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Old October 9th, 2016, 03:37 AM   #1461
Olhaotrem
'66-'03-'13-'14
 
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Ops, falha minha!

Confundi Uberaba com Uberlândia.
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OOT: Engenheiro de Produção, Quase Game Designer, Futuro Matemático e, quem sabe, Administrador. ENSB BH 2018
Todos têm um pouco de Gandhi e de Hitler dentro de nós, mas a proporção pode variar em cada um.
Diga NÃO ao Complexo de Roça que emana na terceira metrópole do Brasil.
O desaforo é a ausência do argumento.

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Old February 13th, 2017, 11:16 AM   #1462
Rodalvesdepaula
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Amigos de Uberaba, qual a opinião da população local sobre o BRT Vetor?
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Old February 13th, 2017, 01:42 PM   #1463
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Ives Accosta
 
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Quando o primeiro corredor que corta a cidade ao meio, na principal via da cidade (Av. Leopoldino de Oliveira) entrou em operação, foi uma chiadeira geral por parte dos motoristas, comerciantes e usuários.
Os motoristas se adequaram à nova realidade, os usuário se adaptaram às novas linhas e o novo jeito de andar de ônibus.
Na avenida foi proibido estacionar e as conversões a Esquerda. Isso fez diminuir o congestionamento e aumentar a velocidade de deslocamento da via. Mas os comerciantes não gostaram nem um pouco, pois dizem que diminuiu as vendas e muitos comércios acabaram fechando. Só que esse período de adaptação caiu justamente n período de recessão. Então não dá pra saber até que ponto o BRT prejudicou o comércio.

Eu particularmente gosto bastante e minha nota é 8, precisa de algumas melhoras que vem sendo feitas aos poucos. Ficou muito mais ágil andar de ônibus e as ligações com as demais regiões da cidade ficaram mais centralizadas.

Nos terminais há painéis que informam o horário e a chegada dos ônibus, há quiosques para o pequeno negócio, não há muitos atrasos e a informação visual é de fácil identificação.

Os BRTs são confortáveis e existe informação sonora, igual aos de metrô das capitais.

Em Junho agora vai inaugurar mais 2 corredores (Sudeste e o Sudoeste), esses dois ligados ao Terminal Oeste (Central) e haverá mais mudanças nas linhas. Espero que fique mais fácil e prático.

No geral é Bom.
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Old February 13th, 2017, 01:50 PM   #1464
jaraujo
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Quando o primeiro corredor que corta a cidade ao meio, na principal via da cidade (Av. Leopoldino de Oliveira) entrou em operação, foi uma chiadeira geral por parte dos motoristas, comerciantes e usuários.
Os motoristas se adequaram à nova realidade, os usuário se adaptaram às novas linhas e o novo jeito de andar de ônibus.
Na avenida foi proibido estacionar e as conversões a Esquerda. Isso fez diminuir o congestionamento e aumentar a velocidade de deslocamento da via. Mas os comerciantes não gostaram nem um pouco, pois dizem que diminuiu as vendas e muitos comércios acabaram fechando. Só que esse período de adaptação caiu justamente n período de recessão. Então não dá pra saber até que ponto o BRT prejudicou o comércio.

Eu particularmente gosto bastante e minha nota é 8, precisa de algumas melhoras que vem sendo feitas aos poucos. Ficou muito mais ágil andar de ônibus e as ligações com as demais regiões da cidade ficaram mais centralizadas.

Nos terminais há painéis que informam o horário e a chegada dos ônibus, há quiosques para o pequeno negócio, não há muitos atrasos e a informação visual é de fácil identificação.

Os BRTs são confortáveis e existe informação sonora, igual aos de metrô das capitais.

Em Junho agora vai inaugurar mais 2 corredores (Sudeste e o Sudoeste), esses dois ligados ao Terminal Oeste (Central) e haverá mais mudanças nas linhas. Espero que fique mais fácil e prático.

No geral é Bom.
Como está a qualidade das vias Norton?
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Old February 13th, 2017, 02:24 PM   #1465
campineiro1
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Em campinas

Obras de corredor de ônibus rápido começam em maio

As obras de implantação dos corredores Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral, por onde circularão os BRTs, começarão a partir de maio, segundo previsão do presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), Carlos José Barreiro, que publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial do Município (DOM) autorização de despesa no valor de R$ 47,4 milhões este ano aos quatro grupos que venceram a licitação para a elaboração dos projetos executivos e obras dos corredores. A despesa representa 10,5% do contrato de R$ 451,4 milhões que deve ser assinado na próxima semana. A estimativa é que os corredores estarão concluído em 2019.

Barreiro informou que os técnicos estão trabalhando para estabelecer um cronograma de obras para tumultuar o menos possível. São quatro lotes de obras e cada um deles será construído por um grupo de empreiteiras. “Não começaremos todos os lotes ao mesmo tempo para não atrapalhar o trânsito e estamos analisando por onde as obras começarão e como será a sequência para tumultuar o menos possível a região dos corredores”, disse.

