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Old January 9th, 2012, 01:30 PM   #41
ambiente2008
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Moradia low cost e made in Portugal vai chegar ao Brasil, EUA, Chile e Canadá
Publicado em 03 de January de 2012

Dois arquitectos portugueses, Mário Sousa e Marta Brandão, desenvolveram uma casa pré-fabricada e low cost – €43.700 (R$ 105.000) – que está a ser desejada por meio mundo. Segundo explicaram ao Público os arquitectos – de 27 e 26 anos, respectivamente – Brasil, Chile, Estados Unidos e Chile são alguns dos países interessados nesta casa made in Portugal.

Actuando sob o nome MIMA Architects, Mário Sousa e Marta Brandão trabalham a partir da Suíça, apesar de o escritório estar baseado em Viana do Castelo. A própria casa – MIMA House – é produzida no Norte de Portugal, e se hoje as encomendas assim o permitissem, já seria possível exportá-la para Espanha, França ou restante Europa continental.

“A distribuição na Europa é fácil, porque a casa já está preparada para ser transportada em camiões”, explicou Mário Sousa ao Público. Ainda assim, e visto que as encomendas são hoje, sobretudo, intercontinentais, é necessária a cooperação de fábricas no estrangeiro.

A casa pode ser produzida em apenas um mês – hoje, esse tempo é de dois meses, pela quantidade de pedidos – e tem o tal preço base de €43.700. O cliente pode personalizar a casa a partir de dois modelos pré-existentes: o studio, com 18 metros quadrados, e o loft, com 36 metros quadrados (e o mais comum).

A partir daqui, é o cliente que decide: os materiais, acabamentos ou louças sanitárias. O comprador pode personalizar a sua casa no site da MIMA. Aqui, o terceiro elemento do ateliê, o engenheiro informático Miguel Matos, dá os retoques na casa em 3D, podendo inclusive localizá-la no terreno através do Google Maps.

A MIMA é composta por materiais em madeira maciça e janelas de vidro duplo. O interior da casa tem calhas metálicas – que permitem colocar ou retirar paredes amovíveis – e que podem até transformá-la num open space.




http://www.greensavers.pt/2012/01/03...ada-com-video/
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Old January 10th, 2012, 04:45 AM   #42
mariekitty
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Muy buen Post....
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Old January 14th, 2012, 05:00 PM   #43
Adriano Borges II
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Pessoal,
Solicitei transferência externa para cursar arquitetura na Anhembi-Morumbi (atualmente estudo na UNIT em Aracaju). Alguém tem alguma opinião sobre a faculdade, o campus e etc?
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Old January 17th, 2012, 02:00 AM   #44
Positronn
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Moradia low cost e made in Portugal vai chegar ao Brasil, EUA, Chile e Canadá
Publicado em 03 de January de 2012

Dois arquitectos portugueses, Mário Sousa e Marta Brandão, desenvolveram uma casa pré-fabricada e low cost – €43.700 (R$ 105.000) ....

...

“A distribuição na Europa é fácil, porque a casa já está preparada para ser transportada em camiões”, explicou Mário Sousa ao Público. ...
...
...

http://www.greensavers.pt/2012/01/03...ada-com-video/
Será que não dá pra produzir essa casa na China e vendê-la por metade do preço?
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Old February 9th, 2012, 08:22 PM   #45
J Simpson Br
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Azerbaijan To Build One Kilometer-Tall Skyscraper



Developers in Azerbaijan are planning to build a kilometer-high tower that would, obviously, be the world’s tallest. As News.az reports, Haji Ibrahim Nehramli, president of the Avesta Group of Companies, promises that the Azerbaijan Tower, as the project is being called, would rise 1,050 meters with 189 floors to dwarf both the Burj Khalifa (by 220 meters or 722 feet) and the Kingdom Tower currently planned for Jeddah, Saudi Arabia (by 50 meters or 164 feet). That’s not all. The Avesta Group will be planting their tower on an artificial island in the Caspian Sea, at the foot of virginal beaches and crystalline waters .

The Azerbaijan Tower will be the crowning centerpiece of the Khazar Islands, a $100 billion city of 41 artificial islands that will spread 2,000 hectares over the Caspian. The buoyant metropolis is being planned for 1 million residents, who will be housed in endless rows of high-rises ranging for 25 to 60 stories in height with access to over 150 schools, 50 hospitals and daycare centers, plus numerous parks, shopping malls, cultural centers, university campuses, and even a Formula 1 racetrack. The city will be equipped with a robust network of “innovative” bridges and infrastructure that will link outlying islands to the urban core, while a large municipal airport will provide access to and from the radiant city.

