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| Sul Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina |
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#141 |
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BANNED
Join Date: Mar 2010
Location: SANTA CATARINA
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Forista Rene Hass, parabéns pelo engenho de conceber o thread e pelo trabalho de levá-lo a termo.
Permita-me fazer alguns comentários, uma vez que sou conhecedor da linha fronteiriça catarinense (sul), e muitas das fotos encontradiças no v. thread dizem com território de Santa Catarina. Agradeço a oportunidade, na verdade. Como esclarecido por ti próprio, os cânions de Praia Grande encontram-se em território catarinense, tocando ao estado do RS a parte superior dos mesmos. Portanto as fotos de paredões e leito pedregoso dizem respeito a Santa Catarina, assim devendo ser compreendidas. Já o forista Barriga Verde esclareceu que há fotos tiradas a partir de Concórdia (SC). Ainda o forista Rafael Novaski esclareceu que a foto 15 retrata área do Município de São João do Sul (SC). O rio Canoas e Pelotas nascem nos alto da Serra Geral, dentro dos lindes do Parque Nacional de São Joaquim (SC). Nascem muito próximos para se encontrarem apenas na altura do território do município de Anita Garibaldi (SC), formando, então, o Rio Uruguai. É dizer, as fronteiras estaduais de uma altura em diante passam a ser feitas pelo curso d’água (Rio Pelotas), e no após, sempre a oeste, pelo Rio Uruguai. Outrossim, a localização da Usina Hidrelétrica de Machadinho é assim descrita no sítio do Consórcio Machadinho (sediado em Florianópolis-SC): A UHE Machadinho localiza-se no rio Pelotas a aproximadamente 1.200m à jusante da foz do rio Inhandava (ou Forquilha), na divisa entre os municípios de Piratuba no Estado de Santa Catarina e Maximiliano de Almeida no Estado do Rio Grande do Sul, sendo o local identificado pelas coordenadas geográficas 27°31’25” de Latitude Sul e 51°47’05" de Longitude Oeste. http://www.machadinho.com.br/montage...3872db1a98a3e5 Quanto à “garganta do diabo” que outrora permitia um pé no meu estado e um pé no seu, ela foi inundada pelo reservatório da hidrelétrica de Itá-SC. Faço votos de que a linha limitadora, já agraciada pela Natureza exuberante, progrida no aspecto humano, ambos os lados. Avante. |
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#142 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Nao sei se tu ja viu, mas nesse video mostra os principais pontos turisticos da cidade
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#143 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Vou aproveitar pra postar aqui tambem umas fotos e videos de uma das melhores ondas do mundo q quebram perto da Ilha dos Lobos, cerca de 2km da costa de Torres. Ondas grandes e pesadas q poderiam atrair grandes campeonatos de surf (ainda mais com as falesias como arquibancadas naturais gigantes) e turistas do mundo inteiro, mas por causa da ignorancia de alguns ambientalistas eh proibido surfar la.
![]() ![]() finalsports.com.br wikipedia.org ![]() waves.terra.com.br ![]() waves.terra.com.br
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#144 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Reportagem do Fantastico
Reportagem do Esporte Espetacular Materia de um programa de surf
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#145 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Tchehupoo!
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#146 |
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Registered User
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Location: Florianópolis, SC
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![]() Desconhecia esse lugar! Cada onda, surpreendente. Mas porque exatamente é proibido surfar lá? |
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#147 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Dizem os ambientalistas q o movimento dos surfistas na agua e a poluiçao dos jet-skis causam grande impacto no leoes e lobos marinhos q usam a ilha como descanso (a Ilha dos Lobos eh a menor Reserva Ecologica do Brasil), mas hoje em dia os jet-skis estao bem mais modernos e poluem bem menos e como essa onda so quebra uma cinco ou seis vezes por ano os impactos seriam minimos e uma parte do lucro obtido com campeonatos poderia ser destinado pra ajudar na fiscalizaçao e preservaçao da ilha. Sem falar q as ondas quebram fora da zona dos 500m ao redor da ilha q eh proibido entrar.
