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Old February 23rd, 2008, 04:22 AM   #1
guzzz
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Notícias de Minas - V

Minas Integrada, noticiando e integrando todas as regiões mineiras!


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Old February 23rd, 2008, 04:25 AM   #2
juniorzzi
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I???
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Old February 23rd, 2008, 04:28 AM   #3
guzzz
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Triângulo Mineiro - Uberlândia

TCE libera licitação do transporte público em Uberlândia

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Old February 23rd, 2008, 04:28 AM   #4
lucasluzmg
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na verdade seriam V (cinco)...
mas ta valendo...
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Old February 23rd, 2008, 04:29 AM   #5
Inconfidente
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Quem fez isso?

Deletaram todos os posts???
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Old February 23rd, 2008, 04:31 AM   #6
juniorzzi
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EUhEUHEuHEUHU
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Old February 23rd, 2008, 04:32 AM   #7
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Aff, agora entendi. É porque completou mil posts.

Mas moderador, na boa, Notícias de Minas - I é foda!
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Old February 23rd, 2008, 04:32 AM   #8
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Agora sim.
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Old February 23rd, 2008, 04:33 AM   #9
guzzz
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Aff, agora entendi. É porque completou mil posts.

Mas moderador, na boa, Notícias de Minas - I é foda!

Já trocaram, acalma-se!
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Old February 23rd, 2008, 04:33 AM   #10
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Aff, agora entendi. É porque completou mil posts.

Mas moderador, na boa, Notícias de Minas - I é foda!
Pow Inconfidente...
vc caiu nessa..
UHUhEueheuheuh
juniorzzi no está en línea  
Old February 23rd, 2008, 04:39 AM   #11
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Igual patinho.
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Old February 23rd, 2008, 04:42 AM   #12
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O que acharam do novo Theread?
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Old February 23rd, 2008, 04:42 AM   #13
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O que acharam do novo Theread?
Bom, muito bom.
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Old February 23rd, 2008, 04:48 AM   #14
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Guzz, da próxima, recomendo este mapa aqui:




Ele tem os nomes das regiões.
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Last edited by Inconfidente; February 23rd, 2008 at 05:10 AM.
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Old February 23rd, 2008, 04:59 AM   #15
guzzz
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Proposta

Gostaria de propor notícias de todos os tipos nesse novo Theread de notícias, infra-estrutura, investimentos, política até esporte, desde que se respeitem, as notícias são várias e em qualquer imprensa o esporte e política é incluido. O que acham?
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Old February 23rd, 2008, 05:04 AM   #16
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Bom, você perguntou eu vou dizer o que acho. Acho que só devemos postar notícias sobre obras e discussões urbanas locais (como projetos de leis municipais). Mas como eu sei que o pessoal não vai respeitar isso. Vai qualquer coisa mesmo, fazer o quê!

Uma idéia que tive era alguém postar a previsão do tempo de todas as regiões, no Estado de Minas tem. Mas que seja só uma vez por dia pra não tumultuar e que seja de todas as regiões. Pode ser qualquer um, o primeiro que tiver acesso ao jornal fonte.
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Old February 23rd, 2008, 06:16 AM   #17
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não gostei da idéia de postar previsão não..

Pedágio preocupa morador de condomínio

Algumas pessoas que vivem nos arredores da BR-040 acham que expansão imobiliária pode ser atrativo para cobrança

ERNESTO BRAGA
A privatização da BR-040, entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, anunciada pelo Ministério dos Transportes, preocupa os moradores dos condomínios fechados localizados na região metropolitana, às margens da rodovia. Para eles, a expansão dos condomínios de luxo e dos bairros vizinhos, sobretudo em Nova Lima, Brumadinho e Itabirito, poderá ser um atrativo para a instalação de uma praça de pedágio naquelas imediações. Com isso, as pessoas que moram na região e precisam se deslocar de carro para a capital, algumas até duas vezes por dia, serão oneradas.

Para o coreógrafo Charles Porto, 46, que mora no condomínio Alphaville, em Nova Lima, a 30 km de Belo Horizonte, a especulação imobiliária na região será considerada na hora da escolha dos pontos onde serão colocados os pedágios. "Será uma forma que encontrarão para arrecadar mais, pois os condomínios de luxo e os bairros nos arredores estão em franco crescimento." O coreógrafo, que vai à capital diariamente para trabalhar, ressalta que a privatização trará melhorias para a BR-040. Porém, ele não concorda com a cobrança de pedágio. "Já pagamos o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e temos o direito de trafegar numa estrada boa."

