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Old August 27th, 2011, 07:07 PM   #741
netinhogga
José Neto
 
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E quando começam as obras de ampliação? Será que derá tempo até 2013?
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Old August 27th, 2011, 07:14 PM   #742
ruifo
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Fala-se que a licitação sai mês que vem (Set/2011). Vamos ver...
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Old August 27th, 2011, 10:45 PM   #743
ruifo
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Mas o que ainda falta fazer em FOR é aumentar a pista... Atualmente ela tem 2.545m, o que está OK para um aeroporto ao nível do mar. Mas o ideal seria aumentar para pelo menos para a faixa dos 2.900m. Anos atrás começaram as obras de ampliação da pista, pela cabeceira 31, em mais 300m, o que a faria chegar em bons 2.845m. Mas infelizmente a obra foi abortada... sabe-se lá porque...

Deveriam seriamente voltar com essa meta de ampliação da pista.
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Old August 28th, 2011, 03:03 PM   #744
ruifo
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http://www.opovo.com.br/app/opovo/es...a-mimica.shtml

Apelaremos para a mímica?

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Esportes

- Um ano depois, O POVO repetiu o roteiro feito por um turista estrangeiro e ninguém conseguiu falar inglês

27.08.2011| 17:00



(Deyvison Teixeira)

Desembarque Internacional no Aeroporto Pinto Martins. O turista, ainda perdido no novo país que visita, corre para o “Tourist Information”. Teoricamente lá se fala inglês, certo? Errado. Um ano depois, O POVO repetiu o roteiro feito por um turista estrangeiro para saber se algo mudou. E adivinhem? Tudo continua perfeitamente igual.

O repórter, acompanhado de uma amiga, passou pelos mesmos lugares do teste de agosto de 2010, mas a lição não foi aprendida. E pior, agora temos um ano a menos antes de começar a Copa de 2014.

No balcão de informações turísticas do Governo do Estado, senta-se uma funcionária que tenta, mas não compreende os pedidos e, consequentemente, não responde dúvidas. O uso de mímicas e desenhos deixou o atendimento lento, com formação de uma pequena fila, que aumentará durante o Mundial, já que a demanda será maior.

O turista poderá tentar pegar um táxi, mas não será nada fácil. Nenhum dos três taxistas com quem a equipe do O POVO falou conseguia sequer agradecer. Em inglês, apenas os adesivos com as tarifas. Na hora de pagar, o turista tem de saber, né?

O silêncio no percurso só não foi maior por conta dos buracos. A paisagem poluída da cidade e o tempo perdido no trânsito caótico chamavam ainda mais atenção no longo caminho até os hotéis escolhidos para o teste, na Praia de Iracema.

Hotéis em que os funcionários da recepção pareciam assustados com a língua inglesa. Em um deles, indicaram procurar uma agência de viagem vizinha ao local. Resolvido o problema? Não. Apenas o italiano era dominado. Mas por qual razão?

Fomos à Praia do Futuro, na mesma barraca que um ano antes enganou o “turista” ao cobrar mais caro do que os preços normais. Lá, nada de cardápio em inglês, mesmo com o alerta da primeira reportagem.

E assim Fortaleza segue, com pouquíssima preparação para a Copa. Um mundo que virá à cidade e simplesmente não poderá se comunicar propriamente. Ou você ainda acredita que algo mudará?

NÚMEROS
12 MESES
- É o tempo que um bom profissional precisaria para dar um bom curso de inglês, de acordo com a professora Vera Lúcia Santiago, da Uece


Emanuele Silveira
emanuelesilveira@opovo.com.br
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Old August 29th, 2011, 11:38 AM   #745
abrandao
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Caraca! Se em Fortaleza a situação foi essa, o negócio tá preocupante mesmo...
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Old August 30th, 2011, 04:09 AM   #746
ruifo
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http://diariodonordeste.globo.com/ma...codigo=1033438

ALTO RISCO

Aves continuam entre principais preocupações

Publicado em 29 de agosto de 2011


Estudos indicam que uma aeronave, a uma velocidade 300 quilômetros por hora, atingida por uma ave de dois quilogramas, pode sofrer um impacto de até sete toneladas
ALEX COSTA