Enfim, coisa de gente ignorante q quer aparecer, pois os passeios de barco ao redor da ilha sao liberados ate hoje, mas em compensaçao ate o surf na remada eh proibido. E o pior eh q ja fizeram estudos provando q o Tow-in nao tinha impacto na reserva, mas mesmo assim continua proibido: Estudo avalia tow-in na Ilha dos Lobos (RS) Por Sylvio Mancusi em 18/08/06 11:45 GMT-03:00 ![]() Ilha dos Lobos: estudo revela que a prática moderada do tow-in não afeta a vida marinha. Foto: Pedro Weinschenck/Maloca Video. Acontece nesta sexta-feira, a partir das 14 horas na cidade de Torres (RS), uma apresentação pública do projeto que pesquisa a análise do impacto causado pelo tow-in e pelo turismo de observação embarcado sobre os pnípedes da Ilha dos Lobos, em Torres. O local da apresentação é o Paradouro Punta Serena, na Av. Beira Mar, nº 1.360, praia Grande. O convite é feito pelos oceanógrafos João André de M. Furtado, Dr. André S. Barreto (CTTMar - Univali) e Dr. Kleber Krubel da Silva (NEMA) e estende-se a todos os interessados. O trabalho científico elaborado por Furtado, do curso de Oceanografia da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), foi apresentado em Santa Catarina e louvado pela banca por sua metodologia de pesquisa e aplicação prática. Depois de inúmeras saídas de campo para estudar os efeitos dos jet-skis sobre a vida dos animais, constatou-se que a atividade de tow-in não é impactante aos lobos e leões marinhos que utilizam a Revis (Refúgio da Vida Silvestre) da Ilha dos Lobos. Uma das razões é a baixa periodicidade com que a onda quebra em condições para o surf. Sua incidência é rara e depende da confluência entre direção, altura e período do swell, além de variáveis como maré e ventos. Por fim, foram feitas algumas recomendações básicas para a prática do esporte, entre elas a utilização de jet-skis com motor quatro tempos, conhecidos como jet-skis ecológicos; carteiras de habilitação específica para os praticantes, bem como a realização de um campeonato anual que reverteria verbas para a proteção dos lobos e leões marinhos. http://waves.terra.com.br/surf/notic...bos-(rs)/21963
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#148 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Isso eh oq dizem os ambientalistas:
Sea Shepherd condena surfe na Ilha dos Lobos (RS) Por Alexandre Castro em 15/08/03 19:55 GMT-03:00 A Vida é surpreendente! A Vida é mesmo surpreendente. Quantas vezes já lemos e ouvimos esta frase. Nos últimos meses fomos surpreendidos novamente. Será? Ao longo dos mais de 20 anos de história ativista da Sea Shepherd, sempre lutamos contra a ganância dos pesqueiros industriais que utilizam redes ilegais e linhas que capturam aves e tartarugas. Lutamos contra a matança de tubarões. Não desistimos de perseguir japoneses e noruegueses que insistem em matar baleias e unimos todos os esforços para salvar animais marinhos que agonizam contaminados por derrames de petróleo. ![]() Zeca Scheffert - Ilha dos Lobos, Torres (RS). Foto: Pedro Weinschenck/Maloca Video. Milhares de pessoas no mundo admiram e respeitam nossa luta e nossa dedicação, que na verdade é uma luta de todos, de todos que amam o planeta e acreditam em um mundo melhor para as futuras gerações. Nunca poderíamos imaginar que teríamos que nos preocupar com a atitude irresponsável de alguns surfistas. Irresponsável porque o surf motiva e serve de exemplo para muitos jovens e assim como outras indústrias, a indústria do surf necessita ser responsável em suas propostas. E não é justo que alguns surfistas irresponsáveis ponham em questão a seriedade dos verdadeiros surfistas, sejam esportistas ou empresários do surf. Durante os últimos dois anos trabalhamos intensamente para proteger a Reserva Ecológica da Ilhas dos Lobos, uma das áreas mais importantes para a proteção de baleias, golfinhos, aves e principalmente lobos marinhos no Brasil. É a menor Unidade de Conservação Federal e o único ambiente natural que recebe estes animais no litoral brasileiro. Desenvolvemos este trabalho porque os animais estão sofrendo com a presença da pesca ilegal, do turismo desordenado, da retirada de mariscos e com a cumplicidade do IBAMA local. A administração do município de Torres, fecha os olhos a tudo e ainda intitula-se uma cidade ambiental. Com apoio da UNISINOS, da Fundação O Boticário de Proteção à natureza e com a dedicação sem limites, estamos tentando fazer com que a área seja efetivamente protegida. Infelizmente nos últimos seis