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Old March 2nd, 2007, 02:23 AM   #1
JohnnyMass
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Novo Aeroporto de Lisboa - II

Uma vez que o velho já não tinha mangas disponíveis...
continuemos aqui!

Novo Aeroporto de Lisboa - I
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Old March 2nd, 2007, 05:10 AM   #2
Bitxofo
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Ja començou a se construir OTA?
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Old March 2nd, 2007, 03:02 PM   #3
Reflex
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Ainda não.

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Originally Posted by Barragon View Post
Deu agora na TV que alguém pensou num referendo sobre a OTA.
Conta lá isso melhor!
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Old March 3rd, 2007, 04:20 AM   #4
Bitxofo
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Quando comença?
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Old March 3rd, 2007, 02:59 PM   #5
Pelha
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Originally Posted by Bitxofo View Post
Quando comença?
Ninguém sabe, nem mesmo o governo, alias ainda nem está totalmente garantido que a OTA vá mesmo para a frente, mas de acordo com as previsões do governo abrirá portas em 2017, coisa que de resto duvido bastante, tudo neste país tem atrasos.
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Old March 3rd, 2007, 04:53 PM   #6
mynuster
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nunca mais se decidem
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Old March 3rd, 2007, 07:04 PM   #7
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Enquanto não se decidem ainda há esperança em Rio Frio...
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Old March 3rd, 2007, 08:36 PM   #8
Pelha
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Originally Posted by Reflex View Post
Enquanto não se decidem ainda há esperança em Rio Frio...
Ainda não percebi essa vossa ficção por Rio Frio, a existir outra alternativa mais viável, essa mesma não será certamente Rio Frio.
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Old March 3rd, 2007, 08:38 PM   #9
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Quando eu digo Rio Frio refiro-me a uma qualquer localização na Margem Sul do Tejo...
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Old March 3rd, 2007, 08:43 PM   #10
fred_mendonca
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Old March 3rd, 2007, 10:29 PM   #11
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no EXPRESSO vem um render do novo layout do aeroporto da Ota
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Old March 3rd, 2007, 10:34 PM   #12
Pelha
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Ninguem comprou o expresso?
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Old March 3rd, 2007, 10:36 PM   #13
Reflex
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Já estive a ver no site e não encontrei...
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Old March 3rd, 2007, 10:39 PM   #14
Reflex
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Já agora:
Santana Lopes pede referendo à Ota
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Old March 4th, 2007, 01:22 AM   #15
rafa15
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O Palácio de Belém quer saber tudo sobre o processo da Ota, um investimento previsto superior a 2 mil milhões de euros. A ideia de que o Governo vai remover uma montanha de trezentos metros para poder construir mais do que duas pistas no novo aeroporto, que ficará instalado sobre estacas, e que a infra-estrutura, para além de alegadamente ser irracional, do ponto de vista das comunicações e da proximidade a Espanha/Badajoz, é provisória e dura apenas 15 anos, está a gerar alguma perplexidade nos meios políticos, tendo levado Santana Lopes, ontem na reunião do Grupo Parlamentar, a pedir um referendo nacional sobre a questão. Um dossier que pode colocar em causa a cooperação estratégica, sobretudo se Belém for acossado pelo PSD.

De acordo com os "blogs" que sobre o assunto invadiram a internet, a oposição ao projecto do Governo Sócrates está a aumentar, sobretudo depois da construção do novo aeroporto do Porto que, sem outros custos, pode transformar-se no aeroporto intercontinental do País, ficando a Portela reservada para os "low costs" e para os voos internos e europeus. Esta solução evita que Lisboa perca as mais-valias turísticas derivadas da localização do aeroporto da Portela a dois quilómetros da estação do Oriente e praticamente no centro da cidade.
Segundo os meios contestatários da opção da Ota, "com uma discrição absolutamente inusitada, foi agora lançado pelo ministro das Obras Públicas o concurso para elaboração do projecto do Novo Aeroporto de Lisboa (NAL). Passado mais de um ano sobre a tomada de decisão sobre a localização do NAL, é altura de olhar para trás e procurar entender como é que foi possível que esta opção recaísse sobre a Ota, tendo contra ela a maioria dos estudos técnicos (que poucas pessoas leram) e a generalidade dos especialistas e operadores".