To briefly focus on the tower itself–much could be said on the vacuity of the entire project–the form altogether shuns the slim, shard-like profiles that characterize the current crop of Brobdingnagian skyscraper design. Instead, it curiously alludes both to the platonic massings of Constructivist projects (via corporate High-Tech of ’80s and ’90s) and various paper arcologies of the last quarter of the past century, from the Metabolists to the Sims. Construction on the Azerbaijan Tower is set to break ground in 2015 and will continue onto completion in 2018-2019 at a cost of $2 billion. And like all of the city’s other structures, the tower has been designed to withstand up to a 9.0 magnitude quake. The Khazar Islands are scheduled to be ready by 2022. Click through for more images!







http://www.architizer.com/en_us/blog...ll-skyscraper/


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Old February 10th, 2012, 06:11 PM   #46
Joseluis32
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190 pavimentos enquanto no Brasil não chega direito a 60 andares. ÊÊÊ pobreza!
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Old February 19th, 2012, 10:42 PM   #47
renan braga
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190 pavimentos enquanto no Brasil não chega direito a 60 andares. ÊÊÊ pobreza!
kk,não é pobreza,é atraso mesmo,mais até a virada da década,nos ganhamos "gigante"Extra padrões tupíniquins
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Old March 13th, 2012, 10:28 PM   #48
J Simpson Br
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Foster & Partners ganha sinal verde para construir mais altas torres gêmeas da Europa Ocidental



O projeto que vai incorporar duas torres gigantes, de 320m cada, ao skyline de Paris é de 2009, mas, só agora foi aprovado e teve a “permissão para construir” garantida. E o responsável pelo feito é ninguém menos do que o badalado escritório de sir. Norman Foster, o Foster & Partners.

As mais altas torres de uso misto da Europa Ocidental, ficarão no distrito de La Défense, às margens do rio Sena, e vão de encontro ao antigo plano urbanístico da famosa cidade, que, a partir da Torre Eiffel, quebrou o molde de prédios altos.

Além de altas, as torres que vão alterar drasticamente – e para sempre - o horizonte da cidade, estão posicionadas lado a lado - são gêmeas, assim como as antigas do World Trade Center, em NY.

O conjunto de uso misto nomeado “Hermitage Plaza” contará com com cafés, lojas e uma praça pública ao nível do solo – que vai enterrar uma estrada movimentada de carros e se estender em um passeio público até o rio -, além de um hotel, spa, apartamentos e escritórios.

A estrutura, altamente eficiente, usa menos aço e enfatiza as proporções esbeltas das torres. As fachadas, em forma de losango, afunilam à medida que a altura do edifício aumenta, dando, assim, uma forma torcida ao prédio. É justamente esta torção que cria a praça púbilica no inferior da edificação.

O projeto faz parte de um esforço para revitalizar a área e deve, ainda, atrair alta densidade para o entorno, além de permitir que os residentes tenham acesso a muitos dos serviços de que necessitam em um único local.



http://www.arqbacana.com.br/news/Fos...ropa+Ocidental

Até que enfim essas belezinhas serão construídas!
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Old March 14th, 2012, 09:18 AM   #49
lyy741
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Pelas imagens deu para ver que era do Penna, antes de ler a matéria.


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Old March 20th, 2012, 09:28 PM   #50
imoveisnaserra
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Catedral Caxias do Sul

Originalmente, ao chegarem os primeiros colonos a Caxias do Sul, em 1875, a região dependia eclesiasticamente da Paróquia São José do Hortêncio, cuja sede ficava no atual município de São Sebastião do Caí. O primeiro pároco a atender a nova população instalada foi o Padre Carlos Blees.
Em 19 de maio de 1877 chegou à colônia o seu primeiro Capelão Colonial, o Padre Antônio Passaggi, que celebrava os cultos numa cabaninha feita de taquaras, no antigo cemitério, na rua Bento Gonçalves, tendo como pároco o Padre Augusto Finotti. Tão pobre era que o tabernáculo, para guarda do Santíssimo Sacramento, era a caixa de um velho relógio de parede.


Primeira Matriz de Caxias, década de 1880


A Catedral em 1899.