A fonoaudióloga Maria Serafina Alves Diniz, 38, mora no Retiro do Chalé, em Brumadinho, a 30 km de Belo Horizonte. Ela também aponta a necessidade de intervenções na BR-040, para torná-la mais segura. No entanto, para a fonoaudióloga, a cobrança de pedágio de quem mora tão perto da capital "é injustificável". "Aqui em casa duas pessoas fazem esse deslocamento todos os dias de automóvel. O percurso da minha casa até o BH Shopping (no Belvedere) é menor que o de quem sai da Pampulha e vai até o centro da cidade. Eu considero que estou percorrendo uma via urbana e, portanto, a cobrança de pedágio não se justifica", afirmou. "Quem estraga a rodovia são os caminhões carregados de minério, não os pequenos automóveis."

O empresário Adalberto Maia Barbosa Filho, 40, percorre diariamente 40 km entre o condomínio Aconchego da Serra, em Itabirito, e Belo Horizonte, onde trabalha. Embora ressalte a necessidade de melhorias na BR-040, o empresário acredita que, devido ao intenso tráfego de caminhões pesados na rodovia, a privatização não será sinônimo de boas condições de trafegabilidade. Ele defende a cobrança diferenciada de pedágio para os moradores dos condomínios, que utilizam a BR-040 com muita freqüência. "Por causa do pedágio, muita gente poderá deixar de morar nos condomínios. Além disso, caso seja instalado um posto de cobrança entre os condomínios e o Jardim Canadá (em Nova Lima), onde se concentra o comércio da região, isso será inviável", afirmou.

Estudos

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério dos Transportes, somente após a conclusão dos estudos que apontarão quais intervenções serão necessárias na BR-040, após a privatização, é que serão apontados os locais onde serão instaladas as praças de pedágio. A conclusão dos estudos está prevista para até o final do primeiro semestre e as obras devem ser iniciadas em um ano. No entanto, o engenheiro civil Silvestre Andrade, consultor em transportes, ressalta que as licitações públicas feitas pelo governo federal para a concessão de rodovias prevêem a construção de uma praça a cada 100 km.

"O trecho entre Belo Horizonte e Juiz de Fora tem cerca de 300 km, o que teoricamente demandaria a instalação de três praças de pedágio. É o que ocorre no pedaço da BR-040 já privatizado, entre Juiz de Fora e o Rio de Janeiro. A extensão é quase a mesma é há três praças, uma em Minas e duas no Estado do Rio", destacou Andrade. Na avaliação do especialista, os pontos de cobrança de pedágio devem ser criados onde há maior circulação de automóveis. No trecho da rodovia que será privatizado, disse o engenheiro, o movimento é maior nos 100 km entre Belo Horizonte e Conselheiro Lafaiete.


BR-040 na saída de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro
Foto: FOTOS ALEX DE JESUS

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Preço varia de R$ 1 a R$ 7,80

BRASÍLIA – O preço cobrado nos pedágios previstos para serem instalados nas rodovias mineiras será decidido pelas empresas vencedoras do processo de licitação de cada trecho. O leilão das concessões vai ocorrer em novembro e, conforme o Ministério dos Transportes, serão privilegiadas as ofertas com menor preço, como ocorreu nos dois primeiros processos de leilões dos lotes de rodovias federais. Atualmente, a menor tarifa prevista é na BR–381 (entre Belo Horizonte e a capital paulista), recentemente privatizada, onde o valor praticado deve ser de R$ 1. E o mais caro é na Via Dutra, no Estado de São Paulo. O valor é de R$ 7,80.

“O leilão, incluindo aí os trechos de rodovias em Minas, vai priorizar a menor tarifa de pedágio oferecida pelas empresas concorrentes no processo”, informou o superintendente substituto de Exploração da Infra- Estrutura da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Amarildo Floriani. Em relação à localização dos pedágios na BR–040, BR-116 e BR-381 até Governador Valadares, Floriani disse ainda depender de critérios técnicos. Entre eles, o volume de carros e a distância de grandes centros urbanos. (MR)

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BRs 116 e 381 também serão privatizadas

MURILO ROCHA
BRASÍLIA – O trecho mineiro da BR–116 (Rio-Bahia) e a BR–381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, também estão incluídos no terceiro lote de privatizações de rodovias federais, previsto para ser leiloado em novembro. Anteontem, conforme adiantou a reportagem de O TEMPO, o Ministério dos Transportes já havia confirmado a transferência da BR- 040 – nos trechos para o Rio de Janeiro e para Brasília – das mãos do governo federal para a iniciativa privada.

