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Porto Área Metropolitana do Porto



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Old April 14th, 2014, 12:58 AM   #981
Andre_Filipe
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Câmara do Porto não vai candidatar-se a jogos do Euro2020
A Câmara Municipal do Porto anunciou este domingo ter-se “desinteressado” da candidatura à realização de jogos do Campeonato da Europa de futebol de 2020, por “não ver garantido retorno mínimo para a cidade”.


“Tratando-se de um modelo de campeonato em tudo diferente dos anteriores e não estando definidas as selecções que disputariam um número muito limitado de jogos no Estádio do Dragão (único na cidade do Porto que cumpre os critérios estabelecidos pela UEFA), resulta também indefinido qual o retorno potencial para a cidade”, refere a autarquia presidida pelo independente Rui Moreira, num comunicado enviado à agência Lusa.

Apesar de ter aceitado “estudar com a Federação Portuguesa de Futebol” (FPF) o “apertado e exigente caderno de encargos” do Euro2020, a Câmara do Porto concluiu “não estarem reunidas as condições mínimas para que sejam assumidos importantes compromissos futuros (muitos deles externos à autarquia)”, que, sustenta, “apenas fariam sentido se estivessem garantidas correspondentes condições de retorno turístico e promocional para a cidade do Porto e para os seus munícipes”.

Segundo esclarece, “o que estava proposto ao Porto seria receber um número muito reduzido de jogos, de um grupo, não estando garantido qualquer jogo da selecção portuguesa e não podendo o Estádio do Dragão aceder aos jogos das fases mais adiantadas da prova, devido à sua lotação”.

“Por outro lado – acrescenta – face ao alargamento do número de países na primeira fase da competição, nem sequer estava garantido que o jogo ou jogos a disputar no Porto fossem os mais interessantes, quer do ponto de vista desportivo, quer do ponto de vista da promoção externa da cidade nos mercados de maior interesse turístico”.

Na sexta-feira, a FPF anunciou ter prolongado até 21 de Abril o prazo dado às câmaras municipais de Lisboa e Porto para a entrega de candidaturas à realização de algumas partidas do Campeonato da Europa de 2020.

Segundo esclareceu a FPF numa nota publicada no seu sítio oficial na Internet, as 2 autarquias poderão entregar os “dossiers” de candidatura à organização conjunta do Euro2020 até às 12h de 21 de Abril, de forma a que possam entrar na UEFA até dia 25.

A decisão, acrescenta o organismo máximo do futebol português, “levou em conta o interesse manifestado pelas 2 autarquias em apresentar dossiers de candidatura completos que possam ser analisados e remetidos à UEFA antes do prazo-limite estabelecido pelo organismo que tutela o futebol europeu [dia 25 de Abril]“.

O prazo oficial dado inicialmente pela FPF tinha terminado na quinta-feira, sem que tivesse sido apresentado qualquer dossiê de candidatura.

Na quinta-feira, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, disse estar a avaliar, com a FPF e a Câmara do Porto, uma candidatura para que a capital receba jogos do Campeonato Europeu de Futebol de 2020.

“Ainda não há nenhuma decisão final tomada. Temos estado a avaliar isso com a Federação, a Câmara do Porto e entre nós. E [estamos] a medir bem o passo. Temos de tomar bem a decisão e tomá-la-emos no momento oportuno. Mas ainda não temos decisão final”, afirmou António Costa, salientando que esta é uma decisão que tem de ser tomada de “forma ponderada”, pelas especificidades do Euro2020 e pelo caderno de encargos que as cidades que receberem jogos terão de assumir.

A fase final do Europeu de futebol de 2020 irá disputar-se de uma forma inédita, já que os jogos vão realizar-se, pela primeira vez na história do campeonato, em 13 países.

