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Old January 16th, 2015, 09:58 PM   #3381
Gorky
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Tipo primeiro tens q estar dentro do assunto

Eu vou aos EUA todos os anos e digo te q pelo contrário continuam a abrir, e lá não é como aqui, numa só rua és capaz de ter uns 4 macs de seguida...por isso é normal com o passar dos anos ( e concorrência) alguns macs nessas ruas q tem uns 4/5 de seguida encerrem para rentabilizar os outros
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Old January 16th, 2015, 10:11 PM   #3382
ERVATUGA
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Notícia de quinta-feira 14:01.2015

Carros anteriores a 2000 banidos da Baixa de Lisboa a partir desta quinta-feira




A Câmara de Lisboa diz que a fiscalização vai ser feita de forma "aleatória" pela PSP e pela Polícia Municipal.

A partir desta quinta-feira, quem tiver um veículo anterior a 1996 e não residir em Lisboa não pode circular, aos dias úteis, na zona delimitada pelas avenidas de Ceuta, das Forças Armadas, dos Estados Unidos da América e Infante D. Henrique. Mais apertadas são as regras na Avenida da Liberdade e na Baixa, onde só os veículos construídos a partir de 2000 estão autorizados a transitar.

Aprovada pela Câmara de Lisboa em Outubro de 2014, aquela que será a terceira fase da criação da Zona de Emissões Reduzidas (ZER) vem impor novas restrições à circulação automóvel, com o objectivo anunciado de contribuir para a melhoria da qualidade do ar na capital.

As regras agora introduzidas valem para os dias úteis, entre as 7h e as 21h, mas deixam de fora veículos de emergência e de pessoas com mobilidade condicionada, veículos considerados históricos, a gás natural, GPL e motociclos, de polícia, militares, de transporte de presos e blindados de transporte de valores. Também os táxis continuarão a beneficiar de um tratamento diferenciado: em Julho começará a haver limites à sua circulação, mas só passado dois anos é que passarão a estar sujeitos às mesmas restrições impostas a partir de agora à generalidade dos veículos ligeiros e pesados.

E que restrições são essas? Na chamada Zona 2 da ZER, com fronteira na Av. de Ceuta, Eixo Norte-Sul, Av. das Forças Armadas, Av. dos EUA, Av. General Spínola e Av. Infante D. Henrique, os veículos construídos antes de 1996 não podem agora transitar. A menos que se enquadrem numa das excepções já enunciadas ou que pertençam a residentes na capital.

Já na área delimitada pela Rua Alexandre Herculano e pela Praça do Comércio (a chamada Zona 1 da ZER), é proibido o trânsito dos pesados e ligeiros anteriores a 2000. E aqui nem todos os moradores em Lisboa têm livre-trânsito: só gozam dessa benesse aqueles cujos veículos tenham dísticos atribuídos pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa para as Zonas de Estacionamento de Duração Limitada 5 (Avenida da Liberdade), 12 (Chiado) ou 13 (Baixa).

E como é que vai ser feito o controlo das viaturas que podem ou não entrar nas duas zonas com restrições? “A fiscalização será aleatória, nos pontos de entrada e no interior da ZER, efectuada pelas forças policiais [PSP e Polícia Municipal]”, responde a Câmara de Lisboa num conjunto de perguntas e respostas publicado na sua página na Internet.

Segundo dados já divulgados pelo PÚBLICO, entre Fevereiro de 2012 e Setembro de 2014 a Polícia Municipal de Lisboa instaurou 295 autos a condutores que desrespeitaram as regras de circulação na ZER, estando o valor de cada coima fixado em 24 euros. Em declarações proferidas há alguns meses, o comandante dessa força policial, André Gomes, sublinhou que “é muito difícil fazer a detecção de matrículas uma a uma”, acrescentando que esse processo será muito facilitado quando for introduzido um sistema electrónico de leitura de matrículas.

O PÚBLICO perguntou ao município se mantém a intenção de avançar com essa solução e em caso afirmativo quando pretende fazê-lo e qual o investimento estimado. Em resposta, a Direcção Municipal de Mobilidade e Transportes informou que "a Câmara Municipal de Lisboa está a analisar, em paralelo com a fiscalização da Policia Municipal, a possibilidade, ou não, de introduzir a tecnologia de leitura automática de matrículas".