O ministério ainda não anunciou qual é o plano de melhorias para as duas rodovias, em especial, a BR–381, onde o trecho com muitas curvas entre a capital e a cidade de João Monlevade é considerado crítico em razão do alto número de acidentes. Assim como ocorrerá ao longo da BR–040, serão instalados pedágios na BR-116 e na BR- 381.

Os pontos onde os postos de cobrança estarão situados serão definidos por um corpo técnico formado por membros da pasta, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Casa Civil. Eles devem encaminhar até o meio do ano um estudo de previsão de obras e intervenções nas estradas mineiras para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pelo leilão para concessão dos lotes de rodovias federais.

No total, mais 2.066 km de estradas federais em Minas Gerais serão privatizados a partir de novembro. A medida faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo Lula.


Mau estado de conservação na BR–040; privatização também inclui trecho em direção a Brasília
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Alguns motoristas defendem cobrança

Os motoristas que trafegam diariamente pela BR–040, principalmente os que trabalham no transporte de cargas, defendem a privatização da rodovia, mesmo com a cobrança de pedágio. As reclamações sobre as atuais condições estruturais da BR–040 são freqüentes. Buracos no asfalto e sinalização precária são as mais comuns.

Emerson Nassaralla, 37, trabalha há dez anos no transporte de componentes de asfalto. “A rodovia está muito ruim entre o Anel Rodoviário de Belo Horizonte e Conselheiro Lafaiete. Eu prefiro pagar o pedágio e rodar em pistas duplicadas, ter o apoio de um guincho caso a carreta estrague e um socorro mais rápido em um eventual acidente”, disse.

O motorista Joildes Paulino, 24, tem a mesma opinião. “Quando você anda numa rodovia malconservada como a BR–040, o risco de o caminhão quebrar é muito grande. É perigoso ter que ficar parado no meio da estrada, dependendo do horário”, destacou.

Renato Lima Pereira, 35, faz entregas em um caminhão baú. Ele aponta os trechos da BR–040 em Moeda, Congonhas do Campo e num ponto conhecido como Ribeirão do Eixo como os piores. Porém, para Pereira, cabe ao poder público garantir aos usuários da rodovia boas condições de trafegabilidade, sem cobrança de pedágio.

Infra-estrutura

Para o engenheiro civil Silvestre Andrade, consultor em transportes, a privatização da BR–040, entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, já deveria ter ocorrido. “O poder público não provém de recursos suficientes para manter uma boa infra-estrutura rodoviária e o resultado disso é o abandono das rodovias. Embora a privatização implique em pedágios, a vantagem para os usuários é muito maior do que os valores cobrados”, afirmou. (EB)


Publicado em: 22/02/2008
Fonte: O Tempo
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Old February 23rd, 2008, 06:19 AM   #18
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Grande BH pode ter ligação local

Anatel estuda igualar valores de tarifas para chamadas telefônicas entre municípios da região metropolitana

MURILO ROCHA
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou esta semana um estudo para avaliar a viabilidade de transformar as ligações telefônicas feitas entre municípios da Grande Belo Horizonte hoje cobradas como interurbanas em chamadas locais. A medida reduziria no mínimo à metade o preço da tarifa por minuto em ligações feitas a partir da capital para pelo menos dez cidades onde hoje esse tipo de chamada é classificado como de longa distância.

Atualmente, uma ligação de Belo Horizonte para Nova Lima, por exemplo, é taxada como local e custa R$ 0,094 por minuto (com impostos, no horário normal/comercial). No entanto, se a chamada é feita entre a capital e o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, situado em Confins, também na região metropolitana de Belo Horizonte, esse valor passa a ser a partir de R$ 0,188, dependendo da operadora e do plano de ligações que o cliente tem.

