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Old September 23rd, 2008, 03:09 PM   #61
Black_Scorpion
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Não deixa de ser importante... quanto mais não seja, pelos postos de trabalho...
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Old October 22nd, 2008, 10:14 PM   #62
djou23
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Vagos: Centro de Saúde com todas as valências a funcionar
Os utentes queixam-se da falta de alcatroamento do acesso e estacionamento, mas a autarquia diz que continua a negociar com os proprietários dos terrenos

Aberto ao público desde 29 de Setembro, o renovado Centro de Saúde de Vagos mantém em funcionamento todas as valências que existiam nas antigas instalações. A garantia foi dada pelo director daquela unidade de saúde, Emídio Gomes, em resposta às dúvidas suscitadas pelo presidente da Câmara de Vagos, que, face aos rumores postos a circular, considerava “inaceitável” que a valência da Medicina Dentária ficasse a funcionar no edifício antigo.
“No velho não ficou nada”, especificou Emídio Gomes, que recebeu um edifício novo e funcional, dotado de condições e meios operacionais “bem melhores que no passado”. “Para os médicos que tinham de trabalhar alternados, por falta de espaço e poucos gabinetes, estamos francamente muito melhor, incluindo a qualidade das instalações e higiene”, assinalou.
Dispondo de dez consultórios médicos e sete gabinetes, quando antes existiam respectivamente seis e cinco, o novo Centro de Saúde de Vagos continua a prestar assistência aos cerca de 24 mil utentes, e mantém, para já, os mesmos recursos humanos – 15 médicos, 14 enfermeiros e pessoal administrativo.
Apenas um senão: o acesso lateral exterior e estacionamento de viaturas continuam por alcatroar, assim como, a estrada que futuramente vai ligar a nova unidade de saúde à povoação de Lombomeão. Os utentes queixam-se da falta de celeridade das obras, e dizem que a situação pode piorar na época das chuvas.
A obra, a cargo da autarquia, estará “dependente de negociações, que ainda decorrem” com alguns dos proprietários dos terrenos adjacentes, admitiu o vereador Fernando Capela, que garante resolver a questão “dentro dos próximos dias”.

Eduardo Jaques

Diário de Aveiro
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Old October 22nd, 2008, 10:15 PM   #63
djou23
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Águeda: Regeneração urbana vale 8 milhões
Em parceria com 10 entidades e associações locais, a autarquia de Águeda quer investir na regeneração urbana da cidade. Ao todo são 10 os projectos que vão ser apresentadas ao QREN

A Câmara de Águeda assinou ontem os protocolos de parceria com dez entidades locais para a formalização de uma candidatura ao QREN (Eixo 2 – Desenvolvimento Urbano do Programa Regional do Centro), que visa a regeneração da cidade no seu núcleo central.
Ao abrigo deste programa, vão ser formalizadas candidaturas para 12 projectos concretos, avaliados em 8.444.399 euros e que terão um financiamento de 5.911.079 euros.
De acordo com Gil Nadais, presidente da Câmara Municipal de Águeda, o que se pretende é “unir as dinâmicas urbanas e industriais levadas a cabo por diferentes actores, podendo de uma forma sintética afirmar-se da seguinte forma: Águeda – a indústria e a cidade ao serviço da inovação e do empreendedorismo”.
Os objectivos operacionais do programa assentam em quatro eixos estratégicos: Águeda, cidade de suporte à Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), valorizando o trabalho já desenvolvido, ancorado na estreita colaboração entre administração local, universidades (fundamentalmente Universidade de Aveiro) e tecido empresarial; Águeda, cidade inclusiva, garantindo a qualidade dos serviços prestados à população da cidade e democratizando o acesso à cultura, desporto e apoio social; Águeda, cidade do bem-estar, recreio e lazer, potenciando a utilização dos espaços da cidade de forma continuada e promovendo actividades orientadas para todos os grupos etários; Águeda, cidade do bem-estar, recreio e lazer, potenciando a utilização dos espaços da cidade de forma continuada e promovendo actividades orientadas para todos os grupos etários.
Os parceiros do programa são a Câmara Municipal de Águeda; Universidade de Aveiro (UA e Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda); Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins – ABIMOTA; Associação Empresarial de Águeda – AEA; Associação Comercial de Águeda – ACOAG; Santa Casa da Misericórdia de Águeda; d’Orfeu – Associação Cultural; Ginásio Clube de Águeda; Orfeão de Águeda; e a Fábrica da Igreja da Paróquia de Águeda
Os projectos são 12 no total, distribuídos pelas seguintes entidades: Centro Urbano do Futuro – desenvolvimento de novos modelos construtivos (Câmara Municipal de Águeda); Modernização Tecnológica do Comércio – centro online WIFI (Câmara Municipal de Águeda); Programa de Marketing para o tecido comercial do Centro e desenvolvimento do centro comercial virtual (Associação Comercial de Águeda); Projecto Integrado da ESTGA (Universidade de Aveiro); Incubadora Cultural de Águeda e Movimentos de Arte, Recreio e Cultura de Águeda – MARCA (D’Orfeu); Teatro de Bolso (Orfeão de Águeda); Espaço Sénior (Santa Casa da Misericórdia de Águeda); CEFAS (Fábrica da Igreja); Espaço Multifunções de Águeda (Ginásio Clube de Águeda); Rede de Espaços Públicos da Cidade de Águeda, requalificação Largo 1.o de Maio e bares (Câmara Municipal de Águeda); requalificação Jardim Conde de Sucena, requalificação envolvente Casa do Adro, requalificação do espaço público do Centro da cidade, requalificação da Rua Fernando Caldeira.