A Infraero intensifica trabalho pedagógico nas comunidades dos arredores

- O número de urubus nos aeroportos nordestinos vem aumentando; ações estão sendo tomadas

É assustador pensar que a visualização de urubus nos aeroportos nordestinos está aumentando, mesmo com todo o aparato tecnológico de hoje em dia, e as ações de prevenção (que não são poucas) das autoridades. Estudos indicam que uma aeronave, a uma velocidade 300 Km/h, atingida por uma ave de dois quilogramas, pode sofrer um impacto de até sete toneladas. Essa aproximação pode variar para mais ou menos de acordo com a superfície do avião e da angulação do animal no momento do encontro.

Os danos são imprevisíveis. Podem variar entre materiais sem riscos para a vida das pessoas a bordo ou, na pior das hipóteses, causar a queda de um avião de grande porte.

Em uma semana viajando pelos aeroportos de Recife, Fortaleza, Salvador e Natal esse problema antigo foi verificado reincidentemente, e com mais frequência do que em anos anteriores. Na capital cearense, por exemplo, em relação ao ano passado, houve um crescimento das pequenas colisões e na quantidade de "avistamentos", como são chamadas as visualizações dos pilotos registradas pela aeronáutica. A Infraero não revela os dados, mas admite ter havido um aumento realmente. Contudo, a administradora do aeroporto internacional Pinto Martins acrescenta que o trabalho preventivo foi ampliado, assim como o combate à aproximação do Carcará, tipo de ave mais comum no espaço aéreo local.

Conforme a assessoria de imprensa do órgão, foram intensificadas as campanhas publicitária e as matérias na imprensa, além de um trabalho pedagógico e de divulgação nas comunidades localizadas nos arredores do terminal, sobre como acondicionar corretamente o lixo e outras orientações. Para isso, foi firmada uma parceria com a Prefeitura de Fortaleza, placas foram afixadas alertando os locais onde não podem ser colocados resíduos sólidos que atraem as aves. "Chegamos a fazer oficinas nos bairros, caminhadas, palestras com público adulto e especialmente mais jovem, já que são multiplicadores", afirma a assessoria do Pinto Martins.

Em Recife, as aves desafiam o pátio de taxiamento das aeronaves com voos rasantes, elevando sobremaneira o risco de acidentes. A Infraero diz que não tem gestão sobre os focos de atração dos animais situados fora do sítio aeroportuário, mas dentro de suas atribuições adota medidas preventivas e monitora o assunto. "O aeroporto mantém uma comissão que realiza vistorias na área do entorno, interage e faz denúncias junto aos órgãos responsáveis", afirma, destacando que regularmente há reuniões da Comissão de Perigo da Fauna, onde a Superintendência do terminal convida diversos órgãos envolvidos para debater o tema.

Além disso, paralelamente, está sendo desenvolvido um plano de manejo da fauna do aeroporto do Recife através de convênio com o Centro de Desenvolvimento Tecnológico da UnB (Universidade de Brasília). "A fase inicial de diagnóstico e censo da fauna existente foi concluída e o plano de manejo se encontra agora em análise pelo Ibama, cuja autorização é necessária para a fase de implementação. A iniciativa acontece também em outros aeroportos administrados pela Infraero", conclui a assessoria. Caso de Salvador e Natal.

Ilo Santiago Júnior
Repórter
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Old August 30th, 2011, 04:11 AM   #747
ruifo
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http://www.opovo.com.br/app/opovo/ec...ortaleza.shtml

Aeronáutica limita altura de construções em Fortaleza

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia

- Projetos de construção devem ser avaliados pelo Comando Aéreo Regional da Aeronáutica (Comar 2) e um estudo ainda será feito para identificar os 20 bairros de Fortaleza que poderão ter prédios maiores

29.08.2011| 01:30



Surge uma nova polêmica sobre o processo de verticalização de Fortaleza. A Portaria 256 do Comando da Aeronáutica, editada em maio deste ano, limita a altura dos prédios na cidade. A liberação de novas áreas da capital para construção de edifícios com até 72 metros de altura, o equivalente a 22 andares, ou até mais, um sonho dos construtores civis de Fortaleza, não deverá mais ocorrer.

