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Projectos e Construção Desenvolvimento em Moçambique | Developments in Mozambique


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Old May 6th, 2010, 08:35 AM   #1
alama
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MAPUTO | Notícias de Desenvolvimento

Dezanove empresas interessadas no concurso para 3º operador de telefonia móvel em Moçambique [ 2010-05-06 ]


Maputo, Moçambique, 6 Mai - Dezanove empresas moçambicanas e estrangeiras já adquiriram o caderno de encargos do concurso público internacional para o licenciamento do terceiro operador de telefonia móvel, afirmou quarta-feira em Maputo o director-geral do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM).

Entre as empresas interessadas no concurso estão a Zain do Kuwait, Portugal Telecom e a France Telecom.

Américo Muchanga classificou o número de empresas potenciais concorrentes como "bastante positivo", afirmando ainda que o mesmo supera as expectativas inicialmente previstas pelo INCM.

Ainda quarta-feira, o INCM realizou uma pré-conferência sobre o concurso público para o licenciamento do terceiro operador de telefonia móvel havendo indicações de que o número de potenciais concorrentes poderá aumentar, tomando em consideração que a data-limite para a apresentação das propostas é 21 de Junho próximo.

Dados divulgados na ocasião indicam que a empresa de telefonia móvel Mcel – Moçambique Celular obteve, no ano de 2008, receitas superiores a 270 milhões de dólares, enquanto que a concorrente Vodacom obteve no mesmo período receitas de 100 milhões de dólares.

Adicionalmente, as duas operadoras actualmente em actividade têm aumentado os seus investimentos, tendo a Vodacom investido, entre os anos de 2003 e 2008, cerca de 320 milhões de dólares, contra 281,9 milhões de dólares investidos pela Mcel no mesmo período.

Actualmente, existem em Moçambique cerca de 6 milhões de subscritores, dos quais aproximadamente 3,5 milhões são clientes da Mcel e 2,5 milhões da Vodacom, representando uma taxa de penetração de telefonia móvel celular de cerca de 29,1 por cento.

Moçambique tem uma população de 22 milhões de habitantes.(macauhub)

www.macauhub.com
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Old May 6th, 2010, 08:39 AM   #2
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Obras de construção do primeiro Parque de Ciência e Tecnologia de Moçambique já se iniciaram [ 2010-05-06 ]


Maputo, Moçambique, 6 Mai - As obras de construção do primeiro Parque de Ciência e Tecnologia, em Maluana, distrito da Manhiça, na província do Maputo, iniciaram-se já com a abertura de fundações e instalação de equipamentos no local, informou o diário Notícias, de Maputo.

Citando uma fonte do empreiteiro, o jornal adiantou que grande parte dos contentores com materiais de construção já se encontra no porto de Maputo, provenientes da Índia, país que financia e vai edificar a obra.

Por outro lado, eram esperados quarta-feira dezenas de técnicos daquele país asiático, que se vão juntar a uma equipa que já se encontra em Maluana, entre engenheiros e auxiliares de construção civil.

O Parque de Ciência e Tecnolgia é um espaço com infra-estruturas e serviços de gestão para o estabelecimento de empresas baseadas no conhecimento, localizadas num ambiente com ligação formal às instituições de ensino superior e de investigação.

O parque, que vai ocupar cerca de 950 hectares, visa fomentar o empreendedorismo, incubação de pequenas e médias empresas, bem como servir de local para a difusão do conhecimento e terciarização de desenvolvimento de produtos entre empresas-âncora, incubadoras e instituições nacionais de educação e de investigação.

Numa primeira fase será construído o Centro de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, o primeiro dos vários edifícios a serem implantados no Parque de Ciência e Tecnologia. (macauhub)

www.macauhub.com
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Old May 6th, 2010, 08:48 AM   #3
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Descoberta de petróleo pode representar “maldição”

A descoberta de petróleo, recurso alvo de intensas pesquisas em Moçambique, pode tornar-se “numa maldição” para o país, se as elites monopolizarem as vantagens provenientes da venda de crude, alertou o jornalista da Guiné-Equatorial Donato Bidyogo.

Várias multinacionais estão actualmente envolvidas na pesquisa de petróleo no Centro e Norte de Moçambique, onde a existência de grandes quantidades de hidrocarbonetos é encarada como indício da existência de crude.

Com base na experiência do seu próprio país, Guiné- Equatorial, o terceiro maior produtor de petróleo na África Subsaariana, depois da Nigéria e de Angola, Donato Bidyogo afirmou que “o petróleo pode trazer desgraça, tornar-se numa maldição e não no maná que muitas vezes se pensa que é”.

“Por má-fé, as elites dominantes empreendem uma má gestão, uma má administração dos recursos petrolíferos e outros hidrocarbonetos, para serem os únicos a apropriar-se dos benefícios, tornando-os numa maldição”, sublinhou o jornalista, exilado em Espanha, quando falava numa palestra sobre “Petróleo e Subdesenvolvimento na Guiné-Equatorial”, promovida pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique.

