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Old February 8th, 2010, 06:05 AM   #61
Kizaca
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Originally Posted by Blue sun View Post
7-02-2010 15:00

Angop



Autoridades detêm 58 estrangeiros ilegais no Bengo



Luanda - Cinquenta e oito cidadãos estrangeiros, provenientes de vários países africanos, foram detidos este final de semana pela Polícia Fiscal no Bengo, quando pretendiam atingir de forma ilegal a província de Luanda.

Segundo o comandante provincial da Polícia Fiscal no Bengo, superintendente chefe Ernesto Manuel Encoje, a detenção deste grupo (todos do sexo masculino), que já se encontra sob custódia das autoridades migratórias angolanas, ocorreu nas praias da Cambala.

Para tentar atingir a capital do país, explicou, os detidos utilizaram a rota marítima Muanda (RDC)/ Soyo (Zaire)/ Cambala. Segundo afirmou, em função das constantes violações das fronteiras angolanas, por esta via, a Polícia reforçou o patrulhamento na região via marítima e terrestre.

Deste número, 28 são provenientes da Guiné Konacry, sendo os restantes da RDC, Gâmbia, Mali, Senegal, Côte d'Ivoire, Serra Leoa, Guiné Bissau e Congo Brazaville.

Ernesto Enconje informou que de Dezembro de 2009 até a presente data a Polícia deteve 86 estrangeiros ilegais, acrescentando que ainda não foram efectuados repatriamentos para os países de origem.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...f5358f49a.html
A guarda fronteirica esta muito fraca e deve-se adaptar aos novos desafios. A guerra era um factor que desencorajava a imigracao ilegal. Agora que ha paz o numero de ilegais tendera a aumentar e necessario mais proaccao.
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Old February 8th, 2010, 05:19 PM   #62
Blue sun
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A guarda fronteirica esta muito fraca e deve-se adaptar aos novos desafios. A guerra era um factor que desencorajava a imigracao ilegal. Agora que ha paz o numero de ilegais tendera a aumentar e necessario mais proaccao.
O govenment devem utilizar as forças armadas, eu acho que isto torna-se questão de defesa nacional e como sabem, esta questão irá afectar a economia. Espero que o governo está trabalhando em investir em comunicação (satélite) e equipamentos de vigilância (navios e aviões). Eu sou todo para a preservação da nossa cultura e patria ... Viva Angola
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Old February 8th, 2010, 11:56 PM   #63
Blue sun
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Cunene

08-02-2010 19:06

Angop



SME regista mais de seis mil movimentos migratórios



Ondjiva – O Serviço de Migração e Estrangeiros registou nos últimos sete dias a entrada e saída do país de seis mil e 339 cidadãos nacionais e estrangeiros, nos postos fronteiriços de Santa – Clara, Calueque e Ruacaná.


De acordo com o relatório semanal do SME a que a Angop teve hoje destes mil e 666 cidadãos apresentaram passaportes, 17
salvo-condutos e 4.656 passes de travessias.


Dos estrangeiros que atravessaram a fronteira destacam -se as comunidades namibiana, sul-africana, portuguesa, chinesa,
espanhola, brasileira e ucraniana, das quais 565 são turistas, 11 expatriados e 10 residentes.


Segundo o documento no mesmo período foram impedidos de saírem do país, com destino a Namíbia, 13 nacionais, por não terem a situação militar regularizada.


O relatório refere que vinte e dois cidadãos de nacionalidade angolana foram expulsos da República da Namíbia, através do posto fronteiriço de Calueque, município de Ombadja, província do Cunene, por permanência ilegal naquele território.


O SME, no Cunene, controla actualmente 404 cidadãos estrangeiros de diversas nacionalidades, dos quais 26 são residentes, 293 com visto de trabalho, 13 com permanência ao abrigo do visto de trabalho, dois com visto de trabalho temporária, 23 com salvo-conduto e 19 sem competente visto de trabalho.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...f497b12bd.html
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Old February 9th, 2010, 07:59 PM   #64
Blue sun
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Taça de África das Nações Orange-Angola2010

5 de Fevereiro de 2010

Opais



SME desmente fuga de adeptos



O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) desmente a fuga de adeptos do Burkina-Faso, que se deslocaram a Angola para acompanhar a sua equipa na Taça de África das Nações Orange-Angola2010.

Segundo o chefe da Unidade Aérea dos Serviços de Migração e Estrangeiros, Aristides Costa “ainda é cedo para se levantar esta questão, uma vez que os vistos dos que vieram ver o CAN ainda permanecem válidos até ao final do mês.

Nós, SME, temos o controlo de todas as caravanas que entraram em Angola, quer por via terrestre, quer por via aérea”, disse, reconhecendo que “em qualquer competição dessa natureza uma ou outra pessoa procura permanecer no país, não podemos negar isso.

Mas a partir do momento que eles tiverem os vistos inválidos, podemos considerar que estão ilegais e tomarmos as nossas medidas”, referiu.

Acrescenta que “a margem de manobra dos que quiserem permanecer ilegalmente no país será diminuta, pois a nível do país terão imensas dificuldades de tratar qualquer documento migratório porque estarão catalogados como indivíduos que não saíram de Angola.

Contudo, vamos aguardar pelo término do período de permanência e depois actuar. Por enquanto estamos na fase de triagem (que termina no fim deste mês) de toda a gente que veio ver o CAN”, explica Aristides Costa.

Segundo dados do SME, em Cabinda, onde o Burkina-Faso disputou a primeira fase, registou-se a entrada e saída de 116 burquinabes. Em Luanda, onde os Cavalos (apelido do Burkina-Faso) disputaram o último jogo da primeira fase diante do Ghana apresentou-se com uma delegação de 67 indivíduos, repartidos entre delegação e adeptos – e, segundo consta, todos já saíram do território angolano.

De acordo com o responsável, “é normal que os meios de comunicação falem em desaparecimento dos seus cidadãos em território angolano pois nem todos utilizaram a mesma via para entrar no país. É provável que uns permaneçam ainda em alguns países vizinhos”, explica.

A mesma fonte garantiu que não haverá facilidades para quem quiser permanecer ilegalmente em Angola, pois o SME tem áreas de fiscalização em todo o território, o que facilita a localização dos indivíduos.