Três estudos iniciais comprometem decisão do Governo

Segundo Luís Gonçalves, "nos últimos quinze anos foram elaborados dois estudos comparativos de diferentes localizações para o NAL: um de 1994 da responsabilidade da ANA - Aeroportos e Navegação Aérea, S.A., a pedido do Ministério das Obras Públicas; e um segundo, em 1999, produzido pelo consórcio Aéroports de Paris/Profabril, para a NAER - Novo Aeroporto S.A. O estudo de 2005, apresentado como o documento definitivo, é apenas um Estudo Preliminar de Impacto Ambiental (EPIA).
O estudo de 1994 comparava quatro alternativas possíveis: Montijo A (orientação das pistas Norte/Sul), Montijo B (orientação das pistas Este/Oeste), Rio Frio e Ota. Na conclusão, as opções foram assim hierarquizadas: Montijo B, Montijo A, Rio Frio e, por último, a Ota, considerada simultaneamente a mais cara e a pior das localizações, com um investimento superior a 2 mil milhões de euros. Apesar da orientação do Governo no sentido da "transparência e divulgação pública", este estudo não figura no rol de 26 documentos disponíveis para consulta no sítio da NAER. A posterior decisão de avançar com a rede ferroviária de alta velocidade (AV) e a terceira travessia do Tejo (TTT), entre Chelas e o Barreiro, veio reforçar drasticamente as vantagens das localizações na margem sul do Tejo, em particular a opção do Montijo.
O estudo posterior, apresentado em 1999, comparava outras quatro alternativas: a SuperPortela (considerando a construção de uma nova pista paralela à existente), Rio Frio 17-35 (orientação das pistas Norte/Sul), Rio Frio 08-26 (orientação das pistas Este/Oeste) e Ota, não apresentando qualquer explicação para o facto de não ter sido considerada a localização mais bem classificada no estudo produzido apenas cinco anos antes.
Estas quatro opções foram classificadas, numa escala de 0 a 1000, à luz de diferentes critérios (operação aérea, acessibilidade terrestre, ambiente, custos de investimento, custo de exploração, etc.). As duas soluções para o Rio Frio obtiveram 728 pontos (E/O) e 675 pontos (N/S), tendo a Ota obtido a pior classificação (616 pontos), à semelhança do que tinha sucedido no estudo de 1994. A SuperPortela não chegou a ser valorizada por ter sido considerada um projecto com um impacto ambiental desmedido.
Entre 1999 e 2005, foram produzidos vários estudos (geológicos, geotécnicos, hidrológicos, movimentos de aves, caracterização da flora, etc.), para além do próprio "Plano Director de Referência de Desenvolvimento Conceptual do Aeroporto". No entanto, todos estes documentos usaram, como premissa, a localização do NAL na Ota, apesar de esta ter sido, até então, sempre considerada a pior opção. Se outros estudos foram feitos, não foram divulgados.


Os problemas da Ota

Em 2005, são elaborados os EPIA para as localizações do NAL na Ota e em Rio Frio. Apesar de apresentada como a melhor localização, a lista de problemas associados à opção do NAL na Ota não deixa de impressionar: desafectação de 517 hectares de Reserva Ecológica Nacional (REN); destruição do coberto vegetal, incluindo o abate de cerca de 5000 sobreiros; movimentação de 50 milhões de m3 de terra (equivalente a cobrir o concelho de Lisboa com uma camada de 60 cm); desvio e "encanamento" da Ribeira do Alvarinho, com uma bacia de 1000 hectares a montante do aeroporto; destruição do Paúl da Ota e impermeabilização de uma enorme zona húmida que regularmente alaga durante o Inverno; necessidade de expropriar 1270 hectares.
Pelo facto de se tratar de um estudo de impacto ambiental, algumas questões determinantes para a localização de um aeroporto (operações aéreas, acessibilidades, impacto na economia) foram tratadas de um modo superficial, ou não foram sequer afloradas. Por essa razão, vários problemas da localização na Ota não foram devidamente valorizados ou sequer identificados: aumento dos riscos operacionais das operações aéreas, decorrente da reorientação das pistas a nor-nordeste, com a consequente existência de ventos laterais (os ventos dominantes são nor-noroeste); coincidência do enfiamento de uma das suas pistas com o parque de Aveiras da Companhia Logística de Combustíveis, com o risco de uma enorme catástrofe ecológica e económica em caso de acidente; continuação do sobrevoo a baixa altitude de áreas densamente povoadas da Área Metropolitana de Lisboa (AML); aumento da distância do aeroporto ao centro de Lisboa para 46 km (pela actual A1, actualmente já muito congestionada), ou 56 km (pela A10/A9/A; aumento da distância média ponderada do aeroporto aos concelhos da AML para 56 km por via rodoviária, e para 54 km por via ferroviária; impossibilidade de incluir um serviço eficaz de shuttle através da actual Linha do Norte, que se encontra completamente saturada; deslocação de um grande número de pessoas afectas ao funcionamento do aeroporto e às actividades complementares; enorme aumento da pressão urbanística sobre a zona envolvente, pela necessidade de construir edifícios de serviços que complementem a actividade aeroportuária e para albergar os respectivos trabalhadores e os funcionários do aeroporto; quebra acentuada no "turismo de fim-de-semana" com consequências em várias actividades do sector (congressos, hotelaria, etc.).
Dizem os críticos que os problemas do erro da escolha da Ota já estão patentes no documento "Orientações Estratégicas - Sector Ferroviário", apresentado pelo ministro das Obras Públicas: os 30 km iniciais da linha de AV para o Porto atravessarão um canal profundamente urbanizado e muito acidentado, cuja realização custará aproximadamente mil milhões de euros (um custo equivalente à TTT ou um terço do NAL); o percurso do TGV até Leiria terá de atravessar uma zona de tal modo acidentada, que impossibilitará a utilização de comboios de mercadorias (um aeroporto a sul de Lisboa permitiria usar a margem esquerda do Tejo, muito mais plana e menos urbanizada e rentabilizar o investimento da TTT); um passageiro que saia de Lisboa utilizando um comboio de AV terá percorrer 45 km (distância que será gasta a arrancar e a travar a composição) e fazer um transbordo para percorrer os dois km entre a estação e a aerogare; será provocada uma concorrência lesiva ao aeroporto Sá Carneiro, acabando com os voos triangulares; será inviável a pretensão de conquistar, para o NAL, o mercado da Extremadura espanhola; será impossível articular o NAL, sob o ponto de vista logístico, com o Porto de Sines.


