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Old September 11th, 2008, 09:54 AM   #1
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Circuito Norte Fluminense - Sul Capixaba

Nos últimos meses o litoral Norte do estado do Rio de Janeiro e o litoral Sul do Espírito Santo, região que produz a maior parte do petróleo no país, vem recebendo investimentos consideráveis, principalmente no setor portuário.
Decidi criar esse thread para colocar as notícias sobre as novidades da região pela similaridade dos projetos que já estão impulsionando outros investimentos e também por ser uma região de fronteira onde não é raro ocorrer influência de uma cidade sobre outra pertencente a outro estado, por exemplo, a forte ligação econômica entre Campos dos Goytacazes (RJ) e Cachoeiro do Itapemirim (ES).
Começando do Norte Fluminense em direção ao Sul Capixaba temos o Complexo Portuário de Barra do Furado, na divisa de Quissamã e Campos, a parte portuária ficará do lado de Quissamã, que também esta constituindo sua zona especial de negócios e já possui algumas indústrias, e a parte logísitica do Complexo Portuário de Barra do Furado ficará em Campos, que já conta com novos investimentos como o novo aeroporto da Petrobrás no litoral campista, na praia do Farol de São Thomé, o Boulevard Shopping, o Wal-Mart, a construção civil super aquecida, grandes hotéis, modernização das usinas produtoras de cana-de-açúcar e álcool que já começou com a construção de uma no molde das usinas do estado de SP, empresas atraídas pelo Fudencam (Fundo de Desenvolvimento de Campos), criado a partir dos royalties, enfim. Em São João da Barra o Complexo Portuário do Açu o maior do país, próximo à divisa com Campos, praticamente ao lado do novo aeroporto da Petrobrás. Em São Francisco já está sendo implantado o primeiro parque eólico do estado e parte do porto de Presidente Kennedy, ficará em São Francisco.
Creio que esse circuito Norte Fluminense - Sul Capixaba, se tornará um dos principais pólos portuário-industriais do país, quem sabe até torna-se o principal e que essa interação entre as cidades só tende a aumentar.
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Old September 11th, 2008, 09:56 AM   #2
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12/04/2008

Holandeses querem investir em Barra do Furado

Por Elis Regina Nuffer


A empresa holandesa Compipe Netherlands quer estabelecer no complexo industrial de Barra do Furado uma unidade de fabricação de dutos submarinos de petróleo e gás offshore. O projeto foi apresentado nesta sexta-feira ao prefeito em exercício, Roberto Henriques, em reunião no gabinete, no Centro Administrativo José Alves de Azevedo, sede da prefeitura, pelo representante no Brasil, David Ortiz, e o consultor, Eduardo Val.
Para o andamento do projeto é necessário uma contrapartida da prefeitura para a desapropriação de um terreno com 50 mil metros quadrados sobre o canal, um calado passando de 7,5 metros para 9,5 metros e extensão das linhas elétricas de média tensão até a boca do canal. Ortiz explicou ao prefeito que Campos é o plano A da empresa por questão estratégica de lojística, já que está na bacia petrolífera, porém, existe o plano B, que é em São Paulo, que conta com toda infra-estrutura para a instalação da fábrica holandesa.
David Ortiz disse que em Barra do Furado a meta é atender a Petrobras e as empresas de apoio e exportar para os mercados da África, Nigéria e Golfo do México. Hoje, a Compipe tem fábrica também na China. No Brasil, portanto, será a terceira empresa do grupo.
Na próxima semana, Ortiz estará na Holanda apresentando a proposta de Barra do Furado, a partir de estudos de campo, a investidores da empresa em Amsterdã. O prefeito informou que o edital para as obras de Barra do Furado será comunicado no início de maio, graças ao trabalho em conjunto entre os municípios de Campos e Quissamã que constituíram um comitê de trabalho para a implementação do complexo industrial.
Roberto Henriques se comprometeu a entregar o ofício com as propostas da Compipe ao prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, e analisar as contrapartidas dos dois municípios para a instalação da fábrica holandesa em Barra do Furado. Ele também pedirá parceria neste sentido ao governador Sérgio Cabral durante reunião no Palácio Guanabara na próxima quarta-feira, dia 16, às 15h30.
- Nós podemos intervir para que o projeto fique com a nossa região e tomaremos as medidas cabíveis. Vou determinar ao secretário de Petróleo, Mário Rocha, e ao assessor especial do Governo e presidente do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam), Luiz Mário Concebida, para acompanharem este projeto holandês de perto e tomar as providências necessárias junto à Ampla, para aumentar a capacidade de atendimento da rede no local e também com relação à área e ao aumento de extensão do calado sobre o canal para comportar os navios no complexo”, afirmou o prefeito.
Representantes da Compipe explicaram as vantagens da fábrica em relação ao que existe no mercado concorrente: o material utilizado nos dutos é mais leve e a tecnologia utilizada permite emendas de até cinco quilômetros, o que elimina riscos de acidentes durante o trajeto dos produtos no fundo do mar. Além disso, a empresa também vai utilizar mão-de-obra local e oferecerá capacitação e treinamento.

