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#21 | |
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My City = No Trains :'(
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1989-2002: A Vida Como Ela É As obras da Ferrovia do Aço finalmente haviam sido concretizadas, ainda que algo mutiladas. Restavam, contudo, algumas pendências a ser resolvidas, algumas vitais para sua entrada em operação comercial. O primeiro problema era: o que fazer com o material destinado à sua eletrificação, uma vez que sua implantação se tornava cada vez mais improvável? A edição de abril de 1989 da Revista Ferroviária aproveitou a oportunidade do anúncio do final das obras da Ferrovia do Aço para fazer um balanço sobre a situação de sua eletrificação. Naquela época cerca de 137 milhões de sólares em equipamentos importados da Inglaterra encontravam-se estocados num armazém de 13.000 m2 da AGEF na cidade de Cruzeiro (SP) há cerca de sete anos, aguardando a implantação da eletrificação na Ferrovia do Aço - que custaria, no mínimo, mais 150 milhões de dólares. Dadas as suas especificações bastante particulares esse material é praticamente inservível para outras ferrovias: 22 transformadores pesando 38 toneladas cada um, 1800 caixas contendo transformadores de potência, disjuntores e painéis de controle e 1241 caixas de ferragens diversas. Havia também cinco toneladas de cabos de cobre, e um total de 870 t de semi-produtos para a trefilação de cabos, divididos em 360 t de barras de cobre e 530 t de lingotes de alumínio. Outras 1365 caixas continham 219 motores para locomotivas, sendo que para cada locomotiva foram computados seis unidades mais nove sobressalentes, mais alternadores, pantógrafos, equipamentos eletrônicos de controle e tonéis de óleo para motor. A tabela abaixo discrimina os detalhes dos equipamentos disponíveis na época: Discriminação Número de Volumes Itens Valor [US$ milhões] Cabos e Acessórios 3 Bobinas, 46 Caixas, 4 Prateleiras Cabos de Telecomunicações 591,83 Telecomunicações 17 Caixas Equipamentos de Telefonia Operacional 2.399,44 Sinalização 114 Caixas Máquinas de Chave, Sinais e Relés 32.746,13 Rede Aérea 5 t de Cabos de Cobre 2.850 Barras de Cobre (340 t) 1.148 Lingotes de Alumínio (580 t) 128 Bobinas de Alumoweld 1.241 caixas Matéria-Prima para Trefilação de Cabos e Fios, Chaves e Ferragens 10.359,96 Subestações 22 Transformadores 1.800 Caixas Transformadores de Potência Disjuntores Painéis de Controle 30.553,60 Tração 1.365 Caixas Motores Alternadores Pantógrafos Equipamentos Eletrônicos de Controle 56.308,19 Total 133.009,14 ![]() Motor para locomotiva elétrica, fabricado pela G.E.C., estocado no armazém da AGEF em Cruzeiro (SP). Foto da edição de Abril de 1989 da Revista Ferroviária. ![]() Peças sensíveis diversas, acondicionadas em embalagens anti-umidade, estocadas no armazém da AGEF em Cruzeiro (SP). Foto da edição de Abril de 1989 da Revista Ferroviária. ![]() Transformadores pesados, de 38 t cada, estocados no armazém da AGEF em Cruzeiro (SP). Foto da edição de Abril de 1989 da Revista Ferroviária ![]() Composição carregada de minério de ferro saindo do túnel dos Cabritos na Ferrovia do Aço, juntamente com uma enorme quantidade de fumaça decorrente da queima de combustível pelas locomotivas diesel-elétricas. Note-se que na saída desse túnel há um portão, o qual permanece fechado durante a passagem do trem pelo mesmo. Dessa forma, o ar fresco aprisionado no interior da porção do túnel a ser atravessada pela composição não pode sair por essa abertura, deslocando-se então rumo ao trem e removendo, de forma segura, os fumos gerados pelos motores diesel, que saem pela outra entrada do túnel. O portão é aberto segundos antes da saída das locomotivas. Foto de José Henrique Bellório tirada em setembro de 1998. Eletrificação da Ferrovia do Aço © Antonio Augusto Gorni http://www.tsfr.org/~efbrazil/electr...otor_loco.html http://www.tsfr.org/~efbrazil/electr...aco/pecas.html http://www.tsfr.org/~efbrazil/electr...ansformer.html http://www.tsfr.org/~efbrazil/electr..._cabritos.html Alguém sabe que modelos são essas locomotivas em Cruzeiro? E porque alguns túneis tem duas vias de trilhos e outros só uma?