Com a assinatura dos contratos, as empresas terão 90 dias para a elaboração dos projetos executivos. O valor autorizado ontem, segundo ele, é inicial, porque a estimativa é lançar outra autorização de despesa este ano, para totalizar gastos em 2017 que somarão 25% do contrato.

O primeiro lote, formado por um trecho do Corredor Campo Grande que ligará o Centro até a Vila Aurocan, em 4,3 quilômetros e mais o Corredor Perimetral, com 4,1 quilômetros, foi arrematado pelo Consórcio BRT-Campinas, e vai custar R$ 88,9 milhões. O lote dois é formado pelo Corredor Campo Grande, que ligará a Vila Aurocan ao Terminal Itajaí, em 13,6 quilômetros. Essa ligação foi dividida em três trechos: um, de 5 quilômetros, liga a Vila Aurocan até a ponte da Rodovia Bandeirantes; outro, de 6,4 quilômetros liga a Bandeirantes ao terminal Campo Grande e outro, de 2,2 quilômetros, vai do Terminal Campo Grande até o Terminal Itajaí. O lote 3, é integrado por um trecho do Corredor Ouro Verde, que liga a região central até a Estação Campos Elíseos, com 4,8 quilômetros de extensão e foi vencido pela Compec Galasso Engenharia e Construção, que ofereceu um deságio de 22,02%, o mais alto desconto entre os quatro lotes. O trecho custará R$ 66,5 milhões.

Já o lote 4 foi arrematado pelo Consórcio BRT-Campinas/Construtora Artec S.A. O grupo ofereceu 17,9% de desconto e as obras previstas no lote, sairão por R$ 104,8 milhões - o lote prevê obras do Corredor Ouro Verde, que ligarão a Estação Campos Elíseos até o Terminal Vida Nova, totalizando 9,8 quilômetros de extensão.
A Administração trabalha com um cronograma de entrega dos corredores a medida que os lotes forem sendo concluídos. Chamado de Rapidão pela Administração Municipal, o sistema terá três corredores. O Campo Grande terá 17,9 quilômetros de extensão e sairá da região central, passará pelo leito desativado do antigo VLT, seguirá pela Avenida John Boyd Dunlop até o terminal Itajaí. O corredor Ouro Verde terá 14,6 quilômetros e sairá também da região central, seguirá pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, Camucim até o Terminal Vida Nova. Já a via Perimetral, ligará a Vila Aurocan ao Campos Elíseos.

A previsão da Administração é de que os corredores de ônibus provocarão uma mudança radical em algumas das áreas da cidade - a infraestrutura que será necessária implantar para o sistema BRT, além de resolver importantes gargalos no trânsito, provocarão uma requalificação do espaço urbano. []


Está bom, mas é incrivel o atraso para desenvolver soluções para o transporte rápido de Campinas, uma cidade 1 mi e com RM de mais de 3 mi de habitantes.
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Old February 17th, 2017, 05:09 AM   #1466
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Está bom, mas é incrivel o atraso para desenvolver soluções para o transporte rápido de Campinas, uma cidade 1 mi e com RM de mais de 3 mi de habitantes.
Não só isso, Campinas é a QUINTA região metropolitana do Brasil em PIB, superando até Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Manuas. É patético que não haja ao menos um belo dum VLT (não conta o mal feito VLT do Quercia, abandonado) e que só agora comece um BRT.

Enquanto isso Campinas permanece de longe a mais rica cidade brasileira sem qualquer transporte organizado.
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Old March 15th, 2017, 05:14 AM   #1467
Luccas Cuica
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Anteprojeto do BRT de Salvador

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Old March 18th, 2017, 05:50 PM   #1468
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Como está a qualidade das vias Norton?
Alguns trechos próximas às estações, onde o Vetor faz a aproximação, o asfalta está bem deteriorado. Esse primeiro corretor não teve o piso feito de concreto em volta das estações. Mas no geral, 80% o asfalto é satisfatório.
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Old April 6th, 2017, 01:21 AM   #1469
Luccas Cuica
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Obras de BRT de Campinas começam em julho e ligação com Viracopos será por ferrovia

VLT ou monotrilho: prefeitura vai estudar os dois modais, disse Jonas Donizette

ALEXANDRE PELEGI

ADAMO BAZANI

VLT ou monotrilho? Ainda não se sabe, mas a depender da vontade do prefeito Jonas Donizette (PSB) a ligação entre o Centro e o Aeroporto Internacional de Viracopos será feita por ferrovia.

A Prefeitura vai estudar os dois modais, tanto o veículo leve sobre trilhos (VLT) como o monotrilho, que é menor que um metrô e corre sobre vigas de concreto a 15 metros do chão.

Para definir qual o modal, a prefeitura retomará a licitação suspensa em 2015, que visa contratar o estudo definidor d o melhor meio de transporte para ligar o centro da cidade ao aeroporto de Viracopos. Os recursos para bancar o estudo, que custará aos cofres da cidade R$ 1,2 milhão, foram garantidos pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo, que ontem esteve na cidade para autorizar o início das obras dos corredores do BRT. De quebra, o ministro liberou também mais R$ 100 milhões para completar o financiamento necessário ao empreendimento, que totaliza R$ 451,5 milhões.