António Jorge Pires

diário de Aveiro
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Old November 1st, 2008, 09:51 PM   #64
esquadro
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edificio Gonçalinho

um projecto de arquitectura com uma qualidade exemplar, difícil de encontrar no panorama da cidade de Aveiro,




um edifício que se identifica como pertencente ao seu tempo temos presente uma parte significativa da história da arquitectura do bairro da Beira-Mar. O edifício Gonçalinho propõe uma arquitectura contemporânea e constrói uma interpretação moderna com uma clara referencia aos edifícios típicos da área em que se insere tanto na tipologia da cobertura proposta como no número e composição de vãos propostos para os alçados, nomeadamente: preconizando uma cobertura de duas águas, três vãos ao nível do r/c, um vão ao nível do 1ºandar, mantendo assim o esquema típico das fenestrações das casas da Beira-mar. Esta referência é igualmente sentida no predomínio dos vãos sobre a parede ao nível do r/c e o inverso no restante alçado, bem como com a utilização de madeira como material de revestimento do último piso.



... um projecto defendido a 100% pelo IPPAR



autores do projecto os arquitectos Pedro Emanuel Aguiar e Paula Maria Santos
mais informações: [email protected]
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Old November 2nd, 2008, 02:17 AM   #65
mynuster
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bem vindo ao forum
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Old November 3rd, 2008, 03:58 PM   #66
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já à uns tempos que n passo ai ao pé do S. Gonsalinho....

qd for beber uns copos a praça a ver se me lembro de lá dar um salto pra ver isso...
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Old November 10th, 2008, 06:51 PM   #67
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Polis investe na ria 96 milhões de euros
2008-11-04
JESUS ZING
Cerca de 96 milhões de euros é quanto o Programa Polis vai investir na ria de Aveiro, entre 2008 e 2012, anunciou o presidente da Câmara de Ílhavo, cuja edilidade aprovou a participação camarária na Sociedade Polis.

O desassoreamento dos principais canais de navegação, o reforço do cordão dunar entre a Costa Nova e a Vagueira, o balizamento e sinalização dos canais de navegação e a construção de uma via ciclável nas margens dos canais principais da ria, são alguns dos principais projectos intermunicipais que a futura Sociedade Polis Litoral Ria de Aveiro vai dinamizar entre 2009 e 2012.

O anuncio foi feito, ontem, por Ribau Esteves, presidente da Câmara de Ílhavo, cuja autarquia aprovou o acordo entre o Ministério do Ambiente e a Comunidade Intermunicipal da região de Aveiro, assim como a participação municipal na capital social da futura sociedade anónima.

Mais de metade (59%) dos 96 milhões de euros a investir na ria de Aveiro serão provenientes de fundos comunitários. O ministério do Ambiente terá a responsabilidade de investir 18%, e o Ministério da Agricultura e a Administração do porto de Aveiro cinco por cento. As associações náuticas ficarão com a responsabilidade de investir três por cento e os municípios agregados na Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (com excepção de Anadia, mas com a integração de Mira), 15%.

O capital social da futura sociedade anónima serão de 31 milhões de euros, com o Ministério do Ambiente a ser responsável por 27 milhões e os municípios por 15 milhões de euros. A responsabilidade do desenvolvimento técnico dos projectos será da Parque Expo.

"É um passo importante para o futuro da ria de Aveiro, e outros passos terão que ser dados para que a ria tenha futuro", comentou Ribau Esteves, na reunião da Câmara de Ílhavo.

jn
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Old November 10th, 2008, 06:52 PM   #68
djou23
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Teresa Fidélis: “Todos reconhecemos a necessidade de aperfeiçoar” gestão da ria
Na primeira entrevista como presidente da ARH do Centro, a docente da Universidade de Aveiro assegura que a gestão da Ria será inovadora e adaptada às suas especificidades




Quais serão as prioridades da ARH do Centro para a Ria de Aveiro?