Além disso, Aristides Costa disse que o SME conta com o apoio do Serviço de Informação Nacional (SINFO), das autoridades provinciais, comunais e policiais.

Segundo dados provisórios apresentados esta semana a O PAÍS, por Aristides Costa, 5.095 pessoas visitaram Angola com o objectivo de verem a maior festa do futebol africano.

Essas pessoas entraram por via terrestre e aérea nas cidades onde decorreu o CAN Orange-Angola2010.

Luanda, como era de esperar, foi a cidade que mais pessoas recebeu, cerca de 2.923, seguiu-se Benguela com 1.154, depois a Huíla e Cabinda com 496 e 393 pessoas, respectivamente.



Fonte Opais
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Old February 9th, 2010, 08:31 PM   #65
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05 de Fevereiro, 2010

Jornal de Angola
Cristina da Silva



"Portal de Hóspedes" nos hotéis do país para controlo da estadia de estrangeiros



O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) vai instalar, ainda este mês, em todas as unidades hoteleiras e similares o “Portal de Hóspedes”, para registar o tempo de permanência e saída dos estrangeiros do país.
O porta-voz do Serviço de Migração e Estrangeiros, Simão Milagre, em declarações feitas ontem, ao Jornal de Angola, disse que as informações que vão estar no portal serão recebidas em tempo real pelos aeroportos, pela Polícia de Guarda Fronteiras e pelas direcções provinciais do Serviço de Migração e Estrangeiros.
O novo sistema vai permitir que haja um controlo real dos estrangeiros em situação legal em Angola, afirmou o porta-voz do Serviço de Migração e Estrangeiros.
Simão Milagre acentuou que o Portal de Hóspedes é resultado da utilização das novas tecnologias de informação pelo Serviço de Migração e Estrangeiros, cujo equipamento foi adquirido para a diminuição da burocracia ainda existente em algumas áreas de serviço daquela instituição, sob tutela do Ministério do Interior.

Emissão de passaportes

“O Serviço de Migração e Estrangeiros está fortemente empenhado no combate à imigração ilegal”, assegurou Simão Milagre, adiantado que já está em funcionamento o sistema avançado de concessão de visto via on-line e o sistema tecnológico de controlo e permanência de estrangeiros.
Também existeum portal de consulta, disponível via on-line, onde as pessoas podem saber se o seu documento foi ou não emitido. O porta-voz Simão Milagre informou que existem dez mil passaportes ordinários à espera que os seus proprietários façam o respectivo levantamento. Estão igualmente prontos 360 passaportes de serviço, solicitados por várias instituições públicas. Simão Milagre referiu que a melhoria da capacidade de resposta está na base da celeridade na emissão de passaportes solicitados por cidadãos nacionais e por instituições públicas e privadas.

Vietnamita presa

Quando antes demorava um mês para receber o passaporte, hoje em dia o tempo ficou reduzido a 15 dias úteis, assegurou o porta-voz, que confirmou haver passaportes que estão há mais de dois anos à espera dos donos. O Serviço de Migração e Estrangeiros deteve, na semana passada, uma vietnamita por posse de 36 passaportes, dois dos quais estrangeiros. Dos passaportes estrangeiros apreendidos 35 são vietnamitas e um chinês, informou Simão Milagres.
Com a vietnamita foram também encontradas cinco cartas de condução do modelo antigo, supostamente emitidas pela Direcção Provincial da Huíla de Viação e Trânsito, uma carta da SADC e uma licença de condução emitida pelas autoridades cubanas. Vinte dos passaportes encontrados com a cidadã vietnamita possuem vistos já caducados e 15 não contêm qualquer registo. Simão Milagre admitiu que, perante estes factos, a cidadã vietnamita pode integrar um grupo de falsificadores de documentos de viagem.




http://jornaldeangola.sapo.ao/18/0/p...e_estrangeiros
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Old February 13th, 2010, 12:44 AM   #66
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Cunene

12-02-2010 12:19

Angop

Interpelados 44 cidadãos por tentativa de travessia ilegal na fronteira com a Namíbia


Ondjiva – Quarenta e quatro cidadãos nacionais e estrangeiros, mais 11 em relação ao período anterior, foram interpelados nos últimos 15 dias, pelos efectivos da Polícia de Guarda Fronteira na província do Cunene, por tentativa de travessia ilegal a fronteira Angola/Namíbia.


O facto foi avançado nesta sexta-feira à Angop, pelo porta-voz do Comando Provincial da Polícia no Cunene, superintendente Carlos dos Santos, referindo que no mesmo período registou-se 13 violações por cidadãos nacionais e estrangeiros que pretendiam fazer a travessia da fronteira sem documentos, através dos postos de guarda de fronteira dos marcos 5 a 19.


Sublinhou que entre os violadores constam dez estrangeiros de nacionalidade namibiana, somali, moçambicana e zambiana que foram encaminhados ao Serviço de Migração e Estrangeiros no Cunene para o devido tratamento, já os nacionais, após o registo operativo, foram postos em liberdade.

Carlos Santos fez saber ainda que durante o período em causa recepcionou-se da população civil 17 armas do tipo AKM, uma G-3, uma KT, uma Mauzer, 11 carregadores, duas minas anti-pessoal, cinco projecteis de RPG7, uma carabina soviética, uma granada de mão e igual número de mina morteiro 82 mm no quadro do programa de desarmamento civil em curso no país.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...2b6eade4f.html
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Old February 13th, 2010, 12:48 AM   #67
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Huíla

12-02-2010 11:51

Angop



Serviços de Migração expulsam mais de 20 estrangeiros ilegais



Lubango - Vinte e seis estrangeiros em situação migratória ilegal foram interpelados e presos no território da província da Huíla, pelos Serviços de Migração e Estrangeiros (SME) de Dezembro de 2009 a Fevereiro deste ano, tendo já sido encaminhados à capital do país, sob proposta de repatriamento.

Em declarações hoje, sexta-feira à Angop, no Lubango, o chefe de secção de Informação e Análise, inspector de migração principal António Samuel Booka, disse que este trabalho é fruto do reforço das medidas de enfrentamento ao fenómeno da imigração ilegal, consubstanciadas em garantir a realização de um CAN exemplar.