Por que não metrô?

Para o prefeito Jonas Donizette, a cidade de Campinas deve começar a pensar em investir em um sistema sobre trilhos, deixando o metrô subterrâneo para um futuro mais distante. O especialista em mobilidade urbana da organização Cidades Integradas, Jeferson de Oliveira, disse ao jornal Correio Popular, de Campinas, que mesmo com o desmonte ocorrido na antiga experiência do VLT da cidade nos anos 80, o sistema mostrou ser possível ter soluções mais baratas que a implantação de linhas subterrâneas de metrô.

“Uma cidade com tantas áreas de leitos ferroviários desativados não pode deixar de utilizá-los”, afirmou Jeferson ao jornal campineiro. Campinas tem 120 quilômetros de leitos ferroviários dentro do município, com 654 metros quadrados de área útil para oficinas e manobras. Os leitos ligam o Centro aos principais bairros da cidade, como aos principais municípios da Região Metropolitana de Campinas. O problema é que tudo isso é espaço vazio ou invadido. O único trecho ativo é o da Cia Paulista, utilizado atualmente no transporte de cargas.

Estudos técnicos mostram que a cidade precisará pensar em metrô um dia. Esse dia chegará quando o volume de usuários de transporte coletivo superar 70 mil passageiros por hora e por sentido. Enquanto esse dia não chega, prefeito e técnicos optam por investir em monotrilho ou VLT, soluções mais baratas e viáveis segundo estudos técnicos apresentados.

BRT começa em julho

Jonas Donizette garantiu ontem (31) que as obras de implantação dos corredores Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral começarão em julho, com conclusão prevista para três anos. Nos próximos três meses as empresas contratadas elaborarão o projeto executivo dos quatro lotes de obras. O encontro para a assinatura das liberações de recursos na Prefeitura de Campinas contou com a presença do ministro das Cidades, Bruno Araújo, do ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, do vice-governador de São Paulo, Márcio França, e dos deputados federais Carlos Sampaio (PSDB) e Luiz Lauro Filho (PSB).

O Ministério das Cidades liberou a última parcela de cerca de R$ 100 milhões que integram parte dos recursos necessários para os sistemas de ônibus.

O custo total dos corredores é de R$ 451,5 milhões. A Caixa Econômica Federal aprovou o financiamento no início do mês.

CORREDORES DE ÔNIBUS DE CAMPINAS:

Chamado de “Rapidão Campinas” o sistema terá três corredores de ônibus:

Corredor Campo Grande: 17,8 quilômetros de extensão. Da região central, passará pelo leito desativado do antigo VLT, seguirá pela Avenida John Boyd Dunlop até o terminal Itajaí.

Corredor Ouro Verde: 14,5 quilômetros. Da região central, seguirá pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, Camucim até o Terminal Vida Nova.

Corredor Perimetral: 4 quilômetros entre a Vila Aurocan e o Jardim Campos Elísios

https://diariodotransporte.com.br/20...-por-ferrovia/
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Old April 6th, 2017, 01:23 AM   #1470
Luccas Cuica
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BRT de São José quer pegar carona no Trivale de Alckmin

Prefeito Felicio Ramuth diz que projeto deixado por seu antecessor tem falhas, e quer aproveitar projeto da EMTU para baratear custos

ALEXANDRE PELEGI

O BRT de São José dos Campos se tornou uma verdadeira novela. Em julho de 2015, quando visitava a cidade de Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, o então ministro das Cidades, Gilberto Kassab, afirmava à imprensa regional: “As questões ligadas ao BRT estão bastante avançadas, vivendo seus últimos momentos até o começo das obras. Eu estou, inclusive, agendando uma visita a São José para que a gente possa avançar ainda mais neste projeto, um dos principais na área de mobilidade”. Em 29 de junho daquele ano o então prefeito de São José, o petista Carlinhos Almeida, comemorara a entrega do projeto básico do BRT à Caixa Econômica Federal.

Apesar do ufanismo do então ministro (que hoje ocupa a pasta das Comunicações no Governo Temer), as obras não começaram até hoje. E pelo visto não se sabe se, nem quando terão início.

“Senta que lá vem história”

Em fevereiro de 2017, portanto mais de ano e meio após a frase de Kassab, a prefeitura anunciava que a abertura da concorrência pública para as obras do BRT ficaria para 2018. De acordo com a administração local à época, era necessário primeiro analisar o impacto econômico-financeiro para a prefeitura. A Caixa tinha liberado um financiamento de R$ 800 milhões para o projeto, mas o município precisava garantir uma contrapartida de R$ 42 milhões. Por falta de dinheiro no caixa da cidade todas as previsões ficaram para as calendas.

Em março deste ano, já com novo prefeito eleito e empossado, o tucano Felicio Ramuth, a história do BRT voltou ao ponto de partida. Felicio afirmou que o projeto básico, desenvolvido durante a gestão passada, possuía erros graves no desenho dos 62 quilômetros de corredores e dos terminais de embarque. Em entrevista ao jornal O Vale, da cidade, ele disse: “Nem oito quilômetros (de corredores) são para BRT. O que estava sendo desenvolvido não era um projeto de BRT. Eram corredores de ônibus com trechos de circulação exclusiva”.