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Old September 11th, 2008, 09:57 AM   #3
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ZEN 1: DN Industrial exporta mais uma fábrica



A Zona Especial de Negócios (ZEN 1) está impulsionando cada vez mais as empresas instaladas no local, como a metalúrgica DN Industrial, que exporta esta semana um equipamento composto para a Colômbia. Esta é a terceira exportação realizada pela empresa, levando o nome de Quissamã para a América Latina — até hoje, já foram comercializados materiais para o Equador e Paraguai. Além disso, cerca de 60 fábricas de biodiesel, álcool combustível, açúcar mascavo integral, entre outras, já foram negociadas em vários estados do país.

O processo de crescimento da DN Industrial, a primeira empresa a atuar na ZEN 1, representa um estímulo maior para o desenvolvimento do município. “É excelente inserir o nome de Quissamã no exterior”, ressaltou o Coordenador do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico, Fernando Pedruzzi, afirmando que a Prefeitura dá total apoio a este avanço.

Para ampliar seu parque, a DN Industrial vai dar entrada no Programa Quissamã Empreendedor mais uma vez — como teve que fazer para conquistar espaço na ZEN 1. “O objetivo da empresa é a construção de um novo galpão, para atender cada vez mais e melhor o mercado externo, além do interno”, avaliou Fernando, ressaltando a perspectiva de geração de mais emprego, já que o programa exige a absorção de 80% de mão-de-obra local.

Colômbia — De acordo com o diretor executivo da DN Industrial, Alessandro Brantes, a fábrica que segue para Colômbia nesta terça-feira (09/09) é produtora de açúcar integral, com caldeira geradora a vapor e sistema de extração de caldo composto por difusor. “Este composto por difusor é um método de extração de caldo-de-cana muito moderno, que já é bastante utilizado no Brasil e no mundo. No caso, Quissamã sai na frente na venda deste equipamento para Colômbia, que não dispõe desta tecnologia”, disse, explicando que este país ainda trabalha com esmagamento da cana por moenda, enquanto a difusão é por quebra de moléculas, que permite maior economia de energia.

A fábrica exportada pela DN Industrial deve aumentar o percentual de extração de caldo-de-cana em 10%, reduzindo o custo. “A média comercial da Colômbia é de 86% de extração de caldo, enquanto que o sistema atual deve chegar a 96%”, contabilizou Alessandro, destacando que este benefício deve atrair outros produtores de açúcar integral daquele país. “Esta exportação é um marco, porque a Colômbia é o segundo maior exportador de açúcar integral do mundo, só perdendo para a Índia”, informou, ressaltando que são produzidos 400 milhões de toneladas/ano no país latino-americano.

