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Old March 28th, 2010, 05:29 PM   #1
Vinicius
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Metrô do Rio de Janeiro - Expansão e Projetos Oficiais [Thread Oficial]

Alguns foristas no thread oficial do metrô sugeriram que seria interessante que fosse criado um thread próprio para nós discutirmos a expansão e os projetos do metrô fluminense. Como o outro thread está realmente sobrecarregado com as notícias operacionais do sistema, eu resolvi abrir esse para nós discutirmos com mais organização os diversos projetos e notícias recentes de expansão do nosso metrô. Lembrando que notícias operacionais devem ser postadas no thread principal.

Então, sejam bem-vindos ao "Expansão e Projetos" do metrô do Rio de Janeiro.
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Old March 28th, 2010, 05:32 PM   #2
Vinicius
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LINHA 1: LIGAÇÃO ATÉ O MÉIER (EM ESTUDO)

Estudos preliminares do metrô, ainda na década de 60, previam a ligação entre a Tijuca e o Méier, porém a mesma foi abandonada em prol de um novo projeto: a criação do anel metroviário. Mas, em 2007, voltou a se discutir essa ligação, que ser for realizada, prevê, a partir da estação Saens Peña, uma extensão de 6,5 km da Linha 1, com duas vias subterrâneas e mais cinco estações: Uruguai, Praça Sachet, Grajaú, Barão Bom Retiro e Méier.



Fonte: Jornal Extra.

Last edited by Vinicius; October 11th, 2011 at 04:31 PM.
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Old March 28th, 2010, 05:38 PM   #3
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LINHA 1: ESTAÇÃO URUGUAI (CONFIRMADO)

Término da estação Uruguai, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Integrante da Linha 1, essa era a estação que faltava para completar o trecho norte da linha. A construção ficará a cargo da OPPORTRANS e o prazo de conlusão das obras é 31 de dezembro de 2014.

Last edited by Vinicius; March 28th, 2010 at 06:12 PM.
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Old March 28th, 2010, 05:42 PM   #4
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LINHA 2: LIGAÇÃO ESTÁCIO - CARIOCA (EM ESTUDO)

Projetada em 1968, com a construção iniciada em 1977 e grande parte de suas obras encerradas em 1998, falta à Linha 2 do Metrô um trecho de 3 km entre Estácio e Carioca, para proporcionar a ligação direta da Baixada Fluminense ao centro da cidade.

A inexistência desse trecho obriga aos passageiros a realizar o transbordo na estação Estácio, que não foi projetada como Terminal, restringindo drasticamente o crescimento da demanda da Linha 2 no trecho Estácio-Pavuna.

Sua implantação permitirá o atendimento pleno da demanda, hoje reprimida, representando um acréscimo de 300 mil passageiros / dia ao sistema metroviário.

A conclusão desse trecho é de extrema importância não só para a Linha 2 como para a Linha 1, que ficará aliviada da sobrecarga imposta pelos passageiros da Linha 2 entre Estácio e Carioca.

Inclui-se neste trecho a Estação Cruz Vermelha, situada na praça do mesmo nome, importante centro hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, responsável pelo fluxo diário de dezenas de milhares de pessoas que buscam os inúmeros hospitais dessa região, com destaque para os do Câncer, de Traumatologia e o IASERJ.

Esta área é dotada de grande potencial de desenvolvimento, seja para abrigar atividades terciárias de comércio e serviços, como expansão natural da área central, seja como área residencial, pela proximidade com o centro da Cidade.