Em janeiro, logo ao tomar posse, Felicio já determinara uma revisão no projeto de implantação do BRT, buscando identificar falhas nos estudos desenvolvidos pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e pela Fusp (Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo), contratadas pelo ex-prefeito Carlinhos Almeida (PT).

Carona

Agora, em busca de baratear os custos da obra, o prefeito decidiu aproveitar a proposta de BRT do Governo do Estado, o projeto Trivale, ainda em fases de estudos por parte da EMTU (Empresa Metropolitana de Transporte Urbano). Pela proposta do governo estadual, o Trivale (um sistema de média capacidade) fará a ligação entre as seis cidades da região, divido em 4 trechos: Jacareí-São José: 21,9 km; São José-Caçapava: 23,6 km; Caçapava-Taubaté: 22,1 km e Taubaté-Pindamonhangaba (incluindo Tremembé):17,3 km.

A ideia de Felicio Ramuth é compartilhar parte do recurso a ser investido pelo governo Geraldo Alckmin no corredor expresso metropolitano, visando reduzir o custo do projeto de BRT local. O governo Alckmin apresentou neste mês o esboço do Trivale, cujo projeto funcional foi concluído no fim do ano passado. Falta agora o governo definir a empresa responsável pela criação dos projetos básico e executivo do empreendimento.

Se a carona no Trivale de Alckmin, desejada pelo prefeito Felicio, vai dar certo, só o tempo dirá. Tempo que, até aqui, tem sido o maior inimigo do BRT de São José dos Campos.

https://diariodotransporte.com.br/20...le-de-alckmin/
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Old April 6th, 2017, 04:32 AM   #1471
Luccas Cuica
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Nota: tirando o sensacionalismo barato da comparação do BRT de Las Vegas com o de Belém (que carrega o título),a matéria tem seus méritos.

BRT do Pará vai custar três BRTs de Las Vegas


Jornal paraense critica obra que se arrasta há anos e tem custos majorados e extensão reduzida

ALEXANDRE PELEGI

De acordo com anúncio do Governo do Estado do Pará a obra do BRT Metropolitano paraense terá custo superior a R$ 530 milhões (ou 177 milhões de dólares). Com uma extensão de 10,75 quilômetros o preço por quilômetro atingirá quase R$ 50 milhões.

Segundo reportagem do jornal Diário do Pará, “esse valor é muito mais do que os BRTs já concluídos, em construção ou em projeto para as cidades de Manaus (R$ 24 milhões por Km), Goiânia (R$ 16 milhões), Recife (R$ 6 milhões) e Brasília (R$ 21,7 milhões). É bem mais, também, do que custou o primeiro BRT do Brasil, o de Curitiba, inaugurado em 1972. Na capital paranaense, o Km custou, em média, R$ 10 milhões”.

Parte do programa “Ação Metrópole”, o BRT de Belém deveria ser executado quase na totalidade pelo Governo do Estado. O dinheiro seria financiado pela JICA, órgão do Governo Japonês responsável pela implementação da Assistência Oficial para o Desenvolvimento (ODA), que apoia o crescimento e a estabilidade socioeconômica dos países em desenvolvimento

Em abril de 2011 o coordenador geral do “Ação Metrópole”, César Meira, informou que o corredor de BRT estava orçado em R$ 480 milhões, com traçado previsto desde o centro de Belém numa extensão de 27 Km.

Em 2012 o então prefeito de Belém, Duciomar Costa, resolveu executar um BRT na Almirante Barroso. A obra acabou embargada várias vezes pela Justiça, porque não tinha projeto, nem financiamento. Mas, como havia sido gasto muito dinheiro público, decidiu-se terminar o que Duciomar começara. Assim, o BRT do Governo do Estado, previsto para 27 km, encolheu para os 10,75 km, que vão do Entroncamento a Marituba.

JICA

O último estudo da Jica sobre o programa “Ação Metrópole” foi feito em 2009, a pedido do Governo do Estado. O custo previsto para a construção de uma via de BRT era então estimado entre 4 a 5 milhões de dólares por quilômetro (cerca de R$ 15 milhões). O estudo projetava que todo o sistema de BRTs de Belém e Região Metropolitana alcançaria a cifra de US$ 223,2 milhões (R$ 513,4 milhões no câmbio da época, atualmente R$ 824 milhões em valores atualizados pelo IPCA-E de março).

O calculado pela agência japonesa JICA é muito inferior ao custo total estimado pelo Governo do Estado, comparação feita pelo jornal Diário do Pará: “enquanto a JICA estimou que cada km do BRT deveria custar cerca de R$ 15 milhões, a obra do Governo irá torrar – vale ressaltar novamente – R$ 50 milhões por km, ou seja, mais do que três vezes mais”.