O processo de engenharia da DN Industrial acompanha toda adaptação do país com a nova fábrica. A tramitação produtiva começa no espaço da ZEN 1, com a criação do layout e, a partir daí, a empresa desenvolve e fabrica a estrutura. Vendida, a fábrica é montada e a mão-de-obra local é capacitada por técnicos da própria DN Industrial.


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Old September 11th, 2008, 09:58 AM   #4
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05/09/2008


Estaleiro vai investir U$ 300 milhões em Campos
Da Redação



O Estaleiro Ilha S/A (EISA), vai investir U$ 300 milhões em Barra do Furado, ocupando uma área de mais de dois milhões de metros quadrados e com a promessa de gerar dois mil empregos logo no primeiro ano de operação, além de ocupar 900 operários durante a fase de construção. A informação é do Prefeito Alexandre Mocaiber, que manteve encontro esta semana, em Campos, com o presidente do estaleiro, Manuel Ribeiro Gonçalves e com o diretor de projetos, Roberto Florez.

Também estavam presentes o Assessor Especial do Prefeito e presidente do Fundecam, Luiz Mário Concebida, e o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Conrado Aguiar.

Além de apresentar detalhes do projeto e a planta de situação no terreno já adquirido, os representantes do EISA informaram que já estão contratando técnicos para elaboração do estudo de impacto ambiental. Segundo o diretor do projeto, a empresa tem pressa na implantação do empreendimento, tendo em vista o acentuado número de navios que precisa entregar até 2.013 e que não tem condições de construir nos dois estaleiros que já possuem.

Durante o encontro, os representantes do EISA conheceram detalhes no processo de licitação do projeto de dragagem do canal, a ser feito sob a responsabilidade do Consórcio Campos/Quissamã. Eles pediram pressa ao prefeito na conclusão do processo, o que deve acontecer no decorrer desta semana, ainda, para em seguida ser oficialmente lançado, após parecer da Procuradoria Geral do Município e posterior encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado.

O prefeito Alexandre Mocaiber aceitou a solicitação dos empresários que reivindicaram a desapropriação de uma área de 600 mil metros quadrados, aproximadamente, indispensáveis ao projeto, tendo em vista os conflitos de cotação, totalmente irreais, em relação ao mercado. Mostraram que já adquiriram áreas vizinhas, investindo em dois milhões de metros quadrados uma importância de quase R$ 5 milhões. O Prefeito determinou a sua assessoria que prepare mensagem à Câmara Municipal de imediato para iniciar o processo de desapropriação, com posterior transferência aos empreendedores.

Mocaiber não escondeu a satisfação de iniciar a viabilização do empreendimento ainda no seu governo, tendo determinado à Secretaria de Obras que conclua os estudos técnicos que deslancham o processo licitatório corresponde à infra-estrutura que é de responsabilidade dos dois municípios (Campos e Quissamã). Informou que, além do estaleiro, continuam programados mais um estaleiro em terreno nos limites de Quissamã e a base de apoio logístico no lado de Campos.


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Old September 11th, 2008, 09:59 AM   #5
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Grupo investe R$ 80 milhões em usina de álcool
Por Jualmir Delfino



A Alcooquímica Canabrava, empresa criada para produzir etanol, e que teve aporte de R$ 5 milhões do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam), teve aprovada a integração de novos parceiros para implementar o projeto que será redimensionado e demandará investimentos da ordem de R$ 80 milhões. De acordo com um dos investidores, Ludovico Giannattasio, que representa o grupo, no antigo canteiro de obras vai surgir uma moderna usina de álcool, única no Estado do Rio certificada para a co-geração de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

O empresário adiantou que todo o maquinário restante já está comprado em indústrias de São Paulo, e até outubro chega no canteiro de obras, num comboio de 21 carretas, que vão subir até a área de 500 mil metros quadrados onde nasce a nova indústria do setor sucroalcooleiro, na localidade de São Diogo, na divisa de Campos com São Francisco de Itabapoana. Um novo acesso de 250 metros será construído entre a RJ-224 e a nova usina, que ficará situada em local de topografia elevada.

