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Old April 21st, 2013, 04:12 AM   #1081
SUNS 25
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possibility of Angola becoming a drug trafficking destination...
Ok. Obrigado!
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Act together to drive the Gabon toward a future with confidence. Ali Bongo Ondimba, President of Gabon.
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Old April 22nd, 2013, 03:52 PM   #1082
Blue sun
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Published on Apr 21, 2013
Os grupos "Alameda" dos Combatentes e "300" do São Paulo, delinquentes nas vestes de cidadãos comuns no comando de "Maló" policia e residente nos combatentes e de "Bino" guarda prisional residente na Rua do Lobito; tentam no Sábado dia 20 de Abril assassinar inocentes em sua residência em plena luz do dia!


Motivados por Maló e Bino, os mesmos demonstram inconsequência e total desrespeito a autoridade fazendo disparos a queima-roupa, em plena via pública contra a residência dos cidadãos ignorando a presença de crianças, mulheres e pessoas idóneas presentes; vandalizando em seguida bens das vítimas deste desprezável atentado.

Estes grupos demonstram total negligência pela lei e pelo sistema de justiça criminal no país, agindo sem remorso e demonstrando um espirito colectivo de impunidade, induzidos pelos cargos dos seus líderes no sistema de criminal de Luanda.


Os marginais, em grande vantagem numérica e armados com Akms e pistolas disparam contra apenas quatro cidadãos desarmados, na presença de sua família e fogem da cena do crime permanecendo impunes apesar de terem sido reconhecidos pelas vítimas, pessoas que passavam pela rua no momento e até por alguns membros da polícia.


Se és contra a violência e abuso da autoridade por favor repasse este video pelas redes sociais, para que os responsáveis dignos e competentes pela lei e ordem do país possam impedir mais atitudes macabras e assassinas dos marginais a quem chamam de colegas! E lembre-se que um destes jovens que escapou da morte poderia ser seu irmão, amigo ou ate mesmo filho!


Obrigado!
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Old April 23rd, 2013, 12:25 AM   #1083
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22-04-2013 15:35

Tranquilidade
Polícia Nacional vai oferecer maior segurança à população - ministro do Interior

Luanda - O ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares, disse nesta segunda-feira que a Polícia Nacional está a trabalhar no sentido de oferecer maior segurança à população e dar maior resposta aos crimes violentos que têm estado a registar-se na capital do país, Luanda.

O governante falava no final de uma reunião que manteve hoje com os altos responsáveis da corporação na província de Luanda, com os quais traçou estratégias no sentido de oferecer maior segurança e tranquilidade à população de Luanda.

“Vamos procurar oferecer maior segurança a população e dar maior resposta a estes tipos de crimes violentos que têm estado a registar-se na província de Luanda”, disse o ministro.

Aferiu que apesar dos números não serem preocupantes, a corporação tem estado a registar algumas acções violentas no cometimento de determinados crimes.

“De forma que viemos com os responsáveis do comando provincial de Luanda analisar particularmente essa situação de alguns crimes violentos que têm sido cometidos ao nível da província e com eles traçar algumas estratégias no sentido de oferecer um clima de maior tranquilidade à população de Luanda”, salientou.

Considerou necessário preparar o comando provincial de Luanda para acções mais consistentes na resposta aos actos criminais.

Segundo o titular da pasta do Interior, a corporação tem estado a registar o retorno de alguns crimes que haviam abrandado. “É verdade que alguns deles cometidos por cidadãos recentemente postos em liberdade”.

O ministro pediu que houvesse um pouco mais de empenho e se mobilizassem cada vez mais meios técnicos e humanos para uma resposta mais acentuada.

“Baixamos algumas indicações claras, mas o espírito é dar uma resposta mais condicente com a situação que se está a viver hoje”, declarou.

O ministro, que também visitou o Laboratório Central de Criminalística, fez-se acompanhar do comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, da comandante da corporação em Luanda, Elisabeth Rank Frank, entre outros altos responsáveis do Ministério do Interior.


