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Old February 9th, 2011, 02:39 AM   #281
Julio Rocha
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Diogo Domingues

Sá Barreto: inovação com o CMinas

Parcerias incrementam construção de Sala Limpa em Minas

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011, às 8h26

Com 2,8 mil metros quadrados, o projeto do Centro Multidisciplinar para Microtecnologias, Nanotecnologias e Integração de Sistemas (CMinas) foi apresentado no final de janeiro a parceiros governamentais, pelo professor Flávio Plentz, do Departamento de Física da UFMG. O espaço vai se destinar ao desenvolvimento de tecnologias na área de energia e biotecnologia. A maior parte da planta abrigará Sala Limpa.

A expectativa é que a instalação desse projeto seja capaz de atrair investimentos internacionais para a pesquisa e produção de dispositivos biofarmacêuticos, óticos e eletrônicos de escala diminuta, presentes, por exemplo, em computadores, equipamentos médicos e dos setores petroquímico e aeroespacial, hoje importados. A produção dessas tecnologias requer ambientes – as salas limpas – dotados de alto grau de controle de contaminação e de aparelhos especiais para processamento e caracterização de sistemas sensíveis.

Apenas no quesito pureza, segundo informa a Intel, sobre a sua própria sala, elas chegam a ser até dez mil vezes mais limpas do que as salas de cirurgias. Para atingir esse nível, equipamentos bastante sofisticados controlam a entrada e circulação das partículas trocando o ar do ambiente a cada seis segundos. Além disso, monitoram a pressão, umidade e temperatura local. Tal rigor se justifica: uma simples partícula de poeira ou escama de pele é capaz de prejudicar irreversivelmente o processamento dos nano e microdispositivos.

Na América Latina não há um centro completo e moderno de micro e nanofabricação como o proposto pelos pesquisadores da UFMG. O Governo de Minas está investindo os primeiros R$ 6 milhões, por meio da Fapemig. Os demais recursos virão do governo federal, da Cemig e de empresas privadas da biotecnologia. O empreendimento está orçado em R$ 100 milhões. O CMinas é coordenado pelo ex-reitor da UFMG Francisco César de Sá Barreto.

Fonte:
http://www.ufmg.br/online/arquivos/018122.shtml
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"E se o mundo não corresponde em todos os aspectos a nossos desejos, é culpa da ciência ou dos que querem impor seus desejos ao mundo?"

Carl Sagan
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Old February 9th, 2011, 05:22 PM   #282
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Cimenteiras ampliam investimentos em Minas

Com a demanda aquecida, indústrias do Estado, maior produtor nacional, apostam em novas plantas e expansões
João Alberto Aguiar - Repórter - 8/02/2011 - 11:35

No rastro da expansão das construções civil e pesada no país, a indústria brasileira de cimento bate recorde atrás de recorde de vendas, o último deles em 2010, com 59,1 milhões de toneladas, contra 51,5 milhões em 2009, expansão de 14,8%, conforme levantamento do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic). Para 2011, a entidade, respaldada na perspectiva de incremento da economia, estima que a produção nacional crescerá de 8% a 9%. Principal produtor do país, com um quarto da produção nacional, Minas Gerais deve ampliar sua participação com investimentos em novas plantas e expansões.

Do total do cimento produzido no país destinado ao mercado interno, de 48,9 milhões de toneladas até outubro de 2010, último dado mensal divulgado pelo Snic, Minas Gerais foi responsável por 11,8 milhões, o equivalente a 24%. São Paulo, estado que mais consome cimento no Brasil, e detém o posto de segundo colocado em produção, respondeu por 15% do volume fabricado. O Sudeste é responsável pela metade da produção nacional.

Para 2011, além das expansões naturais do setor, Minas Gerais contará com uma nova fábrica da Brennand Cimentos, em Sete Lagoas, Região Central. A construção, iniciada em 2008 e que terá um investimento total da ordem de R$ 235 milhões, está prevista para ficar pronta em março deste ano.
A planta terá capacidade para produzir 1 milhão de toneladas por ano.
No final do primeiro trimestre de 2011, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vai inaugurar a unidade de clínquer - insumo utilizado na fabricação do cimento - em Arcos, no Centro-Oeste mineiro. Inicialmente, a fábrica, orçada em R$ 180 milhões, com a criação de 250 empregos, terá capacidade para produzir 800 mil toneladas por ano. A capacidade instalada, porém, chegará aos poucos a 4,6 milhões de toneladas. A produção do cimento propriamente será em Volta Redonda, no interior do Rio.
Os investimentos no Estado não param. Até 2016, a Camargo Corrêa Cimentos prevê investimentos de R$ 3,6 bilhões para expansão e construção de fábricas de cimento em todo o país. A duplicação da planta industrial de Ijaci, no Sul de Minas, com a instalação de nova moagem de cimento e de um grande forno para produção de clínquer, é outro projeto que será desenvolvido a médio prazo. A intenção da empresa é dobrar a capacidade da unidade, até 2014, para 4,4 milhões de toneladas por ano.
A ampliação do parque cimenteiro de Minas Gerais, na opinião do presidente do Snic, José Otávio Carneiro de Carvalho, não surpreende. “O Estado tanto tem capacidade para crescer que duas novas fábricas, a da CSN e a da Brennand, estão previstas para 2011. Minas tem produção acima de suas necessidades e é voltado para o abastecimento de outras regiões, suprindo inclusive a deficiência de São Paulo”, comenta.
Nos últimos dois a três anos, a capacidade instalada de cimento do país aumentou cerca de 4 milhões de toneladas. Se operassem com 100% da capacidade, as fábricas nacionais poderiam produzir 67 milhões de toneladas por ano. Mas a produção no país ainda tem muito espaço para crescer. Segundo Carvalho, a previsão até 2016 é que a capacidade instalada chegue na casa de 100 milhões de toneladas.
Apesar da expansão do parque cimenteiro nos últimos anos e das boas perspectivas de médio e longo prazos, o presidente do Snic não acredita em ima onda de fusões e aquisições, comum em outros setores. “Em outros países existe concentração, ao contrário do Brasil, onde a diversificação de fabricantes é maior”, comenta.
No Brasil, existem atualmente 12 grupos nacionais e estrangeiros ligados à indústria do cimento. São 71 fábricas em operação, 12 delas em Minas Gerais. Estima-se que o setor empregue cerca de 22 mil pessoas no país.