Altar-mor de Francisco Meneguzzo.
Em seguida, serviu de igreja uma casinha cedida por Luigi del Canale, na Avenida Júlio de Castilhos. Daí foi transferida para outra casa, alugada, de Carlos Gatti, que foi destruída por um incêndio em 1886, junto com todo o arquivo paroquial. Foi então construído um grande templo em madeira, a Matriz, no local onde hoje está erguida a catedral, no centro de Caxias.
Em 26 de abril de 1884, sendo criada a Freguesia de Santa Teresa de Caxias, desligando-a de São Sebastião do Caí, o Bispo Dom Sebastião Dias Laranjeira em 20 de maio do mesmo ano indicou como vigário o Padre Augusto Finotti, que permaneceu no cargo apenas 15 dias, sucedendo-o o Padre Agostinho Magon.
Em 1888 assumiram a direção da paróquia os padres Palotinos, oriundos da Alemanha, que fizeram vir de Bochum os sinos de aço do templo, pagando por eles a soma de cinco contos de réis, e as imagens do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria, realizadas na Real Escola de Artes de Munique.
A paróquia foi elevada a diocese em 8 de setembro de 1934, sendo indicado como primeiro Bispo Dom José Barea, empossado em 11 de fevereiro de 1936, passando a antiga Matriz denominar-se Catedral.
__________________
Imóveis em Caxias do Sul

Last edited by imoveisnaserra; March 20th, 2012 at 09:36 PM.
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Old March 25th, 2012, 05:05 AM   #51
laduchessa
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Interesante thread...
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Old May 1st, 2012, 06:36 AM   #52
erissonv
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Prefeitura proibirá outdoors no Centro e na Zona Sul

Inspirado na Lei Cidade Limpa, o decreto será publicado nesta quarta-feira
ISABELA BASTOS
LEONARDO GUANDELINE
Publicado:
30/04/12 - 23h31
Atualizado:
30/04/12 - 23h48


