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#1101 | |
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landrail
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Intermodalidade, pense nisso! Transporte de passageiros de médio/longo percurso em MG Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras |
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#1102 |
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JK - O Presidente
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Aportes devem diversificar a economia mineira
Manufaturados são os alvos. RAFAEL TOMAZ. DIVULGAÇÃO O setor aeronáutico, de alto valor agregado, é um dos que vêm recebendo inversões de porte no Estado Apesar de os produtos básicos dominarem a economia mineira, o Estado possui projetos em andamento que deverão impulsionar a produção com maior valor agregado nos próximos anos. Para especialistas, características como a proximidade de matérias-primas, além de estar geograficamente bem localizado, mantém a atratividade de Minas Gerais. Apesar disso, políticas mais "agressivas" de atração seriam necessárias para mudar a estrutura econômica atual. Nos últimos anos, Minas viu crescer o anúncio de investimentos. Somente no ano passado as inversões anunciadas atingiram o recorde de R$ 53 bilhões. Apesar de a indústria extrativa responder pela maior parte, os projetos de aportes de indústrias de setores como automotivo, bens de capital, aeronáutico, entre outros, também estão em alta. Aportes - Entre os aportes que deverão impulsionar uma maior participação de produtos transformados na economia está a nova planta do grupo norte-americano Caterpillar, em Sete Lagoas, na região Central do Estado. A companhia investirá US$ 70 milhões para produzir cerca de 70 locomotivas de 4 mil HP de potência por ano. A planta terá aproximadamente 12 mil metros quadrados de área construída em um terreno de 100 mil metros quadrados. Os aportes foram anunciados em julho. A multinacional alemã Siemens investirá R$ 300 milhões na implantação de duas fábricas para produção de motores elétricos e redutores mecânicos no município de Itajubá, no Sul de Minas Gerais. No Norte de Minas, a Alpargatas anunciou recentemente a construção de uma planta destinada à produção de sandálias Havaianas no município de Montes Claros. O projeto é orçado em R$ 177 milhões. O complexo industrial deve entrar em operação no segundo semestre de 2012 e terá capacidade para produzir em torno de 100 milhões de pares de Havaianas por ano. O volume representa incremento de 30% na produção da companhia. De janeiro até meados de setembro, Minas Gerais já contabilizou R$ 22,490 bilhões em investimentos formalizados por meio de 108 protocolos de intenções assinados entre a iniciativa privada e o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), conforme já informado. www.diariodocomercio.com.br de 18/10/2011 |
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#1103 |
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Novos investimentos confirmam diversificação da economia de Minas Gerais
BELO HORIZONTE (19/10/11) - Três protocolos de intenção em setores que vão de cimento a equipamentos médicos e comércio de utilidades domésticas, envolvendo investimentos de mais de R$ 267 milhões, acabam de ser assinados com o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). O primeiro projeto, da Cimento Tupi S.A, foi assinado nesta quarta-feira (19) pela secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, e o presidente da empresa, Alberto Koranyi Ribeiro. A Tupi irá expandir sua unidade industrial, localizada no município de Carandaí, destinada à fabricação de cimento com as classificações CP II-E e CP II-F. Com investimento de R$ 258,5 milhões e a geração de 736 empregos diretos e indiretos, o projeto deverá ser implantado até dezembro de 2012. [...] Equipamentos médicos De olho nos mercados brasileiro e sul-americano, a Sawae Tecnologia Ltda., fabricante de equipamentos médicos com tecnologia desenvolvida em Minas Gerais, iniciou este ano seu processo de expansão. Localizada em Nova Lima, a empresa também assinou protocolo de intenção com o Indi. O protocolo prevê investimento de R$ 6,23 milhões para o lançamento de uma linha no setor de imagem, arco cirúrgico, raio-X transportável, endoscópio e mamógrafo. O projeto de expansão, com término previsto para dezembro de 2012, irá gerar 40 empregos diretos e 80 indiretos. [...] Utilidades domésticas Também assinou protocolo de intenção com o Governo de Minas a empresa Utilidades Domésticas UD Ltda., com sede em Lagoa da Prata, que pretende construir um novo Centro de Distribuição com área total de 6.000m², abertura de dez novas lojas físicas e implantação da loja virtual com investimento de R$ 2,55 milhões. [...] Matéria completa: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/co.../article/37906 |