"Os mesmos foram interpelados nos dias 22 de Dezembro de 2009 a 1 de Fevereiro em curso, 19 dos quais encaminhados para o SME - Luanda, sendo oito da Guiné Conacri, cinco do Congo Democrático, dois do Senegal, um do Mali, igual número do Quénia, Nigéria, Congo Brazzaville e Botswana.

Informou que foram ainda encaminhados outros seis estrangeiros para o posto fronteiriço de Santa Clara (Cunene), sendo quatro conacri guineenses e dois sul-africanos.

António Samuel Booka salientou que constituíram fundamentos para a referida decisão, a não observância de alguns preceitos da Lei de migração, como a falta de passaporte ou outro documento internacional de viagem, falta de visto de entrada e de meios de
subsistência.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...aec3fd4f2.html
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Old February 19th, 2010, 04:45 PM   #68
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Cunene

18-02-2010 10:25

Angop



Polícia detem 11 cidadãos estrangeiros por estadia ilegal



Ondjiva – Onze cidadãos estrangeiros dos quais cinco de nacionalidade nigeriana, três congoleses democráticos e três da Guiné Conacri, detidos por estadia ilegal no país, foram apresentados nesta quinta-feira pela polícia de investigação criminal, em Ondjiva, província do Cunene, a imprensa local.

No acto de apresentação o porta-voz do comando provincial da polícia na região, o superintendente Carlos dos Santos, disse que estes elementos foram interpelados e detidos no dia 15 deste mês nos municípios do Ombadja e Cahama, através de uma barreira de identificação, na altura em que se preparavam para viajar com destino a província da Huíla.

“A corporação na região, vai continuar a trabalhar para reforçar as suas medidas de controlo e fiscalização, em relação a imigração ilegal de estrangeiros, com vista a reduzir dos seus índices, que nos últimos dias tem sido frequentes”, afirmou.

Carlos dos Santos explicou a principal porta de entrada destes elementos tem sido nas áreas do posto fronteiriço de Calueque, junto a República da Namíbia, onde existem vários pontos de difícil acesso que a Polícia de Guarda Fronteiriça não se faz ainda presente.

O porta-voz fez saber ainda que por de trás destas entradas de estrangeiros estão alguns cidadãos nacionais, que servem de acompanhante dos mesmo, pelo que apelou a evitarem essas praticas ilegais.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...c97bf3017.html
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Old February 20th, 2010, 02:27 AM   #69
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Mbanza-Congo

Sexta, 19 de Fevereiro 2010 22:03

Jornal de Angola
Víctor Mayala



Polícia privilegia combate à imigração ilegal no Zaire



O comandante provincial da Polícia Nacional no Zaire, subcomissário Francisco Massota, reafirmou a prontidão e firmeza da corporação no combate à imigração ilegal na província, tendo em conta a extensa fronteira partilhada com a República Democrática do Congo, calculada em 310 quilómetros.
“A fronteira de Angola com a RDC tem 310 quilómetros. No nosso território, ela apresenta algumas vulnerabilidades. Por isso, torna-se necessário que também reflictamos sobre esta matéria, estando sempre ao lado dos nossos colegas da guarda fronteira, para que se combata, de forma eficaz, a violação da fronteira angolana, sempre com o espírito de que o combate à imigração ilegal no Zaire deve ser o pão de cada dia”, disse.
Francisco Massota falava no acto de abertura da jornada comemorativa do 34° aniversário da criação da Polícia Nacional, que se assinala dia 28 de Fevereiro, e que decorreu no passado dia 17, na cidade de Mbanza-Congo. “A Polícia Nacional, ao completar 34 anos da sua existência, deve interrogar-se onde está, para onde vai e o que vai fazer”, referiu.
O comandante alertou ainda aos presentes para a necessidade de reflectirem sobre o modo de actuação dos distintos órgãos da Polícia Nacional junto da população que, como reconheceu, “é a razão da sua existência”. “Quanto mais próximos da população estivermos, mais resultados positivos alcançaremos. Falo do policiamento de proximidade. Ter o povo como base da nossa existência deve servir de reflexão, porque só existe Polícia onde há povo. Devemos primar pelo respeito à população que nós somos chamados a manter na ordem e tranquilidade públicas”, lembrou.

Retomadas obras do aeroporto

As obras de reabilitação, ampliação e modernização da pista do aeroporto de Mbanza Congo, na província do Zaire, reiniciaram no dia cinco deste mês, depois de uma paralisação de sete meses, devido aos trabalhos de reajustamento das dimensões pré-estabelecidas pela Empresa Nacional de Navegação Aérea (ENANA).
De acordo com o encarregado de obras afecto a uma construtora chinesa, Lyu Zdan Feng, contactado pelo Jornal de Angola, a empreitada consiste na colocação do novo tapete asfáltico em conformidade com os padrões internacionalmente aceites e deverá ser concluída dentro de quatro meses.
Os trabalhos, que vão permitir o aumento da capacidade de recepção dos voos de pequeno e grande porte no aeródromo local, tiveram início em Novembro de 2008.
Dez milhões de dólares americanos foram disponibilizados pelo governo para a execução do projecto, enquadrado no programa nacional de modernização das infra-estruturas aeroportuárias.
A pista está a ser estendida para dois mil e 730 metros, contra os actuais mil e 800 metros de comprimento, assim como o seu alargamento para 45 metros, mais 15 metros em relação à largura actual.



http://jornaldeangola.sapo.ao/14/24/...legal_no_zaire
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Old February 25th, 2010, 01:08 AM   #70
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Quarta, 24 de Fevereiro 2010 23:00

