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Esse número de 23 mi de déficit é o número mais alucinado da história. Falavam em 6 milhões, agora o Governo milagrosamente descobriu mais 17 milhões de pessoas que se encaixam nessa categoria?
Tá na cara que o Governo quer dar fôlego para o setor de construção civil para evitar um aumento no desemprego, agora com a desaceleração do setor. Eu confio mais no IBGE, e alguém no bolhaimobiliaria.com já colocou dados mais precisos: Censo 2010 – Domicílios . UF Domicílios Domicílios Totais Vazios SP 12.612.693 1.112.905 RJ 5.125.026 513.436 DF 752.741 62.708 MG 5.962.600 689.159 RS 3.584.940 325.126 BA 4.045.597 614.239 PR 3.271.861 288.535 PE 2.505.480 294.211 CE 2.345.506 286.724 SC 1.979.153 197.862 PA 1.831.124 195.732 GO 1.857.052 206.861 MA 1.621.301 159.293 PB 1.079.254 148.810 ES 1.081.938 148.374 MT 895.907 111.869 RN 887.442 129.730 PI 845.680 121.186 AL 841.093 105.342 AM 778.673 68.950 MS 752.741 76.329 SE 584.001 72.633 RO 451.109 53.919 TO 397.550 39.816 AC 185.759 19.364 RR 115.536 13.345 Total de domicílios: 56.537.472 Total de domicílios VAZIOS (leia-se: à venda ou aluga-se): 6.071.565 . Somente na cidade de Spo, sem considerar RM: 290.317 Somente na cidade Rio, sem considerar RM: 191.732 . Mais informações, agora da ITCNet, sobre as 100 maiores construtoras. No caso, considerei apenas o metro quadrado em construção apenas das CINCO maiores: - 2008: 11.600.000 m2 - 2009: 20.000.000 m2 - 2010: 22.400.000 m2 . 54 MILHÕES de m2 DVIDIDOS por 80 m2 (um apto razoável) = 820 MIL imóveis em construção que não foram considerados no CENSO IBGE. . O quantitativo das 5 MAIORES representa – em média – 15% das 100 MAIORES. Não se está considerando, AINDA, as mais de 3 MIL construtoras em todo o país; TAMPOUCO as construções INDEPENDENTES, das centenas de milhares de brasileiros especuladores GAIATOS-MARINHEIROS-DE-1ª-VIAGEM. . Outros dados interessantes sobre crescimento de DOMICÍLIOS VAZIOS nas últimas 2 décadas, segundo o IBGE: Em 1991 havia 27,1 MILHÕES de domicílios urbanos (apenas) totais; já em 2000, esse número saltou para 37,3 MILHÕES, um acréscimo de 37,6%. Notem, que no mesmo período, a população passou de 146.825.475 para 169.799.170 habitantes: um acréscimo de pouco mais de 15%. Em 2010, o número dos domicílios urbanos passaram para 56,5 MILHÕES, ou seja MAIS que 50% de domicílios em 10 anos. No mesmo período, a população brasileira aumentou para 190.732.694 de indivíduos, com um incremento na década de pouco mais de 12%. A evolução do número de imóveis vagos no período foi a seguinte: em 1991 existia 2,9 MILHÕES; em 2000, 4,5 MILHÕES (50% a mais) e em 2010, pouco mais de 6 MILHÕES, ou 33% a mais. Segundo as metologias da pesquisa, tanto do IBGE, quando da Fundação João Pinheiro (Administração indireta de MG), foi constatada a diminuição do número de pessoas de uma mesma família, o que justifica o maior aumento do número de domicílios, em comparação com o aumento populacional. Não explica, no entanto, o aumento vertiginoso do número de imóveis vazios. |
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O site da revista Exame publicou uma notícia anunciando, com certo sensacionalismo, que "site faz queima de estoque de imóveis". Além disso, a notícia diz que "Unidades que há tempos buscam um comprador podem ser adquiridas com descontos que chegam a 30% sobre o valor de tabela". Então vamos investigar se os anunciados descontos de 30% são fato ou é apenas uma "nova" estratégia de marketing. ![]() Ao entrar no site Promoimoveis, a primeira "oferta" que me deparei foi com o de uma promoção em destaque - Edifício Mosaico - Vila Madalena, de R$ 820.000 por R$ 648.000 reais. Entretanto, o imóvel que está sendo vendido a R$648.000 é uma unidade de 2 quartos de 67 metros quadrados, o que resulta em um preço médio de R$ 9.671 reais o metro quadrado. ![]() Ou seja, o site Promoimoveis está anunciando como "oferta" um apartamento de 2 quatros na Vila Madalena, em São Paulo, por R$9.671 reais o metro quadrado, quando o Índice FIPE-ZAP indica que o preço médio do metro quadrado na Vila Madalena, em São Paulo, em setembro de 2011, foi de R$ 7.372 (veja o gráfico acima). O site promoimóveis anununcia que fará descontos de 30%, mas, na prática, está ofertando um imóvel por preço 30% acima do preço de mercado. Fonte: Politica & Economia