Escoamento é gargalo do setor
Os números da indústria nacional de cimento são robustos e promissores, mas o setor não respira só boas notícias. Um dos entraves para a expansão do segmento, que não é exclusividade dos fabricantes de cimento, é a deficiência na infraestrutura de escoamento do produto. De acordo com o presidente do Snic, José Otávio Carvalho, a indústria tem dois grandes desafios neste cenário de expansão.
O primeiro é suprir o mercado adequadamente. O segundo, buscar resolver os estrangulamentos de infraestrutura, tarefa que cabe também a outros setores do país. A questão da logística, conforme ele, vive um momento crítico. “O cimento depende de logística, como estradas, portos e ferrovias, pois é perecível. Em geral, o prazo limite de utilização é de dois a três meses - e ocupa muito espaço. O segmento não possui estoque regulador e seu armazenamento e distribuição são complexos”, salienta.
A malha rodoviária é a principal via utilizada pelos fabricantes de cimento, em 94% dos casos, diz Carvalho. Mas os portos também são problemáticos. “A dificuldade portuária é grande e poucos estão aptos a levar cimento a granel em boas condições. A cabotagem é outro problema sério, pelo custo e aparelhamento dos portos”, lamenta.
Demanda cresce a reboque da construção
A procura por cimento é intensa no segmento da construção civil, tanto que o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) projeta crescimento de 6% para o setor neste ano. Em 2009, a Construtora Habitare, de Belo Horizonte, consumiu 56 mil sacos do produto, de 50 quilos cada um. Em 2010, de acordo com o diretor de suprimentos da empresa, Renato Bouças, o volume subiu para 88 mil sacos, alta de 57%. Para 2011, a expectativa é que a compra de sacos de cimento cresça aproximadamente 30%.
A tendência de crescimento no volume de cimento utilizado nas construções, segundo ele, se deve não só ao aquecimento da economia nos últimos anos, com repercussão no mercado de imóveis, mas também à visão de mercado da empresa, que passou a investir em empreendimentos de quatro quartos, portanto de maior área de construção, e prédios maiores. A Habitare possui 30 empreendimentos em andamento, todos em BH.
A construção pesada também vai ser uma das engrenagens da indústria do cimento nos próximos anos. Na avaliação do ex-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Pesada no Estado de Minas Gerais (Sicepot-MG) e sócio da Salum Construções, Marcus Vinícius Salum, a infraestrutura no país, em nível de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias, entre outros, está defasada e precisa de intervenções do setor. A realização de dois eventos importantes nos próximos anos, a Copa do Mundo, em 2014, que terá Belo Horizonte como uma das cidades sedes, e as Olimpíadas de 2016, tende a aumentar ainda mais os investimentos.
Um dos aspectos em que os fabricantes brasileiros de cimento são mais competitivos é o da automação. A indústria nacional é considerada uma das mais eficientes, tanto em consumo de energia quanto em emissão de gás carbônico. “As obras não deveriam parar. Quando a gente consegue concluir um projeto, o que era futuro no início já virou presente. A demanda por cimento e outros insumos, como aço, tijolos, ferro e outros é crescente, e não vem só da economia aquecida, mas do crescimento natural das necessidades”, observa o presidente do Sicepot-MG.
Segundo Salum, só a empresa que dirige deverá crescer, em 2011, de 20% a 25% em faturamento. Mas nem todos os projetos envolvem grande quantidade de cimento.
“Tudo depende do tipo de serviço a ser executado. Em relação aos nossos contratos atuais, a demanda por cimento está normal. Mas se amanhã eu pego uma barragem para fazer, a coisa muda de figura”, observa o empresário.


Link:http://hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-...minas-1.237760
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Sá Barreto: inovação com o CMinas

Parcerias incrementam construção de Sala Limpa em Minas

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011, às 8h26

Com 2,8 mil metros quadrados, o projeto do Centro Multidisciplinar para Microtecnologias, Nanotecnologias e Integração de Sistemas (CMinas) foi apresentado no final de janeiro a parceiros governamentais, pelo professor Flávio Plentz, do Departamento de Física da UFMG. O espaço vai se destinar ao desenvolvimento de tecnologias na área de energia e biotecnologia. A maior parte da planta abrigará Sala Limpa.

A expectativa é que a instalação desse projeto seja capaz de atrair investimentos internacionais para a pesquisa e produção de dispositivos biofarmacêuticos, óticos e eletrônicos de escala diminuta, presentes, por exemplo, em computadores, equipamentos médicos e dos setores petroquímico e aeroespacial, hoje importados. A produção dessas tecnologias requer ambientes – as salas limpas – dotados de alto grau de controle de contaminação e de aparelhos especiais para processamento e caracterização de sistemas sensíveis.

Apenas no quesito pureza, segundo informa a Intel, sobre a sua própria sala, elas chegam a ser até dez mil vezes mais limpas do que as salas de cirurgias. Para atingir esse nível, equipamentos bastante sofisticados controlam a entrada e circulação das partículas trocando o ar do ambiente a cada seis segundos. Além disso, monitoram a pressão, umidade e temperatura local. Tal rigor se justifica: uma simples partícula de poeira ou escama de pele é capaz de prejudicar irreversivelmente o processamento dos nano e microdispositivos.

Na América Latina não há um centro completo e moderno de micro e nanofabricação como o proposto pelos pesquisadores da UFMG. O Governo de Minas está investindo os primeiros R$ 6 milhões, por meio da Fapemig. Os demais recursos virão do governo federal, da Cemig e de empresas privadas da biotecnologia. O empreendimento está orçado em R$ 100 milhões. O CMinas é coordenado pelo ex-reitor da UFMG Francisco César de Sá Barreto.

