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Old September 21st, 2017, 04:08 AM   #1
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PR-SC | Autopista Litoral Sul | BRs-116/376/101 | Quatro Barras (PR) - Palhoça (SC)

PR-SC | Autopista Litoral Sul | BRs-116/376/101 | Quatro Barras (PR) - Palhoça (SC)


Fonte


A Autopista Litoral Sul, uma das nove concessionárias da Arteris, é a responsável, desde 2008, trecho conhecido como Corredor do Mercosul, que compreende o Contorno Leste de Curitiba (BR-116), a BR-376 e a BR-101 e o Contorno de Florianópolis (que ainda será construído), fazendo a ligação da capital paranaense ao município de Palhoça, no estado de Santa Catarina. A concessão para administrar e conservar o trecho por 25 anos foi obtida em leilão realizado em 9 de outubro de 2007, no qual a proposta do grupo OHL Brasil, hoje Arteris, foi a vencedora. O contrato foi assinado em 14 de fevereiro de 2008 e prevê investimentos de R$ 3,1 bilhões durante sua vigência de 25 anos, incluindo a operação das rodovias.

O trecho administrado
O trecho da Autopista Litoral Sul liga Curitiba (PR) a Palhoça (SC) pelas BRs 376 e 101, além de incluir o Contorno Leste de Curitiba (BR-116). Todo esse trajeto corta os municípios de Quatro Barras, Piraquara, São José dos Pinhais, Curitiba, Tijucas do Sul e Guaratuba, no estado do Paraná, e Garuva, Joinville, Araquari, Barra Velha, Piçarras, Penha, Navegantes, Itajaí, Camboriú, Balneário Camboriu, Itapema, Porto Belo, Tijucas, Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça no estado de Santa Catarina.

O trecho tem 358 quilômetros de extensão e, por ser a principal ligação entre São Paulo, Curitiba e todo o litoral de Santa Catarina, acabou sendo um importante instrumento para o desenvolvimento industrial e turístico da região, passando a ser conhecido como Corredor do Mercosul.

Investimentos e obras
De acordo com o contrato assinado em 14 de fevereiro de 2008, os seis primeiros meses foram dedicados aos chamados trabalhos iniciais, que incluíram melhoria da pavimentação das pistas, sinalização vertical (placas, indicadores etc.), sinalização horizontal (pintura de faixas de rolamento), iluminação e dispositivos de segurança, entre outros. De acordo com o PER – Programa de Exploração de Rodovias, definido pela ANTT: “Os TRABALHOS INICIAIS compreendem as obras e serviços que a Concessionária deverá executar nos primeiros 6 meses da concessão, antes da autorização, pela ANTT do início da cobrança de pedágio na RODOVIA, com o objetivo de eliminação dos problemas emergenciais que impliquem em riscos pessoais e materiais iminentes, provendo-a dos requisitos mínimos de segurança e conforto aos usuários”. Após os primeiros seis meses de trabalhos iniciais, começou a fase de obras e implantações previstas no contrato. Veja abaixo exemplos do que o contrato prevê de melhorias para a rodovia:

• Implantação de trevos em desnível, com alças, em pista simples
• Implantação de trevos em desnível, com alças, em pista dupla
• Implantação de passagens em desnível inferior tipo galeria
• Implantação de passarelas sobre pista dupla
• Implantação de Bases de Serviços Operacionais
• Reforma de postos da Polícia Rodoviária Federal
• Reforma de postos fixos de pesagem
• Implantação de estações meteorológicas
• Construção do Contorno de Florianópolis, em pista dupla

Operação da Rodovia
Desde 15 de agosto de 2008, os usuários das rodovias que compõem o trecho têm à disposição os serviços de atendimento ao usuário: atendimento médico pré-hospitalar, socorro mecânico, resgate de animais na pista, viaturas para combate a incêndio, inspeção de tráfego constante e telefone 0800 para solicitar atendimento e informações: tudo operando 24 horas.

São, ao todo, 14 ambulâncias (10 de suporte básico em operação e quatro de suporte avançado em operação), 14 guinchos leves, cinco guinchos pesados, dois caminhões para combate a incêndio, dois carros para apreensão de animais, 11 viaturas e duas motos para inspeção de tráfego, duas carretas para produtos perigosos, cinco veículos de vigilância patrimonial e duas carretas de apoio operacional. Para solicitar atendimento, tirar dúvidas sobre a concessão da rodovia ou fazer reclamações e sugestões para a concessionária, os usuários da Autopista Litoral Sul podem ligar para 0800 725 1771. Pessoas com deficiência auditiva e da fala podem ligar para 0800 717 1000.