Em função da Portaria, o Comando da Aeronáutica não autoriza construções superiores a 30 metros e cujo desnível (a soma da altura do prédio, antena ou torre, mais a diferença da altitude do terreno em relação à pista do aeroporto) esteja acima de 60 metros dentro de um raio de 45 quilômetros a partir do aeroporto Pinto Martins. Acima dessas especificações, todos os projetos devem ser submetidos ao Segundo Comando Aéreo Regional (Comar 2) que poderá vetar a obra ou liberá-la.

O coronel-aviador Paulo Vladimir Ribeiro Rodrigues, chefe do Estado-Maior do Comar 2, com sede em Recife (PE), esteve quarta-feira (24/8) em Fortaleza com equipe do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Eles vieram para reunião na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) com empresários cearenses da construção civil e técnicos da Prefeitura de Fortaleza. O objetivo era esclarecer dúvidas sobre a Portaria Nº 256, de 2011, do Comando da Aeronáutica, que trata da área de segurança perto dos aeroportos.

Impasses

A grande dúvida dos empreiteiros cearenses no encontro foi: onde pode e onde não pode construir. O empresário Antônio Câmara, presidente da construtora Cameron, diz que por causa dessas limitações, hoje, não se tem uma melhor área para se construir em Fortaleza. “Você não tem segurança para negociar um terreno na cidade porque um projeto de 72m pode não ser aprovado pelo Comar”, afirma.

O coronel Vladimir Rorigues diz que cada caso precisa ser avaliado dentro de suas especificidades. “Mas se a Prefeitura de Fortaleza disser que é do interesse público resolver o problema das construtoras e aumentar a altura das construções em 72m e isso vier a afetar a segurança na operação das aeronaves, o Decea tomará medidas mitigadoras para manter o nível de segurança do aeroporto. Medidas essas que podem chegar ao cancelamento da operação por instrumentos do Pinto Martins”, avisa. Em outras palavras, o aeroporto de Fortaleza não operaria mais com aeronaves de grande porte.

Para que isso não aconteça, o Comar pretende auxiliar a Prefeitura de Fortaleza para que o Município consiga assessorar corretamente os empresários da construção civil a cumprir o que está previsto na Portaria 256, para que não precisem enviar seus projetos ao Comando Aéreo, no Recife. “É bom frisar que são normas mundiais de segurança”, completa o Coronel Rodrigues.

O quê
ENTENDA A NOTÍCIA


A Portaria Nº 256/GM5, de 13 de maio de 2011, do Ministério da Defesa, dispõe sobre as restrições relativas às obras que possam afetar adversamente a segurança e a regularidade das operações aéreas nos aeroportos do País.

Rebecca Fontes
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Old August 30th, 2011, 07:17 PM   #748
ruifo
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http://www.opovo.com.br/app/opovo/ec...ortaleza.shtml

Portaria engessa obras em Fortaleza

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia

- Restrições impostas pela Aeronáutica limita construção de edifícios e é principal queixa dos construtores

30.08.2011| 01:30



Restrições privilegiarão áreas (TALITA ROCHA 8/10/2009)

Um possível engessamento imobiliário da cidade de Fortaleza, causado pelas restrições impostas pelo Ministério da Defesa, através da Portaria Nº 256, que limita as áreas para construção de edifícios, é a principal queixa dos construtores cearenses.

O momento também não poderia ser mais inoportuno para o setor. É o que afirma o empresário João Fiúza, diretor presidente da construtora Diagonal. “A cidade está oferecendo o melhor momento para a construção civil”.

André Montenegro, vice-presidente do Sindicato da Construção Civil do Ceará (Sinduscon) concorda que este é o melhor momento do setor e que a reedição desta portaria contribuirá para o engessamento da cidade. “Temos falta de oferta de imóveis. Nosso déficit é de 100 mil habitações, incluindo populares. Em Fortaleza devem estar sendo construídas umas 10 mil. É muito pouco. Podemos construir por mais 10 anos e ainda não acabaríamos com o déficit da habitação”, garante.