Fonte:
http://www.ufmg.br/online/arquivos/018122.shtml
Magnifíco!!!!!
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Old February 9th, 2011, 10:55 PM   #284
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Esse Diário do Comércio é bem exagerado: Chineses já investiram em MG U$ 13 Bilhões...: misturam realizações, com planos, com prospecções, com pretensões, com coisas ainda nas nuvens....

Agora...que os chineses babam pelas jazidas de minério de ferro de Minas Gerais ...ah! babam! e muito!
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Last edited by GIM; February 9th, 2011 at 11:22 PM.
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Old February 10th, 2011, 07:18 PM   #286
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Recuperação.Indústrias extrativa e de metais puxaram alta
Minas sobe 15%, acima da média nacional
Expansão reflete o aquecimento da economia após a estagnação da crise
Publicado no Jornal OTEMPO em 10/02/2011

A produção industrial em Minas Gerais subiu 15% em 2010. A expansão foi acima da média nacional, que teve alta de 10,5%, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE. As principais influências foram a indústria extrativa mineral, com crescimento de 31,9%, e de metalurgia básica, com alta de 27,6%.


A produção industrial brasileira cresceu em todos os 14 locais pesquisados em 2010, com cinco Estados apresentando altas acima da média nacional. Os destaques foram Espírito Santo (22,3%), seguido por Goiás (17,1%), Amazonas (16,3%), Minas Gerais (15%) e Paraná (14,2%).

A pesquisa também apontou crescimento de dois dígitos em Pernambuco (10,2%) e em São Paulo (10,1%). Considerando apenas o desempenho em dezembro ante novembro, com ajuste sazonal, houve queda em 11 dos 14 locais, com Rio de Janeiro (-5,7%), Paraná (-5%), Bahia (-3,9%), Goiás (-3,8%) e Rio Grande do Sul (-3%) assinalando as reduções mais acentuadas. Na outra ponta, houve alta em Santa Catarina (3%), Minas Gerais (2%) e Pará (0,8%).

No confronto entre dezembro e o mesmo mês do ano anterior, os índices foram positivos em dez dos 14 locais pesquisados, principalmente no Pará (13,5%) e em Goiás (10,3%).

Na avaliação do IBGE, o padrão de crescimento nas regiões de maior destaque em 2010 foi similar ao observado no conjunto da indústria brasileira, com estrutura industrial detentora de forte presença de segmentos produtores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, principalmente automóveis e eletrodomésticos da linha marrom, além de setores tipicamente exportadores, particularmente as commodities.

A expansão geral em 2010 reflete o aquecimento econômico no Brasil, após um período estagnado pela crise mundial.



http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5
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Old February 12th, 2011, 01:11 AM   #287
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Indústrias investem R$ 54 milhões em Minas com geração de mais de 700 empregos
Yoki Alimentos será ampliada em Pouso Alegre e Precon Industrial vai investir R$ 21,5 mi na implantação de nova unidade em Pedro Leopoldo



Agência Minas

Publicação: 11/02/2011 15:19 Atualização: 11/02/2011 15:32
Dois protocolos de intenções, com previsão de investimentos no valor de R$ 54 milhões e geração de mais de 700 empregos, foram assinados pelo Governo de Minas, por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), visando à ampliação e à implantação de unidades industriais da Yoki Alimentos S.A e Precon Industrial S.A.

A Yoki, uma das maiores empresas alimentícias do país, sucessora da Kitano S/A líder, irá investir R$ 32,5 milhões para ampliação de sua unidade fabril em Pouso Alegre, no Sul do Estado.
Com os investimentos anunciados pela Yoki, serão gerados 252 empregos diretos e 159 indiretos. O projeto teve início em março de 2009 e a previsão de conclusão é para janeiro de 2012. O faturamento de 2011 deve chegar a R$ 8 milhões e R$ 18 milhões em 2012, a partir do início da produção.
A Yoki hoje possui nove unidades fabris nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso e Pernambuco e quatro centros de distribuições no Distrito Federal, Bahia e Minas Gerais.
O portifólio da empresa totaliza aproximadamente 620 itens, de ingredientes a conveniências, como semiprontos, pipocas, condimentos naturais e industrializados, snacks, produtos naturais, chás, misturas para bolo, sobremesas, confeitos, sopas, refrescos, cereais, farináceos de milho, farináceos de mandioca, farináceos de trigo e pet food, das marcas Yoki, Kitano, Yokitos, Mais Vita, Lin Tea, Tori e Chef Line.

Precon Industrial

Já a Precon Industrial irá investir R$ 21,5 milhões na implantação de uma nova unidade industrial em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A nova planta será destinada à fabricação de telhas à base de PVC, utilizando tecnologia de processo e produção inovadora e ecologicamente correta. Além disso, a execução do projeto será desenvolvida com matérias-primas não tóxicas, recicláveis, com durabilidade infinita, bom aspecto visual, facilidade de transporte e aplicação de grande resistência e baixo custo.
Com a nova unidade serão gerados 203 empregos diretos e 125 indiretos. A empresa acredita no aumento de sua competitividade, tendo em vista o aquecimento do mercado de construção e a atual fase de crescimento da Precon.
Fundada em 1963, a Precon atua na industrialização de produtos e serviços para a construção, com quatro unidades localizadas em Pedro Leopoldo, Belo Horizonte, Nova Iguaçu (RJ) e Eunápolis (BA). A empresa possui duas linhas de negócios: material de construção e sistemas construtivos.

