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Testing Here is where you can play around with some of the options and codes

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Old February 16th, 2010, 11:44 PM   #41
IvoJP
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Café Parahyba Notícias - II Edição









Etimologia e História


Segundo o Dicionário Houaiss, o etimologista Antenor Nascentes determina a origem do nome do estado nos termos do tupi-guarani pa’ra (rio) e a'iba (ruim, impraticável). Entretanto, outras fontes acreditam que essa mesma palavra provém do nome indígena para a árvore Simarouba versicolor, que floresce abundantemente na região e é popularmente denominada pau-paraíba. A terceira versão estabelece que o significado é de fato "Rio que é braço de mar" (pará-ibá).

Formação Histórica

A colonização portuguesa na área hoje ocupada pelo Estado da Paraíba foi dificultada pela presença dos franceses, que ocuparam a região no início do século XVI. Em 1585, o português João Tavares construiu, na foz do rio Paraíba, o Forte São Felipe, para defender a área dos ataques dos franceses. Nesse local teve origem a cidade que hoje é a capital do Estado. Em 1634, a região foi tomada por holandeses, que ali permaneceram por 20 anos, quando foram expulsos por André Vidal de Negreiros. Paralelamente a estes conflitos ocorriam permanentes batalhas com os índios, entre tentativas de aprisionamento dos nativos e revoltas destes.
Os paraibanos participaram ativamente da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador, em 1824. O primeiro movimento constituiu-se uma revolta de proprietários rurais, do clero e de comerciantes, contra militares e comerciantes portugueses vinculados ao grande comércio de importação e exportação, em um período de instabilidade econômica por que passou Pernambuco, devido ao mau desempenho da indústria açucareira. A insatisfação popular decorrente do aumento de impostos traduziu-se em revolta contra a corte portuguesa e apoio ao movimento, que resultou na organização do primeiro governo brasileiro independente, com a proclamação de uma República. Os revoltosos, no entanto, foram derrotados pelas tropas de D. João VI em 19 de maio de 1817. A Confederação do Equador foi um movimento liderado por liberais pernambucanos que se recusaram a aceitar a Constituição outorgada pelo Imperador e sua política centralizadora. Decididos a defender a autonomia da região, os revoltosos, liderados por Augustinho Bezerra e Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, proclamaram uma república independente, organizada sob a forma federalista. O movimento foi derrotado e seus líderes condenados à morte em 1825.
Teve origem no Estado da Paraíba um dos pretextos para o desencadeamento da Revolução de 1930 no País, o assassinato do Governador João Pessoa de Albuquerque, então indicado como candidato a vice-presidente da República na chapa de Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal.






As bandeiras da Paraíba




Primeira bandeira da Paraíba que foi usada até 1930.



Atual Bandeira


A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira foi idealizada nas cores vermelha e preta, sendo que o vermelho representa a cor da Aliança Liberal e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "NEGO" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular, remetendo à não aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís


Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do estado, Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3919, como "Bandeira do Négo" (à época ainda com acento agudo na letra "e").

O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços. Existem movimentos correntes hoje em dia que tentam mudar a bandeira do estado assim como o nome da capital[3], ou ao menos recuperar a nomeclatura da capital a bandeira originais, pois foram alterados na época da morte do político João Pessoa, morte esta que causou grande comoção em todo o país, levando a visíveis manobras políticas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas.



1 - Divisão Geopolítica da PB




1.1 Localização


A Paraíba se encontra localizada no leste da região Nordeste. Com uma área de 56.584,6 Km², o Estado se caracteriza como um dos menores do país.
Por ser cortado pelo Planalto da Borborema, a região sertaneja do Estado possui um clima extremamente seco, característico do sertão nordestino. Isso ocorre porque o Planalto da Borborema impede a passagem de massas de ar que iriam provocar chuvas no interior.


1.2 Limites


A Paraíba possui, entre seus extremos, a Ponta do Seixas, importante ponto turístico da capital do Estado. Localizada na praia do Cabo Branco, a Ponta do Seixas é o local que marca o ponto mais oriental das Américas. Este local marca o limite do Estado para o leste, onde o mesmo se encontra com o Oceano Atlântico.

Já à oeste, a Paraíba se limita com o Estado do Ceará. Ao norte, o Estado se limita com o Rio Grande do Norte. Finalmente, ao sul, a Paraíba se limita com o Estado de Pernambuco.


1.3 Microregiões


Microregiões Homogêneas
Catolé do Rocha 2.952 Km²
Seridó Paraibano 2.669 Km²
Curimataú 2.755 Km²
Piemente da Borborema 2.345 Km²
Litoral da Borborema 2.345 Km²
Sertão de Cajazeiras 5.567 Km²
Depressão do Alto Piranhas 12.409 Km²
Brejo Paraibano 1.105 Km²
Agro Pastoral do Alto Paraíba 1.698 Km²
Serra do Teixeira 3.043 Km²


1.4 Relevo


As terras que formam a Paraíba não apresentam a mesma forma em todo o Estado. A baixada litorânea possui altitudes que variam entre 0 e 10 metros e tem as seguintes formas de relevo:


I - As praias
Depósitos arenosos ou terras de várzeas, que ficam junto às embocaduras dos rios que lançam suas águas no Oceano Atlântico.

II - Restingas
Depósitos arenosos em forma de língua ou flecha.

III - Dunas
São montes de areia formados pela ação dos ventos.

IV- Mangues
São planícies de marés com vegetação formada por árvores e arbustos.

Os tabuleiros variam de altitude de 20 a 30 metros, havendo alguns com até 200 m. São formados pelo acumulo de terras provenientes de lugares mais altos. São terras altamente férteis e próprias para o cultivo da cana-de-açúcar.
As planícies aluviais correspondem aos grandes vales formados pelos rios Paraíba e Mamanguape, que cortam os tabuleiros.

O Planalto da Borborema constitui a parte mais elevado do relevo paraibano, cruza a Paraíba de Nordeste a Sudeste, com presença de várias serras, com altitude variando entre 500 e 650 metros. Entre as principais serras, podemos destacar a da Araruna, Viração, Caturité, Teixeira, Comissária e outras.

Na Serra de Teixeira fica o Pico do Jabre, o ponto mais elevado da Paraíba, com mais de 1.000 metros de altitude.

A depressão sertaneja se inicia em Patos, após a serra da viração. Constituem um conjunto de terras baixas, ocupando uma área extensa entre a Borborema e as terras situadas nos estados vizinhos.


1.5 Clima


A Paraíba situa-se à faixa tropical do hemisfério sul, pois está a uma latitude de 7° próximo ao Equador, porém existem desvios significativos no sentido leste-oeste dos ventos, provocados pelas regiões planálticas.

A região situada próximo ao Equador recebe uma alta radiação energética, que corresponde a 3.000 horas de insolação anual, determinando um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 26°C. Percebe-se também pequenas diferenças térmicas influenciadas pelo relevo.

A Paraíba situa-se dentro das faixas dos ventos do Sudeste (alísios), porém estes ventos sofrem desvios relevantes devido à presença de áreas serranas, mais ou menos transversais à direção destes ventos, o que evidenciam sobre a força e a continuidade da massa de ar. Este fato determina uma zona de chuvas abundantes na parte oriental, no inverno; uma zona de chuvas escassas na parte central, no verão e uma zona de chuvas menos escassas na parte ocidental no verão e outono.

O total pluviométrico de 400 a 1.000 mm, juntamente com o período de seca, possuem grande influência na atividade agropecuária da Paraíba.

Podemos concluir que as regiões mais próximas do mar estão sob o domínio do clima quente e úmido. A partir que distanciam-se do litoral as regiões passam a ter o predomínio de climas quentes e secos.


1.6 Hidrografia


A mais forte característica dos rios paraibanos é o fato de a maioria serem temporários, ou seja, diminuem bastante de volume ou mesmo secam nos períodos de saca, principalmente no sertão, o que complica a agricultura na região.

As principais bacias hidrográficas da Paraíba são a do rio Piranhas, a do Paraíba, a do Curimataú, a do Camaratuba, a do Mamanguape, a do Miriri, a do Gramame e a do Abiaí.

A principal bacia de todas é a do rio Piranhas, que nasce na serra do Bongá, na fronteira com o Estado do Ceará. Ele tem uma relevante importância para o Estado, uma vez que através da barragem de Mãe D'Água, em Coremas, viabiliza a irrigação de muitas terras.

O Rio Paraíba, o mais famoso do Estado, nasce na serra de Jabitacá, em Monteiro, no Planalto da Borborema.



1.7 População


No final da década de 70 e início de 80, a Paraíba possuía uma população de 2.770.176 habitantes. Um novo recenseamento, realizado em 1996, revelou uma população total de 3.305.562 habitantes, sendo 1.598.372 homens e 1.707.190 mulheres.

A população descendo do elemento branco, que era o português colonizador, do negro, procedente da África como escravo para trabalhar na agricultura, e o índio, de origem local.

A população é essencialmente mestiça, resultante da miscigenação dos três grupos étnicos:


Mulato - Mistura do branco com o negro. Predominante no litoral do Estado;
Caboclo - Mistura do branco com o índio, predominante no interior do Estado;
O cafuzo - Mistura do negro com o índio. Este é mais raro.

A Paraíba ocupa o 4° lugar no Nordeste em população absoluta, com uma densidade demográfica de 58,63 hab/Km².

O litoral tem as maiores densidades do Estado, com 300 hab/Km², observados na grande João Pessoa, por ser uma área mais urbanizada e polarizadora. O Agreste e o Brejo vêm depois com densidades entre100 e 300 hab/Km², seguido do Sertão, com densidades entre 10 e 25 hab/Km², elevando-se para 50 hab/Km² em algumas regiões urbanas.