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Old March 28th, 2010, 06:10 PM   #5
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LINHA 2: CONEXÃO DIRETA PAVUNA-BOTAFOGO (LINHA 1A) / Obras Concluídas

Estação Cidade Nova


Foto de Governo do Estado do Rio de Janeiro


Foto de Marcus Vinicius Cintra

Arco sobre o Canal do Mangue


Foto de Rebecca Leão


Foto de Amantes Da Ferrovia

Last edited by Vinicius; August 30th, 2012 at 09:07 PM.
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Old March 28th, 2010, 06:14 PM   #6
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LINHA 3: LIGAÇÃO ITABORAÍ - SÃO GONÇALO - NITERÓI (CONFIRMADO)

A ligação em metrô entre Rio e Niterói estava prevista desde os Estudos de Viabilidades elaborados em 1968. Assim também, o corredor Niterói - São Gonçalo, que por sua importância, já foi alvo de inúmeros estudos, contemplando desde a implantação de um Pré-Metrô até um corredor exclusivo para ônibus. Em todas as alternativas o traçado desenvolvia-se sobre o leito ferroviário Niterói-Itaboraí da CENTRAL, aproveitando a sua faixa de domínio.

Em 1998, o Governo do Estado resolveu reestudar essa ligação, promovendo a licitação para o Estudo de Viabilidade, Projeto e Modelagem da Concessão, com aportes de recursos do BNDES.

A extensão total da linha é de 36 Km, com 17 estações, atendendo os municípios do Rio, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e beneficiando uma população de cerca de 1,6 milhões de pessoas.

Esse corredor, hoje servido quase que exclusivamente por ônibus, face à precariedade da ligação ferroviária, transporta aproximadamente 700 mil passageiros/dia, atendidos por uma frota de 1500 veículos, sem contabilizar as viagens internas nos municípios.

A importância da implantação dessa linha não se restringe apenas à melhoria do transporte intermunicipal, mas irá se refletir de forma significativa na qualidade de vida da população lindeira, principalmente nas localidades de Itaboraí, São Gonçalo e norte de Niterói, áreas ocupadas por população de baixa renda que hoje despende cerca de 2 horas em seus deslocamentos diários para os centros de emprego em Niterói e Rio de Janeiro.

O projeto prevê trechos em elevado, da Estação Araribóia até a Estação Alcântara, em superfície da estação Alcântara até Estação Guaxindiba e em túnel sob a Baía de Guanabara até a Estação Carioca da Linha 1, no Centro do Rio. Prevê, também, Centros de Manutenção em Barretos e Guaxindiba.

A licitação para implantar o trecho Rio-Niterói-Guaxindiba foi feita em março de 2002 e ocorreu em duas partes distintas: Obras Civis/Via Permanente e Concessão, Material Rodante e Sistemas.

As obras civis foram divididas em 2 lotes - Lote I (trecho Rio-Niterói) e Lote II (trecho Niterói-Guaxindiba), com custo previsto para R$ 1,9 bilhão. A construção do Lote II foi programada para ser paga através da venda de ativos de propriedade do Estado, a saber: Outorgas referentes à concessão do metrô e terrenos e edificações do Estado a serem incorporados para empreendimentos diversos.

O Lote I foi vencido pelo Consórcio Construtora Metrô Rio formado pelas empresas Camargo Correa, Andrade Gutierrez, CNO e OAS e o Lote II ficou a cargo do Consórcio Construtor Fluminense, formado pelas empresas Queiroz Galvão e Carioca Engenharia.

Os recursos provenientes dos ativos do Estado são suficientes para cobrir as despesas referentes ao Lote II. Para o Lote I os recursos serão provenientes da União garantidos no PPI (Plano Plurianual de Investimentos), que prevê um total de R$ 1,1 bilhão para o período 2001/2003.

Quanto a licitação para a Concessão/Material Rodante/Sistemas, foi qualificado o Consórcio T'Trans/PEM não ocorrendo entretanto o leilão. Os investimentos necessários estarão a cargo do Consórcio vencedor.

Características do Projeto - Lote II - Araribóia / Guaxindiba



AS ESTAÇÕES

· Elevadas

São as estações Araribóia, Jansen de Melo, Barreto, Neves, Vila Lage, Paraíso, Parada 40, Zé Garoto, Mauá, Antonina, Trindade e Alcântara, dimensionadas para um fluxo de 36.000 passageiros / hora e equipadas com escadas rolantes e um elevador para atender prioritariamente às pessoas portadoras de deficiência física.

