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Old July 9th, 2011, 09:10 PM   #1
Cidade_Branca
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Óbidos | Empreendimento Falésia d’el Rey

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Investimento privado de 200 milhões de euros em Óbidos Um dos maiores investimentos privados realizados em Portugal, no valor de 200 milhões de euros, vai começar, muito em breve, a ser construído em Óbidos.
05 Julho 2011, 22:09 - O processo de licenciamento do empreendimento Falésia d’el Rey deu entrada no passado dia 30 de Junho, nos serviços da Câmara Municipal. O projecto tem vindo a ser trabalhado nos últimos 10 anos e o alvará que vai ser emitido até ao final de Agosto confirma as perspectivas de encaixe de receita extraordinária, quer para este ano quer para os próximos anos. Segundo Humberto Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Óbidos, “a emissão do alvará significa a entrada de alguns milhões de euros nos cofres da autarquia”, dinheiro essencial “para continuar a aumentar a qualidade de vida dos nossos cidadãos”.
O autarca, que falava na reunião da Assembleia Municipal, realizada a 30 de Junho, afirmou que o actual executivo, nos últimos 10 anos, “mudou o paradigma do concelho de Óbidos”. “Os números falam por si, não só no investimento público que tem sido feito, mas, acima de tudo, no investimento privado. Estamos, de facto, em contraposição com a realidade actual do País”, realçou, destacando o Projecto de Interesse Nacional da Falésia d’el Rey.
O vice-presidente deixou ainda uma mensagem para os autarcas de freguesia, assegurando que “este é um momento para estarmos todos satisfeitos. Vamos ter receitas extraordinárias e, por isso, vamos todos ter a possibilidade de oferecer mais qualidade de vida à nossa população”.
Recorde-se que o empreendimento Falésia D’el Rey vai ocupar uma área correspondente a 230 hectares de orla costeira, no topo da falésia, com vista sobre o mar nas proximidades da Lagoa de Óbidos. O Falésia D’El Rey será um resort de cinco estrelas de luxo, com um campo de golfe de 18 buracos que se estende ao longo de dois quilómetros de praia, um clube de golfe, um hotel de cinco estrelas contemporâneo, com vista mar e um boutique hotel com Spa, além de piscinas, campos de ténis, lojas, circuitos desportivos e outros apoios.
O resort terá 475 propriedades de luxo, posicionadas ao longo do campo de golfe, concebido pelo conhecido arquitecto americano Pete Dye, com vista mar, que variam desde apartamentos (192), moradias em banda (205) e moradias isoladas (78). O projecto é assinado pelo premiado arquitecto Mário Sua Kay.
in http://maiortv.com.pt/noticias/inves...ticias308.html


Quote:
Investimento privado de 200 milhões de euros em Óbidos
Julho 7th, 2011 Sem Comentários


Um dos maiores investimentos privados realizados em Portugal, no valor de 200 milhões de euros, vai começar, muito em breve, em Óbidos. O processo de licenciamento do empreendimento Falésia d’el Rey deu entrada no passado dia 30, nos serviços da Câmara Municipal.

O projecto tem vindo a ser trabalhado nos últimos 10 anos e o alvará que vai ser emitido até ao final de Agosto confirma as perspectivas de encaixe de receita extraordinária, quer para este ano quer para os próximos anos.

Segundo Humberto Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Óbidos, “a emissão do alvará significa a entrada de alguns milhões de euros nos cofres da autarquia”, dinheiro essencial “para continuar a aumentar a qualidade de vida dos nossos cidadãos”.

O autarca, que falava na reunião da Assembleia Municipal, realizada a 30 de Junho, afirmou que o actual executivo, nos últimos 10 anos, “mudou o paradigma do concelho de Óbidos”. “Os números falam por si, não só no investimento público que tem sido feito, mas, acima tudo, no investimento privado. Estamos, de facto, em contraposição com a realidade actual do País”, realçou, destacando o Projecto de Interesse Nacional da Falésia d’el Rey.

O vice-presidente deixou ainda uma mensagem para os autarcas de freguesia, assegurando que “este é um momento para estarmos todos satisfeitos. Vamos ter receitas extraordinárias e, por isso, vamos todos ter a possibilidade de oferecer mais qualidade de vida à nossa população”.

