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Old March 6th, 2008, 04:47 AM   #1
Zeca
MA meu tesouro,meu torrão
 
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Vale diz que ainda há chance de siderúrgica ser instalada no MA

Apesar das indefinições, executivo afirma que o projeto não está descartado


Em que pese o Maranhão ter recebido a notícia de que o vizinho estado do Pará será beneficiado com a instalação de uma usina siderúrgica para a produção de placas de aço, a Vale afirma que o sonho de um projeto dessa envergadura não está descartado em solo maranhense. “Ainda temos esperanças de trazer uma siderúrgica para o Maranhão”, disse o gerente-geral de Relações Institucionais da Vale, José Carlos Sousa.

Segundo José Carlos Sousa, há conversações com o Governo do Estado, num esforço para que dê certo. Disse ainda que, em havendo interesse de investidores, a empresa não medirá esforços para intermediar esse empreendimento. “O interesse é mútuo, do estado, da Vale, para que esse sonho se concretize”, assinalou.

O Pará foi mais um estado que aproveitou a falta de interesse do Governo do Maranhão (José Reinaldo/Jackson Lago) para concretizar um projeto siderúrgico capitaneado pela Vale com a participação de investidores estrangeiros. Os outros foram o Rio de Janeiro, Ceará e o Espírito Santo.

A boa nova para a economia paraense foi confirmada no início da semana em encontro no Palácio do Planalto, que reuniu o presidente Lula, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, e o presidente da Vale, Roger Agnelli.

Três dias antes, o governador Jackson Lago, dirigindo-se ao presidente Lula – no Encontro de Governadores do Nordeste, em Aracaju – dizia que “o povo do Maranhão não aceita que empreendimentos (siderúrgicos) sejam anunciados em outros estados, desconsiderando a formidável vocação da nossa terra”.

O problema é que o próprio governo tem sido o maior obstáculo a que o projeto siderúrgico se instale no estado. Foi assim no mandato de José Reinaldo Tavares, que fez pouco caso das obrigações do governo previstas em protocolo assinado com a Vale e a Baosteel, e continua na era Jackson Lago, que fechou de vez as portas para o grupo chinês.


Oportunidades

Diante dessas indefinições do governo maranhense, outros estados estão buscando atrair para sua economia os benefícios dessa janela de oportunidades que se abriu no país por indução da Vale. O diretor executivo de Serviços Corporativos e Energia da Vale, Tito Martins, informou que a proposta de levar um projeto siderúrgico para o vizinho Pará vinha sendo discutida há um ano.

“Esta idéia seguiu o modelo que adotamos ao trazer a Thyssen para Rio, o projeto da Dongkuk, no Ceará, e, mais recentemente, os chineses para a Companhia Siderúrgica de Vitória, no Espírito Santo”, disse Tito Martins.


Investimentos

Para que o projeto se materialize, Tito Martins frisou ser fundamental que a União faça os devidos investimentos em infra-estrutura e logística de transporte, como a conclusão da eclusa de Tucuruí, e que o governo paraense trabalhe “ativamente para que o processo, por exemplo, de licenciamento e de viabilidade dessa infra-estrutura aconteça logo”. Disposição e empenho nesse sentido, segundo o diretor da Vale, que foram apresentados pelos governos do Rio de Janeiro, do Ceará e do Espírito Santo.

A usina siderúrgica a ser instalada no Pará, terá capacidade para produzir de 2,5 milhões a 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, cujo investimento deverá gerar milhares de empregos diretos e indiretos naquele estado, especialmente na fase de construção.

__________________
Eleiçao de Roseana provou que:
Jackson Lago não foi cassado no tapetão.
Roseana 1.458.961 (50,08%) votos
Flavio Dino 859.083 (29,49%) votos
Jackassado agora pelo povo 569.300 (19,54%)
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Old March 6th, 2008, 02:31 PM   #2
sansirodb
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Eu jah tenho raiva desse assunto......... ateh pro ceara, q nem agua tem, vao essas benditas siderurgicas...... aki parece q soh gostam de ferro gusa q bo***!
PO, no PAra vao t q esperar a comporta de tucurui?!??! Akilo tah a passos de tartaruga há muitos anos...... espero q terminem logo. Ao menos os paraenses se mexem. Soh o MA, pq eh muito "rico", se dah ao luxo de ficar pondo banca, dando uma de menino turrao, e perder a oportunidade de ter instalado um polo siderurgico em seu territorio.
__________________
SÃO LUÍS - UPAON-AÇU - LA VILLE AUX PETITS PALAIS DE PORCELAINE - ATENAS BRASILEIRA -ILHA DO AMOR - JAMAICA BRASILEIRA - ILHA REBELDE - PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE - CAPITAL DA CULTURA 2009
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Old March 7th, 2008, 01:10 PM   #3
dricobel
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Acredito que essa chance já tenha sido descartada.
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Belém
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Old March 7th, 2008, 01:13 PM   #4
dricobel
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FIEPA prevê investimentos de R$ 40 bilhões