Durante visita do presidente do Fundecam, Luiz Mário Concebida, nesta segunda-feira (8), o investidor mostrou o canteiro de obras em movimento e anunciou o cronograma da indústria, que entrará em funcionamento em julho de 2009.

Ludovico já contratou operários, técnicos e engenheiros que cuidam da conclusão dos galpões, e das instalações da caldeira, dos três pré-fermentadores de álcool; das seis dornas; e da construção das instalações físicas que vão abrigar os laboratórios e escritórios da moderna indústria.

“Já compramos sete hectares e agora estamos em entendimentos para fazer a aquisição de uma área anexa a indústria, com mais 8 hectares. Precisamos ampliar a área do parque industrial e ter terras nas proximidades da usina para fazer uma área de plantação modelo, tendo em vista que vamos desenvolver um projeto de incentivo aos fornecedores de cana, e que passa pela necessidade da adoção de novas técnicas de plantio e tratos culturais”, anunciou o investidor, que já buscou apoio do governo do Estado, através do secretário de Agricultura, Christino Aureo.

“Já conversei recentemente com o secretário Christino Aureo e ele me disse que podemos contar com apoio da secretaria de Agricultura para implementar a cultura da cana na região”, revelou Ludovico Giannattasio.

De acordo com o engenheiro mecânico, José Eliezer Valente Costa, que acompanha a recuperação e montagem dos equipamentos, adquiridos em 2005, no início do projeto, todo o sistema de funcionamento da indústria obedece aos rígidos padrões da legislação ambiental. Ele destaca que a caldeira em fase final de instalação é uma das mais potentes de usinas do Estado do Rio, com capacidade para 75 tonelas/hora.

“Estamos implantando um sistema para impedir o lançamento de fuligens e para lavagem dos gases, e assim evitar a poluição do ar. Como teremos a co-geração de energia, optamos por um sistema de moendas possantes, com dimensões de 37 x 78 polegadas e que não será movida a turbinas, mas por motores elétricos. A caldeira vai ter propulsão feita com o bagaço e para isso já estamos providenciando o licenciamento junto ao Ibama. No primeiro ano de operação (2009) temos projeção de processar entre 500 e 800 mil toneladas de cana; em 2010 elevaremos para 1,5 milhão de toneladas, alcançando a capacidade instalada de 2 milhões de toneladas em 2011, com a co-geração plena de energia na média de 36 megawatts/hora”, informou o engenheiro Eliezer Valente.

O presidente do Fundecam, Luiz Mário Concebida, adiantou que as negociações para a entrada de parceiros tem ocorrido há cerca de uma ano, e que somente foi aprovada a participação do grupo pelo conselho gestor, depois de verificada a viabilidade econômica das propostas dos novos sócios da Canabrava, bem como a capacidade de pagamento dos investidores.

“A Alcooquímica Canabrava é um empreendimento que só pode dar certo. Houve um atraso no cronograma da obra por questões de ordem particular, mas o projeto não havia morrido como pessoas sem conhecimento de causa anunciaram. Afinal, não é uma micro-empresa, e nem sempre todo projeto de porte é iniciado e concluído no prazo previsto. Mas para compensar, o cronograma deste projeto, os municípios de Campos e São Francisco vão ser beneficiados com uma indústria que certamente terá porte e demandas que poderá pagar um pouco melhor pelo preço da tonelada da cana. Os investidores já assumiram o compromisso de traçar um novo paradigma para o setor, que precisa ter no fornecedor um parceiro e ser mais respeitado. A entrada de novos parceiros, foi condição imprescindível para receber a aprovação do Fundecam, que optou por esperar surgir o parceiro certo para Cana Brava, do que arriscar em propostas arriscadas”, revelou Luiz Mário Concebida.