ISS para os municípios lindeiros
Todos os municípios cortados pelos 358 quilômetros do trecho administrado pela Autopista Litoral Sul têm direito a receber o repasse do ISS e, com ele, terão suas receitas ampliadas, podendo reverter em investimentos em áreas sociais e de infraestrutura. O valor é calculado sobre a alíquota de até 5% (variável de 2% a 5% nos municípios) sobre a receita de arrecadação das 4 praças de pedágio ao longo da rodovia, proporcional à extensão da rodovia no município.

(...)

Autopista Litoral Sul
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Old September 21st, 2017, 04:09 AM   #2
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Mapa do trecho concedido, ligando as capitais paranaense e catarinense
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Contorno Leste de Curitiba (BR-116/PR)
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BR-376/PR
Rodovia de ligação entre as BRs 101/SC e 116/PR. Seria a continuação da BR-101 em território paranaense, uma vez ela não corta o Estado.

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BR-101
Toda a extensão em território de SC.

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Contorno Viário da Grande Florianópolis
Em construção de pela Autopista Litoral Sul. Possui thread específico e seu avanço não será tratado aqui.




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Old September 21st, 2017, 07:32 AM   #7
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Arteris anuncia disposição para ampliar investimento na BR-101

Em reunião com o Fórum Parlamentar Catarinense na FIESC, presidente da empresa destacou a importância da participação do TCU na discussão sobre as obras não previstas no contrato de concessão


Diretor-presidente da Arteris, David Díaz Almazán, durante reunião na FIESC (foto: Filipe Scotti)


Presidente da Câmara de Assuntos de Transporte e Logística da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, durante apresentação na reunião (foto: Filipe Scotti)

Florianópolis, 22.5.2017O diretor-presidente da Arteris, David Díaz Almazán, afirmou que a empresa tem capacidade financeira e disposição para fazer investimentos nas concessões rodoviárias que têm em Santa Catarina, especialmente na BR-101 Norte, mas salientou a importância da participação do Tribunal de Contas da União (TCU) para debater obras não previstas no contrato de concessão. “Além das obras contratuais, também estamos cientes da necessidade de poder adicionar novas obras. Vários trechos, sabemos, têm um nível de congestionamento elevado. O grupo tem capacidade financeira e pode investir. Se os projetos forem interessantes vamos continuar investindo e temos uma equipe preparada, mas para isso precisamos do apoio de todos e a colaboração da ANTT e do Ministério dos Transportes. Mas é importante também trazer para a discussão o TCU”, afirmou. Ele participou de reunião do Grupo Paritário do Lote 7 (GPT) da BR-101, realizada na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta segunda-feira (22), em Florianópolis, com a participação de autoridades municipais, estaduais e federais.

O Lote 7, administrado pela Arteris, tem 407,8 quilômetros de extensão e abrange a BR-101 (SC), Contorno de Florianópolis, BR-376 (PR) e o contorno Leste de Curitiba (BR-116). O engenheiro e consultor Newton Gava apresentou as propostas de investimentos para a rodovia definidas no âmbito do GPT. As sugestões de novas obras e melhorias totalizam R$ 3,17 bilhões e 130 intervenções, sendo que cerca de 80% do valor (R$ 2,6 bilhões) são para obras no trecho catarinense da rodovia. Segundo o especialista, 70% da extensão do lote 7 está em Santa Catarina. O valor global se refere à realização de obras, mas não contempla possíveis desapropriações e a posterior manutenção das obras. “Precisamos de um aditivo de contrato que de alguma forma possa ser catalisado pela ação do Fórum Parlamentar. Os recursos para essas obras podem ser através da transferência dos investimentos para o valor da tarifa, por aporte de recursos do próprio governo ou com obras executadas pelo DNIT”, disse. Contudo, alertou para a falta de orçamento do governo federal. “A transferência para a tarifa seria o caminho mais próximo”, disse. Clique aqui e veja a lista de obras.