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." |
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reajuste do saldo devedor de imóvel na planta
http://www.gazetadopovo.com.br/imobi...ao-ao-reajuste
A opção de comprar imóvel na planta, para quem pode es**perar a conclusão da obra, é uma forma de pagar menos pelo bem. De acordo com estudos do Sindicato da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), a economia fica entre 20% e 30% na comparação com um imóvel pronto de mesmo padrão. Isso porque, do lançamento à entrega das chaves, o imóvel tende a valorizar. Mas há um porém. O preço visto na tabela do plantão de vendas sofre reajustes no decorrer da obra e essa conta não é analisada com cautela por muitos consumidores, alerta a advogada especialista em Direito Imobiliário Ana Carolina Almeida Ribeiro, do escritório Marins Bertoldi. Efeito que a secretária Lourdes Gomes está sentindo no bolso. “No contrato há a cláu**sula prevendo o reajuste das par**celas e saldo devedor pelo Ín**dice Nacional de Cons**trução Civil (INCC), mas não esperava que acumulasse quase 8% (7,57%) em 2010”, diz. De acordo com o presidente do Sinduscon-PR, Normando Baú, as contrutoras, durante o período de obras, po**dem reajustar o valor das unidades utilizando índices referenciais do setor – o INCC, me**dido mensalmente pela Fun**dação Getúlio Vargas (FGV), ou o Custos Unitários Bá**sicos de Cons**trução (CUB), que é calculado em cada estado. “No caso do Para**ná, geralmente o CUB fica acima do INCC. O acumulado de 2010 é de 8,4%”, aponta o economista e consultor de investimentos Rafael Cordeiro. O reajuste, lembra ele, ocorre sobre o valor das parcelas, das chaves (valor a ser pago na entrega) e do saldo a ser financiado. “Em um ano o saldo que terei de financiar deu um salto de R$ 8 mil. Como ainda há mais um ano de obras, fico preocupada se minha renda comportará o financiamento”, explica Lourdes. Cordeiro alerta para a necessidade de ler atentamente o contrato de compra e venda e fazer uma projeção do reajuste, comprometendo menor percentual da renda na hora da compra. “O ideal é fugir ao máximo das correções, optando por um imóvel em estágio avançado de obras ou pronto”, diz. O engenheiro civil e consultor imobiliário Tales Bergmeyer Morigi, da Oficina de Investi**mentos, por sua vez, percebe vantagens em comprar na planta. Ele explica que, ao escolher o imóvel, é preciso verificar o potencial de valorização, levando em conta que parte do lucro diminuirá com o reajuste. “Com planejamento financeiro e análise cautelosa da empresa e do empreendimento, não vejo a atualização do preço do produto como algo que torne o negócio inviável”, afirma. Nos casos em que o financiamento acontece diretamente com a construtora após a entrega das chaves, é de praxe aplicar outros índices inflacionários, como IPCA, IMPC ou IGPM. Juros O reajuste com base em um índice referencial está em conformidade com a lei e com a prática de mercado. O que mais preocupa os ór**gãos de defesa do consumidor, no entanto, é o acréscimo de juros às parcelas. “Considerando que os juros constituem a remuneração devida pelo consumidor ao contrair financiamentos e empréstimos, a cobrança antes da entrega das chaves constitui prática abusiva”, opina a gerente jurídica do Ins**tituto Brasileiro de Defesa do Con**sumidor (Idec), Maria Elisa No**vais. Segundo ela, havendo cláusula que prevê a prática, o consumidor pode requerer a nulidade na Justiça e a devolução dos valores em dobro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) é medido mensalmente baseado nos custos dos materiais de construção e mão de obra. A referência só pode ser usada pelas construtoras e incorporadoras no período da construção do imóvel. A pedido da reportagem da Gazeta do Povo o engenheiro civil, consultor imobiliário da Oficina de Investimentos e Gerente Educacional da Save Invest Inteligência Imobiliária, Tales Bergmeyer Morigi, fez uma simulação considerando o exemplo de um imóvel adquirido em janeiro de 2010 e seu saldo atualizado pelo INCC, até janeiro de 2011. Simulação Na compra de um imóvel de R$ 200 mil as condições negociadas com a construtora foram as seguintes: 30% do valor do imóvel (R$ 60 mil) durante a obra de 30 meses e 70% (R$ 140 mil) para serem pagos após a entrega das chaves com financiamento em instituição bancária. Os R$ 60 mil da obra ficaram nas seguintes