-Angop-
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Old April 25th, 2013, 05:22 PM   #1084
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25 de Abril, 2013

Sindicatos defendem aumento do salário
Nilza Massango

O presidente da Central Geral de Sindicatos Independentes Livres de Angola (CGSILA), Avelino Miguel, defendeu na terça-feira, em Luanda, um aumento substancial do salário mínimo nacional.
O responsável fez estas declarações durante uma conferência de imprensa conjunta com a União Nacional dos Trabalhadores Angolanos Confederação Sindical (UNTA-CS) e a Força Sindical Angolana (FSA), em que se abordou a situação socioeconómica dos trabalhadores.
Avelino Miguel considera que o aumento dos salários é a chave para a melhoria das condições sociais e económicas dos trabalhadores, referindo-se sobretudo ao acesso à saúde, educação e compra de bens materiais e de consumo.
“O país apresenta um desenvolvimento económico considerável, mas este crescimento ainda não se faz sentir na vida dos cidadãos”, afirmou Avelino Miguel.
O responsável da Central Geral de Sindicatos Independentes Livres de Angola (CGSILA) referiu que o aumento salarial deve ter impacto na vida dos trabalhadores, sendo importante o controlo da inflação e o incentivo à produção nacional.
O presidente da Força Sindical Angolana (FSA), Joaquim Freitas, disse que, além do aumento dos salários, há a necessidade de melhorar as condições para que os trabalhadores possam desenvolver as suas actividades laborais em segurança. O presidente do FSA pediu maior rigor da Inspecção Geral do Trabalho, para que as entidades empregadoras melhorem as condições laborais, factor importante para a redução dos acidentes de trabalho.
O sindicalista Joaquim Freitas apelou aos funcionários para denunciarem as entidades empregadoras sempre que estiverem perante despedimentos sem razões plausíveis ou falta de remuneração.
Na sua intervenção, o secretário para informação da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos-Confederação Sindical, Divaldo Farias, falou na necessidade de as centrais sindicais trabalharem com as entidades empregadoras, no sentido de serem melhoradas as condições de trabalho e socioeconómicas dos trabalhadores.
O secretário Divaldo Farias realçou a necessidade de vigilância das centrais sindicais, para que os patrões implementem medidas concretas para melhorar a vida dos seus funcionários.
Mostrou-se preocupado com o número de casos de abandono de trabalho, publicados todos os dias nos jornais, situação que considerou anormal num país onde a procura de emprego é considerável.

Ddireitos laborais

O secretário para a informação e propaganda da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos-Confederação Sindical, Divaldo Faria, admitiu ontem, em Luanda, que o crescimento económico do país nos últimos anos não tem se reflectido nas condiçõwa de vida e sociais dos trabalhadores.
Divaldo Faria falava em conferência de imprensa sobre a actual situação social e económica dos trabalhadores e a posição das centrais sindicais no Dia Internacional do Trabalhador, a assinalar-se no Primeiro de Maio.
O secretário da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos-Confederação Sindical (UNTA-CS) defendeu ainda a valorização da concertação social, a aposta em acordos colectivos para melhoria das relações laborais e rendimentos, privilegiar a estabilidade no emprego para melhorar a situação sócio económica dos trabalhadores.
O presidente da Força Sindical Angolana (FSA), Joaquim Freitas, disse que neste Primeiro de Maio, as centrais sindicais e os trabalhadores vão reivindicar o salário mínimo nacional, a desigualdade salarial, a desvalorização da mão-de-obra nacional e a segurança social.
“As centrais sindicais estão a mobilizar os trabalhadores para um desfile neste dia em defesa dos seus direitos que a Constituição consagra”, disse Joaquim Freitas.
A comissão preparatória das comemorações do Dia Internacional dos Trabalhadores é constituída pela União Nacional dos Treabalhadores Angolanos (UNTA-CS), Força Sindical Angolana e a Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CG-SILA).

http://jornaldeangola.sapo.ao/socied...nto_do_salario
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Old April 27th, 2013, 02:56 AM   #1085
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25 de Abril, 2013


