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#1 |
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Registered User
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Estado planeja ‘desmanche legal’ para esvaziar pátios de carros
O governo do Estado pretende construir 350 pátios para depósito de carros irregulares por meio de uma Parceria Público-Privado (PPP). Uma das propostas é identificar veículos que podem ser leiloados ou enviados para desmanches e a empresa responsável pelo serviço poderia gerenciar esse processo, criando um "desmanche legal".
Nesta quinta-feira, 20, o governo publicou um comunicado ao mercado dando prazo de 90 dias para que empresas interessadas em participar do processo apresentem os estudos para viabilizar a ideia. A expectativa é que as primeiras unidades sejam construídas no ano que vem. Segundo o vice-governador e presidente do Conselho Gestor das Parcerias Público-Privadas de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, a proposta é criar pátios com uma espécie de "Poupatempo" para o motorista regularizar a situação do veículo - incluindo postos bancários para o pagamento de débitos. O contrato seria vinculado ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), em parceria com a Polícia Militar. "Pelas nossas estimativas, 30% da frota que circula no Estado é irregular", diz Afif. "À Prefeitura, só cabe recolher carros estacionados em locais proibidos. Carros com problemas de documentação, de placa, com condutor inapto, tudo isso é de responsabilidade do Detran", lembra o vice-governador. Afif diz, no entanto, que um dos motivos para esses carros continuarem nas ruas é a falta de locais adequados para guardá-los caso fossem apreendidos. "(Com o novo sistema de pátios) a fiscalização vai aumentar muito", garante. Outra mea-culpa do vice-governador é o reconhecimento de que o Estado não tem conseguido gerenciar os pátios adequadamente. Leilões. A empresa que vencer a concessão vai construir os estacionamentos e implementar sistemas de controle da frota e das multas. "Pela legislação, o carro pode ficar até 90 dias no pátio. Depois, é enviado para leilão. Aqueles que não têm condições legais de voltar às ruas podem ser leiloados como sucata", afirma o vice-governador. Afif diz, no entanto, que os estudos solicitados agora pelo Estado é que vão encontrar a melhor maneira de equacionar a gestão dos estacionamentos e o controle e comércio dos carros apreendidos. "Nossa estimativa é que seja preciso investimento de R$ 1,1 bilhão", disse. Duas empresas já apresentaram ao governo do Estado propostas para oferecer o serviço, segundo Afif. A primeira é uma gestora de pátios da Europa e a segunda, uma empresa de sistemas eletrônicos de Bogotá, na Colômbia. "Como a concessão será de uma coisa só, nós orientamos os grupos a se juntar e apresentar uma proposta conjunta", contou o vice-governador. Mercado. Um dos efeitos colaterais esperados com a medida é o aumento da oferta de carros usados no mercado paulista. Veículos irregulares recolocados nas ruas competiriam com o comércio de carros usados. "Os carros são o único produto usado que têm vigoroso mercado. É tão extenso que é difícil para a polícia cuidar disso. Por dia, em São Paulo, são cerca de 120 furtos ou roubos de carros", diz o coronel reformado da PM e consultor de segurança pública José Vicente da Silva. "A indústria de roubos e furtos de veículos devem ser a quarta maior do País." Para Vicente, a requalificação da frota irregular e o retorno dela ao mercado formal pode competir com o mercado negro a ponto de reduzir o número de crimes envolvendo automóveis. "Conheci exemplos de PPPs para a gestão de pátios de veículos na Inglaterra e, lá, o sistema funciona", afirma o especialista em segurança. http://www.estadao.com.br/noticias/c...s,934029,0.htm |
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#2 |
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Registered User
Join Date: Mar 2010
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Se dessem um fim nessa frota irregular de 30% seria um alívio no trânsito de SP.