Em 1970, a população paraibana se encontrava, na sua maioria, no campo. Havia 58% de habitantes no campo, contra 42% nas cidades. Em 1980, o quadro já havia se invertido (42% rural e 58% urbana). Essa mudança, que ocorreu em todo o país nesse período e que tende a evoluir, é proveniente do êxodo rural, onde famílias inteiras saem do campo e vão para as cidades a procura de melhores condições de vida.

Entre os anos de 70 e 80, houve redução de pessoas no setor primário, de 64,83% para 49,99%, o que só veio a confirmar a transferência da população do campo para as cidades. Durante este período, verificou-se um crescimento do setor terciário, de 26,44% para 36,96%. Isto se justifica pelo fato de as pessoas provenientes do campo trabalharem nas cidades justamente neste setor.

De acordo com o censo de 1980, 54,5% da população possuía entre 0 e 19 anos, 37,8% entre 20 e 59 anos e 7,7% com 60 anos ou mais.

Já o censo de 1989 mostrou um declínio da população jovem para 48,4%, o aumento da população adulta para 42,2% e dos idosos para 9,4%.


2 - Paraíba Atual


2.1 Aspectos Políticos

Por toda parte, dentro da Paraíba, existem análogos problemas de seca, condições sociais e similares. As razões de existência dos "chefes políticos" não diferem muito entre si, pelo menos quando se toma a situação como um todo. Os fenômenos de independência constatados na Paraíba correspondem à existência de aglomerações relativamente pequenas.

O problema das cidades ganha relevo na análise política. A síntese dos diferentes elementos, que são as cidades e campo, os "chefes políticos" e os eleitores, afasta-se ainda mais do esquema traçado para a Paraíba. Neste Estado, os partidos políticos são conseqüência de uma certa situação de fato, histórica e contingente.


2.2 Aspectos Econômicos


Sob o ponto de vista econômico, considerando a P.E.A. (população economicamente ativa) correspondente aos setores econômicos, percebe-se que está ocorrendo uma redução no número de pessoas ocupando o setor primário paraibano, o que confirma a saída da população do campo. Enquanto isso, nas cidades, o setor terciário está sofrendo aumento gradativo, ao receber a população proveniente do setor primário.

A debilidade da indústria no Estado mostrou uma redução nos percentuais da população pertencente ao setor secundário entre as décadas de 70 e 80. A indústria, em 1995, teve uma crescimento de 7,7% e sua produção de 2,6%, que por pouco não se nivelou ao crescimento líquido demográfico.

Apesar da população paraibana continuar participando cada vez menos do setor primário, este ainda representa a base da economia do Estado. Os principais produtos agrícolas paraibanos são:

Abacaxi - Sobre o qual a Paraíba se destaca como o maior produtor, tendo grande importância para a exportação. O abacaxi é cultivado em Sapé, Mari e Mamanguape.
Sisal - Nos anos 50 e 60 foi o principal produto agrícola paraibano. Hoje ocupa o terceiro lugar na exportação estadual.
Cana-de-açúcar - Possui grande importância econômica, pois dela se fabrica o álcool usado como combustível. As principais áreas de cultivo são os vales, os tabuleiros e o litoral.
Algodão - Na região sertaneja, ocupa lugar de destaque. Essa cultura já representou o principal produto agrícola paraibano.
Mandioca, milho e feijão - São culturas de subsistência.

Na produção animal, destacamos os rebanhos:

Bovino - Sua produção se destina basicamente a alimentação local. Localiza-se mais intensamente no Agreste e no Sertão.
Suíno - Com a melhoria das técnicas de criação, o rebanho vem apresentando um crescimento. Localiza-se no Cariri e no Sertão.
Caprinos e Ovinos - Fornece carne e leite. Localiza-se nos Cariris e no Sertão.
Eqüinos, Asininos e Muares> Destinados ao transporte.

Percebe-se que a pecuária é praticada de forma extensiva na Paraíba.


2.3 Aspectos Sociais

Nosso povo surgiu na mistura das raças branca, negra e índia. Esta última já habitava a região.

A população da Paraíba é essencialmente mestiça, o que resulta da união de três etnias: a mulata, a cabocla e a cafuza.

A Paraíba é o Estado mais pobre do Brasil, mas atualmente o governo do estadual está com a iniciativa de gerar empregos, trazendo indústrias do sul do país como, por exemplo, podemos citar a Embratex (indústria têxtil implantada em Campina Grande).


2.4 Aspectos Religiosos


Na Paraíba existem várias religiões, porém o Catolicismo é a predominante. O protestantismo vem crescendo muito nos últimos tempos e cada vez mais atrai adeptos da Igreja Católica. Par evitar isso, os carismáticos vêm se esforçando para buscar jovens, a fim de mostrar-lhes um catolicismo mais atrativo e que possa chamar-lhes a atenção.

Existem Igrejas Protestantes, como por exemplo a Universal do Reino de Deus, que podem ser consideradas como "comerciantes", pelo fato de exigirem dinheiro de seus fiéis. Este tipo de Igreja tem obtido um sucesso e uma divulgação impressionantes, já que são bastante difundidas pelos meios de comunicação.

Além da Igreja Universal do Reino de Deus, há outras Igrejas protestantes, também bastante difundidas, como a Igreja Presbiteriana e a Assembléia de Deus.

Além dessas Igrejas citadas existem outras com um número menor de adeptos, e outras que são consideradas seitas, tais como Umbanda, Igreja Messiânica e Borboleta Azul. Estão presentes também a doutrina espírita, a Gnose (controle da mente), Igreja dos Mormos, bem como Escolas Iniciáticas, como a Ordem Rosa Cruz e a Ordem Maçônica, além de uma série de outras instituições menos significativas.



2.5 Aspectos Culturais


Folclore
As manifestações folclóricas e populares existem em grande quantidade na Paraíba. Tais manifestações fazem parte da cultura do Estado paraibano.
Dentre estes acontecimentos, podemos citar:festas de padroeiro, festas natalinas, festas juninas, casamentos, batizados, noivados, festas de ano novo, festas de caráter religioso, vaquejadas, exposições agropecuárias, festas do calendário cívico, entre outras.


Artesanato
Literatura transmitida de pessoa a pessoa, que se conserva na memória do povo. Fazem parte desta literatura: as anedotas, a cantoria de viola, a glosa, a parlenda, o folheto de cordel, o provérbio, advinha, etc.
Anedota - Tipo de estória curta, que tem por finalidade provocar risos em alguém.
Cantoria - Atividade própria do poeta-cantador. A cantoria sofreu codificações desde o seu surgimento até hoje, e atrai muitas pessoa para vê-la.
Parlenda - Poema feito em versos curtos, geralmente utilizados para distrais crianças.
Provérbio - Sentença breve, criada pelo povo. Tem por finalidade mostrar a experiência humana.
Advinha - Tipo de passatempo divertido.
Festas Populares
Na Paraíba, as festas cívicas e populares são comemoradas pela população com grande entusiasmo.

Os paraibanos aprenderam a festejar acontecimentos religiosos com os portugueses, tendo influência também dos indígenas.

Os festejos populares realizados em homenagem aos padroeiros servem para reencontrar pessoas que não se vinham a muito tempo, especialmente familiares que vêm de outras localidades para fazer uma visita à sua terra natal. Esses festejos também servem para o divertimento da população.

As principais festas populares são:

Festa de Nossa Senhora das Neves e Festa de Nossa Senhora da Penha, ambas comemoradas em João Pessoa;
São João e Micarande, festas populares comemoradas em Campina Grande, que atraem turistas de todo o país;
Festa da Luz, em Guarabira;
Festa da Guia, em Patos;
Festa do Rosário, que ocorre em Pombal e Santa Luzia.



Alguns vídeos:






Paraíba








Sitios pesquisados:
www.mre.gov.br
http://www.marcoslacerdapb.hpg.ig.co...riaparaiba.htm
http://www.portalparaiba.com
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João Pessoa 427 Anos (1585-2012)
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Old February 17th, 2010, 04:53 AM   #42
KarlArgelino
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chackra CHACKRA
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Old February 18th, 2010, 12:16 AM   #43
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Testando

Cultura
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4º Encontro Amigos da Torá foi sucesso. Organização quer ampliar evento para 2011


Terminou na noite desta terça-feira (16) o 4º Encontro dos Amigos da Torá, realizado no Museu de Artes Assis Chateaubriand, no Açude Novo, em Campina Grande (PB). A organização do evento fez uma avaliação muito positiva este ano e já começa a pensar em ampliar a reunião para 2001, quando se pretende acrescentar mais um dia ao encontro, assim como fazer exibições em palcos montados na rua, exibir filmes e difundir cada vez mais a cultura judaica na região.

O encerramento do encontro foi marcado pela grande presença do público de todas as crenças e de todas as idades, e pela palestra do empresário Davi Bem Avrahan, presidente da Associação Amigos da Torá. Ele discorreu sobre o tema: JUDAÍSMO, MAIS QUE UMA RELIGIÃO, UM ESTILO PRÁTICO E ÉTICO DE VIDA!, que foi também o lema do encontro este ano. Outra palestra que chamou a atenção este ano foi a proferida por Flávio Pimentel, na noite de segunda-feira, com o tema O Sacerdócio Secreto dos Essênios. O encontro começou e terminou com apresentações musicais da banda Kol Ivri Hebrew e desejos de paz para todos os povos da terra.