Fonte: http://www.publico.pt/local/noticia/...e-hoje-1682212
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Old January 16th, 2015, 11:30 PM   #3383
MarcoSousa
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Originally Posted by Gorky View Post
Tipo primeiro tens q estar dentro do assunto

Eu vou aos EUA todos os anos e digo te q pelo contrário continuam a abrir, e lá não é como aqui, numa só rua és capaz de ter uns 4 macs de seguida...por isso é normal com o passar dos anos ( e concorrência) alguns macs nessas ruas q tem uns 4/5 de seguida encerrem para rentabilizar os outros
Tu é que devias de estar mais dentro do assunto...

Mete ai no street view onde é que tens 4 Mac numa rua em NY?

Andas a falar da Time Square e de outras tretas feitas para os turistas tipo Fisherman's Wharf, onde vais encontrar Mac's e Burgerkings ao pontapé. Enquanto eu estou a comparar o Chiado (Zona Prime de Lisboa) com as zonas prime das cidades, tipo Soho, Upper East Side ou Filmore St em San Francisco.

Nessas zonas nao encontras nem 1 Burger King...

Vai ao Street View da google e anda pela Filmore St/ Chestnut St em San Francisco e vais ver mais de 200 restaurantes, e desses nenhum é um Burger King...

A classe media e a malta nova das grandes cidades nos EUA, come cada vez menos em Burger Kings.

Tanto é assim que ate o próprio Macdonalds esta a planear mudar totalmente o seu negocio:

We Tried The Mysterious, Upscale McDonald's That Just Opened In Australia

Read more: http://uk.businessinsider.com/mcdona...#ixzz3P1TsTLZ5

More Evidence That McDonald's Has A Very Big Millennials Problem

Read more: http://www.businessinsider.com/more-...#ixzz3P1TUvwzJ

Last edited by MarcoSousa; January 16th, 2015 at 11:40 PM.
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Old January 16th, 2015, 11:48 PM   #3384
Viriatox
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http://www.newintown.pt/restaurantes_c.php?id=3077#

A NiT já sabe o que pedir na pastelaria de Alcobaça que abre este ano em Lisboa

A Casa da Sorte da Rua Garrett, no Chiado em Lisboa, encerrou no último verão. No seu lugar abre este ano a pastelaria Alcôa.

“Há seis anos que tentamos abrir um espaço em Lisboa, especificamente na Rua Garrett. Só agora conseguimos o espaço”, diz à NiT Paula Alves, responsável pela pastelaria de Alcobaça, inaugurada em 1957.

Ainda não têm uma data definida para inaugurar pastelaria, já que o projeto ainda não está concluído. Mas “obviamente que será em 2015”, adianta Paula Alves. Certo é que vão ser preservados o balcão, a estrutura do espaço (projetado pelo arquiteto Conceição e Silva) e ainda os azulejos do Mestre Querubim Lapa.

A pastelaria Alcôa tem o melhor pastel de nata de 2014 e vai abrir em Lisboa este ano
Em abril de 2014, a pastelaria ganhou a competição do melhor pastel de nata de Lisboa, concurso do festival gastronómico Peixe em Lisboa. Nos últimos anos tem sido possível provar o pastel, e todos os outros doces conventuais da Alcôa, num corner pop up no El Corte Inglés, em Lisboa. Esta quinta-feira, 15 de janeiro, este espaço fecha, mas antes da Páscoa está de volta para mais umas semanas.

Ainda faltam uns meses até abrir, mas a NiT já sabe os cinco doces que vai querer estar sempre a pedir no espaço da Alcôa, no Chiado.
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Old January 17th, 2015, 02:46 AM   #3385
NunoRaimundo
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Imaginem que o Macdonalds abria um restaurante no meio da Av da Liberdade
https://www.google.pt/maps/@48.87255...QXFrLG1Y3g!2e0

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Old January 17th, 2015, 04:31 AM   #3386
Gorky
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É o que mais acontece por esse Mundo afora!