Propagandas no alto dos prédios da Avenida Beira Mar, no Centro da cidade

GABRIEL DE PAIVA / O GLOBO

RIO - A primeira visão de quem chega ao Rio pelo Elevado do Gasômetro é um anúncio de plano de saúde — a segunda, o Cristo Redentor. Enorme, a propaganda ocupa toda a lateral de um prédio, disputando a atenção com as montanhas do Sumaré e do Corcovado. A poluição visual que suja a paisagem do Rio entrou na mira da prefeitura, mas só no Centro e na Zona Sul. Um decreto que será publicado nesta quarta-feira pelo prefeito Eduardo Paes proibirá boa parte da publicidade em imóveis de 22 bairros. Inspirado na Lei Cidade Limpa, sancionada em São Paulo em 2007, o decreto criará a Zona de Preservação Paisagística e Ambiental (ZPPA), onde anúncios em outdoors, empenas, marquises e no alto de edifícios serão proibidos. Batizado de “Rio Limpo”, prevê ainda que letreiros de lojas, bares, restaurantes, bancos e shoppings tenham tamanhos de um e meio, quatro ou dez metros quadrados, conforme a largura da fachada do imóvel. Apesar do prometido rigor, a legislação carioca é bem mais generosa do que a paulistana, que vale para toda a cidade e se estende até mesmo aos anúncios veiculados em ônibus e táxis.
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Publicidade em prédios: a poluição visual com dias contados
— O Rio tem uma beleza fantástica e a publicidade briga com isso. É essa ambiência que se quer proteger. Estamos criando a Apac da publicidade. Escolhemos Centro e Zona Sul por serem turísticos, mas a ideia é ampliar o decreto depois de um ano — diz Paes.
De acordo com o prefeito, o princípio será proibir a publicidade em imóveis que possa ser vista da rua. A legislação terá, porém, exceções. O comércio poderá exibir os chamados anúncios indicativos, que levam os nomes dos estabelecimentos, mas limitados no tamanho. Lojas com até dez metros de largura de fachada poderão ter placas de 1,5 metro quadrado. Fachadas de 11 a cem metros de largura poderão ter anúncio com quatro metros quadrados. Já as fachadas com mais de cem metros de largura, dois anúncios de dez metros quadrados cada. Os nomes dos estabelecimentos não poderão ser acompanhados de marcas publicitárias.
A segunda exceção são os totens, que poderão ser usados apenas nos imóveis com afastamento frontal em relação à rua. Eles poderão ter, no máximo, seis metros de altura, e a propaganda será limitada a dois metros quadrados da face dos equipamentos. Propagandas em mobiliário urbano, como bancas de jornais, abrigos de ônibus e relógios, criados para esse fim, continuarão a ser permitidas, assim como anúncios em estandes de venda de imóveis em construção. Banners de peças de teatro e filmes em cartaz também ficarão fora da proibição, mas não poderão ocupar mais que 10% das fachadas.
Rigoroso, mas só com os outros
Implacável com a propaganda dos outros, o “Rio Limpo” será, contudo, complacente com a publicidade do poder público ou com aquela autorizada por ele. Paes disse que peças institucionais da prefeitura serão enquadradas na última das exceções: a dos anúncios transitórios, de eventos de interesse do município, de caráter cultural, esportivo, social ou educativo, autorizados caso a caso pelo próprio prefeito. Como por exemplo as propagandas de projetos como o serviço de teleatendimento 1746, que decora ostensivamente a sede da prefeitura, na Cidade Nova. O município admitiu ainda que a propaganda institucional também poderá ter algum tipo de publicidade embutida, de parceiros em projetos especiais. Um exemplo é o caso do réveillon, que, apesar de ser um evento público, é financiado por patrocinadores.
— Tem o aspecto monetário do valor da paisagem do Rio. A exposição publicitária tem que valer muito onde for permitida — afirmou Paes.
Não é a primeira vez que a prefeitura anuncia normas para tentar frear a poluição visual no Rio. Desde 1985, foram editados pelo menos dois decretos e duas leis municipais com essa finalidade, além do assunto ter destaque na Lei Orgânica do município e no Código de Posturas. Tantas regras, porém, não impediram a proliferação da propaganda. Agora, Paes acredita que a simplificação facilitará a fiscalização.
— A legislação que rege a propaganda no Rio é uma colcha de retalhos, um verdadeiro sururu. Ninguém entende. Assim como o Cidade Limpa de São Paulo, o Rio Limpo é radical e simples. Todo mundo vai poder fiscalizar.
O decreto carioca não será porém tão drástico quanto a lei paulistana. No Rio, os anúncios em ônibus continuarão a ser regidos por uma lei de 1992, que permite cinco peças por veículo. Já a propaganda nos táxis é prevista numa resolução da Secretaria municipal de Transportes, de 2008. Os quiosques da orla também poderão continuar a ter publicidade, normatizada pelo Código de Posturas municipal.
Outdoors, empenas e letreiros no topo de prédios serão os primeiros alvos da prefeitura, que começa amanhã mesmo a fazer a retirada compulsória desses anúncios, mesmo os que tenham obtido licenciamento anterior do município. Com a publicação do decreto, essas licenças perderão automaticamente a validade. Operações especiais estão sendo programadas pela Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop). Segundo o secretário Alex Costa, no Centro e na Zona Sul há 30 outdoors, 200 propagandas em empenas e 70 letreiros em coberturas, cujos alvarás perderão o efeito. Já os irregulares são estimados em 25% sobre esses números.
A nova legislação atinge em cheio os condomínios que alugam espaço para publicidade. Um mercado rentável, segundo o vice-presidente de assuntos condominais do Sindicato da Habitação (Secovi) do Rio, Leonardo Schneider, que diz que um espaço publicitário pode valer R$ 100 mil, dependendo do local do edifício, o tamanho da propaganda e o tempo de exposição:
— Lugares com mais gente são mais valorizados. Um letreiro rende ao edifício de R$ 10 mil a R$ 20 mil por tempo de exposição. No caso de empenas, é mais caro. Na Avenida Presidente Vargas, por exemplo, pode ter um retorno de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Na Zona Sul, varia de R$ 20 mil a R$ 50 mil.
O “Rio Limpo” enquadrará ainda grandes centros comerciais e shoppings, como o São Conrado Fashion Mall, o Shopping Leblon e o Rio Design Leblon, que têm as fachadas tomadas por propaganda. O mesmo acontecerá com os letreiros de bares e botequins, onde é comum o nome do estabelecimento surgir ao lado de marcas de cerveja. Paes reclamou desse tipo de propaganda que, segundo ele, estaria pasteurizando a paisagem.
— O legal é você ter as peculiaridades de cada bar, os letreiros diferentes. E as cervejarias estão deixando tudo igual — afirma o prefeito.
Os estabelecimentos terão até 180 dias para adequar seus letreiros aos novos tamanhos. Esse prazo vale para os estabelecimentos que possuem alvará das propagandas. Já os irregulares terão apenas 90 dias. Quem não se enquadrar poderá ser multado em R$ 570 por dia. A multa dobra de valor em caso de reincidência.
Em São Paulo, lei proíbe anúncio em ônibus e táxis
A Lei Cidade Limpa, criada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), está em vigor em São Paulo desde 1º de janeiro de 2007 e vale, desde o início, para toda a cidade. Proíbe qualquer tipo de publicidade externa, como outdoors e painéis em fachada de prédios. No comércio, o tamanho permitido do letreiro de identificação ou ramo de atividade varia de acordo com a testada (linha divisória entre o imóvel e a via pública). Em caso de descumprimento, a legislação prevê multas a partir de R$ 10 mil.Ela proíbe também a publicidade em ônibus, táxis e bicicletas, além da distribuição de folhetos publicitários, como o de imóveis nas ruas. A fiscalização fica a cargo de agentes das 31 subprefeituras da cidade. Além de ir à subprefeitura mais próxima de sua casa, o cidadão que quiser denunciar publicidade irregular também pode fazê-lo pelo telefone 156.
Em São Paulo, no entanto, há exceções à Lei Cidade Limpa. Entre elas, estão os cartazes de eventos culturais, exibidos no local da atividade. E há limite em relação ao tamanho. Nesse caso, devem ter 10% da área total das fachadas e 10% da extensão da testada. No caso de anúncios que já estão associados à paisagem da cidade, como a tradicional árvore de Natal do Ibirapuera, ou que têm valor histórico, cabe análise pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana.
Efetivamente, a cidade ficou mais limpa visualmente, sem outdoors, faixas e cartazes. Nos primeiros meses em vigor, a lei foi contestada na Justiça, sem sucesso, por vários estabelecimentos comerciais e agências de publicidade, além de sindicatos, como o das distribuidoras de combustíveis, através de mandados de segurança e ações ordinárias. Alguns estabelecimentos, na ocasião, conseguiram liminares na Justiça, alegando — na maioria dos casos — inconstitucionalidade. Em 2008, no entanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo considerou a Lei Cidade Limpa constitucional e cassou todas as liminares.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/prefeitu...#ixzz1taMheGzL
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Old August 22nd, 2012, 12:08 AM   #53
J Simpson Br
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Photo Mash-Up Reinterprets The Brazilian Favela