Link:http://www.em.com.br/app/noticia/eco...empregos.shtml
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Pequenos mas bons.
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Old February 12th, 2011, 01:42 AM   #288
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Usina.Tecnologia usada pela HE-High Energy é capaz de reduzir em até 99% o volume de resíduos.
Itabirito fará energia com lixo
Empresa quer utilizar material descartado de cidades vizinhas
Publicado no Jornal OTEMPO em 11/02/2011
HELENICE LAGUARDIA

FOTO: ANGELO PETTINATI - 7.9.2010

Pioneira. Usina de Itabirito será a primeira do Brasil a utilizar a tecnologia de plasma para geração
Itabirito, a 55 km de Belo Horizonte, será a primeira cidade do Brasil a receber uma usina que vai utilizar o gás de plasma, a partir do lixo, para gerar energia elétrica. A tecnologia é capaz de reduzir em até 99% do volume de resíduos.

Com obras previstas para começarem abril deste ano, a HE-High Energy, de São Paulo, vai investir R$ 300 milhões para construir a usina num terreno de 12.000 metros quadrados doado pela prefeitura da cidade.
"É uma usina modular (pode aumentar ou diminuir de tamanho). A princípio ela vai processar 200 toneladas de lixo por dia", explicou o secretário executivo do Consórcio de Desenvolvimento da Região dos Inconfidentes (Coderi), João Humberto Cabral Danese.
A origem do lixo será dos municípios de Ouro Preto, Mariana, Itabirito, Nova Lima e Raposos. Serão utilizados resíduos sólidos, hospitalares e rejeitos de construção civil. A princípio, contou Danese, será uma usina de médio porte e, se os municípios da região metropolitana de Belo Horizonte quiserem, ela pode funcionar 24 horas por dia. Inicialmente, a usina vai trabalhar de oito horas a 16 horas por dia. "Há um projeto de também explorarmos o esgoto, porque o lodo dele também gera energia", disse.
Na geração de empregos, os catadores vão ganhar com a nova usina. "A máquina é como uma espinha de peixe que vai separando o lixo que chega e os catadores vão dividindo o que é reciclável", explicou João Humberto.
A usina vai atender, inicialmente, às empresas da região. "Itabirito foi escolhida por estar mais próxima do desenvolvimento de grandes empresas como a Delphi (que fabrica chicotes elétricos) e a Vale. Além disso, outros municípios vão utilizar o aterro da cidade", justificou João Humberto.
A usina de energia elétrica feita de lixo está em processo de obtenção da documentação necessária e as obras não podem começar antes de ser liberado o licenciamento ambiental, entre outras autorizações.




Município foi assediado por várias empresas

Antes da HE-High Energy ganhar a preferência, a prefeitura de Itabirito recebeu a proposta de várias empresas de tecnologia, entre elas uma coreana. "Consideramos essa proposta da HE a mais viável por ser ambientalmente correta e não ter custos para a prefeitura", informou o secretário executivo do Coderi, João Humberto Cabral Danese. Ele contou que algumas empresas queriam cobrar R$ 75 por tonelada de lixo da prefeitura. "A gente dava a matéria-prima e ainda tinha que pagar", criticou João Humberto, para quem a energia elétrica a partir do lixo deverá ser uma energia mais barata que a fornecida pela Cemig.
João Humberto explicou que a tecnologia de plasma utilizada na usina de Itabirito consiste em transformar o lixo sólido em líquido, que vira gasoso e passa ao plasma – o quarto estado da matéria – que é a energia a ser utilizada nas empresas. "O lixo vai entrar no reator de plasma a 3.000 ºC", disse. (HL)

Link:http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5

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Meu Deus é bom demais....Será factível? Espero que sim como diz a notícia
Centenas, milhares destas por todo o Brasil
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Há uns quatro anos eu li algumas noticias sobre esta tecnologia, mas não me recordava exatamente o que era, há época eu sonhava com o dia em que algum governante com um pouco mais de visão e ousadia adotasse esta forma de tratamento do lixo.
Fiquei extremamene feliz em saber que tal governante é o prefeito da cidade de Itabirito, logo aqui do lado.
Que isto sirva de exemplo para os demais prefeitos e governadores deste país que parecem temer inovações deste porte e teimam em usar soluções ultrapassadas como se fossem a última palavra em tecnologia. : applause:
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Old February 14th, 2011, 02:09 AM   #290
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Empresa mineira lança primeiro tablet nacional

O modelo da fabricante mineira possui funcionalidades como GPS e rastreador


Bruno Carvalho - Repórter - 13/02/2011 - 03:36

TONINHO ALMADA

A MXT investiu R$ 5 milhões no desenvolvimento do tablet
A mineira MXT Industrial iniciou, em janeiro, a montagem do primeiro tablet nacional. Para 2011, a empresa, que já fabrica equipamentos de alta tecnologia, espera comercializar de 150 mil a 200 mil unidades do novo produto no mercado interno e externo.


Para entrar na disputa em um segmento dominado por corporações multinacionais, a MXT pretende explorar um nicho ignorado pelos grandes fabricantes: o segmento corporativo na área de logística. O tablet da fabricante mineira possui funcionalidades como GPS e rastreador.

No complexo industrial da MXT e da Maxtrack Industrial, localizado em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), são fabricados equipamentos de alta tecnologia, como comunicadores e GPS. As duas empresas são controladas pela MXT Holding .
A planta tem capacidade para produzir 150 mil componentes eletrônicos por hora. Os rastreadores de veículos são o carro-chefe, com mais de 160 mil equipamentos comercializados em 2010.

Segundo o diretor executivo da Maxtrack Industrial, Etiene Guerra, foram investidos mais de R$ 5 milhões no desenvolvimento do tablet, que demandou um ano e meio de pesquisa e testes. "Antes contávamos com uma equipe de 25 engenheiro. Tivemos que dobrar esse número", relata. Ao todo, a empresa emprega cerca de 180 pessoas.
Nos últimos três anos a fabricante cresceu, em média, 60% ao ano, e, agora, aposta na produção do primeiro tablet nacional para elevar as vendas. Sem revelar os valores, Etiene Guerra afirma que a empresa espera um incremento de 70% no faturamento em 2011 por causa do novo produto.

Apesar do equipamento ser um projeto nacional e ter sua fabricação no país, todos os componentes eletrônicos têm que ser importados, já que o país não tem oferta desse tipo de matéria-prima. Das importações, 90% são originadas da Ásia.