Apesar de vir de um histórico de tirania e repressão desde os anos da independência nos anos de 1960, a Guiné-Equatorial viu a ditadura do Presidente Teodoro Nguema a incrementar o esmagamento dos direitos humanos e a perseguição aos opositores políticos, quando foi descoberto petróleo no início dos anos de 1990, recordou o jornalista e também docente universitário.

“A democracia que o regime estava a ensaiar antes da descoberta de petróleo transformou-se logo numa paródia, quando o país se viu com petróleo. As liberdades que se começavam a respeitar foram logo suprimidas”, enfatizou. Para Donato Bidyogo, a tortura e a intimidação podem ser usadas para reprimir qualquer tentativa de alguns sectores da sociedade de exigir transparência nas receitas de petróleo e assim deixar o campo aberto para o enriquecimento das oligarquias no poder ao tempo da descoberta de crude. “Na Guiné-Equatorial é normal inventarem-se golpes de Estado e alegados crimes contra a segurança do Estado como pretexto para colocar fora de acção opositores incómodos”, acrescentou.

Ainda segundo o jornalista, apesar de o petróleo ter permitido à Guiné-Equatorial ter um rendimento anual per capita de 50 mil dólares, acima de muitos países ricos, a produção de crude não evitou, entretanto, que o país tivesse mais de 50 porcento da sua população a viver com menos de um dólar por dia.

O meio ambiente degradou- se, a inflação disparou e a maioria da população perdeu a auto-suficiência na agricultura artesanal, passando a depender de produtos agrícolas importados dos países vizinhos, e os problemas ecológicos agudizaram-se, observou Donato Bidyogo.

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Old May 9th, 2010, 02:22 PM   #4
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Old May 10th, 2010, 12:29 AM   #5
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Mphanda Nkuwa: Concessão do projecto formalizada este ano

O PROJECTO da Barragem de Mphanda Nkuwa será concessionado este ano aos investidores do empreendimento, a ser construído ao longo do rio Zambeze, na província de Tete.


O “Notícias” soube que as negociações com o Governo visando a atribuição da concessão à empresa Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa decorrem a bom ritmo, sendo que a expectativa dos investidores é que a finalização do processo negocial ocorra dentro de meses.

Egídio Leite, presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa, considerou a obtenção da concessão como fundamental para a vida do projecto, sobretudo porque, só com este documento é que os investidores poderão desenvolvê-lo, implementar e depois iniciarem com a sua operacionalização.

Dados disponíveis indicam também que para além de atribuir plenos poderes aos investidores para a execução do projecto, na concessão poderão estar clarificados os benefícios fiscais com que o projecto poderá contar, bem como outro tipo de garantias que o Estado irá conceder.

Mostrando-se cauteloso nas suas declarações, Egídio Leite também falou do fecho financeiro do projecto que, segundo afirmou, pode acontecer o mais tardar nos princípios do próximo ano.

O PCA da Hidroeléctrica de Maphanda Nkuwa explicou que o fecho financeiro daquela infra-estrutura está, neste momento, condicionado a uma série de factores, nomeadamente a conclusão das negociações com os potenciais compradores de energia a ser gerada pelo empreendimento.

Indicou que dentre os potenciais compradores da energia de Mphanda Nkuwa figuram o gigante sul-africano Eskom, bem como a empresa pública moçambicana, EDM e outras companhias da região, com as quais as negociações continuam a decorrer a bom ritmo.

A Hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa irá localizar-se há cerca de 70 quilómetros a montante da cidade de Tete e 61 quilómetros a jusante da Hidroeléctrica de Cahora Bassa. A sua construção deverá durar 4, 5 anos, empregando 4000 trabalhadores.

Terá uma capacidade instalada de geração de 1500 MW, contribuindo de forma significativa para a disponibilidade energética em Moçambique e na região da África Austral.

Tendo em conta as necessidades de transporte de energia para o sul do país, o consórcio responsável pela implementação do projecto e vai contribuir para a viabilização da linha de transmissão centro-sul que irá estabelecer a ligação entre as províncias de Tete e Maputo.

A linha Tete-Maputo irá constituir-se num eixo vital para distribuição de energia eléctrica em Moçambique e na região, através da ligação à rede de transmissão da África Austral (SAPP- Sothern Africa Power Pool).

fonte: noticias.co.mz
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Old May 10th, 2010, 09:10 AM   #6
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Empresas sul-africanas importam e exportam viaturas através do porto de Maputo, Moçambique [ 2010-05-10 ]


Maputo, Moçambique, 10 Mai - A linha férrea de Ressano Garcia já está a ser utilizada na exportação e importação de viaturas pela África do Sul através do porto de Maputo, de acordo com o jornal Notícias, de Maputo.