· Em Superfície

São as estações Jardim Catarina e Guaxindiba também dimensionadas para um fluxo de 36.000 passageiros / hora e equipadas com escadas rolantes, rampas e um elevador para atender prioritariamente às pessoas portadoras de deficiência física.

Renders do projeto:



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Old March 28th, 2010, 06:16 PM   #7
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LINHA 4: LIGAÇÃO BARRA DA TIJUCA (Em Construção)

A evolução urbana mais marcante no Município do Rio de Janeiro, nas três últimas décadas, ocorreu em direção à Baixada de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, em decorrência da saturação da Zona Sul.

A grande especulação imobiliária, fruto da migração da classe média na busca de novos padrões de moradia e da concentração da maioria dos pólos de lazer e compras implantados na última década, configurou este vetor de expansão como um dos mais importante do município.

A ligação Barra / Centro, hoje unicamente por via rodoviária, já saturada, se faz basicamente em 2 eixos: o norte - sul (Av. Ayrton Senna) e leste - oeste (Av. das Américas e Auto Estrada Lagoa - Barra), impondo aos moradores da Barra pesado ônus em engarrafamentos diários. Para a Zona Norte essa situação foi recentemente amenizada com a implantação da Linha Amarela, que mais do que duplicou a capacidade antes ofertada.

As dificuldades impostas pela topografia, definidas pela presença do Maciço da Tijuca isolando a Barra das Zonas Sul e Centro, complica sobremaneira a busca de solução definitiva para os problemas de transporte da região, o que conduziu à solução de transporte de massa que perseguisse em sua maior parte o traçado da linha pelos morros. O projeto elaborado insere cerca de 80% do trecho na rocha, contribuindo dessa forma para minimizar os impactos da obra sobre o meio ambiente e as atividades sócio-econômicas da região, interferindo muito pouco no tráfego da superfície, sem remanejamento de utilidades públicas e praticamente sem desapropriações.

Essa linha foi concedida à iniciativa privada em dezembro de 1998, por meio de processo de construção, operação e transferência (BOT) à Concessionária Rio Barra S/A formado pelas empresas Construtora Queiroz Galvão S/A, Constran S/A Construções e Comércio, e T'Trans Sistemas de Transportes S/A. O custo de implantação é de R$ 880 milhões (dez/98), ficando a cargo do Estado a participação de 45% dos investimentos, aprovação do projeto e acompanhamento das obras.

O trecho licitado inicia-se no Jardim Oceânico (Barra da Tijuca) e passa pelos bairros de São Conrado, Gávea, Jardim Botânico, Humaitá e Botafogo, integrando-se à Linha 1 em duas estações: Morro de São João, no bairro de Botafogo e Gávea quando da construção do trecho Uruguai / General Osório (Fechamento do Anel da Linha 1).

Com aproximadamente 15,8 km de extensão e 5 estações, deverá transportar cerca de 118.000 passageiros/dia. Todas as extensões dessa linha, realizadas no período da concessão, inclui-se no objeto do contrato com a Concessionária Rio Barra S.A.

A RIOTRILHOS vem desenvolvendo, em conjunto com a Concessionária, estudo de viabilidade de alternativa redirecionando esta linha, a partir de Humaitá para a Estação Carioca, no Centro, com estação intermediária em Laranjeiras, e no seu tramo oeste o prolongamento pela Av. das Américas até a Alvorada (Av. Ayrton Senna). Isto porque a linha licitada tem como terminal uma estação da Linha 1 (Morro de São João) obrigando a transferência maciça de seus passageiros para o Centro, destino da grande maioria das viagens com origem na Barra da Tijuca, tornando-a dependente da operação e investimentos na Linha 1, hoje operada pela Concessionária OPPORTRANS. Este novo traçado gerará linha totalmente independente, com possibilidades de expansão e total absorção do crescimento urbano observado na Barra.

