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#961 |
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Whatever
Join Date: Feb 2005
Location: Porto
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Foi uma péssima escolha para o local em questão. O Porto é muito frio para a espécie. Devem estar já a planear para as alterações climáticas...
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#962 |
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Eudaimonia
Join Date: Nov 2010
Location: Ottawa
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[IMG]http://i48.************/2heismc.jpg[/IMG]
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#963 |
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Eudaimonia
Join Date: Nov 2010
Location: Ottawa
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[IMG]http://i50.************/2jb1x03.jpg[/IMG]
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#964 |
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Eudaimonia
Join Date: Nov 2010
Location: Ottawa
Posts: 2,979
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[IMG]http://i48.************/24mgfi8.jpg[/IMG]
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#965 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
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in "Público"
Há uma cidade na China que quer ficar parecida com o Porto Anshun quer aproveitar a morfologia do seu terreno para se aproximar de cidades europeias. O Porto surge como exemplo num jornal chinês, que revela o apoio de São João da Madeira ao projecto |
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#966 |
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Registered User
Join Date: Apr 2008
Location: Porto
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Já não é novidade, também copiaram uma vila inglesa.
http://www.dailymail.co.uk/news/arti...d-streets.html
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#967 |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
Location: Porto
Posts: 669
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Também copiaram algumas partes de Paris. Já não me lembro em que cidade.
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#968 |
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Eudaimonia
Join Date: Nov 2010
Location: Ottawa
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do JN:
Turistas gastaram mais 10% no Porto e região Norte O gasto médio dos turistas que visitam o Porto e o norte de Portugal em lazer aumentou 10% no último verão, face ao anterior, para 693 euros, segundo um estudo do IPDT - Instituto de Turismo. Turistas gastaram em média 693 euros Elaborado em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (ERTPNP) e com o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, o estudo aponta que, relativamente aos turistas que visitaram o país em negócios entre julho e setembro, o gasto médio foi de 488 euros, apenas mais cinco euros (cerca de 1%) do que em 2011. A análise trimestral do perfil dos turistas que visitam a região revela ainda que, "à semelhança da tendência que se tem vindo a verificar nos últimos tempos", as companhias 'low cost' são as preferidas pelos que se deslocam "com o intuito específico de gozar férias". A Ryanair destaca-se como a companhia aérea escolhida por 72,7% dos turistas em lazer, enquanto no segmento de negócios a TAP foi a eleita por três em cada quatro turistas que chegaram a Portugal. De acordo com o inquérito, o principal motivo que trouxe os turistas ao Porto e norte de Portugal continuou, entre julho e setembro, a ser o lazer: 75% dos turistas viajaram para a região com o intuito de gozar férias. França e Espanha destacaram-se como os principais mercados emissores de turistas no segmento de lazer, sendo que um em cada quatro turistas que visitaram a região em negócios eram de nacionalidade espanhola, seguindo-se Inglaterra e Itália. |
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#969 |
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Eudaimonia
Join Date: Nov 2010
Location: Ottawa
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do Porto24:
Natal no Porto com mais iluminação e estacionamento gratuito A crise no comércio tradicional na cidade do Porto levou a Câmara e associação de comerciantes a aumentarem em 20% o investimento nas luzes e animação de Natal deste ano e a duplicarem a oferta de senhas de estacionamento. “O investimento no ano passado rondou os 100 mil euros e este ano aumentámos o investimento para os 120 mil euros. Passámos também de uma cobertura de 7 ruas para 25 ruas em termos de iluminação”, diz Vladimiro Feliz, vice-presidente da Câmara do Porto. Vladimiro Feliz explica que foi possível aumentar este ano em 20% o investimento na programação de Natal e Passagem de Ano, através de uma “gestão rigorosa e sustentável nos últimos anos” e um “espírito de negociação forte” com os fornecedores. “Enfrentamos um período de crise acentuada no país e essa crise reflecte-se de uma forma mais acentuada no comércio tradicional. Nesse sentido, resolvemos responder aos desafios dos comerciantes do Porto”, sublinha o autarca, que acrescenta que é em “momentos de retracção da economia” que os poderes públicos “são importantes” para “criar novas dinâmicas”. As escolhas das ruas iluminadas tiveram como base os critérios turísticos e comerciais, explica, por seu turno, Nuno Camilo, presidente da Associação de Comerciantes do Porto, que se associou à autarquia para a programação do natal de 2012 da cidade. Vinte mil senhas de estacionamento Além de mais 18 ruas iluminadas na cidade em relação a 2011, a cidade oferece também 20 mil senhas de estacionamento para os parques da Trindade (10 mil senhas), Casa da Música (5 mil senhas) e Silo-Auto (5 mil). “Qualquer pessoa que faça compras no comércio tradicional neste período de Natal tem um desconto de 30 minutos em todos os parques”, explica Nuno Camilo, referindo, contudo, que as meias horas gratuitas não são acumuláveis, ou seja, é uma senha por um estacionamento. Para além das 25 ruas iluminadas em tons de branco e dourado a partir do dia 7 de Dezembro, a cidade do Porto vai também iluminar a Igreja dos Clérigos e os Paços do Concelho. Vermelho, verde e amarelo serão as cores que, semana a semana, vão colorir as fachadas daqueles 2 edifícios. |
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#970 |
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BANNED
Join Date: Feb 2010
Location: C.N. Santo André
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O Porto no Natal é magnifico.Esperemos que o retorno esteja a altura do esperado.