meses alguns surfistas, se aproveitando da fragilidade da legislação e da situação, começaram a identificar a Ilha dos Lobos como o novo "paraíso" do surf no sul do Brasil, mas esqueceram de dizer que esta atividade é ilegal e qualquer atividade sem licença específica do IBAMA é ilegal no entorno de 500 metros da ilha. Respeitamos a comunidade do surf e somos respeitados pela comunidade do surf nacional e mundial. Mas estou falando de verdadeiros surfistas. Teco Padaratz que apoia nossas ações, Carlos Burle, Rodrigo "Pedra" Dorneles, natural de Torres, Ricardo Bocão; enfim pessoas que amam a natureza e se dedicaram para construir o surf no Brasil. No setor empresarial, temos o apoio da Mormaii, da Trópico Surf Shop e da Free Surf. No mundo, nossas ações são admiradas pela principal ONG ambientalista dos surfistas a Surfrider Foundation, com representação também no Brasil. O Diretor Peter Brown fez o filme "Blue Rage" em homenagem a Sea Shepherd e contou com a participação do lendário Gerry Lopez e Larry Hamilton. Estimular o surf na Ilha dos Lobos é uma iniciativa de quem quer se promover as custas da natureza. Quer visibilidade, sucesso e reconhecimento de forma rápida. Ou será que eles acreditam que pelo simples fato de serem surfistas já estão cumprindo uma missão ecológica? Assim como não acredito que por participar de uma ONG ambientalista estejamos isentos da responsabilidade de nossas ações. Pelo contrário, assim como existem ONGs ambientalistas oportunistas existem surfistas oportunistas, que não pensam nas conseqüências de suas ações. Daqui há algum tempo iremos lembrar disto tudo e veremos quem são os verdadeiros ambientalistas e veremos quem são os verdadeiros surfistas. Aprendi que verdadeiros ambientalistas e verdadeiros surfistas possuem valores em comum. Respeitam o mar e a vida marinha acima de tudo, querem, lutam e vivem, de uma forma que promova um mundo melhor para seus filhos e netos. São pessoas que ainda se emocionam ao ver uma onda perfeita, um por do sol alaranjado e disforme no horizonte, ou uma ave voando livre sobre suas cabeças. Estas pessoas sentem-se mais perto de Deus quando uma brisa mansa bate no rosto e o gosto salgado do mar lhes molha a boca. Verdadeiros surfistas ao entrarem no mar pedem licença aos deuses que os protegem e os inspiram. Verdadeiros surfistas assim como verdadeiros ambientalistas são responsáveis em suas ações e abrem mão de promoções pessoais em virtude de ações injustas. Surfar na Ilha dos Lobos não é justo. Quem é o maior surfista? Aquele que respeita a natureza, os animais marinhos e seus próprios limites, ou aquele que quer o sucesso e o reconhecimento a qualquer preço? Será que em um país com 8.000km de costa e centenas de locais fantásticos para o surf é necessário invadir uma Reserva Ecológica de 2 hectares? Será que surfar na Ilha dos Lobos merece repúdio ou premiações e espaço na mídia? Nenhuma pessoa neste planeta terá admiração e respeito quando promover ações que ameaçam a vida de animais marinhos. Surfar na Ilha dos Lobos fragiliza ainda mais este lugar. Aos surfistas que estão fazendo força para sinalizar a Ilha dos Lobos como local para o surf, ficará a nossa luta. E lutar para proteger a Vida Marinha é a nossa especialidade. Peço desculpas as pessoas que sentiram-se ofendidas ou agredidas com esta mensagem, na verdade não foi para estes que esta mensagem foi escrita. Esta mensagem foi escrita para os verdadeiros surfistas, pessoas que merecem ser chamados assim. Quando nos manifestamos não queremos agradar a todos. Normalmente pescadores ilegais, baleeiros e pessoas que destroem a vida marinha não gostam muito da postura da Sea Shepherd, mas isto nos sinaliza que estamos cumprindo nossa missão. Aos verdadeiros surfistas fica nossa admiração e respeito. Aos verdadeiros surfistas fica o orgulho de tê-los ao nosso lado na proteção da Vida Marinha. Alexandre Castro é surfista, Biólogo/Mestre em Ecologia Professor Pesquisador da UNISINOS Fundador e Diretor do Instituto Sea Shepherd Brasil http://waves.terra.com.br/surf/notic...bos-(rs)/10017 Alguem reconheceu a tipica ladainha ecoxiita de sempre? O surfista Gaucho Zeca Scheffer lutava arduamente pela liberaçao do surf ali mas infelizmente faleceu em um acidente de carro em 2006 Gaúchos batalham regulamentação Por Zeca Scheffer em 26/05/04 17:24 GMT-03:00 ![]() Zeca Scheffer em ação na Ilha dos Lobos. O gáucho luta pela liberação do tow-in no pico. Foto: Pedro Weinschenck / Maloca Video. A