posição geográfica e política, para nós Brasília deve ser um hub maior, tanto internacional, quanto nacional. Dentro desta estratégia, temos eixos como a disponibilidade de tecnologia, melhorias nos serviços e no conforto dos passageiros", apontou Paolinelli. O acesso ao aeroporto da capital federal também passa por reformas com a construção de dois viadutos e um túnel.

Fonte: Portal da Copa

Last edited by mopc; November 29th, 2013 at 09:02 PM.
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PORTS - Port of Santos (Brazil's largest) opens new container terminal

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PS: a bagaça já tava operando faz um tempo, né?


Novo terminal começa a operar no Porto de Santos

A BTP (Brasil Terminal Portuário) iniciou as operações em seu terminal nesta quinta-feira (28). Localizado no Alemoa, à margem direita do porto, ocupa 490 mil m² e deve aumentar em 40% a capacidade de movimentação de contêineres. De acordo com o projeto, que resultou num investimento de R$2 bilhões, o terminal começa com operação de contêineres e, numa segunda etapa, granéis líquidos.

A solenidade reuniu representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de autoridades portuárias e instituições ligadas ao setor. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa ressaltou que o terminal trará desenvolvimento e instalações mais modernas. “Será competitivo e qualificado, alavancando ainda mais o porto”. Já o ministro dos Portos, Antônio Henrique da Silveira, destacou modernidade e o ambiente competitivo a ser gerado. “Será importante para a expansão do comércio exterior do Brasil”.

A BTP é uma joint venture entre duas empresas estrangeiras TIL (Terminal Investment Limited) e APM Terminals. “Usamos modernas técnicas, alta tecnologia, com valorização do quadro de colaboradores e normas rígidas de segurança, operando em condição de igualdade aos maiores e mais modernos terminais do mundo”, afirmou o diz o diretor-presidente da BPT, Henry Robinson.

Recuperação ambiental é destaque do projeto

A área onde está o terminal era o antigo lixão da Alemoa, que por mais de 50 anos foi utilizada como descarte de resíduos do porto. A recuperação foi assumida pela BTP, que investiu R$ 257 milhões na remediação ambiental. Houve a remoção de 1,14 milhão de toneladas de solo contaminado. Além dessa ação, foram realizadas também monitoramento da fauna e da flora locais, replantio da vegetação nativa, remoção dos animais silvestres, e preservação de 30 mil m² de manguezal da região. “Essa ação serve de exemplo para outros empresários”, disse o prefeito.



Fonte e foto: http://www.santos.sp.gov.br/noticia/...orto-de-santos
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RAILROADS - East West Railroad (Ferrovia Oeste-Leste EF-334) construction is partly paralyzed due to irregularities

09/11/2013 21h43 - Atualizado em 09/11/2013 21h43

Suspeita de irregularidade suspende construção de ferrovia na Bahia

A Ferrovia de Integração Oeste-Leste , em construção no Tocantins e na Bahia, está no centro de duas polêmicas. A ferrovia é uma das sete obras que receberam recursos do Governo Federal.

A Ferrovia de Integração Oeste-Leste , em construção no Tocantins e na Bahia, está no centro de duas polêmicas. A ferrovia é uma das sete obras que receberam recursos do Governo Federal e que, segundo o Tribunal de Contas da União, tem irregularidades graves. O outro problema é com os ambientalistas. Eles dizem que a ferrovia é uma ameaça à natureza da região.

O trecho da Ferrovia Oeste-Leste que pode deixar de receber recursos federais fica entre os municípios de Bom Jesus da Lapa e Barreiras, no oeste da Bahia. Nesta região, as obras mal saíram do papel. O Tribunal de Contas da União encontrou erros no traçado da ferrovia por falhas no trabalho de sondagem do solo.




"Essas imprecisões, geralmente, levam a uma série de aditivos que proporcionam atrasos nas obras, aumento no valor do empreendimento, além de trazer para esse contrato uma série de riscos", ressalta Juliana Carvalho, Secretária de Fiscalização de Obras Ferroviárias TCU.
A empresa estatal que responde pelas obras diz que as falhas já foram corrigidas e não concorda com a paralisação.

"Era normal naquela situação que estava antigamente, anteriormente. Depois de todas as ações que foram tomadas, a gente não entende o porquê disso", comenta Alderney Bessa, gerente da Valec Bahia.

No trecho entre Caetité e Ipiaú, não houve pedido de interdição e a ferrovia está sendo construída. A partir deste ponto, a linha vai ser usada para levar minério de ferro da região de Caetité até o litoral baiano. Mas as obras também estão atrasadas.

Na maior parte deste trecho, segundo a empresa responsável, as obras começaram em 2010, mas foram interrompidas por causa de problemas nas desapropriações e nas sondagens, que fazem a análise do solo. Os canteiros passaram quase um ano parados. Só em fevereiro deste ano, homens e máquinas voltaram ao trabalho.

Na parte final da ferrovia, que chega a Ilhéus, praticamente nada foi feito até agora. O contrato com o consórcio que executaria as obras foi rescindido e outra empresa deve assumir. A linha férrea foi planejada para ligar Figueirópolis, no Tocantins, a Ilhéus, onde está prevista a construção de um porto para o escoamento da produção. A cidade vive uma polêmica. De um lado, os que veem uma oportunidade de geração de empregos e desenvolvimento econômico.

"É um empreendimento de grande monta financeira, que traz no seu reboque grandes empresas prestadoras de serviço, ou seja, grande oferta multiplicadora na sociedade e na economia", aponta Fausto Pinheiro, empresário.



Do outro, estão moradores, entre eles ambientalistas, que temem pela degradação da vida marinha, dos manguezais e das matas nativas da região.

"É uma área de proteção ambiental da Lagoa Encantada, tem vocações econômicas extraordinárias na produção de cacau, chocolate, produção pesqueira, a atividade turística é muito importante aqui. Então, esse é um local que é inadequado para a construção de uma obra desse perfil”, ressalta Rui Rocha, ambientalista.