Jornal de Angola
Josina de Carvalho



Cinco mil turistas vieram a Angola



O Serviço de Migração e Estrangeiros (SME) registou, durante a realização da Taça Africana das Nações em Angola, a entrada de 4.939 estrangeiros de várias nacionalidades pelos aeroportos internacionais de Luanda, Cabinda, Benguela e Huíla e pelas fronteiras terrestres.
A maioria dos estrangeiros integrava as equipas participantes do campeonato, que tão logo foram afastadas da competição regressaram aos respectivos países, refere um documento oficial a que o Jornal de Angola teve acesso.
O documento denominado “Relatório de balanço geral de segurança à Taça de África das Nações Orange Angola-2010” revela que, a nível das fronteiras terrestres, o SME registou a entrada de 1.778 estrangeiros e de 3.950 nacionais
O relatório, da Direcção de Segurança e Protecção do COCAN, anuncia que se registou a saída de 1.752 estrangeiros e de 3.949 nacionais. No mesmo período, o SME impediu a entrada de 83 estrangeiros por falta de visto, meios de subsistência, documentos de viagem, por anulação de visto de trabalho e por serem portadores de autorização de residência e vistos falsos.
Além destas recusas de entrada, 71 estrangeiros foram impedidos de reembarcar para Angola. Os visados são de nacionalidade portuguesa, congolesa, camaronesa, gambiana, chinesa, senegalesa, ivoirense, vietnamita, brasileira, burquinabe e guineense-conacry.
Ainda no período de realização do CAN, o SME deteve e expulsou 307 estrangeiros, por violação de fronteira.
Nos postos de guarda fronteira com a República do Congo Brazaville foram detidos 12 estrangeiros, dos quais nove congoleses, um senegalês, um camaronês e um gabonês. Nos postos fronteiriços com a República Democrática do Congo, foram detidos 270 estrangeiros: 255 congoleses democráticos, dez guineenses (nove da Guiné Conacry e um da Guiné Bissau), dois serraleoneses, um maliano, um nigeriano e um togolês.
Na fronteira de Angola com a Namíbia foram detidos 15 namibianos, três zambianos, outros tantos guineenses-conacry, um congolês, um maliano, um gambiano e um tanzaniano.

Cerca de cem crimes registados

No mesmo período, 23 angolanos regressaram ao país, expulsos por permanência ilegal, e dois sul-africanos foram detidos por posse de cocaína. No mesmo período, a Direcção de Segurança e Protecção do COCAN registou 96 crimes.
O relatório refere que 56 pessoas foram detidas e 86 crimes ficaram esclarecidos. Do total de crimes - registados nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela e Huíla - 61 foram de especulação e desobediência, 18 roubos, furtos, introdução em casa alheia, com danos materiais, 16 de posse e consumo de estupefacientes, posse ilegal de arma de fogo e de arma branca, falsa identidade, desobediência e desacato à autoridade e um de ofensas corporais e ameaça de morte.
A Direcção de Segurança e Protecção, uma estrutura ad-hoc do Ministério do Interior, integrou o Comité Organizador do Campeonato Africano das Nações (COCAN) e “teve como principal atribuição a preparação de condições organizativas e operativas que permitissem” uma segurança “eficaz e de qualidade”


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Old February 27th, 2010, 07:48 PM   #71
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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010


Opais



"BI, carta de condução ou diploma? Aguarda, 5 minutos..."



Limites? Praticamente nenhuns. Quem quiser transformar-se da noite para o dia em licenciado, precisar de apagar todo o cadastro de crimes ou passar por um cidadão com os seus compromissos militares resolvidos, tem uma mão cheia de soluções. Só tem que dispor de dinheiro e descaramento quanto baste. Uma verdadeira indústria de falsificação funciona a todo o gás em Luanda.

Para saber como tais grupos mafiosos operam, O PAÍS percorreu, por algumas horas, um dos maiores e mais conhecidos centros de falsificação de documentos da capital: o chamado “Pau Grande”, sito no município do Cazenga.

Oito horas da manhã. Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010. A equipa de reportagem d´O PAÍS chega ao município mais populoso de Angola, o Cazenga, mais propriamente no local onde foi erguido o Marco Histórico dos Heróis de 4 de Fevereiro. Ao contrário do que habitualmente acontece neste mês, não estamos ali para homenagear os gloriosos guerrilheiros, mas sim para conhecer de perto o local onde terá começado a maior burla bancária de todos os tempos no país. Defronte ao marco histórico, dezenas de jovens encontram-se reunidos numa amena cavaqueira.

Outros tantos estão já a consumir as primeiras cervejas do dia numa barraca feita com paredes de esteiras. O que parece ser um convívio normal e inocente é, na verdade, um posto ilegal e criminoso de trabalho.

Mal nos aproximamos à barraca onde se vendem as “birras”, alguns jovens com mochilas às costas perguntam-nos, na maior displicência, se queremos tratar documentos.

Pelo que, inicialmente, respondemos com um firme “não”. Alguns metros depois, notamos que é no pormenor que tudo faz sentido. Os mais cautelosos piscam o olho a toda gente que por ali passa ou então fazem gestos com as mãos indicando que ali se comercializa todo o tipo de documentos. Disfarçados de clientes de primeira viagem, acenamos positivamente aos mais discretos, como sinal de que queremos fazer negócio. Num ápice, estamos rodeados de oito jovens que apresentam e vendem os seus serviços.

“Temos todo o tipo de documento.

O que é que o kota quer?”, questionam-nos, para depois anunciarem que vendem cartas de condução, passaportes de disponibilidade, todo o tipo de documentos militares e policiais, certificados de habilitações literárias, registos criminais, atestados médicos e de residência, bilhetes de identidade, cédulas, alvarás, entre outros.

Receoso, o falso cliente, ou seja eu, mostro-me assustado com tamanha ousadia em pleno espaço público e digo que prefiro negociar no local onde são feitos os documentos. Num à-vontade, os jovens garantem que não há qualquer problema em fazer negócio na rua, no entanto, encaminham-me para um estúdio de fotografia defronte ao supermercado Zamba I. Para meu espanto, dentro da “Fuji Film” estão duas cidadãs chinesas, funcionárias do estúdio, que acompanham a negociação sem sequer mugir nem tugir. “Kota, diz o que queres?”, insiste o jovem de estatura média, trajado de calção, camisola e tênis branco da moda.

“Bem. Preciso de um documento para entregar numa empresa petrolífera. Quero ser um chefe administrativo.

Preciso de um certificado da Faculdade de Direito do último ano, registo criminal e um documento militar”, explico-me.