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#3 |
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Registered User
Join Date: Mar 2010
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É exatamente o numero de veiculos irregulares conforme a noticia acima...rs
SP precisa tirar 30% dos carros das ruas para cidade voltar a andar, alertam especialistas
![]() A melhora no transporte público e trânsito é uma das prioridades para o paulistano, perdendo apenas para saúde, segurança pública e educação. Mas o clamor por transporte público de qualidade tem duas faces, aqueles que realmente optariam pelo sistema e aqueles que só querem que os outros façam esta opção para desafogar o trânsito. De um jeito ou de outro, a estimativa é que pelo menos 30% da frota ativa da cidade deveria parar de circular para melhorar o problema. Segundo estudo recente da Rede Nossa São Paulo, para diminuir a bagunça no espaço público, os paulistanos apontaram como prioridades de investimentos do poder público a construção e a ampliação das linhas de metrô e de trem (60%) e dos corredores de ônibus (41%). Segundo Maurício Broinizi, coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo, a melhoria faria boa parte dos entrevistados começar a usar o transporte coletivo com mais frequência. “As pessoas querem que o transporte público da cidade melhore, sim. Mas não é para elas usarem os ônibus, mas para que os que estão a sua frente liberem espaço no trânsito”, pondera Eduardo Vasconcellos, membro da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), durante encontro promovido pelo IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade) em comemoração ao Dia Mundal Sem Carro, neste 22 de setembro. “Antes de pedir a pressão da sociedade, a gente tem de entender melhor que sociedade é esta”, afirma. Vasconcellos afirma que há uma impossibilidade física na rua para comportar mais automóveis – mais de 7 milhões de carros constam nos registros do Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo). Para a cidade voltar a andar e criar uma relação mais justa com outros meios de locomoção, “é preciso tirar 30% da frota ‘ativa’de São Paulo, que é cerca de 4 milhões de carros”, diz. Restrição Para que boa parte dos paulistanos troque o carro por ônibus, trens e metrô – atualmente, mais de 2 milhões afirmam usar o transporte individual todos os dias da semana –, é preciso combater visões políticas desgastadas para redistribuir melhor o espaço viário urbano, diz Alexandre Gomide, diretor do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). “As promessas eleitorais ficam na retórica da melhoria do transporte público, mas os candidatos continuam a construir viadutos só para carros, vias que não podem ser usadas por pedestres, bicicletas ou ônibus”, afirma o economista. “Enquanto isso acontecer, as classes ricas não vão deixar o carro facilmente. O automóvel tem de deixar de ser protagonista para se tornar um coadjuvante da cidade.” Gomide foi o principal articulador da nova lei de Diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, que exige dos municípios com mais de 20 mil habitantes apresentar planos de mobilidade até 2015, entre outros pontos. A intenção, diz, é dar instrumentos para que as prefeituras melhorem a estrutura viária. Segundo os especialistas, os governos precisam restringir o uso do carro para que essa divisão saia do papel e chegue até ao espaço público. "Sou contra o pedágio urbano, sou contra a discriminação econômica. Ela já existe em vários aspectos, não precisamos de mais uma. A gente não pode esperar restrições econômicas, mas políticas públicas”, diz Broinizi. "Quando a gente fizer essa divisão da estrutura urbana entre transporte público, bicicletas, pedestres, a gente restringe o uso do carro. E a gente dá, também, alternativas mais sustentáveis para as pessoas e para as cidades”, conclui. Trânsito de SP em números ■2h33m é o tempo médio de deslocamento do paulistano –independente do meio de transporte (individual ou coletivo) ■1 metro quadrado é o espaço usado por pedestre ou ônibus no sistema viário ■2 metros quadrados é o tamanho da área que a bicicleta toma da rua ■8 metros quadrados é a área do espaço público usada pela motocicleta ■50 metros quadrados é o tamanho que um carro ocupa no espaço público ■44 mil mortes foram causadas pelo trânsito em 2011 ■500 mil carros nas ruas já geram congestionamento ■2 milhões de pessoas usam o carro todos os dias da semana ■4 milhões de carros compõem a frota "ativa” nas ruas ■7 milhões é o tamanho da frota cadastrada de carros ■17% da população aprova a adoção do pedágio urbano ■30% dos carros precisam deixar de circular na cidade para melhorar o trânsito ■37% acham positiva a medida de ampliar o rodízio de veículos para dois dias da semana ■41% da população pede mais linhas de metrô ■65% dos motoristas frequentes abandonariam o carro se o transporte público fosse eficiente ■80% dos paulistanos dizem que o trânsito da cidade é péssimo ou ruim ■88% pedem a construção de mais ciclovias Fontes: ANTP, Detran, Idec, IDS, Ipea, Rede Nossa São Paulo http://noticias.uol.com.br/meio-ambi...ecialistas.htm |
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#4 |
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Césargbi
Join Date: Jan 2012
Location: Guanambi
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São Paulo está anos luz a frente de outros Estados principalmente do nordeste nesse quesito apesar de mesmo assim estar longe do ideal. Na maior parte do interior da Bahia é possível utilizar veículos por toda vida útil sem nunca licenciar que nunca será apreendido em uma fiscalização. A interferência política é enorme na fiscalização. Houve vários casos de vereadores invadirem Delegacias exigindo a liberação de veículos irregulares, muitos roubados, e os Delegados acabarem liberando até para evitar o pior. No passado já foi pior mas até hoje tal prática persiste. Grande parte dos veículos roubados no sudeste vai para o interior da Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí entre outros Estados. Quem conhece cidades do interior sabe como é o ritmo das coisas. Sem fiscalização e apreensão de veículos irregulares nunca teremos um trânsito organizado e a super lotação de veículos só tenderá a aumentar. Precisamos de um sistema eficiente de leilão dos veículos apreendidos em todo o país porque se a fiscalização acontecer somente em algumas regiões outras sempre servirão como desova de veículos irregulares como roubados e com muitas multas.