O jornal acrescenta que o primeiro lote de 160 viaturas que chegará a Maputo num comboio experimental irá seguir para a Austrália e outro lote de viaturas da mesma marca provenientes da Alemanha foi escoado para a África do Sul através da mesma linha.

A decisão de usar a linha de Ressano Garcia para colocar viaturas em trânsito no porto de Maputo resultou da constatação da viabilidade que aquela via oferece do ponto de vista económico.

O director-geral da Grindrod, gestora da terminal de viaturas do porto de Maputo, disse que a aposta em potenciar as importações e exportações via Maputo tem a ver com a enorme vantagem comparativa que o porto tem em relação aos portos sul-africanos, considerando as distâncias entre Maputo-Joanesburgo ou Maputo-Pretória e Joanesburgo-Pretória-Durban.

Refira-se que as indústrias de montagem de viaturas localizam-se nas cidades de Joanesburgo e Pretória, ambas na vizinha província de Gauteng.

Inaugurado em 2008, o terminal de automóveis do porto de Maputo tem uma capacidade instalada para processar 50 mil viaturas por ano, numa primeira fase, esperando-se que ao fim da terceira fase esteja em condições de receber entre 250 mil e 300 mil viaturas por ano.

Além das viaturas em trânsito para vários mercados regionais e internacionais, o terminal é também usado na importação de uma média de mil viaturas novas por ano destinadas ao mercado moçambicano e cerca de trezentas viaturas em segunda mão, importadas do Japão, igualmente destinadas ao mercado nacional. (macauhub)

macauhub.com
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Old May 10th, 2010, 04:33 PM   #7
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Disponíveis fundos para reabilitação do Mercado Central de Maputo
Segunda, 10 Maio 2010 10:12



Neste momento há outras obras em curso visando melhorar o sistema de saneamento básico dos mercados desta cidade, sobretudo na provisão de sanitários públicos.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo, CMCM, garante que já há fundos disponíveis para a reabilitação do mercado Central no centro da cidade de Maputo, uma das referências históricas no país.

As obras de reabilitação daquele mercado poderão arrancar nos meados do ano em curso, conforme anunciou o vereador de Mercados e Feiras do município de Maputo, António Tovela.

Tovela acrescentou que, neste momento, está-se na fase de lançamento do concurso, que irá determinar o empreiteiro que irá executar as obras.

Para Tovela, a reabilitação daquele mercado enquadra-se naquilo que é o plano estratégico do conselho municipal para este ano. “A reabilitação do Mercado Central é um dos grandes projectos nossos para este ano, por se tratar de um mercado histórico e património da nossa cidade”, frisou a fonte.

Refira-se que aquele mercado existe há mais de 100 anos e, durante esse período, nunca havia beneficiado duma reabilitação de vulto. Tovela explicou, igualmente, que a reabilitação do mercado em causa vai consistir no restauro do seu plano arquitectónico. Ou seja, não se vai fugir daquilo que é o seu projecto inicial. As obras serão executadas em três fases. a primeira, irá consistir na regeneração da parte frontal, e a segunda vai compreender a parte de cobertura e a finalização das obras.

O vereador escusou-se a revelar o montante envolvido para todo o projecto, alegando que tal podia despertar o interesse dos concorrentes. No entanto, o nosso jornal soube de fontes seguras que as obras poderão custar cerca de 590 mil dólares americanos.

Por outro lado, Tovela disse que para além da reabilitação do mercado central, há várias obras que estão em curso nalguns mercados, com destaque para os mercados grossista de Zimpeto, Mafalala, 3 de Fevereiro, entre outros. Trata-se de obras que fundamentalmente visam melhorar o sistema de saneamento através da provisão de sanitários públicos. No mercado Estrela Vermelha, o CMCM está a construir um muro de vedação, ao que se seguirá a construção de sanitários públicos para a melhoria do sistema de saneamento.
Refira-se que o valor da reabilitação do mercado central sairá dos cofres da edilidade.

opais.co.mz
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Old May 11th, 2010, 02:43 AM   #8
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EDM e ESKON procuram USD 2,4 biliões para linha Maputo/Tete

Ainda não estão garantidos os cerca de 2,4 biliões de dólares norte-americanos necessários para as obras de construção da linha de transporte de energia eléctrica Tete/ Maputo, considerada espinha dorsal e destinada a minimizar a dependência do país em relação à África do Sul no concernente ao abastecimento interno daquele recurso.

Falando ao Correio da manhã, o vice-ministro da Energia, Jaime Himede, disse que negociações com potenciais financiadores do projecto estão em curso sob os auspícios das empresas públicas moçambicana Electricidade de Moçambique (EDM) e ESKON, da África do Sul. Enfatizou que as obras “só irão começar quando se concluir o fecho financeiro que se encontra já na fase crucial”.

