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Negócios, Economia e Infraestrutura infraestrutura, trasportes e economia | infrastructure, transport, economy



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Old January 15th, 2014, 12:54 PM   #421
alama
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Companies from Mozambique and Japan sign cooperation agreements

Representatives of the Japanese private sector and of the Mozambican state sector Sunday in Maputo signed six cooperation agreements, as part of an official visit to Mozambique by Japanese Prime Minister Shinzo Abe.

Amongst the agreements is one on training for engineers in the energy sector between Chiyoda Corporation and Mozambican state company Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) and another between Mitsui Corp and ENH to carry out a study on liquid natural gas (LNG).

ENH signed a further two memorandums with Mitsui Corp and state oil company Petróleos de Moçambique (Petromoc) signed another with Marubeni Corp for a project to transform methanol into gasoline.

The memorandums of understanding were signed at the Mozambique-Japan Investment Forum organised by the Mozambican Investment Promotion Centre (CPI) and the Japanese International Cooperation agency (JICA), the Japanese External Trade Organisation (Jetro), Japan Oil, Gas and Metals National Corporation and the Confederation of Economic Associations of Mozambique (CTA).

Around 30 large Japanese state and private companies took part in the forum, along with members of the Mozambican government and representatives of Mozambican private and public bodies and representatives of international organisations with offices in Mozambique.
http://www.macauhub.com.mo/en/2014/0...on-agreements/
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Old January 23rd, 2014, 07:06 PM   #422
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Old February 10th, 2014, 11:37 AM   #423
alama
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Rio Tinto aumentou em cerca de 230% produção de carvão em Moçambique
2014/02/10 Notícias

A Rio Tinto aumentou em cerca 230% a produção de carvão na mina de Benga, no centro de Moçambique, ao longo de 2013 e face ao período homólogo, anunciou a multinacional anglo-australiana na sua página electrónica.

No seu balanço anual, que não dá indicação dos resultados comerciais, a Rio Tinto Coal Mozambique indica ter conseguido aumentar a produção de carvão de coque duro de 289 mil toneladas, em 2012, para 867 mil toneladas, em 2013, num incremento de cerca de 300%.

Também na produção de carvão térmico, o grupo anglo-australiano, um dos maiores grupos mineiros do mundo, obteve resultados expressivos com um incremento produtivo na ordem de 180%, com um total de 754 mil toneladas, em 2013, contra 419 mil toneladas, em 2012.

Os dados divulgados parecem indiciar uma viragem positiva nas operações da empresa em Moçambique, que em 2012 se viu forçada a levar a balanço imparidades com a operação em Moçambique num montante de vários milhares de milhões de dólares. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2014/0...em-mocambique/
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Old February 10th, 2014, 11:49 AM   #424
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Pesca comercial de camarão em Moçambique vai cair 67% em 2014
2014/02/07 Notícias

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A pesca comercial de camarão em Moçambique deverá cair para duas mil toneladas em 2014, contra uma média de seis mil toneladas registada nos últimos anos, numa redução de cerca de 67%, informou o ministro das Pescas moçambicano, Victor Borges.

Citado pela imprensa moçambicana, Victor Borges referiu que a redução nas quantidades de pesca de camarão, um dos produtos mais exportados pelo país, está associada à escassez da espécie no Canal de Moçambique, numa situação que afectará ainda Madagáscar, o Quénia e a Tanzânia.

Neste sentido, e procurando minimizar os impactos desta quebra, o governo moçambicano pretende promover o aumento da produção deste crustáceo em aquacultura, através da mobilização de investimentos estrangeiros e nacionais.

A produção de marisco em aquacultura tem crescido exponencialmente ao longo dos últimos anos, segundo dados da Associação dos Produtores de Camarão de Moçambique (APCM), que apresenta o camarão como a espécie mais produzida nos viveiros aquáticos do país.

Em 2011, a produção de camarão em aquacultura atingiu 10 mil toneladas, tendo aumentado para cerca de 18 mil toneladas no ano seguinte.