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Old September 11th, 2008, 10:01 AM   #6
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Aeroporto da Petrobras no Farol


O atual Heliporto de São Tomé hoje em dia, está operando com 100% de sua capacidade total, transportando cerca de 18.500 passageiros/mês. Por decorrência disto, a Petrobras considerou três alternativas de utilização de unidades aeroportuárias antes da decisão, da construção do aeroporto no Farol com desativação do atual heliporto:

A alternativa 1 considerava a ampliação do Heliporto em São Tomé, a alternativa 2 a utilização do Aeroporto de Campos e a alternativa 3 a utilização do Aeroporto de Macaé. Entretanto, nenhuma destas alternativas apresentou-se viável, devido às seguintes desvantagens:

1- Ampliação do Heliporto de São Tomé:
- Aquisição ou desapropriação de área patrimonial próxima;
- Aumento de riscos de acidentes durante as obras, além da transferência dos passageiros para Campos ou Macaé;
- Menor controle do fluxo de passageiros e do tráfego aéreo;
- O Heliporto não possui pista independente para pouso e decolagem.

2 - Utilização do Aeroporto de Campos
- O Aeroporto se encontra a uma distância de 40 km a mais da área das plataformas na bacia de Campos do que a localização em São Tomé, resultando em menor segurança e maior desconforto para os passageiros.

3 - Utilização do Aeroporto de Macaé:
- O Aeroporto se encontra a uma distância de 60 km a mais da área das plataformas na bacia de Campos do que a localização em São Tomé, resultando em menor segurança e maior desconforto para os passageiros, além de atrasos de vôos, uma vez que cresceria muito o número de pousos e decolagens.
Após análise das desvantagens das três opções a Petrobras considerou que a construção de um novo aeroporto em terreno próprio seria a melhor opção. A área em que o Aeroporto de Farol de São Tomé será construído possui condições propícias para a implantação do empreendimento, pois está localizada a menos de 1 km, a noroeste (NW), do atual Heliporto de Farol de São Tomé.

O novo Aeroporto considerará um desenho em que os circuitos de tráfego para aviões serão realizados no setor a noroeste (NW) e para os helicópteros no setor sudeste (SE). Isto possibilitara circuitos independentes entre os dois tipos de aeronaves. A previsão de conclusão das obras é em agosto de 2009. Após o final da construção, o aeroporto entrará imediatamente em operação.

O Aeroporto de Farol de São Tomé visa atender ao transporte aéreo dos passageiros da Petrobras para as plataformas de exploração e produção da empresa. O mesmo terá uma pista de pouso e decolagem de 1.500 m x 30 m para aviões e quatro helipontos que permitirão dois pousos e duas decolagens ao mesmo tempo.

A pista para aviões atenderá até turbo jato da Boeing (B-737). A torre de controle de vôos terá uma altura de 25 m e estará disponível para operar durante 24 horas, embora a rotina de operação seja apenas com a luz do dia, pois o aeroporto não tem previsão de operações de vôos à noite.

Para a manutenção dos helicópteros, estão previstos até 8 galpões, denominados hangares, sendo que cada hangar ocupará um lote com dimensões de 50 m x 60 m, mais uma faixa lateral de 10 m x 30 m. O projeto prevê a construção de um pátio de estacionamento de aviões de dimensões de 120 m x 80 m. Para as aeronaves de asa rotativa (helicópteros), o pátio de estacionamento terá 514 m x 372 m, comportando 40 vagas demarcadas.

Em atendimento aos usuários que deixarão seus veículos por um longo período no aeroporto, enquanto trabalham nas unidades marítimas, um pátio de estacionamento de veículos será construído com capacidade para 342 vagas de automóveis e 8 vagas para ônibus e vans.