condições: 3 parcelas de R$ 4 mil, 27 parcelas de R$ 800,00 e R$26.400,00 nas chaves. Após 12 meses a parcela mensal passou para R$ 859,26, o valor a ser pago para a construtora no recebimento das chaves está em R$ 28.355,55 e o valor de financiamento aumentou em R$ 10.370,90 do valor contratado. Se o INCC dos meses restantes repetissem os valores de 2010, o valor do financiamento chegaria a R$ 172 mil, ou seja, R$ 32 mil a mais que o valor contratado. Tales ressalta a importância de considerar a correção antes de adquirir o imóvel na planta, avaliando se cabe no orçamento familiar. E para ter acesso à tabela de simulação de valores, acesse o link: http://oficinainvest.com.br/?p=411 Last edited by norolama; October 10th, 2011 at 10:24 PM. |
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SEGUNDA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO DE 2011 - Preço dos imóveis cai pela 1ª vez no ano na China
http://www.clippingimoveis.com.br/20...ez-no-ano.html Quando querem, esquecem que existe uma tal de inflação... |
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#2346 | |
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#2347 |
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Cassada liminar concedida à comunidade indígena que vive em área nobre de Brasília (Fonte)
O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), cassou liminar anteriormente concedida à comunidade indígena Fulni-o Tapuya, que briga para permanecer em área nobre da Capital Federal. Os índios vivem no local onde está sendo construído o Setor Noroeste, novo bairro residencial que vai reunir apartamentos de luxo. A decisão revoga liminar que havia dado efeito suspensivo a agravo de instrumento interposto pela comunidade indígena para que o STJ analise recurso especial contra decisão que rejeitou exceções de impedimento e suspeição da magistrada federal que atua no caso. Desta forma, a magistrada continua atuando no processo. A reconsideração foi feita na análise de agravos regimentais em medida cautelar interpostos pelo Distrito Federal e pela Companhia Imobiliária de Brasília – Terracap. O ministro aceitou os argumentos de que não estão presentes no caso o periculum in mora, que é a urgência na prestação jurisdicional, nem o fumus boni juris, consistente – no caso – na possibilidade de êxito do recurso especial. Gonçalves observou que no recurso especial, a comunidade indígena alega violação dos artigos 134 e 135 do Código de Processo Civil, que trata de impedimentos e suspeição de magistrados. A defesa dos índios aponta parentesco entre a juíza e o procurador-geral do Distrito Federal e pede a aplicação dos referidos artigos ao caso. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF) rejeitou as exceções de impedimento e suspeição por entender que o impedimento fundado no parentesco demanda a atuação do parente no processo, como parte ou procurador. Segundo o acórdão, não há impedimento de magistrada que preside a instrução de processo em que o Distrito Federal é parte quando o irmão dela é nomeado procurador-geral dessa unidade federativa. A decisão ressaltou que o procurador-geral não teve vista dos autos nem protocolou petição ou praticou qualquer ato na qualidade de advogado. O ministro Benedito Gonçalves ponderou que, para alterar o acórdão do TRF, seria necessário o reexame de provas, vedado pela Súmula 7 do STJ, de forma que o recurso especial não lhe parece ter possibilidade de êxito. O mérito da medida cautelar ainda será julgado pela Primeira Turma. |
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#2348 | |
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Pô..que peninha, vai acabar a fantasia avatar-like dos maconheiros da UNB.... depois não sabem porque a UNB está o lixo que está em termos de ensino, pesquisa e tudo....Isso que a UNB tá na "cara do Gol" em Brasília. Imagina o lixo que estão as outras federais.. PS: para quem não é de Brasília entender: vocês viram algum "indígena" no vídeo? Não, certo? O motivo é que os "indígenas" de araque que estão protestando são, na realidade, os playboyzinhos maconheiros estudantes de história, filosofia e etc da UNB ...Eles usam suas drogas e a "viajem do momento" é se achar dentro do próprio filme "AVATAR" protegendo a "grade árvore"...kkkkkkkk...seria cômico se a papagaiada não fosse financiada com o dinheiro dos nossos impostos....