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#5 |
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bye Iguaçu, hi Tietê
Join Date: Feb 2008
Location: São Paulo
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Via de regra, carros irregulares não andam tão frequentemente - principalmente não pelas vias principais. Se os 30% de carros irregulares forem tirados de circulação, ainda haveria necessidade de que muitos carros regulares rodassem menos.Engraçados os dados da pesquisa. Ciclovias têm o dobro de popularidade do metrô? Uso muito mais bicicleta que metrô, mas acho que SP precisa muito mais deste do que de ciclovias - embora estas também sejam importantes, teriam impacto pequeno no trânsito; possivelmente impacto negativo (seria necessário retirar faixas de rolamento em alguns lugares; até o número de motoristas passando a usar bicicletas igualar o volume de uma faixa, levaria um bom tempo). Quanto aos pátios, é ótimo. Depois de alguns dias, poucas semanas, é inviável retirar veículos velhos dos pátios do Detran: o custo é maior que o valor do veículo. É muito sensato que sejam vendidos - inteiros ou por partes - enquanto algo se aproveita deles ainda. |
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#6 |
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Vivendo e aprendendo
Join Date: Jan 2011
Location: GV - Brazil
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O que São Paulo precisa é construir quilometros e quilometros de autopistas.
Essa estoria de transporte publico nao deu certo nem na Europa.
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"O homem com a perda do Éden saiu a construir cidades do amor próprio, buscando a glória humana nos limites da pólis pois sabia que não poderia eleger a si mesmo como o fim último" Santo Agostinho |
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#7 |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
Location: Juiz de Fora/MG
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Sou a favor do pedágio urbano, desde que exista transporte público decente. Com esse transporte aí, que trata o cidadão feito gado, não tem como, a opção é usar carro mesmo.
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#8 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2008
Location: Santo André-SP
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Pedágio urbano never, tirando Londres que é um ponto totalmente fora da curva nem NY fez uma afronta aos seus cidadãos.
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Próxima Estação:Terminal Brás: Acesso as linhas 11 e 12 da CPTM e Linha 3 do Metrô. Desembarque por onde a CPTM mandar. “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ - Carlos Alves de Souza Filho (autor original, frase errôneamente atribuída a de Gaulle). Porque será que tudo no Brasil é pior que no mundo desenvolvido, carros, ônibus, trens, tudo! |
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#9 | |
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Uhrrhrhrhhshsjzshzinjzzxz
Join Date: Dec 2007
Location: St. Teresa RJ
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Vixi...um suburbanist 2!!...São Paulo precisa destruir TODAS as suas autopistas. O numero de autopistas é diretamente proporcional ao número de inserção de veículos no tráfico, que é a maoir das causas dos congestionamentos. |
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#10 |
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Registered User
Join Date: Dec 2008
Location: Santo André-SP
Posts: 970
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Nada a ver, em todas as grandes cidades americanas e europeias tem muitas autopistas, o ideal seria a construção de mais autopistas além de metrô, assim todas as pessoas poderiam escolher o melhor transporte, não é empurrando as pessoas para o metrô que vai acabar com o transito.
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Próxima Estação:Terminal Brás: Acesso as linhas 11 e 12 da CPTM e Linha 3 do Metrô. Desembarque por onde a CPTM mandar. “Le Brésil n’est pas un pays serieux“ - Carlos Alves de Souza Filho (autor original, frase errôneamente atribuída a de Gaulle). Porque será que tudo no Brasil é pior que no mundo desenvolvido, carros, ônibus, trens, tudo! |
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#11 | |
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Mas por que eu?