___



Another 162km of the East West Railroad approved by Federal Court

Sex , 04/10/2013 às 10:55 | Atualizado em: 04/10/2013 às 10:55

Liberada construção de mais 162 km da Ferrovia Oeste-Leste

Joana Lopo




Com orçamento estimado em R$ 775 milhões, as obras no lote 5 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) já podem ser retomadas. A liberação ocorreu na quarta-feira, 4, pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O trecho que corresponde ao lote tem 162 quilômetros de extensão e vai do Riacho da Barroca, em Caetité, sudoeste baiano, ao início da Ponte do Rio São Francisco.
Sem data definida para a retomada da construção, o ministro dos Transportes, César Borges, disse que agora só depende da Mendes Júnior, empresa responsável pela obra.
"Mas devemos iniciar o mais rápido possível. Hoje temos que comemorar a decisão do TCU, que ainda falta liberar o lote 5A (que corresponde à construção da ponte próximo a Bom Jesus da Lapa), e também os lotes 6 e 7", disse o ministro.
Os lotes 2 a 4 da Fiol, entre os municípios baianos de Jequié e Caetité, estão com a construção em andamento. Já o lote 1 é o que está mais atrasado. "Este lote estava parado por uma questão judicial com a construtora responsável. Um acordo foi feito e as obras retomadas em agosto último", explica o ministro.
Ele ressalta que hoje é preciso apenas a liberação do TCU para a construção prosseguir nos demais lotes, já que todos eles já estão com a licença ambiental.
PAC
A construção da Fiol faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é uma alternativa de transporte para atender às necessidades das regiões produtoras de minério de ferro de Caetité e Tanhaçu, no sul da Bahia, e as produtoras de grãos no oeste da Bahia e no sudeste do Tocantins. A ferrovia formará um corredor de transporte que otimizará a operação do Porto Sul, em Ilhéus.
O empreendimento possui 1.527 km de extensão e envolve investimentos estimados em R$ 7,2 bilhões, até 2014. Conforme dados da Valec, estatal responsável pelas obras, o projeto da construção também contribui para a geração de empregos. Hoje são 7.200 pessoas atuando diretamente na obra.
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Old November 29th, 2013, 11:17 PM   #112
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GENERAL - The Economist optimist about Brazil's infrastructure after privatization of major airports

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Originally Posted by whistler85 View Post
Infrastructure in Brazil

Taking off at last

Some serious private money for airports and roads
Nov 30th 2013 | SÃO PAULO | From the print edition





ALTHOUGH not a fan of privatisation, since she became Brazil’s president Dilma Rousseff has accepted that the state alone cannot fix Brazil’s long-neglected infrastructure. Hitherto her government has talked much of bringing in private capital to do the job, but fluffed this in practice.

At last that is changing. On November 22nd Singapore’s Changi Airport Group and Odebrecht, a Brazilian construction firm, offered 19 billion reais ($8.2 billion)—four times the minimum allowable bid—to upgrade and run Galeão airport in Rio de Janeiro. The hub airport at Belo Horizonte, Brazil’s third city, went to Swiss and German operators in partnership with CCR, a toll-road operator. And on November 27th Odebrecht beat six other bidders to win the right to upgrade and levy tolls on an 851km (530 miles) stretch of potholed road from the soya producing state of Mato Grosso.

Rapid growth in air travel and mismanagement by Infraero, the state operator, have overwhelmed Brazil’s airports. Lax rules saw inexperienced firms win three airports auctioned last year, including São Paulo’s international hub. That disappointed the government, which tightened requirements for the latest round. But work on all three has since gone well, with clean toilets, new signage and extra parking already in place. At São Paulo a new terminal will open before next June’s football World Cup. Quick fixes are all Rio and Belo Horizonte will be able to manage before the tournament. In the long term, though, the airports’ classy new operators should mean a leap in quality.

Last year Ms Rousseff promised to hand ports, roads and railways to private operators in deals officials hoped would be worth 187 billion reais. But over-optimistic forecasts of future traffic and an unwillingness to offer attractive rates of return meant the programme stalled. Port and railway auctions still look dicey: in both cases regulatory muddle means a high chance of lengthy court battles and construction hold-ups. But some relief is finally in sight for long-suffering users of Brazil’s airports and roads.

From the print edition: The Americas

http://www.economist.com/news/americ...ds-taking-last
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Old December 2nd, 2013, 01:24 AM   #113
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SPACE - Brazil's latest surveillance satellite (CBERS-3) to be launched December 9 from China. The spacecraft was manufactured using Brazilian and Chinese parts and will be used to image Brazilian territory.

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Originally Posted by Conde D´eu View Post
Equipamento foi construído em parceria com país asiático e vai entrar em órbita no dia 9; projeto custou US$ 250 milhões
01 de dezembro de 2013 | 2h 09


Dia 9 de dezembro, 11h26 no horário de Pequim, 1h26 em Brasília. Enquanto a maioria dos brasileiros estiver dormindo, um seleto grupo de engenheiros, cientistas, empresários e autoridades estará atento a uma contagem regressiva no Centro de Lançamento de Taiyuan, na China, sonhando acordado com o futuro do programa espacial brasileiro.

Se tudo correr bem, e a meteorologia colaborar, um foguete de 45 metros, modelo Chang Zheng 4B, deverá subir aos céus no horário indicado, levando a bordo o novo Satélite Sino-brasileiro de Recursos Terrestres, conhecido como CBERS-3. Metade construído no Brasil, metade na China.

As expectativas são as maiores possíveis. Um fracasso na missão poderá significar um golpe quase que fatal para o já fragilizado programa espacial brasileiro, que luta para se manter vivo e relevante em meio a uma série de limitações financeiras, tecnológicas e estruturais.

O programa CBERS (pronuncia-se "sibers") é uma das poucas coisas que já deram certo para o Brasil na área espacial. Apesar do número 3 no sobrenome, este será o quarto satélite da série, depois dos CBERS-1, 2 e 2B - o último dos quais parou de funcionar em maio de 2010, o que significa que o País está há 3,5 anos cego no espaço, dependendo exclusivamente das imagens de satélites estrangeiros para observar seu próprio território.

O plano original acertado com a China era lançar o CBERS-3 até 2010, no máximo, mas uma série de problemas levou a sucessivos adiamentos. O último deles, de ordem tecnológica, envolveu a detecção de falhas nos conversores elétricos usados na metade brasileira do projeto, quando o satélite já estava quase pronto para ser lançado, no final de 2012.

As peças defeituosas foram retiradas e agora, após mais um ano de testes e revisões, o CBERS-3 parece estar finalmente pronto para entrar em órbita. Posicionado a 778 quilômetros de altitude, ele terá quatro câmeras para observar a superfície do planeta: duas construídas pelo Brasil e duas pela China, com diferentes resoluções e características espectrais.

"São câmeras extremamente sofisticadas, que representam um salto tecnológico significativo em relação aos satélites anteriores", disse ao Estado o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi. "É o projeto espacial mais sofisticado que já produzimos."