O empreendimento Falésia D’el Rey vai ocupar uma área correspondente a 230 hectares de orla costeira, no topo da falésia, com vista sobre o mar nas proximidades da Lagoa de Óbidos. O Falésia D’El Rey será um resort de cinco estrelas de luxo, com um campo de golfe de 18 buracos que se estende ao longo de dois quilómetros de praia, um clube de golfe, um hotel de cinco estrelas contemporâneo, com vista mar e um boutique hotel com Spa, além de piscinas, campos de ténis, lojas, circuitos desportivos e outros apoios.

O resort terá 475 propriedades de luxo, posicionadas ao longo do campo de golfe, concebido pelo conhecido arquitecto americano Pete Dye, com vista mar, que variam desde apartamentos (192), moradias em banda (205) e moradias isoladas (78). O projecto é assinado pelo premiado arquitecto Mário Sua Kay.



Legenda: O empreendimento Falésia D’el Rey vai ocupar uma área correspondente a 230 hectares de orla costeira, no topo da falésia
in http://www.jornaldascaldas.com/index...ros-em-obidos/

Last edited by Cidade_Branca; July 9th, 2011 at 09:17 PM.
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Old July 10th, 2011, 02:08 PM   #2
Barragon
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é mais para o mesmo local...
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Old August 9th, 2015, 01:21 PM   #3
Barragon
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Vários hectares desmatados para mais um resort em Óbidos

Vários hectares de terreno estão a ser desmatados para infra-estruturar um empreendimento turístico cuja empresa está insolvente. Não há garantias de que o resort seja construído.

http://www.publico.pt/local/noticia/...obidos-1704262

São dezenas de máquinas que laboram numa extensa área perto do mar e da lagoa de Óbidos e que deixam atrás de si enormes clareiras numa paisagem que até há pouco era composta de árvores e mato que protegiam as dunas. O cenário é quase dantesco porque onde antes havia vegetação vêem-se agora grandes extensões de terrenos arenosos.

Trata-se do início da construção de mais um resort (o quinto) na zona do Bom Sucesso, designado Falésias D’El Rey e que tem previsto um hotel de cinco estrelas, um boutique hotel, 475 apartamentos e moradias de luxo, piscinas, campos de ténis e um campo de golfe com 18 buracos. Um investimento de 200 milhões de euros, mas que, para já, está limitado a 19 milhões. É que, nesta fase, o que está licenciado é a construção das infraestruturas, campo de golfe e club house. “As restantes obras não têm qualquer prazo, dependendo da vontade do promotor e das condições do mercado”, disse ao PÚBLICO fonte oficial da Câmara de Óbidos.

E quem é o promotor? A massa insolvente da empresa Crissier SA. É isso que consta no próprio cartaz afixado nos estaleiros. A obra está a ser gerida por um administrador judicial provisório visto que a empresa detentora do alvará de construção – Crissier Portuguesa Empreendimentos Turísticos e Imobiliários SA – está em fase de liquidação. O próprio município reconhece que não tem qualquer outro interlocutor.

Ao lado destas terraplanagens está um meio resort – o Royal Óbidos que tem apenas um hotel de cinco estrelas e uma zona infraestruturada onde ainda não foram construídas moradias. Não muito longe, o Bom Sucesso – Design Resort luta pela sobrevivência estando também insolvente a maioria das empresas que compõem a sua estrutura accionista.

Ou seja, os restantes quatro resorts vizinhos do Falésias D’El Rey sucumbiram à crise do imobiliário e estão longe de ser um êxito comercial. E este só tem previsto, para já, ser um campo de golfe e há razões para temer que não passe apenas disso.

Maria João Mello, da Plataforma de Defesa do Bom Sucesso, diz-se surpreendida com o aparecimento súbito de mais um resort. “O aviso do empreendimento estava lá, mas deu-se a crise, os outros resorts foram à falência e nunca pensámos que de repente este fosse avançar. Os outros empreendimentos na zona não deram certo e nós achamos que esta área ficaria protegida”, diz, reconhecendo que ela própria, os ecologistas, a comunicação social e muitos cidadãos activos “estiveram a dormir”, ou descansaram pensando que isto nunca iria ser construído.