Produção de ovos aumenta em Viana
João Dias|



A fazenda Pérola do Kikuxi, em Viana, tem 130 mil aves em processo de criação numa nave com dez filas de gaiolas. Num futuro próximo, vão transformar-se em “máquinas” de fabricar ovos, dia após dia. Antes disso, são submetidas a condições e alimentação específicas para que os resultados sejam efectivos. Cada galinha pode produzir, em ambiente controlado, um ovo por dia, durante um ano.
Com 18 anos de existência, a fazenda produz, em média, 25 mil ovos por dia. Em breve, 25 mil poedeiras ainda em crescimento passam para as chamadas posturas, para aumentarem a produção de ovos, uma aposta tida como estratégica do ponto de vista do negócio para apoiar outras áreas.
“A meta é produzirmos um milhão de ovos por dia até ao fim do ano”, diz Elizabete Dias dos Santos, administradora da Pérola do Kikuxi.
Com a produção integrada, a fazenda pretende reduzir os níveis de importação de ovos, um objectivo que outros aviários também localizados no Kikuxi perseguem com férrea determinação, através de uma produção digna de realce, como é o caso da estação Granja Santa Maria, Socopraves e fazenda Mato Grosso.
Na Pérola estão disponíveis as naves para as posturas. O cuidado e tratamento que é dado às galinhas são meticulosamente controlados. Cada galinha tem um espaço mínimo onde se alimenta, bebe, evacua e põe ovos, que de imediato vão para um corredor comum, onde são recolhidos para classificação e embalagem.
Na nave das crias, os pintainhos crescem com música de fundo. O género não é importante. Tal como o ambiente é rigorosamente controlado, os decibéis da música também o são. “A música livra-os de eventuais sustos causados pela entrada de pessoas no recinto. Se eles se assustarem podem amontoar-se e morrer asfixiados”, diz o director para as operações da fazenda, Gil Vieira.
Actualmente, há uma série de naves e silos a serem construídos. O trabalho é intenso e cada minuto é milimetricamente aproveitado para que os objectivos traçados sejam atingidos. Quando todas as obras ficarem concluídas, a empresa vai funcionar de modo integrado e atingir máximos de produção, concentrando num só lugar um centro de classificação de ovos, um matadouro e um de produção de cereais e ração, além de outras áreas.
“O sucesso deste tipo de projectos passa por factores como a paixão, determinação e objectivos. A construção das estruturas e instalação de tecnologias são feitas há um ano. Temos realizado sérios investimentos. Fazer crescer e consolidar a indústria nacional depende do binómio tecnologias e recursos humanos qualificados”, explica Elizabete Dias dos Santos.
Com 112 trabalhadores, o local está equipado com aparelhos automatizados. “Queremos projectos de excelência e isso consegue-se com tecnologias e quadros bem preparados. Temos de olhar para os projectos de modo estruturado. Não se deve continuar a achar que a industrialização se vai fazer com catanas e enxadas”, acrescenta. Os desafios da indústria nacional são inúmeros. mas o certo é que vai ser necessária mão-de-obra de quadros qualificados para esta empreitada.

Protecção da indústria

A administradora da Pérola do Kikuxi considera importante que o Executivo crie medidas de protecção à produção nacional, pois caso contrário este trabalho de nada vai valer. “Não é o que se pretende. A importação só faz sentido para bens que a produção nacional não consegue cobrir”, realça, sublinhando que é fundamental existir uma responsabilidade triangular, assente no produtor, que deve produzir com qualidade, no consumidor, que deve começar a aumentar o seu grau de exigência, e no Executivo, que deve criar medidas de protecção para o que é nacional.
Na sua perspectiva não se trata apenas de uma questão de pauta aduaneira, mas também de intervenção do Estado, tal como aconteceu com o sector automóvel e com a água mineral. A importação de ovos, defende a administradora, não pode ser feita por qualquer pessoa e quem o faz tem de ter consciência disso, pois está em causa a saúde das pessoas. “Quantas vezes se abrem ovos cujas gemas estão diluídas na clara?”, questiona, acrescentando que o ovo passa por constantes choques térmicos até chegar ao consumidor, o que compromete a sua qualidade e, em consequência, a saúde das pessoas, principalmente se tiver completado 30 dias. “O ovo nacional ou importado deve ser consumido no prazo máximo de 28 dias, de modo a garantir que mantém a qualidade necessária para consumo humano. Além disso, é preciso identificar o lote, para que se saiba a sua origem e se faça também o cruzamento de informações entre o Executivo, importadores e produtores nacionais”, defende Elizabete Dias dos Santos.
O escoamento e a comercialização são questões muito complicadas para os produtores nacionais, devido à indefinição de quotas sobre a quantidade a importar e a produzir internamente. “Hoje, qualquer pessoa pode importar ovos, havendo situações em que as grandes superfícies recusam a produção nacional por existir um excesso de importação a preços baixos”.

Segmento dos frangos

Depois de produzirem centenas de ovos durante um ano, as poedeiras são levadas para o matadouro, onde são abatidas em condições de segurança e higiénico-sanitárias recomendáveis. “Os nossos matadouros obedecem a todos os requisitos de saúde, segurança e higiene exigidos a nível europeu. Quando Angola começar a exportar isso significa que cumprimos todos os requisitos”, refere. O mercado dos frangos, à semelhança do que acontece com o dos ovos, também é confrontado com o problema da importação, que chega a território nacional a preços baixos em relação ao produtor nacional, que tem o problema da energia e da água. Aliado a isso, está, não raro, o custo da ração. “Nós não temos cereais. Importamo-los, daí ser difícil estabelecer um preço ao nível do produto importado. É impossível”.
A produção nacional já dá resposta às necessidades do mercado interno, mas Elizabete Dias dos Santos sugere mais organização do empresariado nacional, que deve ser transparente e sobretudo responsável. “Não podemos trabalhar apenas para Dezembro. Uma estrutura organizada faz uma gestão e programação anual com resultados no dia-a-dia”, diz.