Uma das câmeras brasileiras, chamada MuxCam, vai observar uma faixa de terra de 120 quilômetros de largura, permitindo escanear toda a superfície do planeta a cada 26 dias, com 20 metros de resolução. A outra, chamada WFI, terá uma resolução menor (de 64 m), mas enxergará uma faixa muito maior (de 866 km), o que permitirá observar qualquer ponto da Terra repetidamente a cada cinco dias.

"É como se tivéssemos um supermercado de imagens", diz o coordenador do Segmento de Aplicações do Programa CBERS no Inpe, José Carlos Epiphanio. "Poderemos optar por uma câmera ou outra, dependendo do tipo de fenômeno que queremos observar, em maior ou menor grau de detalhe."

Apesar de trabalhar com satélites, Epiphanio é engenheiro agrônomo por formação, o que serve como um bom exemplo da variedade de empregos que se pode dar ao CBERS. A aplicação mais famosa é a de monitoramento de florestas, principalmente na Amazônia, mas há muitas outras, incluindo o monitoramento de atividades agrícolas e ocupações urbanas, processos de erosão, uso de recursos hídricos, desastres naturais e até vazamentos de petróleo.

As imagens produzidas pelo CBERS-2B, por exemplo, foram baixadas por mais de 50 mil usuários, de mais de 5 mil instituições, em mais de 50 países. "Não tem uma universidade, um órgão de governo no Brasil que não seja usuário do CBERS", destaca Epiphanio. Todas as imagens geradas pelo programa são distribuídas gratuitamente na internet pelo Inpe desde 2004.

Ainda que as imagens de satélites estrangeiros também estejam disponíveis gratuitamente, Epiphanio diz que o País não pode abrir mão de ter seu próprio equipamento no espaço. "Vale a pena investir em satélites? Sem dúvida nenhuma. O Brasil não pode ficar sem isso."

A fabricação do CBERS-3 custou cerca de US$ 125 milhões para cada país.




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Programa prevê dez lançamentos e R$ 900 mi/ano até 2020


Para muitos, plano é irrealista, uma vez que a agência espacial não tem nem quadro próprio de funcionários
01 de dezembro de 2013 | 2h 07


O lançamento do CBERS-3 é uma peça fundamental do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), um ambicioso plano da Agência Espacial Brasileira (AEB), que prevê o lançamento de outros dez satélites até 2020. Tão ambicioso que, para muitos, chega a ser irrealista, considerando as óbvias limitações e fragilidades crônicas do sistema.

Prestes a completar 20 anos, em fevereiro do ano que vem, a AEB não tem nem quadro próprio de recursos humanos. A agência tem apenas sete funcionários: dois motoristas, três assistentes administrativos, um datilógrafo e um auxiliar de serviços gerais. Todos os outros (cerca de 80) são servidores emprestados de outros órgãos, incluindo o presidente da agência, o matemático José Raimundo Braga Coelho.

"Precisamos de um corpo permanente. Se o programa não tem recursos humanos próprios, como é que pode ter sustentabilidade?", disse ele ao Estado. Uma lei aprovada em junho deste ano autorizou a contratação de servidores na AEB, mas o concurso até agora não foi aberto. "Aguardamos ansiosamente", afirma Coelho.

Para ser executado, o PNAE prevê a necessidade de R$ 900 milhões em investimento por ano, em média, na área espacial até 2020 - cerca de três vezes mais do que o orçamento real da AEB nos últimos anos. "Orçamento e resultados andam juntos. Quando você tem resultados, o governo reage com orçamento, e isso ajuda a trazer mais resultados. Estamos em busca disso", diz Coelho.
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Old December 2nd, 2013, 01:31 AM   #114
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GENERAL - National Department of Infrastructure and Transportation (DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) runs out of money to meet obligations

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Dnit fica sem dinheiro para pagar obras

Investimento Público

Longe dos holofotes, o general Jorge Ernesto Fraxe fez um relato preocupante sobre a situação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que ele chefia desde a "faxina ética" patrocinada pela presidente Dilma Rousseff em 2011: há atrasos nos pagamentos a empreiteiras responsáveis por serviços já executados nas rodovias federais, riscos de descumprimento no calendário de obras e ações nos tribunais contra a autarquia.





Fraxe, diretor-geral do Dnit, expôs esses problemas em ofício reservado que mandou ao ministro dos Transportes, César Borges, na terça-feira. Ele inicia o ofício com a informação de que o departamento tem R$ 499,9 milhões de obras com "medições já liquidadas", mas se vê "impedido de emitir ordem bancária de pagamento" às empresas. "Esta situação se repete há mais de três meses, o que vem a contribuir para o prejuízo na credibilidade do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] junto ao mercado construtor", afirmou Fraxe no ofício, ao qual o Valor teve acesso.


Com franqueza, o general deu sequência ao desabafo, fazendo um alerta: "Considero tal situação grave e adianto que o Dnit já começou a receber ações judiciais por atraso em pagamentos de serviços utilizados. Além do mais, atrasos em pagamentos refletem-se em atrasos no cronograma de entrega das obras".


Para finalizar, Fraxe pediu o apoio do ministro para "sensibilizar os gestores governamentais" sobre a necessidade de "dispor de fluxo de caixa para fazer frente ao pagamento mensal dos mais de mil contratos ativos" do departamento. O assunto do ofício reforça o tom de urgência: "necessidade de recursos financeiros para cumprimento das metas estabelecidas pelo PAC". A carta do general deu a impressão, em executivos do setor privado que lidam rotineiramente com o Dnit, de que o departamento tornou-se a mais nova vítima do esforço governamental em conter gastos e dar ao mercado uma resposta de austeridade após o déficit primário de R$ 9 bilhões no mês de setembro - incluindo Estados e municípios.


Questionado pelo Valor sobre a carta, Fraxe negou veementemente que haja falta de recursos na autarquia e constrangimento com as empreiteiras. "A letra fria do ofício dá a impressão errada", frisou o general. Segundo ele, o ministro "até estranhou" os termos da correspondência e teria lhe perguntado "qual a razão" do que foi escrito, pois tem havido aceleração dos investimentos nos últimos meses. O diretor-geral do Dnit respondeu: "Esse ofício é para provocar o governo. Queremos um fluxo mensal e contínuo de pagamentos às construtoras".


De acordo com Fraxe, a meta da autarquia é pelo menos igualar a execução orçamentária de R$ 10,2 bilhões verificada no ano passado. Para isso, ele espera aumentar o volume de investimentos de R$ 1 bilhão em outubro para R$ 1,5 bilhão em novembro e até R$ 2 bilhões em dezembro.