Um Parque de Abastecimento de Aeronaves (PAA) será construído com dimensões de 90 m x 70 m, com capacidade inicial para armazenar 240.000 litros, podendo ser duplicado. Também está prevista uma central de utilidades com 105 m x 70 m que reunirá em um conjunto de prédios de concreto e alvenaria instalações referentes à água, eletricidade, eletrônica e manutenção do Aeroporto.

O Terminal de Passageiros ocupará uma área de aproximadamente 9.000 m2, devendo atender a um movimento anual de até 1.000.000 (um milhão) de passageiros embarcados e desembarcados. Para a segurança, o conforto e o bem-estar dos passageiros, o Aeroporto de Farol de São Tomé contemplará áreas com ambiente climatizado, posto médico, banca de jornal, internet e restaurante.



Onde vão arrumar tanta mão-de-obra?



O setor da construção civil que durante o tempo das vacas magras sustentou uma boa quantia de empregos em Campos está sufocada com tantas obras no município. Estima-se que já esteja, ou em vias de construção empreendimentos que totalizem a oferta de mais de 3 mil unidades habitacionais.

Apenas três empreendimentos o da Nilo Peçanha que está sendo lançado em frente ao Wall-Mart, o outro em frente ao Tênis Clube na rua Barão de Miracema e o terceiro da Rodobens, atrás do HGG (Hospital Geral de Guarus), em Guarus, reúne a metade destas 3 mil unidades habitacionais.

Diversas empresas de fora já fecharam compras de áreas para a construção de casas e apartamentos, especialmente para a chamada classe “C”. Aliás, as pesquisa de mercado feita pelos empreendedores, já classifica este setor da classe média, o mais visado para ser atendido em vendas de produtos e serviços, em dois ou três níveis: C1, C2 e C3.

Diante deste evidente boom cabe perguntar se estes empreendedores contratarão construtores e empresas daqui ou se trarão de fora. O impacto social e econômico no encarecimento será evidente para quem já atua no setor. Cabe indagar onde serão arrumados tantos pedreiros, armadores, encarregados, etc.?


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Old September 11th, 2008, 10:02 AM   #7
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Complexo Portuário do Açu

■ Segmento: Infra-Estrutura Logística (Portos).

■ Localização: São João da Barra.

■ Empreendedores: LLX Logística S.A. (LLX), através de suas subsidiárias
LLX Porto do Açu Ltda (LLX Açu) e LLX Minas-Rio Logística Ltda
(LLX Minas Rio).

■ Descrição do projeto: o Complexo Portuário do Açu é um projeto que
prevê a construção de um terminal portuário em São João da Barra, de
uma usina de pelotização, piers off-shore com acesso por meio de um canal com 21 metros de profundidade e capacidade para receber
navios de grande porte com berços de atracação especializados e dedicados para as diferentes famílias de produtos.
O Complexo do Açu é parte integrante de um projeto ainda maior da MMX conhecido como Sistema Minas-Rio. Este compreende
também a construção de uma usina para extração de minério de ferro localizada no município de Alvorada, em Minas Gerais, com
capacidade de produção estimada em 26,5 milhões de toneladas ao ano de finos de pelotização e um mineroduto, de 525 km de
extensão, a ser utilizado para transportar polpa de minério de ferro até o terminal portuário do Açu. O Sistema Minas-Rio é o maior
empreendimento da MMX e irá viabilizar um eficiente corredor de exportação das regiões Centro-Oeste/Sudeste, com forte impacto
no crescimento econômico do Rio de Janeiro.
A partir de 2011, a LLX vai complementar as atividades portuárias de minério, iniciando as operações dos demais piers para
movimentar outros tipos de cargas (non-ore). O Porto do Açu terá capacidade para movimentar 11,5 milhões de toneladas de carvão,
atendendo à demanda de empresas siderúrgicas situadas na sua área de influência, assim como às necessidades de uma planta
termoelétrica que fará parte do complexo portuário. O Porto contará ainda com um terminal de carga geral, que terá capacidade
para movimentar contêineres, granito e produtos siderúrgicos. Foi projetado ainda um terminal de granel líquido, que atenderá
primeiramente as necessidades de movimentação de etanol, derivados de petróleo e Gás Natural Liquefeito (GNL), com capacidade
de 4 milhões de m3 por ano.
Além disso, foram destinados dois berços de atracação para logística offshore, com capacidade para aproximadamente 1,2 mil
atracações e movimentação de 90 mil toneladas de carga por ano, além de área de armazenagem de fluido de perfuração.
O Complexo terá uma retroárea de 6,9 mil hectares projetada para abrigar diferentes segmentos econômicos. Por meio de Lei
Municipal, o Complexo Portuário do Açu foi contemplado com a condição de Distrito Industrial, estabelecendo condições favoráveis
para a instalação e desenvolvimento de indústrias, incluindo plantas de siderurgia, termoelétrica, gaseificação, indústria automotiva,
pólo metal-mecânico, refinaria, armazenagem e logística, entre outros.