As regras exigem para as meias-finais e para a final estádios com lotação superior a 70 mil lugares, o que afasta desde logo essas 3 partidas de Portugal.
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Old April 14th, 2014, 05:04 AM   #982
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A gastronomia portuense tem um novo sabor, o Bacalhau D’Ouro


O Bacalhau D’Ouro é um prato pensado por alguns dos mais prestigiados chefs de cozinha da cidade do Porto e vai ser promovido junto dos turistas como a mais recente iguaria da gastronomia portuense.


A receita – que leva azeite, vinho branco, vinho do Porto, broa de Avintes, chouriço e, claro, o fiel amigo – resulta do projecto “Prove Porto”, uma parceria entre a Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) e da Câmara do Porto.

“Idealizado por alguns dos chefs mais prestigiados da cidade, este [Bacalhau D'Ouro] é um prato que realça os sabores típicos da região, de acordo com uma perspectiva contemporânea, e que passará a ser promovido junto dos turistas como a mais recente iguaria da gastronomia portuense”, informa, em comunicado, a APHORT.

Consciente de que os paladares da cidade e da região ocupam “um lugar de destaque nas preferências dos turistas que visitam a cidade”, a ideia dos promotores do “Prove Porto” é “contribuir para melhorar a experiência turística” na Invicta e “dinamizar a actividade dos empresários da restauração local”.

Este bacalhau de fazer crescer água na boca, confeccionado com ingredientes tradicionais da gastronomia portuguesa, vai estar disponível, já este mês, nas ementas de 23 restaurantes, seleccionados a dedo pela organização.

Last edited by Andre_Filipe; April 14th, 2014 at 07:20 AM.
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Old April 15th, 2014, 07:05 AM   #983
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Antiga Cadeia da Relação do Porto vai entrar em obras durante um ano
Edifício que alberga o Centro Português de Fotografia sofre de problemas estruturais, de infiltrações e de falta de manutenção.


O edifício da antiga Cadeia da Relação do Porto, que alberga actualmente o Centro Português de Fotografia (CPF), vai ter obras gerais, para resolver problemas estruturais e de infiltrações. Ainda não há data para o arranque dos trabalhos, mas está previsto que estes durem um ano.

Quem olha para a fachada principal do edifício classificado até pode nem reparar que o prédio está a precisar de obras, mas basta contorná-lo para perceber que algo não está bem. Nas traseiras do CPF, na Travessa de S. Bento, há grades e fitas a proibir que pessoas e carros se aproximem da fachada e de um dos rebordos em granito das janelas caiu um grande bloco, que jaz no chão, na zona protegida.

Fonte do CPF e da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) – que gere aquela estrutura – explica ao PÚBLICO, em resposta escrita, que a Câmara do Porto foi alertada, em Fevereiro de 2013 para “a preocupação do CPF com a segurança na circulação na Travessa de S. Bento e na Rua de S. Bento da Vitória”. Neste contexto, e em colaboração com o CPF/DGLAB, “em Julho de 2013, na Travessa de S. Bento, foi colocado um sinal de proibição de estacionar e parar veículos, e uma vedação em toda a extensão da fachada lateral do edifício, com corredor de madeira para passagem dos peões”, explica a mesma fonte. Sete meses depois, contudo, a vedação está “neste momento deteriorada”, pelo que o CPF/DGLAB garante que irá “continuar a diligenciar junto (…) da Câmara do Porto, no sentido de solicitar, mais uma vez, o apoio na manutenção” da estrutura “até ao início da empreitada prevista”.

Data para esse início é que ainda não há. O CPF/DGLAB contava receber, até ao dia de ontem, o projecto de reabilitação do edifício, que pretende resolver “problemas de manutenção e infiltrações”, além de “problemas estruturais (frontal e fachadas)”, o que implicará intervenções “na cobertura, nas fachadas e no interior”. Contudo a singularidade do prédio obrigará a uma série de consultas, antes de os trabalhos poderem arrancar.