Associação Gaúcha de Tow-in (AGT) e a Jet Patrol, entidades representativas do esporte no Estado ligadas diretamente ao uso de jet-ski em suas atividades, colocaram-se, em fevereiro do vigente ano, à disposição dos órgãos responsáveis pela conservação da Ilha dos Lobos para maiores esclarecimentos sobre os procedimentos e práticas desportistas nesta unidade de conservação, visando a possibilidade da liberação ordenada do tow-in no seu entorno. Muito se fala das qualidades e defeitos do jet-ski. Críticas positivas e negativas, 90% negativas. Muitas pessoas não têm a mínima idéia de como a máquina funciona, e porque alguma vez ouviram falar que o jet muito polui, acham que ele não tem utilidade e deveria ser proibido pelas autoridades. Quanto à poluição, seria uma mentira afirmar que o jet-ski não polui, mas o fato é que, comparado a outros veículos náuticos como lanchas e barcos tipo "bateira", muito utilizados por pescadores e movidos a óleo diesel, o jet-ski polui muito pouco. Sem dúvida, os que mais poluem são os barcos com motor a diesel. Além da queima deste combustível ter um aproveitamento menor que a gasolina, mais quantidade é jogada pelo escape para fora sem ter sido queimada e sem nenhum tipo de tratamento. Outro grande fator poluente é o "veneno", um produto químico que é adicionado à tinta aplicada no fundo do casco de embarcações que permanecem um longo período sem ser retiradas da água. Esse produto, altamente tóxico, serve para que os fungos e moluscos não grudem no casco e não proliferem, mas com o tempo vai se descolando, poluindo e matando a fauna e flora que com ele entram em contato. Os motores a diesel mais modernos já possuem bombas injetoras eletronicamente controladas, que melhoram a queima de combustível e diminuem o índice de poluição mas, mesmo assim, dentro dos diferentes tipos de motores, são os que mais poluem. ![]() O gaúcho afirma que o barulho das ondas grandes é superior ao do jet-ski, o que não atrapalharia o descanso dos lobos-marinhos. Foto: Divulgação. Em seguida, vêm as lanchas com motor 2 tempos, motores esses que muito se assemelham com os dos jets, mas com a diferença de terem uma média de cilindradas mais alta, além de serem muito mais numerosos (os jets não são nem 10% do número de lanchas existentes em nosso mercado atual). Os jet-skis têm em média 750cc, o que equivale a um motor de popa de 60HP, ou seja, de pequeno a médio. Motores de popa grandes chegam em média a 3.800cc e não são providos de um sistema de descarga como a dos jet-skis que possuem uma caixa na saída do escape chamada de "Water Box". Essa caixa serve para abafar o ruído do motor e retém grande parte do óleo que seria jogado na água. Outro fato que deve ser levado em conta é que por terem um regime de rotação muito alto, os fabricantes recomendam a utilização de óleos sintéticos. A maioria dos lubrificantes 100% sintéticos são biodegradáveis. De acordo com o novo regulamento americano de emissão de gases por veículos (este não se aplica ao Brasil porque não temos uma legislação eficaz), a partir de 1999 os fabricantes devem reduzir as emissões de hidrocarbonetos não queimados (HC) e óxidos de nitrogênio (NOX), anualmente, até que fiquem 75% mais limpos até 2006. Os regulamentos de emissão nos EUA e a demanda do consumidor por produtos mais seguros ao meio ambiente estão compelindo os fabricantes de jet-ski a aperfeiçoar a estabilidade da combustão. Cada fabricante procura deter a emissão de poluentes de forma diferente. Entre os mais populares, a Yamaha atualmente dotou seus jets de catalisadores, uma técnica semelhante à usada na indústria automotiva, mas que não atinge ainda os 75% exigidos até 2006. Terão, portanto, que fazer mais modificações até lá. Já a Sea Doo desenvolveu um novo sistema de injeção de combustível digital que aplicada aos motores de 2 tempos irá modificar o sistemas de combustão para atender à legislação de emissão e proporcionar 30% a mais de economia de combustível, equivalente aos motores de 4 tempos, considerados hoje os menos poluentes, e que equiparão os novos jet skis das fábricas japonesas Honda e Yamaha. Podemos ver então que, entre os veículos náuticos motorizados, os jet skys são os que menos poluem, além de serem impulsionados por hidro-jato (turbina) e não hélice, como a maioria de barcos e lanchas. Um estudo realizado pela Universidade do Rio de Janeiro (URJ), há alguns anos atrás, revelou que a turbina do jet-ski oxigena a água. Ela funciona, mais ou menos, como