O presidente da Câmara de Assuntos de Transporte e Logística da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, disse que a BR-101 Norte é um eixo litorâneo estratégico para o desenvolvimento socioeconômico de Santa Catarina e lembrou que há segmentos da rodovia que apresentam índices de destaque no ranking das rodovias com maior número de acidentes e de congestionamentos no País. “A FIESC, preocupada com a competitividade, coloca a infraestrutura como um dos pilares de atenção da indústria e dos governos. As melhorias previstas no contrato de concessão praticamente foram implementadas. Sabemos que sem novas obras, a rodovia não terá condições para suportar o crescente tráfego na região”, afirmou.

Os Grupos Paritários de Trabalho foram instituídos no âmbito das concessões rodoviárias administradas pela ANTT. Além da FIESC, entre as entidades que integram o GPT da BR-101 estão a AURESC, COMDES, Fetrancesc, Fetranspar, CREA-SC, CREA-PR, Sindicam-SC, Sindi Combustíveis-PR, Amunesc, AMFRI, Plamus, Sindipetro, Sincombustíveis-SC, Autopista Litoral Sul/Arteris, ANTT e PRF. O coordenador regional da ANTT, Gilmar Cardoso, lembrou que “as entidades que integram o Grupo de Trabalho atuam de forma voluntária em busca de um transporte melhor para a sociedade e o País. Desde o início, sistematizamos as sugestões e as demandas”.

Entre os parlamentares presentes à reunião estiveram os deputados federais João Paulo Kleinübing, coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, Mauro Mariani, Valdir Colatto e Esperidião Amin, o deputado estadual João Amin, além do senador Dalirio Beber.

FIESC
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Old September 21st, 2017, 07:32 AM   #8
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Old September 21st, 2017, 07:35 AM   #9
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Infraestrutura 11/09/2017 | 07h30 Atualizada em 11/09/2017 | 07h30

Fiesc apresenta plano de investimento orçado em R$ 3 bilhões para rodovias do Norte de SC

Vice-presidente da Fiesc, Mário Cezar de Aguiar, fala nesta segunda-feira, na Acij, sobre estudo que prevê obras nas BRs 101, 376 e 116

Hassan Farias e Jean Balbinotti
[email protected]; [email protected]

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) realizou um estudo em que propõe um investimento de R$ 3 bilhões até 2023 em melhorias na BR-101, BR-376 e Contorno Leste de Curitiba (BR-116). As três rodovias impactam diretamente no trânsito do Estado e são administradas pela Autopista Litoral Sul. A proposta da instituição prevê que as obras sejam realizadas com recursos da concessionária e que os valores sejam compensados com o aumento dos pedágios.

O presidente da Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, explica que a proposta é criar dois contornos: um em Joinville e outro entre Navegantes e Itapema. Além disso, seriam feitas novas pontes, criadas mais marginais e viadutos, e realizadas correções em algumas curvas e aclives.

A concessionária teria como contrapartida o aumento do pedágio, que praticamente dobraria de valor, de acordo com Aguiar. Hoje, o valor cobrado em Santa Catarina é de R$ 2,60 por veículo de passeio, um dos mais baixos do País. Apesar de envolver três rodovias, sendo duas no Estado do Paraná, a maior parte dos investimentos é voltado para a região de Santa Catarina. O documento com a proposta já foi entregue ao governador Raimundo Colombo, ao Fórum Parlamentar Catarinense e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que precisa autorizar o investimento.

Uma parte, de R$ 950 milhões em investimentos, já foi até aprovado pela ANTT, mas ainda não foram liberados os recursos. Entram nesse valor algumas faixas adicionais, vias marginais e alguns viadutos – diz Aguiar.

O líder empresarial vai apresentar a proposta de investimentos na rodovia em uma palestra hoje, a partir das 18h30, na Associação Empresarial de Joinville (Acij). Segundo ele, a ideia é chamar a atenção da sociedade para que seja encontrada uma solução conjunta para os problemas de infraestrutura das rodovias catarinenses. Atual vice-presidente da Fiesc, ele explica que vários trechos de rodovias estão classificados com o menor nível de serviço existente dentro de uma norma norte-americana que classifica a qualidade das estradas.

– Hoje é uma situação problemática e que vai piorar ao longo do tempo. Então, o que nós estamos propondo é pegar esses trechos, identificar o problema e propor uma solução – destaca.

R$ 1 bilhão para o trecho Norte
Criado há cerca de três anos pela Federação das Indústrias de SC (Fiesc), o Grupo Paritário de Trabalho (GPT) BR-101 do Futuro estima investimentos na ordem de R$ 1 bilhão para o trecho Norte da rodovia no quadriênio 2016-2019.O valor se destina a adequações que não constam no Plano de Exploração Rodoviária (PER) da empresa concessionária, a Autopista Litoral Sul.