É que o edifício está classificado individualmente e está também integrado na área classificada pela Unesco, deixando-o sobre uma apertada vigilância. “Em função da intervenção, têm de ser recolhidas todas as autorizações necessárias, do arquitecto Souto Moura, autor do projecto de adaptação em parceria com o já falecido Humberto Vieira, da Direcção Regional de Cultura do Norte (por se tratar de edifício classificado), e da PortoVivo SRU, (por se tratar de edifício inserido na área de reabilitação urbana do Centro Histórico do Porto, classificada pela Unesco como Património Cultural da Humanidade desde 1996)”, esclarece o CPF/DGLAB.

Só quando se conseguirem pareceres favoráveis de todas estas pessoas e entidades é que a empreitada será lançada, “através dos serviços centrais da DGLAB”, esclarece a mesma fonte. Depois, a previsão aponta para um ano de obra. Durante esse período, algumas áreas do edifício poderão encerrar, mas o CPF continuará a funcionar e aberto ao público.

Os custos da revisão do projecto de reabilitação foram suportados pelo CPF/DGLAB, mas a obra, orçada em cerca de 800 mil euros, será financiada, na totalidade, pelo Fundo de Reabilitação e Conservação Patrimonial, do Ministério das Finanças. A candidatura a esta fundo foi aprovada já no final de 2010. O CPF/DGLAB esclarecem que a candidatura da empreitada da antiga Cadeia da Relação foi contemplada em face “das obras urgentes e prioritárias necessárias para garantia de segurança de pessoas e bens e ainda [devido à] inexistência de capacidade financeira por parte da entidade proprietária do imóvel”.


À espera da reclassificação

O edifício da antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933, mas o processo para a sua reclassificação como Monumento Nacional está, neste momento, a correr. No decreto publicado a 2 de Junho de 1933, que classificou o prédio, este é identificado como “o edifício mandado construir em 1765, por João de Almeida e Melo, para cadeia no Porto e que hoje abriga também o Tribunal de Relação do Porto”.

A Cadeia da Relação ficou famosa por ter albergado, nas suas celas, o escritor Camilo Castelo Branco e a sua amante, Ana Plácido, mas desde 1997 que o edifício é a casa do CPF. A sua importância arquitectónica e o seu valor histórico levaram o Centro Português de Fotografia a pedir a sua reclassificação como Monumento Nacional, a 1 de Fevereiro de 2013. A proposta recebeu um parecer favorável da Direcção Regional de Cultura do Norte em Outubro do ano passado, mas aguarda ainda por uma decisão final.
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Old April 15th, 2014, 11:30 AM   #984
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Bem precisa, mas 800mil não chega para limpar aquela fachada, tá preta!
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Old April 15th, 2014, 03:05 PM   #985
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Porto quer mais duas bandeiras azuis para atingir o pleno nas praias do concelho

A empresa municipal Águas do Porto quer despoluir e alcançar bandeiras azuis nas zonas balneares do Castelo do Queijo e Praia Internacional, para conquistar o galardão nas dez praias do concelho, disse hoje à Lusa fonte da autarquia.

"A intenção é ter todas as praias com bandeira azul. Apenas falta a do Castelo do Queijo e a Praia Internacional, que neste momento não é considerada zona balnear mas a intenção é que venha a ser, para que possa também ser classificada com a bandeira azul", descreveu fonte oficial do município.

Para atingir o propósito, a Águas do Porto vai "continuar a investir no tratamento de efluentes" e lançou um concurso público para comprar, por 135 mil euros, um equipamento de "monitorização online" e "em tempo real", das descargas poluentes que afetam aquelas duas zonas.

O anúncio do procedimento para "aquisição/instalação e operacionalização de equipamento para monitorização, em tempo real, de águas costeiras -- 1.ª fase" foi publicado na segunda-feira em Diário da República.

"O concurso público tem por objetivo permitir uma gestão pró-ativa e a adoção atempada das medidas de gestão adequada para o lançamento de um programa de despoluição das bacias hidrográficas que afetam a qualidade da zona balnear do Castelo do Queijo (Ribeira de Aldoar) e da Praia Internacional (Ribeira da Riguinha)", descreve a Águas do Porto, numa resposta escrita enviada à Lusa.