Nos princípios deste mês de Abril, entretanto, realizou-se, em Maputo, um workshop para discussão do relatório preliminar do estudo em curso visando encontrar a melhor opção para o desenvolvimento da espinha dorsal da rede nacional de transporte de energia eléctrica ligando o Centro e Sul do país, através da construção duma linha de alta tensão de Tete à Maputo. Basicamente, o projecto vai ser executado em duas fases, sendo que a primeira compreende estudos detalhados de impacto ambiental para uma capacidade de transporte de 3100 megawatts e a segunda terá uma capacidade de 2900 megawatts.

Fonte próxima do projecto indicou ao jornal que a primeira fase do estudo visa a procura de formas viáveis para escoamento de cerca de 9200 megawatts de energia a ser gerada pelos projectos hidroeléctricos de Mphanda Nkuwa (1500 mw), Central de Ciclo Combinado a Gás Natural de Ressano Garcia (450 mw) e Central Térmica a Carvão de Moatize (1500-2400 mw), incluindo os 2075 megawatts da Central Hidroeléctrica de Cahora Bassa Sul.

No referido encontro foi igualmente dada a conhecer a realização de um estudo de viabilidade de uma outra central térmica a carvão, associada à licen ça de prospecção mineira de Benga, em Tete. Dentre as opções para a implementação da linha Tete- Maputo, os consultores que estão à frente do estudo apresentaram como hipótese o aumento da capacidade da linha de Matambo (Tete) a Apollo (África do Sul), bem como o uso das infra-estruturas existentes no Sul do país da EDM e Motraco.

Calendário

Segundo o calendário das actividades, o draft final do estudo deverá estar concluído em finais de Maio de 2010, para efectivação do segundo worshop para considerações finais.

Refira-se, entretanto, que o projecto inicial desta espinha dorsal da rede nacional de transporte de energia eléctrica estava orçado em cinco biliões de dólares norte-americanos, mas um estudo de opção técnica de menor custo reduziu o valor para mais de metade, ou seja, 2,4 biliões de dólares, dos quais 1,8 bilião de dólares será aplica
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Old May 12th, 2010, 03:30 AM   #9
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Presidentes Guebuza e Kiwete inauguram ponte da unidade.


O Presidente da República, Armando Guebuza, e o seu homólogo tanzaniano, Jakaya Kiwete, presidem esta quarta-feira, as cerimónias de inauguração da Ponte da Unidade, que estabelece a ligação entre Moçambique, através de Negomano, no distrito de Mueda, província de Cabo Delgadso, e Tanzania, a partir da vila Ntambaswale, em Ntwara.

A importante infraestrutura, que concretiza o sonho dos antigos Presidentes de ambos os países, Samora Machel e Julius Nyerere, possui 720 de comprimento, largura total de 13,5 metros, duas faixas de roidagem de 3,25 metros cada e bermas de 1,5 metros e dois passeios com idêntica largura.

Idealizada em 1977, com o simbolismo de fraternidade e objectivo de servir de estrutura de desenvolvimento dos dois povos irmãos, a Ponte da Unidade sofreu algumas interrupções devido à guerra de desestabilização ocorrida no país.

A sua conclusão viria finalmente a ser decidida em 16 de Outubro de 2005 pelos Presidentes Armando Guebuza e Benjamim Nkapa, através do financiamento dos próprios governos.

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Old May 12th, 2010, 04:34 PM   #10
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Capital de Moçambique, Maputo, vai ser alvo de acções de renovação urbana [2010-05-12 ]


Maputo, Moçambique, 12 Mai - A segunda fase do Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo (PDMM), a decorrer de Setembro de 2010 até 2016, conta com verbas que ultrapassam 100 milhões de dólares, de acordo com o diário Notícias, de Maputo.

O jornal acrescenta que as intervenções físicas daquela iniciativa vão distribuir-se pelas componentes de desenvolvimento institucional, infra-estrutura urbana, planeamento urbano e progresso metropolitano.

Na componente de planeamento de solo urbano, por exemplo, prevêem-se intervenções em assentamentos informais, compreendendo a execução de um conjunto de intervenções físicas, com destaque para arruamentos, abastecimento de água, saneamento e iluminação pública.

As intervenções nos bairros desorganizados passarão pela regularização da ocupação informal do solo através da concessão de títulos de direito de uso da terra.

Na área de infra-estruturas as atenções estarão viradas para a construção e conservação dos edifícios, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Municipal, que para a componente de desenvolvimento metropolitano vão decorrer acções com vista à melhoria de serviços municipais no sector de transportes e trânsito, bem com na gestão de resíduos sólidos urbanos.

Para além do Banco Mundial, o ProMaputo possui verbas adicionais provenientes de outros parceiros de cooperação. (macauhub)

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Old May 12th, 2010, 09:02 PM   #11
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Vale lucra 1,6 bilião USD no primeiro trimestre de 2010


Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização atingiram 2,9 biliões de dólares, uma subida de 33.1%. A receita operacional também subiu, mas apenas 4,7%, para 6,8 biliões de dólares.