aquele ar que é introduzido no aquário, sem o qual os peixes e plantas não sobrevivem. Este estudo foi encomendado à URJ em função da polêmica criada a respeito da realização de uma competição de jet-ski na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. O que se concluiu é que seria altamente benéfico a realização da corrida para, justamente, oxigenar a água da lagoa. Em Florianópolis há um problema com o uso do jet-ski. Acredito que muitas outras localidades também tenham. Há uma lagoa, no caso a Lagoa da Conceição, que está poluída desde os anos 70, quando quase nem existia jet no Brasil. É sabido que a maior parte da poluição é causada por esgotos clandestinos, mesmo porque a lagoa não possui um sistema de esgoto eficiente. Só que uma parte dos moradores, por desconhecimento total, acusam os jet-skis de serem os vilões poluidores do local. Detalhe: os jets são apenas 10% dos barcos que lá navegam, pois a grande maioria é formada por bateiras e lanchas. Quanto à utilidade do jet-ski, é notório que ele é a mais eficiente embarcação para exercer atividades em zona de arrebentação. Não por acaso é utilizado, há muitos anos, principalmente nos Estados Unidos, por salva-vidas e resgatistas e é o aliado número um dos surfistas de ondas gigantes. São eles as pessoas mais indicadas para prestarem socorro náutico entre ondas, cabendo-lhes, inclusive ministrar cursos para os Mariners americanos (Marinha de guerra), como fazem Shawn Alladio e o brasileiro Marcelo Ulyssea, integrantes do grupo de resgate K38 Rescue. É argumento de algumas entidades que a Ilha dos Lobos de Torres é o único e último refúgio de mamíferos marinhos rumo a sua casa, o que não corresponde inteiramente com a verdade. Em Santa Catarina, na altura do município de Laguna, existe outra ilha, também denominada Ilha dos Lobos. E há também os molhes de São José do Norte, litoral sul do Rio Grande do Sul, que é de fato o último refúgio dos leões e lobos marinhos, onde lá também convivem harmoniosamente com pescadores e surfistas locais, pois estes animais não se incomodam com a presença humana. Então, sabe-se que o jet-ski utiliza óleo sintético totalmente biodegradável e, além disto, os modelos novos são 4 tempos, ecologicamente corretos que não deixam resíduos na água e o impacto sonoro é mínimo com sistemas de silenciadores. Em relação à utilização dessas máquinas nas atividades de surfe na Ilha dos Lobos, elas raramente ocorrem dentro da reserva. Em condições ressaca, a maioria das atividades de tow-surf é praticada fora da área de preservação. Somente na continuação da onda (trecho final) é que o surfista adentra a área no entorno da mesma, acompanhando o caminho natural da ondulação em direção às pedras. Sendo apenas a parte do tombo (onde ela se forma e quebra) a que interessa ao surf, e não próximo às pedras. É facilmente percebido que nestas ocasiões de mar revolto os ruídos das ondas são muito superiores aos das máquinas, encobrindo plenamente o ruído dos motores, descartando todo e qualquer distúrbio de motivação sonora. A ilha de fato é usada, mas apenas como ponto de referência para os surfistas, estando as formações procuradas pelos desportistas em uma laje próxima a ilha, localizada a mais de 500 metros ao sul, sendo essas condições as ideais para formação de ondas gigantes. Laje esta que é de conhecimentos de todos que aqui vivem e têm afinidades com o mar (estes dados podem ser comprovados através da leitura de carta náutica oficial). Também vale salientar que os poucos animais que utilizam a ilha como descanso, nestes dias de mar em fúria buscam a segurança à beira mar, pois ela fica encoberta quase em sua totalidade pela água. O abrigo, portanto, corresponde a uma pequena faixa no extremo norte da ilha, lado oposto das formações das ondas em questão, que estão a sudeste. Cabe salientar que a posição das ondas, somada à distância do ponto específico onde existe o agrupamento dos lobos, é muito superior aos 500 metros de restrição impostos pela legislação vigente e, quanto à aproximação dos animais, esta ocorre por iniciativa do animal para com o homem, sem um caso sequer de contato físico. Quanto às entidades que antes se opunham publicamente ao surf na Ilha por motivos ideológicos-financeiros, não se mostraram seguras em seus argumentos em reunião promovida pela Prefeitura Municipal de Torres, dia 13 de fevereiro de 2004, onde estiveram presentes no fórum os órgãos públicos competentes. Também evidenciaram que não eram contrários