The term favela is most often associated with the plight of the impoverished urban areas of Brazil. With a census-estimated 11.4 million Brazilians still living in such shanty towns, the over-populated slums reside along the edges of main cities. Spanish artist Dionisio González has reimagined traditional Brazilian favelas in a surrealist photo series.





In what appears to be a collection of immaculate images of dense urban dwellings, González’s favelas series is actually a photo mash-up of contemporary urban spaces. Creating a collage of images, shantytowns come to life through a heavy incorporation of glass, angles, and modern facades. The series features both large and small panoramic images of the different favelas, each ranging from meager to surreal in terms of construction and structure.





http://www.architizer.com/en_us/blog...zilian-favela/
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Old August 22nd, 2012, 12:46 AM   #54
Tiago Domiciano
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Bem interessante.
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Old September 7th, 2012, 11:20 PM   #55
laduchessa
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La verdad que se notan los avances, exelente arquitectura.
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Old September 13th, 2012, 12:58 AM   #56
Julio Rocha
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Casal de ingleses constrói casa em reservatório subterrâneo

A propriedade é uma das mais inusitadas da Grã Bretanha

Joana Gontijo - Lugar Certo
Publicação: 11/09/2012 11:43 Atualização: 11/09/2012 11:57




Um casal de ingleses passou três anos criando uma das propriedades mais incomuns da Grã Bretanha. Depois de se apaixonar por uma área de quase 2 mil metros quadrados no centro de uma colina em Sidmouth, Devon, o engenheiro civil Robert Hardy e sua esposa Ann começaram o gigantesco projeto para converter um antigo reservatório subterrâneo em uma casa luxuosa.

O reservatório desativado parecia um tambor de concreto e tinha ficado sem uso por cinco anos, quando foi comprado pela companhia South Water Oeste, em 2008. A empresa de água estava vendendo a permissão de planejamento para o espaço que depois foi transformado em uma casa de cinco quartos, a um preço que quase chegou a R$ 1 milhão.