"Sem sentido"

"Não faz sentido cobrar tarifas diferenciadas em uma região metropolitana, onde as cidades em um raio de 50 km a partir da capital estão interligadas física e economicamente umas às outras", avaliou o deputado federal Vítor Penido (DEM-MG), autor do pedido à Anatel para uma revisão da tabela de tarifas da telefonia fixa básica na Grande Belo Horizonte.

A reivindicação do parlamentar foi feita ao conselheiro da agência reguladora, o advogado Antônio Teixeira Domingos Bedran. Conforme a Anatel, Bedran determinou esta semana ao corpo técnico do órgão um estudo de viabilidade para mudança das áreas locais de telefonia naquela região. Ainda segundo a agência, o estudo não tem prazo para ficar pronto, mas, caso seja aprovado, ainda passará por uma consulta pública para aperfeiçoamento do projeto.

Impacto

"Ele (Bedran) se mostrou entusiasmado com a possibilidade de igualar a tarifa na região metropolitana. O assunto merece estudo não só porque beneficiaria a população de várias cidades do entorno da capital, mas também por visar a reduzir custos para o empresariado, atraindo mais investimentos", avalia Penido.

Na lista de cidades da região metropolitana levada pelo deputado para o conselheiro da Anatel, onde as ligações para a capital ou outros municípios próximos são consideradas de longa distância, vivem cerca de 230 mil pessoas. "Seria uma medida simples com grande impacto. Ninguém sairia perdendo porque o número e a duração das ligações também aumentariam significativamente", conclui o parlamentar. (Colaborou Ana Paula Pedrosa)


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Regulamentação permitiria mudança

BRASÍLIA – A interpretação da regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre áreas locais, de junho de 2004, poderia favorecer a revisão das cobranças de tarifa telefônica na Grande Belo Horizonte, transformando algumas chamadas hoje cobradas como de longa distância para local. Pela legislação, as ligações locais estão previstas para “área geográfica contínua de prestação de serviços, definida pela agência, segundo critérios técnicos e econômicos”.

De acordo com a assessoria da Anatel, para ser considerada uma chamada local, a ligação tem de ocorrer para um outro número dentro do mesmo município ou então para cidades com “continuidade urbana”. Essas localidades têm de constituir um “todo continuamente urbanizado, podendo, entretanto, ocorrer descontinuidades de até 1.000 metros por motivo de acidente aquático, como rio, lago, baía ou braço oceânico”.

Na avaliação do deputado Vítor Penido (DEM-MG), autor do pedido para reclassificação das tarifas, boa parte dos municípios da região metropolitana se encaixariam na regulamentação, principalmente no aspecto de ligação econômica, mesmo não obedecendo à limitação física imposta.

“Hoje, em um raio de 50 km de Belo Horizonte, os municípios estão todos interligados economicamente. Isso ainda está se ampliando também na questão física por causa da consolidação do aeroporto de Confins e da construção do centro administrativo do governo do Estado no entorno da capital. Não se justificam tarifas telefônicas diferentes para toda essa região”, argumenta. A Anatel não especificou quais critérios econômicos são levados em conta para classificar uma área como local. (MR)

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Na vizinha Rio Acima, interurbano pesa

ANA PAULA PEDROSA
Quem mora em Rio Acima, a 40 km de Belo Horizonte, paga interurbano para se comunicar com a capital. Como as cidades são integradas econômica e geograficamente, o volume de ligações é grande. “A gente liga muito para Belo Horizonte. O gasto é alto com esses interurbanos”, diz o assessor da prefeitura Ubirajara Barbosa.

Há um ano, a situação era pior. A cidade só tinha Internet discada e não havia provedores com sede no município. Para entrar na rede era preciso se conectar a um provedor de Belo Horizonte e pagar tarifa de longa distância, até que a prefeitura fez uma licitação e levou a Internet via rádio ao município. Meses depois, chegou também a conexão a cabo. “A demanda era tanta que em seis meses abriram três lan houses e todas ficam cheias”, diz.

Se por um lado o regulamento do setor prejudica os moradores, por outro, é benéfico. Para fazer ligações locais não há limite. Isso porque quando o sistema de tarifação passou de pulso para minuto, em meados de 2007, ficou estabelecido que onde a mudança não fosse feita, por questões técnicas ou de outra natureza, o consumidor pagaria a assinatura do plano escolhido (cerca de R$ 40) e poderia realizar ligações locais livremente.