A representante deste movimento cívico (composto por 700 pessoas no Facebook e uma vintena de elementos mais activos) diz que os outros resorts (Bom Sucesso-Design Resort, Quintas de Óbidos, Royal Óbidos e Praia D'El Rey Marriot) foram construídos mais para o interior, em zonas em que o solo e a vegetação eram mais pobres. Mas o Falésia D’el Rey representa uma zona “que era o último reduto porque está mais perto do mar”. Maria João Mello diz que foi destruída mata com vários séculos e que isso agora aumenta a erosão da costa por via dos ventos e das chuvas que “atacam” zonas dunares desprotegidas.

E tudo isto é legal porque o empreendimento em causa é um projecto PIN (Projecto de Interesse Nacional). “A Câmara de Óbidos não tem grande poder de manobra neste processo e quem se está a portar mal é a Agência Portuguesa do Ambiente”, diz Maria João Mello. É que, conta, a estruturas técnicas deram pareceres desfavoráveis a este projecto, mas o mesmo foi aprovado “por cima”.

A Câmara de Óbidos diz que o promotor tem direitos de construção adquiridos desde 1997 e que inicialmente o projecto previa uma área edificada de 15% dos seus 240 hectares, tendo o município, após negociações, conseguido reduzir essa percentagem para 5%. E assegurou ainda que “a área de costa manter-se-á intocável numa faixa de 500 metros”.

Segundo a autarquia, as taxas pagas pelo promotor para o licenciamento destas infraestruturas representam um total de cerca de 10 milhões de euros.

Nas últimas décadas, graças aos resorts do Bom Sucesso, o município de Óbidos tem tido receitas extraordinárias invejáveis para a maioria dos concelhos do país. Em 2009, as receitas do IMT per capita era sete vezes maiores do que a média nacional e o dobro da média do próprios concelhos algarvios.
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Old October 2nd, 2015, 12:35 AM   #4
QuincyOwusuMagro
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É engraçado verificar que o mercado imobiliário, mesmo tendo em consideração o evidente excesso de capacidade existente numa determinada área (neste caso na Praia d'el Rey), persiste em fazer mais do mesmo, no mesmo sítio, conduzindo inevitavelmente à subdivisão prematura da propriedade (neste caso através da transformação de solo rústico em usos urbanos).

Confesso que pouco conheço deste local: o ano passado frequentei apenas o primeiro dos empreendimentos implementados nesta área e o tempo que despendi no mesmo, foi escasso. Tendo sido em Agosto (ainda que durante a 2ª quinzena), qual não foi o meu espanto quando verifiquei um aparente abandono da maioria das estruturas (ausência de movimento). Este espaço estava, na sua maioria (assim por alto), vazio e podem sempre dizer que o objectivo é mesmo não ter muita afluência, sendo por essa via, um lugar mais restrito (como o próprio nome indica, um projecto desta natureza pretende criar um local tranquilo, muito ligado à natureza, onde os utilizadores possam beneficiar da calma que este espaço transmite, portanto, o retrato oposto daquilo que se verifica numa cidade movimentada).

Contudo, mesmo este primeiro projecto revela algumas falhas graves: está apenas parcialmente implementado, o que é visível no número de lotes vagos e no número de lotes ocupados por edifícios inacabados - mesmo que os arruamentos, onde se concentram os lotes vazios possam, por hipótese decorrer de alterações ao projecto inicialmente aprovado (algo que desconheço, uma vez que não acedi a mais informação do que aquela que está disponível nesta página).

No entanto, as imagens de satélite recentes, juntamente com a informação disponibilizada aqui, confirmam o problema da subdivisão prematura da propriedade. As noticias aqui expostas falam de um quinto empreendimento (avaliado em 200 milhões de euros) numa área onde os restantes permanecem vazios (exemplos de empreendimentos que têm um hotel e obras de infra-estruturação concluídas para servir um nº indeterminado de lotes vagos estão longe de ser um sucesso ao nível do rendimento gerado pela utilização dos imóveis, no sentido pelo menos de acrescentar valor para a comunidade onde estão inseridos). Estes exemplos de loteamentos falhados (em particular a sua multiplicação), são a melhor explicação para a origem da crise financeira de 2008, no entanto, em Portugal raramente se faz uma associação directa entre estes dois factos. Por esta via, nunca se reconhece o problema, logo a solução é insistir no mesmo.