A alternativa do Montijo

Por seu lado, alegam, "a alternativa de localização do NAL na actual Base Aérea n.º 6 do Montijo apresenta vantagens que justificariam, pelo menos, um estudo definitivo para comparação com as opção da Ota e de Rio Frio: permite a instalação de duas pistas paralelas de 3600 metros de comprimento (um "layout" semelhante ao proposto para a Ota), sem expropriações, utilizando a superfície da base aérea actual, à qual teriam apenas de ser acrescentadas plataformas para os extremos das pistas; essa orientação seria igual à da pista 18-36 da Portela, ideal sob o ponto de vista dos ventos dominantes; as rotas de aproximação e descolagem seriam compatíveis com a configuração da Ponte Vasco da Gama (conforme as normas do ICAO) e com a área restrita D10 do Campo de Tiro de Alcochete; os seus terrenos são praticamente planos, não têm cursos de água e estão incultos, resultando num reduzido impacto ambiental sobre o local; as infra-estruturas rodoviárias existentes (ou com execução prevista) colocariam o NAL a 12 km do centro de Lisboa pela TTT, possuindo duas alternativas: a Ponte Vasco da Gama (24 km) e a Ponte 25 de Abril (40 km), colocando o NAL a 32 km de distância média ponderada aos concelhos da AML; o aproveitamento das infra-estruturas ferroviárias existentes (ou com execução prevista) permitiria integrar o aeroporto num anel abrangendo as duas margens do Tejo, colocando o NAL a 25 km de distância média ponderada aos concelhos da AML; permitiria uma perfeita integração da rede do nacional do TGV com o aeroporto, pois a distância de 13 km à Gare do Oriente transformaria a sua estação num novo centro direccional; reduziria o custo da construção da rede de TGV a construir, quer por uma questão de redução da extensão da linha para o Porto, quer pela oportunidade de desenvolver uma parte substancial do seu percurso na margem sul do Tejo, menos acidentada e menos povoada; a população afectada pelo ruído do sobrevoo das aeronaves seria sempre em número inferior à opção da Ota, independentemente do sentido de utilização das pistas e do volume de tráfego; a localização junto ao rio permitiria a construção de uma estação fluvial com ligações para Lisboa, fundamental para os períodos de congestionamento de trânsito; a sua localização numa península permitiria mais facilmente o controlo da pressão urbanística e aumentar a segurança do aeroporto; a chegada de avião a Lisboa em pleno estuário de Tejo seria um notável cartão de visita para o turismo da capital; a construção e existência de um equipamento com esta importância próximo de áreas urbanas deprimidas permitiria usar o aeroporto como estímulo de reconversão e de desenvolvimento, abrindo a possibilidade de Lisboa passar a ser verdadeiramente uma cidade de duas margens.