Em entrevista ao site do jornal britânico Daily Mail, Mail Online, Robert Hardy, de 49 anos, disse que muitos zombaram da ideia, mas que a dificuldade do projeto foi justamente o maior atrativo para ele. “Passei anos fazendo projetos de urbanização para áreas rurais, e isso é muito chato. A proposta para esta construção tinha muitos aspectos interessantes. Como lidar com problemas de altura, com a luz, como descobrir o tambor? Foi fascinante”, conta.

Alguns meses após terem conhecido o local, o casal vendeu sua antiga propriedade próximo a Helston, e mudaram-se para investir no novo sonho. No início, principalmente devido à crise financeira de 2008, eles passaram por algumas dificuldades em relação ao custo da obra que, por si só, representou outro grande desafio.

Como demonstra a reportagem do Mail Online, o trabalho começou em março de 2008, quando a relva foi removida da parte superior da cúpula - uma tarefa que tinha que ser feita à mão. Em seguida, os soldadores tiveram que descer na escuridão do tambor concreto, iluminada apenas pelas luzes de 110V, para erguer as vigas de aço que se tornariam o esqueleto da casa.


Robert e Ann investiram no improvável para criar um casa criativa e luxuosaApesar de tudo, Ann, 51, permaneceu implacável. “Isso nunca foi apenas um tambor frio, úmido e escuro para mim. Eu poderia ver seu potencial. Foi todo um desafio emocionante, e eu tinha fé em Robert”, disse ao Mail Online. Depois que a cúpula foi aberta para o céu, as paredes frontais de vidro e alumínio foram erguidas, transformando o espaço em um idílio ultra-moderno.

Foi instalado um sistema de drenagem para dispersar a água da chuva do pátio, e o reboco começou. Finalmente, após quase três anos, a relva artificial foi colocada no telhado, fazendo com que a casa ficasse quase indistinguível do campo que a circunda.

Infelizmente, o casal visionário não pôde desfrutar do "O reservatório", como é a estrutura é chamada agora. Robert sofreu um acidente ao cair de uma escada, e os médicos recomendaram repouso por um bom tempo. Assim, a casa está à venda por cerca de R$ 4 milhões, valorizada na região que é cada vez mais procurada pelos britânicos como opção para morada de campo, e já há um número considerável de possíveis compradores.

Fonte:
http://estadodeminas.lugarcerto.com....terraneo.shtml
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Old September 13th, 2012, 01:00 AM   #57
Julio Rocha
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Casa em reservatório

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Fonte:
http://estadodeminas.lugarcerto.com....rvatorio.shtml
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Old September 13th, 2012, 01:05 AM   #58
Julio Rocha
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Eu adoro patios!
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Old September 13th, 2012, 02:10 AM   #59
RyanWolf
to gulag!
 
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Genial e muito bonito!
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Old September 13th, 2012, 06:39 PM   #60
Julio Rocha
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Habitação »

Casas populares agora contam com alto padrão de execução

Inovação na construção de unidades do programa Minha casa, minha vida permite moradias com acabamento de primeira e baixo impacto no meio ambiente

Elian Guimarães - Estado de Minas
Publicação: 13/09/2012 10:25 Atualização:



Construção a seco em Ponta Grossa (PR) com a utilização de mão de obra qualificada e bem treinada, gera redução de resíduos

Uma tecnologia de construção a seco foi utilizada pela primeira vez no programa Minha casa, minha vida, na cidade de Ponta Grossa, Paraná. O projeto-piloto, que entregou, no fim de agosto, 40 das 300 casas construídas (260 em alvenaria tradicional), serviu de laboratório para a empresa Saint-Gobain, que se baseou nos resultados de uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Segundo o diretor de projetos e marketing da Habitat, da Saint-Gobain, Paulo Perez, o sistema construtivo a seco, conceito já usado em vários países, é uma fórmula leve de construção que substitui as tradicionais alvenarias. É industrializado e composto por estrutura de perfis leves de aço, revestida por diversos materiais. O revestimento exterior é feito com placas planas de fibrocimento, sem amianto.

A estrutura de aço pré-fabricada chega em partes ao canteiro de obras e a casa é montada no local. Posteriormente, é colocado o telhado, o revestimento externo e o isolamento térmico: “É uma montagem de uma casa na estrutura, onde tudo chega na obra na dimensão que será utilizada.”