Concessionária responsável pelo trecho até 2032, a empresa se comprometeu investir R$ 5,6 bilhões em melhorias e na operação das rodovias – BR-101, BR-376 e Contorno Leste de Curitiba (BR-116) – durante a vigência do contrato. Conforme Egídio Martorano, secretário da Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, as obras são necessárias para evitar, que num futuro próximo, a rodovia entre em colapso.

Segundo ele, o GPT procura cobrar das autoridades competentes a liberação dos recursos para que as obras sejam feitas. Mas, quando isso não acontece por causa da crise econômica ou outro fator importante, uma solução é propor à concessionária que faça as obras não previstas no PER. Neste caso, o investimento seria compensado pelo aumento do valor do pedágio.

– Nós sempre falamos que existem duas alternativas: ou o governo federal faz as obras ou a concessionária assume e absorve o investimento na tarifa – destaca.

Pedágio pode subir a R$ 5
Se isso ocorrer, o aumento no preço do pedágio será inevitável. De acordo com Egídio Martorano, o valor poderá chegar aos R$ 5 – hoje, veículos de passeio pagam R$ 2,60. Segundo a análise da Fiesc, o trecho Norte da BR-101, que passa por áreas urbanas de Barra Velha, Joinville e Garuva, precisa de obras imediatas como a construção de marginais, faixas adicionais e viadutos, além de melhorias nos acessos.

Também foi avaliado pelo GPT a situação da BR-280, que tem um trecho de 74 km licitado há mais de três anos e que, até agora, avançou pouco. Na prática, dos três lotes, dois estão com obras na faixa dos 20% do total, e um deles sequer começou – entre São Francisco do Sul e o entroncamento com a BR-101.

A Notícia
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Old September 21st, 2017, 05:24 PM   #10
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Muito boa iniciativa.