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." Last edited by Fullgencio; October 11th, 2011 at 11:28 PM. |
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#2350 |
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Isto é briga de interesses particulares: De um lado uma das empresas corruptoras que se beneficiaram da especulação imobiliária no DF e do outro uma "população indígena" muito esperta que anseia se locupletar ao seu modo da mesma especulação imobiliária, estando cada um destes devidamente acompanhado de seus leões de chácara oriundos das massas de manobra e sendentos, respectivamente, de dinheiro e conhecimento.
Lamentável. Tomara que achem petróleo neste lugar e que essa porcaria de pedaço de terra passe para as mãos da Petrobrás. Assim, cada um ficaria com a cara no chão. Mas aí é sonhar demais... Last edited by Forasteiro_BSB; October 13th, 2011 at 10:12 PM. |
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Indice de preços de imóveis do IBGE provoca polêmica
http://gestor-imobiliario.blogspot.c...s-do-ibge.html Nao sei o porquê da polemica! Bastaria utilizar a mesma metodologia do famoso FIPEZAP, tão defendido pelo Fullgencio... |
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#2352 | |
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#2353 | |
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Hoje não podemos concluir com precisão se existe ou não uma bolha imobiliária pela simples e total ausência de dados que analisem os aspectos do setor condensados por um órgão independente dos players do mercado. Pegue por exemplo os relatórios do SECOVI-DF: - Não apresentam a oferta de imóveis segmentada por localidade, só por perfil (Apto 1 qto, 2 qtos, casa...). Esse dado é importantíssimo para acompanharmos qual perfil está mais ou menos aquecido e em que localidade. O número global só diz que a oferta global está aumentando em todo o DF desde janeiro desse ano. Ou seja, estão aumentando os "estoques". - Em contrapartida, valores absolutos e por m2, com base na oferta indicada por imobiliárias, são indicados de maneira recorrente e segmentada. Você sabe que os preços (pedidos) estão "aumentando"... mas as vendas estão ocorrendo? Esse tipo de manipulação do mercado não será possível já que o IBGE formará uma base de dados sob os quais serão feitas as análises do índice. |
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#2354 |
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O texto abaixo reflete muito do que penso: a bolha não está no crédito, mas no preço dos imóveis, em SP (e em BSB também). Segue
Valorização artificial acende alerta de bolha imobiliária em São Paulo Especialista afirma que risco, provocado por desinformação e falta de ética nos negócios, é maior para o segmento de renda média, mas que data de eventual estouro é imprevisível. Por: Suzana Vier, Rede Brasil Atual Publicado em 19/09/2011, 11:07 São Paulo – A capital paulista já dá indícios de viver bolha imobiliária, situação semelhante à que começou a acontecer nos Estados Unidos em 2006 – embora os efeitos devastadores sobre a economia de boa parte do mundo tenham sido sentidos mais duramente dois anos depois. O alerta é de João da Rocha Lima Júnior, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e consultor de investimentos imobiliários. “Os preços de empreendimentos de renda média e de escritórios estão fora do eixo em São Paulo”, alertou, em entrevista à Rede Brasil Atual. O xis da questão é o valor excessivamente elevado desses imóveis, com altas para além do aumento da renda da população em alguns segmentos e bairros. O especialista participou da 11ª Conferência Internacional da Latin American Real Estate Society, nesta sexta-feira (16), na capital paulista. Segundo ele, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) tem mostrado crescimento muito grande, bem acima do apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), um dos indicadores de inflação medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para mensurar