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O presidente da Federação das Indústrias do Pará, José Conrado Azevedo Santos, disse ontem que o setor industrial do Estado recebe “com alegria” a notícia da construção de uma usina siderúrgica no Estado, mas voltou a alertar para a necessidade de ações urgentes com vistas à eliminação de alguns gargalos que continuam emperrando a economia paraense. É o caso, conforme frisou, das restrições na oferta de energia elétrica, um problema que poderá se tornar dramático já a partir de 2010.
José Conrado destacou que a decisão da Vale, tornada pública no início desta semana pelo seu presidente, Roger Agnelli, em audiência com o presidente Lula e a governadora Ana Júlia Carepa, coincide com um momento excepcional vivido pela economia paraense. Ele lembrou, a propósito, que só os projetos da Vale no setor mineral prevêem, até 2012, investimentos da ordem de R$ 22 bilhões. Com os investimentos na siderúrgica, orçado em torno de R$ 5 bilhões, e em outros empreendimentos, contemplando diferentes setores da economia, ele acredita que os investimentos no Pará possam alcançar, nos próximos cinco anos, a casa de R$ 40 bilhões.
“ Nós não temos energia suficiente para dar suporte a esse volume de investimentos”, alertou o presidente da Fiepa, destacando que o Pará vem despertando interesse cada vez maior de grandes investidores, tanto nacionais quanto estrangeiros. Prova disso, conforme enfatizou, são as consultas e visitas que a Federação das Indústrias vem recebendo de investidores interessados em realizados negócios no Pará . “Nós estamos vivendo efetivamente um momento muito bom. Mas precisamos agir em tempo porque, do contrário, vamos perder excelentes oportunidades”, aduziu.
Este, aliás, foi o tema de um encontro ocorrido ontem à tarde na Fiepa. A direção da entidade recebeu a visita do presidente da Assembléia Legislativa, Domingos Juvenil, e de um grupo de aproximadamente dez deputados estaduais. Nessa reunião, conforme frisou o presidente da Fiepa, foram discutidos entre os deputados e o setor produtivo os projetos em andamento no Pará e as dificuldades que eles enfrentam ou poderão enfrentar em futuro próximo, objetivando a remoção de entraves capazes de prejudicar a economia do Estado. “Nós precisamos ser pró-ativos se queremos dar respostas eficazes aos investidores que estão nos procurando”, acentuou.
Com relação à siderúrgica, José Conrado Azevedo Santos observou que, embora a aciaria não seja exatamente uma novidade, visto já existir um projeto para a produção de aço no distrito industrial de Barcarena, por parte do grupo Cosipar/Usipar, do empresário Luiz Carlos Monteiro, o empreendimento anunciado pela Vale, até pelo seu porte, representa um fato novo com enorme repercussão para a economia do Estado.
O presidente da Fiepa disse acreditar que, com a implantação da usina siderúrgica, a tendência é de multiplicação das oportunidades de negócios no Pará. “É natural que venham a ser criados novos interesses para investimentos no Estado em diversas áreas”, disse José Conrado. “Isso, inegavelmente, é um fato muito importante para todos nós”, finaliza.

Fonte: Diário do Pará
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Old March 7th, 2008, 01:14 PM   #5
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Entusiasmo domina setor empresarial paraense