É uma das rodovias mais importantes da Região Sul... Conectando o que podemos considerar um dos maiores polos econômicos do país.
Qualquer obra ou melhoria que venha a ajudar a agilizar o transporte de pessoas/cargas entre essas cidades é de vital importancia pra ambos os Estados, com reflexos também para o Brasil.
Tomara que o thread tenha vida longa e muitas novidades
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Old September 21st, 2017, 06:28 PM   #11
Gao
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Será que já foi aventada alguma correção de traçado no trecho de serra paranaense. Todas as vezes que passei por lá vi algum acidente, especialmente caminhão fora da pista.
Imagino alguma solução nos moldes da rodovia dos imigrantes, ou o que será feito na descida da serra na rodovia dos Tamoios em SP.
Outra coisa, o trecho catarinense chora por uma terceira faixa.
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Old September 21st, 2017, 08:14 PM   #12
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Originally Posted by Gao View Post
Será que já foi aventada alguma correção de traçado no trecho de serra paranaense. Todas as vezes que passei por lá vi algum acidente, especialmente caminhão fora da pista.
Imagino alguma solução nos moldes da rodovia dos imigrantes, ou o que será feito na descida da serra na rodovia dos Tamoios em SP.
Outra coisa, o trecho catarinense chora por uma terceira faixa.
O maior problema em efetuar correções geométricas nesse trecho da Br376 e a sua localização por estar dentro da serra do mar,que por si só não permite grandes intervenções tornando o processo extremamente burocrático e de soluções de engenharia com custo elevadíssimo,onde as soluções do tipo que foram utilizadas na serra do cafezal na Régis Bittencourt com tuneis e viadutos os custos bateriam facilmente na casa dos Bilhões,só observar as estimativas de custos da Nova subida da Dutra na serra das araras,tornando o pedagio extremamente caro pois como o mesmo não consta nas obrigações contratuais,precisaria ser aditivado no contrato.
O maior problema nesse trecho,na minha opinião, é a imprudência e o excesso de velocidade,pois ja passei por ele diversas vezes e não vejo ele em pior situação que muitas outras rodovias do Pais.
A famosa Curva da Santa talvez seja uma das mais perigosas dessa rodovia,mais não é a unica.
talvez uma solução mais viável ,mais não menos burocrática, que ja foi proposta diversas vezes por aqui fosse a mais ideal que seria a construção da Br101 no trecho do PR onde a mesma é descontinuada que com certeza ja desafogaria muito esse trecho da Br 376.
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Old September 24th, 2017, 06:05 PM   #13
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O maior problema em efetuar correções geométricas nesse trecho da Br376 e a sua localização por estar dentro da serra do mar,que por si só não permite grandes intervenções tornando o processo extremamente burocrático e de soluções de engenharia com custo elevadíssimo,onde as soluções do tipo que foram utilizadas na serra do cafezal na Régis Bittencourt com tuneis e viadutos os custos bateriam facilmente na casa dos Bilhões,só observar as estimativas de custos da Nova subida da Dutra na serra das araras,tornando o pedagio extremamente caro pois como o mesmo não consta nas obrigações contratuais,precisaria ser aditivado no contrato.
O maior problema nesse trecho,na minha opinião, é a imprudência e o excesso de velocidade,pois ja passei por ele diversas vezes e não vejo ele em pior situação que muitas outras rodovias do Pais.
A famosa Curva da Santa talvez seja uma das mais perigosas dessa rodovia,mais não é a unica.
talvez uma solução mais viável ,mais não menos burocrática, que ja foi proposta diversas vezes por aqui fosse a mais ideal que seria a construção da Br101 no trecho do PR onde a mesma é descontinuada que com certeza ja desafogaria muito esse trecho da Br 376.
O trecho da BR 101 entre Santos e Joinville jamais foi construído por 2 motivos (ambiental e um alto custo), mas que se fosse construído passando perto de Paranaguá (cidade portuária), incrementaria ainda mais a economia e agilizaria o transporte de mercadorias. Essa região entre Curitiba e Florianópolis, possui uma concentração de cidades com excelente desenvolvimento social e uma economia pujante e diversificada, merecia uns investimentos bem maiores para resolver os problemas de logísticas.
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Old September 25th, 2017, 02:47 AM   #14
muckie
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Bacana, mas qdo vi o montande a ser empregado no trecho de Camboriú, imaginei que fossem construir um contorno......
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Old September 25th, 2017, 09:34 PM   #15
cwb_sjp
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E como fica de Palhoça para frente, até a divisa com RS, fui de Curitiba a Laguna no fds passado, chegando a noite, e não gostei nenhum pouco, dps do último pedagio em Palhoça , apesar de ser tudo duplicado, não existe nenhuma sinalização, sendo muito ruim e perigoso trafegar a noite, acho péssimo, por que se paga o pedágio em Palhoça para dps dele não ter mais estrutura e apoio.
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Old September 26th, 2017, 01:12 AM   #16
Jdolci
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Aí já é assunto pra outro thread

SC-RS | BR-101 | Palhoça (SC) - Osório (RS)
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Old September 30th, 2017, 07:46 AM   #17
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Foto do forista Jhef na subida do Morro do Boi com Balneário Camboriú ao fundo:

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Old September 30th, 2017, 07:53 AM   #18
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Falando em morro...

Rafael Martini

DNIT inicia estudo para alargar trecho da BR-101 no Morro dos Cavalos, em Palhoça

29/09/2017- 04h30min - Atualizada em 29/09/2017- 04h30min


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS

O DNIT iniciou nesta semana estudo topográfico sobre a viabilidade do alargamento do trecho da BR-101 que corta o Morro dos Cavalos, em Palhoça, com a criação da quinta e sexta faixas. A ideia ainda é preliminar, mas seria uma alternativa à construção do túnel na região, que só deve ser construído depois da finalização das duplicações das BRs 470 e 280.

No meio empresarial, há quem defenda que o túnel deva constar como exigência na concessão do trecho sul da BR-101, cujo leilão está previsto para o primeiro semestre do ano que vem.

Enquanto isso
Essa alternativa encontra resistência no mundo político, já que encareceria demasiadamente o pedágio. Além de tudo isso, tem a questão indígena, sempre complicada no local. Muita água ainda vai passar embaixo dessa ponte antes de o martelo ser batido.

(...)

RAFAEL MARTINI
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Old September 30th, 2017, 05:13 PM   #19
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Esse trecho duplicado não tem acostamento?
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Old September 30th, 2017, 07:36 PM   #20
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Não. E foi um parto para conseguir fazer a faixa adicional de ambos os lados.

Adivinha? É terra indígena com índios importados e agora não sai túnel e vai se arrastar mais uns 4 anos para adicionar mais faixas.
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