Com isto, explica a empresa municipal, estas zonas vão ser equipadas com "duas estações de monitorização 'online' das descargas poluentes mais significativas na orla costeira do Porto".

"Pretende-se atingir a excelência nestas duas massas de água, de forma a ser possível a sua candidatura à Bandeira Azul", esclarece a Águas do Porto.

A intervenção "integra a Operação Valorização do Litoral do Porto, 1.ª Fase, cofinanciada pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), no âmbito do programa ON.2", acrescenta.

A Águas do Porto destaca ainda que a cidade do Porto tem atualmente três zonas balneares galardoadas com Bandeira Azul (Homem do Leme, Gondarém e Foz) "que correspondem a oito praias de qualidade excelente".

"Existe, contudo, uma zona balnear (Castelo do Queijo) e uma zona não designada (Praia Internacional) que ainda não têm qualidade de água balnear para obter esse galardão", observa a empresa.
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Old April 15th, 2014, 11:59 PM   #986
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Remoção de resíduos de S. Pedro da Cova começa em “poucos dias”
O contrato para a remoção das 88 mil toneladas de resíduos perigosos em S. Pedro da Cova foi assinado terça-feira, tendo o ministro do Ambiente garantido que “no prazo de muito poucos dias” os trabalhos vão arrancar.


S. Pedro da Cova foi a primeira paragem do segundo roteiro para o crescimento verde feita por Jorge Moreira da Silva, considerando o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia que se trata “de finalmente eliminar passivos ambientais que estavam connosco há décadas”.

O contrato assinado entre o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e a empresa Ecodeal prevê um investimento de 13 milhões de euros, trabalhos que segundo o ministro demorarão cerca de nove meses, com “70 a 80 camiões por dia” a retirar as 88 mil toneladas de resíduos industriais perigosos, depositados nas escombreiras das antigas minas de S. Pedro da Cova entre Maio de 2001 e Março de 2002.

Questionado sobre a data de início desta operação, Jorge Moreira da Silva disse que a indicação de que dispõe “é que no prazo de muito poucos dias” isso irá acontecer, explicando que “logo que um contrato como este é assinado a obtenção do visto do Tribunal de Contas costuma ser bastante célere.

“Penso que este é um processo em que o mais difícil já passou. Eu sei que a população estava – e de uma forma muito justificada – impaciente com a resolução deste problema”, acrescentou.

Sobre a questão da qualidade da água naquele local, o ministro com a tutela garantiu que “a monitorização não termina hoje”, considerando necessário continuar a vigiar “o impacto ambiental na água, designadamente durante todo o processo de retirada dos resíduos mas também depois”.

“A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a fazer essa recolha. A indicação que tenho é que não se trata de dados que envolvam uma preocupação ao ponto de serem tomadas medidas drásticas ao nível deste local”, disse, acrescentando que a APA estaria “em condições” de partilhar esses dados com a comunicação social e a população.

No entanto, Jorge Moreira da Silva, não quer “proporcionar um excessivo conforto em relação a esta matéria porque à medida que vamos removendo os resíduos é possível que alguns dos impactos ambientais possam verificar-se”.

Em declarações aos jornalistas no final da cerimónia, Pimenta Machado, da APA, garantiu que o relatório com os resultados das análises será conhecido em breve, antecipando algumas conclusões primordiais, como o facto de “toda a zona envolvente” ter abastecimento da água pela rede pública.

De acordo com o responsável, toda a água que é usada é para rega e tem qualidade para tal, acrescentando ainda que “não há uma relação entre o estado da massa da água e os materiais aqui depositados”.

O ministro da tutela aproveitou ainda para recordar que este contrato “passou por um processo muito conturbado”, enfatizando que das primeiras coisas que decidiu assim que chegou ao Governo foi levar a Conselho de Ministros a adjudicação deste contrato.