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A construção de uma usina siderúrgica no Pará, conforme anúncio feito conjuntamente na segunda-feira pela governadora Ana Júlia Carepa e pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, tem a aprovação incondicional do empresariado paraense, que recebeu com entusiasmo a informação. A decisão de construir aqui uma planta industrial de aço já havia sido antecipada há poucos dias pela direção da Vale, como simples possibilidade, e foi confirmada no início desta semana, durante audiência concedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à governadora e ao chair man da Vale no Palácio do Planalto.
“ Isso significa que o Estado está saindo de uma economia baseada no extrativismo para a era da industrialização, com maior agregação de valor à imensa produção dos seus recursos naturais”, afirmou ontem o presidente da Associação Comercial do Pará em exercício, Lutfala Bitar. “Um empreendimento desse porte muda o perfil econômico do Estado”.
Bitar se declarou feliz ao lembrar que a verticalização da produção mineral no Estado tem sido um assunto recorrente em seus pronunciamentos no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de consultoria e assessoramento da Presidência da República, do qual ele participa na condição de representante do Pará. “Eu sempre falava na nossa extraordinária produção mineral e reclamava de que nada era verticalizado em território paraense”.
O empresário chamou a atenção ainda para uma feliz coincidência. Neste ano, exatamente agora em março, conforme frisou, está se comemorando o transcurso dos 200 anos da chegada de dom João VI ao Brasil. O rei de Portugal encontrou aqui um país extrativista, uma colônia que não tinha imprensa, indústria e nem ao menos correio. Dom João VI editou uma carta régia determinando a abertura dos portos brasileiros às nações amigas, iniciando assim a inserção do Brasil no comércio internacional.
Exatos dois séculos depois, surge agora a decisão da Vale de implantar no Pará uma usina siderúrgica, decisão carregada de simbolismo para um Estado que tem sua economia historicamente baseada também no extrativismo. Para Bitar, o Pará vai efetivamente ingressar, a partir desse empreendimento, na era da industrialização e se credenciar ao pleno desenvolvimento.
O presidente em exercício da ACP destacou o porte da siderúrgica anunciada, com capacidade inicial de produção para três milhões de toneladas de placas de aço. “Isso equivale quase a uma CSN (a Companhia Siderúrgica Nacional), que produz por ano pouco mais de quatro milhões de toneladas de aço”, disse Bitar, que fez questão de enaltecer também as gestões políticas desenvolvidas pela governadora Ana Júlia e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: Diário do Pará
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Old March 7th, 2008, 01:15 PM   #6
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Eclusas vão ficar prontas até 2010

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O titular da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sedect), Maurílio Monteiro, informou que as obras de duas eclusas da hidrelétrica de Tucuruí possuem orçamento aprovado de R$ 0,6 bilhão e que até 2010 estarão concluídas, como também as outra duas importantes obras para a siderúrgica: a hidrovia Araguaia-Tocantins e a adaptação do porto de Vila do Conde para ampliação de sua capacidade.

Fonte: Diário do Pará
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Old March 7th, 2008, 01:16 PM   #7
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Hidrovia Araguaia-Tocantins deve ser viabilizada. E com uso pleno.

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Uma das conseqüencias mais benéficas ao Pará com a construção da siderúrgica de grande porte da Vale será a tão esperada navegabilidade da hidrovia Araguaia-Tocantins. As obras do governo federal devem transformar um sonho antigo dos paraenses em realidade: serão 43 quilômetros de rio abertos à navegação entre Marabá e Tucuruí. Duas eclusas, retificação do curso e retiradas de obstáculos, como pedras, para aumentar a profundidade do rio em até 3,5 metros, estão programadas para dar forma à nova rota de escoamento de minério.
Na hidrovia Araguaia-Tocantins, qualquer poderá trafegá-la, pois está a cargo do governo sinalizar e manter a via, tornando-a pública. Com recursos do PAC da ordem de mais de R$ 600 milhões, duas eclusas e a construção de um canal de cinco quilômetros já estão em andamento. O acompanhamento das obras está sendo feito pela Casa Civil da Presidência da República, de acordo com Monteiro.
A atração de investimentos visa alcançar uma média maior do que a nacional na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), ou seja, estimular a fixação de investidores que gerem riqueza e movimentem a economia do Estado. Maurílio explica que o FBCF do Brasil era de apenas 12% antes do Plano de Aceleração de Crescimento e hoje chega a 20%. A meta paraense é crescer além desse percentual, uma forma de compensar os anos em que o setor produtivo permaneceu travado por falta de recursos públicos e privados.

Fonte: Portal ORM
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Old March 7th, 2008, 01:17 PM   #8
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R$ 440 milhões para ciência e tecnologia