Mas não...ele é que é o especialista no assunto
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Old January 17th, 2015, 07:41 AM   #3387
Reflex
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É que nem entendo qual é o problema de se ter um Burger King ao Carmo ou um hipotético McDonalds na Av. Liberdade nem que traz de muito errado cadeias de fast food, quando ao lado assistimos à destruição da belíssima loja do Diário de Notícias pelo loja de tecido onde até deu para partir paredes para ligar com o estabelecimento original...
(e já agora, para quem não se lembra: há uma dúzia de anos atrás existia um McDonalds em plena Rua Augusta, com dois pisos; para não falar no existente no Rossio)
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"Not knowing it was impossible, he did it."

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Old January 17th, 2015, 12:05 PM   #3388
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Só na Gran Via de Madrid há uns 3 ou 4 McDonald´s
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Old January 17th, 2015, 03:35 PM   #3389
Pavlemadrid
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En Madrid hay mas McDonalds, BK, Starbucks, KFC, Dunkin Donuts, Pans and Company, 100 Montaditos, etc, etc, etc. que habitantes en la zona centro.
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Old January 18th, 2015, 07:19 PM   #3390
ERVATUGA
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Um mapa para pedalar Lisboa

Pegámos nas bicicletas e, guiados pelo Lisbon Bike Map, pedalámos a baixa da capital portuguesa. Da zona ribeirinha a Alfama, da Sé ao Rossio, descobrimos que é possível (e que até pode ser fácil) conhecer Lisboa em duas rodas.

Lisboa acordou dormente numa neblina cerrada e as recomendações que nos tinham enviado para vestir “camadas de roupa quentes e confortáveis, ténis, casaco à prova de vento e de água, luvas e gorro” fizeram-nos temer o pior. Passear de bicicleta na cidade das sete colinas e em Janeiro? Chegámos ao fim agradavelmente surpreendidos, confessamos, num dia que se compôs de Inverno perfeito: céu azul, luz suave, sol acolhedor, sem chuva nem vento, e o frio aquecido no movimento dos pedais.

O Lisbon Bike Map, lançado no final do ano passado, reúne dezenas de sugestões de percursos para circular de bicicleta em Lisboa e nos arredores, numa cartografia desenhada a pensar nos amantes da “bicla”. Em papel resistente e à prova de água, algumas ruas da capital vão serpenteando a azul (fácil), laranja (via movimentada), verde (fora de estrada) e amarelo (ciclovia), com indicações relevantes para velocípedes: sentido e intensidade das subidas, existência de escadaria ou auto-estradas; assim como diversos pontos de interesse turístico. Num lado, surge Lisboa dobrada entre a parte alta e a baixa da cidade, num harmónio de fácil utilização. No verso, uma visão alargada da região, com caminhos para explorar da Ericeira a Tróia.

Não fomos tão longe (apesar de um dos percursos que recomendam para ciclistas menos experientes ou famílias até se pedalar ao longo das praias da Costa de Caparica), mas desafiámos Jorge Didier Mimoso e Tânia Caldas, da Bikeiberia, empresa responsável pelo Lisbon Bike Map, a guiar-nos de mapa na mão pelas ruas do centro da cidade.

Subir para aquecer

O percurso inicia-se frente ao Terreiro do Paço, no “paredão” ribeirinho que, plano e sem carros, se revela ideal para o tiro de partida de um passeio que se fará tanto de (re)descoberta da cidade como de (re)equilíbrio em duas rodas. A manhã vai a meio e a névoa já segue lá ao fundo, ficando-se somente para envolver de mistério e beleza a Ponte 25 de Abril. É o cenário-postal de um Inverno alfacinha a abençoar o início do trajecto e a provar que Tânia e Jorge tinham razão: o dia até se punha bonito, o ar de Verão apenas interrompido pelo frio.

Viramos, no entanto, costas à ponte e pedalamos pela Avenida Infante D. Henrique. Curiosamente, o troço que percorremos junto ao rio — apesar de pintado a azul no mapa, com trechos de laranja — é a excepção à ciclovia de 20 quilómetros que corre paralela ao Tejo, de Belém ao Parque das Nações (óptima para famílias e iniciados, sugerem). No entanto, tínhamos pedido um percurso o mais diversificado possível e, no Jardim do Tabaco, o projecto de arte urbana de Vihls e Pixel Pancho — o homem-máquina que devolve, com um sopro escavado, um velho barco ao Tejo — marca as nossas despedidas do rio e o início das subidas.