O general alega que a liberação de recursos pelo Tesouro Nacional normalmente ocorre na última semana de cada mês. Isso não dá, ao Dnit, tempo suficiente de processar todos os pagamentos e emitir as ordens bancárias às construtoras que têm algo a receber. "Fazemos um esforço grande para que as medições não virem de um mês para o outro."


O objetivo da carta, segundo ele, é justamente "gerar um fluxo permanente" de liberação de verbas - não apenas a partir do dia 25 de cada mês - e dar previsibilidade nos pagamentos. Quanto às ações judiciais, diz que são problemas que apareceram durante a greve do Dnit, que durou 74 dias e terminou em setembro.


A pavimentação da BR-163 no Mato Grosso e no Pará, a duplicação da BR-101 no Sul e no Nordeste, a construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro e a duplicação do trevo da BR-365 em Uberlândia são algumas das maiores prioridades do Dnit no PAC. A autarquia também tem contratos - de diferentes tipos - de restauração e conservação de trechos rodoviários que somam 51.790 quilômetros de malha.


Fonte: Jornal Valor Econômico

http://www.transvias.com.br/4751/not...ra-pagar-obras
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Old December 2nd, 2013, 01:55 AM   #115
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BRIDGES - Ponte de Porto de Alencastro (2003) linking Mato Grosso do Sul state with Minas Gerais state, part of the BR-497 highway.

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Old December 2nd, 2013, 03:20 AM   #116
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TUNNELS - Santos tunnel to traverse the city's hills separating its East and Northwest areas. Funds allocated in the amount of R$500 million (230 million USD)

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Originally Posted by martche View Post
STATUS: Projeto

Obra: 02 túneis (ida e volta) ligando a zona Noroeste ao bairro do Marapé, em Santos (SP)
Extensão: 1.352 metros cada
Largura: 10,5 metros por túnel
Características: cada um terá 02 faixas de rolamento p/ carros de passeio; 01 corredor de ônibus; 01 ciclovia e 01 passagem p/ pedestres
Custo estimado: R$ 450 milhões (via PAC)

Por décadas, mais precisamente desde 1950 quando o arquiteto e paisagista Prestes Maia sugeriu a idéia, a população santista espera a construção de um túnel ligando a Zona Noroeste ao restante do município. Agora, parece que a obra vai sair do papel. Essa ligação é fundamental para a melhoria da mobilidade urbana da região, incluindo a vizinha São Vicente, desafogando a malha viária da entrada da cidade e melhorando o fluxo de veículos de quem chega de São Paulo em direção à Santos, e vice-versa. Além, claro, de "unir" duas áreas bem distintas: a região mais carente e populosa à área mais nobre do município. Esse thread é para acompanhar o desenrolar desse projeto de suma importância para toda a Baixada Santista.


O projeto

Foto: www.diariodolitoral.com.br

Extremidades

Imagem: www.novomilenio.inf.br

Entrada no bairro do Marapé

Foto: www.zonanoroeste.com.br

A região

Imagem: www.melhordesantos.com.br
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Domingo, 01 de Dezembro de 2013 - 14h10

Projeto que liga as zonas Leste e Noroeste já está pronto

De A Tribuna On-line
A inclusão da Baixada Santista no PAC Mobilidade, do Governo Federal, começa a render frutos. Em reunião técnica realizada ontem em Santos, os prefeitos Paulo Alexandre Barbosa e Luís Cláudio Bili, de São Vicente, apresentaram ao secretário nacional de Mobilidade Urbana, Júlio Eduardo dos Santos, o projeto final do túnel ligando as zonas Leste e Noroeste. Concluído na última semana, ele exigirá R$ 505 milhões para a obra. Barbosa afirma que várias reuniões vêm sendo feitas com o Governo Federal desde o início do ano para viabilizar a proposta, que será encaminhada a Brasília.

“Quando estivemos com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, entregamos o projeto básico do túnel. Naquele momento, o ministro nos apresentou duas condicionantes importantes. Uma delas é que o projeto deveria ter a aprovação do governador de São Paulo. A outra, que o túnel tivesse uma faixa para corredor de ônibus. Já cumprimos essas condicionantes. Essa obra é prioritária e queremos ela pronta o quanto antes”. A reunião de ontem contou também com a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, o prefeito de Bertioga, Mauro Orlandini, e representantes técnicos de outras cidades da região. É a primeira reunião de Júlio Eduardo com o grupo desde que a Baixada foi incluída no PAC Mobilidade, em outubro.

“O PAC foi direcionado primeiro às grandes cidades. Depois, a municípios com mais de 700 mil habitantes. A Baixada Santista foi incluída por último, a pedido dos prefeitos, e é a única que ainda não apresentou os projetos. Esta reunião é para auxiliá-los nessa formatação; para agilizar a entrega”, afirma Santos. Ele informou aos presentes que haverá recursos diferenciados. Para os projetos que já estão prontos e adequados ao PAC, a verba é para a obra, caso do túnel ligando as zonas Leste e Noroeste. Já os empreendimentos que ainda não têm projeto executivo poderão obter recursos para elaborá-lo.



Fonte: http://www.atribuna.com.br/cidades/p...ronto-1.353185

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Túnel da Zona Noroeste se habilita a receber recursos do Pacto da Mobilidade

Atualizado em 22 outubro de 2013 às 08h

O túnel metropolitano entre o Marapé e a Zona Noroeste está entre os projetos que serão analisados para repasse de recursos do governo federal por meio do Pacto da Mobilidade, que prevê R$ 50 bilhões disponíveis para investimentos em mobilidade urbana nos estados e municípios. A informação foi confirmada nesta terça-feira (22) pelo vice-presidente Michel Temer ao prefeito Paulo Alexandre Barbosa, durante encontro em Brasília (DF) que também reuniu os ministros das Cidades, Agnaldo Ribeiro, e do Planejamento, Miriam Belchior, além de outras lideranças políticas da região. A primeira fase do pacto contemplava inicialmente municípios com mais de 700 mil habitantes.

“A audiência foi muito positiva e confirmou a possibilidade dos municípios da região terem suas propostas contempladas. Santos já apresentou projeto para esta importante obra, que beneficiará cerca de 1 milhão de pessoas”, destacou o prefeito Paulo Alexandre Barbosa. A expectativa é que a União invista cerca de R$ 450 milhões na construção. O projeto prevê a ligação das cidades com dois túneis (ida e volta) de 1.350 m e cerca de 10,5 m de largura cada, contendo duas faixas de rolamento para veículos de passeio, corredor de ônibus, ciclovia e passagem de pedestres. Eles serão inseridos num maciço rochoso central ligando Santos (junto ao Marapé) passando pela Zona Noroeste até a divisa de São Vicente. O Governo do Estado irá custear o projeto executivo, orçado em R$ 5 milhões.