O município recebe 10 milhões pelo alvará de loteamento (e ainda terá a receber os montantes do valor das licenças de construção de cada um dos lotes) e ao mesmo tempo beneficia de uma das mais elevadas receitas per capita (a nível nacional) do IMT, contudo existem questões/dilemas que merecem ser colocadas:

(i) Os lotes vagos, que segundo a fonte da CMO, não têm qualquer horizonte previsto para a sua consolidação e como tal pagarão muito menos de IMI, enquanto assim permanecerem;
(ii) A área de infra-estruturas gerida pelo município ou por subsidiárias ou por concessão a privados, etc... aumenta com a aprovação avulsa de loteamentos. Então, tendo em consideração que os encargos de exploração das infra-estruturas de distribuição de água, eletricidade, telecomunicações, gás natural (se existir), e saneamento, etc aumentam com a ampliação da respectiva rede, pergunto de que forma têm aumentado, nos últimos anos, os custos de consumo destes mesmos recursos para os utilizadores permanentes (habitantes do município ou municípios vizinhos) que são abastecidos por estas?

Por último, resta-me apenas lamentar que continue a existir uma grande conformidade em relação à questão dos direitos adquiridos: Uma das maiores contradições do quadro jurídico português é precisamente a incompatibilidade entre o peso dado aos direitos adquiridos por particulares (ainda que o alvará tenha caducado e o plano municipal de ordenamento do território tenha expirado o seu horizonte legal: regra geral 10 anos ou 5 no caso de PP) e o peso dado aos direitos de todos os cidadãos, enquanto Comunidade, a poderem usufruir de um território ordenado (ou percebendo que é desordenado e que existem limitações, assumir que podem-se minimizar esses efeitos e impedir a sua propagação). Um assunto que merece, por certo, uma discussão mais detalhada.
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Last edited by QuincyOwusuMagro; October 5th, 2015 at 12:44 AM.
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Old March 9th, 2017, 04:46 PM   #5
RomeuSilva
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Este empreendimento tem estado a andar bem: arruamentos concluidos, entradas/saídas com portões e campo de golfe concluído, com a construção do clubhouse praticamente terminada. Em breve coloco algumas fotos.
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Old March 10th, 2017, 09:21 PM   #6
Barragon
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Excelente ! Obrigado pelas tuas contribuições
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Old March 10th, 2017, 09:31 PM   #7
RomeuSilva
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Excelente ! Obrigado pelas tuas contribuições
Vou começar a contribuir mais com as obras por estes lados
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Old March 10th, 2017, 09:47 PM   #8
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Sim, é uma zona a precisar de dinamização

Qualquer dia dou aí um saltinho.
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Old March 29th, 2017, 05:33 PM   #9
krake
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Marriott investe 1,5 milhões na renovação do hotel de Óbidos

Esta notícia é relacionada com este tópico?

https://www.dinheirovivo.pt/empresas....Chfo4g3m.dpuf
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Old March 31st, 2017, 09:32 PM   #10
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Marriott Praia D’El Rey renovado por 1,5 milhões de euros

http://www.diarioimobiliario.pt/Arqu...lhoes-de-euros



Localizado nas proximidades de Óbidos em plena costa da Prata, o Marriott Praia D’El Rey, reabriu recentemente com espaços renovados, assinados pela arquitecta Rita Gabriel.

"O conceito desenvolvido ao nível dos interiores ganhou forma a partir do contexto físico em que o hotel se encontra, dando ênfase à beleza envolvente através do uso de materiais orgânicos e de uma paleta cromática e de design que permite evidenciar e potenciar os elementos da natureza e os seus recursos. A ideia central do projecto consistiu em tirar partido da localização premium da unidade, criando uma ponte com o interior, realçando e harmonizando os espaços", explica a arquitecta responsável pelo atelier Filosofia do Espaço.

O candeeiro que se encontra no Lobby retrata um bando de aves em movimento, e a escultura localizada na recepção, é inspirada nas escamas de peixe, numa alusão aos cardumes e às ondas que se espraiam nas areias que se estendem mesmo em frente ao hotel. As madeiras orgânicas e o carvalho envelhecido utilizados, permitem em conjunto criar espaços requintados mas que proporcionam ambientes mais acolhedores, modernos e descontraídos.