Ainda fazendo comparações, o jornal paraense conclui: “o BRT de Belém ficará mais caro que os dois BRTs de Las Vegas, nos Estados Unidos: o MAX (Metropolitan Area Express) e o SX (Sahara Express). O primeiro tem 12 km de extensão e foi inaugurado em 2004. O segundo, com 36,5 km, foi inaugurado em 2012. Supermodernos, eles custaram, cada um, cerca de R$ 15 milhões por Km. Ou seja, pelo preço de um BRT do Pará, daria para construir três BRTs de Las Vegas, já incluindo toda a infraestrutura. E ainda sobraria R$ 5 milhões”.

Para justificar os R$ 530 milhões que o Governo do Estado do Pará calcula, o BRT Metropolitano foi acrescido de várias obras: um viaduto de quatro pétalas, no Km 6,5 da BR; um túnel de acesso ao terminal de Ananindeua; um Centro de Controle Operacional, 13 passarelas, para travessia de pedestres, e mais 18 estações, totalizando 26.

https://diariodotransporte.com.br/20...-de-las-vegas/
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Old April 7th, 2017, 03:31 PM   #1472
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Nota: tirando o sensacionalismo barato da comparação do BRT de Las Vegas com o de Belém (que carrega o título),a matéria tem seus méritos.

BRT do Pará vai custar três BRTs de Las Vegas


Jornal paraense critica obra que se arrasta há anos e tem custos majorados e extensão reduzida

ALEXANDRE PELEGI

De acordo com anúncio do Governo do Estado do Pará a obra do BRT Metropolitano paraense terá custo superior a R$ 530 milhões (ou 177 milhões de dólares). Com uma extensão de 10,75 quilômetros o preço por quilômetro atingirá quase R$ 50 milhões.

Segundo reportagem do jornal Diário do Pará, “esse valor é muito mais do que os BRTs já concluídos, em construção ou em projeto para as cidades de Manaus (R$ 24 milhões por Km), Goiânia (R$ 16 milhões), Recife (R$ 6 milhões) e Brasília (R$ 21,7 milhões). É bem mais, também, do que custou o primeiro BRT do Brasil, o de Curitiba, inaugurado em 1972. Na capital paranaense, o Km custou, em média, R$ 10 milhões”.

Parte do programa “Ação Metrópole”, o BRT de Belém deveria ser executado quase na totalidade pelo Governo do Estado. O dinheiro seria financiado pela JICA, órgão do Governo Japonês responsável pela implementação da Assistência Oficial para o Desenvolvimento (ODA), que apoia o crescimento e a estabilidade socioeconômica dos países em desenvolvimento

Em abril de 2011 o coordenador geral do “Ação Metrópole”, César Meira, informou que o corredor de BRT estava orçado em R$ 480 milhões, com traçado previsto desde o centro de Belém numa extensão de 27 Km.

Em 2012 o então prefeito de Belém, Duciomar Costa, resolveu executar um BRT na Almirante Barroso. A obra acabou embargada várias vezes pela Justiça, porque não tinha projeto, nem financiamento. Mas, como havia sido gasto muito dinheiro público, decidiu-se terminar o que Duciomar começara. Assim, o BRT do Governo do Estado, previsto para 27 km, encolheu para os 10,75 km, que vão do Entroncamento a Marituba.

JICA

O último estudo da Jica sobre o programa “Ação Metrópole” foi feito em 2009, a pedido do Governo do Estado. O custo previsto para a construção de uma via de BRT era então estimado entre 4 a 5 milhões de dólares por quilômetro (cerca de R$ 15 milhões). O estudo projetava que todo o sistema de BRTs de Belém e Região Metropolitana alcançaria a cifra de US$ 223,2 milhões (R$ 513,4 milhões no câmbio da época, atualmente R$ 824 milhões em valores atualizados pelo IPCA-E de março).

O calculado pela agência japonesa JICA é muito inferior ao custo total estimado pelo Governo do Estado, comparação feita pelo jornal Diário do Pará: “enquanto a JICA estimou que cada km do BRT deveria custar cerca de R$ 15 milhões, a obra do Governo irá torrar – vale ressaltar novamente – R$ 50 milhões por km, ou seja, mais do que três vezes mais”.

Ainda fazendo comparações, o jornal paraense conclui: “o BRT de Belém ficará mais caro que os dois BRTs de Las Vegas, nos Estados Unidos: o MAX (Metropolitan Area Express) e o SX (Sahara Express). O primeiro tem 12 km de extensão e foi inaugurado em 2004. O segundo, com 36,5 km, foi inaugurado em 2012. Supermodernos, eles custaram, cada um, cerca de R$ 15 milhões por Km. Ou seja, pelo preço de um BRT do Pará, daria para construir três BRTs de Las Vegas, já incluindo toda a infraestrutura. E ainda sobraria R$ 5 milhões”.

Para justificar os R$ 530 milhões que o Governo do Estado do Pará calcula, o BRT Metropolitano foi acrescido de várias obras: um viaduto de quatro pétalas, no Km 6,5 da BR; um túnel de acesso ao terminal de Ananindeua; um Centro de Controle Operacional, 13 passarelas, para travessia de pedestres, e mais 18 estações, totalizando 26.