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# # Aquele Que Esquece Sua História Estará Condenado A Vivenciá-la Novamente # # Last edited by # Freeman Fepasa #; December 25th, 2009 at 04:01 AM. |
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#22 |
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My City = No Trains :'(
Join Date: Apr 2009
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...Em 1976 foi assinado formalmente o contrato das obras e equipamentos para a eletrificação e sinalização da Ferrovia do Aço entre a ENGEFER e a GEC Transportation Projects Ltd no valor de 149 milhões de libras (ou 262 milhões de dólares). O objetivo inicial era ter todas as locomotivas operacionais em dezembro de 1983, de forma que a tração elétrica estivesse plenamente viabilizada pelo menos entre o trecho Saudade-Bom Jardim de Minas assim que a ferrovia estivesse pronta, já que a tração elétrica nesse trecho teria importância fundamental, como já foi visto anteriormente.
Nesse mesmo ano começaram os primeiros sintomas de crise econômica, com a persistente elevação dos índices inflacionários. O controle da inflação tornou necessário reduzir os gastos governamentais, inclusive na Ferrovia do Aço. O ritmo das obras, que era bastante intenso, foi bastante reduzido a partir de fevereiro de 1977, tornando impossível cumprir o famoso prazo de mil dias para conclusão das obras. Na verdade era o fim da era do Milagre Econômico e o desempenho da economia brasileira jamais seria o mesmo. A situação econômica foi gradativamente piorando e as obras foram suspensas em 1978... ...O ritmo do empreendimento, contudo, não era mais o mesmo, tornando-se extremamente lento a partir de outubro de 1982. Ironicamente, nesse mesmo ano chegaram os primeiros lotes de equipamentos para a eletrificação previstos no contrato de 1976 com a GEC. A grave crise financeira de 1983 só agravou o quadro, levando à paralisação total da construção da Ferrovia do Aço no ano seguinte... ...Viadutos inacabados, túneis inúteis e acampamentos de empreiteiras repletos de máquinas abandonadas, tudo se degradando à ação do tempo, pontilharam a paisagem no sul de Minas por vários anos ao longo das décadas de 1970 e 1980, ilustrando clamorosamente o fracasso do empreendimento. Haviam sido gastos 1,9 bilhões de dólares, sendo cerca de meio bilhão somente no contrato de eletrificação. Somente então as críticas ao projeto da Ferrovia do Aço começaram a aflorar, favorecidas pelo ambiente cada vez mais livre reinante no país... ...Enquanto isso os materiais destinados à eletrificação continuavam chegando ao Brasil. Até 1988 a GEC já tinha fornecido o equivalente a 190 milhões de dólares em componentes diversos. Os equipamentos de telecomunicação e sinalização foram eftivamente usados na Ferrovia do Aço. Contudo, uma vez que as perspectivas de implantação da eletrificação eram cada vez menores resolveu-se aproveitar parte do material especificamente destinado a ela em outras obras ferroviárias governamentais.Materiais para a rede aérea de contato e subestações originalmente fornecidos para a Ferrovia do Aço foram usados no metrô do Recife e nas linhas suburbanas da C.B.T.U. do Rio de Janeiro e São Paulo. Todo o equipamento efetivamente aproveitado foi avaliado em 57 milhões de dólares... Pelo menos as obras da construção civil da Ferrovia do Aço retomaram o ritmo e seguiram sem interrupções até seu término. No dia 14 de abril de 1989 as duas frentes de obras se encontraram no km 138 + 965 m da ferrovia, no município mineiro de Madre Deus, finalmente permitindo a circulação de trens na Ferrovia do Aço, após 14 anos de obras. A chamada Ferrovia dos Mil Dias tinha se tornado, na verdade, a Ferrovia dos 5.098 Dias. A conclusão da superestrutura e a entrada em operação comercial ocorreram no mês de julho seguinte... http://www.tsfr.org/~efbrazil/electro/ferroaco.html
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# # Aquele Que Esquece Sua História Estará Condenado A Vivenciá-la Novamente # # |
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#23 |
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Já passei por estes túneis perto de BH há muuuitos anos, mas não tenho a menor idéia de onde foram parar as fotos (se é que cheguei a tirar, nem lembro...)