Este traçado tem aproximadamente 26 km de extensão, 9 estações devendo transportar cerca de 170.000 passageiros/dia, beneficiando cerca de 800 mil pessoas em 30 bairros.

Terceira alternativa, proposta em novembro de 2008

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Old March 28th, 2010, 06:20 PM   #8
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LINHA 5: AEROPORTO INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO/GALEÃO, ANTONIO CARLOS JOBIM - RODOVIÁRIA NOVO RIO - AEROPORTO SANTOS DUMONT (EM ESTUDO)

Ligará o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, Antonio Carlos Jobim ao Aeroporto Santos Dumont, passando pela Rodoviária Novo Rio. Sem mais informações.
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Old March 28th, 2010, 06:24 PM   #9
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LINHA 6: ALVORADA - IRAJÁ - PENHA CIRCULAR - ILHA DO GOVERNADOR (EM ESTUDO)

A Cidade do Rio de Janeiro, por sua característica de crescimento radial, a partir do Centro, em função da sua topografia, ressente-se até hoje de ligações transversais que permitam ocupação mais descentralizada. Recentemente, vêm-se envidando esforços nesse sentido, sendo marcante a construção da Linha Amarela.

A principal ligação, objeto de diversos estudos, ainda não foi executada: o eixo que liga o Terminal Alvorada na Barra a Ilha do Governador (Galeão), passando por Jacarepaguá, Madureira e Irajá. Esse corredor, hoje existente e rodoviário, vem sendo trafegado por enorme volume de veículos que buscam a saída da Barra em direção à Zona Norte, o forte pólo comercial e de serviços de Madureira, as estradas que atravessam a Baixada Fluminense ou a Av. Brasil. A garganta que separa os maciços da Tijuca e da Pedra Branca praticamente torna único esse eixo, por conseguinte tornando inevitável sua saturação.

Com o atual desenvolvimento da Barra e Jacarepaguá, e com a futura implantação da Linha 4 para a Barra, esta linha, denominada Linha 6, torna-se cada vez mais importante para a solução do transporte da cidade. Seu traçado, transversal a todos os eixos das ferrovias do Município (Central, Auxiliar e Leopoldina), permitirá através da integração modal uma maior mobilidade por transporte de massa na cidade, criando uma rede metro - ferroviária.

Sua extensão será de aproximadamente 30 km e contará com 15 estações atendendo aos bairros da Ilha do Governador, Penha, Irajá, Madureira, Campinho, Jacarepaguá e Barra da Tijuca.

Esta linha deverá ser elevada entre o Terminal da Barra e a estação no Tanque, enterrada entre o Tanque, Brás de Pina e Av. Brasil elevada entre a Av. Brasil e o Aeroporto Internacional Tom Jobim (exceção das proximidades do aeroporto, aonde será semi-enterrada).

O conceito desta linha tem o desenvolvimento urbano como meta, sendo a linha de metrô um elemento indutor de crescimento com propostas de tratamento diferenciado em termos da legislação urbana para a faixa de domínio.

A implantação desta linha deverá ocorrer sem custos para Administração Pública, mas prevendo amplo leque para captação de recursos privados em múltiplos empreendimentos associados.
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Old March 28th, 2010, 06:35 PM   #10
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ARCO METROVIÁRIO (EM ESTUDO)

Existe a possibilidade de a Linha 1 se transformar em um "anel", como mostra a figura abaixo. A idéia de unir a estação Uruguai - ainda sendo projetada -, na Tijuca (Zona Norte) com a possível estação PUC, na Gávea (Zona Sul) - também em projeto -, é de desafogar os carros hiperlotados no sentido Centro além de diminuir o tempo de viagem entre a Tijuca e a Zona Sul, já que, atualmente, precisa-se passar por todas as estações da região central desnecessariamente. O túnel metroviário Uruguai-PUC, pela Floresta da Tijuca, é alvo de discussões, entre elas se este trecho faria parte da Linha 1 ou de uma nova linha. Contudo, o projeto existe mas falta verba para colocá-lo em prática.
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Old March 28th, 2010, 06:36 PM   #11
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UNIÃO DAS ESTAÇÕES DE METRÔ E TREM DO MARACANÃ (CONFIRMADO)