A vantagem, segundo Perez, está na velocidade de construção. Considerando a fundação pronta, uma construção tradicional levaria 40 dias para estar no ponto de acabamento. Com o sistema, o prazo é de nove dias. Além do desperdício de materiais próximo de zero, tudo já vai parao canteiro de obras sob medida e o construtor não precisa dispor de espaços para manejo de rejeitos. Isso resulta numa obra mais limpa, melhor organizada, mais segura, melhor administrada e com o mínimo de impacto no ambiente.

PLACAS

O acabamento é outro grande diferencial do sistema de construção a seco. Os materiais empregados são os mesmos presentes em obras de alto padrão, resultando num produto final com acabamento totalmente diferente das habitações populares tradicionais. “Trata-se de uma verdadeira industrialização da construção, utilizando placas cimentícias sem amianto, produtos para isolação térmica e acústica em lã de vidro e placas de drywall”.

Soluções para o futuro
Além de baratear a obra e oferecer mais conforto, tecnologia está alinhada com a estratégia mundial de construção de moradias mediante os desafios da sustentabilidade

O desenvolvimento e adaptação do sistema de construção a seco à realidade brasileira foi conduzido pela Saint-Gobain nos últimos três anos. “O projeto teve início com estudos realizados pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para as questões estruturais, foi acompanhado por uma empresa especializada em tecnologia de construção, o Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), e submetido a vários ensaios técnicos conduzidos por instituições avaliadoras de credibilidade nacional, como o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)”, detalha Paulo Perez, diretor de projetos e marketing da Habitat.

A Caixa Econômica Federal apoia a utilização de novas tecnologias por meio da aceitação de sistemas construtivos inovadores, na medida em que mantém um grupo de profissionais do quadro altamente especializado e reconhecido, inclusive no exterior, que conduz as análises com base nos relatórios dos ensaios das instituições técnicas oficiais dos sistemas inovadores.

Segundo o diretor da Habitat, o novo sistema a seco está alinhado com a estratégia mundial de oferecer soluções de construção para as casas do futuro, inovando permanentemente para que sejam confortáveis, econômicas e sustentáveis, e que respondam aos desafios da economia de energia, proteção ambiental e as necessidades de crescimento mundial na área de novas habitações.

FACILIDADES

Esse sistema induz, ainda, a uma qualificação da mão de obra. “É necessário que o aplicador seja treinado antes de trabalhar com o sistema, como ocorre com qualquer nova tecnologia que chega ao mercado. Uma melhor qualificação significa mais produtividade com menos esforço, o que é muito bom para o trabalhador”, esclarece Perez.

A empresa oferece treinamento gratuito aos profissionais no que se refere {a aplicação de seus produtos e também noções gerais de como o sistema é constituído. A companhia tem diversos centros de treinamento distribuídos pelo Brasil, além de um centro móvel. Realiza também treinamentos no próprio canteiro de obra para os profissionais da construtora em todo empreendimento ligado ao programa Minha casa, minha vida que utilize o sistema, desde que autorizado pela instituição financeira. Em caso de alguma necessidade de manutenção, as placas cimentícias e de drywall aplicadas internamente são de extrema facilidade para se trabalhar, tornando o conserto rápido e simples.

PALAVRA DE ESPECIALISTA: Jeito diferente de morar

Heloísa Pomaro - arquiteta*


“A execução de projetos em steel frame (construção a seco) remete a questões básicas da arquitetura e da engenharia que merecem ser citadas. Matéria nova tanto para construtores como para consumidores, a alternativa suscita mudanças de comportamento há tempo enraizado no jeito de morar brasileiro. Um caso simples, em uma parede que utiliza gesso ou placa cimentícia, por exemplo, um quadro será dependurado com um parafuso e não mais com o prego. Ao optar por esse sistema, o morador receberá um manual da casa, com instruções sobre como ela deverá ser usada. E, talvez, aí esteja a resistência de alguns. É preciso mudar conceitos antigos, adaptar-se à novidade. A cultura da manutenção da moradia é estimulada pelo sistema, que possibilita, por exemplo, o conserto rápido de problemas hidráulicos (três horas, em média, sem o famigerado ‘quebra-quebra’ que redunda em prejuízos e perda de tempo) e elétricos.”

* CBCA/Revista Sistemas Prediais - edição 17/2010

Fonte:
http://estadodeminas.lugarcerto.com....execucao.shtml
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