Até recentemente, a produção em aquacultura de camarão era, sobretudo, exportada para a União Europeia (70%), mas também para o mercado regional (13%), asiático (9%) e dos Estados Unidos (8%).

No entanto, a descoberta da doença da mancha branca nos camarões produzidos em aquacultura levou, em 2012, as empresas do ramo a anunciarem uma redução nas quantidades exportada para estes mercados. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2014/0...ir-67-em-2014/
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Old February 10th, 2014, 11:54 AM   #425
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Felizmente a economia apresentará a mesma taxa de crescimento neste e no proximo ano.

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Economia de Moçambique a crescer 8,1% em 2014 e 8,0% em 2015
2014/02/07 Notícias

A economia de Moçambique crescerá a uma taxa de 8,1% este ano e de 8,0% em 2015 mas podia crescer ainda mais caso fossem introduzidas melhorias na rede ferroviária, afirmou no Quénia o governador do Banco de Moçambique.

Moçambique contém reservas de carvão de dimensão mundial, nomeadamente de carvão de coque, mas as empresas mineiras, casos da brasileira Vale e da anglo-australiana Rio Tinto, debatem-se com imensas dificuldades no escoamento do produto, estando a Vale envolvida na construção de uma linha entre Moatize e o porto de águas profundas de Nacala.

À margem de uma conferência realizada naquele país africano, Ernesto Gove disse à agência financeira Reuters que a taxa de inflação, que em 2013 ficou em 4,2%, deverá aumentar este ano, se bem que dentro do limite de 5,6% estabelecido pelo banco central.

“Todos os fundamentos estão presentes e penso que o sector privado conseguirá criar o ambiente necessário para que esta previsão de taxa de inflação venha a ser realidade”, disse o governador do Banco de Moçambique. (macauhub)
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Old February 10th, 2014, 12:35 PM   #426
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Moçambique foi o país africano que mais investimento bancário atraiu em 2013
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Moçambique foi o país da África a sul do Saara que mais atraiu investimento bancário em 2013, valendo quase um terço dos 30 mil milhões de dólares, impulsionado por três acordos na área da energia, de acordo com um relatório divulgado pela agência Reuters.

Compilado pela Reuters e citado na imprensa internacional, o relatório que analisa as maiores transacções bancárias naquela região de África indica que Moçambique, Nigéria e África do Sul foram as nações que mais atraíram investimento internacional.

De acordo com o director da Thomson Reuters para o Médio Oriente, África e Rússia, Nadim Najjar, só as comissões bancárias cobradas pelas instituições financeiras atingiram 354,5 milhões de dólares em 2013, o que representa uma quebra de 2% face às taxas aplicadas em 2012, sendo o valor mais baixo desde 2009.

O relatório afirma ainda que as fusões e aquisições envolvendo empresas dos países da África a sul do Saara totalizaram 30,3 mil milhões de dólares, subindo 29% face aos valores do ano anterior e mostram o valor mais alto na região desde 2010, ano em que chegaram a 51,5 mil milhões de dólares.

O Goldman Sachs, Barclays e Citibank foram os bancos que mais receberam em termos de comissões por assessoria nos negócios, enquanto o Bank of America Merrill Lynch foi o que mais ganhou com os negócios de fusões e aquisições, recebendo 5,5 mil milhões de dólares, de acordo com o relatório da Thomson Reuters. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2014/0...traiu-em-2013/
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Old February 18th, 2014, 11:47 AM   #427
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Venda de participação em bloco de gás natural rendeu a Moçambique 227 milhões de dólares em mais-valias

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O Estado moçambicano encaixou 227 milhões de dólares com a cobrança de mais-valias relativas à operação de venda da participação de 10% do grupo indiano Videocon Industries na bacia do Rovuma, norte de Moçambique, anunciou o presidente da Autoridade Tributária.

A operação de venda da participação da Videocon Industries aos grupos estatais indianos Oil and Natural Gas Corporation e Oil India Ltd. foi anunciada no início de 2013, tendo o consórcio pago 2470 milhões de dólares por uma parcela de 10% no bloco Área 1, localizado ao largo da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.