Os problemas do aeroporto do Montijo

Há, contudo, problemas detectados na opção do NAL no Montijo, nomeadamente: realojamento" da Base Aérea n.º 6 (mas mais económica que as expropriações e a modelação dos terrenos da Ota); impacto ambiental decorrente do sobrevoo do Estuário do Tejo (o que também acontecerá na Ota, ainda que com menos intensidade); a desafectação de uma área da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, integrada na Rede Natura 2000 (mas muito inferior à área de REN necessária destruir no caso da Ota); existência de problemas relacionados com as aves (no entanto, o histórico de "incidentes" indicia um risco, para o Montijo, inferior ou equivalente ao da Ota); impossibilidade de recorrer a financiamento comunitário para o projecto (no entanto, o sobrecusto global da solução na Ota, por comparação com o Montijo, será sempre muito superior ao montante da comparticipação europeia); impossibilidade de expansão do aeroporto, por não existir hipótese de aumentar o número de pistas, como acontece na Ota. No entanto, se se verificar que dentro de 40 anos é necessário construir um novo aeroporto, será possível manter o Montijo como segundo aeroporto junto do centro da cidade, algo inviável no caso da Ota.
É em face desta polémica que Cavaco Silva quer saber o que se passa para depois se pronunciar sobre a iniciativa de Santana Lopes no Grupo Parlamentar, ou mesmo, publicamente, admitem meios próximos, para tomar posição contra a decisão do Governo Sócrates.
Recorde-se que quer o TGV, quer a Ota, foram considerados pelo Presidente da República investimentos desnecessários, durante a campanha eleitoral.

in http://www.semanario.pt/noticia.php?ID=3236
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Old March 4th, 2007, 01:38 AM   #16
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novo layout do aeroporto

diferente disposição do terminal
TGV numa trincheira com estação no terminal do aeroporto ( tal como o shuttle para Lisboa)

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Old March 4th, 2007, 01:51 AM   #17
Reflex
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Cada vez acho mais grave o que se passa com a Ota! Espero sinceramente que o PSD comece rapidamente a fazer pressão para que sejam clarificadas todas estas coisas e se possivel que se faça um novo e definitivo estudo para perceber qual a melhor localização do NAL!
E espero que o nosso Presidente, na condição de tal (e necessariamente independente) perceba se esta é ou não a melhor opção para os habitantes da AML e para as finanças do país!!
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Old March 4th, 2007, 01:52 AM   #18
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Foste comprar o expresso tekno?

Bem, vão fazer passar o rio por uma ponte?!
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Old March 4th, 2007, 01:55 AM   #19
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...que deve ficar num mimo de limpeza com 1 aeroporto (e consequente combustivel largado dos avioes) ao lado...
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Old March 4th, 2007, 02:10 AM   #20
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eu acho incrivel num pais "democrático" como o nosso , o processo "unilateral" da construção da Ota, tendo em conta ser a pior opção técnica das disponiveis e ninguém se opor legalmente, com força juridica apesar disto estar mais que provado ( falam nisso no Expresso outra vez)

apesar da localização, que julgo ser mau, um incoveninente muitissimo mais grave é a impossibilidade / ou custo enorme de construção de mais pistas já que se teria que "terraplanar" um monte com 300 metros.
isto é falamos num maximo de 50/60 milhoes pax/ano.. porque o ministro não responde a isto? um aeroporto vale só 40/50 anos? e depois?!

eu gostaria de pensar que não haverá interesses obscuros , o Socrates parece um homem sério mas na verdade não sei. Tentando pensar "racionalmente" um unica razão que vejo na teimosia da Ota é a consolidação do Eixo urbano Atlantico Lisboa-Porto.( quase que criando uma nova cidade na Ota e estendendo o continuo urbano até Leiria)

isto é aproveitando o TGV, um eixo vertical que teria muito potencial a nivel de cidades, inovação e negocios. relembremos que 70% da pop portuguesa encontra-se na faixa litoral Setúbal-Braga e 40% nas AMS de Lisboa e Porto daqui também a ligação Porto-Vigo
no futuro teriamos dois aeroportos que serviriam o Eixo Atlantico directamente pelo TGV, a Ota ( target Centro/Lisboa/SUL) e o Sá Carneiro (target Norte/Galiza)

mas ninguém me diz que isto também não se faria com um aeroporto na Margem Sul, quer em Rio Frio ou Alcochete/Montijo. não tenho duvidas que isso seria melhor para os lisboetas.. pois não estamos num pais regionalizado, e os nossos interesses são sempre confundidos com os de Portugal como um todo

melhor nestas opções poderiamos criar uma estação TGV no aeroporto com dupla ligação quer para Porto quer para Madrid
um "dois em um"

gostaria tanto de saber no que vai na cabeça do Socrates..
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