Projeto do Governo do Estado visando a Copa de 2014. Transformará as estações de metrô e trem do Maracanã em uma grande estação intermodal, integrando o Metrô Rio e a SuperVia. No projeto, também consta a construção de um edifício anexo à nova estação.
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Old March 28th, 2010, 06:39 PM   #12
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COMPRA DE 19 TRENS E REFORMA DE TODA A FROTA (Em andamento)

Como parte do acordo de prorrogação do contrato de concessão, a OPPORTRANS comprará 19 trens (114 carros), duplicando assim a capacidade do sistema. Também está prevista a reforma de toda a frota do metrô, com a mudança do layout interno.

Render dos novos trens do metrô



Novo layout interno:


Foto de bbatella.

Last edited by Vinicius; April 24th, 2010 at 12:40 AM.
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Old March 28th, 2010, 06:40 PM   #13
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Reforma das Estações e Arredores (EM ANDAMENTO)

Em construção
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Old March 28th, 2010, 06:42 PM   #14
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Troca da máscara frontal de toda a frota (EM ESTUDO)

Projeto piloto:


Imagem de bbatella.
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Old March 28th, 2010, 06:45 PM   #15
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Bem, é isso. Sugestões para melhorar os posts dos projetos são bem-vindas.
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Old March 28th, 2010, 07:19 PM   #16
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Estado inicia obras do metrô que ligará a Barra da Tijuca à Zona Sul

20/03/2010 - 18h24

O sonho da Linha 4 do metrô, que ligará a Barra da Tijuca à Zona Sul, começou a se tornar realidade. Neste sábado (20/03), o Governador Sérgio Cabral, ao lado do secretário de Transportes Julio Lopes, deu início à implantação do canteiro de obras, em um terreno ao lado do Shopping Barra Point. Quando a obra for finalizada, o tempo de viagem entre Ipanema e Barra da Tijuca será em media de apenas 12 minutos.
A expectativa do Governo do Estado é de que a nova linha do metrô beneficie, diariamente, 240 mil pessoas. A obra, que custará R$ 4 bilhões, será dividida em duas frentes. Nesta primeira etapa, será feita a obra de ligação do Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, ao bairro da Gávea, na Zona Sul, num total de 9,86 quilômetros.

A Secretaria Estadual de Transportes espera finalizar a sondagem dessa área nos próximos três meses, para no máximo em 90 dias dar início às obras físicas e as escavações. A segunda frente, que ainda está na fase de estudos técnicos, fará a conexão da Gávea à Linha 1 do metrô, que hoje vai até a Estação General Osório, em Ipanema.

O Governador Sérgio Cabral disse que o Estado dispõe de R$ 300 milhões para investir nas obras este ano. O governador afirmou ainda que a Linha 4 vai beneficiar não só os moradores da Barra da Tijuca, mas principalmente aqueles que moram na Zona Norte, Sul e Centro, além de servir também para os turistas que visitam a cidade.

O governador também ressaltou o apoio da Câmara Municipal para a implantação da nova linha, referindo-se ao projeto de lei que aprova a venda de cerca de 70 áreas remanescentes do Metrô com potencial de investimento imobiliário, pertencentes ao governo do Estado, e cuja verba será utilizada na construção da Linha 4 do Metrô.

A Concessionária Rio-Barra, que detém o contrato de construção da Linha 4, já tem licença junto à Prefeitura do Rio e ao Instituto Estadual do Ambiente para o início das obras, o que inclui a autorização para instalar 168 pontos de sondagem. O secretário de Transportes Julio Lopes afirmou que o governo vai atender a todas as solicitações do Parque Nacional da Tijuca no que se refere a proteção e compensação ambiental.