Fonte: http://www.rededenoticias.com/geral/...hive=&ucat=69&
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Campina Grande - Uma cidade Multifacetada

"Eterno Poema de Amor à Beleza"

Meus threads:

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IvoJP
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Etimologia e História


Segundo o Dicionário Houaiss, o etimologista Antenor Nascentes determina a origem do nome do estado nos termos do tupi-guarani pa’ra (rio) e a'iba (ruim, impraticável). Entretanto, outras fontes acreditam que essa mesma palavra provém do nome indígena para a árvore Simarouba versicolor, que floresce abundantemente na região e é popularmente denominada pau-paraíba. A terceira versão estabelece que o significado é de fato "Rio que é braço de mar" (pará-ibá).

Formação Histórica

A colonização portuguesa na área hoje ocupada pelo Estado da Paraíba foi dificultada pela presença dos franceses, que ocuparam a região no início do século XVI. Em 1585, o português João Tavares construiu, na foz do rio Paraíba, o Forte São Felipe, para defender a área dos ataques dos franceses. Nesse local teve origem a cidade que hoje é a capital do Estado. Em 1634, a região foi tomada por holandeses, que ali permaneceram por 20 anos, quando foram expulsos por André Vidal de Negreiros. Paralelamente a estes conflitos ocorriam permanentes batalhas com os índios, entre tentativas de aprisionamento dos nativos e revoltas destes.
Os paraibanos participaram ativamente da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador, em 1824. O primeiro movimento constituiu-se uma revolta de proprietários rurais, do clero e de comerciantes, contra militares e comerciantes portugueses vinculados ao grande comércio de importação e exportação, em um período de instabilidade econômica por que passou Pernambuco, devido ao mau desempenho da indústria açucareira. A insatisfação popular decorrente do aumento de impostos traduziu-se em revolta contra a corte portuguesa e apoio ao movimento, que resultou na organização do primeiro governo brasileiro independente, com a proclamação de uma República. Os revoltosos, no entanto, foram derrotados pelas tropas de D. João VI em 19 de maio de 1817. A Confederação do Equador foi um movimento liderado por liberais pernambucanos que se recusaram a aceitar a Constituição outorgada pelo Imperador e sua política centralizadora. Decididos a defender a autonomia da região, os revoltosos, liderados por Augustinho Bezerra e Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, proclamaram uma república independente, organizada sob a forma federalista. O movimento foi derrotado e seus líderes condenados à morte em 1825.
Teve origem no Estado da Paraíba um dos pretextos para o desencadeamento da Revolução de 1930 no País, o assassinato do Governador João Pessoa de Albuquerque, então indicado como candidato a vice-presidente da República na chapa de Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal.






As bandeiras da Paraíba




Primeira bandeira da Paraíba que foi usada até 1930.



Atual Bandeira


A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira foi idealizada nas cores vermelha e preta, sendo que o vermelho representa a cor da Aliança Liberal e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "NEGO" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular, remetendo à não aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís


Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do estado, Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3919, como "Bandeira do Négo" (à época ainda com acento agudo na letra "e").

O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços. Existem movimentos correntes hoje em dia que tentam mudar a bandeira do estado assim como o nome da capital[3], ou ao menos recuperar a nomeclatura da capital a bandeira originais, pois foram alterados na época da morte do político João Pessoa, morte esta que causou grande comoção em todo o país, levando a visíveis manobras políticas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas.



1 - Divisão Geopolítica da PB




1.1 Localização


A Paraíba se encontra localizada no leste da região Nordeste. Com uma área de 56.584,6 Km², o Estado se caracteriza como um dos menores do país.
Por ser cortado pelo Planalto da Borborema, a região sertaneja do Estado possui um clima extremamente seco, característico do sertão nordestino. Isso ocorre porque o Planalto da Borborema impede a passagem de massas de ar que iriam provocar chuvas no interior.


1.2 Limites


A Paraíba possui, entre seus extremos, a Ponta do Seixas, importante ponto turístico da capital do Estado. Localizada na praia do Cabo Branco, a Ponta do Seixas é o local que marca o ponto mais oriental das Américas. Este local marca o limite do Estado para o leste, onde o mesmo se encontra com o Oceano Atlântico.

Já à oeste, a Paraíba se limita com o Estado do Ceará. Ao norte, o Estado se limita com o Rio Grande do Norte. Finalmente, ao sul, a Paraíba se limita com o Estado de Pernambuco.


1.3 Microregiões


Microregiões Homogêneas
Catolé do Rocha 2.952 Km²
Seridó Paraibano 2.669 Km²
Curimataú 2.755 Km²
Piemente da Borborema 2.345 Km²
Litoral da Borborema 2.345 Km²
Sertão de Cajazeiras 5.567 Km²
Depressão do Alto Piranhas 12.409 Km²
Brejo Paraibano 1.105 Km²
Agro Pastoral do Alto Paraíba 1.698 Km²
Serra do Teixeira 3.043 Km²


1.4 Relevo


As terras que formam a Paraíba não apresentam a mesma forma em todo o Estado. A baixada litorânea possui altitudes que variam entre 0 e 10 metros e tem as seguintes formas de relevo:


I - As praias
Depósitos arenosos ou terras de várzeas, que ficam junto às embocaduras dos rios que lançam suas águas no Oceano Atlântico.

II - Restingas
Depósitos arenosos em forma de língua ou flecha.

III - Dunas
São montes de areia formados pela ação dos ventos.

IV- Mangues
São planícies de marés com vegetação formada por árvores e arbustos.

Os tabuleiros variam de altitude de 20 a 30 metros, havendo alguns com até 200 m. São formados pelo acumulo de terras provenientes de lugares mais altos. São terras altamente férteis e próprias para o cultivo da cana-de-açúcar.
As planícies aluviais correspondem aos grandes vales formados pelos rios Paraíba e Mamanguape, que cortam os tabuleiros.

O Planalto da Borborema constitui a parte mais elevado do relevo paraibano, cruza a Paraíba de Nordeste a Sudeste, com presença de várias serras, com altitude variando entre 500 e 650 metros. Entre as principais serras, podemos destacar a da Araruna, Viração, Caturité, Teixeira, Comissária e outras.

Na Serra de Teixeira fica o Pico do Jabre, o ponto mais elevado da Paraíba, com mais de 1.000 metros de altitude.

A depressão sertaneja se inicia em Patos, após a serra da viração. Constituem um conjunto de terras baixas, ocupando uma área extensa entre a Borborema e as terras situadas nos estados vizinhos.


1.5 Clima


A Paraíba situa-se à faixa tropical do hemisfério sul, pois está a uma latitude de 7° próximo ao Equador, porém existem desvios significativos no sentido leste-oeste dos ventos, provocados pelas regiões planálticas.

A região situada próximo ao Equador recebe uma alta radiação energética, que corresponde a 3.000 horas de insolação anual, determinando um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 26°C. Percebe-se também pequenas diferenças térmicas influenciadas pelo relevo.

A Paraíba situa-se dentro das faixas dos ventos do Sudeste (alísios), porém estes ventos sofrem desvios relevantes devido à presença de áreas serranas, mais ou menos transversais à direção destes ventos, o que evidenciam sobre a força e a continuidade da massa de ar. Este fato determina uma zona de chuvas abundantes na parte oriental, no inverno; uma zona de chuvas escassas na parte central, no verão e uma zona de chuvas menos escassas na parte ocidental no verão e outono.

O total pluviométrico de 400 a 1.000 mm, juntamente com o período de seca, possuem grande influência na atividade agropecuária da Paraíba.

Podemos concluir que as regiões mais próximas do mar estão sob o domínio do clima quente e úmido. A partir que distanciam-se do litoral as regiões passam a ter o predomínio de climas quentes e secos.


1.6 Hidrografia


A mais forte característica dos rios paraibanos é o fato de a maioria serem temporários, ou seja, diminuem bastante de volume ou mesmo secam nos períodos de saca, principalmente no sertão, o que complica a agricultura na região.

As principais bacias hidrográficas da Paraíba são a do rio Piranhas, a do Paraíba, a do Curimataú, a do Camaratuba, a do Mamanguape, a do Miriri, a do Gramame e a do Abiaí.

A principal bacia de todas é a do rio Piranhas, que nasce na serra do Bongá, na fronteira com o Estado do Ceará. Ele tem uma relevante importância para o Estado, uma vez que através da barragem de Mãe D'Água, em Coremas, viabiliza a irrigação de muitas terras.

O Rio Paraíba, o mais famoso do Estado, nasce na serra de Jabitacá, em Monteiro, no Planalto da Borborema.



1.7 População


No final da década de 70 e início de 80, a Paraíba possuía uma população de 2.770.176 habitantes. Um novo recenseamento, realizado em 1996, revelou uma população total de 3.305.562 habitantes, sendo 1.598.372 homens e 1.707.190 mulheres.

A população descendo do elemento branco, que era o português colonizador, do negro, procedente da África como escravo para trabalhar na agricultura, e o índio, de origem local.

A população é essencialmente mestiça, resultante da miscigenação dos três grupos étnicos:


Mulato - Mistura do branco com o negro. Predominante no litoral do Estado;
Caboclo - Mistura do branco com o índio, predominante no interior do Estado;
O cafuzo - Mistura do negro com o índio. Este é mais raro.

A Paraíba ocupa o 4° lugar no Nordeste em população absoluta, com uma densidade demográfica de 58,63 hab/Km².

O litoral tem as maiores densidades do Estado, com 300 hab/Km², observados na grande João Pessoa, por ser uma área mais urbanizada e polarizadora. O Agreste e o Brejo vêm depois com densidades entre100 e 300 hab/Km², seguido do Sertão, com densidades entre 10 e 25 hab/Km², elevando-se para 50 hab/Km² em algumas regiões urbanas.