No organograma da ARH do Centro está criada a Divisão da Ria de Aveiro, directamente dependente da presidente e que funcionará em estreita articulação com o Departamento de Recursos Hídricos do Litoral. Para além deste aspecto orgânico, estão previstas várias medidas mais prementes, nomeadamente a sistematização dos títulos de utilização dos recursos hídricos e do domínio público hídrico, já iniciada; a clarificação dos complexos processos de licenciamento, diálogo com os principais utilizadores da ria, já iniciado também; a caracterização dos estado dos canais da ria, cujo levantamento topo-hidrográfico preliminar foi iniciado ainda no âmbito Comissão Instaladora da ARH do Centro com o apoio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, estando para breve a divulgação; a sistematização das acções de fiscalização em parceria com a Capitania e com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR; a monitorização da qualidade das massas de água da Ria; a construção de uma visão conjunta para a Ria de Aveiro emanada do Conselho Consultivo da Ria de Aveiro e a adopção de uma Carta Estratégica para os próximos três anos.




Estes constituirão apenas os primeiros passos para a Ria de Aveiro de um organismo cuja abrangência territorial a ultrapassa largamente e que está agora a organizar-se, a iniciar as suas funções e a enfrentar um conjunto muito diverso e complexo de desafios.








E quando será implementado o tão esperado modelo de gestão da Ria?




Todos reconhecemos a necessidade de aperfeiçoar a forma como a Ria tem sido “gerida”. O novo modelo institucional de gestão dos recursos hídricos permite que, pela primeira vez, tenhamos um conjunto de condições chave para equacionar o modelo de gestão de forma inovadora e adaptada às especificidades da Ria de Aveiro. Por um lado, criou-se um organismo específica e completamente dedicado à gestão integrada dos recursos hídricos interiores e costeiros, a ARH. Por outro lado, criaram-se condições para uma maior participação dos utilizadores e da sociedade na gestão dos recursos hídricos. Um destes mecanismos assenta nos conselhos de região hidrográfica. Outro mecanismo assenta na possibilidade de delegação de competências da gestão dos recursos hídricos entre a ARH e associações de utilizadores, municípios ou, mais recentemente, associações de municípios, abrindo perspectivas interessantes para a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). Num quadro institucional complexo como é o da Ria de Aveiro, a gestão deve basear-se no elemento água enquanto centro do processo de concertação de interesses e baseada na construção partilhada de uma visão, de acções e de responsabilidades e direitos entre o conjunto dos principais interesses associados à Ria de Aveiro, cujos protagonistas principais incluem a ARH do Centro, o ICN, os utilizadores e suas associações, os municípios e a CIRA, a Administração do Porto de Aveiro, a SIMRia, a Universidade de Aveiro, a Região de Turismo e a administração central. Na verdade, casos semelhantes noutros países têm evidenciado que soluções de desconcentração e de delegação de competências sobre um colégio de agentes que interagem mais directamente com os recursos naturais, como é o caso da água, são mais eficazes do que soluções deterministas ditadas por um único organismo administrativo que concentre todos os poderes de intervenção.








E como se enquadra aqui o Polis da Ria de Aveiro?




O Polis Litoral da Ria de Aveiro é uma iniciativa da administração central que se concretiza em parceria com os municípios, prevista à semelhança do Polis Litoral da Ria Formosa e do Polis Litoral Norte. Através desta operação conjunta serão promovidas as intervenções estruturais de que a Ria tanto carece. Esta operação vai permitir promover um conjunto de acções identificadas na sequência do um intenso trabalho de análise já realizado pelos municípios e pela Universidade de Aveiro e da consulta a entidades e utilizadores relevantes na Ria. Entre as medidas previstas encontram-se acções que visam a protecção e requalificação da zona costeira e lagunar e a prevenção de riscos, a protecção e valorização do património natural e paisagístico, a valorização de recursos como factor de competitividade económica e social, bem como a promoção e dinamização da vivência da Ria. Esta operação, que será apresentada em breve pelo Governo, está agora a ser apreciada pelos municípios e respectivas assembleias municipais. A sua implementação será estreitamente acompanhada pela ARH do Centro.








Quais são os requisitos desse modelo de gestão?




O conjunto de aspectos chave que estão já a ser equacionados e avaliadas e incluem diversas vertentes. Para além do tipo de competências a delegar e das receitas que sustentem o modelo de gestão, destacam-se os intervenientes, que referi anteriormente, e os instrumentos de gestão que terão que estabelecer as normas de utilização do domínio público hídrico e respectivas margens.








O [email protected] vai poder constituir esse instrumento de gestão?




O Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro ([email protected]) é um plano de natureza estratégica que vincula apenas as entidades públicas e que é relevante para a articulação das estratégias de ordenamento territorial dos municípios em volta da Ria; mas infelizmente o seu conteúdo técnico não contempla a gestão das massas de água e do domínio público hídrico. O instrumento que o faz está previsto no âmbito da Lei da Água e, mais recentemente, no âmbito do sistema planeamento territorial, e é o Plano de Ordenamento do Estuário (POE). Sensível à urgência deste instrumento, a ARH dará início em 2009 ao processo de elaboração do POE para a Ria de Aveiro, sendo que uma parte importante dos estudos de base vai ser já promovida no âmbito do Polis da Ria. Trata-se de um plano de natureza especial e regulamentar que vincula entidades públicas e particulares. Através dele são definidas as formas de gestão integrada das massas de água e dos sedimentos, de preservação e recuperação de habitats e espécies, de ordenamento e ocupação do estuário e orla estuarina e indicados os usos permitidos e as condições a respeitar pelas actividades localizadas ou a localizar no estuário. É um instrumento fundamental para equacionar a possível delegação de competências de gestão da Ria. Há muito ainda por evoluir mas com o trabalho construtivo e maturado que os municípios envolventes à Ria de Aveiro têm desenvolvido com vista à construção de um projecto de planeamento e desenvolvimento inter-municipal, testemunhado pela história da Associação de Municípios da Ria e da Grande Área Metropolitana de Aveiro, acredito que teremos excelentes condições para que esta se torne uma região modelo na governação e gestão de uma zona ímpar como é a Ria, e onde as perspectivas de parceria entre a administração pública e a CIRA acrescentem formas inovadoras de partilha de saberes, objectivos, estatutos e usos.








Além da questão da Ria de Aveiro, quais os problemas mais prementes que a ARHC terá de enfrentar?




Uma das preocupações prementes assenta no cumprimento das responsabilidades do Estado português em matéria de planeamento dos recursos hídricos e que diz respeito à elaboração da nova geração de planos de gestão de região hidrográfica onde serão definidos os objectivos de qualidade dos recursos hídricos da região, as medidas para os atingir e a programação das intervenções. Ao contrário dos planos anteriores, estes planos, elaborados com o estreito acompanhamento do Conselho de Região Hidrográfica, terão que ser verdadeiros instrumentos de gestão e de decisão da ARH. Outra diz respeito à gestão do litoral, da sua fragilidade e da necessidade de envolver o complexo conjunto de entidades para encontrar as melhores formas de prevenção do risco. Outra prende-se com a gestão do balanço hídrico da região e com o estado de regeneração dos seus principais aquíferos. Para além da promoção de medidas de uso eficiente da água e da regularização de caudais, as medidas necessárias passarão pela definição de zonas de recarga e zonas de protecção em sistemas que apresentem défice hídrico condicionando-se, se necessário, a extracção de águas subterrâneas para usos que não sejam prioritários. Outra ainda diz respeito à identificação de soluções eficazes de gestão da água em zonas de baixa densidade populacional, em particular no alto Vouga e alto Mondego.




Finalmente, mas não menos importante, é necessário agilizar a capacidade de resposta ao cidadão e de apoio técnico à sociedade tendo em vista o uso sustentável da água.

Rui Cunha
diario de aveiro
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Old November 12th, 2008, 07:17 PM   #69
djou23
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Aveiro: Manuel Pinho inaugura Centro de Desenvolvimento da Bosch
Governante sublinhou que a aposta do grupo Bosch é a mesma do Governo nas energias do futuro e disse que veio à empresa para “apoiar um grupo que se sente bem em Portugal”

Manuel Pinho inaugurou ontem, em Aveiro, o novo Centro de Desenvolvimento da Bosch Termotecnologia, um investimento de três milhões de euros do grupo alemão que faz de Portugal líder europeu na produção de esquentadores.
“Na actual conjuntura económica”, o ministro da Economia e Inovação congratulou-se pelo facto de poder “estar aqui a inaugurar este centro de inovação”, enfatizando o facto de dali ter partido o pedido para cinco patentes.
O governante sublinhou que Portugal e o grupo Bosch apostam nas energias do futuro e justificou a sua deslocação a Aveiro para “apoiar os investimentos passados, presentes e futuros da Bosch, que é um grupo que se sente bem em Portugal”.
Na intervenção que efectuou no final da visita às novas instalações, Manuel Pinho aproveitou ainda para frisar o exemplo da Bosch que privilegia “mais tecnologia e inovação e maior ligação com os centros de saber e universidades”.
Manuel Pinho desvendeu que o grupo alemão prepara novos investimentos para Portugal na área das termotecnologias, aludindo a “um projecto ainda mais ambicioso” relacionado com as energias do futuro, mas não adiantou mais.
A Bosch Termotecnologia investiu três milhões de euros para construir e equipar o novo Centro de Desenvolvimento em Tecnologias de aquecimento de água, em Aveiro, que conta com cerca de 70 colaboradores. O novo edifício ocupa cerca de três mil metros quadrados do perímetro industrial da Bosch, em Cacia, dispõe de laboratórios para desenvolver produtos e sistemas de aquecimento eléctrico, solar e a gás, e respectivas tecnologias.
O administrador da Bosch Portugal, João Paulo Oliveira, destacou o trabalho que é feito no novo Centro de Desenvolvimento de “equipamentos para aquecimento doméstico, com base no gás, electricidade e energia solar”, com a preocupação de “comercializar produtos de solução que minimizem os impactos climáticos”. “Estamos a pôr a tecnologia ao serviço do cidadão”, terminou.
A Bosch Termotecnologia, antiga Vulcano Termodomésticos, é a empresa europeia líder na produção de sistemas de aquecimento de água a gás, com exportações para mais de 50 países.
Em 2007, a Bosch Termotecnologia solicitou o registo de cinco novas patentes e investiu cerca de 6,7 milhões de euros em actividades de investigação e desenvolvimento, equivalente a 2,9 por cento do seu volume de negócios.
O Grupo Bosch em Portugal atingiu, ainda o ano passado, um volume de negócios de 826 milhões de euros. As vendas consolidadas no mercado português foram de 234 milhões de euros e as exportações ascenderam a 723 milhões de euros, sendo uma das maiores exportadoras do país.