a “gordura” – ou o quanto a especulação influi – na ação de empreendedores, Lima Junior lança mão do conceito de preço "justo" ou "adequado". Para esse cálculo, são incluídos custos, riscos do negócio e margens de lucro. Com base no critério, ele apresentou cálculo para um empreendimento hipotético na Vila Mariana, zona sul da capital paulista, um dos bairros que mais vê crescer arranha-céus. A planilha de preço final do empreendimento simulado fica 17% menor do que o indicador de preços de imóveis da Fundação Instituto de Pesquisas econômicas (Fipe), desenvolvido para o portal de imóveis Zap para o mesmo local. Essa parcela é o indicativo da tal bolha. Adrenalina De acordo com Lima Júnior há "excesso de adrenalina" e até irracionalidade no mercado brasileiro. “O mercado de real estate (denominação internacional para mercado imobiliário) não deveria funcionar com adrenalina, deveria funcionar com Lexotan (medicamento contra ansiedade)”, brinca. Na prática, essa adrenalina toda pode levar a uma leitura errada do mercado e muitas vezes é motivada pelos empreendedores, que querem vender mais imóveis a preços maiores. "Imaginar que a alta do mercado e dos preços durará para sempre é ingênuo", analisa o especialista. No entanto, afirma, o estouro de uma eventual bolha imobiliária é sempre difícil de prever. Como exemplo, o consultor descreve uma situação comum vivida por quem visita estandes de lançamentos ou feiras imobiliárias. Os corretores usam campainhas para marcar contratos de venda assinados ou avisam a operação aos gritos. “A cada venda, tocam o sino. Você está sentado, tentando negociar, e alguém grita: 'Fechou o 39, tira da tabela'. E lhe vem à mente: 'Vou perder o imóvel, fecha o negócio logo'. É um indutor porque deixa a pessoa sob pressão”, descreve. Diferente mas nem tanto O Brasil tem estrutura de financiamento imobiliário bastante diferente da norte-americana, mas nem por isso está livre de sofrer com valorização artificial de imóveis. Em solo brasileiro, o capital investido para se ter um imóvel é muito maior e o financiamento, classificado como “responsável”, é de, no máximo, 70%*ou*80% do valor do bem. Em comparação aos Estados Unidos, o capital investido é maior, já que há mais crédito disponível para construções do gênero. No Brasil, embora os empréstimos sejam crescentes, há empreendimentos realizados sem recorrer a bancos, mas só com recursos da empreiteira. Assim, uma bolha verde-amarela não seria de crédito, e sim de preço. “Crédito imobiliário irresponsável é um dos indutores de*bolha. É preciso lidar com esse dado com cuidado.” O fato de os brasileiros terem crédito imobiliário responsável ajuda, mas não resolve tudo. "Pelo menos não será um fator de desarticulação do mercado." Mas isso não quer dizer que o mercado não está desarticulado por outros motivos, como a disparidade entre crescimento da renda e do valor dos imóveis. Ética e informação Também não faltaram críticas à ética e desinformação fabricada por empreendedores imobiliários. “É preciso ter ética nos negócios imobiliários. Não há necessidade de o empreendedor, para ganhar mais, desinformar o mercado. Ele pode até ganhar mais se o mercado aceitar o preço que ele está propondo, mas não por um viés de desinformação”, dispara o pesquisador brasileiro. “A tendência do empreendedor é desinformar”, completa. João Manuel Carvalho, professor e pesquisador da Universidade Técnica de Lisboa, vê a falta de boa informação no mercado imobiliário e restrições à produção de informação independente como uma das raízes de bolhas imobiliárias. Freio A*bolha*imobiliária é criada pelo mercado que aceita altos preços, mas ele também tem condição de freá-la, diz Lima Júnior. “A questão é oferta e procura. Enquanto houver gente pagando o preço que está sendo proposto, vai ter transação acontecendo”. Apesar da dificuldade de diagnosticar o fenômeno enquanto ele está ocorrendo, é preciso frear certos “booms” imobiliários, aponta o estudioso de Portugal. “Parece ser esta a altura de atuar, mas a experiência mostra inércia”, critica. Outra forma de frear, mas bastante drástica e temerosa para a economia, é a incapacidade dos compradores de pagar, lembra o professor da USP. Nesse caso, porém, é sinal de que a*bolha*já estourou. http://www.redebrasilatual.com.br/te...da-media-em-sp Last edited by norolama; October 14th, 2011 at 08:26 PM. |