Em 1970, a população paraibana se encontrava, na sua maioria, no campo. Havia 58% de habitantes no campo, contra 42% nas cidades. Em 1980, o quadro já havia se invertido (42% rural e 58% urbana). Essa mudança, que ocorreu em todo o país nesse período e que tende a evoluir, é proveniente do êxodo rural, onde famílias inteiras saem do campo e vão para as cidades a procura de melhores condições de vida.

Entre os anos de 70 e 80, houve redução de pessoas no setor primário, de 64,83% para 49,99%, o que só veio a confirmar a transferência da população do campo para as cidades. Durante este período, verificou-se um crescimento do setor terciário, de 26,44% para 36,96%. Isto se justifica pelo fato de as pessoas provenientes do campo trabalharem nas cidades justamente neste setor.

De acordo com o censo de 1980, 54,5% da população possuía entre 0 e 19 anos, 37,8% entre 20 e 59 anos e 7,7% com 60 anos ou mais.

Já o censo de 1989 mostrou um declínio da população jovem para 48,4%, o aumento da população adulta para 42,2% e dos idosos para 9,4%.


2 - Paraíba Atual


2.1 Aspectos Políticos

Por toda parte, dentro da Paraíba, existem análogos problemas de seca, condições sociais e similares. As razões de existência dos "chefes políticos" não diferem muito entre si, pelo menos quando se toma a situação como um todo. Os fenômenos de independência constatados na Paraíba correspondem à existência de aglomerações relativamente pequenas.

O problema das cidades ganha relevo na análise política. A síntese dos diferentes elementos, que são as cidades e campo, os "chefes políticos" e os eleitores, afasta-se ainda mais do esquema traçado para a Paraíba. Neste Estado, os partidos políticos são conseqüência de uma certa situação de fato, histórica e contingente.


2.2 Aspectos Econômicos


Sob o ponto de vista econômico, considerando a P.E.A. (população economicamente ativa) correspondente aos setores econômicos, percebe-se que está ocorrendo uma redução no número de pessoas ocupando o setor primário paraibano, o que confirma a saída da população do campo. Enquanto isso, nas cidades, o setor terciário está sofrendo aumento gradativo, ao receber a população proveniente do setor primário.

A debilidade da indústria no Estado mostrou uma redução nos percentuais da população pertencente ao setor secundário entre as décadas de 70 e 80. A indústria, em 1995, teve uma crescimento de 7,7% e sua produção de 2,6%, que por pouco não se nivelou ao crescimento líquido demográfico.

Apesar da população paraibana continuar participando cada vez menos do setor primário, este ainda representa a base da economia do Estado. Os principais produtos agrícolas paraibanos são:

Abacaxi - Sobre o qual a Paraíba se destaca como o maior produtor, tendo grande importância para a exportação. O abacaxi é cultivado em Sapé, Mari e Mamanguape.
Sisal - Nos anos 50 e 60 foi o principal produto agrícola paraibano. Hoje ocupa o terceiro lugar na exportação estadual.
Cana-de-açúcar - Possui grande importância econômica, pois dela se fabrica o álcool usado como combustível. As principais áreas de cultivo são os vales, os tabuleiros e o litoral.
Algodão - Na região sertaneja, ocupa lugar de destaque. Essa cultura já representou o principal produto agrícola paraibano.
Mandioca, milho e feijão - São culturas de subsistência.

Na produção animal, destacamos os rebanhos:

Bovino - Sua produção se destina basicamente a alimentação local. Localiza-se mais intensamente no Agreste e no Sertão.
Suíno - Com a melhoria das técnicas de criação, o rebanho vem apresentando um crescimento. Localiza-se no Cariri e no Sertão.
Caprinos e Ovinos - Fornece carne e leite. Localiza-se nos Cariris e no Sertão.
Eqüinos, Asininos e Muares> Destinados ao transporte.

Percebe-se que a pecuária é praticada de forma extensiva na Paraíba.


2.3 Aspectos Sociais

Nosso povo surgiu na mistura das raças branca, negra e índia. Esta última já habitava a região.

A população da Paraíba é essencialmente mestiça, o que resulta da união de três etnias: a mulata, a cabocla e a cafuza.

A Paraíba é o Estado mais pobre do Brasil, mas atualmente o governo do estadual está com a iniciativa de gerar empregos, trazendo indústrias do sul do país como, por exemplo, podemos citar a Embratex (indústria têxtil implantada em Campina Grande).


2.4 Aspectos Religiosos


Na Paraíba existem várias religiões, porém o Catolicismo é a predominante. O protestantismo vem crescendo muito nos últimos tempos e cada vez mais atrai adeptos da Igreja Católica. Par evitar isso, os carismáticos vêm se esforçando para buscar jovens, a fim de mostrar-lhes um catolicismo mais atrativo e que possa chamar-lhes a atenção.

Existem Igrejas Protestantes, como por exemplo a Universal do Reino de Deus, que podem ser consideradas como "comerciantes", pelo fato de exigirem dinheiro de seus fiéis. Este tipo de Igreja tem obtido um sucesso e uma divulgação impressionantes, já que são bastante difundidas pelos meios de comunicação.

Além da Igreja Universal do Reino de Deus, há outras Igrejas protestantes, também bastante difundidas, como a Igreja Presbiteriana e a Assembléia de Deus.

Além dessas Igrejas citadas existem outras com um número menor de adeptos, e outras que são consideradas seitas, tais como Umbanda, Igreja Messiânica e Borboleta Azul. Estão presentes também a doutrina espírita, a Gnose (controle da mente), Igreja dos Mormos, bem como Escolas Iniciáticas, como a Ordem Rosa Cruz e a Ordem Maçônica, além de uma série de outras instituições menos significativas.



2.5 Aspectos Culturais


Folclore
As manifestações folclóricas e populares existem em grande quantidade na Paraíba. Tais manifestações fazem parte da cultura do Estado paraibano.
Dentre estes acontecimentos, podemos citar:festas de padroeiro, festas natalinas, festas juninas, casamentos, batizados, noivados, festas de ano novo, festas de caráter religioso, vaquejadas, exposições agropecuárias, festas do calendário cívico, entre outras.


Artesanato
Literatura transmitida de pessoa a pessoa, que se conserva na memória do povo. Fazem parte desta literatura: as anedotas, a cantoria de viola, a glosa, a parlenda, o folheto de cordel, o provérbio, advinha, etc.
Anedota - Tipo de estória curta, que tem por finalidade provocar risos em alguém.
Cantoria - Atividade própria do poeta-cantador. A cantoria sofreu codificações desde o seu surgimento até hoje, e atrai muitas pessoa para vê-la.
Parlenda - Poema feito em versos curtos, geralmente utilizados para distrais crianças.
Provérbio - Sentença breve, criada pelo povo. Tem por finalidade mostrar a experiência humana.
Advinha - Tipo de passatempo divertido.
Festas Populares
Na Paraíba, as festas cívicas e populares são comemoradas pela população com grande entusiasmo.

Os paraibanos aprenderam a festejar acontecimentos religiosos com os portugueses, tendo influência também dos indígenas.

Os festejos populares realizados em homenagem aos padroeiros servem para reencontrar pessoas que não se vinham a muito tempo, especialmente familiares que vêm de outras localidades para fazer uma visita à sua terra natal. Esses festejos também servem para o divertimento da população.

As principais festas populares são:

Festa de Nossa Senhora das Neves e Festa de Nossa Senhora da Penha, ambas comemoradas em João Pessoa;
São João e Micarande, festas populares comemoradas em Campina Grande, que atraem turistas de todo o país;
Festa da Luz, em Guarabira;
Festa da Guia, em Patos;
Festa do Rosário, que ocorre em Pombal e Santa Luzia.



Alguns vídeos:






Paraíba








Sitios pesquisados:
www.mre.gov.br
http://www.marcoslacerdapb.hpg.ig.co...riaparaiba.htm
http://www.portalparaiba.com

ed. cor da fonte
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Old February 18th, 2010, 12:40 AM   #45
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Pois é. Selecioná-las é que tá o problema....
Essa porra do news só sobrou p nós 2. No início todos opinaram, mas na hora de pegar no pesado...
Agora vo ser ditador e fazer do MEU JEITO. Já to puto aqui perdendo meu tempo...
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Old February 18th, 2010, 02:26 AM   #47
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Café Parahyba Notícias - II Edição









Etimologia e História


Segundo o Dicionário Houaiss, o etimologista Antenor Nascentes determina a origem do nome do estado nos termos do tupi-guarani pa’ra (rio) e a'iba (ruim, impraticável). Entretanto, outras fontes acreditam que essa mesma palavra provém do nome indígena para a árvore Simarouba versicolor, que floresce abundantemente na região e é popularmente denominada pau-paraíba. A terceira versão estabelece que o significado é de fato "Rio que é braço de mar" (pará-ibá).

Formação Histórica

A colonização portuguesa na área hoje ocupada pelo Estado da Paraíba foi dificultada pela presença dos franceses, que ocuparam a região no início do século XVI. Em 1585, o português João Tavares construiu, na foz do rio Paraíba, o Forte São Felipe, para defender a área dos ataques dos franceses. Nesse local teve origem a cidade que hoje é a capital do Estado. Em 1634, a região foi tomada por holandeses, que ali permaneceram por 20 anos, quando foram expulsos por André Vidal de Negreiros. Paralelamente a estes conflitos ocorriam permanentes batalhas com os índios, entre tentativas de aprisionamento dos nativos e revoltas destes.
Os paraibanos participaram ativamente da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador, em 1824. O primeiro movimento constituiu-se uma revolta de proprietários rurais, do clero e de comerciantes, contra militares e comerciantes portugueses vinculados ao grande comércio de importação e exportação, em um período de instabilidade econômica por que passou Pernambuco, devido ao mau desempenho da indústria açucareira. A insatisfação popular decorrente do aumento de impostos traduziu-se em revolta contra a corte portuguesa e apoio ao movimento, que resultou na organização do primeiro governo brasileiro independente, com a proclamação de uma República. Os revoltosos, no entanto, foram derrotados pelas tropas de D. João VI em 19 de maio de 1817. A Confederação do Equador foi um movimento liderado por liberais pernambucanos que se recusaram a aceitar a Constituição outorgada pelo Imperador e sua política centralizadora. Decididos a defender a autonomia da região, os revoltosos, liderados por Augustinho Bezerra e Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, proclamaram uma república independente, organizada sob a forma federalista. O movimento foi derrotado e seus líderes condenados à morte em 1825.
Teve origem no Estado da Paraíba um dos pretextos para o desencadeamento da Revolução de 1930 no País, o assassinato do Governador João Pessoa de Albuquerque, então indicado como candidato a vice-presidente da República na chapa de Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal.