Montenegro afirma que esse engessamento é também burocrático, indo desde a demora na aprovação dos projetos, na execução de obras pelas concessionárias de água e luz e na legalização dos imóveis pelo Comando Aéreo Regional (Comar 2).

Especulação

João Fiúza, da Diagonal, afirma que os empreiteiros ainda não estão seguros quanto á interpretação dessa portaria. “Ela não proíbe totalmente a construção nessa área de 45 quilômetros a partir do Aeroporto Pinto Martins. Tem uma série de fatores, colocados pelo Comando da Aeronáutica, que precisam ser melhor avaliado”.

Fiúza acha que uma consequência natural é a de que terrenos com restrição de altura tenham uma redução de preços. Lembra, no entanto, que o índice de aproveitamento do terreno é o mesmo, o que não significa que a diminuição na altura do edifício vá afetar o seu potencial construtivo. “Por exemplo, se antes num terreno se podia construir até 72 metros de altura, numa proporção de um apartamento de 300 m2 por andar, com a restrição na altura pode-se construir um prédio de 30 metros de altura e dois apartamentos de 300m2 por andar. O que pode ser afetado é seu potencial mercadológico. Ás vezes, um cliente de alto padrão não quer vizinhos”, explica o construtor.

Neste caso, o empreendimento tem que ser readequado ao que o mercado vem aceitando. Fiúza lembra que quem regula o preço dos terrenos é o valor do apartamento. “É uma conta de trás pra frente, porque o mercado não aguenta uma especulação elevada”, diz.

Acomodação

Mesmo assim, o empreiteiro diz que é possível, em determinadas áreas, a queda do preço de alguns terrenos, principalmente aqueles localizados no que chamam de “cone aéreo”. Mas a tendência é de acomodação. “Sempre que há uma mudança no Plano Diretor da cidade, onde algumas áreas são privilegiadas em detrimento de outras, há esta acomodação de preços”.

O vice-presidente do Sinduscon, André Montenegro, diz que haverá um reordenamento de preços dos imóveis na cidade. “Você pode construir até o ponto que cabe no bolso do consumidor”.

Para ele, a polêmica maior é que a Aeronáutica quer que todos os projetos sejam submetidos a ela.,o que ampliaria a demora para a aprovação de projetos. Com relação aos novos empreendimentos, Montenegro acredita que todos já estão adequados à portaria do Ministério da Defesa, ou seja, nenhuma construtora terá prejuízos na readequação de seus projetos.

No limite

O prejuízo, para o vice-presidente do Sindicato da Habitação no Ceará (Secovi-CE), Kalil Otoch, fica para quem está com terrenos na área do cone aéreo. “Como essa área pega Fortaleza quase toda, é melhor mudar o aeroporto de lugar”, hipotetiza. Otoch, no entanto, ressalta: “Cai o preço do terreno, mas não do imóvel. Se tiver grande procura pela área a situação pode se inverter”.

Otoch concorda que tudo é uma questão de adequação, mas não descarta a possibilidade de que os terrenos restantes - nas áreas onde é possível construir com o gabarito máximo de 72 metros - venham a sofrer uma elevação nos preços. Mas acha que essa alta não será significativa já que os preços encontram-se no limite.

O quê
ENTENDA A NOTÍCIA


Construtores estão insatisfeito com nova Portaria N° 256, da Aeronáutica, que define as áreas restritas para construção em Fortaleza. Dizem que, pelas normas, praticamente todos os projetos terão que ser submetidos ao Comar 2.


Rebecca Fontes
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Old August 30th, 2011, 07:19 PM   #749
ruifo
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Demorou para chegarem a essa polêmica...
Será que agora começam a pensar seriamente num 2o aeroporto para Fortaleza?
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Old August 31st, 2011, 04:05 AM   #750
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Originally Posted by ruifo View Post

Demorou para chegarem a essa polêmica...
Será que agora começam a pensar seriamente num 2o aeroporto para Fortaleza?