Grupo técnico é instituído pela prefeitura

A prefeitura publicou nesta terça (22) no Diário Oficial, à página 10, o decreto n° 6568, que constitui o grupo técnico de trabalho sobre o túnel. Ele é formado por representantes do Gabinete do Prefeito e das secretarias municipais de Infraestrutura e Edificações, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente e CET, com dois integrantes de cada setor, totalizando 10 membros. Entre as suas atribuições está o desenvolvimento de estudos, relatórios e traçado preliminar e o auxílio ao prefeito nas questões relativas ao empreendimento. A portaria n°209, também publicada quarta, dispõe sobre a nomeação do grupo, que será coordenado por Bechara Abdalla Pestana Neves, do Gabinete do Prefeito.

Fonte: http://www.santos.sp.gov.br/noticia/...-da-mobilidade
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HIGHWAYS - Federal government to launch large highway construction package. Largest project will be Recife Highway Arc, followed by BR-381 in Minas Gerais (from Belo Horizonte to Governador Valadares)


Governo vai lançar pacote bilionário de obras rodoviárias

Minas Gerais, Pernambuco e Bahia recebem maior parte das obras do Dnit, que incluem ainda editais para licitação de quatro pontes
26 de novembro de 2013 | 2h 07

Mauro Zanatta - O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Superada a greve que paralisou boa parte de suas atividades por 74 dias, e após a revisão de projetos e a resolução de entraves em licenciamentos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) lança nos próximos dias um amplo pacote bilionário de obras rodoviárias em Minas Gerais, Pernambuco e Bahia, além da publicação dos editais para a licitação de quatro pontes no Paraná, Rondônia e Pará.

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Depois das recentes concessões à iniciativa privada, o Dnit realizará, agora, a maior parte das obras incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC). "Vamos encurtar prazos e acelerar a entrega das obras", informou o diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, ao Estado.

A mais vistosa é o chamado Arco Metropolitano do Recife, contorno rodoviário de quase 80 quilômetros. A obra, ainda no anteprojeto, tenta desafogar o pesado tráfego na BR-101, que atravessa uma zona urbana densamente habitada. Quando pronta, ligará o município de Igarassu, ao norte, até o complexo industrial do Porto de Suape, ao sul do Recife.



"Vai ser uma obra maravilhosa", diz o general Fraxe. A obra, informou, deve custar "algo em torno" de R$ 1 bilhão. "Um pouco mais, um pouco menos." Isso porque o RDC não prevê a divulgação dos valores exatos do orçamento. A definição do vencedor ocorre pelo menor preço via propostas e ofertas públicas, normalmente com deságio.

Disputa. A obra na BR-101 foi pivô de uma disputa de bastidores entre a presidente Dilma Rousseff e o governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB). Em 2011, Campos anunciou o arco como Parceria Público-Privada (PPP), encomendou estudos e chegou a desapropriar 900 hectares na região. A Fiat apostou na obra ao instalar-se no município de Goiana, quase na divisa norte com a Paraíba. Em março, Dilma avisou que o governo federal faria o contorno estratégico para a região metropolitana da capital.

Ambos venderam a história como um entendimento entre União e Estado para fazê-la como obra pública. As obras na BR-408, que dá acesso à Arena Pernambuco, foram lançadas e vão terminar, segundo Fraxe.

Rodovia da morte. O Dnit relançará, até dezembro, a licitação para a duplicação de quatro trechos da BR-381, a chamada "rodovia da morte", que liga Belo Horizonte a Governador Valadares, no norte de Minas. Até aqui, o custo somou R$ 1,4 bilhão. Esses percursos não licitados registraram preço acima do máximo calculado pelo Dnit. Como não houve negociação, ficaram para uma segunda oferta.

A obra é licitada no sistema RDC Integrado, que prevê desde a elaboração dos projetos até a execução final. Assim, as empreiteiras têm de arcar com eventuais aumentos de custos por erros no projeto e atrasos na entrega, algo comum em licitações públicas até aqui.

Os lotes que vão ao pregão são dois trechos entre Sabará e Santa Luzia e dois trechos curtos próximos aos municípios de Jaguaraçu e Ribeirão Prainha, compostos por vários túneis. A licitação de 7 dos 11 lotes foi concluída "há um mês", segundo o diretor do Dnit. "Agora, vamos lançar os quatro que faltaram."

Na Bahia, o Dnit prevê a licitação da duplicação da BR-101, cujas obras se aproximam da divisa com Sergipe. E também o lançamento da duplicação do anel rodoviário da BR-116 em Feira de Santana.

Pontes. O pacote de obras também englobará a licitação de quatro pontes em regiões diferentes do País. A primeira será a segunda ponte internacional em Foz do Iguaçu. Outra ponte internacional ligará Guajará-Mirim à cidade boliviana de Guayaramerin. As demais ficam na Região Norte do País.

BR-381

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HIGHWAYS - Improving national highways would cost over US$160 billion (335 billion Brazilian Reals)

Melhorar rodovias requer R$ 355 bi, diz estudo da CNT

02 de novembro de 2013 | 2h 10


ÁLVARO CAMPOS - O Estad

ÁLVARO CAMPOS - O Estado de S.Paulo
Mais de 60% das rodovias do Brasil têm problemas de sinalização, pavimentação e geometria da via, segundo estudo da Confederação Nacional do Transporte (CNT). O porcentual de estradas com problemas subiu de 62,7% em 2012 para 63,8% este ano. Segundo o estudo, seria necessário investir no mínimo R$ 355,2 bilhões para melhorar a infraestrutura das rodovias.

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Foram analisados 96,7 mil quilômetros de rodovias, o que equivale à totalidade da malha federal e às principais estradas estaduais. Na questão das sinalização, 67,3% das vias têm problemas. Já no critério de pavimentação, que avalia a capacidade de suportar efeitos do mau tempo, resistir ao desgaste e permitir escoamento das águas, 46,9% dos trechos analisados estão com problemas.



A CNT diz ainda que 77,9% das rodovias não têm condições satisfatórias de geometria, o que afeta a habilidade dos motoristas em manter o controle do veículo e identificar situações e características perigosas.

As rodovias sob concessão da iniciativa privada são as mais bem avaliadas. Em relação ao estado geral, 84,4% foram classificadas ótimas ou boas. Apenas 15,6% ficaram na faixa de regular, ruim ou péssima. A situação se inverte nas rodovias sob gestão pública: 26,7% têm condições ótimas ou boas e 73,3% não estão em situação satisfatória.