“Não há makas. São 12 mil Kwanzas, mas este preço pode ser discutido”, alertou, depois de me ver franzir o nariz.

Na verdade, o certificado de habilitações varia entre 10 e 12 mil Kwanzas; o registo criminal custa 2 mil e o passaporte de disponibilidade 5.500Kwanzas. Entretanto, como anuncio que vou querer mais outros documentos, o preço inicial reduz substancialmente para metade, isto é, seis mil Kwanzas para os três documentos.

Segundo os meus interlocutores, os preços dos certificados variam consoante o ano acadêmico e a Universidade. Ou seja, os canudos da Universidade Agostinho Neto (UAN) são mais caros em relação às universidades privadas, sendo que o valor dos diplomas das faculdades de Direito e Medicina são mais elevados. O mesmo acontece com as cartas de condução. As da SADC custam 16 mil Kwanzas, enquanto que as tradicionais de cor rosada, também conhecidas como “cartão de pão”, são comercializadas ao preço único de seis mil Kwanzas.

Os atestados médicos e de residência são vendidos ao preço de 1.500 Kwanzas.

A negociação entre o falso cliente (no caso o jornalista) e o falsário dura menos de vinte minutos, tempo suficiente para eu anotar num papel os meus dados pessoais, na verdade deturpados.

De acordo com os jovens mafiosos, a feitura do documento dura apenas dez minutos, devendo o interessado aguardar por ele numa barraca nas imediações. Caso não queira ficar naquele ambiente criminoso, o cliente pode ainda ir dar uma volta nos arredores do bairro. Feliz ou infelizmente a acção criminosa durou mais tempo do que o anunciado. Cerca de 30 minutos para a entrega do registo criminal.

“Na fonte está muito cheio. O kota que bumba o mambo tem mais de 50 papéis na mesa”, justifica-se, no seu português de “business man”, sem que para tal aceite levar-nos ao local exacto da máfia.

“Nós apenas recebemos o documento e levamos ao kota da banda.

Não estamos autorizados a levar lá os clientes, porque pode ser DNIC”, atira cauteloso.

Segundo o nosso interlocutor, que não se identifica, as acções são praticadas por mais de cem jovens que se encontram distribuídos na estrada que liga o Tanque do Cazenga e o Imbodeiro do mesmo bairro.

A ousadia do farsante é tanta que, enquanto esperamos pelo documento, um jovem membro da gangue criminosa dá-se ao luxo de, diante de todos, imitar com alguma perfeição (pelo menos aos nossos olhos e dos mais leigos) a assinatura dos directores provinciais da Viação e Trânsito que assinam as cartas de condução.

“A assinatura do director de Cabinda é assim. A de Luanda é assim”, exemplifica numa das folhas do seu fiel caderno onde transporta os documentos falsos já emitidos. Vaidoso, porque está próximo da perfeição, o jovem anuncia aos comparsas que nos próximos tempos vai deixar de ser intermediário para passar a tratar, ele mesmo, os documentos falsos.

“Já tenho uma máquina de dactilografar. Falta apenas um computador para ´bumbar´ as cartas de condução da SADC e outros ´ducús’ militares que dão mais dinheiro”, diz perante a cumplicidade das meninas de olhos rasgados e a estupefacção do repórter-cliente.

O relógio já marcava 14 horas quando o jovem nos trouxe o documento militar. Mas outro farsante diz que o traímos porque somos clientes dele. Aliás, prossegue, “o ´muadié´ tem cara de um dos meus familiares”. Pura astúcia. Argumento infeliz rapidamente entendido pelo concorrente que o afasta. Como é dia de jogo Petro-ASA, os jovens retiram-se mais cedo do campo de “trabalho” porque têm de ir assistir ao derby luandense.

Curiosamente, a nossa reportagem constatou que o crime realiza-se a poucos metros de duas unidades policiais, sendo que tudo é feito às claras. Os falsificadores, com idades compreendidas entre os 16 e 50 anos, espalhados por toda avenida, em pequenos grupos, são muito populares entre os moradores e comerciantes que praticam nos arredores negócios decentes.

Nem tudo é falso

Entretanto, de acordo com dados obtidos no local, nem todos os documentos feitos no “Pau Grande” são totalmente falsos.

O PAÍS soube que os animadores deste obscuro negócio funcionam, em alguns casos, com os funcionários públicos das mais variadas repartições do Estado. Por exemplo, deu para verificar como uma falsa carta de condução da SADC não tinha ainda sido plastificada porque os farsantes aguardavam pelo selo original, redondo e prateado, que dá maior credibilidade ao documento. “O selo é original. Vem mesmo da fonte”, garante. Por outro lado, caso o solicitante queira de facto uma carta de condução original proveniente dos Serviços de Viação e Trânsito, isso também se transaciona. É tudo uma questão de preço, que no caso varia entre mil a 1.400 dólares. Paga-se e não é preciso fazer o exame de condução! Ali ainda é possível adquirir-se passaportes, declaração escolar, guias médicas, cédulas marítimas, entre muitos outros papéis oficiais necessários para os mais diversos fins burocráticos.

Segundo apurou O PAÍS, a Polícia tem realizado algumas acções de busca e captura dos farsantes, sendo que, em muitos casos, são apreendidos carimbos, papéis já timbrados de instituições públicas e privadas.

Um farsante confidenciounos, orgulhoso, que em todas as faculdades tem pelo menos um estudante que ingressou com o seu certificado. “Tenho a minha marca em todas as faculdades”.

Não obstante, os falsificadores do Pau Grande garantem que a fraude milionária do BNA não começou no ´SIAC´ do Cazenga, como também é conhecido o lugar, numa alusão ao oficial Serviço Integrado de Atendimento ao Cliente, que funciona nas novas urbanizações de Talatona, em Luanda.

“Isso é coisa de peixe muito grande. São outras redes de filhinhos de papais que estudaram nas faculdades do exterior que falsificaram os documentos”, diz outro jovem, que falsifica documentos há mais de 15 anos.

Para ele, se alguém do grupo tivesse participado da fraude bancária, já não estaria no bairro e toda a gente se aperceberia.