Essa briga com construtoras é a mesma que ocorre aqui em João Pessoa, ocorre o mesmo tipo de restrição a construção de grandes torres no arco de aproximação do Aeroclube da Paraíba, que fica localizado em uma zona nobre da capital paraibana, inclusive tivemos o episódio lamentável da Prefeitura destruindo a pista do aeroclube.
__________________
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Old August 31st, 2011, 04:46 AM   #751
ruifo
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Sim, de fato foi de fato lamentável o caso do Aeroclube da Paraíba... Espero que ele já esteja de volta em operação!

Em Fortaleza, tem esse problemas que a aproximação das aeronaves por voo visual é feita pelo setor ao norte do aeroporto, zona bastante verticalizada da cidade:


Fonte: http://www.aisweb.aer.mil.br/_inc/ca...0C06006&d=tela
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Old August 31st, 2011, 05:03 AM   #752
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Sim, de fato foi de fato lamentável o caso do Aeroclube da Paraíba... Espero que ele já esteja de volta em operação!

Poisé Ruifo, o caso foi cabuloso aqui, quanto ao Aeroclube da Paraíba ele já está com suas operações normalizadas com uma pista de barro.
__________________
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Old August 31st, 2011, 11:17 AM   #753
ruifo
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Poisé Ruifo, o caso foi cabuloso aqui, quanto ao Aeroclube da Paraíba ele já está com suas operações normalizadas com uma pista de barro.
De barro? Que coisa... A prefeitura deveria voltar a asfaltar já, bem como idenizar o aeroclube pela besteira que fez!
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Old August 31st, 2011, 06:40 PM   #754
ruifo
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Bons sinais...
Quem sabe não comece como aeroporto de Cargas, e no futuro se transforme no novo Aeroporto Internacional para Fortaleza?


*******

http://www.portosenavios.com.br/site...plexo-do-pecem

Americana fará estudo do aeroporto de cargas no complexo do Pecém

Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Qua, 18 de Maio de 2011 07:27

- Empresa Louis Berger foi selecionada para elaborar o relatório de viabilidade do terminal. Análise começa em junho

O grupo norte-americano Louis Berger foi o escolhido pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) para desenvolver os estudos de viabilidade para a construção do Aeroporto Internacional de Cargas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). O levantamento está sendo financiado pela Agência para o Comércio e o Desenvolvimento dos Estados Unidos (USTDA, na sigla em inglês), que disponibilizará US$ 480 mil para a realização dos trabalhos. A exigência para a contrapartida era que fosse selecionada uma empresa de origem dos Estados Unidos.

A parceria entre USTDA e Adece foi fechada há quase um ano, e a perspectiva era de que esse relatório estaria pronto no primeiro trimestre de 2011, o que não ocorreu. O estudo só deve começar a partir do próximo mês, e tem como objetivo realizar uma análise de mercado que determinará os produtos e clientes mais prováveis para o terminal aeroportuário, e estabelecer um Plano Diretor com base na demanda já identificada. A expectativa é de que a empresa conclua os levantamentos em um prazo de seis meses a partir da data de início.

Parceira nacional

Os trabalhos contarão com o apoio da pernambucana Projetec (Projetos Técnicos LTDA.). Caso a viabilidade do aeródromo do Pecém seja comprovada, a construção do empreendimento deverá ser colocada entre os programas do Governo do Estado.

Diferencial

Esse equipamento será um dos diferenciais de competitividade da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) cearense, já que possibilitará que as cargas produzidas pelas indústrias que se instalarão no Complexo sejam escoadas de forma mais eficiente, pois o Ceará está situado a apenas seis horas de voo do continente europeu e da costa leste norte-americana.

A USTDA foi responsável por selecionar dez empresas dos Estados Unidos que poderiam ficar à frente do estudo de viabilidade, todas com parceiros nacionais. Os nomes foram repassados para a Adece que formou um comitê e, com base em critérios como experiência técnica, de mercado, financeira, plano de trabalho e metodologia, e regional de experiência (práticas no País); selecionou a Louis Berger. O nome da empresa escolhida, que possui no currículo projetos de infraestrutura em países como EUA, Iraque, Sudão, Índia e Panamá, entre outros, foi levado à USTDA, que ratificou a decisão.