Um olhar optimista

Olhar para a produção nacional com “carinho” e para a indústria com optimismo é o modo como a administradora da Fazenda Pérola do Kikuxi encara esses dois eixos da economia. “Não podemos olhar só para o lucro, pois compra e venda todas as pessoas fazem. O importante mesmo é criarmos estruturas, trazer tecnologias e dar ênfase à protecção das empresas produtoras, públicas ou privadas”. Além dos aviários de Luanda, com realce para a Angolaves, Avinova, Granja Santa Maria, Socopraves, fazendas Mato Grosso e Pérola do Kikuxi, existem outros fora de Luanda com produção de monta, como o Agrícola Cacanda, a quatro quilómetros do Dundo, Lunda-Norte, que deve produzir mais de cinco milhões de ovos por ano e criar mil cabeças de gado bovino, num prazo de três anos. Com uma área de dez hectares, está orçado em 2,9 mil milhões de kwanzas e é financiado pela linha de crédito de Israel. As províncias do Huambo, Malange e Kwanza-Sul têm garantido produções significativas.

Um sector de bandeira

O segmento da produção aviária nacional cresce a ritmo acelerado e para o reforçar o Programa Angola Investe define a avicultura como um “sector de bandeira”. O ministro da Economia, Abraão Gourgel, visitou recentemente os aviários nacionais no Kikuxi, onde foi observar os métodos de produção e identificar os principais problemas na execução do programa.
O ministro passou pelas estações da Granja Santa Maria, Socopraves e pelas fazendas Mato Grosso e Pérola do Kikuxi. “O Programa Angola Investe vai relançar o sector avícola, com o aumento em 23 por cento da produção nacional, para uma cobertura de 50 por cento até 2015. Pensamos alcançar a produção de um milhão de ovos até Abril do próximo ano e vamos conceder aos avicultores linhas de crédito e garantias desse Programa”, acentuou Abraão Gorgel, numa altura em que diz estarem identificados os principais problemas dos investidores avícolas na comercialização de produtos no mercado nacional. “Pretendemos reforçar a produção de rações, milho e soja e o surgimento de mais incubadoras para garantir a produção avícola”, referiu. O Executivo disponibilizou uma linha de crédito de 12,5 mil milhões de kwanzas, 2,5 mil milhões dos quais com juros bonificados e dez mil milhões como garantias de crédito.

http://jornaldeangola.sapo.ao/report...menta_em_viana
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Old April 27th, 2013, 08:43 PM   #1086
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27 de Abril, 2013

Feira do inventor abre em todo o país


O Ministério da Ciência e Tecnologia realiza no Cuito, a partir de Maio, a feira do inventor/criador angolano, na V Região Académica, onde participam estudantes das províncias do Huambo, Bié, Moxico e Lunda-Sul.
A feira serve para seleccionar os finalistas que vão participar na feira nacional que acontece de 11 a 15 de Setembro em Luanda. Este ano é extensiva a pessoas singulares.
O director nacional de Tecnologia e Inovações do Ministério da Ciência e Tecnologia, Gabriel Luís Miguel, acrescentou que o objectivo da feira é descobrir talentos para representarem o país em eventos internacionais similares. O Ministério da Ciência e Tecnologia realiza também, entre os dias 25 e 27 de Maio, a feira do inventor/criador na cidade de Benguela. Segue-se, no mesmo mês, outro evento similar no Huambo e Cabinda, em Junho.

-JDA-
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Old April 30th, 2013, 03:01 AM   #1087
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29-04-2013


INS aconselha população a fazer o uso da aspirina de origem alemã


O director do Instituto Nacional de Saúde, Miguel dos Santos de Oliveira, aconselhou a população a fazer o uso apenas da aspirina de origem alemã – noticiou a RNA.

De acordo com Miguel dos Santos de Oliveira, que participou sábado, 27/04/13, em Luanda, no Programa Tendências e Debates, que abordou o tema “A inspecção de produtos destinados ao consumo humano em Angola”, a população não deve confundir a aspirina da Bayer com uma outra qualquer.