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#971 | |
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Fluorescent Adolescent
Join Date: Aug 2008
Location: Barcelos, Portugal
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#972 |
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Registered User
Join Date: Oct 2010
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Boa notícia Adre_Idol !
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#973 | |
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Registered User
Join Date: Apr 2008
Location: Porto
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#974 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
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in "Público"
Valongo, entre o ser e o não querer ser um cemitério de prédios inacabados População cresceu 46% entre 1981 e 2011. Mas a cidade cresceu sem alicerces para resistir ao fim do crédito fácil e à crise da construção, do imobiliário, do país O prédio inacabado na Avenida do Dr. Fernando Melo é, ele próprio, um mote. Com o seu cartaz - retirado este ano, já depois de feita a fotografia ao lado - a anunciar uma "Nova Valongo", a imagem condensa o resultado do choque entre a vontade política de atrair a este concelho milhares de novos moradores, abrindo para isso o terreno à explosão urbanística e à habitação barata, e o arrefecimento provocado pelo excesso da oferta e a crise no mercado imobiliário. Em Valongo, como noutros espaços suburbanos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a cidade moderna convive com a sua própria ruína, a dos esqueletos inacabados à espera de uma solução. Vizinho desta realidade, o fotógrafo Helder Sousa fez do levantamento destas promessas por cumprir a sua tese de mestrado. E a Câmara de Valongo aceitou expor estes retratos de um problema que anda a tentar resolver. Entre os Censos de 1981 e 2011, a população de Valongo cresceu quase 46 %, passando de 64.234 habitantes para os actuais 93.753. O fluxo, facilitado pela melhoria das acessibilidades ao concelho, por um lado, e ao crédito bancário por parte da classe média, por outro, foi alimentado, no destino, com novas urbanizações a prometer qualidade de vida, proximidade ao Porto e preços bastante inferiores aos praticados na área central da região. Aos 29 anos, o finalista de Comunicação Audiovisual da Escola Superior das Artes do Espectáculo Helder Sousa cresceu lado a lado com este fenómeno, que travou a fundo nos últimos anos. Valongo, por si só, não tinha capacidade de atracção que lhe permitisse, em três décadas, duplicar o número de residentes. E à natural retracção na procura somou-se uma profunda crise de financiamento bancário que levaram à falência alguns construtores e promotores imobiliários. O resultado está à vista, e Helder Sousa, que conhecia na sua vizinhança um ou dois casos de prédios que esta dupla crise deixou inacabados, começou uma procura mais sistemática, noutras zonas do concelho, para fazer de um olhar sobre esta realidade o seu trabalho final do mestrado em Fotografia e Cinema Documental. Foi surpreendido pela quantidade. Foi, admite, surpreendido pelas razões. "Pensei que quem construía estas coisas obedecia a um plano, a um qualquer estudo de procura". O geógrafo Álvaro Domingues, que aceitou escrever um texto para a exposição, patente no Centro Cultural de Ermesinde, diz-lhe que não. "A desregulação e a globalização dos mercados financeiros e dos outros instalou a selva na aldeia global onde cresce o mato e cada um está entregue a si próprio; o "mercado" substituiu o lugar da política por mecanismos que supostamente se auto-regulam por mãos (in)visíveis que tudo financiam, incluindo o desastre." O mato que cresce na aldeia feita cidade que este valonguense retratou - num trabalho orientado, entre outros, pelo fotógrafo Paulo Catrica - é também o da natureza, a retomar o seu lugar, aproveitando a falência dos homens. De novo, a voz a Álvaro Domingues: "Nas fotografias de Helder Sousa percebe-se uma tensão entre o silêncio que se abateu sobre a impotência ou a indiferença que se sente, e o enorme ruído, a injustiça sobre o que se esconde por trás de tanto desperdício, disfuncionalidade ou excesso". Um excesso que era fácil de prever, lembra o docente Paulo Travasso, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, que o enumera: "De acordo com os dados do Censos 2011, Portugal possui uma média de 1,45 fogos por família, dos quais 12,5% (738.846) se encontram vagos". Perante este dado, noutro texto de suporte à exposição, este arquitecto considera que se "compreende por isso que se verificasse já desde o ano 2000 uma diminuição, lenta mas contínua, da promoção de habitação nova. Algo que corresponderia a uma mutação do sector - e do próprio modelo económico - que se esperava lenta e progressiva". Só que, como sabemos, a crise de 2008, com origem, precisamente, no mercado imobiliário, norte-americano no caso, lançou o Ocidente num período de anemia económica com reflexos, graves, no nosso país. E a quebra, que se esperava lenta, ocorreu rapidamente, "sem que houvesse, da parte dos promotores, dos construtores ou do próprio sistema