Contrato

De acordo com Jofre Freire, técnico da Diretoria de Atração de Investimentos da Adece, no momento, a Agência de Desenvolvimento cearense está na fase de assinatura do contrato com a Louis Berger, num modelo elaborado pela Agência para o Comércio e o Desenvolvimento dos Estados Unidos.

Fonte: Diário doNordeste (CE)/DIEGO BORGES
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Old August 31st, 2011, 07:47 PM   #755
QuicoBernal
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posso ir de contra-mão do gosto de muitos foristas aqui, que são fãs de arranhaceús mas no momento não acho interessante termos prédios tão altos, com as avenidas e ruas que temos em toda a fortaleza, o que tema contecido, crescimento no numero de prédio em bairros onde so tinham casas.
mas pensem bem, um bairro ao estilo da aldeota com predios acima de 30 andares com as avenidas que há lá, e todos saem para a unifor (por exemplo) as 18 hrs. o engarrafamento começa na santos dumont, LOL... prefiro que haja uma crescimento mais ou menos em outros eixos. quem sabe na proxima decada depois de um belo trabalho (assim espero) de mobilidade do proximo(a) prefeito(a)...
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Old August 31st, 2011, 10:05 PM   #756
ruifo
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Você está corretíssimo!
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Old August 31st, 2011, 11:57 PM   #757
malegi
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Prédio alto sem infraestrutura urbana adequada, é só lucro pra empreitera e dor-de-cabeça pra população.
__________________
Imagine there's no heaven.. (John Lennon)
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Old September 3rd, 2011, 11:47 PM   #758
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Rumores da AA em Fortaleza?




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Originally Posted by peruvianworld View Post
American Airlines | AA 8 destinos no Brasil!!!

MIA: Belo Horizonte, Brasilia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador, Sao Paulo.
DFW: Rio de Janeiro, Sao Paulo
JFK: Rio de Janeiro, Sao Paulo.

Y suena tb Fortaleza, debido a la salida de Delta y Curitiba [fuentes internas de la aerolinea].
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Old September 4th, 2011, 12:15 PM   #759
ruifo
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http://www.opovo.com.br/app/opovo/ec...o-a-5-km.shtml

Raio de abrangência do aeroporto pode ser reduzido a 5 km

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia

Aeronáutica estuda proposta para diminuir zona de abrangência do aeroporto Pinto Martins e, com isso, liberar maiores áreas de Fortaleza para construção de edifícios com alturas maiores que as hoje permitidas

03.09.2011| 17:00



Edifício Cidade, com 32 andares, que está sendo construído no bairro de Jacarecanga, será o prédio mais alto de Fortaleza (IGOR DE MELO )

A Aeronáutica acenou com a possibilidade de reduzir o raio de exigência do aeroporto de 45 km para 5 km. A afirmação é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Ceará (Sinduscon), Roberto Sérgio Oliveira Ferreira. Segundo ele, a possibilidade de mudança foi anunciada durante a reunião dos empreiteiros cearenses e Prefeitura de Fortaleza com os representantes da Aeronáutica (Comar 2 e Departamento de Controle do Espaço Aéreo - Decea), ocorrida no dia 24 de agosto, na Federação das Indústrias do Ceará.

Segundo Ferreira, a própria portaria da Aeronáutica (a 256) já prevê situação na qual se encontra o território de Fortaleza, no seu artigo 94, que diz: “Se a solicitação de uma implantação não atender aos requisitos técnicos estabelecidos, nesta Portaria e nas demais normas vigentes, e o Poder Municipal/Estadual manifestar-se, oficialmente, pelo interesse público na referida implantação, o Decea informará as restrições necessárias às operações do aeródromo, para garantir a segurança da navegação aérea; e se, ainda assim, for ratificado pelo Poder Municipal/Estadual o interesse publico no empreendimento, o Comandante da Aeronáutica poderá emitir portaria, autorizando a implantação, e o Decea emitirá a documentação necessária a mitigação dos efeitos adversos e a manutenção do nível de segurança operacional.”