“A aspirina que não é da Bayer, não podemos confundir, como sabem a aspirina é um medicamento de marca da Bayer, por vezes alguns importam medicamento com o nome aspirina que não é da Bayer, se não é da Bayer então é medicamento contrafeito”, informou.

Fonte: RNA
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Old May 1st, 2013, 03:21 AM   #1088
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Old May 2nd, 2013, 03:42 AM   #1089
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1 de Maio, 2013

Acidentes de trabalho devem ser prevenidos


É importante fazer do trabalho um instrumento de participação na vida social e de realização pessoal, pois a sua valorização e dignificação contribuem decisivamente para o desenvolvimento socioeconómico e o progresso do país, afirmou na terça-feira, em Menongue, o vice-governador do Kuando-Kubango.
Pedro Camelo falava durante uma palestra dirigida aos técnicos da Empresa Nacional de Electricidade (ENE), que assinalou o 28 de Abril, Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, que teve como tema “Prevenindo os riscos profissionais para uma vida melhor e digna”.
O tema permitiu reflectir sobre os riscos em matéria de segurança e saúde, envolvendo todos os meios disponíveis para incrementar a sensibilização e conhecimento, assim como a protecção em geral em relação aos conceitos de perigo e risco, salientou.
Esta visão serve para que os trabalhadores se previnam de possíveis riscos, a exemplo de milhões de trabalhadores que morrem todos os dias no mundo, incluindo crianças, em consequência de acidentes de trabalho e outros contra pessoas, criando doenças profissionais devido à exposição de meios, de produtos tóxicos, sobretudos para aqueles com um trabalho mais penoso e insalubre, alertou Pedro Camelo. Por estas e outras razões, acrescentou o vice-governador, o Executivo tem estado a trabalhar para desenvolver políticas e estratégias de prevenção, adequadas aos acidentes de trabalho, chamando a atenção para o mau comportamento e necessidade de responsabilização das entidades empregadoras, que não organizam os serviços de segurança e de saúde no local de trabalho, nem criam protecção e segurança de tais acidentes.
Joaquina Lichione Calenga, chefe do departamento de Inspecção do Trabalho no Kuando-Kubango, referiu que, nesta data, se recordam os dois milhões de trabalhadores que morreram, dos quais dois mil eram crianças, em consequência de 270 milhões de acidentes de trabalho, assim como 160 milhões que sofrem de doenças profissionais, devido a diversos factores já mencionados.
O Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), através da Inspecção Geral do Trabalho, predispõe-se a intensificar a acção de prevenção dos acidentes em local de trabalho, doenças profissionais, exigindo o cumprimento das normas de Segurança e da Saúde, referiu Joaquina Lichione Calenga, chefe do departamento de Inspecção do trabalho na província do Kuando-Kubango.

a frente é o caminho
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Old May 3rd, 2013, 03:19 AM   #1090
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2 de Maio, 2013


Os Kiezos voltam ao Kilamba


Os Kiezos sobem este domingo ao palco do Centro Cultural e Recreativo Kilamba, em Luanda, no âmbito do programa Muzongué da Tradição, para recordar alguns dos seus antigos intérpretes, entre os quais Vate Costa, Zecax, Juventino, já falecidos, e Adolfo Coelho.
De acordo com o responsável do espaço, Estêvão Costa, que deu a informação à Angop, a intenção é levar o público a relembrar as principais figuras que deram peso ao conjunto e as suas canções, tendo em conta o sucesso alcançado ao longo dos anos.
“É um conjunto de referência e tem um legado rico que deve ser ouvido sempre. Dentro da sua programação, o Kilamba traz de volta ao seu palco, dois anos depois da sua última actuação na casa, Os Kiezos, para satisfazer a inúmera legião de fãs”, afirmou Estêvão Costa. O programa vai ter ainda como convidados os artistas Bangão e Proletário. O artista Nick também é homaneageado.
O conjunto Os Kiezos foi formado na década de 60 por jovens que animavam festas de bairro e acabaram por se impor no panorama musical da época. A sua música integrou influências de estilos musicais congoleses e latino-americanos. Absorveu igualmente linhas melódicas de grupos como os Negoleiros do Ritmo, Musangola e os Gingas. Apesar dessas influências, a banda não perdeu a sua originalidade, o que a tornou num símbolo da música popular urbana de Angola. Ao longo do seu percurso, o conjunto Os Kiezos foram autores de músicas como “Milhoró”, “Comboio”, “Princesa Rita”, “Zá Boba”, “Monami”, “Jingololo”, “Tristezas não Pagam Dívidas”, temas que marcaram a vida de angolanos.
O grupo teve como expoentes máximos o percussionista António Miguel da Silva (Kituxi), o vocalista Adolfo Coelho e o guitarrista Anselmo de Sousa Arcanjo (Marito).
Este último, foi considerado um dos mais talentosos solistas do cancioneiro angolano dos anos 70 e 80, na mesma época em que pontificava ainda o guitarrista Zé Keno, de “Os Jovens do Prenda”.
O Musongué da Tradição é um programa que começou em Fevereiro de 2007 e visa a promoção, divulgação e valorização da música angolana produzida nos anos 60, 70 e 80.