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está absurdamente caro se as obras forem só estas.

o BRT de Goiânia com extensão de 21 km 39 plataformas,3 viadutos,construção de 6 terminais o custo será de 340 milhões.
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Obras de BRT de Campinas começam em julho e ligação com Viracopos será por ferrovia

CORREDORES DE ÔNIBUS DE CAMPINAS:

Chamado de “Rapidão Campinas” o sistema terá três corredores de ônibus:

Corredor Campo Grande: 17,8 quilômetros de extensão. Da região central, passará pelo leito desativado do antigo VLT, seguirá pela Avenida John Boyd Dunlop até o terminal Itajaí.

Corredor Ouro Verde: 14,5 quilômetros. Da região central, seguirá pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, Camucim até o Terminal Vida Nova.

Corredor Perimetral: 4 quilômetros entre a Vila Aurocan e o Jardim Campos Elísios

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Nada para Barão Geraldo ou Souzas? Todo dia passam dezenas (quiça centenas) de milhares de pessoas pela UNICAMP, PUC, Centro Médico, Shopping Dom Pedro, mas mesmo assim a prefeitura fecha os olhos para a região e ainda enfia todo mundo naquelas latas de sardinha.
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Luccas Cuica
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está absurdamente caro se as obras forem só estas.

o BRT de Goiânia com extensão de 21 km 39 plataformas,3 viadutos,construção de 6 terminais o custo será de 340 milhões.
Sim,ultrapassou a barreira da superfaturação.

Só expus ali que é exagero (forçar a barra) comparar este sistema de BRT de Belém com o sistema de BRT de Las Vegas,não são nem da mesma "classe" de sistemas BRT pra começo de conversa. De resto é caro demais.
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Old April 8th, 2017, 03:56 AM   #1475
Luccas Cuica
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Novo BRT de Goiânia deve ficar pronto em março de 2019


Em operação o BRT se estenderá por 21 km em Goiânia e mais 7 km até Aparecida de Goiânia

ALEXANDRE PELEGI

As empresas EPC de Brasília e WVG de São Paulo, que formam o Consórcio que administra a obra do BRT de Goiânia, afirmam que finalizarão a obra em março de 2019. O custo da obra está avaliado em R$ 242 milhões. A data divulgada ontem surgiu após acordo entre a Prefeitura de Goiânia e o Consórcio, em que a Administração garantiu que pagará os serviços faturados até o momento.

Em operação o BRT se estenderá por 21 km em Goiânia e mais 7 km até Aparecida de Goiânia. Serão utilizados veículos articulados (estão previstos cerca de 100 ônibus), com paradas em 39 plataformas e seis terminais de integração. A estimativa é que o sistema transporte mais de 120 mil usuários por dia. O trecho Norte, entre os terminais Rodoviário e Recanto do Bosque, deve ser o primeiro a entrar em funcionamento, com previsão para o final deste ano.

Hoje 21% das obras do BRT já foram concluídas. Quando pronto, o sistema de ônibus atravessará 148 bairros, com pistas no centro das vias, de nível elevado, no sentido bidirecional, com abertura das portas à esquerda. No Centro de Goiânia as paradas serão mantidas do lado direito, no acostamento da pista.

https://diariodotransporte.com.br/20...marco-de-2019/
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Old April 8th, 2017, 03:59 AM   #1476
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Nada para Barão Geraldo ou Souzas? Todo dia passam dezenas (quiça centenas) de milhares de pessoas pela UNICAMP, PUC, Centro Médico, Shopping Dom Pedro, mas mesmo assim a prefeitura fecha os olhos para a região e ainda enfia todo mundo naquelas latas de sardinha.
Não vi nada sobre a parte norte de Campinas.

Pelo menos pra direção da UNICAMP acho bacana uma ideia não lembro quem lançou (acho que foi Rodalves) de um VLT "tiro livre",com estação no Centro de Campinas e outra na UNICAMP,semelhante ao UP Express de Toronto (Canadá).
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Old May 24th, 2017, 03:23 AM   #1477
paulo lima
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BRT de Campinas-SP

Obra do BRT começa pelo Campo Grande

Publicado 23/05/2017 - 20h12 - Atualizado 23/05/2017 - 20h12Por Maria Teresa Costa

Leandro Ferreira
Máquinas das empresas consorciadas já estão no canteiro de obras

O consórcio BRT-Campinas, formado pelas empresas Arvek, DP Barros, Empav, Trail e Pentágono, começou a montar nesta terça-feira o canteiro de obras para a implantação dos corredores do BRT. A construção começará pelo Corredor Campo Grande, no lote que ligará o Terminal Mercadão, no Centro, até a Vila Aurocan, em 4,3 quilômetros e mais o Corredor Perimetral, com 4,1 quilômetros. Os dois trechos estão orçados em R$ 88,9 milhões. Para a Administração, a chegada das máquinas representa o início da construção dos corredores, seis anos após a Prefeitura ter decidido abandonar dois outros projetos fracassados, o veículo leve sobre trilhos (VLT), da década de 90, e o veículo leve sobre pneus (VLP), de 2009, para apostar no ônibus rápido.