De acordo com Rosário Fernandes, presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, o pagamento das mais-valias foi feito em duas prestações, a primeira das quais em Fevereiro do último ano, no valor de 224 milhões de dólares, e a segunda no início de 2014, no montante de cerca de três milhões de dólares.

A tributação correspondente a 9,1% do valor total que a Videocon Industries recebeu pela venda da sua participação naquela que é actualmente considerada a segunda maior reserva de gás natural do mundo.

Rosário Fernandes disse ainda que, com esta receita fiscal, subiu para 802,8 milhões de dólares o valor dos impostos cobrados na venda de participações na bacia do Rovuma, contando-se, até ao momento, cinco operações tributadas pelo Estado moçambicano.

O grupo norte-americano Anadarko Petroleum deverá ser o próximo a pagar mais-valias ao Estado moçambicano, depois de ter vendido uma parcela de 10% da participação de 36,5% que detinha ao grupo estatal indiano ONGC Videsh por 2,64 mil milhões de dólares, detendo agora 26,5% da concessão, que lidera.

Na sequência de diversos negócios, o grupo Anadarko Petroleum continua a funcionar como operador e a deter a maior participação, sendo os restantes parceiros o grupo japonês Mitsui & Co. (20%), a ONGC Videsh associada à Oil India Ltd com 10%, a ONGC Videsh e a empresa também indiana Bharat Petroleum, ambas com 10% cada, o grupo estatal PTT da Tailândia com 8,5% e a estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos com 15%. (macauhub)
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Old February 18th, 2014, 11:48 AM   #428
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Grandes projectos em Moçambique pagaram 299 milhões de dólares em impostos em 2013

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A contribuição dos grandes projectos em Moçambique para as receitas do Estado ascendeu a 9,3 mil milhões de meticais (299 milhões de dólares) em 2013, informou o matutino Notícias, de Maputo, que cita um relatório de execução governamental.

No relatório recentemente divulgado, o governo destaca a contribuição do sector petrolífero, com cerca de 6,1 mil milhões de meticais, sublinhando que os números reportam um crescimento em mais de 350% em termos homólogos.

Para o governo, esse crescimento encontrou suporte na entrada no mercado de um novo operador, concretamente na bacia do Rovuma, de que resultou o aumento dos rendimentos e a correspondente tributação.

Além disso, pesaram igualmente o aumento do volume de gás natural extraído, o reinício do pagamento de direitos (“royalties”) do gás condensado bem como a tributação de mais-valias em cerca de 3,6 mil milhões de meticais.

Outros grandes projectos considerados na avaliação são dos sectores de exploração de recursos minerais, que contribuiu com 1,7 mil milhões de meticais e de produção de energia, com 1,06 mil milhões de meticais, ambos com taxas de crescimento homólogas fixadas em 41 e 44,9%, respectivamente. (macauhub)
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Old February 26th, 2014, 08:19 AM   #429
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Moçambique necessita de um fundo soberano para gerir essas riquezas e lucros vindo da exploração de mineiros. Não me surpreenderia se daqui a 1 ano esse dinheiro não esteja em lugar algum.

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Old February 26th, 2014, 03:27 PM   #430
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O Centro de Promoção de Investimentos (CPI) de Moçambique aprovou, em 2013, 515 projectos de investimento no valor de 4,2 mil milhões de dólares, anunciou recentemente o director da instituição, Lourenço Sambo.

Grande parte dos investimentos, cerca de 2,2 mil milhões de dólares, foi realizada com recurso a empréstimos ou suprimentos, disse ainda aquele responsável, adiantando que as províncias de Maputo, Inhambane e Gaza foram, respectivamente, as que maior interesse despertaram aos investidores.

Num balanço sobre os três últimos anos de actividade do CIP, Lourenço Sambo revelou que a organização aprovou projectos no valor de cerca de 10 mil milhões de dólares, com o potencial de criação de 75 mil postos de trabalho.