ao surf desde que haja regras especificas e conciliadoras ao meio ambiente. Cabe a estas organizações, quando contrárias ao uso do jet-sky, apresentarem laudos comprobatórios sobre o impacto negativo para obterem credibilidade em suas denúncias. Sendo assim, como proibir uma atividade local que há anos vem se desenvolvendo na comunidade jovem, como tradição, fazendo parte de nossa cultura desde meados da década de 70? Sim, porque a Ilha dos Lobos é um patrimônio nacional e local, protegido com muito carinho por todos, fazendo parte da cultura social, econômica, turística e desportista desta comunidade. De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), lei nº 9.985, de 18 de junho de 2000. Decreto nº 4.940, de 22 de agosto de 2002: Capítulo I Das disposições preliminares: Art.2º Para os fins previstos nesta lei entende-se por: II conservação da natureza: o manejo do uso humano da natureza, compreendendo a preservação, a manutenção, a utilização sustentável, a restauração e a recuperação do ambiente natural, para que possa produzir o maior benefício, em bases sustentáveis, às atuais gerações, mantendo seu potencial de satisfazer as necessidades e aspirações das gerações futuras e garantindo a sobrevivência dos seres vivos em geral; VI proteção integral: manutenção do ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana, admitindo apenas o uso indireto dos seus atributos naturais; IX uso indireto: aquele que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos naturais; Fica fácil comprovar, dentre os parâmetros da Lei vigente, que no uso indireto dos surfistas de tow-in não foram envolvidos consumo e coleta. Quanto ao fato de dano ou destruição dos recursos naturais nos quais foram baseadas as denúncias e proibições em que penalizaram os surfistas, estas não condizem com a realidade e por isto a Associação Gaúcha de Tow-in (AGT) apresenta formalmente o abaixo: Requerimento Requeremos para os devidos fins neste documento relatados, um pedido para uma atividade de Tow-surf no entorno da Ilha dos Lobos, Torres (RS), utilizando apenas a área a sudeste da mesma, local da formação das ondas. A fins de esclarecermos os fatos e comprovar que a atividade de Tow-in não causa dano, destruição ou perturbações aos recursos naturais ali existentes, e que esta mesma atividade se enquadra perfeitamente no Capitulo I, Das disposições preliminares, Art.2. IX- Uso indireto. Solicitamos também para melhor dirimir dúvidas existentes, o acompanhamento e supervisão da atividade, pelo órgão competente, IBAMA, para comprovar que a prática de tow-in no entorno da Reserva da Ilha dos Lobos, com os devidos regramentos, cuidados e equipamentos adequados, é uma atividade positiva e ecologicamente viável. Código de posturas da AGT para utilização da Ilha dos Lobos Abaixo descrevemos algumas sugestões da AGT e comunidade local para a elaboração de um Plano de Ação Emergencial para o uso ordenado das atividades no entorno da Ilha dos Lobos: Surf De acordo com as diretrizes e código de posturas a serem instituídos pela associação desportiva competente, respeitando as resoluções dos órgãos públicos municipais, estaduais e federais. - Janela de atividade adequada para o surf de ondas grandes: maio a setembro; - Todo e qualquer desportista deverá assinar um termo de responsabilidade com a unidade de conservação que terá também o cunho de cadastramento do mesmo; - Toda e qualquer atividade deverá ser comunicada com antecedência ao IBAMA para que este possa monitorá-la; - Capacidade de carga horária por turno: 3 horas; - Capacidade de carga das embarcações: * Mínima: 2 jet-skis, por normas de segurança náutica; * Bom: 4 jet-skis, 2 operantes nas ondas (ligados) e 2 desligados e fora da área de preservação para efeitos de resgate e segurança dos desportistas, podendo ser do corpo de bombeiros ou do jet patrol; * Ideal: 6 jet-skis, 2 operantes nas ondas, 2 jet-skis desligados e fora da área de preservação para resgate e segurança dos desportistas, podendo ser do corpo de bombeiros ou jet patrol, 1 jet-ski do IBAMA para monitoramento das atividades e mais 1 de reserva, desligado e fora da área de preservação e utilizado apenas se necessário. A janela de espera também deverá respeitar um tamanho mínimo de onda, ficando os surfistas permitidos a investirem nas ondas da Ilha somente quando estas apresentarem altura superior a 12 pés de face, fato este que ocorre poucas vezes por ano, tendo a possibilidade de sequer ocorrer numa temporada. http://waves.terra.com.br/surf/notic...mentacao/12744