Ubirajara Barbosa, de Rio Acima, reclama de pagar interurbano para falar com vizinha
Foto: CHARLES SILVA DUARTE



Publicado em: 22/02/2008
Fonte: O Tempo
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Old February 23rd, 2008, 07:32 AM   #19
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Reportagens mais antigas, não sei se já foram postadas

No embalo das boas vendas



João Alberto Aguiar
Repórter


O Bairro Vila da Serra, no município de Nova Lima, bem próximo do Belvedere, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, tem atraído cada vez mais compradores de elevado poder aquisitivo. No embalo do aquecimento do mercado imobiliário, construtoras de padrão alto luxo investem pesado na região. É o caso da Even Construtora e Incorporadora e Brisa Empreendimentos, de São Paulo, com sede própria também no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, além de negócios em Goiás, Nordeste e Sul do país.

Por enquanto, a empresa lançou dois empreendimentos em BH, no Vila da Serra, no segundo semestre de 2007: primeiro o Spa Spazio Dell’Acqua; depois o Villaggio Monticiello. O início da obra deste último está previsto para maio, e a entrega para julho de 2010. De acordo com o superintendente da Even, Marcelo Dzik, «pelo menos» outros sete empreendimentos na região do Vila serão lançados pela empresa ainda neste ano. Os lotes já foram adquiridos e os projetos estão em fase de estudo.

O otimismo da construtora está respaldado no bom desempenho das vendas apurado ainda na fase de lançamento dos dois empreendimentos, entre outros motivos. Conforme o executivo, das 300 unidades disponibilizadas até o momento, «mais de cem» já foram negociadas, o que corresponde a um faturamento da ordem de «R$ 70 milhões».

A atuação da Even/Brisa no mercado mineiro não está restrita ao Bairro Vila da Serra. Segundo Dzik, a empresa está prospectando investimentos também nos bairros Sion, Gutierrez e Funcionários, todos de classe média/alta. Mas não está nada fácil.

«Existe uma grande dificuldade de encontrar terrenos amplos. A gente vê área de 1.000 a 2.000 metros quadrados, o que daria para construir apenas uma torre. Isso significa condomínio mais caro e menor área de lazer»
, observa. O Villagio Monticiello, por exemplo, terá três torres e será construído em uma área de 11,5 mil metros quadrados, o que representa mais conforto e condomínio mais baixo.

Além de BH, a Even pretende investir futuramente em empreendimentos em outras cidades do Estado, como Congonhas (Região Central), Juiz de Fora (Zona da Mata), Uberaba e Uberlândia, as duas no Triângulo Mineiro. E pode ter mais. «Consideramos também a expansão das possibilidades de negócio proporcionada pela Linha Verde, que envolve cidades como Vespasiano, Confins e Lagoa Santa», pondera o superintendente.

Na opinião de Marcelo Dzik, o Bairro Vila da Serra tem vários atrativos. Mas a aglomeração do Belvedere também contribui com a expansão da região, considerada por ele como «um objeto de desejo dos moradores da Zona Sul, pela tranqüilidade, novos projetos, torres amplas e total infra-estrutura», comenta. «Além disso, o Vila da Serra é a expansão natural do Belvedere, bairro que está praticamente saturado, pois não tem terreno e e obras que terminam em 2009. Outro ponto positivo é que se trata de uma região onde a valorização é certa», pondera.

O Villagio terá 112 unidades, de 220 metros quadrados, dividido em três torres. Um dos diferenciais do empreendimento, exatamente pelo número de apartamentos, é o custo/benefício do condomínio: R$ 570 _ no Spa Spazio, o valor será de R$ 370 (unidade de 154 metros quadrados) e R$ 470 (190 metros quadrados). O local terá, ainda, lazer completo, como quadra de tênis, piscina coberta _ com raia de 25 metros, aquecida _ e descoberta, quadra poliesportiva e playground, entre outras benfeitorias.

O empreendimento possuirá academia de ginástica, quadra de peteca e home office. Os apartamentos terão quatro suítes e living (sala de estar), de 30 metros quadrados, com pé direito duplo, ou seja, do chão ao teto são cerca de 5 metros e meio. «O local mais alto torna o ambiente mais agradável e dá mais amplitude, conforto e espaço», explica o superintendente da Even. O projeto contempla a sala de estar integrada à varanda. «Todas as unidades possuem vista definitiva para a montanha.»