Dados do Fundo Monetário Internacional indicam que a economia moçambicana registou um “crescimento robusto” de 7,1% em 2013, sendo actualmente a 116.º maior do mundo, entre 183 avaliadas pela organização financeira, com um produto interno bruto estimado em 14,6 mil milhões de dólares.
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Old February 26th, 2014, 03:47 PM   #431
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Mozambique’s Investment Promotion Centre approves investments of US$4.2 billion in 2013

February 26th, 2014 News

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Mozambique’s Centre for Investment Promotion (CPI) in 2013 approved 515 investment projects worth US$4.2 billion, the centre’s director, Lourenço Sambo announced recently.

Most of the investments, around US$2.2 billion, were based on loans or supplies, Sambo said adding that the provinces of Maputo, Inhambane and Gaza were, respectively, were the most interesting areas for investors.

Summing up the last three years of the CPI’s activities, Sambo said that the organisation had approved projects worth around US$10 billion, with the potential to create 75,000 jobs.
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Old February 27th, 2014, 12:17 PM   #432
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Mozambique is the sub-Saharan African country that is expected to see the biggest growth in the next decade, according to Business Monitor International in its report on “African Lions” which also includes Angola in the list of the ten most promising countries.

In the report, the British consultants estimate that Sub-Saharan Africa’s Gross Domestic Product (GDP) will grow by an average of 5.5 percent per year until 2023, which compares with 5.4 percent for the Asia Pacific region excluding Japan, 4.3 percent in the Middle East and North Africa, 3.9 percent in Latin America and 3.5 percent in European emerging economies.

“This outlook led observers to coin the term ‘African Lions’ which, like ‘Asian Tigers’ has economies that are experiencing periods of rapid growth and great interest from investors,” said the report by BMI, a London-based consultancy with offices in New York, Singapore and South Africa, cited by Portuguese news agency Lusa.

The ten countries chosen, listed by their expected rates of growth in the next ten years, are Mozambique, Tanzania, the Ivory Coast, Uganda, Nigeria, Zambia, Angola, Ghana, Kenya and Ethiopia.

The 54-page report analyses Africa’s ten most promising economies and explains the criteria on which the selection was based (all countries have to have an economy worth over US$10 billion, over 40 points out of 100 in a risk analysis, and 30 out of 100 for their business climate) and notes that all these economies will more than double their size in terms of nominal GDP.
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Old March 4th, 2014, 05:38 PM   #433
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O défice orçamental de Moçambique deve chegar a 10,1% este ano e o crescimento da economia deverá situar-se em 6,9%, revisto em baixa após estimativa inicial de 8,1%, informou a consultora Business Monitor International.

“Baixámos a previsão de crescimento da economia de Moçambique, este ano, de 8,1% para 6,9%, devido aos sinais de que a instabilidade política está a prejudicar o consumo privado”, escreve a consultora britânica no relatório sobre o ambiente empresarial no país.

“Esta revisão e o facto de considerarmos que o crescimento vai novamente acelerar em 2015 reflecte a expectativa de que os efeitos negativos não vão ser nem significativos nem prolongados”, escrevem os analistas, que antecipam que o banco central mantenha a taxa de juro de referência em 8,25% ao longo do ano.
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Old March 6th, 2014, 07:44 PM   #434
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Mozambican government plans to set up new Special Economic Zone in Zambézia

MARCH 6TH, 2014 NEWS
The Mozambican government plans to encourage the continued creation of Special Economic Zones (ZEE), the Minister for Planning and Development, Aiuba Cuereneia said in Namaacha.

The minister, who was speaking at the 10th Coordination Council of the Ministry for Planning and Development, said that as well as the existing ZEE in Beluluane (Maputo province), Nacala (Nampula province), and Manga Mungassa (Sofala province), the government planned to extend the idea to Zambézia province, specifically the Mocuba district.

Cuereneia said that the government was already looking at a proposal for the Mocuba special Economic Zone which, if approved, will boost the already rapid development of that area of central Mozambique.

The meetings of the Ministry’s Coordinating Council bring together national and provincial directors, heads of departments, technical staff and institutional managers
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Old March 6th, 2014, 09:04 PM   #435
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Mozambique is virtually indistinguishable from the country of a few years previous, and anyone returning to the southeast African nation after such a time will recognise just how far the country has come in terms of socioeconomic development. After a stint of extraordinary growth, Mozambique’s newfound prosperity has given rise to economic and financial advantages for various sectors. Underpinned by the country’s vast resource base, political stability, and thriving business environment, Mozambique has emerged as an attractive environment for business and an economic climate filled with potential.