Luís Ventura
Diári de Aveiro
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Old November 12th, 2008, 09:55 PM   #70
mynuster
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optimo
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Old November 14th, 2008, 12:42 AM   #71
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Comunicado do Conselho de Ministros de 13 de Novembro de 2008

2008-11-13


Conferência de Imprensa


I. O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou os seguintes diplomas:

1. Decreto-Lei que constitui a sociedade «Polis Litoral Ria de Aveiro - Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria de Aveiro, S. A.», sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, que tem por objecto a gestão, coordenação e execução do investimento a realizar no âmbito do «Polis Litoral Ria de Aveiro - Operação Integrada de Requalificação e Valorização da Ria de Aveiro»

Este Decreto-Lei vem estabelecer o regime a que fica sujeita a execução do «Polis Litoral - Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira» na Ria de Aveiro, abrangendo a frente costeira e a frente de ria dos municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos.

Para o efeito, é constituída a «Polis Litoral Ria de Aveiro - Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria de Aveiro, S. A.», sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, com um capital social inicial de 30 700 000,00 euros (trinta milhões e setecentos mil euros), subscrito pelo Estado Português, com uma participação correspondente a 56%, no valor de 17 192 000,00 euros (dezassete milhões, cento e noventa e dois mil euros), e a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro - Baixo Vouga (CIRA), com uma participação correspondente a 44% do capital social, no valor de 13 508 000,00 euros (treze milhões, quinhentos e oito mil euros).

Trata-se da primeira associação formal entre o Estado e uma comunidade intermunicipal para a realização de uma operação de requalificação e valorização ambiental.

Pretende-se, deste modo, assegurar uma efectiva potenciação dos recursos ambientais como factor de competitividade económica, proteger e requalificar ambientalmente toda a zona costeira e lagunar e garantir condições de fruição pública do património ambiental e cultural local.

Neste âmbito, perspectiva-se uma intervenção em 60 km de frente costeira, 140 km de frente lagunar e 24 km de frente ribeirinha do rio Vouga. Para além da actuação em toda a Ria, prevê-se a intervenção em 15 praias; a recuperação, consolidação e protecção do sistema costeiro e lagunar, visando a prevenção de riscos, a renaturalização de um conjunto de estruturas ecológicas lagunares e costeiras e a valorização da reserva natural das dunas de São Jacinto; a requalificação e criação de estruturas que potenciem as actividades económicas presentes e o reordenamento e qualificação das frentes lagunares, através da harmonização do tecido urbano com os valores ambientais em presença.
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Old November 21st, 2008, 04:27 AM   #72
djou23
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Câmaras vão gerir 60 milhões
00h30m
JOSÉ C. MAXIMINO
A gestão de um "pacote" de 60 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, a contratualizar com a entidade gestora do Programa Operacional Mais Centro 2007-2013, é uma das prioridades da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

O processo negocial está concluído, faltando, apenas, a homologação do Governo e a assinatura do respectivo contrato. De acordo com Ribau Esteves, presidente do Conselho Executivo da CIRA, a comunidade intermunicipal que é, desde ontem, a primeira associação de municípios, constituída ao abrigo da nova legislação do associativismo municipal, completamente instalada, estão em causa mais de 60 projectos e um investimento directo na região de 100 milhões de euros até ao fim do QREN, em 2013.

Depois da posse do Conselho Executivo, liderado pelo presidente da Câmara de Ílhavo, Ribau Esteves, em meados de Outubro, ontem foi a vez da instalação e da eleição da mesa da Assembleia Intermunicipal. O social-democrata Rogério Camões, de Albergaria- a-Velha (presidente), o socialista Álvaro Gomes, de Ovar (vice-presidente) e o centrista José Amado Pereira, de Albergaria-a-Velha (secretário) foram eleitos, numa lista única que recolheu 31 votos a favor e 12 em branco.