Join Date: Jun 2010
Location: São Paulo
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Quote:
Nesta linha, o que eu acho que tem que acontecer nesta linha é: - a conclusão das linhas 2, 4, 5, 6 e 13 e a criação de ligações melhores e mais eficientes com as cidades de Guarulhos, São Bernardo e Osasco, principalmente (tudo previsto por Metrô, EMTU e CPTM, mas precisa sair rápido do papel); - a total "expressificação" das avenidas que compõem o Anel Viário Metropolitano que delimita o Centro Expandido, o que incluiria a eliminação de todos os cruzamentos, a criação de alças de acesso e, a meu ver, a eliminação do acesso a imóveis lindeiros (por exemplo pela segregação de uma faixa apenas para este fim em cade sentido) nas avenidas Bandeirantes, Tancredo Neves, Juntas Provisórias, Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf. Isto poderia incluir a substituição do viaduto grande São Paulo por um acesso direto por túnel da Salim à Tancredo e à Anchieta; - processo semelhante na rótula central, de preferência em ligação 100% subterrânea - o que liberaria a região a céu aberto para uma profunda revitalização e para o recebimento de um serviço ferroviário leve circular passando pelas avenidas Senador Queirós, Ipiranga, São Luís, Ruas Maria Paula e Tabatinguera e Avenida Mercúrio. |
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#12 |
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Registered User
Join Date: Apr 2012
Posts: 630
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São Paulo tem que fazer algo que não gosta... copiar o Rio de Janeiro, e fazer algumas linhas de BRT, que é muito mais barato que o Metrô, e tão eficiente quanto.
O Metrô em SP é importantíssimo e tem que ser expandido, mas onde um BRT possa aguentar a carga de tráfego, é recomendável implantá-lo. Só em áreas com tráfego extremamente pesado que é mais recomendável fazer Metrô. O Rodízio é completamente inútil e paliativo. É a técnica do "não fazer nada e tentar resolver tudo com uma canetada mágica". |
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#13 |
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Registered User
Join Date: Mar 2007
Posts: 2,781
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Incrível como as discussões acabam indo para fora do assunto original ultimamente.
Voltemos ao título da história. Fazer um "desmanche legal", ao meu ver, é já punir o cara que compra o carro só para andar, não cuida e não faz a devida regulamentação. Quem tem carro novo ou cuida bem de seu carro antigo, não vai deixar o carro no pátio. Isso funciona em partes para punir e prevenir que o condutor não cometa erros, sabendo que se deixar o carro ou moto no pátio corre o risco de ficar sem o mesmo. Sobre ilegalidade: o que mais vejo ultimamente é pessoas comprando carros ou motos de leilão sem documentação para andar por aí. Sério. É que na cabeça do cara, ele, que provavelmente já sabe que sempre será um cara pé-de-chumbo ou "cachorro louco", vai fazer tanta besteira que correrá o risco de perder o mesmo. E se perder, pelo menos "saiu barato". Sobre rodovias urbanas: PUTZ CARA, TÁ MALUCO? Tá certo que algumas avenidas precisam de requalificação, mas não é para tanto. Acho que São Paulo não precisa de uma rodovia cortando ela. Já tem duas que dão um trabalho gigantesco: Marginal Tietê e Pinheiros. O Rodoanel já está ajudando a aliviar um pouco a movimentação. Agora transformar avenidas principais em rodovias, desculpe-me, é exagero. Creio que rodovias, do jeito descrito, restringindo acessos e tudo mais, não vira. Vai forçar as pessoas a darem voltas em caso de acessos fechados. Avenidas servem como vias de ligação, artérias ligando as veias. Rodovias são as artérias principais. Se transformar uma artéria simples em uma artéria sem mais ligações, tu está simplesmente "minando" a circulação. O melhor mesmo é diminuir a frota de veículos. O ponto: nem todos os veículos são da capital, mas sim da região metropolitana e interior. Nem todos moram mais apenas no centro ou em bairros clássicos, mas sim também em condomínios na região metropolitana. MAAAAAAAAAAASSSSSSSSSS, voltando ao assunto dos desmanches, creio que no final, só está burrocratizando para dar poder a algum favorecido :p |
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