Voltado para o mercado corporativo,o tablet conta com o sistema operacional Android, do Google, interfaces de comunicação Ethernet, Wifi, Bluetooth, Modem 3G, transceptor 2.4 Ghz (Zigbee) e GPS de alta sensibilidade. Possui ainda saída de áudio e entrada de microfone, câmeras frontal e traseira, receptor de TV digital e entradas USB's.

Segundo Etiene Guerra, a conjuntura é favorável. Com a queda do dólar, a matéria-prima ficou mais barata e permite uma maior competitividade. "Nossos produtos estão competitivos até no mercado internacional. Esperamos passar de 9% para 15% o volume de produção exportada", diz Etiene Guerra. Em 2010, a produção no setor de alta tecnologia no país cresceu 4,5%.

Link:http://hojeemdia.com.br/cmlink/herme...ional-1.240006
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Publicada em 15-02-2011
Magnesita vai captar cerca de R$ 253 mi no país e exterior
Serão emitidas 30,7 milhões de ações.
LÍDIA REZENDE.
ALISSON J. SILVA
Produtora de refratários fará investimento de R$ 80 milhões na mina de grafita localizada em Almenara-MG
A Magnesita Refratários S/A, com sede em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), pretende aumentar seu capital social em R$ 126,637 milhões, por meio da captação estimada em R$ 253,275 milhões no mercado financeiro. Conforme o prospecto definitivo divulgado ontem pela companhia, serão emitidas 30,7 milhões de ações ordinárias para subscrição pública.
Os coordenadores da transação serão o Banco Itaú BBA S/A e o Banco de Investimentos Credit Suisse S/A (Brasil). O Itaú BBA USA Securities Inc. e o Credit Suisse Securities LLC (EUA) serão os agentes de colocação internacional.
A quantidade inicial de ações poderá ser acrescida em até 15%, o que representaria 4,6 milhões de ações a mais. O montante poderá ser ofertado por meio de lote suplementar, com o objetivo de atender a um eventual excesso de demanda.
A empresa estima que os recursos líqüidos da oferta somarão R$ 241,260 milhões, considerando o preço por ação de R$ 8,25, sem papéis suplementares. Segundo o documento, o montante será utilizado para liquidar parcialmente uma Nota de Crédito à Exportação (NCE) celebrada com o Itaú Unibanco em 2008, com saldo aberto de R$ 735,108 milhões.
ALISSON J. SILVA
Magnesita prevê aporte de R$ 300 milhões em mineração e produção de insumos estratégicos
A Magnesita havia contraído o empréstimo para financiar as exportações de sínter e de materiais refratários, além de refinanciar outras dívidas bancárias. O pré-pagamento do débito será realizado apenas com os recursos obtidos por meio da oferta pública. No entanto, conforme o prospecto, a companhia não pretende fazer outras captações para pagar o restante da NCE.
O objetivo da quitação da dívida, de acordo com o relatório, seria acelerar o processo de investimentos e aumentar a autossuficiência e a verticalização em matérias-primas, por meio da expansão das atividades de mineração e produção de insumos estratégicos. O ciclo de aportes inclui R$ 220 milhões na reserva de Brumado (BA), destinados ao aumento da produção de sínter M-30 em mais 120 mil toneladas até o ano de 2012.

Além disso, a companhia realizará, nos próximos dois anos, inversões de R$ 80 milhões na mina de grafita localizada em Almenara, no Norte do Estado(MG). Serão produzidas aproximadamente 40 mil toneladas de grafita ao ano. Parte do montante, que garantirá autossuficiência do insumo, será comercializado no mercado internacional.
Conforme o prospecto, a Magnesita detém recursos em caixa para a utilização dos investimentos, e a adequação da estrutura de capital possibilitará a captação de novas linhas de financiamento, a serem buscadas junto a instituições de fomento.
Após a quitação parcial da NCE, a empresa pretende renegociar o saldo restante do débito em condições mais favoráveis para o pagamento, segundo o documento. O endividamento bruto consolidado em 30 de setembro de 2010 era de R$ 1,894 bilhão, o que representa 37,30% do passivo total da companhia. Com o pagamento parcial da NCE por meio dos recursos da oferta de ações, a previsão é de redução de 5% a 8,4% no endividamento da Magnesita.
Link:www.diariodocomercio.com.br
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Minas Gerais apresentou o melhor superávit comercial do país em janeiro

Agência Brasil
Publicação: 16/02/2011 18:20 Atualização:
Três estados do Sudeste, um do Norte e um do Centro-Oeste apresentaram os melhores resultados do comércio exterior em janeiro. O melhor desempenho foi o de Minas Gerais, que registrou US$ 1,847 bilhão de saldo da balança comercial no mês passado. Pará (US$ 1,027 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 615 milhões), Espírito Santo (US$ 413 milhões) e Mato Grosso (US$ 381 milhões) completam a lista.

Com saldos negativos ficaram São Paulo (US$ 2,319 bilhões), Amazonas (US$ 792 milhões), Santa Catarina (US$ 513 milhões), Paraná (US$ 418 milhões) e Mato Grosso do Sul (US$ 123 milhão). Os dados foram divulgados hoje (16) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em janeiro, apenas a Região Sul apresentou déficit, de US$ 831 milhões. As demais regiões do país tiveram saldo positivo: Sudeste (US$ 557 milhões), Norte (US$ 290 milhões), Centro-Oeste (US$ 227 milhões) e Nordeste (US$ 14 milhões).


Na análise por regiões, as exportações do Norte foram as que apresentaram maior aumento ante o mesmo período do ano passado, com expansão de 70,24%. As vendas externas expandiram de US$ 764 milhões em janeiro de 2010 para US$ 1,3 bilhão em janeiro deste ano.

Em números absolutos, a Região Sudeste foi a que mais vendeu ao exterior. Os estados somaram US$ 8,893 bilhões, alta de 38,49% quando comparada às vendas de 2010. O número representa 56,8% do total exportado pelo país. O saldo positivo também ocorreu na Região Centro-Oeste, cujas exportações cresceram 57,16%. Em valores absolutos, a região fechou o mês com US$ 1,1 bilhão em embarques.