O passeio faz-se para Alfama, um dos bairros mais turísticos e carismáticos da capital, “muito agradável para andar de bicicleta, sobretudo porque não tem [muitos] carros”. Bom, também, “para nos aquecermos” e provar que é possível chegar a zonas mais elevadas da cidade de bicicleta. “Parte do atractivo de Lisboa são estas elevações que ela tem, é isto que lhe dá algum charme, carácter e personalidade e que, de facto, as pessoas apreciam quando cá chegam”, defende Jorge Didier Mimoso. Estas famosas colinas, que sempre lhe deram a imagem de uma cidade pouco amiga dos veículos de duas rodas, são, contudo, “tão acessíveis de bicicleta como com outro meio de transporte qualquer”, garante.

Há que encontrar, contudo, “o melhor caminho para lá chegar”, muitas vezes contornando as subidas íngremes com percursos mais compridos, e ter alguma preparação física, força e hábito no pedal. Tudo aquilo que não temos, confessamos, e por isso à mínima elevação saltámos da bicicleta e levámo-la pela mão, por subidas curtas e com inclinação aceitável, que não chegaram para questionarmos onde nos tínhamos ido meter.

Rapidamente atravessamos o bairro histórico, por entre vielas e ruas estreitas, unindo dois dos locais sugeridos no mapa para visitas turísticas: o Museu do Fado, lá em baixo, e a Sé Catedral de Lisboa, a meia colina. No total, são 45 sugestões de atracções turísticas dignas de paragem e visita na cidade e arredores, desde o Castelo de São Jorge ao Oceanário, da Basílica da Estrela ao Miradouro de São Pedro de Alcântara, do Palácio da Pena ao Cabo de Espichel.

Apesar de incluir percursos e informação útil para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia (nomeadamente a localização dos principais pólos universitários e hospitais), o mapa foi criado sobretudo “como uma forma de descobrir a cidade”, pensado “tanto para visitantes nacionais como estrangeiros” (embora a versão impressa seja maioritariamente em inglês).

Além das principais atracções turísticas da cidade, em destaque, estão ainda coloridos no mapa diversos pontos de interesse, como museus, jardins, monumentos ou postos de turismo, entre outros. Assim como a localização dos vários transportes públicos onde é possível transportar a bicicleta (com informação detalhada numa caixa lateral).

Recomendar, explorar

A ideia de criar o Lisbon Bike Map surgiu numa viagem de Jorge aos Estados Unidos, onde “os mapas para ciclistas são relativamente comuns”. “Gostei imenso do de São Francisco e pensei logo na utilidade que teria para os utilizadores de bicicleta em Lisboa”, conta. O arranque definitivo foi dado no ano passado, como forma de celebrar o 15.º aniversário da Bikeiberia, empresa especializada em serviços na área do cicloturismo em Portugal e Espanha (passeios guiados e aluguer de bicicletas e de material), fundada por Jorge em 1999.

“Cada linha pintada no mapa foi pedalada por nós”, garante. “A informação que damos tem por base não só a experiência da equipa como a nossa avaliação das condições para utilizar a bicicleta nos diferentes percursos”, tendo em conta factores como o declive, a qualidade do piso, a existência de carris de eléctrico, o volume e a velocidade do trânsito. Mas não é exaustivo, antes um conjunto de ruas seleccionadas entre uma teia urbana de possibilidades. “As vias que recomendamos são apenas sugestões, mas há muitas mais”, sublinha Jorge, defendendo que “os visitantes só têm de ter, de facto, espírito de aventura e explorar a cidade”.

O percurso por onde nos guiam faz-se, por isso, ora de estradas marcadas no mapa a traço colorido ora por ruas deixadas em branco neutro. Da Sé, descemos em ziguezague empedrado até à Rua dos Bacalhoeiros — onde a Fundação Saramago é outra das sugestões de visita — e só na Rua da Prata reencontramos a linha azul de trajecto recomendado, que nos leva pelas praças da Figueira e do Martim Moniz, com paragem para almoço e recarregar baterias. O renovado espaço na Mouraria é “central e de fácil acesso para quem anda de bicicleta nesta zona da cidade”, “óptima para ir no Inverno e com crianças”, recomendam.