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E na realidade, não há qualquer correlação entre o que acontece com os índios no NW e os proprietários de terrenos no Jardim Botânico. Vc está meio enganado, colega, sobre esse processo. O que acontece nos condomínios, Jardim Botânico e etc, é que ocorreu a ocupação da terra por grileiros, que fizeram o loteamento, e depois venderam para outras pessoas, que não sabiam que se tratava de terra invadida. Esses últimos são os chamados "terceiros de boa fé", que, para regularizar suas propriedades, precisam comprar tais terrenos da Terracap, nos processos de regularização. O grileiro está cometendo um crime, e para isso a lei prevê pena de reclusão. Esses tais índios aí não são "terceiros de boa fé", eles são os próprios invasores de terra, exatamente iguais aos grileiros, só que eles estavam um pouco mais ambiciosos: queriam R$74 milhões para sair da área. E outra: não tem mais nenhum índio morando lá. Eles só estão tentando obter algum dinheiro de indenização, mas não vão conseguir nada. A papagaiada já acabou.
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." Last edited by Fullgencio; October 14th, 2011 at 12:41 PM. |
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#2356 |
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![]() "O que acontece nos condomínios, Jardim Botânico e etc, é que ocorreu a ocupação da terra por grileiros, que fizeram o loteamento, e depois venderam para outras pessoas, que não sabiam que se tratava de terra invadida." Ah, Fullgencio, faça-me uma vitamina de abacate! Dizer que os compradores não sabem que se trata de terra invadida é ofender a inteligência alheia. Vamos manter o nível da discussão. Qto aos índios, em nenhum momento apoiei a invasão de terras públicas. Apenas tracei um paralelo entre a situação de quem está lá há 60 anos com a situação de quem ocupa terra pública nos condomínios de luxo há 10 anos. Vc fala como se os índios estivessem nesse momento marchando para ocupar a área, nos moldes do MST, e eu estivesse apoiando a invasão. Até onde sei, os estudos dizem que eles estão lá desde a década de 50. Então, mantenho a minha opinião de que não devem aceitar dois pesos e duas medidas. O fato de a área ser nobre não impediu a consolidação da Cidade Estrutural ou do Varjão. Qual é a grande diferença em relação ao Noroeste? A ocupação lá é muito mais antiga. Em suma, o que eu acho é que não podemos dar aos índios tratamento pior apenas por serem índios. Eles estão certíssimos em exigirem compensação pra deixar a área (se é que é isso que eles exigem). Pense da seguinte forma: se fossem imigrantes do norte/nordeste/sul/sudeste/centro-oeste que estivessem lá há 60 anos, aceitariam simplesmente desocupar a área? Se fossem os pioneiros que vieram construir Brasília, aceitariam sair? Pq os índios devem aceitar? Vamos passar o trator pelas invasões de terras públicas? Excelente! Que tal começarmos pelas mais recentes? |
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#2357 | |
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Segundo que continuar a discutir esse assunto é perda de tempo pois a decisão judicial já foi tomada e os invasores sairão do Noroeste sem direito a nada (quem está com peninha deveria ir lá contribuir com o seu dinheiro, e não pedir para a sociedade contribuir com o dinheiro pago pelos impostos de todos). Além dessa discussão não levar a nada (masturbação intelectual), e ser perda de tempo, ela não tem nada a ver com o tópico (bolha imobiliária). Dessa forma, não mais me pronunciarei sobre índios no NW aqui no SSC (afinal não tenho tempo a perder com discussões fúteis e que não levam a nada). []s.