As bandeiras da Paraíba




Primeira bandeira da Paraíba que foi usada até 1930.



Atual Bandeira


A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira foi idealizada nas cores vermelha e preta, sendo que o vermelho representa a cor da Aliança Liberal e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "NEGO" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular, remetendo à não aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís


Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do estado, Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3919, como "Bandeira do Négo" (à época ainda com acento agudo na letra "e").

O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços. Existem movimentos correntes hoje em dia que tentam mudar a bandeira do estado assim como o nome da capital[3], ou ao menos recuperar a nomeclatura da capital a bandeira originais, pois foram alterados na época da morte do político João Pessoa, morte esta que causou grande comoção em todo o país, levando a visíveis manobras políticas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas.



1 - Divisão Geopolítica da PB




1.1 Localização


A Paraíba se encontra localizada no leste da região Nordeste. Com uma área de 56.584,6 Km², o Estado se caracteriza como um dos menores do país.
Por ser cortado pelo Planalto da Borborema, a região sertaneja do Estado possui um clima extremamente seco, característico do sertão nordestino. Isso ocorre porque o Planalto da Borborema impede a passagem de massas de ar que iriam provocar chuvas no interior.


1.2 Limites


A Paraíba possui, entre seus extremos, a Ponta do Seixas, importante ponto turístico da capital do Estado. Localizada na praia do Cabo Branco, a Ponta do Seixas é o local que marca o ponto mais oriental das Américas. Este local marca o limite do Estado para o leste, onde o mesmo se encontra com o Oceano Atlântico.

Já à oeste, a Paraíba se limita com o Estado do Ceará. Ao norte, o Estado se limita com o Rio Grande do Norte. Finalmente, ao sul, a Paraíba se limita com o Estado de Pernambuco.


1.3 Microregiões


Microregiões Homogêneas
Catolé do Rocha 2.952 Km²
Seridó Paraibano 2.669 Km²
Curimataú 2.755 Km²
Piemente da Borborema 2.345 Km²
Litoral da Borborema 2.345 Km²
Sertão de Cajazeiras 5.567 Km²
Depressão do Alto Piranhas 12.409 Km²
Brejo Paraibano 1.105 Km²
Agro Pastoral do Alto Paraíba 1.698 Km²
Serra do Teixeira 3.043 Km²


1.4 Relevo


As terras que formam a Paraíba não apresentam a mesma forma em todo o Estado. A baixada litorânea possui altitudes que variam entre 0 e 10 metros e tem as seguintes formas de relevo:


I - As praias
Depósitos arenosos ou terras de várzeas, que ficam junto às embocaduras dos rios que lançam suas águas no Oceano Atlântico.

II - Restingas
Depósitos arenosos em forma de língua ou flecha.

III - Dunas
São montes de areia formados pela ação dos ventos.

IV- Mangues
São planícies de marés com vegetação formada por árvores e arbustos.

Os tabuleiros variam de altitude de 20 a 30 metros, havendo alguns com até 200 m. São formados pelo acumulo de terras provenientes de lugares mais altos. São terras altamente férteis e próprias para o cultivo da cana-de-açúcar.
As planícies aluviais correspondem aos grandes vales formados pelos rios Paraíba e Mamanguape, que cortam os tabuleiros.

O Planalto da Borborema constitui a parte mais elevado do relevo paraibano, cruza a Paraíba de Nordeste a Sudeste, com presença de várias serras, com altitude variando entre 500 e 650 metros. Entre as principais serras, podemos destacar a da Araruna, Viração, Caturité, Teixeira, Comissária e outras.

Na Serra de Teixeira fica o Pico do Jabre, o ponto mais elevado da Paraíba, com mais de 1.000 metros de altitude.

A depressão sertaneja se inicia em Patos, após a serra da viração. Constituem um conjunto de terras baixas, ocupando uma área extensa entre a Borborema e as terras situadas nos estados vizinhos.


1.5 Clima


A Paraíba situa-se à faixa tropical do hemisfério sul, pois está a uma latitude de 7° próximo ao Equador, porém existem desvios significativos no sentido leste-oeste dos ventos, provocados pelas regiões planálticas.

A região situada próximo ao Equador recebe uma alta radiação energética, que corresponde a 3.000 horas de insolação anual, determinando um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 26°C. Percebe-se também pequenas diferenças térmicas influenciadas pelo relevo.

A Paraíba situa-se dentro das faixas dos ventos do Sudeste (alísios), porém estes ventos sofrem desvios relevantes devido à presença de áreas serranas, mais ou menos transversais à direção destes ventos, o que evidenciam sobre a força e a continuidade da massa de ar. Este fato determina uma zona de chuvas abundantes na parte oriental, no inverno; uma zona de chuvas escassas na parte central, no verão e uma zona de chuvas menos escassas na parte ocidental no verão e outono.

O total pluviométrico de 400 a 1.000 mm, juntamente com o período de seca, possuem grande influência na atividade agropecuária da Paraíba.

Podemos concluir que as regiões mais próximas do mar estão sob o domínio do clima quente e úmido. A partir que distanciam-se do litoral as regiões passam a ter o predomínio de climas quentes e secos.


1.6 Hidrografia


A mais forte característica dos rios paraibanos é o fato de a maioria serem temporários, ou seja, diminuem bastante de volume ou mesmo secam nos períodos de saca, principalmente no sertão, o que complica a agricultura na região.

As principais bacias hidrográficas da Paraíba são a do rio Piranhas, a do Paraíba, a do Curimataú, a do Camaratuba, a do Mamanguape, a do Miriri, a do Gramame e a do Abiaí.

A principal bacia de todas é a do rio Piranhas, que nasce na serra do Bongá, na fronteira com o Estado do Ceará. Ele tem uma relevante importância para o Estado, uma vez que através da barragem de Mãe D'Água, em Coremas, viabiliza a irrigação de muitas terras.

O Rio Paraíba, o mais famoso do Estado, nasce na serra de Jabitacá, em Monteiro, no Planalto da Borborema.



1.7 População


No final da década de 70 e início de 80, a Paraíba possuía uma população de 2.770.176 habitantes. Um novo recenseamento, realizado em 1996, revelou uma população total de 3.305.562 habitantes, sendo 1.598.372 homens e 1.707.190 mulheres.

A população descendo do elemento branco, que era o português colonizador, do negro, procedente da África como escravo para trabalhar na agricultura, e o índio, de origem local.

A população é essencialmente mestiça, resultante da miscigenação dos três grupos étnicos:


Mulato - Mistura do branco com o negro. Predominante no litoral do Estado;
Caboclo - Mistura do branco com o índio, predominante no interior do Estado;
O cafuzo - Mistura do negro com o índio. Este é mais raro.

A Paraíba ocupa o 4° lugar no Nordeste em população absoluta, com uma densidade demográfica de 58,63 hab/Km².

O litoral tem as maiores densidades do Estado, com 300 hab/Km², observados na grande João Pessoa, por ser uma área mais urbanizada e polarizadora. O Agreste e o Brejo vêm depois com densidades entre100 e 300 hab/Km², seguido do Sertão, com densidades entre 10 e 25 hab/Km², elevando-se para 50 hab/Km² em algumas regiões urbanas.

Em 1970, a população paraibana se encontrava, na sua maioria, no campo. Havia 58% de habitantes no campo, contra 42% nas cidades. Em 1980, o quadro já havia se invertido (42% rural e 58% urbana). Essa mudança, que ocorreu em todo o país nesse período e que tende a evoluir, é proveniente do êxodo rural, onde famílias inteiras saem do campo e vão para as cidades a procura de melhores condições de vida.

Entre os anos de 70 e 80, houve redução de pessoas no setor primário, de 64,83% para 49,99%, o que só veio a confirmar a transferência da população do campo para as cidades. Durante este período, verificou-se um crescimento do setor terciário, de 26,44% para 36,96%. Isto se justifica pelo fato de as pessoas provenientes do campo trabalharem nas cidades justamente neste setor.

De acordo com o censo de 1980, 54,5% da população possuía entre 0 e 19 anos, 37,8% entre 20 e 59 anos e 7,7% com 60 anos ou mais.

Já o censo de 1989 mostrou um declínio da população jovem para 48,4%, o aumento da população adulta para 42,2% e dos idosos para 9,4%.


2 - Paraíba Atual


2.1 Aspectos Políticos

Por toda parte, dentro da Paraíba, existem análogos problemas de seca, condições sociais e similares. As razões de existência dos "chefes políticos" não diferem muito entre si, pelo menos quando se toma a situação como um todo. Os fenômenos de independência constatados na Paraíba correspondem à existência de aglomerações relativamente pequenas.