Com relação às importações, a Região Norte também foi a que registrou maior expansão ante o mesmo período de 2010 (41,24%), com compras no valor de US$ 1 bilhão. Em seguida aparece a Região Sul, com aumento de 34,78% e aquisições no valor de US$ 3,345 bilhões. A Região Sudeste apresentou acréscimo de 27,3% nas importações, somando US$ 8,335 bilhões em compras. O Centro-Oeste comprou US$ 871 milhões, aumento de 26,78% em relação ao primeiro mês de 2010. No Nordeste, que importou US$ 1,217 bilhão, o aumento foi de 16,6%.

Link:http://www.em.com.br/app/noticia/eco...-janeiro.shtml
Minério de Ferro....A China agradece nosso minério de ferro que tá fazendo-a "bombar" industrialmente
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Panasonic anuncia nova fábrica em Minas Gerais
16 de fevereiro de 2011 | 18h 16
AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - A Panasonic do Brasil anunciou hoje a construção na cidade de Extrema, em Minas Gerais, da terceira unidade fabril da empresa no País. A estimativa é de que a nova fábrica da multinacional japonesa entre em operação no primeiro semestre de 2012, com foco na produção de eletrodomésticos de linha branca.

Com um investimento de R$ 200 milhões, a empresa pretende ampliar em 10% a sua atuação no mercado nacional de refrigeradores e máquinas de lavar. A nova unidade produzirá uma demanda inicial de produtos com flexibilidade para expandir a sua capacidade. "O aumento da produção dependerá da demanda do mercado, que está em crescimento devido à expansão da classe C nos últimos anos", explica o presidente da Panasonic do Brasil, Masanobu Matsuda. A expectativa é de que a unidade fabril gere 400 empregos diretos.

Link:http://economia.estadao.com.br/notic...is,55368,0.htm
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Old February 17th, 2011, 04:19 AM   #295
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"Mineirização" vai chegar aos fornecedores da montadora
Projeto de condomínio concluído.
LUCIANE LISBOA.
IVECO/DIVULGAÇÃO
Projeto que cria cinturão próximo à fábrica está concluído e contará, inicialmente, com 20 indústrias
A criação de um condomínio de fornecedoras da Iveco Latin America, braço do grupo Fiat S/A (Fiasa) em Sete Lagoas, na região Central do Estado, vai elevar de 30% para 80% o índice de "mineirização" da produção da empresa a partir de 2012, quando o parque está previsto para entrar em operação.

De acordo com diretor de Compras da Iveco, Paulo Roberto da Luz, o projeto que cria um cinturão de fornecedores próximo à fábrica da empresa já está concluído e contará, inicialmente, com 20 indústrias do setor de autopeças. O início das obras depende agora do governo do Estado, que deve assinar um protocolo de intenções com a Iveco, formalizando o empreendimento, nas próximas semanas.
"Estamos aguardando o aval da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) e acreditamos isso ocorrerá em no máximo duas semanas", afirmou o executivo, ontem, em entrevista concedida no lançamento do novo caminhão da marca - Iveco Trakker 8x4 -, realizado no complexo minerário da Namisa, na região de Congonhas (Campos das Vertentes).
A Codemig ficará responsável pelas obras de infraestrutura no terreno, que incluem terraplenagem, pavimentação, saneamento básico, drenagem das águas pluviais, redes de energia elétrica e de iluminação pública, além de vias de acesso.
A Iveco lançou ontem no Brasil o modelo Trakker 8x4, destinado aos setores de mineração e construção civil
Edital - A expectativa é que o edital para a contratação da empresa que fará os trabalhos também saia ainda neste mês. As intervenções demandarão aportes da ordem de R$ 6 milhões, e o prazo de execução é de oito meses. "Depois disso, caso tudo corra dentro do cronograma, os nossos 20 fornecedores que foram definidos estrategicamente para estar no parque industrial já iniciam a construção de seus galpões. A previsão é que entre janeiro e março do ano que vem eles comecem a operar", explicou.
Conforme o diretor de Compras da Iveco, com a "mineirização" de 80% da produção, os gastos da empresa com aquisição de peças produzidas no Estado - que hoje representa cerca de R$ 30 milhões por ano -, devem saltar para R$ 800 milhões/ano.
"Os investimentos das fornecedoras serão de cerca de R$ 20 milhões ao todo e devem ser gerados em torno de 600 empregos diretos na região de Sete Lagoas", disse.
Luz informou, ainda, que o grupo de fornecedores escalados para integrar o condomínio industrial já faz parte das empresas que atendem o grupo Fiat. "A maioria é indústria multinacional sediada em outros estados. Apenas cerca de 30% delas já estão instaladas em Minas."No parque industrial, as fornecedoras de autopeças irão montar subconjuntos e entregá-los no sistema just in time às linhas de produção da montadora de caminhões.
De acordo com o executivo da Iveco, além de favorecer a indústria mineira, a proximidade dos fornecedores junto à planta da montadora também deverá favorecer o desenvolvimento de novas tecnologias.
"A aproximação dos fornecedores à nossa fábrica e ao Centro de Desenvolvimento Tecnólogico da Iveco - o único da empresa fora da Europa - sem dúvida vai trazer um aumento do conhecimento tecnológico e inovação no setor de autopeças e engenharia", ressaltou.

Link: www.diariodocomercio.com.br
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Last edited by GIM; February 17th, 2011 at 04:30 AM.
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Alumínio

Produção no Estado em recuperação
Enquanto no país a fabricação do insumo caiu 3,7% em janeiro, em Minas houve um salto de 17,1%.