económico e financeiro, qualquer capacidade para uma reacção adequada". Isto não diz apenas respeito à Avenida do Dr. Fernando Melo, homenagem a um autarca vivo, cujo lugar na presidência da câmara é ocupado, há quase um ano, pelo antigo "vice", João Paulo Baltazar. No resto do concelho, Helder Sousa descobriu pelo menos oito zonas em que as ruínas do que não foi terminado convivem, às vezes lado a lado, com prédios habitados. Alguns dos edifícios estão incluídos num plano, iniciado ainda por Melo, de demolição ou reconversão para outros usos. Outros estão simplesmente à espera. Para não lhes dar uma carga mais negra do que a da humidade que os corrói, Helder Sousa fotografou-os em dias "sem sol", para não acrescentar sombras a esta sombra de cidade. Foi o seu gesto de neutralidade, num trabalho que, assume, não tem nada de neutral. O trabalho de Helder Sousa é inspirado no levantamento que a dupla alemã Bern e Hilla Becher fez, a partir de 1959, de antigas instalações industriais em vários países, preservando e documentando a memória de uma arquitectura a que chamaram esculturas anónimas, por serem, normalmente, obra de engenheiros desconhecidos, mais preocupados com a funcionalidade dos edifícios do que com a sua estética. Pelo meio do seu levantamento, na micro-escala de Valongo, o fotógrafo português deu ainda de caras com Skeleton Cost, a Costa dos Esqueletos, manifesto fotográfico do venezuelano Alexander Apóstol, hoje radicado em Espanha, sobre o boom de construção que, na década de 80, espalhou pela ilha de Margarita estruturas que, fruto de corrupção e lavagem de dinheiro, nunca chegaram a ser os prometidos hotéis e edifícios de habitação. Em Valongo, mesmo sem petróleo, o dinheiro escorreu fácil para a grande indústria do Portugal na transição do século XX para o XXI, a construção. Até que um dia parou, deixando os seus esqueletos. Que Helder Sousa expõe, com a crueza que o tema merece. Considerando que "a qualidade do trabalho do Helder confere dignidade ao problema", o presidente da câmara, João Paulo Baltazar, aceitou que a exposiçãoUnfinished Projects fosse exibida num espaço municipal. Ainda a aquecer a cadeira que foi de Fernando Melo, que saiu da câmara há quase seis meses, o autarca é clarividente. "Não é por tentarmos esconder os problemas que eles desaparecem. Isto tem de deixar de ser discutido em surdina e assumido de forma pragmática". Fonte: http://www.publico.pt/local/noticia/...dos-1575826#/2 |
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#975 |
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BANNED
Join Date: Feb 2010
Location: C.N. Santo André
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Estragam completamente a zona envolvente. É um cenário desolador o de ter prédios inacabados ao abandono.
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#976 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
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in "Jornal de Notícias"
Pestana compra à Câmara do Porto prédios na Ribeira por 1,8 milhões A Câmara do Porto arrecadou, na sexta-feira, 2,9 milhões de euros com a venda de três prédios na Ribeira, que servirão para a ampliação do Hotel Pestana, e de um terreno na Rua de Currais, que se destina à ampliação de um armazém de artigos elétricos. Os três prédios na Ribeira situam-se entre o Muro dos Bacalhoeiros e a Rua Fonte Taurina e foram vendidos por 1,8 milhões de euros à Porto Carlton - Sociedade de Construção e Exploração Hoteleira, SA. São contíguos aos edifícios já alienados em 2010 para aquele hotel. Recorde-se que, há dias, o grupo Pestana anunciou a intenção de investir seis milhões de euros na segunda fase do Pestana Porto Hotel, que visa duplicar a capacidade da unidade hoteleira, com a construção de 47 novos quartos. O projeto prevê ainda a criação de dez novos postos de trabalho (ler ficha). Segundo o grupo Pestana, o processo de licenciamento para ampliação do hotel, que funciona na Ribeira desde 1997, está em "fase adiantada de licenciamento". |
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#977 |
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Registered User
Join Date: Feb 2010
Location: Barcelos-Porto-Freiburg
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#978 |
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Registered User
Join Date: Apr 2008
Location: Matosinhos
Posts: 205
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Alguem sabe o que está a ser instalado na antiga garagem Belo Horizonte na Av Brasil?
Finalmente recuperaram o edificio e vão po-lo operacional... Não sei é o que será... |
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#979 |
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Feliz 2013 :D!
Join Date: Nov 2006
Location: Lisbon
Posts: 27,640
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Continuamos aqui
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GRANDES REPORTAGENS: * Roteiros por Portugal: Dão-Lafões (2007) | Madeira (2009) * Metropolitano de Lisboa: Baixa/Chiado - Santa Apolónia (2007) | Alameda - São Sebastião (2009) | Oriente - Aeroporto (2012) |
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