Para o presidente do Sinduscon, este artigo afasta a possibilidade, anunciada, de limitar as operações do aeroporto Pinto Martins para grandes aeronaves e abre uma janela para o impasse em que se encontra construtoras, Prefeitura e Aeronáutica. “O Decea ficou de analisar nossa proposta e enviar para o Comar que dará seu parecer em conjunto com o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito.” Ferreira acha que o que falta, neste momento, é pressão política e técnica. Por isso, defende a entrada do governador Cid Gomes nestas negociações. “Precisamos da ajuda do governador porque a questão aparenta ser mais política do que só técnica”, diz.

Cautela

No bairro engenheiro Luciano Cavalcante o Plano Diretor de Fortaleza libera a região para que se construa no gabarito máximo. No entanto, a Portaria da Aeronáutica determina como sendo altura máxima na região 48 metros. “Conversei com um comandante de aeronave e ele me disse que os aviões passam, naquele ponto, a 300 metros de altura o que não representa risco algum às aeronaves”, afirma Roberto Sérgio Ferreira, acreditando que haja excesso de cautela por parte da Aeronáutica. “Eles só veem a segurança”. (Rebecca Fontes)
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Old September 4th, 2011, 12:17 PM   #760
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http://www.opovo.com.br/app/opovo/ec...eroporto.shtml

Edifícios na rota do aeroporto

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia

Portaria da Aeronáutica já apresenta reflexos na liberação de projetos. Na Prefeitura de Fortaleza, cerca de 200 empreendimentos aguardam parecer do Segundo Comando Aéreo Regional (Comar 2)

03.09.2011| 17:00



Portaria da Aeronáutica já apresenta reflexos na liberação de projetos. Na Prefeitura de Fortaleza, cerca de 200 empreendimentos aguardam parecer do Segundo Comando Aéreo Regional (Comar 2) (IGOR DE MELO)

A Portaria 256 do Ministério da Defesa, que limita a altura das construções nos arredores de aeroportos, já gerou consequências na liberação de projetos em Fortaleza. Desde sua reedição, não são liberados projetos de construção de novos prédios em Fortaleza. A informação é do presidente do Sindicato da Construção Civil no Ceará, Roberto Sérgio Ferreira.

O coordenador de Fiscalização e Controle da Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano de Fortaleza (Semam), Alan Aguiar, diz que cerca de 3 mil processos de projetos de construção estão tendo dificuldade para liberação, mas avisa que só um total de 200, aproximadamente, tenham que ser resolvidos junto ao Comando Aéreo Regional 2 (Comar 2). “Nosso problema são esses processos antigos que já estão tramitando”.

A Semam diz que procura orientar as construtoras a encaminhar os novos projetos primeiramente ao Comar para, só depois, enviarem à Prefeitura. “O Comar leva de 2 a 3 meses para dar seu parecer enquanto que na Semam a demora pode levar 6 meses. Se o projeto nos chega com aprovação do Comar o andamento é muito mais rápido”, diz Aguiar.

Pelo novo Plano Diretor de Fortaleza, de 2009, são apenas 29 os bairros da capital cearense onde seria possível construir edifícios com até 72 metros de altura (gabarito máximo permitido para a cidade). Mas isso não significa que a Aeronáutica, através do Comar 2, irá liberar essa altura nessas regiões.

O Comar está solicitando aos construtores os projetos com o objetivo de verificar se eles estão compreendidos na zona de restrição, prevista na Portaria nº 256 do Ministério da Defesa.

A Portaria 256 leva em consideração a altura da edificação para a área, a localização dos equipamentos auxiliares de voo e a altitude do terreno – onde se localiza o empreendimento - em relação à pista do aeroporto Pinto Martins. Só depois, autoriza ou não a implantação. Se no mesmo bairro houver variações no relevo, cada projeto deverá ser avaliado separadamente.


Rebecca Fontes
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