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Old May 4th, 2013, 11:43 PM   #1091
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4 de Maio, 2013


Preservar a música tradicional


Promover e divulgar as obras dos músicos que vivem e desenvolvem o seu trabalho no meio rural é o principal objectivo do projecto Tsikaya, que este ano arranca na província do Huambo.
A iniciativa, fruto de uma parceria entre a PangeiArt, a União Nacional dos Artistas e Compositores no Huambo e a Brigada Jovens da Literatura, com o apoio da Fundação Holandesa Prince Claus Fund, pretende promover a renovação dos processos de criação próprios do meio rural. Abrangendo músicos e compositores do meio rural, o projecto pretende, ainda, conseguir a recuperação e continuidade dos instrumentos musicais tradicionais.
O Tsikaya teve o seu início oficial com sessões de gravação - “Música Sessions” - com músicos locais e o acompanhamento dos grupos Katiavala, do Bailundo e Agostinho Neto, do Belém, no auditório da Delegação Provincial da Cultura no Huambo.
Na “Música Sessions” já participaram os músicos Carlos África, o duo Alimba Okimbo, a cantora e dançarina Bela Esanjo e a Banda Crescente.
O Tsikaya Huambo vai decorrer até ao final de 2013, com a participação do percussionista e compositor colombiano Pedro Ojeda, que deve visitar a província em Setembro. O projecto prevê a edição de um CD com os músicos participantes, previsto para o último trimestre de 2013.
Victor Gama, da direcção artística, parte ainda este mês para a Colômbia, com o propósito de desenvolver o projecto naquele país, numa parceria com a organização artística “Mas Arte, Mas Acción”, com sede em Bogotá. A internacionalização do projecto visa promover os músicos angolanos não apenas na Colômbia, mas em toda a América do Sul.


Fonte JDA
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the penalty should be death to drug transporters, maybe people will think hard before trying
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3 de Maio, 2013


Candongueiros sem respostas para população



A capital vive uma grave escassez de transportes colectivos e táxis. Apesar dos problemas relacionados com o trânsito, o mau estado do asfalto e os engarrafamentos, as paragens dos autocarros e táxis estão completamente cheias ao princípio da manhã e final da tarde. A alternativa, quando as distâncias o permitem, é fazer os trajectos a pé.
Silva Ventura sai de casa por volta das 5h30 para ir trabalhar. Morador em Capalanga, Viana, o jovem professor tem por hábito fazer o trajecto para a escola, perto da Praça da Independência, em Luanda, de autocarro.
O transporte público, explicou ao Jornal de Angola, ajuda na contenção de gastos e a poupar um pouco mais o seu salário, por ser barato. São mais ou menos 25 quilómetros de percurso que fazemos com ele.
Primeiro, apanhamos um candongueiro, que nos deixou a 20 metros do terminal de autocarros das operadoras Macon, Tura e TCUL. A viatura tem mais de 20 anos de fabrico e, apesar do fraco roncar do motor, garante uma viagem tranquila. No táxi, a conversa gira em torno da vida do bairro, onde até agora a EDEL não tem feito cobranças de energia e há falta de água canalizada.
O relógio marca 6h11 quando subimos para o autocarro, onde já se encontram dez passageiros, e pagamos o nosso título de transporte: 30 kwanzas. “Vamos atrás, porque é melhor. Quando enche, há menos empurrões”, aconselha o jovem professor.
Do lado da janela está uma anciã sentada. Ana Maria trabalha na área social da Televisão Pública de Angola, há sensivelmente 27 anos.
A viagem começa 11 minutos depois, de forma tranquila, com apenas 25 passageiros, todos sentados. “A partir das cinco horas, os primeiros autocarros começam a circular”, diz Silva Ventura que, com um semblante extrovertido, abre a bolsa e tira um computador, que serve de apoio ao trabalho antes de entrar na turma. A primeira paragem é na Vila de Viana. Aqui, a viagem deixa de ser tranquila. Os assentos esgotam rapidamente e muitos ficam de pé, incluindo pessoas idosas. O cenário é igual em todas as operadores.
“Filho, aqui, no autocarro, ninguém dá lugar aos velhos”, sussurra Ana Maria, que de seguida refere que os passageiros cedem assento às mulheres com bebé ao colo e deficientes físicos.