Segundo a pesquisa, as más condições das rodovias geram aumento médio de 25% no custo operacional dos transportadores. No Norte, o aumento nos gastos é o maior do País: 39,5%. Em seguida, vêm Centro-Oeste (26,8%), Nordeste (25,5%) e Sudeste (21,5%). O menor acréscimo é no Sul (19%).

Outro destaque é a questão ambiental. Rodovias com pavimento adequado proporcionam economia de até 5% no consumo de combustível. Se for considerado o consumo de diesel em 2013, seria possível economizar quase R$ 1,3 bi.

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AGRICULTURE - "Mais Irrigação" irrigation program gets 5-billion dollar funding for 16 states from Federal Government

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MAIS IRRIGAÇÃO É LANÇADO POR PRESIDENTA DILMA COM PREVISÃO DE INVESTIMENTO DE R$ 10BI EM 538 MIL HECTARES E 16 ESTADOS

Combater os efeitos da estiagem com a irrigação de perímetros públicos, propiciando ao semiárido emprego, renda, desenvolvimento e produção de alimentos. Estes são alguns dos objetivos do Mais Irrigação - um programa ambicioso formatado e coordenado pelo Ministério da Integração Nacional -, que foi lançado nesta terça (13) pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro Fernando Bezerra Coelho no Palácio do Planalto.

Dos 66 perímetros públicos previstos dentro do programa, 31 estão sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Os perímetros estão divididos em quatro eixos de investimentos, totalizando 538 mil hectares em 16 estados do país, com investimentos previstos de R$ 10 bilhões – sendo R$ 3 bi de investimento público e previsão de R$ 7 bi em recursos privados.

“Hoje, ao lançar o Mais Irrigação, eu reafirmo um compromisso: nós vamos derrotar a seca e vamos usar para isso o que existe de melhor no mundo da tecnologia. Nós não vamos medir esforços. (…) A irrigação permanente e terras constantemente aproveitadas, sem sombra de dúvidas, são a melhor resposta para seca também. Nós queremos esse modelo bem sucedido e esperamos que ele se espalhe pelo Brasil, recriando oportunidades de produção e esperança”, disse a presidenta Dilma, que frisou a importância da articulação dos grandes produtores com os agricultores familiares, dentro do Mais Irrigação, de modo a que o pequeno produtor possa viver “com a renda de sua propriedade”.

“Com os recursos previstos no programa Mais Irrigação, poderemos alavancar e modernizar nossos projetos, além de implementar muitos outros projetos de irrigação, e com isso aumentar muito a produtividade dos perímetros – e, de alguma forma, poder contribuir para diminuir a desigualdade desse país”, disse o presidente da Codevasf, Elmo Vaz, que, junto com o ministro da Integração Nacional, assinou durante a solenidade dois editais relativos ao projeto Pontal, em Petrolina (PE): um para concessão da exploração agrícola dos 7,8 mil hectares irrigados, e outro para conclusão das obras de infraestrutura do projeto.

“Nós vivemos um momento muito duro com a estiagem, uma das mais violentas dos últimos 50 anos; e portanto nós, governadores, como representantes do nosso povo, realmente mais do que palavras, sentimos uma ação objetiva de solidariedade e de impulso ao desenvolvimento do povo nordestino”, afirmou o governador Jaques Wagner, da Bahia, que falou em nome dos governadores presentes.

De acordo com o ministro Fernando Bezerra, “a agricultura irrigada demonstrou, nos últimos 50 anos, que é um dos instrumentos mais eficazes para gerar emprego e renda no semiárido brasileiro – e emprego de baixo investimento”, destacou.

O MAIS IRRIGAÇÃO

Com o programa, o governo federal pretende aperfeiçoar a ocupação agrícola e a gestão da infraestrutura dos perímetros irrigados do país. Entre os resultados a serem alcançados estão os de maximizar a ocupação e aumentar a produtividade das áreas irrigadas, propiciar o uso eficiente e sustentável da água – e, ao mesmo tempo, proporcionar a modicidade da tarifa de água -, além de estabelecer parcerias com o setor privado, sempre enfatizando o apoio à agricultura familiar e aos pequenos irrigantes.

O programa está dividido em quatro eixos. O eixo 1, que traz um novo modelo de exploração unindo Poder Público e iniciativa privada, engloba 8 projetos e 189 mil hectares entre os estados da Bahia, Pernambuco, Ceará, Piauí e Minas Gerais.

Os editais de atração de investimentos da iniciativa privada estarão divididos em duas vertentes: exploração agrícola e infraestrutura e operação das áreas. Destes, seis projetos estão sob responsabilidade da Codevasf: o Salitre e o Baixio de Irecê, na Bahia; o projeto Nilo Coelho e o Pontal, em Petrolina (PE); e a primeira etapa do projeto Jaíba, em Minas Gerais. Os outros dois – Baixo Acaraú, no Ceará, e Platôs de Guadalupe, no Piauí -, estão sob gestão do DNOCS.

O eixo 2 prevê a implantação e revitalização de 13 projetos, os quais somam cerca de 133 mil hectares distribuídos entre oito estados (Roraima, Tocantins, Goiás, Piauí, Ceará, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul). O investimento público previsto neste eixo é de quase R$ 1 bi, e cinco desses projetos estão sob responsabilidade da Codevasf. Os demais estão a cargo do DNOCS e da Secretaria Nacional de Irrigação (Senir).

No eixo 3 estão os projetos da agricultura familiar e dos pequenos irrigantes. São 27 projetos, sendo que 25 na região Nordeste e 11 sob responsabilidade da Codevasf, totalizando 61 mil hectares. Os investimentos públicos previstos neste eixo também giram em torno de R$ 1 bi. Esses projetos estão distribuídos pelos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Sergipe, Alagoas, Piauí, Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Maranhão.

o eixo 4 reúne 18 projetos, nove sob responsabilidade da Codevasf, que somam 155 mil hectares, com previsão de receber R$ 89 milhões em investimentos públicos para a fase de estudos e projetos.

PROJETO PONTAL TEM EDITAIS LANÇADOS NA SOLENIDADE

Entre os projetos inseridos no eixo 1 está o Pontal, cujo edital para concessão da exploração agrícola dos 7,8 mil hectares irrigados, mais o edital de conclusão das obras de infraestrutura, foram assinados durante a solenidade pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e pelo presidente da Codevasf, Elmo Vaz.