O problema das cidades ganha relevo na análise política. A síntese dos diferentes elementos, que são as cidades e campo, os "chefes políticos" e os eleitores, afasta-se ainda mais do esquema traçado para a Paraíba. Neste Estado, os partidos políticos são conseqüência de uma certa situação de fato, histórica e contingente.


2.2 Aspectos Econômicos


Sob o ponto de vista econômico, considerando a P.E.A. (população economicamente ativa) correspondente aos setores econômicos, percebe-se que está ocorrendo uma redução no número de pessoas ocupando o setor primário paraibano, o que confirma a saída da população do campo. Enquanto isso, nas cidades, o setor terciário está sofrendo aumento gradativo, ao receber a população proveniente do setor primário.

A debilidade da indústria no Estado mostrou uma redução nos percentuais da população pertencente ao setor secundário entre as décadas de 70 e 80. A indústria, em 1995, teve uma crescimento de 7,7% e sua produção de 2,6%, que por pouco não se nivelou ao crescimento líquido demográfico.

Apesar da população paraibana continuar participando cada vez menos do setor primário, este ainda representa a base da economia do Estado. Os principais produtos agrícolas paraibanos são:

Abacaxi - Sobre o qual a Paraíba se destaca como o maior produtor, tendo grande importância para a exportação. O abacaxi é cultivado em Sapé, Mari e Mamanguape.
Sisal - Nos anos 50 e 60 foi o principal produto agrícola paraibano. Hoje ocupa o terceiro lugar na exportação estadual.
Cana-de-açúcar - Possui grande importância econômica, pois dela se fabrica o álcool usado como combustível. As principais áreas de cultivo são os vales, os tabuleiros e o litoral.
Algodão - Na região sertaneja, ocupa lugar de destaque. Essa cultura já representou o principal produto agrícola paraibano.
Mandioca, milho e feijão - São culturas de subsistência.

Na produção animal, destacamos os rebanhos:

Bovino - Sua produção se destina basicamente a alimentação local. Localiza-se mais intensamente no Agreste e no Sertão.
Suíno - Com a melhoria das técnicas de criação, o rebanho vem apresentando um crescimento. Localiza-se no Cariri e no Sertão.
Caprinos e Ovinos - Fornece carne e leite. Localiza-se nos Cariris e no Sertão.
Eqüinos, Asininos e Muares> Destinados ao transporte.

Percebe-se que a pecuária é praticada de forma extensiva na Paraíba.


2.3 Aspectos Sociais

Nosso povo surgiu na mistura das raças branca, negra e índia. Esta última já habitava a região.

A população da Paraíba é essencialmente mestiça, o que resulta da união de três etnias: a mulata, a cabocla e a cafuza.

A Paraíba é o Estado mais pobre do Brasil, mas atualmente o governo do estadual está com a iniciativa de gerar empregos, trazendo indústrias do sul do país como, por exemplo, podemos citar a Embratex (indústria têxtil implantada em Campina Grande).


2.4 Aspectos Religiosos


Na Paraíba existem várias religiões, porém o Catolicismo é a predominante. O protestantismo vem crescendo muito nos últimos tempos e cada vez mais atrai adeptos da Igreja Católica. Par evitar isso, os carismáticos vêm se esforçando para buscar jovens, a fim de mostrar-lhes um catolicismo mais atrativo e que possa chamar-lhes a atenção.

Existem Igrejas Protestantes, como por exemplo a Universal do Reino de Deus, que podem ser consideradas como "comerciantes", pelo fato de exigirem dinheiro de seus fiéis. Este tipo de Igreja tem obtido um sucesso e uma divulgação impressionantes, já que são bastante difundidas pelos meios de comunicação.

Além da Igreja Universal do Reino de Deus, há outras Igrejas protestantes, também bastante difundidas, como a Igreja Presbiteriana e a Assembléia de Deus.

Além dessas Igrejas citadas existem outras com um número menor de adeptos, e outras que são consideradas seitas, tais como Umbanda, Igreja Messiânica e Borboleta Azul. Estão presentes também a doutrina espírita, a Gnose (controle da mente), Igreja dos Mormos, bem como Escolas Iniciáticas, como a Ordem Rosa Cruz e a Ordem Maçônica, além de uma série de outras instituições menos significativas.



2.5 Aspectos Culturais


Folclore
As manifestações folclóricas e populares existem em grande quantidade na Paraíba. Tais manifestações fazem parte da cultura do Estado paraibano.
Dentre estes acontecimentos, podemos citar:festas de padroeiro, festas natalinas, festas juninas, casamentos, batizados, noivados, festas de ano novo, festas de caráter religioso, vaquejadas, exposições agropecuárias, festas do calendário cívico, entre outras.


Artesanato
Literatura transmitida de pessoa a pessoa, que se conserva na memória do povo. Fazem parte desta literatura: as anedotas, a cantoria de viola, a glosa, a parlenda, o folheto de cordel, o provérbio, advinha, etc.
Anedota - Tipo de estória curta, que tem por finalidade provocar risos em alguém.
Cantoria - Atividade própria do poeta-cantador. A cantoria sofreu codificações desde o seu surgimento até hoje, e atrai muitas pessoa para vê-la.
Parlenda - Poema feito em versos curtos, geralmente utilizados para distrais crianças.
Provérbio - Sentença breve, criada pelo povo. Tem por finalidade mostrar a experiência humana.
Advinha - Tipo de passatempo divertido.
Festas Populares
Na Paraíba, as festas cívicas e populares são comemoradas pela população com grande entusiasmo.

Os paraibanos aprenderam a festejar acontecimentos religiosos com os portugueses, tendo influência também dos indígenas.

Os festejos populares realizados em homenagem aos padroeiros servem para reencontrar pessoas que não se vinham a muito tempo, especialmente familiares que vêm de outras localidades para fazer uma visita à sua terra natal. Esses festejos também servem para o divertimento da população.

As principais festas populares são:

Festa de Nossa Senhora das Neves e Festa de Nossa Senhora da Penha, ambas comemoradas em João Pessoa;
São João e Micarande, festas populares comemoradas em Campina Grande, que atraem turistas de todo o país;
Festa da Luz, em Guarabira;
Festa da Guia, em Patos;
Festa do Rosário, que ocorre em Pombal e Santa Luzia.



Alguns vídeos da Paraíba:






Paraíba







Imagens de Algumas Cidades paraibanas




Cabedelo


Felipe Wanderley



Acervo PMC



Campina Grande




Marcus_CG





João Pessoa




Acervo PMJP


image hosted on flickr


Patos




Ivo_JP



Batistinha_PB





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Finalmente aberto o thread do Café Parahyba II Edição

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Old April 4th, 2010, 11:57 PM   #49
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Old April 11th, 2010, 05:17 PM   #50
Prayer for the Sea
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É evidente a verticalização das cidades paraibanas.

Como paraibano nato, fico feliz com o progresso que está ocorrendo no meu estado. Como é bom ver nossa PB crescer!!!
Acho bom as cidades paraibanas se verticalizarem. Isso dá um ar de um estado mais moderno e progressista, tal como os da Região Sul e Sudeste.
Espero porém que esse crescimento seja planejado e de forma a não dizimar a bela flora e fauna do nosso estado, ou seja, que a PB tenha um desenvolvimento ambientalmente correto. Como biólogo que sou e como penso em fazer um mestrado em desenvolvimento urbano e meio ambiente, espero o melhor para minha Paraíba.
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Old April 16th, 2010, 03:38 PM   #51
Antoniogran
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É Patos

GERAIS - 16/04/2010

Cultura Inglesa de Patos entrega certificados aos aprovados em Cambridge


Foi realizada na noite dessa quinta-feira (14), na Cultura Inglesa de Patos, a entrega dos certificados dos alunos aprovados no exame da Universidade de Cambridge na Inglaterra. A entrega foi feita pela direção da escola, na pessoa de Deborah Medcraft e o professor Eripetson Lucena.

Os alunos que fizeram a prova em Dezembro de 2009 receberam com entusiasmo os respectivos certificados.

No total, foram aprovados 15 alunos, cada um recebeu o certificado específico pelo exame que fez em seu respectivo nível.

Níveis dos exames:

1.KET – Key English Test
2.PET – Preliminary English Test
3.FCE - First Certificate in English
4.CAE – Certificate in Advanced English


Deborah Medcraft, Diretora Acadêmica e professora da Cultura, falou da importância da aprovação para os alunos e para a instituição. “Para o aluno é uma comprovação formal do seu conhecimento, além de ser uma qualificação vitalícia e internacionalmente conhecida, pois o resultado do exame não expira. Pra instituição seria como uma espécie de termômetro do nosso trabalho, que confirma o excelente índice de aprovação. Todos os anos chegamos a mais de 95% de aprovados”, ressaltou.
O professor Eripetson Lucena, destacou os resultados conseguidos pela escola tendo em vista ás aprovações dos alunos. “Em termos proporcionais, o aluno Cultura Inglesa consegue êxito em muitos lugares. Aqui na Cultura Patos, nós somos os que mais aprovamos na Paraíba, somos uma escola de interior que consegue uma aprovação de ás vezes até 100% nos exames de Cambridge. A preparação que a cultura oferece pra esses alunos é de primeiro nível e o resultado está aí, alunos aprovados numa das maiores universidades do planeta”, afirmou ele.

Isamara Pimentel, aluna da Cultura Inglesa de Patos e uma das aprovadas no exame, confirmou a qualidade no ensino da instituição. “Com a Cultura Inglesa meu nível melhorou bastante, até conseguir condições adequadas para fazer o exame. A Cultura realmente prepara o aluno para as diversas habilidades, tanto da fala, como da escrita e consequentemente saber utilizar bem a língua inglesa. Fico muito feliz de ter conseguido com méritos esse certificado de Cambridge, através do ensino da Cultura Inglesa que me qualificou para alcançar o êxito”, concluiu.