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Brian: You don't need to follow me, you don't need to follow anybody! You've got to think for your selves! You're all individuals! The Crowd: Yes! We're all individuals! Brian: You're all different! The Crowd: Yes! We're all different! Man in crowd: I'm not... The Crowd: Schhh!!! |
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#24 | |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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, tinha um porteiro que abria o portão quando o trem estava a 200 metros de distância, lógico que os porteiros cochilavam e os trens rebentavam o portão .Mas com a chegada das AC-44i da MRS o portão não tinha mais utilidade. E só para exemplificar o "defletores" tem duas fotos no meu orkut uma locomotiva com defletor e sem defletor: sem defletor: ![]() com defletor :
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#25 | |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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A Ferrovia não é duplicada, ela possuí "pátios de cruzamento" se não me engano são 35 para cruzamento e 2 para troca de equipagem o P1-07 em FJC (João carlos Guedes) e FOJ(Bom Jardim de minas).
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#26 |
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a solução foi colocar um portão na extremidade do túnel, assim o ar se deslocava no sentido contrário, resfriando as lomotivas., tinha um porteiro que abria o portão quando o trem estava a 200 metros de distância, lógico que os porteiros cochilavam e os trens rebentavam o portão.
Típica solução de padrão africano subsaariano de quarto mundo de qualidade em transportes. Portão de madeira em túnel... ainda bem que eliminaram o uso de algo tão primitivo como isso. |
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#27 | |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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Todos os países de primeiro mundo e em sua maioria a frota de locomotivas é diesel-elétricas.
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#28 |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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Alguns videos gravados na ferrovia do aço:
Esse é clássico, reparem a velocidade, aquinãotem CPTM pra fazer restrição: ![]() ![]() ![]() http://www.youtube.com/watch?v=xXfb5AHpZ-w Tunelão http://www.youtube.com/watch?v=tu_de...eature=related trem com restrição: http://www.youtube.com/watch?v=y9Jh6...eature=related retorno das "escoteiras" após um auxílio como helper: http://www.youtube.com/watch?v=xpJTO...eature=related Viadutos da ferrovia do aço: http://www.youtube.com/watch?v=VOtRD...eature=related TRACK STAR na Ferrovia do aço: http://www.youtube.com/watch?v=Dt31M...eature=related 70 km/h no W na ferrovia do aço, VMA=70km/h: http://www.youtube.com/watch?v=7AFBmE_CRQM
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#29 |
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Eu me referia ao portãozinho de madeira...
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#30 |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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Mas é o sobre o portão que eu me referia, tinha um na rota "terrachapi pass" (acho que é isso que aparece no "microsoft train simulator").![]() Desconheço outra ferrovia no mundo com essa infra-estrutura pensada exclusivamente para cargas. ![]() Você viu os videos?
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#31 |
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Join Date: Aug 2008
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Sim.
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#32 | |
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Rômulo
Join Date: Mar 2010
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#33 |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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É eu sei e também posteia foto da "G.E.C. E9 usuadas pela South African Railway´s", esse tópico do Renan no TGVBR é mais novo que esse aqui no SSC.
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#34 |
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landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
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Aproveitando o Thread, mais algumas fotos:
GM EMD SD-38 em um trem de via permanente no viaduto em Jeceaba: ![]() Trecho próximo a cachoeira escura, na parte mineira da serra da mantiqueira: ![]() ![]() Também na serra da mantiqueira, próximo a cidade de Passa Vinte/MG, seqüência de 3 viadutos e um túnel, um minério com 134 vagões de minério, 16 mil toneladas, foto da Máfia:
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#35 |
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CEFET-MG - Rodrigo Cunha
Join Date: May 2011
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Alguém pode me dizer, no projeto, onde será o fim desta Ferrovia, em Belo Horizonte?
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Estudante Técnico em Transportes e Trânsito - Módulo IV/IV |
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#36 |
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Crucismogiensis
Join Date: May 2006
Location: Mogi das Cruzes/SP - Brasil
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alguém sabe onde ela acabaria em Belo Horizonte?
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#37 | |
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landrail
Join Date: Apr 2008
Location: Contagem - região metropolitana BH - MG
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Marzagão e seria construída uma alça para ligar a Ferrovia do Aço e as linhas da FCA que passam em baixo: ![]() ![]() ![]()
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#38 |
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CEFET-MG - Rodrigo Cunha
Join Date: May 2011
Location: Belo Horizonte, MG
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Bom, então a FCA não deve ter interesse algum, só seria mais um empecilho, pois seria um novo meio dos trens da MRS chegarem ao pátio do Horto.
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Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET-MG
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#39 |
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Registered User
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#40 | |
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landrail
Join Date: Apr 2008
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Só para se ter uma idéia domingo percorri algumas estações entre Vespasiano e Pedro Leopoldo, segundo um amigo que foi na incursão e passou pelo Horto tinha um trem de cimento da MRS, isso por volta das 07:00, acompanhamos a chegada dele na holcim em pedro Leopoldo por volta de 12:30, esse tempo enorme para percorrer só 50 km.
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