Enquanto esta reportagem foi feita, pelo menos seis cidadãos foram vistos a solicitar o serviço dos farsantes, uns por motivos acadêmicos e outros de emprego.

Convém sublinhar que a falsificação de documentos não é prática delitiva exclusiva do município do Cazenga. Ela ramificou-se um pouco por toda a cidade capital. “As pessoas falam mais do Pau Grande porque aqui o documento é feito com perfeição”, argumenta um jovem.

Bilhetes de Identidade, cartas de condução, cédulas de naascimento, registos criminais e atestados médicos e de residência, estão entre os documentos mais solicitados.


Nota da Redacção: os documentos adquiridos pelos jornalistas para dar suporte ao presente trabalho de reportagem vão ser destruídos ou, caso as instituições públicas mencionadas os pretendam obter para efeitos de comparação e peritagem, estão obviamente disponíveis.

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Old February 28th, 2010, 06:01 PM   #72
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28 de Julho, 2009

Jornal de Angola



Entradas em Angola idênticas às saídas



Os Serviços de Migração e Estrangeiros (SME) registaram a entrada de 19.771 cidadãos estrangeiros e a saída de outros 19.201 na semana de 15 a 22 do corrente mês. Na semana anterior, os Serviços de Migração tinham registado a entrada de 10.003 cidadãos estrangeiros e a saída de outros 6.895.
Segundo um relatório assinado pelo director do SME, Eduardo Martins, entre 15 e 22 de Julho foram recebidos 4.722 pedidos de emissão de passaportes, salvo-condutos e passes de travessia, dos quais foram concedidos 4.306 documentos. Os serviços acusaram, por outro lado, a recepção de 4.163 pedidos de vistos, tendo emitido 3.723, incluindo a prorrogação de 1.417 vistos de trabalho.
Os SME impediram a saída de 31 angolanos por falta de documentos militares, caducidade de passaportes, tentativas de embarque com valores não declarados e uso de vistos antes do tempo. Igualmente foram impedidos de abandonar o país quatro cidadãos de nacionalidades chinesa, sul-africana e marfinense, por uso de vistos de outrem e passaportes falsos.
Por outro lado, recusaram a entrada e procederam ao reembarque de 53 cidadãos da África do Sul, Brasil, Congo-Brazzaville, Congo-Kinshasa, Ghana, França, Mali, Mauritânia e Nigéria, por caducidade de passaporte, falsificação de visto, falta de documento, de visto de entrada e de meio de subsistência, indeferimento do visto de curta duração e uso de vinheta fora de circulação.
Os SME deram provimento a 816 expulsões judiciais e administrativas de cidadãos oriundos da África do Sul, RDC, Guiné-Bissau, Guiné-Conakry, Gâmbia, Mali, Mauritânia, Namíbia, Nigéria, Portugal, Senegal e Vietname.
Por estadia ilegal em território nacional, os SME emitiram 13 notificações de abandono a cidadãos do Brasil, China, Guiné-Bissau e Portugal.


http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/e...icas_as_saidas
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Old February 28th, 2010, 06:19 PM   #73
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21 de Fevereiro, 2010


Jornal de Angola
Cartas do Leitor





Imigração de fato e gravata


A imigração ilegal é um fenómeno que afecta todos os Estados do mundo, uns mais que outros. Angola, enquanto país com grande potencial económico, tem sido dos mais visados. De todos os cantos do mundo vem gente à procura do “el dorado”. Os casos mais badalados são os imigrantes do Congo Democrático, praticamente apanhados diariamente a tentar atravessar as nossas fronteiras. Quase sempre que se fala de imigração ilegal, as pessoas instintivamente têm a tendência em apontar o Congo Democrático e alguns países da África Oriental. A praxis começa a formatar assim as pessoas.
O comissário chefe Paulo de Almeida, da Polícia Nacional desmistificou essa maneira de situar geograficamente o fenómeno.
A imigração ilegal tem muitos outros contornos. Também nos chega de fato e gravata e em voos de classe executiva.
O comandante da Polícia Nacional alertou que há cidadãos que nos chegam fora de África com vistos de turismo e que depois são vistos a trabalhar em bancos e obras de construção como gerentes e encarregados de obra.
Esta é uma imigração ilegal que deve, também, merecer toda a nossa atenção, porque, segundo o comissário Paulo de Almeida, tem efeito multiplicador, porque atrás de uns vêm outros com cartas de chamada e contratos de trabalho. O controlo cerrado da estadia de estrangeiros com visto de turismo é fundamental. Ao Ministério do Trabalho, através dos seus órgãos de fiscalização, compete igualmente verificar “in situ” os processos de admissão de expatriados, sem xenofobias. Tolerância zero em todos os segmentos da imigração ilegal foi o alerta do comissário Paulo de Almeida.

Carlos da Piedade
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Old March 2nd, 2010, 05:43 AM   #74
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Cooperação

01-03-2010 19:34

Angop



Angola e Rússia estudam programa para combater criminalidade nas fronteiras



Luanda – Angola e Rússia pretendem elaborar um programa quinquenal de combate à criminalidade nas fronteiras nacionais, informou hoje, segunda-feira, em Luanda, o primeiro director adjunto do Serviço de Segurança da Federação Russa, general Vladmir Pronitchev.

O responsável militar da Rússia deu a conhecer o facto em declarações à imprensa, após um encontro que manteve com altos responsáveis da Polícia Nacional.

Segundo o general, este programa vai permitir a criação de condições favoráveis para a eliminação e prevenção da criminalidade nas fronteiras, dominada pela imigração ilegal, tráfico de drogas e contrabando.

Neste momento, disse, peritos de ambas as partes estão a trabalhar na elaboração do referido programa.

Por sua vez, o comandante geral da Polícia Nacional, comissário geral Ambrósio de Lemos, disse que o encontro serviu para troca de experiência.

Hoje, a delegação do Serviço de Segurança de Federação da Rússia e o ministério do Interior de Angola assinaram um acordo de cooperação e protocolo de formação de quadros nacionais da Polícia de Guarda Fronteiras.

O mesmo tem como objectivo principal reforçar a defesa e segurança dos interesses do Estado angolano e da sua integridade territorial através do aperfeiçoamento dos mecanismos de asseguramento das fronteiras nacionais da República de Angola.