LUIZ FILIPPE BALONA.
ERIC GONÇALVES/DIVULGAÇÃO

Fabricação de alumínio mostrou bom desempenho
A produção de alumínio primário no Estado apresentou elevação de 17,1% em janeiro deste ano frente a igual período de 2010. Somada a produção das duas siderúrgicas instaladas em Minas, o total produzido atingiu 11,6 mil toneladas no primeiro mês do ano, contra 9,9 mil toneladas em janeiro de 2010. A produção no país recuou 3,7% em janeiro, com um total de 123,9 mil toneladas, contra 128,6 mil toneladas produzidas no mesmo período de 2010.
Separada por unidades produtoras, a planta da Alcoa em Poços de Caldas, no Sul de Minas, apresentou o melhor desempenho em janeiro, com produção de 7,5 mil toneladas de alumínio, contra 5,8 mil toneladas produzidas em janeiro de 2010, um incremento de 29,3%.

Na planta da Novelis, em Ouro Preto, na região Central, a produção em janeiro ficou estável, com 4,1 mil toneladas produzidas, mesmo montante registrado em igual período de 2010.
Conforme os dados da Associação Brasileiro do Alumínio (Abal), a produção brasileira em 2010 atingiu 1,536 milhão de toneladas, o que representou crescimento de 0,1% sobre a produção registrada no exercício anterior, quando foram contabilizadas 1,534 milhão de toneladas de alumínio primário.
Em 2010, a produção das plantas instaladas em Minas Gerais atingiu 136,8 mil toneladas, o que representa um crescimento de 20,5% sobre 2009, quando foram produzidas 113,5 mil toneladas.
Novamente, o melhor desempenho no período foi da Alcoa, cuja produção atingiu 88,2 mil toneladas em 2010. O montante representa um incremento de 35,1% sobre 2009, quando a produção da unidade de Poços de Caldas atingiu 65,3 mil toneladas.
A produção da Novelis ficou praticamente estável em 2010, com 48,6 mil toneladas produzidas, contra 48,2 mil toneladas apurada em 2009, alta de 0,8%.
A produção brasileira no ano passado atingiu 1,536 milhão de toneladas, segundo os dados da Abal
Cenário - Com base nos dados da Abal, a produção de alumínio primário no Estado em 2010 correspondeu a 8,9% da produção nacional, que foi de 136,8 mil toneladas, contra 1,536 milhão de toneladas.
Em 2009, a produção de alumínio em Minas representava 7,3% do setor, com 113,5 mil toneladas, para um produção total de 1,534 milhão de toneladas no Brasil.
De acordo com a última previsão divulgada pela entidade, o consumo de alumínio deverá crescer 28,5% em 2010. Segundo a associação, deverão ser consumidas cerca de 1,295 milhão de toneladas no período, 1,008 milhão de toneladas registradas em 2009.
A estimativa da Abal confirma a tendência de recuperação da produção após a crise financeira internacional. A análise leva em conta o resultado do terceiro trimestre de 2010, quando foram consumidas 336 mil toneladas, volume recorde segundo a entidade.
No acumulado de janeiro a setembro, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio atingiu 953 mil toneladas, representando um aumento de 30,5% em relação a igual período em 2009.
Link:www.diariodocomercio.com.br

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Não sei como essas fábricas de aluminio primário ainda estão funcionando, com a concorrência do Pará, Canadá, China, e até do Estado de São Paulo, Votorantim Aluminio, que busca sua matéria prima em Minas Gerais, região de Poços de Caldas e Zona da Mata mineira, onde existem boas jazidas de bauxita, a matéria prima do alumínio.
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Old February 17th, 2011, 01:44 PM   #297
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Felipe Zig

Sérgio Pena: pioneirismo

Laboratório de Genômica recém-instalado na Medicina deve inovar tratamento de doenças

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011, às 7h15

Doenças de alta incidência na população, como hipertensão, aterosclerose e até mesmo o câncer, poderão ser prevenidas e tratadas com mais precisão, a partir de informações genéticas contidas no DNA. Um futuro que pode ser vislumbrado antes do que se imagina, a partir de pesquisas que serão realizadas no Laboratório de Genômica, recém-implantado na Faculdade de Medicina da UFMG.

O Laboratório é chefiado pelo professor Sérgio Danilo Pena, um dos cientistas responsáveis pelo primeiro sequenciamento de genoma humano realizado no Brasil, iniciado em 1992, com participação do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG. “Agora, quero ser a primeira pessoa a usar o genoma na clínica”, afirma. Ele explica que numa localidade com alta incidência de determinada doença, por exemplo, o genoma de uma pessoa poderá ser a chave para se desenvolver a prevenção, ou até mesmo a cura.

Sequenciamento acessível

Apesar da complexidade do genoma, uma rede formada por mais de três bilhões de letras presentes no código químico do DNA, seu processo de mapeamento está mais rápido e acessível, do ponto de vista econômico, na avaliação de Sérgio Pena. “O primeiro genoma começou a ser sequenciado em 1989, terminou em 2003, e custou três bilhões de dólares. Hoje, um genoma pode ser feito em menos de um mês, ao custo médio de 14 mil dólares. Em breve, isso será possível com apenas mil dólares” , prevê.

O geneticista acredita que, dentro de cinco a dez anos, o genoma será amplamente oferecido nos laboratórios privados. “O grande diferencial será a leitura do genoma, a capacidade de selecionar informações importantes para a medicina, que é justamente a proposta inovadora do Laboratório de Genômica da Faculdade”, afirma.

Nesta primeira fase, o laboratório vai se concentrar em aprimorar softwares científicos já usados no mapeamento do genoma, e no desenvolvimento de novos programas com essa finalidade. Num segundo momento, a proposta é selecionar pacientes atendidos nos ambulatórios do Hospital das Clínicas da UFMG, fazer o sequenciamento do DNA dessas pessoas com a sua permissão, e usar esse material para a realização de novas pesquisas.