A Vale, com licença de exploração de carvão em Tete, obteve lucros na ordem de 1,6 bilião de dólares no primeiro trimestre deste ano, mais 5,6% se comparado com os últimos três meses de 2009.

De acordo com o relatório de desempenho da empresa, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização atingiram 2,9 biliões de dólares, uma subida de 33.1%, tendo em conta o período em análise. A receita operacional também subiu, mas apenas 4,7%, para 6,8 biliões de dólares.

A Vale, que extraiu 60 milhões de toneladas de minério durante o primeiro trimestre do ano, argumenta que estes resultados reflectem os seus esforços “para optimizar custos e a forte retomada da demanda global por minérios e metais”.

O desempenho da Vale é motivado pelo “aquecimento” do mercado em relação a matérias-primas. O crescimento da demanda por minério de ferro decorre da extraordinária expansão da China. Este país é o maior comprador deste recurso, tendo adquirido em 2009 mais de 600 milhões de toneladas métricas de minério de ferro.

Actualmente, a indústria global de transformação está em franca recuperação, gerando forte aumento da procura por matérias-primas, incluindo petróleo, entre outras.

Após cair por três anos consecutivos, a produção mundial de aço inoxidável está a recuperar vigorosamente.

A estratégia de crescimento da Vale, a longo-prazo, “prevê disciplina na alocação de capital e a minimização do custo de capital”.

A Vale, ex-Vale do Rio Doce, ganhou a licença de exploração de carvão nas minas de Moatize, em Tete, onde prevê extrair 40 milhões de toneladas. Este ano, a empresa prevê injectar cerca de 500 milhões de dólares na mina de Moatize, calculando-se que até aqui já tenha aplicado 352 milhões.
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Old May 13th, 2010, 02:17 AM   #12
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Ponte na baía de Maputo pronta neste quinquénio

O Governo, através do ministro das Obras Públicas e Habitação, Cadmiel Muthemba, reafirmou ontem a concretização, durante o presente quinquénio, 2010/14, do projecto de construção de uma ponte sobre a baía do Maputo, ligando a baixa da capital e o distrito municipal KaTembe, bem como da estrada para a Ponta do Ouro.

Os projectos da ponte e estrada até Ponta do Ouro vêm sendo equacionados há bastante tempo, mas só tiveram andamento do ano passado para cá. Em Outubro último, o Conselho Municipal da cidade de Maputo revelou que estão em análise cinco propostas submetidas pelos concorrentes pré-seleccionados para a segunda e última fase do concurso público para o efeito.

David Simango, presidente do Conselho Municipal da capital, explicou na altura que terminada a análise das propostas pelos consultores, o processo passaria para uma comissão interministerial, órgão que iria discutir os detalhes com o vencedor do projecto.

Entretanto, o ministro das Obras Públicas e Habitação, que falava a partir de Negomano, Cabo Delgado, por ocasião da cerimónia da inauguração da Ponte da Unidade, não indicou a fase em que o projecto se encontra neste momento, tendo apenas garantido que uma série de trabalhos estava em curso, para que as infra-estruturas sejam erguidas ainda no decurso deste mandato, que vai até 2014.

Ainda na mesma senda, o ministro disse ser meta do Executivo nestes cinco anos ligar os extremos sul e norte do país por terra, ou seja, ter uma estrada asfaltada desde a Ponta do Ouro ao Rio Rovuma, em Cabo Delgado.

Sobre este projecto, Cadmiel Muthemba falou das obras em curso no sector de estradas, de modo a permitir que até ao fim deste quinquénio toda a extensão da Ponta do Ouro ao Rovuma esteja devidamente asfaltada.

Para além de referir-se às obras de reabilitação de alguns troços da Estrada Nacional Número Um, com destaque para Xai-Xai/Chissibuca, o responsável máximo das Obras Públicas e Habitação também falou de um projecto iminente de obras de construção da ligação entre a cidade de Quelimane e o distrito de Chinde, que actualmente representa um desafio duro para os utentes da via.

Cadmiel Muthemba não avançou os montantes a serem investidos na materialização destas iniciativas, concretamente a ligação Ponta do Ouro/Rio Rovuma, que a caracterizou de “sonho do Governo” para o presente quinquénio.

Entretanto, para o caso da ponte sobre a baía de Maputo e estrada para Ponta do Ouro, David Simango disse em Outubro do ano passado que as infra-estruturas poderão ser construídas num sistema de “leasing”, em que a instituição vencedora do concurso público para a sua edificação custeia as obras, acordando-se um prazo para o Estado amortizar a dívida a ser contraída.
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Old May 13th, 2010, 08:37 AM   #13
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Grupo egípcio Elsewedy Electric pretende investir em Moçambique [ 2010-05-13 ]


Maputo, Moçambique, 13 Mai - O grupo egípcio Elsewedy Electric pretende investir 100 milhões de dólares na electrificação rural em Moçambique, disse à macauhub em Maputo uma fonte do Ministério da Energia.