Tivéssemos tempo (e pernas) e o objectivo seria subir ao Jardim do Torel, para provar que é possível chegar facilmente (q.b., diríamos, sem grande confiança na subida da Rua São Lázaro) a um qualquer miradouro da cidade. Em vez disso, a volta fez-se mais curta, até à larga Praça D. Pedro IV (Rossio), para depois descer pela Rua dos Sapateiros até ao Terreiro do Paço, num regresso à loja que a empresa tem junto à frente ribeirinha.

Feitas as contas, em pouco tempo percorremos algumas das principais actracções turísticas do centro da cidade (diz o mapa que, em média, numa hora conseguimos andar 6km, pedalar 16km), entre subidas, descidas, avenidas e vielas em ziguezague, sem problemas com trânsito, quedas, dores musculares, grande cansaço ou frio (chegámos a dispensar as luvas e o cachecol). Afinal, é possível passear por Lisboa de bicicleta. Até mesmo no Inverno.

Informações

Lisbon Bike Map
Lançado no final de Novembro de 2014, o Lisbon Bike Map integra uma rede de percursos em Lisboa e arredores, seleccionados pela sua adequação à utilização da bicicleta, seja por iniciados, turistas ou utilizadores mais experientes. Os trajectos, por estrada, ciclovia e caminhos de terra, integram ainda informação relevante para os ciclistas, como o sentido das vias, intensidade de subidas, existência de auto-estradas, escadas ou transportes públicos onde é possível transportar as bicicletas. O documento inclui também pontos de interesse e dicas de utilização e segurança.

Existe em duas versões: impressa (exclusivamente em inglês e paga) e online (bilingue e gratuita, onde a página portuguesa tem mais informações, nomeadamente o Código da Estrada actualizado, mas as imagens do mapa são meramente ilustrativas, de dimensões que dificultam a sua consulta).

www.lisbonbikemap.com
Email: info@lisbonbikemap.com
Preço: 7€ (versão impressa)
Pontos de Venda: Rede de Postos de Informação do Turismo de Lisboa e LisbonHub, loja da Bikeiberia no Largo do Corpo Santo, 5

Fonte: http://fugas.publico.pt/Viagens/3436...sboa?pagina=-1
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Old January 21st, 2015, 03:29 AM   #3391
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Old January 21st, 2015, 11:39 PM   #3392
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Old January 24th, 2015, 04:09 AM   #3393
DiogoBaptista
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Lisbon Week vai contar a história de Pardal Monteiro e da Lisboa moderna

http://www.publico.pt/culturaipsilon...oderna-1683073

A Lisbon Week está de volta para uma 3ª edição mais centrada no património da cidade – desta vez no bairro de Alvalade, onde, de 10 a 19 de Abril, haverá visitas guiadas e exposições.



A Biblioteca Nacional foi projectada pelo arquitecto Porfírio Pardal Monteiro

Da Biblioteca Nacional de Portugal ao Hospital Júlio de Matos, do Jardim do Campo Grande ao complexo dos Coruchéus, da Reitoria da Universidade de Lisboa aos museus da Cidade e Bordalo Pinheiro – este ano, na sua 3ª edição, o festival Lisbon Week convida os lisboetas a conhecer melhor o bairro de Alvalade.

Serão, ao todo, 11 visitas guiadas e 12 exposições para, entre 10 e 19 de Abril, descobrir um bairro onde os turistas normalmente não chegam, e pelo qual muitos lisboetas também não passam.

“Os turistas têm que começar a passar do Marquês de Pombal para cá”, defendeu André Caldas, presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, na apresentação, esta quinta-feira, da programação da Lisbon Week no histórico café Vavá, no cruzamento das avenidas de Roma e dos Estados Unidos da América.