Sucessora da Associação de Municípios da Ria de Aveiro (AMRIA) e da Grande Área Metropolitana de Aveiro (GAMA), que deverão estar extintas até 31 de Dezembro, a CIRA herda uma série de projectos e responsabilidades que vêm de trás: uma candidatura às Redes Urbanas para a Competitividade (à espera de aprovação), a participação no Programa Polis da Ria, na nova entidade Turismo do Centro de Portugal e no futuro "cluster do mar" da Região Centro, os programas de modernização administrativa e de formação profissional em curso e os estudos para a tomada de decisão sobre o modelo de gestão das redes de distribuição de água e de recolha de esgotos, em baixa.

JN
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Old January 9th, 2009, 04:29 AM   #73
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Porto de Aveiro vai ter novo acesso à A25
00h30m
JESUS ZING
A consignação da construção de um novo acesso do porto de Aveiro à auto-estrada 25 (A25), um investimento de cerca de sete milhões de euros, foi esta quinta-feira assinada na presença da secretária de Estado dos Transportes.

A construção da ligação do nó da A25, junto à Friopesca, até aos terminais de graneis líquidos e sólidos do porto de Aveiro, passando pela Avenida dos Bacalhoeiros, na Gafanha da Nazaré (Ílhavo), conhecida por 3ª fase da Via de Cintura portuária, um investimento de cerca de sete milhões de euros, foi consignada à empresa Rosas e Construtores, numa cerimónia presidida pela secretária de Estado dos Transportes.

Ana Paula Vitorino considerou que o novo acesso "resulta da necessidade de dotar o porto de Aveiro, especialmente os seus novos terminais de graneis sólidos e líquidos, de um novo nó de acesso à A25, visando um escoamento mais eficiente das mercadorias ali movimentadas" e que o investimento se enquadra nas orientações estratégicas para o sector maritimo-portuário apresentadas pelo Governo, em Dezembro de 2006.

A nova via que deverá estar concluída no prazo de oito meses e que inclui a execução de duas rotundas e de dois restabelecimentos, assegurando a ligação da Gafanha da Nazaré ao porto de pesca do largo, deverá, também, "contribuir para um aumento de atractividade do porto de Aveiro".

Segundo revelou Vitorino, o porto de Aveiro movimentou mais de 3,2 milhões de toneladas, entre Janeiro e Novembro de 2008, o que se traduziu num aumento "muito significativo de 7,5%" em relação ao período homólogo do ano anterior. O porto de Aveiro, na movimentação de graneis líquidos registou o maior aumento, no mesmo período, cerca de 14,7%, seguindo-se a movimentação de carga geral e de graneis sólidos, com aumentos de 8,7 e 3,1%, respectivamente, disse Ana Paula Vitorino.

O presidente da Administração do Porto de Aveiro (APA), José Luís Cacho, que confessou nos últimos tempos ter receado pela conclusão da Via de Cintura Portuária, assim como pela paragem de outras obras portuárias, devido à crise. "Uma vez mais, as promessas não ficaram no papel, a obra avança mesmo", disse o presidente da APA, para quem a acção de Ana Paula Vitorino foi importante.

JN
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Old January 12th, 2009, 06:47 AM   #74
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Regeneração urbana com verbas do QREN
00h30m
JOSÉ C. MAXIMINO
À segunda foi de vez. A candidatura do projecto de regeneração urbana "Parque da Sustentabilidade" foi aprovada, na semana passada, pela comissão directiva do Plano Operacional do Centro, que gere as verbas do QREN para a região.

O projecto da Câmara de Aveiro, que aponta para um volume de investimento da ordem dos seis milhões de euros, tinha sido liminarmente excluído, em Junho do ano passado, devido a "fragilidades" técnicas, que a candidatura apresentava, conforme foi noticiado na altura, nomeadamente por não indicar outros investidores directos, para além da autarquia.

Com esta aprovação à segunda tentativa, a Câmara de Aveiro garante que o projecto terá uma comparticipação dos fundos comunitário do Quadro Referência Estratégico Nacional (QREN) de 70%.

Embora a designação "Parque da Sustentabilidade" possa sugerir a construção de uma nova zona verde, não é disso que se trata, mas de um projecto de requalificação de uma área urbana muito vasta, que vai do bairro do Alboi até à urbanização de Santiago, incluindo, também, os parques da Baixa de Santo António, Infante D. Pedro e Estádio Mário Duarte (velho).

Para a Câmara, trata-se de um "continuo urbano" que, pela sua centralidade e envolvência urbana (paredes-meias com a Universidade, Hospital, Governo Civil, Tribunal, com a ria e com diversas áreas residenciais), pode, mais do que qualquer outro ponto da cidade, contribuir para "a atracção e fixação de pessoas qualificadas e actividades inovadoras".