Esta operação foi “travada” por providências cautelares em Outubro do ano passado, depois de no dia 10 de Julho a então ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, adjudicar o concurso público à empresa Ecodeal – gestão Integral de Resíduos Industriais, pelo montante de 9,9 milhões de euros, acrescidos de IVA e de taxa de Gestão de Resíduos.

As providências cautelares foram interpostas por duas das 14 empresas que se apresentaram a concurso.
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Motociclos vão poder circular em corredores Bus do Porto a partir de Maio

Motociclos e ciclomotores vão passar a poder circular em faixas Bus de algumas zonas da cidade do Porto a partir de maio, no âmbito de um projeto-piloto que a Câmara realiza pelo menos durante um ano meio.

Em comunicado, a Câmara do Porto anunciou hoje que esta medida, que será acompanhada por um estudo da Universidade do Porto, vai ser levada a aprovação do executivo na reunião camarária de terça-feira, entrando em vigor no dia 01 de maio.

O projeto-piloto arrancará numa primeira fase em 14 artérias do centro da cidade, sendo que para a sua implementação a autarquia "pediu pareceres, obrigatórios mas não vinculativos, à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes".

"No final dos primeiros seis meses deverá ser feita uma primeira avaliação global dos impactos desta medida", podendo depois disso a zona piloto "ser alargada para cerca de 50% da extensão total dos corredores Bus existentes na cidade".

A Câmara do Porto adianta que "caso os resultados sejam positivos" no final dos 18 meses desta experiência, "a permissão poderá ser alargada na generalidade a toda a cidade".

Adiantando que o Porto será o primeiro município a aplicar a nova legislação e a permitir a circulação de motociclos nos corredores Bus, a autarquia salienta ainda que, com esta medida, o presidente da Câmara, Rui Moreira, cumpre uma das medidas elencadas no Manifesto Eleitoral com que se apresentou às eleições de setembro de 2013.

"Esta medida poderá trazer vantagens em termos de redução do tempo de viagem, redução dos níveis de emissão de CO2, aumento de segurança para os motociclistas, incentivo à transferência modal do automóvel para o motociclo e, não menos importante, redução do tráfego automóvel", conclui a autarquia.

Caberá à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto avaliar "todos os impactos, negativos e positivos, que a permissão de circulação de ciclomotores e motociclos nos corredores Bus terá no sistema de transportes2.

A zona onde arrancará este projeto, escolhida "segundo critérios previamente definidos", inclui as ruas do Bonfim, de Fernandes Tomás, Sá da Bandeira, Formosa, de Camões, António Luís Gomes, da Trindade, do Clube dos Fenianos e a dos Heróis e dos Mártires de França.

A avenida Fernão Magalhães, o campo 24 de Agosto, a praça da Liberdade, a avenida dos Aliados e a praça General Humberto Delgado integram ainda a zona piloto.
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Matosinhos quer ser em 2015 Cidade de Design, distinção da UNESCO

O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, apresentou na quinta-feira a implementação da Quadra-District Design, iniciativa que pretende consagrar o concelho nesta área e permitir a candidatura, em 2015, a Cidade de Design, uma distinção da UNESCO.


O objectivo foi assumido pelo presidente, que em declarações à agência Lusa afirmou que Matosinhos tem “todas as condições para ser uma Quadra Design District”, com a intenção de em 2015 ser uma “Cidade de Design”, distinção atribuída pela UNESCO às cidades que promovem o desenvolvimento de indústrias criativas.

Da Rede de Cidades Criativas da UNESCO fazem neste momento parte 41 membros – não havendo nenhuma cidade portuguesa na lista – divididos por sete categorias das indústrias criativas, sendo além do design consagradas a literatura, o cinema, a música, as artes mediáticas, o artesanato e arte popular e a gastronomia.

“Hoje percebemos Matosinhos como cidade criativa, uma cidade dedicada ao design e uma cidade onde há um conjunto de investimentos que a qualificam para ser um ponto incontornável no que diz respeito ao design”, disse o autarca, recordando que esta “é a terra do arquitecto Siza Vieira”.