Pelo novo modelo de exploração de perímetros irrigados criado pelo Mais Irrigação, em parceria com a iniciativa privada, o empreendedor agrícola que vencer o certame licitatório e receber a cessão de direito real de uso terá o direito de explorar a área e estabelecer tarifas de irrigação competitivas; por outro lado, terá entre suas obrigações realizar a ocupação produtiva da área e a integração de pequenos produtores à área explorada.

Já os empreendedores que disputarem e vencerem os editais para infraestrutura e operação dos projetos, terão que implantar, operar e manter a infraestrutura de irrigação, e remunerar pelo custo do serviço definido na licitação. Este modelo irá vigorar para todos os perímetros inseridos no eixo 1 do programa.


O Pontal é um dos projetos de irrigação em implantação pela Codevasf. Ele está localizado na área rural do município de Petrolina, em Pernambuco, na margem esquerda do rio São Francisco. O projeto possui uma área de 27.517 mil hectares, dos quais 7.717 hectares são irrigáveis, sendo 3.588 ha do Pontal Sul e 4.129 ha do Pontal Norte. A Reserva Legal (5.539 hectares) já foi definida e implantada, e a área restante é composta por terras de “sequeiro” (não irrigáveis), áreas de canal, estradas e áreas de uso comum.

Com a conclusão do projeto, a estimativa é a geração de 7.811 empregos diretos e 15.622 indiretos. Na agricultura irrigada, há potencial para cultivo das seguintes culturas: abacaxi, algodão, banana, manga, uva, cenoura, feijão, beterraba, limão, milho, melancia, pimentão, produção de leite, peixe e hortaliças.

A produção na área de sequeiro também é economicamente viável, capaz de gerar renda e melhorar as condições de vida da população local. Dentre as atividades possíveis de serem desenvolvidas estão a ovinocaprinocultura (carne, peles, animais vivos e esterco), produção de grãos (milho e feijão), produção de mandioca (farinha), extrativismo (lenha, carvão, umbu) e cultivos de vazante (como o da batata-doce).

Crédito da foto: Roberto Stuckert Filho/ PR

http://www.codevasf.gov.br/noticias/...s-e-16-estados
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PROGRAMA MAIS IRRIGAÇÃO DESTINA R$ 500 MILHÕES EM RECURSOS PÚBLICOS PARA BAHIA



Bahia é beneficiada com programa de irrigação lançado pelo Governo Federal
A Bahia é um dos 15 estados beneficiados com o Programa Mais Irrigação, lançado nesta terça-feira (13), no Palácio do Planalto, em Brasília, e que vai destinar R$ 10 bilhões – recursos públicos e privados – a obras de infraestrutura hídrica e produção agrícola em perímetros irrigados. O programa foi lançado pela presidente Dilma Rousseff, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e o governador Jaques Wagner, que representou os governadores do Nordeste.

A Bahia foi contemplada com R$ 500 milhões de investimento público até 2014 e o Mais Irrigação irá recuperar e ampliar os projetos Salitre e Canal do Sertão, em Juazeiro, e Baixio de Irecê, em Irecê, além de implantar os novos projetos Formosa, Estreito, Mucugê, Mucambo, Iuiú e Rio de Contas.

“O semiárido nordestino é o de maior densidade demográfica do mundo, portanto o nosso sertanejo, que quer se agarrar a uma oportunidade, precisa de programas como esse que abre a perspectiva de geração de empregos, riqueza e inclusão social”, disse Jaques Wagner.

O governador ressaltou a importância do programa que vai colocar em funcionamento projetos como o Baixio de Irecê, pronto há 13 anos e que agora vai ter o funcionamento definitivo e completo. “Temos uma condição especial de clima para produção de frutas naquela região, faltava a água que com a irrigação chegará e permitirá o aproveitamento deste potencial”.
Programa prevê Parcerias Público-Privadas
O Mais Irrigação é dividido em quatro eixos, que preveem a realização de Parcerias Público-Privadas (PPP’s) para a recuperação, implantação e operação de grandes sistemas de irrigação, investimentos diretos em ampliação do acesso de pequenos e médios produtores a água, além de estudos para elaboração de novos projetos em áreas com potencial para irrigação.

Os recursos virão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 3 bilhões, e das PPP’s, R$ 7 bilhões. “Nós estamos fortalecendo as bases de nosso modelo de desenvolvimento, no qual o estímulo da produção, o desenvolvimento regional e a inclusão social devem estar juntos”, disse a presidente Dilma Rousseff, na solenidade de lançamento do programa. A presidente acrescentou que o governo vai irrigar a terra para produzir mais, gerar mais emprego e gerar mais renda. ‘Vamos levar o desenvolvimento e ver ele florescer em regiões que hoje padecem de água para produzir”, afirmou Dilma.

As ações do Mais Irrigação vão abranger 538 mil hectares com vocação para a produção de biocombustíveis, fruticultura e ainda para a produção de leite, carne e grãos, por meio de parcerias público-privadas. Para o governador, “os investimentos em irrigação abrem perspectivas de emprego e inclusão social, favorecendo a agroindústria, seja para os grandes produtores como para os que labutam na agricultura familiar”.

http://blogdolatinha.blogspot.com.br...ina-r-500.html

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Programa Mais Irrigação beneficia 16 estados brasileiros

Brasília - O governo federal lançou nesta terça-feira (13/11) o programa "Mais Irrigação", que vai valorizar o agricultor familiar e desenvolver, por meio de parcerias público-privadas, a economia regional de forma sustentável, gerando mais emprego e renda, e levando alimentos de qualidade para a mesa dos brasileiros. A solenidade, ocorrida no Palácio do Planalto, contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, e do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.

O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, prevê investimentos de R$ 3 bilhões, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e outros R$ 7 bilhões vindos da iniciativa privada.

O "Mais Irrigação" estará presente em 66 áreas de 16 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins.

São 538 mil hectares de projetos com vocação para a produção de biocombustíveis, fruticultura e ainda para a produção de leite, carne e grãos, que irão incluir o pequeno e o médio agricultor na cadeia produtiva, garantindo mercado, assistência técnica e preço justo.

O programa é dividido em quatro eixos:

Eixo 1

O "Mais Irrigação" vai atrair investimentos privados por meio de concessão da ocupação agrícola, do investimento em infraestrutura de irrigação e da operação, promovendo a utilização sustentável dos recursos de água e solo, dinamizando o desenvolvimento regional e gerando emprego e renda. Oito perímetros entrarão neste eixo:

- Baixo Acaraú / CE - 4.144 há

- Baixio de Irecê / BA - 48.000 ha

- Salitre / BA - 26.206 há

- Canal do Sertão / BA-PE - 45.000 ha

- Pontal / PE - 7.717 ha

- Nilo Coelho / PE - 22.957 ha

- Platôs de Guadalupe / PI - 10.632 ha

- Jaíba / MG - 24.745 ha


Eixo 2

No "Mais Irrigação", 13 perímetros serão revitalizados potencializando a produção agrícola, gerando aumento da eficiência e a maior e melhor ocupação das áreas irrigadas.

