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#81 | |
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Registered User
Join Date: Mar 2010
Location: Itaquera, São Paulo, SP
Posts: 1,074
Likes (Received): 26
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No primeiro item você disse que não há bairros com uma única ligação com a cidade. Digo que há cidades, estados e até países com uma única via de ligação com o mundo, e construir outra via de ligação dispensaria uma enormidade de somas de dinheiro. No segundo, até a empresa entrar em falência e o serviço repassar para outra empresa, demoraria dias, até meses, e aí, como fica o cidadão? No terceiro, é muito difícil moradores de um bairro o deixar hoje em dia, quanto menos se a via está péssimas condições. O cidadão vai embora por motivo de violência, desemprego ou até baile funk, mas não porque a rua está esburacada. No quarto, aí que está o problema. Nunca saberemos como as empresas privadas gastam o dinheiro.
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Não há o contraditório? Não pode, de certo modo, ser contra as atitudes e omissões de quaisquer dos governos que nos representam? Então o porquê de tamanha defesa extenuante a qualquer crítica ao GESP que vemos nessas linhas. Às vezes de 7 contra 1? Esse é um blog governista? |
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#82 |
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Registered User
Join Date: Sep 2010
Posts: 70
Likes (Received): 3
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![]() Valderi, 1) Se vc puder me dar 1 único exemplo onde as pessoas só possuem um único meio de transporte/via de acesso e que neste mesmo lugar é impossível adotar outra opção, eu agradeço. Será uma tarefa impossível para vc. Não vale locais onde uma ditadura impõe isso por meio de força. A premissa é que haja liberdade. 2) A empresa falir é uma antecipação do que irá acontecer. Nenhum empresário vai esperar seu patrimônio depreciar e falir sendo que já pode vender para alguém mais competente e lucrar com isso. Em todo caso, vc está assumindo que o Estado fará um processo de falência durar meses com suas regulamentações e leis absurdas. Eu não estou assumindo excesso de burocracia. Mesmo essa sendo a realidade atual, não deixa de ser irracional e absurda. Na sua visão mais pessimista, uma via abandonada por um tempo permaneceria exatamente como agora, abandonada pelo estado, mas as pessoas teriam ainda o dinheiro não sugado para Brasília. 3) Não sei onde vc mora. Em São Paulo, por exemplo, centenas de empreendimentos imobiliários são lançados a cada dia e a maioria de seus compradores é de pessoas que saem de bairros distantes para morar mais próximo ao trabalho ou ao metrô. Fugindo, dessa forma, do isolamento causado por vias engarrafadas e sem dono. 4) Não precisamos saber onde empresas privadas gastam seu dinheiro, apesar de empresas de capital aberto mostrarem. O que vc precisa saber é onde gastar o seu próprio dinheiro com liberdade e que não haja barreiras à livre iniciativa. Mesmo sem vc saber, empresas em ambiente de inovação e concorrência irão fazer o melhor para lhe agradar. As pessoas não precisaram controlar os gastos da Dell, Apple, IBM etc, para terem acesso hoje a computadores, Ipad's, fóruns de discussão, maquinas fotográficas etc. Abraços |
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#83 |
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Uhrrhrhrhhshsjzshzinjzzxz
Join Date: Dec 2007
Location: St. Teresa RJ
Posts: 1,451
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#84 |
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Devolva minha fama Fuleco
Join Date: Dec 2011
Location: São Paulo
Posts: 3,097
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Compartilhamento de ‘bikes’: uma tendência que veio para ficar
12 DE JUNHO DE 2012 Todo e qualquer ranking suscita polêmicas, discussões, discordâncias. Mas, quando o assunto é o uso da bicicleta nos centros urbanos, um levantamento do portal americano Askmen.com dá ao menos um norte sobre quais praças levam a sério esse meio de transporte que não gera poluentes e ainda colabora para o bem-estar. E, se metade das dez cidades do mundo mais amigas das “magrelas” está na Europa (Amsterdã e Copenhague lideram a lista), ao menos o Brasil surge no horizonte: Curitiba, no Paraná, aparece numa surpreendente quarta colocação. As bikes vêm, de fato, caindo no gosto dos brasileiros. Em abril, o sistema de aluguel compartilhado do Rio atingiu a marca das 500 mil viagens. São mais de 66 mil usuários cadastrados e cerca de 4 mil viagens por dia. Agora é a vez de São Paulo. A capital paulista inaugurou no final de maio o Bike Sampa, nos mesmos moldes do sistema em operação na capital fluminense: as estações estarão conectadas a uma central de operações wireless e serão alimentadas por energia solar. Em uma primeira fase, serão apenas seis estações em operação, mas até o fim do ano cem pontos devem ser implementados. O paulistano interessado em fugir do trânsito e usar a bicicleta como meio de transporte desembolsará apenas R$ 10 por mês pelo passe. Viagens de até 30 minutos serão gratuitas. Numa metrópole que coleciona recordes de congestionamentos, alavancar o uso das “magrelas” parece ser muito mais do que uma questão de modismo. Na iminência da invasão das bicicletas elétricas, o Brasil dá cada vez mais espaço nas ruas e avenidas para ciclovias e ciclofaixas. No vídeo, o Manifesto Holstee, em favor das bikes, criado por dois irmãos americanos. Fonte: http://www.respostassustentaveis.com.br/mobilidade/
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Pior que os Funkeiros na Internet, só mesmo os "pseudo-intelectuais": chamando todos de alienados, sem cultura, se achando os "Top da Web", sempre querendo se mostrar melhor que os outros, mesmo sem ninguém perguntar nada... Coisa de gente cafona isso. Ah não, tem outro tipo pior: Os que não sabem interpretar textos, ou só se prendem a uma única palavra para refutar algo, não entendem ironias, sarcasmo, licença poética, críticas e nem suposições. E ainda se acham. |
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#85 | |
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Rodrigo A. de Paula
Join Date: Apr 2008
Location: Sorocaba (SP)
Posts: 15,736
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Não é possível fazer um debate sério no Brasil. Em tudo, sempre tem alguém que leva ao partidarismo, como se partido político fosse time de futebol... Facebook: www.facebook.com/rodrigoalvesdepaula/Twitter: @RodrigoAlPaula/Blog: Assuntos Bem Diversos
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#86 | |
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Registered User
Join Date: Jul 2007
Location: Curitiba/Rio de Janeiro
Posts: 667
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Poderiam existir ruas bancadas por associações de moradores do bairro, e quando o serviço de administração da via não estivesse de acordo simplesmente se trocaria a empresa contratada. O problema de engarrafamentos é claramente um problema de oferta finita sem sistema de precificação, ou seja, as pessoas não pagam para usar um recurso finito, que são as vias. Por outro lado gastamos muito dinheiro com milhões de impostos incluindo o IPVA para termos ruas totalmente abandondas. E hoje se uma rua está abandonada o máximo que podemos fazer é esperar 4 anos, votar em outro candidato e ficar solicitando para que algo seja feito. Em um sistema livre, sem o monopólio Estatal, isso poderia ser feito por qualquer empresa, ou mesmo por uma associação de moradores. |
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#87 | |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
Location: Joinville / SC
Posts: 8,914
Likes (Received): 262
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Duplicação da BR-282, essa idéia não pode morrer ! |
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