■ Mercado potencial: o Sistema MMX Minas-Rio estima que irá produzir até 26,6 milhões de toneladas de minério de ferro por ano,
dos quais 19,0 milhões de toneladas serão pellet feed para exportação e 7,6 milhões de toneladas serão empregadas na produção de 7,0
milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro, beneficiadas na usina de pelotização do porto.

■ Valor do investimento: a primeira fase do sistema MMX Minas-Rio, que consiste na construção da usina de pelotização e do
terminal portuário, demandará investimentos da ordem de R$ 4,9 bilhões, a ser financiado por meio de capital próprio e linhas de
crédito com instituições financeiras.
O mineroduto a ser construído foi
projetado para ter 525 km, partindo de
Minas Gerais e chegando ao Porto do Açu,
no Rio de Janeiro. Será o maior do mundo.
O Complexo terá capacidade para receber
navios cape size (capacidade igual ou
superior a 80 mil toneladas).

■ Cronograma de implantação: o Sistema começará a operar no segundo semestre de 2009, atingindo 8 milhões de toneladas
naquele ano, subindo para 20 milhões em 2010 e 26 milhões de toneladas em 2011.

■ Descrição das oportunidades: durante a fase das obras, fornecimento de serviços de engenharia e construção pesada, bem como
de fornecimento de máquinas e equipamentos dos mais variados. Ainda durante a construção, o grande contingente de trabalhadores
demandará a instalação de comércio e serviços no entorno do empreendimento e na cidade. Também durante a obra haverá aumento
na demanda por moradia na região, o que possibilitará o forte desenvolvimento do setor de construção civil.
O Porto do Açu poderá ser utilizado pela Petrobras para a recepção do petróleo extraído da Bacia de Campos. A proximidade com a
Bacia de Campos também deverá favorecer a atração de diversas empresas prestadoras de serviços da Petrobras para áreas próximas
ao Porto. A imensa retroárea, somada à disponibilidade de energia, matéria-prima e vantagens logísticas, tornarão possível a instalação
de plantas industriais de diversos setores como automobilístico e siderúrgico, dentre outros.


As obras estão a todo o vapor e o porto deve começar a funcionar no fim do próximo ano, na retroárea já tem previsão de instalação de cerca de no mínimo 20 multinacionais.
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Old September 11th, 2008, 10:03 AM   #8
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Em São Francisco do Itabapoana

Parque Eólico de Gargaú já recruta técnicos no Cefet


A empresa MULTIempreendimentos já está contratando técnicos formados no Cefet Campos, para trabalharem na construção e implantação do Parque Eólico de Gargaú. Inicialmente eles solicitaram técnicos formados em Eletrotécnica, Informática e Segurança do Trabalho.