Entre as acções neste âmbito, o presidente da câmara realçou o Espaço Quadra – com abertura prevista para Maio – “uma incubadora dedicada ao design”, além de “um evento anual de celebração de criatividade da Escola Superior de Artes e Design [ESAD] com arte de rua” a ser exibida permanentemente na Quadra Marítima, a zona da Rua Brito Capelo e da restauração de Matosinhos.

Outro dos projectos a promover passa por criar na actual Galeria Nave, localizada nos paços do concelho, a Casa do Design, local que passa a “albergar colecções de vários autores que têm peças de design e grandes coleccionadores que vão estar em exibição permanente naquela zona”.

Um dos primeiros passos para a implementação da Quadra-Design District passa pela criação da Associação Quadra, apresentada por Guilherme Pinto numa sessão no Mercado de Matosinhos, uma associação sem fins lucrativos que ainda terá de passar na Assembleia Municipal.

A associação estará “instalada na Quadra Marítima”, introduzindo uma dinâmica nova aquele local.
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Obras em museus de Santo Tirso custam 4,6ME e ficam prontas em 2015

As obras de adaptação do Museu Abade Pedrosa e de construção do Centro Interpretativo do Museu de Escultura ao Ar Livre, em Santo Tirso, vão custar 4,6 milhões de euros e ficarão prontas em 2015, anunciou terça-feira a autarquia.


Numa conferência de imprensa que servia para fazer o balanço dos primeiros seis meses de mandato, o presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, anunciou que nos próximos dias será lançada a adjudicação de uma empreitada “fundamental” da área da Cultura e do Turismo do concelho.

Trata-se das obras de adaptação do actual Museu Abade Pedrosa, projecto do arquitecto Souto Moura, e do Centro Interpretativo do Museu de Escultura Contemporânea ao Ar Livre, da autoria de Siza Vieira.

Ao todo a obra vai custar 4,6 milhões de euros, sendo 85% comparticipados por fundos comunitários, ainda ao abrigo do ciclo de apoios 2007/13, e o restante (cerca de 700 mil euros) a cargo da autarquia.

Joaquim Couto tem a expectativa de que as obras se iniciem no final de julho e terminem no final de 2015.

Ambos os museus, que depois de concluídas as obras funcionarão numa única unidade e com uma única direcção, têm por objectivo dar apoio à área educativa do concelho.

“É investindo na escola que, ao fim de uma/duas/três gerações, teremos tudo o resto: melhores empregos e melhor qualidade de vida”, referiu Joaquim Couto.

Nesta conferência de imprensa, o autarca socialista deu nota dos principais projectos feitos desde que tomou posse em Outubro de 2013, dando destaque aos programas de emergência social, à realização de reuniões de Câmara descentralizadas e a investimentos feitos na área da educação e de obras públicas.

Questionado acerca das contas da autarquia, Couto disse que “os dados apurados em auditoria interna não revelaram nada de especial pois os valores em jogo são considerados aceitáveis”.

No entanto, o autarca contou ter ficado “surpreendido” com uma dívida de 1,4 milhões de euros, relativa à incubadora de empresas localizada na Fábrica de Santo Tyrso.

“Surpreendido porque achava que estava pago. Afinal a obra inaugurou em Setembro”, disse o sucessor do também socialista Castro Fernandes.

Em Novembro, numa conferência de imprensa semelhante de balanço dos primeiros 30 dias de actividade, o autarca tinha afirmado que a situação económica e financeira da Câmara não estava “em rotura”, mas “inspirava alguns cuidados”.

Joaquim Couto enumerou outros projectos e actividades da autarquia, dando relevância a um processo de “informatização total” dos serviços para “aumentar a proximidade com os cidadãos” e “agilizar processos burocráticos”.

“Nestes seis meses foi possível tomar deliberações da Câmara por unanimidade em mais de 90%. Julgo que o clima de crispação entre oposição e executivo e mesmo com as juntas de freguesia se desvaneceu e o clima político vigente é de normalidade e respeito”, concluiu o autarca.
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