O exercício de renovação dos espaços de estar, de convívio e restauração, torna-os dinâmicos e flexíveis, permitindo que sejam alterados em função das necessidades.

"As intervenções realizadas garantem a quem nos visita a experiência de se envolver na riqueza natural e patrimonial que a região oferece, sentida tanto dentro como fora do hotel. Hoje, mais do que uma unidade de luxo, somos uma extensão do destino idílico e único que é a região Oeste e, nomeadamente, a Costa da Prata, onde temos o privilégio de estarmos inseridos", adianta Oriol Juvé de Yebra, director comercial do Praia D’El Rey Golf & Beach Resort.
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Old April 5th, 2017, 03:45 PM   #11
RomeuSilva
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Originally Posted by krake View Post
Marriott investe 1,5 milhões na renovação do hotel de Óbidos

Esta notícia é relacionada com este tópico?

https://www.dinheirovivo.pt/empresas....Chfo4g3m.dpuf
Esse hotel é no empreendimento Serra D'el Rey... Existem 4 grandes empreendimentos juntos: Serra d'el Rey, Bom Sucesso, Royal Óbidos e Falésia D'el Rey.
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Old August 2nd, 2017, 08:49 PM   #12
1ºBoaz
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Grupo Pestana transforma Hospital da Misericórdia de Óbidos em pousada



O Hospital da Misericórdia de Óbidos e a Estalagem do Lidador vão ser transformados pelo Grupo Pestana numa segunda Pousada de Portugal, num investimento de dois milhões de euros que criará 15 novos postos de trabalho.

O Plano de Expansão do Pestana Hotel Group, responsável pela exploração da Pousada do Castelo, em Óbidos, foi hoje apresentado na vila onde o CEO, José Theotónio, anunciou a abertura de “uma nova pousada composta por dois novos núcleos”: o antigo Hospital da Misericórdia e a Estalagem do Lidador.

O investimento na recuperação dos dois edifícios vais ser de “dois milhões de euros” que permitirão “triplicar a capacidade de alojamento e criar 15 novos postos de trabalho”, afirmou Luis Castanheira Lopes, presidente do Grupo Pestana Pousadas.

As obras de reabilitação do antigo hospital da Misericórdia, um edifício classificado cedido ao grupo por 2000 euros mensais, vão arrancar no próximo dia 8 e criar 17 novos quartos, que Luis Castanheira Lopes estima que abram ao público em abril de 2018.

Quanto à Estalagem do Lidador, de acordo com o mesmo responsável, “hoje mesmo a ENATUR abriu o concurso público para as obras da sua adaptação a pousada”, o que permitirá criar mais 11 unidades de alojamento que deverão estar concluídas no final do próximo ano.

A Estalagem do Lidador foi o primeiro estabelecimento criado pelo Estado para atividade turística, no final dos anos 30, mas que nunca chegou a funcionar como estalagem.

“Uma espécie de proto-pousada”, segundo Castanheira Lopes, que o Grupo Pestana recupera agora num ciclo de investimento que, quando estiver terminado, dotará as pousadas de Óbidos de um total de 47 alojamentos.

Isto porque a par com os dois novos núcleos o grupo - que em 2014 adquiriu uma casa contígua à muralha da alcáçova e ampliou a Pousada do Castelo, de nove para 17 quartos - tem também em curso obras para a realização de mais dois alojamentos, estimando totalizar os 19 quartos no final deste ano.

Instalada desde 1951 no castelo com mais de 800 anos, a Pousada de Óbidos é a mais antiga da rede de Pousadas de Portugal e “atualmente a que tem maior taxa de ocupação, rondando em média os 80%”, disse Luis Castanheira Lopes aos jornalistas.

O Grupo Pestana que detém, desde 2003, a exploração das Pousadas de Portugal, tem ainda em curso o licenciamento de um novo projeto, em Vila Real de Santos António, vai transformar um conjunto de prédios do centro histórico numa nova pousada.
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Barragon
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é aqui este edifício:

https://www.google.pt/maps/@39.36145.../data=!3m1!1e3
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