O objectivo é requalificar a área abrangida por aqueles espaços verdes que, embora contíguos, têm identidade própria, "como um todo, numa perspectiva integrada" , por forma a transformá-la e modernizá-la, através de uma intervenção "de acordo com os princípios mais exigentes do desenvolvimento sustentável".

Além da requalificação ambiental dos parques e jardins, o projecto prevê intervir no património arquitectónico (caso das igrejas gémeas junto do Convento de Santo António) e a construção de equipamentos, como a nova sede da Junta de Freguesiada Glória.

Trata-se de "um projecto inovador de recuperação urbana", enquadrado no plano estratégico da cidade (em fase de revisão), que aposta numa "cidade criativa e inovadora, sustentável e com elevada qualidade de vida urbana" e "com capacidade para atrair pessoas, investimentos e visitantes", disse o presidente da Câmara, Élio Maia, no ano passado, na apresentação aos elementos da Assembleia Municipal.

JN
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Old January 12th, 2009, 11:43 PM   #75
rpc08
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A zona do Alboi merece, é uma das mais degradadas (senão a mais) da cidade..
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Old January 13th, 2009, 03:44 AM   #76
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segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009 | 13:41

Aveiro: Constituída sociedade Polis para requalificar a Ria


Foi hoje publicada em Diário da República a constituição da sociedade «Polis Litoral Ria de Aveiro» para desenvolver a operação integrada de requalificação e valorização da Ria de Aveiro.
Trata-se de uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, participada pela administração central, através do Ministério do Ambiente, e pelas autarquias, por intermédio da Comunidade Intermunicipal da Ria de Aveiro(CIRA), correspondente à NUT III do Baixo Vouga.

A nova sociedade anónima tem por objecto a gestão, coordenação e execução dos investimentos a realizar no âmbito do programa Polis Litoral Ria de Aveiro, que deverão ascender a 97 milhões de euros, financiados em 59 por cento pelos fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN).

O restante volume de investimento é assumido pelos municípios em 15 por cento, pelo governo em 23 por cento e pelas associações náuticas em três por cento.

A primeira prioridade da nova sociedade anónima será o desassoreamento da Ria, que envolve a realização de trabalhos de dragagens, nomeadamente no Canal de Ovar e no Lago do Paraíso, a protecção das margens e o reforço da restinga costeira, aproveitando estudos anteriormente feitos pela Administração do Porto de Aveiro(APA) e pela ex-Associação de Municípios da Ria(AMRia), que antecedeu a CIRA.

O programa «Polis» para a Ria de Aveiro foi anunciado em Novembro de 2007 pelo ministro do Ambiente, Nunes Correia, para responder ao estado de abandono dos canais da Ria, desde que a jurisdição do Porto de Aveiro ficou confinada às zonas de interesse portuário.

A criação do programa foi bem acolhida pelos municípios ribeirinhos, mas estes insistem na necessidade de uma gestão integrada e descentralizada para toda a Ria de Aveiro, conforme reafirmou Ribau Esteves, presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

«O governo dá uma primeira resposta à longa luta dos Municípios da Ria com a construção deste Programa Polis da Ria de Aveiro e a constituição da sociedade anónima com a CIRA, num caminho que terá que ter no futuro, mais apostas e mais investimentos», comentou Ribau Esteves aquando da aprovação do programa pelo Conselho de Ministros.

Ribau Esteves voltou ao tema na apresentação pública da nova estrutura associativa intermunicipal, que vai ter como uma das principais tarefas o acompanhamento do programa Polis Ria de Aveiro, ao afirmar que os municípios vão continuar «uma luta não ganha pela gestão integrada da Ria e pela sua liderança».

Diário Digital / Lusa
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Old January 13th, 2009, 03:47 AM   #77
djou23
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Aveiro: Polis da Ria nasceu ontem mas serão “poucas” as obras em 2009
Com um orçamento anunciado de 96 milhões de euros, o Polis da Ria foi ontem formalmente constituído