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Bolha Imobiliaria 4 anos:"Nunca tantos sonharam tanto com uma bolha imobiliária por tanto tempo sem que ela tenha estourado." |
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Se o próprio "estudo", que é altamente enviesado (chega a dizer que o que define a tradicionalidade de uma ocupação indígena é, simplesmente, a opinião dos índios), afirma que eles só foram pra lá há uns 22, 23 anos, não duvido que a ocupação, na realidade, só tenha ocorrido neste século. *Falando em cacique, sabiam que ele acumula suas funções espirituais com as de servidor da FUNAI? Last edited by AMX-A1; October 14th, 2011 at 04:32 PM. |
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#2359 | |
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Pelo o que eu li aquilo começou nos anos 70 quando alguns índios vieram pra Brasília atrás de tratamento médico e atendimento na Funai e não tinham lugar para ficar. Fizeram um "acampamento" e continua, mais ou menos, do mesmo jeito até hoje. O paralelo que você fez entre o NW e os condomínios, pra mim, não é correto, não pelo o que o Fullgencio disse, mas sim porque no NW não está consolidado, lá tem meia dúzia de tendas e ponto final, enquanto isso os condomínios do Jardim Botânico, Colorado, etc., estão todos consolidados, não tem como simplesmente passar o trator e ponto final (com exceção de alguns condomínios que insistem em continuar a construir e que podem ser derrubados). E mesmo que estivesse consolidado, ali não é lugar para "casas" e em respeito ao tombamento da cidade, planejamento urbano, etc., teriam que sair de lá de qualquer forma (ainda que fosse em um sistema de reassentamento - como o Arruda tentou fazer, mas eles falaram que a terra é "sagrada" e só saia com 3 milhões de reais por família). |
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Vendas de imóveis novos em SP caem 17,9% em agosto, diz Secovi
Foram vendidas 2.234 unidades em agosto, ante 2.722 no mês anterior. Segmento de dois dormitórios foi responsável por 67,8% das vendas. Do G1, com informações do Valor Online fonte A venda de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo registrou queda de 17,9% em agosto, na comparação com o mês anterior. Foram vendidas 2.234 unidades em agosto, ante 2.722 unidades no mês anterior. No entanto, na comparação com o mesmo período de 2010, houve crescimento de 36,4%. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Secovi-SP, o sindicato da habitação paulista. De acordo com o levantamento, as construtoras venderam 13,3% do estoque de imóveis em agosto, abaixo dos 16,9% de julho, o que mostra desaceleração na velocidade das vendas. Segundo o Secovi-SP, a cidade teve 3.687 unidades residenciais lançadas em agosto, com crescimento de 35% ante julho (2.732 unidades) e mais do que o dobro em relação às 1.741 unidades de um ano antes. O segmento de dois dormitórios foi responsável por 67,8% das vendas (1.514 unidades). Imóveis de 3 dormitórios aparecem em seguida, com 469 unidades vendidas e participação de 21%. Já na região metropolitana de São Paulo - composta por 39 municípios, incluindo a capital - foram vendidas 5.072 unidades no oitavo mês do ano, com alta de 11,4% em relação a julho. Na comparação anual, o aumento foi de 32,6%. As vendas na Grande São Paulo representaram 15,6% do total de imóveis em estoque, acima dos 14,7% de julho. Em nota, Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, avalia que o comportamento adverso do mercado na capital está ligado a fatores que vão desde a escassez de terrenos até entraves ligados à legislação urbanística. Apesar disso, ele destaca que a diferença das vendas no acumulado do ano já foi maior, chegando a marcar queda de 49,6% no primeiro trimestre. ![]() Deixa eu ver se entendi: apesar de ter lançado mais do que o dobro em relação ao mesmo período no ano pasado, a escassez de terrenos é o problema?! Caraca! Que desculpa de amarelo!!! ![]() Por sinal, o comportamento do mercado de sp mostra que as pessoas não estão conseguindo pagar o preço pedido, o que demonstra o aquecimento do imóveis menores. Os estoques estão aumentando. Uma hora vão ter que realizar o prejuízo. |
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