The southeast African nation is forecast to exhibit the second-highest growth rate in the continent from now until 2017, with an estimated average annual GDP growth rate of 6.88 percent, surpassed only by Malawi with seven percent. The country’s expansion from thereon is expected to exhibit even more impressive gains, with some analysts predicting that it will reach a peak of 15 percent by 2020.

Booming sectors

Among the best performing sectors to date are energy, mining, construction, agriculture and tourism, all of which have exhibited impressive gains and will likely continue to do so, provided the country remains on the same track.

In the field of infrastructure and civil construction, Mozambique currently ranks seventh in Africa in terms of number of projects, representing around $32bn. The sector also looks on course for continued expansion in the near future as foreign investors seek to exploit the country’s natural resources and improve upon its infrastructural capacity.

With regard to Mozambique’s agriculture, the Economist Intelligence Unit (EIU) estimates that over the course of the next few years investment in the sector will reach as much as $3.8bn dollars. Growth in the agriculture sector is especially positive for Mozambique, given that it accounts for the largest source of revenue for Mozambican families.

The tourism sector has also attracted several major foreign investors who’ve focused predominantly on constructing lodges and hotels to facilitate growth in the coming years. As a consequence, the market for travel agencies and tourism has matured, with each of the country’s various attractions seeing significant sales boosts as a result.

Among the best performing sectors to date are energy, mining, construction, agriculture and tourism

The country’s natural resources, in particular minerals, represent the largest natural capital in the country’s possession and perhaps the area of most significance in terms of revenue. Mozambique is among the 10 largest producers of coal in the world, and is believed to harbour as much as 23bn tonnes in reserves.

With regard to hydrocarbons, it is important to note that Mozambique boasts an impressive reserve base of approximately 200trn cubic feet, not to mention that petroleum will soon be made available in Mozambique, with the country’s first exploration due for commencement in 2014.

If the country manages to secure a steady stream of investment and improve upon its current infrastructural capacity in the coming few years, the near future could see hydrocarbons emerge as a major constituent of the Mozambique national economy. As an extension of this eventuation, if Mozambique’s recoverable assets are properly exploited, the country could quite possibly become one of the largest producers of natural gas worldwide.

Clearly there are a multiplicity of opportunities at hand in Mozambique, though for the country to go on to unprecedented economic successes and attract investment from further afield, companies must seek to take advantage of the sectors already exhibiting growth.

Foreign investment

External business partners have given monetary authorities reason enough to support foreign investment, whereas the state, through the implementation of its fiscal policy, regulates and streamlines the most important socioeconomic areas and creates a suitable business environment for private enterprise. Extensive legal reforms in aspects of law as far ranging as financial, tax, labour, trade legislation and ownership have also strengthened Mozambique’s business environment and encouraged private investment by quite a margin.

The economic potential of the country with respect to investment in agro-industry is formidable, and is best characterised by the industry’s generous tax incentives. With the aid of various economic agents, together with the family sector, developments such as AgroMoz in the provinces of Nampula and Zambézia, which together equate to approximately 60,000 hectares, have been made possible.
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Old March 7th, 2014, 08:50 AM   #436
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Um bom report sobre a situação económica do país, porém muito optimista na minha opinião.
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Old March 17th, 2014, 02:32 PM   #437
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O défice orçamental de Moçambique deve aumentar para 9,5% este ano, depois de em 2013 ter-se situado em 3%, de acordo com um relatório domingo divulgado pelo Fundo Monetário Internacional.

No documento, o FMI afirma que a economia de Moçambique deverá este ano crescer à taxa de 8%, depois de em 2013 ter registado um aumento de 7%, mas avisou que o défice orçamental é “insustentável.”