Superlotação

A lotação fica totalmente esgotada na paragem da Comarca de Viana. Os autocarros convencionais apenas têm capacidade para transportar 35 passageiros sentados e 15 em pé, mas a verdade é que, depois de contados, apuramos que há um total de 75 pessoas.
As longas filas de carros na estrada Deolinda Rodrigues são habituais e o sono apodera-se dos passageiros sentados. A temperatura sobe, mal o sol descobre, o que resulta num aumento do calor dos corpos e da humidade na roupa. Os enjoos, provocados pelo cheiro desagradável, também aumentam o mal-estar dos viajantes, que barafustam alto.
“Tem que se suportar tudo no autocarro e uns viajam com trouxas e com roupas deselegantes”, reclama Ana Maria.
O autocarro tem janelas muito pequenas, que devem medir mais ou menos um palmo de comprimento e dois de largura. O sistema de ar condicionado está inoperante.
“As empresas eliminam o ar condicionado por causa das enchentes e engarrafamentos, tudo em função dos gastos com o combustível”, alegou Silva Ventura.
Na quarta paragem, já na Estalagem, o autocarro atinge a sobrelotação. A porta de entrada fica sem espaço. O cobrador opta por receber dinheiro pela janela e introduzir, sem bilhete, passageiros pela porta de saída.
A respiração passa a ser feita com dificuldade. O motorista mantém a porta de saída aberta, com pessoas a viajar penduradas, com a cabeça dentro e as nádegas de fora. Uma queda pode ser fatal. Os passageiros começam a ficar esgotados com as constantes paragens e engarrafamentos. Ainda assim, o autocarro enche gradualmente, de paragem em paragem, conforme alguns se apeiam, numa outra luta renhida, porque também não é fácil chegar à porta de saída.
De forma tímida, Ana Maria abre a bolsa durante a viagem para tirar o telemóvel e ver as horas. “Antes, morava na Rua A, no Palanca, mas agora estou em Viana”, explica, para depois contar que no primeiro dia que fez o trajecto gastou cerca de mil kwanzas em táxis para chegar ao trabalho.
A viagem termina no Hospital Militar, depois de um percurso de quase duas horas de fadiga, sem quaisquer condições de comodidade.
As viagens de autocarro impossibilitam os passageiros de chegar asseados aos seus destinos, por falta de fiscalização rigorosa na forma como as pessoas são transportadas.

"Calvário" nos táxis

As paragens de táxi na cidade de Luanda são autênticos campos de “batalha”. Os passageiros usam até estratégias para ter um lugar. A maioria fica em lugares de vantagem que facilite a entrada rápida. Os passageiros mais ágeis entram, mal o azul e branco pára.
O cobrador mantém-se de pé, com a porta semiaberta, indicando em voz alta a rota e ditando o preço. O assalto à porta é feito em simultâneo.
Uns usam cotoveladas para afastar os “adversários” do caminho e outros entram pelas janelas para ocupar um lugar. Os menos desembaraçados acabam por ficar muito tempo na paragem. Até o espaço do motor dos candongueiros, conhecido por “baúca”, é disputado pelos passageiros.
Durante as manhãs, o movimento faz-se da periferia para o centro da cidade. Depois, ao fim do dia, tudo recomeça em sentido contrário.
Passageiros e taxistas afirmam que a falta de táxi se deve ao mau estado das vias, engarrafamentos e operações da Polícia Nacional.
Os taxistas parecem autênticos “pilotos terrestres” deste cenário, com as famosas ultrapassagens de risco feitas pela direita, também conhecidas por “mbaias”, no afã de chegarem rapidamente ao local de destino e mais cedo completar a conta do patrão. João Miguel, taxista há cinco anos, faz o trajecto São Pedro da Barra/São Paulo e explica que os buracos nas vias e os engarrafamentos fazem com que as pessoas com carro próprio recorrem ao táxi. Alguns acham preferível, devido à agilidade dos taxistas.