O parque será erguido numa área de 500 hectares no distrito de Gargaú, no município De São Francisco do Itabapoana. Por lá, cada um dos 17 aerogeradores terá 120 metros: 80 metros de altura da torre mais 40 metros da pá da hélice. O parque Gargaú é um empreendimento da empresa brasileira Ecopart Ltda, que informa que fará investimentos de cerca de R$ 130 milhões.


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Old September 11th, 2008, 10:05 AM   #9
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Complexo portuário que ficará parte em São Francisco do Itabapoana e parte em Presidente Kennedy


PRESIDENTE KENNEDY RECEBE INVESTIMENTO DE U$ 2,7 BILHÕES.
08/08/2008 - 10:47

Por Ewerton Corrêa

Depois de um árduo e contínuo processo de trabalho em busca de desenvolvimento e sustentabilidade, a Prefeitura Municipal de Presidente Kennedy receberá a Construção de um Porto e três usinas de pelotização, além de um mineroduto ligando Minas Gerais ao Espírito Santo. Com a compra de uma área de 12 milhões de metros quadrados em nosso município, a Ferrous Resources do Brasil faz um grande investimento estimado no valor de UU$ 2,7 bilhões que, sem dúvida, proporcionará a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos kennedenses, bem como a geração de aproximadamente 800 empregos diretos e outros 3 mil de forma indireta.
O projeto da Ferrous foi apresentado na tarde do dia 31 de junho do corrente ano ao governador do Estado e a administração do nosso Municipio, no Palácio Anchieta. As obras do porto serão iniciadas até meados de 2009 e, entrará em operação em 2013. Já as usinas de pelotização deverão começar a operar somente a partir de
2014.





Foi realizada no dia 08 de Agosto a primeira reunião para uma parceria que envolverá a Prefeitura, o SENAI e a Empresa Ferrous Ressources do Brasil.
08/08/2008 - 11:23

Por Juliana Fraga


CAPACITAÇÃO PARA O FUTURO

Foi realizada no dia 08 de Agosto a primeira reunião para uma parceria que envolverá a Prefeitura, o SENAI e a Empresa Ferrous Ressources do Brasil. A reunião contou com a presença do Diretor Regional do SENAI, Sr. Robson Santos Cardoso, com o Gerente do CEPHRD, Sr. Ewandro Petrocchi e o Coordenador de Ações Móveis, Sr. Giovani Gujansky.
A proposta desta parceria é gerar para a população do município a oportunidade de estarem sendo capacitados para atuarem um novo mercado de trabalho, que logo estará sendo implantado em Presidente Kennedy.
A pareceria tem como objetivo trazer para nosso município diversos cursos técnicos para a qualificação da mão de obra e suprir as necessidades dessa nova empresa que está investindo em nosso município, e até mesmo das demais que surgirão no futuro, já que a cidade agora, terá um crescimento maior, e necessitará de novas fontes se sustentação.


www.presidentekennedy.es.gov.br
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Old September 11th, 2008, 10:20 AM   #10
DouG Wq
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Não estou muito por dentro dos investimentos no Sul do ES, somente que os investimentos estão indo para o interior, pelo que li no Notícias do ES. Peço aos colegas capixabas que atualizem a mim e aos demais colegas quanto às notícias do outro lado da fronteira rs.
Outro ponto positivo para o desenvolvimento e interação dessa região fronteiriça será a duplicação da BR 101.
Outra questão importante é a mão-de-obra altamente qualificada, aqui no Norte Fluminense contamos com várias universidades, mas principalmente com a formação e pesquisas da UENF e do CEFET Campos, este último, por exemplo, está sendo essencial para São João a Barra, pois auxiliou o município nas mudanças no Plano Diretor decorrente do Complexo Portuário do Açu e agora está participando da formação de mão-de-obra. No Sul Capixaba existe algum campus da UFES ou do CEFETS?
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Old September 12th, 2008, 06:32 PM   #11
Naipesky
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DouG Wq, não são permitidos threads aqui para a postagem periódica de notícias de pouca relevância que não sejam os stickys de cada estado.
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