Leia mais sobre impactos do projeto Genoma.
(Assessoria de Comunicação da Faculdade de Medicina da UFMG)

Fonte:
http://www.ufmg.br/online/arquivos/018229.shtml
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Microscopia: superando desempenho

Instalações do Centro de Microscopia potencializam desempenho de equipamentos

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011, às 7h12

A simples chegada de mais um equipamento – o microscópio eletrônico de varredura de baixa resolução que pertencia ao Departamento de Engenharia Metalúrgica – pôs em evidência a alta qualidade das instalações do Centro de Microscopia da UFMG, considerado o melhor prédio no Hemisfério Sul para esse tipo de atividade.

“Na Escola de Engenharia, o microscópio conseguia ampliações de até 20 mil vezes; aqui chega a 300 mil vezes”, compara a professora Karla Balzuweit, do Departamento de Física e uma das idealizadoras do Centro. Segundo ela, em instalações que ofereçam condições ideais de uso, certos equipamentos até superam o desempenho projetado pelos fabricantes.

Pioneiro no país em seu formato multiusuário, que congrega pesquisadores das áreas de Ciências Biológicas e Saúde; Exatas e da Terra; Engenharia e Humanidades, o Centro de Microscopia possui área de 1.090 metros quadrados na parte extrema do quarteirão 10 do campus Pampulha, com ambientes para 13 laboratórios de microscopia, áreas para preparo de amostras, laboratórios de informática para análise e interpretação de imagens e dados, ambientes de apoio administrativo e gabinetes de pesquisadores e de técnicos.

Sua construção exigiu planejamento especial. A localização, por exemplo, só foi decidida após cuidadosa medição dos níveis de vibração mecânica e de campo eletromagnético em diversas as áreas do campus. Para evitar vibração mecânica, o edifício tem fundações especiais – os alicerces de cada laboratório são independentes entre si, e cada um dos seis ambientes planejados para microscópios de maior resolução tem base de 20 toneladas de concreto maciço, cercada de areia dentro de uma caixa de concreto com um total aproximado de 150 toneladas. Outro desafio foi fazer a fiação elétrica chegar aos equipamentos sem criar campo magnético. Como a tubulação não pode circular pelas salas, em cada ambiente a ligação entra exatamente por trás de cada microscópio. Também foram adotadas soluções para impedir variação térmica e vibrações acústicas.

Inaugurado em setembro de 2006, o Centro atende atualmente cerca de 400 usuários, entre professores, pesquisadores e alunos da UFMG e de outras instituições mineiras e estados do país. “Pesquisadores de outros lugares têm vindo conhecer o modelo adotado na construção desse prédio”, conta Karla Balzuweit, ao lembrar que a UFMG pesquisou outros laboratórios brasileiros e do exterior, além de visitar unidades de produção dos equipamentos.

“À época, observamos o que tinha dado certo ou errado e, considerando o recurso disponível, foi erguido um prédio o mais barato possível com soluções técnicas que atendessem aos parâmetros determinados pelos fabricantes”, resume. A montagem do Centro de Microscopia – construção e aquisição de equipamentos – custou cerca de R$ 12 milhões, com recursos da própria UFMG, Fundep, Ministério da Educação, Banco do Brasil, Fapemig, Finep e de emendas parlamentares.

Ambiente interdisciplinar

Com grande impacto na geração de pesquisas, o Centro agrega diversas áreas do conhecimento e cria ambiente de interdisciplinaridade propício a uma maior interação dos diversos departamentos da Universidade e fora dela. Segundo Karla Balzuweit, no momento as áreas com maior demanda são física e química, em especial os estudos de síntese de materiais nanoestruturados. Nas ciências biológicas, há pesquisas em botânica, zoologia, taxonomia, morfologia de células e vírus.

Diretor da Escola de Belas-Artes, o professor Luiz Souza afirma que o Centro de Microscopia é fundamental para pesquisas na área artística, principalmente no que concerne à preservação e à restauração de bens culturais móveis, pois possibilita o estudo detalhado da constituição de obras e materiais. “A estrutura do Centro é tão boa que pretendemos promover oficinas internacionais de restauração de bens culturais móveis, trazendo para cá pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa”, comenta.

Além de receber pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa, o Centro presta serviços a empresas. “Pretendemos ampliar esse atendimento”, informa a professora, ao citar como exemplo a área metalúrgica.

Varredura e alto contraste

Há quatro anos, o Centro de Microscopia começou a funcionar com três equipamentos adquiridos com recursos de edital CT-Infra: um eletrônico de varredura de alta resolução; outro de transmissão de alto contraste de 120 kilovolts e um terceiro de 200 kilovolts. Depois de inaugurado, o Centro recebeu, por meio de edital da Fapemig, um microscópio dual, de feixe eletrônico e iônico, também conhecido como sistema de nanofabricação, pois, além de ser usado para preparar amostras, também produz protótipos

O Centro possui ainda um microscópio de força atômica, adquirido em projeto da Petrobras através de pesquisa da professora Glaura Goulart, do Departamento de Química do Icex; e o mais recente, um microscópio eletrônico de varredura, cedido pelo Departamento de Engenharia Metalúrgica. No ano passado, a UFMG e a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais firmaram um acordo para a aquisição e implantação de microscópio com software específico para atender a área mínero-metalúrgica. Esse tipo de equipamento tem sido usado para definir a viabilidade de exploração de minas.

Fonte:
http://www.ufmg.br/online/arquivos/018195.shtml
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Aprecio muito as notícias de pesquisas científicas em Minas Gerais, pois só elas nos ajudarão à sair dos ciclos de mineração: no sec. XVIII a mineração do ouro e no sec. XX e XXI a mineração de ferro...o ouro já se foi, o ferro irá um dia (que parece bem próximo, com tantas exploraçõe sendo abertas em MG)
Reparei que a Fapemig apesar de ser estadual realiza conveênios com a UFMG, como tambem a Secretaria de Ciência e Tecnologia de MG, ótimo, pois parece que apesar de federal (a UFMG), a grana federal tá indo toda para implantar (concentrar) centros de pesquisas no Rio (UFRJ), ao contrário de antes, em que verbas federais eram (todas) para implantar centros de pesquisas na Unicamp (apesar de estadual paulista)...
E é bom ir pelas próprias pernas também, dá independência!!!!
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