Durante a sua estada no país, a comitiva russa manteve vários encontros de trabalho com altos responsáveis do Ministério do Interior e da Polícia Nacional, além de efectuar algumas visitas em algumas unidades policiais do país.

A delegação do Serviço de Segurança da Federação da Rússia, em Angola desde sábado, deixa hoje o país.



http://www.portalangop.co.ao/motix/p...aa8ac11fe.html
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Terça, 02 de Março 2010 12:55

Jornal de Angola
Jaquelino Figueiredo




Entrada ilegal de estrangeiros preocupa autoridades do Soyo



A entrada maciça e ilegal de cidadãos estrangeiros no território nacional está a preocupar as autoridades do município do Soyo, província do Zaire.
O administrador municipal adjunto do Soyo, Pascoal Aurora, afirmou que o fenómeno é um factor de desestabilização da economia do país. “A situação deve ser acompanhada com seriedade e combatida energicamente para não vivermos a situação que outros países conheceram”, frisou.
Pascoal Aurora apelou a uma reflexão profunda sobre o fenómeno da “imigração ilegal”. “A vigilância das longas fronteiras fluvial, terrestre e marítima do município do Soyo, que são fáceis de transpor pelos estrangeiros ilegais, deve ser redobrada”, referiu.
Este fenómeno traz consigo outros factores prejudiciais à sociedade, como o tráfico e uso de drogas que assumem contornos desagradáveis na região e cujo combate deve ser preocupação de cada um, salientou, apesar de reconhecer não ser fácil combater as drogas e a criminalidade na região. A dificuldade maior prende-se com o facto de o sector da Polícia Nacional enfrentar sérias dificuldades. “A corporação não possui equipamentos de trabalho adequados e meios de transporte que permitam o controlo extensivo do município”, afirmou, ao mesmo tempo que criticou o comportamento de alguns agentes que, na calada da noite, utilizam esses mesmos meios para a caça de animais. Pascoal Aurora exortou, por isso, à mudança de mentalidade no seio da corporação para melhor servir a população.
Os acidentes rodoviários que se verificam no município, devido principalmente ao uso excessivo de bebidas alcoólicas e de telemóveis durante a condução, foi outras das preocupações manifestadas pelo administrador.


http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/e...idades_do_soyo
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Old March 5th, 2010, 11:55 PM   #76
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27 de Julho, 2009

Jornal de Angola
Palavras à Solta
João Melo




Quadros, imigração e xenofobia



As potencialidades da Angola pacificada estão a atrair gente de todas as origens e paragens para o nosso país, em busca de trabalho ou de negócios. Isso é igualmente reforçado pelas estratégias da burguesia angolana emergente, que tende a estabelecer alianças com forças estrangeiras. Os dois factos estão a criar um mal estar em alguns segmentos da sociedade angolana, em especial os quadros e certos aspirantes a empreendedores, agastados com determinadas formas de concorrência desleal existentes no mercado.
Estou de acordo que não apenas é legítimo, como é necessário discutir isso. Mas é imperioso fazê-lo sem perder o foco e, sobretudo, mantendo um raciocínio de base histórica, sociológica, económica, ética e moral objectivo. Na minha opinião, certos fazedores de opinião têm caído na tentação fácil e simplista do “impressionismo político”, para não dizer da demagogia e do populismo. Aqui ou ali, certas análises denunciam mesmo, voluntária ou involuntariamente, um mal disfarçado preconceito, inclusive de tipo epidérmico. Isso é perigoso.
No presente texto, vou concentrar-me na problemática dos recursos humanos contratados no exterior. Sejamos honestos: Angola não tem quadros em quantidade e qualidade suficiente para corresponder às suas actuais necessidades de desenvolvimento. Por isso, do ponto de vista histórico, sociológico e económico, pelo menos, o recurso a quadros estrangeiros que o país (o Estado e as empresas) tem feito justifica-se perfeitamente. Do ponto de vista ético e moral, tenho de perguntar se é correcto fechar Angola aos estrangeiros, inclusive na base de ressentimentos históricos?
Obviamente, os recursos humanos têm de ser procurados, antes de mais, no próprio país. Para isso, a aposta na educação é fulcral. O problema é que, mesmo que as estratégias do governo em matéria de educação fossem irrepreeensíveis, a formação de todos os quadros de que o país carece leva tempo, o que não se compadece com as necessidades imediatas de reconstrução e desenvolvimento. É necessário, pois, procurar esses quadros no exterior. O que a sociedade deve exigir é que o governo faça isso de maneira planificada e estratégica.
Desde logo, é preciso saber que tipo de quadros o país precisa e em que quantidades. Como essa carência de quadros é ampla e diversificada, isso pode ter consequências sociais e políticas (muita gente não entende, por exemplo, a contratação de operários especializados, sobretudo na construção civil, mas o facto objectivo é que não existem angolanos suficientes com essa qualificação). A fim de minimizar essas consequências, é necessário priorizar estratégias de desenvolvimento que, nesta fase, impliquem mão-de-obra massiva e não intensiva (a excessiva ênfase no agronegócio não me parece, nesse sentido, uma opção correcta).
O “procurement” de quadros no exterior pode também obedecer a certas prioridades que facilitem a sua absorção pelo conjunto da sociedade. A primeira proridade, quanto a mim, devem ser os angolanos emigrados (sem distinções de nenhuma espécie). A segunda, os quadros dos países de língua portuguesa, com preferência para os africanos e os afro-descendentes (isso não é uma classificação “racial”, pois também há afro-descendentes brancos). A terceira prioridade podem ser os quadros provenientes dos demais Estados africanos.
Certo tipo de quadros desses países (como médicos, professores e engenheiros) podem beneficiar de certas facilidades migratórias, como obter, sem maiores formalidades, um visto de trabalho, desde que tenham contrato com uma entidade nacional. Todos os anos, e de acordo com um sistema de quotas migratórias, alguns deles poderiam mesmo tornar-se residentes permanentes. Conheço, por exemplo, professores universitários originários de alguns países africanos de língua portuguesa que aguardam há anos por um visto de trabalho em Angola, o que considero uma aberração.
Há duas outras exigências que devem ser feitas ao governo, nesta matéria. A primeira é a adopção de estratégias efectivas para que os quadros recrutados no exterior possam contribuir para a formação dos quadros angolanos, em todos os sectores e a todos os níveis. A segunda é velar para que as discrepâncias entre as condições sociais dos quadros estrangeiros e as dos quadros nacionais não sejam tão absurdas como muitas vezes são (uma das medidas pode ser, precisamente, facilitar a imigração individual, por sua conta e risco, de quadros estrangeiros e não a sua contratação como “cooperantes”).
Estas são apenas algumas ideias e sugestões, pois trata-se de um tema vasto e complexo, que um dia terá de ser discutido corajosa, mas serenamente: a relação entre as necessidades existentes no domínio dos recursos humanos, as políticas migratórias e o desenvolvimento do país. A minha tese é que isso deve ser feito combinando abertura e defesa dos interesses estratégicos do país, pois não acredito que este último objectivo seja alcançado adoptando uma atitude xenófoba.