– Essa é uma obra fundamental para melhorar a mobilidade numa região que não para de crescer. É também um desejo e uma reivindicação dos moradores da Barra, Recreio e grande parte da Zona Oeste, que vão se beneficiar com um transporte mais rápido e eficiente. Estamos satisfeitos de tirar do papel um projeto prometido e anunciado tantas vezes – comemora o secretário Julio Lopes.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também participou do evento, já que o projeto é um dos mais importantes para a melhoria da mobilidade urbana da cidade e principalmente na Zona Oeste. Da Zona Sul até a Barra da Tijuca serão sete estações, incluindo a General Osório, em Ipanema. Serão construídas as estações Praça Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Leblon, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico num total de 13,5 quilômetros.

O primeiro canteiro de obras ficará instalado num terreno da Comlurb, cuja cessão já foi negociada com a empresa da prefeitura. No local, foi instalado um stand onde os moradores poderão obter informações e esclarecer dúvidas sobre a obra. Neste primeiro momento, não haverá alterações no trânsito.

A primeira estação, a Barra – Jardim Oceânico, ficará localizada no canteiro central da Avenida Armando Lombardi, na altura do número 400, em frente ao shopping Barra Point e ao prédio da Unimed. Neste ponto, a estação será subterrânea com duas saídas, uma para casa lado da avenida, para facilitar o acesso dos usuários ao metrô. Da estação inicial, a nova linha seguirá subterrânea até atravessar a pista da Avenida Armando Lombardi, na altura da Igreja São Francisco de Paula, onde subirá em elevado até encontrar o Maciço da Tijuca. Para isso, será construída uma ponte metroviária, de 350 metros, sobre o Canal da Joatinga, a 15 metros do nível do canal. Essa nova estrutura passará entre as duas pontes existentes, que hoje fazem a ligação entre a Estrada da Barra a Avenida Armando Lombardi.


Foto de SETRANS - RJ.

Fonte: http://www.sectran.rj.gov.br/detalhe....asp?ident=850
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Old March 28th, 2010, 07:34 PM   #17
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Renders do projeto da Linha 4:

1.



2.



3.



4.



5.



6.



Fonte: SETRANS - RJ.
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Old March 28th, 2010, 07:36 PM   #18
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Estado prepara a venda de 73 terrenos do metrô

Publicada em 22/03/2010 às 00h14m

Marcelo Dias, Extra

RIO - O governo do estado se prepara para vender 73 terrenos remanescentes das obras do metrô. O dinheiro será usado para financiar a expansão para a Barra da Tijuca. Segundo o governador Sérgio Cabral, o negócio pode render aos cofres estaduais cerca de R$ 700 milhões. Os lotes serão oferecidos em pacotes, operação coordenada pelo chefe da Casa Civil, Regis Fichtner. O edital de venda do primeiro deles deve ser publicado esta semana.

Lotes ficam em áreas onde já não há terrenos disponíveis

Há pedaços de terra encravados em regiões valorizadas e sem terrenos disponíveis para construção, como um quarteirão quase inteiro compreendendo as ruas Tonelero, Siqueira Campos e Figueiredo Magalhães, em Copacabana. No Flamengo, há dez lotes ao longo das ruas Marquês de Abrantes e Paulo VI. No bairro vizinho de Botafogo, há outros 11, como os da Rua Muniz Barreto. Na Tijuca, são 19, quase todos concentrados na Avenida Heitor Beltrão.

Expansão para a Barra está orçada em R$ 5 bilhões

A implantação do trecho de 13,5 quilômetros ligando a Barra à Zona Sul está orçada em R$ 5 bilhões, sendo R$ 4 bilhões para construção da linha e o restante para compra de equipamentos. A ampliação deve contar com estações nas praças Nossa Senhora da Paz (Ipanema) e Antero de Quental (Leblon), no Jardim de Alah e na Gávea. Uma das estações deve ficar no terreno onde hoje está o 23 BPM (Leblon), que será transformado no Parque Bossa Nova.