A arquitecta Ana Tostões será uma das guias desta viagem por um bairro que conhece muito bem e que considera “um caso de sucesso extraordinário”. Falando no Vavá, Ana Tostões explicou que aqui houve a vontade de “fazer bem um pedaço de cidade”, e que, apesar de se estar nos anos 1940, o urbanismo “já foi pensado com as suas componentes sociais e humanas”. Um exemplo disso é a presença de escolas, espalhadas de maneira que as crianças pudessem ir a pé, de casa para a escola e da escola para casa, dando ao bairro uma escala humana.

Muitos casais jovens instalaram-se nesta parte moderna da cidade e, lembra ainda Ana Tostões, “no final dos anos 50 nasceram aqui muitas crianças”. Por isso, quando o 25 de Abril de 1974 aconteceu, este era um local cheio de jovens e de dinamismo, com debates políticos e tertúlias culturais em cafés como o Vavá. Xana Nunes, a criadora da Lisbon Week, foi uma dessas crianças que nos anos 60 nasceu no bairro de Alvalade e, confessou também durante a apresentação, essa foi uma das razões pelas quais quis muito agora abri-lo à cidade.

Comparada com as anteriores, em que havia vertentes de música, gastronomia e outras, esta terceira edição da Lisbon Week centra-se mais no património e nas histórias da cidade. Assim, Ana Tostões irá falar dos principais marcos arquitectónicos e da evolução do bairro na visita Lisboa Moderna, que, em autocarro, percorrerá locais como a Praça de Londres, o Bairro das Estacas, a Escola do Bairro de São Miguel ou a Avenida do Brasil.

Outro guia nestas visitas – e colaborador habitual da Lisbon Week desde a primeira edição – é o olissipógrafo José Sarmento de Matos, que nos convida a recuar um pouco mais no tempo, percorrendo o Campo Grande e recordando a história das quintas que aqui existiram, a época em que foi passeio público e palco de feiras, e a remodelação feita nos anos 40 neste jardim no meio da cidade onde, ainda hoje, é possível passear num barco a remos no pequeno lago.

Figura essencial para a história desta parte da cidade é o arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, autor de projectos como a Reitoria da Universidade de Lisboa, a Biblioteca Nacional ou a Faculdade de Letras. Por isso, a Lisbon Week decidiu organizar uma exposição sobre a obra de Pardal Monteiro, com curadoria de Ana Tostões e João Pardal Monteiro. Patrocinada pela Caixa Geral de Depósitos, realiza-se na nova sala de exposições da Biblioteca Nacional.

Trata-se, segundo Xana Nunes, de uma homenagem que tardou 77 anos, dado que a última mostra sobre Pardal Monteiro aconteceu em 1938, no Instituto Superior Técnico. Além da exposição, haverá uma visita cultural de autocarro em torno da figura de Pardal Monteiro, com curadoria de João Pardal Monteiro, e passagem pelas principais obras do arquitecto.

Para (re)encontrar Maria Keil e olhar com uma nova atenção para o seu trabalho de azulejaria nas estações de metro, com o qual nos cruzamos muitas vezes, a Lisbon Week propõe uma descida ao metropolitano de Alvalade. Xana Nunes aproveitou a apresentação da programação para ler um excerto de uma entrevista de Maria Keil na qual esta recorda como, juntamente com o marido, o arquitecto Francisco Keil do Amaral, contornou a falta de dinheiro e encontrou a solução para decorar as paredes interiores do metro, evitando que este ficasse reduzido a “um subterrâneo só com cimento”.

Haverá ainda outras duas exposições, uma com os diários gráficos em Alvalade do colectivo de ilustradores Urban Sketchers, que poderá ser vista na Reitoria da Universidade. E outra, intitulada Vanguarda, no Centro Comercial Alvalade, que, através de fotografias do Arquivo Municipal de Lisboa, “recua até à década de 50 para mostrar o dia-a-dia de Alvalade: as enormes avenidas, os prédios de cores, os cafés em edifícios singulares, os carros estacionados de forma organizada”.
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Depois do Chiado e da Avenida, o glamour vai para a Baixa

A zona da Baixa lisboeta e o T que se estende até Santos, por um lado, e Santa Apolónia, para o outro, estão a ser alvo de uma crescente procura por parte de investidores imobiliários, comerciante e hoteleiros.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/depois-do-ch...#ixzz3PlexK0WT
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