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#149 | |
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E ate hoje eh proibido surfar la:
Quinta-feira, 28 de Maio de 2009 Ilha dos Lobos cai no esquecimento após a morte de Zeca Sheffer O Big Rider gaúcho Zeca Scheffer sempre teve grandes planos não só para o surf, como também para o turismo em Torres. Scheffer era conhecido por sua determinação e amor às ondas, propondo debates para a regulamentação do esporte nas perigosas “cracas” da Ilha dos Lobos, localizada na cidade. Após grandes sessões de Tow-in (modalidade em que o surfista é rebocado por um jet ski até a onda) na ilha, com forte exposição da mídia em nível nacional, o IBAMA resolveu tomar a polêmica decisão de impedir qualquer tipo de aproximação (humana ou naval) a menos de 500 metros do aglomerado de pedras. Scheffer sempre procurava colocar os dois lados da moeda, dizendo que o surf consciente na Ilha dos Lobos não traria prejuízos à fauna local. Infelizmente, ele não veria seu sonho de colocar Torres no mapa das ondas grandes tornar-se realidade. Após sua morte, em 2006, o assunto foi simplesmente esquecido, para frustração dos surfistas e bodyboarders locais. “Zeca tinha muita exposição na mídia e como precursor do Tow-in no Brasil, era extremamente respeitado, conseguindo fazer com que a comunidade desse atenção a fatos como esse”, conta Felipe Santos, bodyboarder de Torres. “Ele argumentava que o fenômeno das ondas grandes na Ilha ocorria pouquíssimas vezes ao ano, e, por tanto, os Jet skis não afetariam seu meio ambiente. Eu tenho convicção que a liberação do surf lá só traria benefícios à cidade”, completa Santos. Já o jornalista e também bodyboarder Guilherme Araújo salienta a importância da onda para alavancar o turismo em Torres. “A Ilha é um pico de nível internacional. A liberação consciente do surf lá traria surfistas e bodyboarders de todas as partes do planeta. Não se trata apenas de uma possibilidade de lazer, mas sim a oportunidade de encher os hotéis da cidade na baixa temporada”. Araújo cita como exemplo a praia de Jeffreys Bay, na África do Sul. “Lá não havia absolutamente nada, a não ser uma onda perfeita quebrando. Em questão de duas décadas, se tornou a praia mais requisitada da África. Eram justamente essas coisas que o Zeca colocava em pauta, e hoje não há mais ninguém para fazê-lo”, lamenta o bodyboarder. No entanto, o ponto mais criticado pelos atletas é a restrição também ao surfe somente na remada. “Como a onda é muito rápida, os surfistas precisam de aparato tecnologico para dropá-la. Porém nós, bodyboarders, não precisamos de jet-ski pelo fato de usarmos nadadeiras”, explica Felipe Santos. “Nunca nenhum estudo ambiental provou que a simples presença humana próxima à Ilha causasse algum dano ao seu ecossistema. Esse veto não faz sentido”, conclui Santos. A visão dos ambientalistas A Ilha dos Lobos é uma reserva ecológica formada apenas por rochas e que não comporta vegetação. Entretanto, essa região do litoral gaúcho possui uma fauna muito rica e é a principal área de proteção para animais como golfinhos, aves marinhas, baleias e principalmente lobos e leões marinhos. A ilha é a menor Unidade de Conservação Federal do país, e a única a receber estes animais no litoral brasileiro. É uma área protegida pelo IBAMA, e o desembarque só é permitido para pesquisadores e a projetos de educação ambiental. Alexandre Castro, fundador e diretor do Instituto Sea Shepherd Brasil, que a mais de 7 anos luta pela preservação da Ilha afirma que o surfe no local é um problema. ”Há alguns anos atrás a Ilha dos Lobos foi apresentada como o paraíso do surf no sul do Brasil. É a maior onda do país, e a prática do tow-in, que passou a ocorrer lá por conta desse renome gerou impacto muito forte em sua natureza. Os jet-skis agitam a água, largam combustível e óleo no mar e tudo isso afeta o ecossistema.”.Ele lembra que apesar de sempre ter sido uma área protegida pelo IBAMA, a entidade fez por muito tempo vista grossa para os desrespeitos com a lei, e não repreendia os infratores.”Torres sempre se intitulou uma cidade ambiental, cujo turismo gira em torno das belezas naturais. A administração do município não pode fechar os olhos para esse tipo de atividade”. Castro, que também é surfista, faz um apelo para a conscientização de quem pratica o esporte:”Os surfistas sempre tiveram a cultura de preservar a natureza. Quem surfa na Ilha dos Lobos precisa entender que trata-se de uma área de preservação. Surfar lá é um ato de irresponsabilidade com o meio ambiente. Afinal quem é o melhor surfista? Aquele que respeita a natureza e os seus limites, ou aquele que busca sucesso e reconhecimento a qualquer preço?”. http://insidebodyboard.blogspot.com/...ento-apos.html Quote:
Sera q ele tem noçao do impacto (literalmente) q uma onda de 7 metros causa na ilha? Ou do agito q essa onda tubular e pesadissima quebrando faz na agua? Daqui a pouco eles vao querer construir uma barreira pra impedir q a natureza sem alma, ganaciosa e capitalista mande ondas muito fortes pra perto da ilha ![]() Poluiçao realmente eh um problema, mas como eu disse antes os passeios de barco em volta da ilha existem ate hoje e ninguem fala nada. Alguns jet-skis modernos umas cinco vezes por ano poluem muito menos do q varios barcos grandes quase todos os dias do ano!
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█████████ █████████ Last edited by ronin(POA); June 9th, 2010 at 09:32 PM. |
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#150 | ||
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Rene Hass
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#151 | |||
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Rene Hass
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#152 | |
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Rene Hass
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#153 |
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Rene Hass
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Obrigado, Rorin, pelas informações a cerca da Ilha dos Lobos e dos esportes marinhos.
Para quem possa não saber, a Ilha dos Lobos, que na verdade é conjunto de pedras, é considerada a única ilha oceânica gaúcha e fica em frente à praia de Torres, E leva esse nome por servir de abrigo provisório de descanso para lobos marinhos. Pela característica do litoral gaúcho, retilíneo e com muito vento, ele é ideal para a prática de surfe, que é um dos esportes favoritos dos jovens gaúchos. |
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#154 |
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Marcelo Lisa
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Existem barcos turísticos que se aproximam da Ilha dos Lobos pra gente poder admirar os lobos marinhos de perto e fotografá-los?
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#155 |
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Rene Hass
Join Date: Dec 2006
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#156 | |
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Registered User
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Mas não sei exatamente qual a melhor época para observar os lobos. Quando fiz o passeio de barco era março e não consegui avistar nenhum. Em compensação dois golfinhos acompanhavam o barco na foz do Mampituba. |
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#157 | ||
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Marcelo Lisa
Join Date: Feb 2008
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#158 |
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Gremio: Força e Raça!!
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Tem passeios no inverno tambem, pelo menos quando eu fui la tinha, mas como o santoangelense falou depende das condiçoes pq os barcos saem do rio Mampituba e quando o mar fica muito agitado eh perigoso tentar atravessar a arrebentaçao (principalmente na parte q o rio desenboca no mar).
Sobre a outra ilha eu nao sei se os cruzeiros param la, mas em Punta del Este tem uma, a Isla de Lobos.
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#159 |
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Rene Hass
Join Date: Dec 2006
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Marcelo:
Eis algumas fotos da Ilha dos Lobos: ![]() Autor: Augusto dos Santos ![]() Autor: Rossano Spider ![]() Autor: Rossano Spider ![]() Autor: Gtass |
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#160 | |
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Marcelo Lisa
Join Date: Feb 2008
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Achei lindas as fotos de Torres vista desde a Ilha dos Lobos. Eu bem que queria ir ver estes lobos de perto desde que fosse com segurança. Não iria ir numa embarcação que como o Ronin disse, poderia me naufragar. Hehe. |
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