Hélio Barbosa / www.patosonline.com
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Disse Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6).
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Old April 17th, 2010, 06:28 AM   #52
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Old April 19th, 2010, 12:33 AM   #53
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Old February 16th, 2011, 01:32 AM   #54
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Espaço reservado para comentários sobre a construção da 3ª edição do Café Parayba.



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Proposta para a 3ª Edição


Café Parahyba Notícias III



Etimologia e História


Segundo o Dicionário Houaiss, o etimologista Antenor Nascentes determina a origem do nome do estado nos termos do tupi-guarani pa’ra (rio) e a'iba (ruim, impraticável). Entretanto, outras fontes acreditam que essa mesma palavra provém do nome indígena para a árvore Simarouba versicolor, que floresce abundantemente na região e é popularmente denominada pau-paraíba. A terceira versão estabelece que o significado é de fato "Rio que é braço de mar" (pará-ibá).

Formação Histórica

A colonização portuguesa na área hoje ocupada pelo Estado da Paraíba foi dificultada pela presença dos franceses, que ocuparam a região no início do século XVI. Em 1585, o português João Tavares construiu, na foz do rio Paraíba, o Forte São Felipe, para defender a área dos ataques dos franceses. Nesse local teve origem a cidade que hoje é a capital do Estado. Em 1634, a região foi tomada por holandeses, que ali permaneceram por 20 anos, quando foram expulsos por André Vidal de Negreiros. Paralelamente a estes conflitos ocorriam permanentes batalhas com os índios, entre tentativas de aprisionamento dos nativos e revoltas destes.
Os paraibanos participaram ativamente da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador, em 1824. O primeiro movimento constituiu-se uma revolta de proprietários rurais, do clero e de comerciantes, contra militares e comerciantes portugueses vinculados ao grande comércio de importação e exportação, em um período de instabilidade econômica por que passou Pernambuco, devido ao mau desempenho da indústria açucareira. A insatisfação popular decorrente do aumento de impostos traduziu-se em revolta contra a corte portuguesa e apoio ao movimento, que resultou na organização do primeiro governo brasileiro independente, com a proclamação de uma República. Os revoltosos, no entanto, foram derrotados pelas tropas de D. João VI em 19 de maio de 1817. A Confederação do Equador foi um movimento liderado por liberais pernambucanos que se recusaram a aceitar a Constituição outorgada pelo Imperador e sua política centralizadora. Decididos a defender a autonomia da região, os revoltosos, liderados por Augustinho Bezerra e Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, proclamaram uma república independente, organizada sob a forma federalista. O movimento foi derrotado e seus líderes condenados à morte em 1825.
Teve origem no Estado da Paraíba um dos pretextos para o desencadeamento da Revolução de 1930 no País, o assassinato do Governador João Pessoa de Albuquerque, então indicado como candidato a vice-presidente da República na chapa de Getúlio Vargas, pela Aliança Liberal.

As bandeiras da Paraíba




Primeira bandeira da Paraíba que foi usada até 1930.



Atual Bandeira


A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira foi idealizada nas cores vermelha e preta, sendo que o vermelho representa a cor da Aliança Liberal e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "NEGO" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular, remetendo à não aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís


Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do estado, Pedro Moreno Gondim, através do Decreto nº 3919, como "Bandeira do Négo" (à época ainda com acento agudo na letra "e").

O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços. Existem movimentos correntes hoje em dia que tentam mudar a bandeira do estado assim como o nome da capital, ou ao menos recuperar a nomeclatura da capital a bandeira originais, pois foram alterados na época da morte do político João Pessoa, morte esta que causou grande comoção em todo o país, levando a visíveis manobras políticas durante o primeiro governo de Getúlio Vargas.

1 - Divisão Geopolítica da PB


1.1 Localização


A Paraíba se encontra localizada no leste da região Nordeste. Com uma área de 56.584,6 Km², o Estado se caracteriza como um dos menores do país.
Por ser cortado pelo Planalto da Borborema, a região sertaneja do Estado possui um clima extremamente seco, característico do sertão nordestino. Isso ocorre porque o Planalto da Borborema impede a passagem de massas de ar que iriam provocar chuvas no interior.


1.2 Limites


A Paraíba possui, entre seus extremos, a Ponta do Seixas, importante ponto turístico da capital do Estado. Localizada na praia do Cabo Branco, a Ponta do Seixas é o local que marca o ponto mais oriental das Américas. Este local marca o limite do Estado para o leste, onde o mesmo se encontra com o Oceano Atlântico.

Já à oeste, a Paraíba se limita com o Estado do Ceará. Ao norte, o Estado se limita com o Rio Grande do Norte. Finalmente, ao sul, a Paraíba se limita com o Estado de Pernambuco.


1.3 Microregiões


Microregiões Homogêneas
Catolé do Rocha 2.952 Km²
Seridó Paraibano 2.669 Km²
Curimataú 2.755 Km²
Piemente da Borborema 2.345 Km²
Litoral da Borborema 2.345 Km²
Sertão de Cajazeiras 5.567 Km²
Depressão do Alto Piranhas 12.409 Km²
Brejo Paraibano 1.105 Km²
Agro Pastoral do Alto Paraíba 1.698 Km²
Serra do Teixeira 3.043 Km²


1.4 Relevo


As terras que formam a Paraíba não apresentam a mesma forma em todo o Estado. A baixada litorânea possui altitudes que variam entre 0 e 10 metros e tem as seguintes formas de relevo:


I - As praias
Depósitos arenosos ou terras de várzeas, que ficam junto às embocaduras dos rios que lançam suas águas no Oceano Atlântico.

II - Restingas
Depósitos arenosos em forma de língua ou flecha.

III - Dunas
São montes de areia formados pela ação dos ventos.

IV- Mangues
São planícies de marés com vegetação formada por árvores e arbustos.

Os tabuleiros variam de altitude de 20 a 30 metros, havendo alguns com até 200 m. São formados pelo acumulo de terras provenientes de lugares mais altos. São terras altamente férteis e próprias para o cultivo da cana-de-açúcar.
As planícies aluviais correspondem aos grandes vales formados pelos rios Paraíba e Mamanguape, que cortam os tabuleiros.

O Planalto da Borborema constitui a parte mais elevado do relevo paraibano, cruza a Paraíba de Nordeste a Sudeste, com presença de várias serras, com altitude variando entre 500 e 650 metros. Entre as principais serras, podemos destacar a da Araruna, Viração, Caturité, Teixeira, Comissária e outras.

Na Serra de Teixeira fica o Pico do Jabre, o ponto mais elevado da Paraíba, com mais de 1.000 metros de altitude.

A depressão sertaneja se inicia em Patos, após a serra da viração. Constituem um conjunto de terras baixas, ocupando uma área extensa entre a Borborema e as terras situadas nos estados vizinhos.


1.5 Clima


A Paraíba situa-se à faixa tropical do hemisfério sul, pois está a uma latitude de 7° próximo ao Equador, porém existem desvios significativos no sentido leste-oeste dos ventos, provocados pelas regiões planálticas.

A região situada próximo ao Equador recebe uma alta radiação energética, que corresponde a 3.000 horas de insolação anual, determinando um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 26°C. Percebe-se também pequenas diferenças térmicas influenciadas pelo relevo.

A Paraíba situa-se dentro das faixas dos ventos do Sudeste (alísios), porém estes ventos sofrem desvios relevantes devido à presença de áreas serranas, mais ou menos transversais à direção destes ventos, o que evidenciam sobre a força e a continuidade da massa de ar. Este fato determina uma zona de chuvas abundantes na parte oriental, no inverno; uma zona de chuvas escassas na parte central, no verão e uma zona de chuvas menos escassas na parte ocidental no verão e outono.

O total pluviométrico de 400 a 1.000 mm, juntamente com o período de seca, possuem grande influência na atividade agropecuária da Paraíba.

Podemos concluir que as regiões mais próximas do mar estão sob o domínio do clima quente e úmido. A partir que distanciam-se do litoral as regiões passam a ter o predomínio de climas quentes e secos.


1.6 Hidrografia


A mais forte característica dos rios paraibanos é o fato de a maioria serem temporários, ou seja, diminuem bastante de volume ou mesmo secam nos períodos de saca, principalmente no sertão, o que complica a agricultura na região.

As principais bacias hidrográficas da Paraíba são a do rio Piranhas, a do Paraíba, a do Curimataú, a do Camaratuba, a do Mamanguape, a do Miriri, a do Gramame e a do Abiaí.

A principal bacia de todas é a do rio Piranhas, que nasce na serra do Bongá, na fronteira com o Estado do Ceará. Ele tem uma relevante importância para o Estado, uma vez que através da barragem de Mãe D'Água, em Coremas, viabiliza a irrigação de muitas terras.

O Rio Paraíba, o mais famoso do Estado, nasce na serra de Jabitacá, em Monteiro, no Planalto da Borborema.



1.7 População


No final da década de 70 e início de 80, a Paraíba possuía uma população de 2.770.176 habitantes. Um novo recenseamento, realizado em 1996, revelou uma população total de 3.305.562 habitantes, sendo 1.598.372 homens e 1.707.190 mulheres.

A população descendo do elemento branco, que era o português colonizador, do negro, procedente da África como escravo para trabalhar na agricultura, e o índio, de origem local.

A população é essencialmente mestiça, resultante da miscigenação dos três grupos étnicos:


Mulato - Mistura do branco com o negro. Predominante no litoral do Estado;
Caboclo - Mistura do branco com o índio, predominante no interior do Estado;
O cafuzo - Mistura do negro com o índio. Este é mais raro.