O secretário de Transportes, Carlos José Barreiro, informou que a perspectiva é que as máquinas comecem a abrir caminho para o primeiro trecho do corredor em julho — o cronograma oficial é agosto, mas ele acha possível antecipar a largada das obras em um mês. Nesse período, o concessionário do trecho limpará o terreno no bairro Bonfim, cedido pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), e instalará a infraestrutura necessária ao maquinário e funcionários que trabalharão nas obras, ao mesmo tempo em que conclui o projeto executivo do trecho.
O projeto do BRT está orçado em R$ 451,4 milhões e os recursos para as obras já estão viabilizados para garantir a construção dos corredores Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral. Na semana passada, a Prefeitura conseguiu garantir financiamento no valor de R$ 100 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF), que serão utilizados para bancar a contrapartida da Administração ao empréstimo geral para as obras.
Foi um longo caminho na tentativa de dotar Campinas de um sistema de transporte de média capacidade. Primeiro, a Prefeitura tentou ressuscitar o VLT, que circulou entre 1990 e 1995 e representou o maior fracasso da área de mobilidade. Com ele, o governo conseguiu jogar no lixo US$ 120 milhões gastos nos trilhos e nas estações, algumas das quais nunca chegaram a funcionar. Mais conhecido pela denúncia de irregularidades na contratação da obra (superfaturamento e licitação viciada) que pelos benefícios que trouxe à população, o VLT nasceu da tentativa do ex-governador Orestes Quércia de cooptar o prefeito Jacó Bittar, então recém-saído do PT. O projeto esbarrou em “dificuldades técnicas” que as seguidas liberações de recursos não conseguiram contornar.

Depois, em 2009, a Prefeitura apostou no modelo europeu do veículo leve sobre pneus (VLP). Na época, a Administração apresentou ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma proposta preliminar do projeto, orçado então em R$ 960 milhões, entre recursos públicos e privados, para atender 220 mil passageiros por dia. O alto custo do projeto, e a falta de adesão do empresariado do setor de transportes, a quem caberia a aquisição dos veículos — uma espécie de metrô de superfície — fizeram a Prefeitura abandonar a ideia.

Surgiu então a proposta do BRT em 2011. No ano seguinte, acreditando na implantação dos corredores, a empresa Itajaí adquiriu os primeiros ônibus de média capacidade com desenho futurista, inspirado nos modernos trens de alta velocidade, para circular nos corredores exclusivos do BRT, mas que até hoje circulam na Avenida John Boyd Dunlop, em via comum. A mudança e as plenas vantagens do sistema só serão sentidas quando puderem circular em via segregada, de forma que haverá redução dos tempos de embarque e desembarque de passageiros, por ser composto de veículos com grande número de portas e de plataformas niveladas ao piso do ônibus. Outra vantagem será o pagamento fora do veículo, as estações fechadas e seguras e os mapas de informação em tempo real.

http://correio.rac.com.br/_conteudo/...po-grande.html

Last edited by paulo lima; May 24th, 2017 at 03:28 AM.
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Old August 9th, 2017, 12:51 AM   #1478
Luccas Cuica
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Sistema BRT de Porto Alegre se distancia de proposta original


Anunciado como solução para problemas de mobilidade na capital gaúcha, BRT agora deve ter parte de seus recursos destinados a outras obras paradas por falta de verbas

ALEXANDRE PELEGI

Desde sua concepção, em 2010, muitas foram as mudanças feitas no projeto de implantação do sistema de Bus Rapit Transit (BRT) de Porto Alegre. Inicialmente planejado para transformar o trânsito da cidade com embarque rápido, ultrapassagem, veículos maiores, bilhetagem eletrônica, informatização de horários, etc, o projeto agora terá que esperar.

O Sistema BRT de Porto Alegre (RS) e Região Metropolitana considerava uma integração física, tarifária e institucional, abrangendo intervenções na infraestrutura urbana, na tecnologia dos veículos, corredores e estações, além da instalação de uma Central de Controle Operacional (CCO). A rede do sistema BRT previa a ampliação da extensão dos corredores de ônibus, estações e terminais de integração.

Contudo, o mau planejamento dos recursos destinados a ele, somado à falta de interesse político na viabilização das obras, fez com que o Projeto tivesse que esperar. O valor estimado para sua conclusão foi de R$ 1 bilhão. O dinheiro seria captado junto a esferas governamentais e parcerias público-privadas (PPPs). O programa Avançar Cidades, do governo federal, é um dos alvos de possível captação por parte do município.

Mas, mesmo com verba de R$ 249,43 milhões já garantida através da Caixa Econômica Federal, o novo prefeito, Nelson Marchezan Júnior, decidiu usar parte do dinheiro para obras de macrodrenagem e pavimentação ainda do pacote da Copa do Mundo de 2014.