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Segundo Maurílio Monteiro, a construção da siderúrgica no Estado faz parte de um compromisso de campanha da governadora Ana Júlia Carepa, que é de induzir um novo modelo de desenvolvimento para o Pará através da equação de três fatores: crescimento econômico, proteção ambiental e ganhos sociais. “Para isto, é necessário alcançar índices de crescimento acima da média nacional (5%) e investir em elementos que produzam formação bruta de capital específico também acima da média nacional (12%)”, afirmou.
Ele acrescentou que o Estado precisa investir em infra-estrutura para captar recursos, principalmente nos segmentos de siderurgia, indústria de extrativismo mineral e indústria de transformação.
O governo paraense solicitou à Vale um investimento de R$ 80 milhões no parque tecnológico de Marabá por um período de quatro anos e de outros R$ 130 milhões em projetos de capacitação de recursos humanos, inclusive com concessão de bolsas de mestrado e doutorado. Até o final da atual gestão estadual, o secretário estima que os capitais público e privado investirão R$ 440 milhões em ciência e tecnologia.
Para Monteiro, o investimento na produção científica e tecnológica na área da metalurgia irá atrair investimentos privados ao Pará. “Isto gerará uma tensão positiva que induz não só a exportação de commodities de ferro, mas também de ciência e tecnologia, o que constituirá um enraizamento social neste processo de desenvolvimento”, disse. Na 1ª fase, a usina terá capacidade para produzir 3 milhões de toneladas de ferro, quantidade que poderá ser duplicada após alguns anos.

Fonte: Diário do Pará
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Old March 7th, 2008, 01:18 PM   #9
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SIDERÚRGICA Obra já tem orçamento aprovado

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Após oito meses de negociação, os governos estadual e federal fecharam acordo com a Vale do Rio Doce para a construção da maior usina siderúrgica de ferro do Norte do Brasil. O investimento previsto é de R$ 6 bilhões. A estimativa é que as obras de construção civil sejam iniciadas ainda na gestão do presidente Lula.
A usina será abastecida com carvão mineral e produzirá placas de aço, que servirão de insumos para outras indústrias do ramo.
Os recursos serão divididos em quatro eixos de investidores, que arcarão cada um com 25% do total das despesas: Vale, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), Empresa Societária e outros pequenos investidores.
A Vale tem prazo máximo de um ano para apresentar ao poder público um estudo de viabilidade econômica e de impactos ambientais para a instalação da usina. Por outro lado, o Estado deve oferecer infra-estrutura que permita o funcionamento da siderúrgica, como a construção de hidrovias, ferrovias e aparelhamento e suporte aos portos. Daqui a um ano, o local de instalação da usina será anunciado.

Fonte: Diário do Pará
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Belém
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Old March 7th, 2008, 08:15 PM   #10
PedroLacerda
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oba! Mais uma siderurgica perdida!
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Old March 7th, 2008, 09:53 PM   #11
SLZ
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chance? só falta o maranhão dar o cu pra vale ¬¬

desculpe o palavreado xulo! ;P
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Old March 10th, 2008, 12:52 AM   #12
motense
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concordo livio
a vale fica fazendo é charme e dizendo que o problema é o governo do estado.

se não viver nada pra cá, o povo do Maranhão deve é quebrar os trilhos da vale..
ela que vá fazer outro porto lá na caixa prego..
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São Luís - 400 anos
"Mais do que uma cidade, um estado de espírito"
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Old March 10th, 2008, 12:55 AM   #13
PedroLacerda
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Ah claro, e assim esse estado vai pra frente...
Sobre a vale, ela ta mais é certa, se o povo nao quer ir pra frente, que instale em um local que queira!
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Maple leaf.
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Old March 24th, 2008, 08:45 AM   #14
diogosantos
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concordo livio
a vale fica fazendo é charme e dizendo que o problema é o governo do estado.

se não viver nada pra cá, o povo do Maranhão deve é quebrar os trilhos da vale..
ela que vá fazer outro porto lá na caixa prego..
Era uma vez um formigueiro que se revoltou contra o elefante. Eh que o elefante todos os dias pisava o formigueiro, forcando as formigas a reconstruir tudo de novo.

Entao as formigas atacaram o elefante, que se balancava de um lado para o outro para se livrar das atacantes. Depois de muito esforco do elefante, restava apenas uma formiguinha que se segurava num pelo por tras do pescoco do elefante. As outras, vendo a resistencia da amiga, la do chao, gritavam entusiasmadas:

--Enforca! Enforca!


HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!! Quebrar os trilhos da vale????? Voces estao quase tao avancados e civilizados quanto os indios botocudos de Carajas e o MST!!!!! Eh asism mesmo que se atrai investimento!!!!!!

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!

Nao me espanta que o Maranhao seja pobre....
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Old March 24th, 2008, 09:13 PM   #15
Kaique
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Gente calma.
A VALE é para ser parceira do estado e não inimiga.
Com gente grande se conversa e trás para o próprio lado.
Com o tempo, a medida que engrossamos o próprio pescoço, é que passamos a jogar e ditar.
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Old March 24th, 2008, 11:51 PM   #16
hugoslz
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Eu só concordo que a Vale deveria ter mais projetos sociais para o Maranhão.
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