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#1104 |
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JK - O Presidente
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Preferível 300, 400 investimentos dos tipos acima (principalmente a fábrica de equipamentos médicos com tecnologia desenvolvida aqui) do que uma fábrica de automóveis chinesa que será básicamente uma montadora de peças importadas, que provavelmente não agregarão tecnologia, exigirão imensos benefícios de ICMS, até áreas fabris custeadas, criarão quando muito 1 000 a 2 000 empregos, etç....eu pessoalmente não "creio" muito nessas fábricas orientais...(eles não são de trasnsferir empregos e/ou tecnologia fácil, fácil, não...motores e componentes cruciais do automóvel virão prontinhos da Ásia. fabricaremos as maçanetas, os vidros, a "carcaça")
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#1105 |
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JK - O Presidente
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#1106 |
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JK - O Presidente
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No Sul de Minas Gerais, exportar é o negócio
Com venda de café a produtos eletrônicos no exterior, 340 empresas mobilizam economia da segunda região mais rica do estado Zulmira Furbino - Publicação: 20/10/2011 06:00 Atualização: 20/10/2011 06:32 A exportação é um grande negócio do Sul de Minas. A região é a segunda maior exportadora do estado e tem aumentado sua participação nas vendas ao exterior graças à indústria diversificada e à boa qualidade do café que produz. Em 2010, os embarques somaram US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 37,4% em comparação com 2009. Um escrete de 340 empresas mobiliza esse mercado, exportando café e derivados, produtos metalúrgicos, material de transporte e componentes, minérios, eletroeletrônicos e uma variedade de outros produtos. Entre as estrelas desse time está a Cooxupé, cooperativa regional dos cafeicultores de Guaxupé, que, sozinha, embarcou US$ 348 milhões no ano passado. "A demanda por café no mercado internacional cresceu muito no último ano", diz Lúcio de Araújo Dias, superintendente comercial da cooperativa. Toda vez que o mercado do café entra em alta, o Sul de Minas festeja. Afinal, a região concentra 50% da produção mineira do grão, ou 25% da produção nacional. Além disso, o solo e o clima de montanha da Serra da Mantiqueira contribuem para a produção de cafés especiais, que concorrem com os melhores do mundo e são muito apreciados por consumidores na Itália, no Japão e nos Estados Unidos. Em Carmo de Minas, Ralph de Castro, produtor e presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores do Vale do Rio Verde (Cocarive), conta que praticamente todo o grão que sai de lá vai para fora do país. “Só para a italiana Illy, vendemos 10 mil dos 50 mil sacos de café especial que produzimos em 2011.” A produção de cafés especiais tem atraído cada vez mais produtores, pois os preços são recompensadores. Um saco de 60 kg de café comum é vendido a R$ 480, enquanto o especial alcança R$ 600 ou mais — em Carmo de Minas, um saco de café premiado num concurso da Emater chegou a ser vendido por R$ 8.100. Alguns produtores miraram o consumidor final e apostaram nos cafés gourmets, como fez o Café Unique, que acaba de inaugurar uma cafeteria em São Lourenço, onde serve os cafés cítricos, frutados e blends. Com a industrialização, 50 quilos do produto saem a R$ 9 mil, calculados a partir do número de xícaras. A idéia é estimular o consumo de cafés gourmets pelos turistas. “Desde 2009 oferecemos a eles a Rota do Café”, diz Hélcio Júnior, diretor comercial da Unique Cafés. Só em 2010, São Lourenço recebeu 600 mil turistas. É o segundo maior polo hoteleiro de Minas. Oliveiras Na agricultura, ao lado das atividades econômicas