http://jornaldeangola.sapo.ao/19/53/...ao_e_xenofobia
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Old March 7th, 2010, 03:33 AM   #77
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06 de Março, 2010

Jornal de Angola



Maior controlo nas fronteiras nacionais



As nossas fronteiras têm sido, sistematicamente, violadas, tanto a terrestre como a marítima. Para uma melhor segurança fronteiriça, a Polícia Nacional está a trabalhar com a Federação Russa. É assim que, segunda-feira passada, foi celebrado um acordo entre o Ministério do Interior e o Serviço Federal de Segurança da Federação Russa sobre cooperação e interacção em matéria de fronteiras. Gente, e como não podia deixar de ser, o povo angolano, sente-se satisfeito ao saber que se está a barrar a entrada dos cidadãos ilegais que têm como um dos objectivos desestabilizar a nossa economia. São acordos necessários, para bem da nossa Angola, que bem precisa da atenção e colaboração de todos.



http://jornaldeangola.sapo.ao/18/72/...iras_nacionais
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Moxico

15-03-2010 12:29

Angop



SME regista diminuição de infracções migratórias na fronteira



Luena - Os Serviços de Migração e Estrangeiros (SME) no Moxico registaram em Fevereiro último 11 infracções migratórias, menos 12 que no mês anterior, soube hoje, segunda-feira, a Angop.

Segundo o chefe de Informação e Análise, Costa Mariti Fernando, os infractores foram oito cidadãos do Congo Democrático e três zambianos, que entraram de forma ilegal em Angola e repatriados para os seus países, através dos postos fronteiriços do Luau e Luhuza (Alto-Zambeze), respectivamente.

A fonte informou por outro lado que, no período em balanço os SME receberam 97 solicitações de passaportes normais, dos quais, 83 já emitidos e entregues aos requerentes.

A província do Moxico partilha mil e 77 quilómetros de fronteira terrestre e fluvial com as Repúblicas do Congo Democrático e da Zâmbia.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...43d67cc8a.html
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Old March 15th, 2010, 03:59 PM   #79
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Lunda Sul

15-03-2010 11:05

Angop



Polícia chamada a redobrar a vigilância na fronteira com a RDC



Saurimo - A governadora provincial da Lunda Sul, Cândida Narciso, apelou, em Saurimo, à Polícia de Guarda Fronteira e ao Serviço de Migração e Estrangeiros para o redobrar de esforços na vigilância da fronteira com a República Democrática do Congo, a fim de prevenir-se a entrada ilegal de estrangeiros.

Cândida Narciso procedia à abertura, sábado, do II Conselho Consultivo Alargado da Polícia na Lunda Sul, tendo sublinhado que o objectivo perverso das violações é invadir as áreas de exploração de diamantes, submetendo-as ao garimpo ilegal e desenfreado, tão prejudicial à economia nacional e à vida socioeconómica do país.

Para o efeito, realçou a necessidade de prestar-se mais e melhor assistência aos efectivos destacados nos postos fronteiriços.

A governadora manifestou-se igualmente preocupada com os sinistros e calamidades naturais, que têm criado muitos constrangimentos às populações na província e no país em geral, pelo que, augurou que o Conselho Consultivo preconize as melhores vias e soluções tendentes à assistência oportuna e cabal às vítimas.

Outro fenómeno que tem preocupado às autoridades actualmente, referiu, é o relacionado com suicídios, pelo que solicitou aos operativos a debruçarem-se também sobre a matéria, com vista a identificarem-se as causas que levam as pessoas a enveredar por esta prática.

“Nos últimos tempos, este mal tem criado desgraças a muitas famílias angolanas”, disse.

Cândida Narciso alertou ao rigor na observância do cumprimento do novo código de estrada em vigor no país, porquanto a sinistralidade na via pública está a ceifar muitas vidas, não poucas vezes devido à inobservância das normas elementares do código.

Manifestou, por outro lado, o seu reconhecimento pelo trabalho meritório da polícia na Lunda Sul, consubstanciado nos níveis baixos de criminalidade e pela criatividade, dinamismo e humanização, bem como a busca constante e permanente da melhoria das condições de trabalho para os efectivos.

O Conselho Consultivo analisou o relatório de balanço da situação operativa e delituosa referente ao período de 30 de Abril de 2009 a 10 de Março de 2010, o grau de cumprimento das orientações saídas do primeiro encontro e reflectiu sobre as condições de trabalho dos órgãos do comando provincial da corporação.


http://www.portalangop.co.ao/motix/p...38ccbf620.html
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Old March 18th, 2010, 04:49 AM   #80
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16 de Março, 2010

Angop



Infracções migratórias diminuem no Moxico



Os Serviços de Migração e Estrangeiros (SME) no Moxico registaram, em Fevereiro, 11 infracções migratórias, menos 12 que no mês anterior, soube ontem a Angop. Segundo o chefe de Informação e Análise, Costa Mariti Fernando, os infractores foram oito cidadãos do Congo Democrático e três zambianos, que entraram de forma ilegal em Angola.

http://jornaldeangola.sapo.ao/14/21/...nuem_no_moxico
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