Haverá ainda estações em São Conrado (na Estrada da Gávea) e na Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca. O novo trecho deverá atender 240 mil pessoas por dia. Hoje, o metrô transporta 550 mil.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-916133904.asp
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Old March 28th, 2010, 07:38 PM   #19
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Postado pelo forista PauloLescaut no dia 22 de março:



Fonte: O Globo.
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Old March 28th, 2010, 07:43 PM   #20
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Moradores de Ipanema não querem três estações do metrô

Publicada em 23/03/2010 às 23h27m

Ediane Merola


A PRAÇA Nossa Senhora da Paz, que deve receber uma estação do metrô / Foto de arquivo de Gustavo Stephan - O Globo

RIO - Moradores e comerciantes de Ipanema estão mobilizados contra a instalação da estação Nossa Senhora da Paz do Metrô que, até 2016, deverá chegar à charmosa praça do bairro. Eles temem pela saturação e pela descaracterização da região, que já tem uma estação na Praça General Osório e, pelos planos do governo do estado, ganhará uma terceira no Jardim de Alah. Para a comunidade, dois pontos de parada, nas extremidades de Ipanema, são suficientes e ainda podem estimular a circulação a pé no bairro.

Viagem entre as estações levaria cerca de um minuto

A estação General Osório, inaugurada em dezembro do ano passado, faz parte da Linha 1 do Metrô, que deverá chegar até a Gávea, onde encontraria a Linha 4, que seria construída apenas no trecho Barra-Gávea. Este trajeto teria ao todo sete estações, entre elas a Nossa Senhora da Paz e a Jardim de Alah. Diretor do Quadrilátero do Charme de Ipanema, entidade que reúne cerca de 70 associados, Bruno Pereira ressalta que o tempo de viagem entre cada uma das três estações do bairro teria, em média, pouco mais de um minuto:

- A viagem entre as estações General Osório e Nossa Senhora da Paz vai durar um minuto e 20 segundos, por exemplo. O usuário gasta mais tempo percorrendo a estação do que circulando na rua - ponderou Bruno Pereira, acrescentando que bairros maiores, como Tijuca e Copacabana, têm três estações. - Ipanema tem muitos eventos, a praia e as lojas. Quanto mais estações, maior o adensamento no bairro. Além disso, construir uma estação a menos pode significar redução de tempo e de gasto com a obra.

Preocupado com o futuro de Ipanema, o empresário solicitou uma reunião com o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes. O encontro, que estava marcado para o dia 29, também teria, segundo Pereira, a presença de Ignez Barretto, coordenadora do Projeto de Segurança do bairro, e Maria Amélia Fernandes Loureiro, presidente da Associação de Moradores de Ipanema, além de empresários, como Antônio Bernardo, Lauro Wolner e Marcos José Magalhães Pinto. A reunião, porém, foi desmarcada.

- Não somos contra o Metrô, muito menos contra o crescimento da cidade. Mas Ipanema é um bairro pequeno, onde as pessoas fazem tudo a pé - disse Pereira.

Em relação à construção da estação Nossa Senhora da Paz, a Secretaria estadual de Transportes informou, em nota, acreditar que "a sociedade carioca se manifestará positivamente, todavia, abrirá espaço para os moradores no bairro apresentarem seus questionamentos". Para Ignez Barreto, construir uma estação na Nossa Senhora da Paz vai descaracterizar a praça:

- Tem que instalar dois respiradores para a estação, elevador. E aquela proteção em forma de concha que botaram na General Osório? Já imaginou aquilo aqui na praça?

Além de afetar a estética do lugar, Maria Amélia teme que a realização de obras da Nossa Senhora da Paz prejudique o comércio na região:

- A obra atrapalharia os comerciantes. E, se houver apenas as estações General Osório e Jardim de Alah, isso poderá aumentar a circulação de pessoas pelas ruas.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...156313.asp?p=1
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