A fonte adiantou que a intenção foi transmitida ao titular da pasta, Salvador Namburete, quando quarta-feira em Maputo recebeu uma delegação do grupo egípcio.

O grupo pretende estabelecer parcerias para a realização de investimentos nos sectores das energias solar e eólica e de turbinas a gás tendo a fonte do ministério dito à macauhub que a parceria pode vir a ser efectuada com a empresa pública Electricidade de Moçambique.

Uma das apostas do governo mocambicano é levar energia eléctrica a todos os 128 distritos do país.

Presentemente encontram-se electrificados 89 distritos, prevendo-se que dentro de dois anos mais 15 distritos estejam a receber energia da rede eléctrica nacional. (macauhub)
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Old May 18th, 2010, 07:16 AM   #14
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Investidores da China vão construir cimenteira em Moçambique [ 2010-05-18 ]

Maputo, Moçambique, 18 Mai - Uma fábrica de cimento vai ser construída em Beloluane, província de Maputo, num investimento de 100 milhões de dólares financiado pelo Banco de Desenvolvimento da China, informou segunda-feira em Maputo o director do Centro de Promoção de Investimentos (CPI).

Mohamed Rafique adiantou que as obras de construção da cimenteira, projecto de investidores chineses que obtiveram um financiamento do Banco de Desenvolvimento da China através do Fundo de Desenvolvimento China-África, poderão arrancar dentro de dias, indo na próxima semana uma equipa governamental visitar o local onde será instalada a unidade fabril.

Rafique disse ainda que a nova cimenteira terá capacidade para produzir um milhão de toneladas de cimento por ano e acrescentou que, além de ir regular o preço do cimento no mercado moçambicano, poderá vir a abastecer alguns países da África Austral.

A fraca oferta de cimento e os elevados custos de construção constituem os dois graves entraves à execução de obras, sobretudo do Estado.

O director do CPI disse igualmente que a instituição já aprovou quatro projectos de investimento para a construção de fábricas de cimento no sul de Moçambique.

De entre os interessados há investidores da China, Índia e Tanzania, que têm, a partir de agora, um prazo de dois anos para iniciarem a execução dos projectos.

Actualmente, o mercado de cimentos moçambicano é dominado pela Cimentos de Moçambique – uma empresa do grupo Cimpor (Cimentos de Portugal), que detém 82 por cento do capital, sendo os restantes 18 por cento partilhados entre o Estado moçambicano, Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

A Cimentos de Moçambique coloca no mercado doméstico cerca de 500 mil toneladas de cimento por ano e tem um volume médio anual de negócios estimado em cerca de 83,8 milhões de dólares.

Para além da fábrica localizada na província de Maputo, a Cimentos de Moçambique tem também uma unidade no Dondo, província de Sofala, e outra em Nacala, na província de Nampula.

A outra fatia do mercado moçambicano, a menor, é dividida pelo cimento importado da vizinha África do Sul e de alguns importadores asiáticos. (macauhub)
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Old May 18th, 2010, 07:18 AM   #15
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Suécia apoia desenvolvimento da bacia do rio Púnguè, em Moçambique [ 2010-05-18 ]

Maputo, Moçambique, 18 Mai - A Agência Sueca de Desenvolvimento Internacional (ASDI) concedeu um financiamento de 117 milhões de coroas suecas (15 milhões de dólares) a ser aplicado na bacia do rio Púnguè, informou o jornal Notícias, de Maputo.

Destinado à execução da segunda fase da Estratégia Conjunta de Desenvolvimento e Gestão Integrada dos Recursos Hídricos, que vigora desde 2002 entre Moçambique e Zimbabwe, aquele financiamento permitirá a identificação do potencial daquela bacia, análise e formação de cenários alternativos futuros de desenvolvimento, sobretudo na melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas.

A execução da Estratégia Conjunta depara com alguns aspectos considerados críticos, nomeadamente a questão de aviso e mitigação de cheias e secas, controlo de intrusão salina e gestão e mitigação da mineração de ouro.

Registam-se, igualmente, constrangimentos ligados à manutenção de caudais ambientais e do lago Urema no Parque Nacional da Gorongosa, em Sofala, além da necessidade de se definirem estratégias de desenvolvimento de pequenas e médias barragens, uso da terra, água e criação de fundos de pequena escala.

Foi formado um comissão da bacia do Púnguè constituída pelos grandes consumidores de água em Sofala, como o Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (Fipag), Açucareira de Moçambique, administrações distritais, líderes tradicionais, associações de camponeses e da comunidade em geral.

Actividades semelhantes decorrem ao longo da bacia do rio Púnguè no Zimbabwe, sendo que 80 por cento de financiamento das actividades estão concentrados em Moçambique, pelo facto de 95 por cento daquele curso de água aí se localizar.