A Paraíba ocupa o 4° lugar no Nordeste em população absoluta, com uma densidade demográfica de 58,63 hab/Km².

O litoral tem as maiores densidades do Estado, com 300 hab/Km², observados na grande João Pessoa, por ser uma área mais urbanizada e polarizadora. O Agreste e o Brejo vêm depois com densidades entre100 e 300 hab/Km², seguido do Sertão, com densidades entre 10 e 25 hab/Km², elevando-se para 50 hab/Km² em algumas regiões urbanas.

Em 1970, a população paraibana se encontrava, na sua maioria, no campo. Havia 58% de habitantes no campo, contra 42% nas cidades. Em 1980, o quadro já havia se invertido (42% rural e 58% urbana). Essa mudança, que ocorreu em todo o país nesse período e que tende a evoluir, é proveniente do êxodo rural, onde famílias inteiras saem do campo e vão para as cidades a procura de melhores condições de vida.

Entre os anos de 70 e 80, houve redução de pessoas no setor primário, de 64,83% para 49,99%, o que só veio a confirmar a transferência da população do campo para as cidades. Durante este período, verificou-se um crescimento do setor terciário, de 26,44% para 36,96%. Isto se justifica pelo fato de as pessoas provenientes do campo trabalharem nas cidades justamente neste setor.

De acordo com o censo de 1980, 54,5% da população possuía entre 0 e 19 anos, 37,8% entre 20 e 59 anos e 7,7% com 60 anos ou mais.

Já o censo de 1989 mostrou um declínio da população jovem para 48,4%, o aumento da população adulta para 42,2% e dos idosos para 9,4%.


2 - Paraíba Atual


2.1 Aspectos Políticos

Por toda parte, dentro da Paraíba, existem análogos problemas de seca, condições sociais e similares. As razões de existência dos "chefes políticos" não diferem muito entre si, pelo menos quando se toma a situação como um todo. Os fenômenos de independência constatados na Paraíba correspondem à existência de aglomerações relativamente pequenas.

O problema das cidades ganha relevo na análise política. A síntese dos diferentes elementos, que são as cidades e campo, os "chefes políticos" e os eleitores, afasta-se ainda mais do esquema traçado para a Paraíba. Neste Estado, os partidos políticos são conseqüência de uma certa situação de fato, histórica e contingente.


2.2 Aspectos Econômicos


Sob o ponto de vista econômico, considerando a P.E.A. (população economicamente ativa) correspondente aos setores econômicos, percebe-se que está ocorrendo uma redução no número de pessoas ocupando o setor primário paraibano, o que confirma a saída da população do campo. Enquanto isso, nas cidades, o setor terciário está sofrendo aumento gradativo, ao receber a população proveniente do setor primário.

A debilidade da indústria no Estado mostrou uma redução nos percentuais da população pertencente ao setor secundário entre as décadas de 70 e 80. A indústria, em 1995, teve uma crescimento de 7,7% e sua produção de 2,6%, que por pouco não se nivelou ao crescimento líquido demográfico.

Apesar da população paraibana continuar participando cada vez menos do setor primário, este ainda representa a base da economia do Estado. Os principais produtos agrícolas paraibanos são:

Abacaxi - Sobre o qual a Paraíba se destaca como o maior produtor, tendo grande importância para a exportação. O abacaxi é cultivado em Sapé, Mari e Mamanguape.
Sisal - Nos anos 50 e 60 foi o principal produto agrícola paraibano. Hoje ocupa o terceiro lugar na exportação estadual.
Cana-de-açúcar - Possui grande importância econômica, pois dela se fabrica o álcool usado como combustível. As principais áreas de cultivo são os vales, os tabuleiros e o litoral.
Algodão - Na região sertaneja, ocupa lugar de destaque. Essa cultura já representou o principal produto agrícola paraibano.
Mandioca, milho e feijão - São culturas de subsistência.

Na produção animal, destacamos os rebanhos:

Bovino - Sua produção se destina basicamente a alimentação local. Localiza-se mais intensamente no Agreste e no Sertão.
Suíno - Com a melhoria das técnicas de criação, o rebanho vem apresentando um crescimento. Localiza-se no Cariri e no Sertão.
Caprinos e Ovinos - Fornece carne e leite. Localiza-se nos Cariris e no Sertão.
Eqüinos, Asininos e Muares> Destinados ao transporte.

Percebe-se que a pecuária é praticada de forma extensiva na Paraíba.


2.3 Aspectos Sociais

Nosso povo surgiu na mistura das raças branca, negra e índia. Esta última já habitava a região.

A população da Paraíba é essencialmente mestiça, o que resulta da união de três etnias: a mulata, a cabocla e a cafuza.

A Paraíba é o Estado mais pobre do Brasil, mas atualmente o governo do estadual está com a iniciativa de gerar empregos, trazendo indústrias do sul do país como, por exemplo, podemos citar a Embratex (indústria têxtil implantada em Campina Grande).


2.4 Aspectos Religiosos


Na Paraíba existem várias religiões, porém o Catolicismo é a predominante. O protestantismo vem crescendo muito nos últimos tempos e cada vez mais atrai adeptos da Igreja Católica. Par evitar isso, os carismáticos vêm se esforçando para buscar jovens, a fim de mostrar-lhes um catolicismo mais atrativo e que possa chamar-lhes a atenção.

Existem Igrejas Protestantes, como por exemplo a Universal do Reino de Deus, que podem ser consideradas como "comerciantes", pelo fato de exigirem dinheiro de seus fiéis. Este tipo de Igreja tem obtido um sucesso e uma divulgação impressionantes, já que são bastante difundidas pelos meios de comunicação.

Além da Igreja Universal do Reino de Deus, há outras Igrejas protestantes, também bastante difundidas, como a Igreja Presbiteriana e a Assembléia de Deus.

Além dessas Igrejas citadas existem outras com um número menor de adeptos, e outras que são consideradas seitas, tais como Umbanda, Igreja Messiânica e Borboleta Azul. Estão presentes também a doutrina espírita, a Gnose (controle da mente), Igreja dos Mormos, bem como Escolas Iniciáticas, como a Ordem Rosa Cruz e a Ordem Maçônica, além de uma série de outras instituições menos significativas.



2.5 Aspectos Culturais


Folclore
As manifestações folclóricas e populares existem em grande quantidade na Paraíba. Tais manifestações fazem parte da cultura do Estado paraibano.
Dentre estes acontecimentos, podemos citar:festas de padroeiro, festas natalinas, festas juninas, casamentos, batizados, noivados, festas de ano novo, festas de caráter religioso, vaquejadas, exposições agropecuárias, festas do calendário cívico, entre outras.


Artesanato
Literatura transmitida de pessoa a pessoa, que se conserva na memória do povo. Fazem parte desta literatura: as anedotas, a cantoria de viola, a glosa, a parlenda, o folheto de cordel, o provérbio, advinha, etc.
Anedota - Tipo de estória curta, que tem por finalidade provocar risos em alguém.
Cantoria - Atividade própria do poeta-cantador. A cantoria sofreu codificações desde o seu surgimento até hoje, e atrai muitas pessoa para vê-la.
Parlenda - Poema feito em versos curtos, geralmente utilizados para distrais crianças.
Provérbio - Sentença breve, criada pelo povo. Tem por finalidade mostrar a experiência humana.
Advinha - Tipo de passatempo divertido.
Festas Populares
Na Paraíba, as festas cívicas e populares são comemoradas pela população com grande entusiasmo.

Os paraibanos aprenderam a festejar acontecimentos religiosos com os portugueses, tendo influência também dos indígenas.

Os festejos populares realizados em homenagem aos padroeiros servem para reencontrar pessoas que não se vinham a muito tempo, especialmente familiares que vêm de outras localidades para fazer uma visita à sua terra natal. Esses festejos também servem para o divertimento da população.

As principais festas populares são:

Festa de Nossa Senhora das Neves e Festa de Nossa Senhora da Penha, ambas comemoradas em João Pessoa;
São João e Micarande, festas populares comemoradas em Campina Grande, que atraem turistas de todo o país;
Festa da Luz, em Guarabira;
Festa da Guia, em Patos;
Festa do Rosário, que ocorre em Pombal e Santa Luzia.



Alguns vídeos da Paraíba:






Paraíba







Imagens de Algumas Cidades paraibanas



Bayeux



Cabedelo



Cajazeiras



Campina Grande



Guarabira



João Pessoa



Patos



Sousa



Sitios pesquisados:
www.mre.gov.br
http://www.marcoslacerdapb.hpg.ig.co...riaparaiba.htm
http://www.portalparaiba.com
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Vamos debater sobre detalhes do news, o que pode ser melhorado e mudado.
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Em conversas anteriores nos sugerimos:

1- Diminuir o número de imagens por cidade, afinal, isso aqui não é um thread de fotos mas de notícias. Deixaremos apenas uma foto por cidade;

2 - Adicionar cidades como Cajazeiras, Sousa e Guarabia por haver foristas dela;

3 - Colocar a história de cada cidade postada;

4 - Votação entre os foristas para saber QUAL FOTO representará a cidade no Café Parahyba III


Aguardamos mais ideias.
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Em conversas anteriores nos sugerimos:

1- Diminuir o número de imagens por cidade, afinal, isso aqui não é um thread de fotos mas de notícias. Deixaremos apenas uma foto por cidade;

2 - Adicionar cidades como Cajazeiras, Sousa e Guarabia por haver foristas dela;

3 - Colocar a história de cada cidade postada;

4 - Votação entre os foristas para saber QUAL FOTO representará a cidade no Café Parahyba III


Aguardamos mais ideias.
Eu adicionaria:

5 - Mudar a cor da fonte padrão dos títulos das notícias;
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