Rotas encurtadas

Quando o engarrafamento aperta, os taxistas encurtam as rotas e aumentam o preço da corrida, fazendo com que muitas pessoas andem longas distâncias a pé por falta de dinheiro. Há pessoas que referem que a Polícia Económica e de Ordem Pública devem deter os taxistas que aumentam o preço da passagem, o que não acontece na maioria dos casos.
“Eles cobram o preço que querem e, às vezes, na presença de agentes”, desabafou Paulo Ramos, que lamentou a impunidade que se regista em relação à actividade de táxi.
José Maiaca, morador em São Pedro da Barra, disse que para chegar ao Zamba 2, próximo do local de trabalho, tem despertado às cinco horas para apanhar os primeiros táxis. “Hoje, vou chegar muito tarde”, reclamou, enquanto fitava atentamente os automobilistas, na tentativa de conseguir uma boleia. “Vou trabalhar com falta”, disse em jeito de desespero, adiantando que, às vezes, o patrão entende o atraso dos funcionários.
Há quem fique mais de duas horas na paragem. Quando assim acontece, os passageiros têm três alternativas: andar a pé, esperar pelo táxi e, ocasionalmente, apanhar uma boleia.
O ambiente no táxi nem sempre é agradável, por causa do som alto da música, apertos nos assentos e conversas desagradáveis.
“Minha kota, emagrece”, diz o cobrador a Leila Fernandes, para ela se encolher e dar lugar a um jovem. A passageira conta que utiliza todos os dias táxis para ir à escola e que muitas vezes chega atrasada às primeiras aulas.
Grande parte dos candongueiros não tem ar condicionado e lugares para três passageiros são ocupados por quatro.

Fonte Jornal de Angola
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21-05-2013

Gambiano detido no aeroporto com mais de dois milhões de dólares

Um cidadão gambiano foi detido domingo, em Luanda, quando transportava mais de dois milhões de dólares norte-americanos, por volta das 08h30, na altura em que se fazia o embarque do voo da Taag, com destino à cidade de Joanesburgo, África do Sul, revelou o director do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, engenheiro Costa Lima.

Falando à imprensa, a propósito do sucedido, o responsável deu a conhecer que o individuo foi detectado já no autocarro junto à aeronave onde subiam os passageiros, pois as suas características causaram suspeita às forças do sistema de segurança aeroportuária que encontraram na sua mochila o referido montante.

Entretanto, neste momento, o cidadão gambiano encontra-se detido pela polícia judiciária do aeroporto, que está a instruir o processo criminal, enquanto o valor financeiro encontra-se sob custódia das entidades alfandegárias, que depois de efectuados os tramites legais fará chegar o dinheiro ao Banco Nacional de Angola (BNA).

Segundo Costa Lima, “o sistema de segurança aeroportuária deteve o indivíduo devido às características que apresentava, assim como a forma em que se movimentava junto à aeronave, o que criou algumas suspeitas dos órgãos de segurança do aeroporto”, sublinhou.

Para o director, com as novas medidas do Banco Nacional de Angola (BNA), que dificulta certos estrangeiros de saírem do país com avultadas somas em dólar, “muitos deles têm tentado usar o aeroporto e outras vias para levarem o dinheiro, mas, infelizmente, o nosso sistema de segurança aeroportuária funciona, daí que os que tentam são detidos”.

Entretanto, o responsável admite haver alguns trabalhadores da comunidade aeroportuária envolvidos no caso que serão apresentados assim que o órgão da polícia judiciária local terminar o seu trabalho de investigação para apresentar outros dados e pessoas envolvidas.

De acordo com informações chegadas ao director do aeroporto, quatro cidadãos nacionais estão já detidos por suspeita de envolvimento no caso, enquanto dois outros, de áreas que evitou revelar, estão a ser localizados pelos órgãos policiais.

Ainda assim, disse, “o nível de segurança que o aeroporto tem está a funcionar daí que os cidadãos nacionais ou estrangeiros que tentarem violar as leis serão detectados pelo sistema de segurança aeroportuária, advertiu o engenheiro, que aconselhou igualmente aos trabalhadores do aeroporto a evitarem tais práticas, pois impedem o desenvolvimento de Angola”, realçou.

Outros dados sobre o assunto serão apresentados nos próximos dias após a conclusão do trabalho da polícia de investigação criminal.

Ao cidadão nacional adulto é levar fora do país 15 mil dólares norte-americano, enquanto ao estrangeiro é exigida prova de residência e declaração do montante à Alfandega e/ou polícia fiscal.


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Meu Deus dos céus, porque é que o homem nao meteu este dinheiro no banco ?
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é por isso que eu sou totalmente contra a Imigração ilegal... não sabemos o que entra ou o que sai
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Mais isto nao tem nada haver com a imigraçao ilegal caro Blu sun, tens informaçoes que diz que o cidadao gambiano detido com tal dinheiro estava ilegal em Angola ?
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