A segunda fase da Estratégia Conjunta de Desenvolvimento e Gestão Integrada dos Recursos Hídricos termina em 2016. (macauhub)
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Old May 18th, 2010, 07:21 AM   #16
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Construção da barragem de Mpanda Nkua, em Moçambique, está dependente da África do Sul [ 2010-05-18 ]

Maputo, Moçambique, 18 Mai - A construção da baragem de Mpanda Nkua, em Moçambique, está dependente da garantia de que a energia será adquirida pelo eléctrica sul-africana Eskom, afirmou ao jornal O País o presidente da Hidroeléctrica de Mpanda Nkua (HMN).

Egídeo Leite, presidente da HMN, a empresa constituída para gerir o futuro aproveitamento hidroeléctrico, disse ao jornal que para se tornar viável a barragem tem de fazer parte dos planos de obtenção de energia da Eskom.

Leite precisou que Mpanda Nkua "é um dos projectos que concorrem à inclusão na lista IRP2, que é o plano energético da África do Sul para os próximos cinco anos" e acrescentou que a selecção será anunciada em Junho próximo.

Só então, prosseguiu Egídeo Leite, é que é possível assinar um contrato de fornecimento da energia de Mpanda Nkua com a Eskom e só na posse desse contrato é que os bancos aceitam financiar a construção da barragem.

"Assim sendo, o início da construção de Mpanda Nkua em 2011 está inteiramente dependente da África do Sul", resumiu o presidente da HMN.

No entanto, mostrou-se confiante de que a África do Sul irá adquirir a energia de Mpanda Nkua, uma vez que a barragem vai produzir energia limpa, no âmbito de um mercado regional que obtém a maior parte da sua electricidade, particularmente na África do Sul, com centrais térmicas abastecidas a carvão.

Egídeo Leite disse ainda que até à data a HMN tem estado a trabalhar com o Standard Bank (o mais antigo banco comercial em Moçambique) no sentido de serem contactadas outras instituições que possam estar interessadas em participar no financiamento do projecto.

Notícias publicadas na imprensa têm repetidamente afirmado que o Exim Bank da China iria financiar a construção de Mpanda Nkua mas Egídeo Leite garantiu ao O País não ter qualquer informação de que o banco chinês tenha contactado o Standard Bank.

"E se o tiver feito será mais um sendo evidente que será o Standard Bank a fazer a apreciação financeira da proposta", disse ainda, para acrescentar que numa fase inicial 90 por cento da energia produzida na barragem será vendida à África do Sul com os restantes 10 por cento a serem adquiridos pela estatal Electricidade de Moçambique.

O custo total de Mpanda Nkua está estimado em 2,9 mil milhões de dólares, valor que inclui a linha de transmissão para a subestação de Matabo, onde se ligará à rede da África do Sul.

Os accionistas da HMN são o grupo brasileiro Camargo Corrêa, com 40 por cento, a Energia Capital (do grupo moçambicano Insitec), também com 40 por cento, e a Electricidade de Moçambique com os restantes 20 por cento. (macauhub)
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Old May 18th, 2010, 07:22 AM   #17
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Empresa Cervejas de Moçambique inaugura fábrica em Nampula [ 2010-05-18 ]

Maputo, Moçambique, 18 Mai - A primeira fábrica de cerveja a ser construída após a independência de Moçambique, em 1975, na província de Nampula será hoje inaugurada, informou a Rádio de Moçambique.

Com uma capacidade de produção instalada de mais de 7,4 milhões de caixas de cerveja, ou 480 hectolitros por ano, a fábrica é um investimento da empresa Cervejas de Moçambique (CdM) avaliado em 69 milhões de dólares.

De acordo com um comunicado da empresa, a nova unidade fabril vai abastecer a região norte do país, colmatando os problemas de ruptura de “stocks” de cerveja que se verificam sobretudo nas épocas de pico.

As obras de construção desta fábrica em Nampula iniciaram-se em finais de 2008 e vai gerar 200 postos de trabalho directo e outros 10 mil indirectos. (macauhub)
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Old May 19th, 2010, 03:17 AM   #18
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Governo busca fundos para restaurar EN-6
O GOVERNO está à procura de um financiamento no valor de 200 milhões de euros, para restaurar cerca de 135 quilómetros da Estrada Nacional Nº 6, no troço Beira Inchope, que actualmente se apresentam em precárias condições de conservação.

Com o mesmo valor pretende-se custear obras de levantamento da quota da plataforma na zona do Baixo Púnguè, igualmente naquela via que liga a capital provincial de Sofala à fronteira com o Zimbabwe, na província de Manica.

Ligado a este exercício, o Ministério das Obras Públicas e Habitação já está a movimentar os seus quadros na busca de parceiros internacionais, sobretudo junto do Governo português.

A ideia, segundo o Vice-Ministro das Obras Públicas e Habitação, Carvalho Muária, é acabar definitivamente com a crónica situação de inundações da via no período chuvoso. Da importância estratégica daquela via destaca-se a ligação ao mar que oferece a alguns países do “hinterland” da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), nomeadamente Malawi, Zâmbia, Zimbabwe, Tanzania e RDCongo.