Cada unidade dá direito a quatro vagas na garagem _ cinco, nas coberturas. Os valores dos imóveis variam. O metro quadrado, porém, custa a partir de R$ 4 mil. Segundo Dzik, o valor das mensalidades no período de construção será fixo, sem correção monetária ou juros. O financiamento pode ser feito em 150 meses pela construtora ou 300 meses, via bancos. No estande de vendas _ Alameda da Serra, 805, próximo ao Hospital Vila da Serra _, é possível conhecer um apartamento modelo decorado, e o interessado conta com estrutura de um escritório com departamento jurídico, além de estacionamento com manobrista. Uma central de vendas também está localizada na nova trincheira de Nova Lima.


Data: 27/01/08
Fonte: Hoje em Dia

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NOVO PONTO

Empreendimentos fazem Vila da Serra valorizar a cada dia; até o final do ano, serão 32 novos imóveis

ALESSANDRA MIZHER


Bairro é nova 'menina dos olhos' do mercado, mas trânsito precisa ser repensado
Foto: RODRIGO CLEMENTE


O bairro Vila da Serra é a nova "menina dos olhos" do mercado e passa por um verdadeiro boom imobiliário amparado em duas promessas: a junção de áreas verdes aliadas a uma infra- estrutura voltada para a qualidade de vida. "O Vila da Serra ocupa uma área de um milhão de metros quadrados e fica no limite dos municípios de BH e Nova Lima, na divisa com o Belvedere. Assim, acaba sendo uma extensão natural de crescimento da região", explica Luiz Hélio Lodi, presidente da Associação dos Empreendedores do Vila da Serra. Dados da associação mostram que, até o final deste ano, serão lançados 32 empreendimentos de grande porte e alto padrão, entre residenciais e comerciais, com investimentos calculados em R$ 2,6 bilhões. Calcula-se que 25 mil postos de trabalho serão criados durante o período das construções, estimado em 30 meses.

Além da falta de áreas nobres na zona sul da capital, a região tem ainda outro ponto positivo para a atração de empreendimentos. A taxa de ocupação de terras, regulada pela Lei de Uso e Ocupação do Solo de Nova Lima, é mais restritiva e impede assentamentos irregulares e densos. Em Nova Lima, por exemplo, uma torre não pode ocupar uma área menor que 4.000metros quadrados. Já no vizinho Belvedere, é permitido a ocupação de torre em 1.000 metros quadrados de área.

O bairro tem atraído algumas das mais importantes empresas do segmento do país. A Even Construtora e Incorporadora e a Brisa Incorporações, ambas de São Paulo, investiram cerca de R$ 40 milhões na região. E de acordo com Rodrigo Veloso, diretor-comercial da construtora Lincoln Veloso, uma das pioneiras em grandes empreendimentos no Vila da Serra, a região é ideal para quem procura qualidade de vida com infra-estrutura. "Estamos na região desde 2002, quando percebemos que poderia ser boom do mercado imobiliário. Na época, conseguimos comprar áreas melhores a preços mais acessíveis, antes do aquecimento imobiliário da região." A construtora lançou, só este ano, 155 unidades com valor geral de vendas em R$ 75 milhões.

Mas o crescimento imobiliário do Vila da Serra também traz a preocupação como sistema viário e seus acessos. Recentemente, foi inaugurada a trincheira sob a MG-030, na confluência com a Alameda da Serra. Segundo Luiz Hélio Lodi, presidente da Associação dos Empreendedores do Vila da Serra, algumas ações estão em andamento para diminuir o adensamento do trânsito na região, como um projeto da BHTrans que espera aprovação do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de transportes (Dnit). "Tal projeto pretende interligar a BR-040 com a MG-030 e assim desafogar o trânsito em frente ao BH Shopping", completa.


Publicado em: 02/12/2007
Fonte: O Tempo
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Algumas pessoas que vivem nos arredores da BR-040 acham que expansão imobiliária pode ser atrativo para cobrança

ERNESTO BRAGA
A privatização da BR-040, entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, anunciada pelo Ministério dos Transportes, preocupa os moradores dos condomínios fechados localizados na região metropolitana, às margens da rodovia. Para eles, a expansão dos condomínios de luxo e dos bairros vizinhos, sobretudo em Nova Lima, Brumadinho e Itabirito, poderá ser um atrativo para a instalação de uma praça de pedágio naquelas imediações. Com isso, as pessoas que moram na região e precisam se deslocar de carro para a capital, algumas até duas vezes por dia, serão oneradas.