- Passarão / RR - 1.000 ha

- Rio Formoso / TO - 28.500 ha

- Luis Alves do Araguaia / GO - 3.797 ha

- Tabuleiros Litorâneos / PI - 5.985 ha

- Tabuleiros de Russas / CE - 6.376 ha

- Curaçá / BA - 4.345 ha

- Maniçoba / BA - 5.006 ha

- Formoso / BA - 12.558 ha

- Gorutuba / MG - 5.286 ha

- Jequitaí / MG - 18.000 ha

- Canal Jaguari / RS - 17.000 ha

- Canal Taquarembó / RS - 15.000 ha

- Arambaré / RS - 10.650 ha

Eixo 3

O "Mais Irrigação" vai beneficiar pequenos produtores familiares que terão apoio e incentivos para produzirem de forma eficiente gerando emprego, renda e qualidade de vida.

- Itamaraty II (MS) - 6.000 ha

- Jonas Pinheiro (MT) - 1.296 ha

- Manoel Dionísio (SE) - 1.716 ha

- Jacaré-Curituba (SE) - 3.105 ha

- Betume (SE) - 2.865 ha

- Cotinguiba-Pindoba (SE) - 2.237 ha

- Propriá (SE) - 1.177 ha

- Delmiro Gouveia (AL) - 1.540 ha

- Pariconha (AL) - 1.600 ha

- Boacica (AL) - 3.334 ha

- Itiúba (AL) - 894 ha

- Mirorós (BA) - 2.095 ha

- Estreito (BA) - 2.735 ha

- Bebedouro (PE) - 2.433 ha

- Boa Vista (PE) - 131 ha

- Moxotó (PE) - 8.596 ha

- Marrecas-Jenipapo (PI) - 1.000 ha

- Araras Norte (CE) - 3.225 ha

- Ayres de Souza (CE) - 615 ha

- Várzea do Boi (CE) - 630 ha

- Icó-Lima Campos (CE) - 4.263 ha

- Santa Cruz do Apodi (RN) - 4.024 ha

- Cruzeta (RN) - 196 há

- Pau dos Ferros (RN) - 657 ha

- São Gonçalo (PB) - 2.404 ha

- Sumé (PB) - 274 ha

- Várzea de Flores (MA) - 1.720 ha

Eixo 4

De olho no futuro, estudos e projetos serão elaborados visando a criação de uma carteira para implantação de perímetros irrigados.


- Mucambo-Cuscuzeiro / BA - 6.000 ha

- Iuiu / BA - 30.000 ha

- Mucugê-Ibicoara/BA - 3.000 ha

- Rio de Contas/BA - 2.000 ha

- Baixada Maranhense / MA - 5.000 ha

- Boa Esperança/Rio Balseiro / MA - 5.000 ha

- Tabuleiro São Bernardo / MA - 5.598 ha

- Platôs de Guadalupe - 3ª Etapa / PI - 5.000 ha

- Salinas / PI - 2.000 ha

- Imburuçu / GO - 1.700 ha

- Canal Xingó / SE - 10.800

- Ibicuitinga / CE - 15.000 ha

- Mendubim / RN - 8.300 ha

- Vertente Litorânea / PB - 3.000 ha

- Eixo Norte - trecho VI / PE - 34.000 ha

- Serra Negra / PE - 6.000 ha

- Terra Nova / PE - 8.000 ha

- Inhapi / AL - 4.300 ha

http://www.integracao.gov.br/noticia..._col_count%3D2

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EDITAL PARA PROJETO BÁSICO DO CANAL DE XINGÓ SERÁ LANÇADO NESTA SEXTA-FEIRA



O primeiro passo para a implantação do Canal de Xingó - maior empreendimento de infraestrutura hídrica do governo federal na divisa de Sergipe e Bahia, a ser executado sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) - será dado nesta sexta-feira (09), em Aracaju.

Com as presenças do ministro da Integração Nacional (MI), Fernando Bezerra Coelho, e do presidente da Codevasf, Elmo Vaz, será lançado o edital para elaboração do projeto básico do Canal, cujo objetivo é ampliar a oferta hídrica para uma população que vive no semiárido da divisa entre Sergipe e Bahia.

O lançamento do edital será feito durante os debates do Seminário para o Desenvolvimento Regional e Turismo do Nordeste, que reunirá a partir das 8:30 h, no Hotel Radisson, na Orla de Atalaia, autoridades de todos os estados da região na capital sergipana.

A previsão é que o Canal de Xingó tenha extensão superior a 300 quilômetros, beneficiando sete municípios do semiárido nos dois estados. A Codevasf, vinculada ao Ministério da Integração Nacional (MI), é o órgão responsável pela execução do Canal de Xingó. A construção será financiada com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e as obras serão executadas em Regime Diferenciado de Contratação (RDC), com início previsto para 2014.

O objetivo básico da obra é ampliar a oferta hídrica para o sertão semiárido de Sergipe e parte da Bahia, uma das regiões mais secas do país, buscando a universalização do acesso à água e promovendo também a inclusão produtiva, com o favorecimento da economia rural de pequenas e médias propriedades e diversos assentamentos de reforma agrária.

O empreendimento bombeará água captada no rio São Francisco por um canal adutor para os municípios sergipanos de Canindé do São Francisco, Poço Redondo, Porto da Folha, Monte Alegre de Sergipe e Nossa Senhora da Glória, além das cidades de Paulo Afonso e Santa Brígida, na Bahia. A primeira etapa do projeto terá cerca de 130 quilômetros, beneficiando cerca de 70 mil pessoas.

Com vazão máxima de 33 metros cúbicos por segundo, o Canal de Xingó terá sua nascente em Paulo Afonso, na Bahia. De lá, por gravidade, a água percorrerá os primeiros 103 quilômetros do empreendimento, de Paulo Afonso até Poço Redondo, em Sergipe, na área do perímetro de irrigação Jacaré-Curituba.

http://www.codevasf.gov.br/noticias/...ta-sexta-feira
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Old December 4th, 2013, 04:06 AM   #120
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HIGHWAYS - Porto Alegre stadium BR-448 bridge and highway overpass update






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