O secretário municipal de Planejamento e Gestão, José Alfredo Parode, assegura, contudo, que a prefeitura não está abandonando a implantação dos BRTs em Porto Alegre. “Não vamos abandonar absolutamente nada. Vamos trabalhar na lógica da solução estruturante e de futuro, com parceria do governo do Estado e da União e captando recursos por PPP. O modelo de financiamento exclusivo com recursos públicos se esgotou”, defende.

Mesmo com parte do dinheiro de R$ 134,36 milhões já obtida através do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), nenhuma obra será iniciada sem todos os recursos garantidos. E isso leva tempo, planejamento e, principalmente, vontade política.

Assim, o início de funcionamento do tão aguardado projeto que iria revolucionar a mobilidade urbana da capital do Rio Grande do Sul, segue sem horizonte.

https://diariodotransporte.com.br/20...osta-original/

Com isso "descanse em paz" BRT natimorto de POA (na verdade querem ressucitar outro projeto natimorto de BRT,este constituindo uma rede articulada com a RMPOA).
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Old August 9th, 2017, 08:35 PM   #1479
igarassuPE
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Originally Posted by Norton_adm View Post
Quando o primeiro corredor que corta a cidade ao meio, na principal via da cidade (Av. Leopoldino de Oliveira) entrou em operação, foi uma chiadeira geral por parte dos motoristas, comerciantes e usuários.
Os motoristas se adequaram à nova realidade, os usuário se adaptaram às novas linhas e o novo jeito de andar de ônibus.
Na avenida foi proibido estacionar e as conversões a Esquerda. Isso fez diminuir o congestionamento e aumentar a velocidade de deslocamento da via. Mas os comerciantes não gostaram nem um pouco, pois dizem que diminuiu as vendas e muitos comércios acabaram fechando. Só que esse período de adaptação caiu justamente n período de recessão. Então não dá pra saber até que ponto o BRT prejudicou o comércio.

Eu particularmente gosto bastante e minha nota é 8, precisa de algumas melhoras que vem sendo feitas aos poucos. Ficou muito mais ágil andar de ônibus e as ligações com as demais regiões da cidade ficaram mais centralizadas.

Nos terminais há painéis que informam o horário e a chegada dos ônibus, há quiosques para o pequeno negócio, não há muitos atrasos e a informação visual é de fácil identificação.

Os BRTs são confortáveis e existe informação sonora, igual aos de metrô das capitais.

Em Junho agora vai inaugurar mais 2 corredores (Sudeste e o Sudoeste), esses dois ligados ao Terminal Oeste (Central) e haverá mais mudanças nas linhas. Espero que fique mais fácil e prático.

No geral é Bom.
é verdade que esses dois novos corredores não serão segregados?
se for é um tremendo absurdo
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Old August 11th, 2017, 01:03 AM   #1480
Luccas Cuica
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Uberaba finaliza trecho do BRT Vetor, e empresas operadoras já preparam compra de novos ônibus


Uberaba, tradicional cidade mineira, já tem seu BRT. A cidade com mais de 300 mil habitantes implantou o sistema de ônibus rápidos ao longo da área central, numa parceria entre a Prefeitura e o escritório do arquiteto Jaime Lerner.

Dividido em etapas, o BRT Vetor, como é conhecido, começou a operar em janeiro de 2015. O primeiro trecho a entrar em operação comercial foi o Vetor Leste-Oeste, com 5,1 Km de extensão, 10 estações e dois terminais (Oeste e Leste). Nos dias úteis ele transporta 40 mil pessoas.

Já os outros trechos que completam o sistema BRT, Sudeste e Sudoeste, estão com obras em fase final. O trecho Sudoeste tem 6,4 km, e o Sudeste 3,9 km.

Os empresários que operam os corredores já se preparam para comprar novos ônibus para os novos trechos. A prefeitura de Uberaba já emitiu a ordem de compra, e as empresas já fazem a cotação e a verificação de fabricantes.

O presidente da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Uberaba (Transube), Rodrigo Oliveira, diz que serão adquiridos 17 veículos para este novo trecho do BRT. O custo médio de cada um, em média, oscila entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. Os novos ônibus serão diferentes dos dos atuais, que circulam na trecho leste/oeste: serão mais leves para auxiliar na manutenção do asfalto.

As características dos novos veículos, no entanto, não serão muito diferentes às dos veículos que já circulam em Uberaba. Porta do lado esquerdo, em nível da estação, e com comprimento superior a 13 metros.

Em entrevista ao Jornal da Manhã de Uberaba, Rodrigo disse:

“As nossas expectativas para mais este trecho do BRT são as melhores. Nós acreditamos no sistema BRT e estamos investindo pesado para que tenha recurso necessário para tocar as empresas e na agilidade, conforto e eficiência para o usuário. Hoje, em Uberaba, temos um dos melhores sistemas de transporte do país, atingimos o índice de 99,5% de cumprimento de meta diária. E o BRT é um modelo a ser seguido, inclusive com premiação”.

Em outubro de 2016 o BRT Vetor Leste/Oeste recebeu o Selo de Prata conferido pelo ITDP Brasil.

https://diariodotransporte.com.br/20...-novos-onibus/
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