O Polis da Ria de Aveiro, uma sociedade anónima destinada à requalificação e valorização da laguna aveirense, foi ontem formalmente constituída.
A intervenção incidirá em 60 quilómetros de frente costeira, 140 quilómetros de frente lagunar, 24 quilómetros de frente ribeirinha do rio Vouga e 15 praias, abrangendo um total de 11 municípios - dez do distrito de Aveiro (Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos) e um de Coimbra (Mira).
Com sede em Aveiro, a sociedade dissolve-se em 30 de Junho de 2013, de acordo com o decreto-lei ontem publicado em Diário da República, embora o seu funcionamento possa ser prolongado para completar os objectivos definidos.
Até lá, o Polis da Ria - que tem um capital social de 30,7 milhões de euros, entre Estado e Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro - tem à sua disposição um bolo de 96 milhões de euros para gastar.
A “valorização e requalificação ambiental e urbana” e a “dinamização de actividades turísticas, culturais, de lazer e de outras intervenções que contribuam para o desenvolvimento económico e social” da região figuram entre as metas a cumprir.
Ribau Esteves, presidente da Comunidade Intermunicipal, adverte, porém, que em 2009 serão “poucas” as obras a chegar ao terreno. A maior parte dos empreendimentos carece ainda da elaboração dos projectos ou dos estudos de impacto ambiental, explicou ontem ao Diário de Aveiro.
Por decisão do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, a “coordenação geral” do Polis da Ria fica confiada à empresa Parque Expo’98, que vai assumir a presidência do Conselho de Administração, cuja composição deverá ser ratificada na primeira Assembleia Geral do Polis da Ria, em princípio na próxima semana. A Administração da Região Hidrográfica do Centro e a Comunidade Intermunicipal completarão a equipa dirigente.
Está igualmente prevista a criação de um Conselho Consultivo presidido pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade e composto por outras 23 entidades.
De acordo com o decreto-lei 11/2009, são facultados ao Polis da Ria poderes iguais aos da administração central quanto a operações de desocupação, demolição ou expropriação. Fica ainda autorizado a utilizar os bens do domínio público do Estado que fiquem no interior do território abrangido pela intervenção. No entanto, a actuação nas áreas sob a jurisdição do porto de Aveiro terá de ser concertada com a administração portuária de acordo com um protocolo a celebrar entre as duas entidades.
O Governo diz-se apostado em agir sobre as zonas costeiras. Estabeleceu, para esse fim, uma “política integrada e coordenada que favoreça a protecção ambiental e a valorização paisagística, mas que enquadre também a sustentabilidade e a qualificação das actividades económicas que aí se desenvolvem”.
A tutela identificou um conjunto de “situações prioritárias”, correspondentes a “zonas de risco” e a “áreas naturais degradadas em domínio público marítimo”.
“Torna-se necessário intervir através de operações integradas, com dimensão significativa e, sempre que necessário, de escala supramunicipal, que visem a qualificação costeira de forma exemplar”, sustenta o Governo.
A Ria de Aveiro é um dos territórios em causa, a par com a Ria Formosa e o litoral norte. A intervenção será executada no âmbito do Plano de Acção para o Litoral 2007-2013.

Rui Cunha

Diário de Aveiro
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Old January 16th, 2009, 05:05 PM   #78
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O centro comercial Glicineas em aveiro, esta a mudar a fachada!

A nova fachada avança para cima dessa praça que se vê na foto, ou seja, para alem de ter uma fachada mais moderna, ganhou mais ABL... quando poder passo lá e tiro umas fotos a nova fachada

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Old January 16th, 2009, 07:45 PM   #79
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sim.. no Verão que passou fui lá e reparei que estavam em obras
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Old January 22nd, 2009, 02:05 AM   #80
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Decreto identifica Direcção de Economia em Aveiro
2009/01/21
Na orgânica das Direcções Regionais da Economia, o Conselho de
Ministros desta quarta-feira identificou a sede da Direcção Regional da Economia do Centro, em Aveiro.

Trata-se de uma alteração ao Decreto Regulamentar 58/2007, de 27 de Abril, que estabelece a cidade de Aveiro como sede da Direcção Regional da Economia do Centro. O Decreto Regulamentar tinha aprovado a orgânica das Direcções Regionais da Economia, sem contudo identificar a sede de cada direcção regional.

O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira essa alteração ao Decreto Regulamentar, por força da qual a Direcção Regional de Economia do Centro «vê fixada a sua sede em Aveiro e que vem concretizar normativamente o anúncio público efectuado há já alguns meses, em Aveiro, pelo Senhor Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, aquando de uma reunião de trabalho com o Governador Civil de Aveiro e agentes económicos do distrito», segundo o site do Governo Civil de Aveiro.

Trata-se de uma medida no âmbito do Plano de Reestruturação da Administração Central do Estado «que visa promover um justo "equilíbrio na distribuição dos serviços públicos entre os diversos centros urbanos no âmbito das regiões" e também reconhecer o especial dinamismo económico-empresarial de Aveiro», segundo o site.

De Coimbra para Aveiro/b>

O Ministro da Economia, Manuel Pinho anunciou em Setembro de 2007 que a Direcção Regional seria instalada em Aveiro no final desse ano e justificou a mudança de Coimbra com a «actividade empresarial muito forte em Aveiro, pela grande capacidade para ligar a Universidade ao tecido empresarial, ligando o saber às necessidades das empresas e o espírito empreendedor».

A Direcção Regional da Economia do Norte, tem a sede no Porto, a Direcção Regional da Economia de Lisboa e Vale do Tejo, na Amadora, a Direcção Regional da Economia do Alentejo, em Évora e a Direcção Regional da Economia do Algarve, sede em Faro.
__________________
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