Para o coreógrafo Charles Porto, 46, que mora no condomínio Alphaville, em Nova Lima, a 30 km de Belo Horizonte, a especulação imobiliária na região será considerada na hora da escolha dos pontos onde serão colocados os pedágios. "Será uma forma que encontrarão para arrecadar mais, pois os condomínios de luxo e os bairros nos arredores estão em franco crescimento." O coreógrafo, que vai à capital diariamente para trabalhar, ressalta que a privatização trará melhorias para a BR-040. Porém, ele não concorda com a cobrança de pedágio. "Já pagamos o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e temos o direito de trafegar numa estrada boa."

A fonoaudióloga Maria Serafina Alves Diniz, 38, mora no Retiro do Chalé, em Brumadinho, a 30 km de Belo Horizonte. Ela também aponta a necessidade de intervenções na BR-040, para torná-la mais segura. No entanto, para a fonoaudióloga, a cobrança de pedágio de quem mora tão perto da capital "é injustificável". "Aqui em casa duas pessoas fazem esse deslocamento todos os dias de automóvel. O percurso da minha casa até o BH Shopping (no Belvedere) é menor que o de quem sai da Pampulha e vai até o centro da cidade. Eu considero que estou percorrendo uma via urbana e, portanto, a cobrança de pedágio não se justifica", afirmou. "Quem estraga a rodovia são os caminhões carregados de minério, não os pequenos automóveis."

O empresário Adalberto Maia Barbosa Filho, 40, percorre diariamente 40 km entre o condomínio Aconchego da Serra, em Itabirito, e Belo Horizonte, onde trabalha. Embora ressalte a necessidade de melhorias na BR-040, o empresário acredita que, devido ao intenso tráfego de caminhões pesados na rodovia, a privatização não será sinônimo de boas condições de trafegabilidade. Ele defende a cobrança diferenciada de pedágio para os moradores dos condomínios, que utilizam a BR-040 com muita freqüência. "Por causa do pedágio, muita gente poderá deixar de morar nos condomínios. Além disso, caso seja instalado um posto de cobrança entre os condomínios e o Jardim Canadá (em Nova Lima), onde se concentra o comércio da região, isso será inviável", afirmou.

Estudos

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério dos Transportes, somente após a conclusão dos estudos que apontarão quais intervenções serão necessárias na BR-040, após a privatização, é que serão apontados os locais onde serão instaladas as praças de pedágio. A conclusão dos estudos está prevista para até o final do primeiro semestre e as obras devem ser iniciadas em um ano. No entanto, o engenheiro civil Silvestre Andrade, consultor em transportes, ressalta que as licitações públicas feitas pelo governo federal para a concessão de rodovias prevêem a construção de uma praça a cada 100 km.

"O trecho entre Belo Horizonte e Juiz de Fora tem cerca de 300 km, o que teoricamente demandaria a instalação de três praças de pedágio. É o que ocorre no pedaço da BR-040 já privatizado, entre Juiz de Fora e o Rio de Janeiro. A extensão é quase a mesma é há três praças, uma em Minas e duas no Estado do Rio", destacou Andrade. Na avaliação do especialista, os pontos de cobrança de pedágio devem ser criados onde há maior circulação de automóveis. No trecho da rodovia que será privatizado, disse o engenheiro, o movimento é maior nos 100 km entre Belo Horizonte e Conselheiro Lafaiete.


BR-040 na saída de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro
Foto: FOTOS ALEX DE JESUS
Nossa, mas o Estado de Minas está dando uma boa exagerada na condição da estrada nesse trecho perto de BH. Olha o malabarismo (ou a dor na coluna que deve ter dado no fotógrafo) só para parecer muito maior uma rachadura no acostamento da BR!

Com relação ao pedágio, pode até diminuir a taxa de valorização dos condomínios. O que eu acho uma pena pois é uma região linda...
A solução seria construir o pedágio entre Itabirito e Congonhas, mas depois do último condomínio urbano. Se for rural (aqueles mais longes) aí o cara pediu pra gastar dinheiro mesmo, problema é dele.
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Santo Antônio, BH
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