A previsão de crescimento corresponde à do Banco de Moçambique mas o FMI disse que o país terá de gastar mais dinheiro este ano a fim de garantir a realização de eleições presidenciais, previstas para 15 de Outubro próximo.
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Old March 17th, 2014, 02:33 PM   #438
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Um bom report sobre a situação económica do país, porém muito optimista na minha opinião.
Optimista porque? pode justificar?
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Old March 24th, 2014, 10:55 PM   #439
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Moçambique beneficiou de cerca de USD 600 milhões dos perto de seis biliões de USD que a Índia aplicou no continente africano nos últimos quatro anos. A situação torna Moçambique no grupo dos três principais destinatários de financiamento indiano em África, segundo o Exim Bank, instituição bancária estatal da Índia responsável pela concessão de linhas de crédito nos países em vias de desenvolvimento.

Em Moçambique, a maior parte do apoio indiano foi aplicada para financiar programas ligados aos sectores da agricultura, energia e abastecimento de água potável, de acordo ainda com aquela instituição. Para além de Moçambique, o Uganda e o Zimbábwè são outros dos países que mais beneficiaram do investimento indiano no período entre 2009 e 2013.

A Índia, refira-se, integra o grupo de 10 principais parceiros comerciais de Moçambique, exportando para o país produtos petrolíferos, electrónicos, medicamentos, arroz, máquinas, veículos, tecidos, metais, plásticos, entre outros. Por seu turno, Moçambique exporta para aquele país carvão mineral, castanha de caju, algodão e sucata de metal.

No período 2012/2013, o volume de negócios entre Moçambique e Índia foi de pouco mais de biliã o de dólares norte-americanos, nível que vai, futuramente, aumentar devido ao crescente interesse de investidores indianos pela indústria extractiva moçambicana.
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Old April 10th, 2014, 09:13 PM   #440
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Generating Sustainable Wealth from Mozambique’s Natural Resource Boom including coal and gas, a recently published World Bank policy note, explores this question and kicks off the Development Dialogue Series in Mozambique. The series is designed to inform policy discussions around management of natural resources and the set of reforms needed to translate natural capital into other forms of capital.

“The World Bank is a knowledge institution,” said Mark Lundell, World Bank Country Director for Mozambique. “Thanks to its extensive experience of development work, it has become a reliable source of development knowledge. This report and our dialogue series aim at establishing a platform for sharing that knowledge, thus contributing to public debate and ultimately inform policy making in various fields of public policy in Mozambique.”

The policy note uses the Wealth Accounting method, which measures the number of assets that a country has to generate its income and that teaches us something about the sustainability of growth in the context of abundance of natural resources, and it provides some answers as to why some countries have become poorer in the long run despite being rich in natural resources.

"The Wealth Accounting framework shows us that the relationship between wealth and economic growth is not always positive, especially for resource-rich countries. Many of those countries grow their wealth depleting their subsoil wealth without investing it in other types of capital, thus exhibiting a negative or zero growth in their assets over the same period. In other words, in resource rich economies the high GDP growth cannot always be associated with a growing asset base but often only reflects the depletion of natural capital," said Enrique Blanco Armas, World Bank Senior Economist in Mozambique and lead author.

Following the recent discovery of some of the largest reserves of gas and coal in the world, natural resource management in Mozambique has become an important topic for the country. As the report notes, the prudent management of the revenues will ultimately determine whether they translate into sustained flows of income and development dividends in the long run or not. The report also argues that the extent to which natural capital translates into other forms of capital from which to derive a sustainable income stream is what lies at the heart of good natural resources management. This is what differentiates successful natural resource rich countries from less successful ones it adds.

Experience shows that the quality of governance and institutional capability are a key for countries to be able to translate natural capital into other forms of capital in an effective way. A variety of governance indicators show that Mozambique's institutions are relatively weak, raising concern about the country's ability to manage natural resources well. But the report notes that Mozambique can also build on significant progress in some key areas; democratic elections, free press and a vocal civil society suggest a gradual strengthening of civic institutions.

Although the main audience of this policy note is Mozambican policy makers - the dialogue series will help broaden the discussion around management of natural resources to include civil society, private sector and the international development community.
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