Segundo Carvalho Muária, deverão arrancar brevemente as obras de reconstrução da rodovia, uma vez que o problema da degradação precoce do asfalto já foi devidamente localizado, razão por que se decidiu pelo levantamento da quota da estrada em mais de um metro.

Depois dessas obras, consideradas de grande envergadura, o troço Beira-Inchope vai ser concessionado a uma entidade privada para garantir uma efectiva manutenção de rotina. Este facto deve-se ao reconhecimento, pelo Governo, das dificuldades que tem em garantir uma manutenção regular da estrada sem precisar da intervenção de parceiros.

O troço Mutua-Tica, ao longo da N-6, foi galgado este ano pelas águas do rio Púnguè em cerca de quatro quilómetros, razão por que já apresenta pavimento danificado numa secção que recentemente beneficiou de obras de grande envergadura.

O vice-ministro das Obras Publicas e Habitação, que recentemente trabalhou em Sofala, deplorou a qualidade das obras executadas pela CETA, em que o Executivo desembolsou 23 milhões de dólares. O contrato firmado entre aquele empreiteiro e a Administração Nacional de Estradas (ANE) cobre o espaço compreendido entre Dezembro e Junho.

Por seu turno, o construtor defende-se afirmando que o período chuvoso contribuiu para o atraso das obras, tendo se comprometido a concluir o trabalho no período previsto. Contudo, a CETA alega ter executado todo o trabalho previsto no contrato e que neste momento só está a realizar actividades adicionais no troço Beira-Inchope.

O delegado da Administração Nacional de Estradas (ANE) em Sofala, Belmiro Rodolfo, reconheceu que a situação é preocupante e que as obras que decorrem desde Dezembro de 2009 não espelham a qualidade desejada, havendo sinais de que poderão não ser concluídas no prazo previsto, que é Junho do ano em curso.

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Old May 19th, 2010, 03:20 AM   #19
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Moçambique e o turismo em catálogo
Maputo, Quarta-Feira, 19 de Maio de 2010:: Notícias

UM novo catálogo sobre Moçambique e o turismo nacional está disponível em versão on-line, numa acção da terraÁfrica. No catálogo estão colocadas ofertas pacotes para Moçambique, sob o título “A aventura começa agora!”, que inclui ofertas de city-tour a Maputo e extensões à África do Sul e à Suazilândia, com destaque para os novos circuitos “Hakuna Matata”, “Bwana” e para os combinados “Zikomo” e “Ndithu”, segundo avança a Rádio Moçambique, na sua edição on-line do dia 17 do mês em curso.

A brochura abre com informações sobre diferentes regiões de Moçambique, como Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, Tete, Nampula, Niassa, Cabo Delgado, e informações úteis sobre o País e o seu turismo.

Sob o título “Experiências à saída de Maputo”, o operador propõe diversas actividades, como city tours a Mafala, Pancho Guedes, visitas a Ka Nhaca, Suazilândia, Macaneta, Kruger Park, Mucapana Park, ou a museus de História Nacional de Artes e ou Art Deco.

A brochura da terraÁfrica combina duas noites em Maputo com cinco noites em Ka Nhaca, Xai-Xai, Bilene, em Gaza, Inhambane, Península da Barra, Vilanculos, Bazaruto, Beira, Gorongosa, Cahora-Bassa, Nampula, Pinda, Lichinga, Lago/Reserva Niassa, Cabo Delgado, Quirimbas e Kruger Park (África do Sul).

Apresenta ainda os circuitos “África Minha”, que combina três noites em Maputo, duas noites no Kruger Park e uma noite em Bazaruto; “África Prestige”, que combina duas noites em Maputo, duas noites em Pemba e três noites em Matemo; “Muss-Bin-Biki”, com duas noites em Maputo, uma noite na Beira, duas noites em Gorongosa, e duas noites na Ilha de Moçambique; “MKango Nyumba”, com duas noites em Maputo, três em Quirimbas, duas na Beira e duas na Gorongosa; “África Maravilhosa”, com duas noites em Maputo, duas noites no Kruger Park e três noites em Inhaca; “África Nossa”, com duas noites em Maputo, duas noites no Kruger Park, três noites em Inhaca, uma noite em Bazaruto; “Kusaseka Ka Afrika”, que prevê três noites em Maputo, três em Inhaca e três em Bazaruto.

A brochura da terraÁfrica ainda apresenta o “África Nossa Plus”, que prevê duas noites em Maputo, duas no Kruger Park, três em Bazaruto e duas em Inhambane; o “Timintso”, que prevê duas noites em Maputo, duas no Kruger Park e três em Inhambane; “Kufuca”, com duas noites em Maputo, quatro em Bazaruto e duas em Inhambane; e “Kalimba”, com duas noites em Maputo, duas em Gorongosa e três em Inhambane.

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