tradicionais, o Sul de Minas também trabalha para abrir novas frentes. É o que vem ocorrendo em Maria da Fé, Delfim Moreira e outros 38 municípios, onde produtores investem no cultivo das oliveiras, de olho do promissor mercado do azeite. Nilton Caetano de Oliveira, gerente da Empresa de Pesquisa e Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e presidente da Associação dos Olivivultores dos contrafortes da Mantiqueira, conta que em 2005 só existiam 500 plantas na região. Hoje, são 300 mil, plantadas em 600 hectares. “Em 2010 produzimos 2 toneladas de azeite. A expectativa é que em 2015 essa produção seja de 600 mil toneladas. Segunda região mais rica do estado, dona de um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 34,4 bilhões, correspondente a 12,17% do PIB estadual, o Sul se beneficia de sua localização privilegiada, próxima da Região Central do estado e também de São Paulo, o que explica a presença de grandes empresas, como Helibrás, em Itajubá, única fabricante de helicópteros da América do Sul, Philips, Walita e Alstom, e a multiplicidade de pequenas e médias empresas. Tecnologia O polo tecnológico de Santa Rita do Sapucaí (Itajubá, Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre e Varginha) é o principal do estado. São mais de 230 empresas, a maioria de pequeno e médio porte, com faturamento anual de R$ 3 bilhões. Elas produzem equipamentos de telecomunicações, informática, automação industrial e comercial, equipamentos industriais, e prestação de serviços. Empresas como a Qualitronix (fabricante de reatores, relés fotoelétricos e dimmers) são uma amostra de como a proximidade dos grandes mercados consumidores estimula a economia local. “Este ano, nosso faturamento vai crescer 20%”, diz Anicheler Ribeiro Simões Santos, gerente comercial da Qualitronix, que vendeu R$ 6 milhões no ano passado e atribui esse crescimento ao aquecimento da construção civil. [ooo) http://www.em.com.br/app/noticia/eco...-negocio.shtml |
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#1107 |
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JK - O Presidente
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Bio-Rad prevê expansão do faturamento neste ano
Indústria instalada em Lagoa Santa JULIA DUARTE. A Bio-Rad Laboratórios Brasil Ltda., com planta em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), estima crescer 17% no acumulado deste ano sobre o exercício passado. O setor da empresa com maior representatividade é o de imunohematologia, que aumentou em US$ 8 milhões seu faturamento de 2008 até agora, alcançando US$ 24 milhões por ano. O segmento de lifecience somado ao de diagnósticos clínicos, excluindo imunohematologia, ...leia mais em www.diariodocomercio.com.br CRM admite temporários em fábrica de Extrema REPORTAGEM LOCAL O grupo CRM, detentor das marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, deverá recrutar 340 colaboradores temporários para a fábrica localizada na cidade mineira de Extrema, no Sul de Minas. O incremento na mão de obra se dá em razão da produção do ... leia mais em www.diariodocomercio.com.br Aportes de R$ 267 mi em MG são confirmados Tupi investirá R$ 258,5 milhões. MARA BIANCHETTI. DIVULGAÇÃO/SEDE Minas Gerais vai receber mais R$ 267 milhões em investimentos privados neste ano, que serão responsáveis pela geração de pelo menos 900 postos de trabalho diretos e indiretos no Estado. Os aportes serão realizados pelas empresas Cimento Tupi S/A, que fará inversões de R$ 258,5 milhões; Sawae Tecnologia Ltda., com aporte de R$ 6,23 milhões; e Utilidades Domésticas UD Ltda., com investimento de R$ 2,55 milhões, em projetos de expansão. O presidente da Cimento Tupi, Alberto Koranyi (à esquerda), assinou protocolo com Dorothea Werneck Somente a unidade mineira tem capacidade instalada de 1,3 milhão de toneladas de cimento por ano e emprega 276 funcionários. Após a expansão, a capacidade instalada saltará para aproximadamente 2,5 milhões de toneladas anuais. Nova Lima A Sawae Tecnologia Ltda, fabricante de equipamentos médicos com tecnologia desenvolvida em Minas Gerais, localizada em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), já iniciou seu projeto de expansão. O protocolo assinado com o Indi prevê investimentos da ordem de R$ 6,23 milhões para o lançamento de uma linha no setor de imagem, arco cirúrgico, raio-X transportável, endoscópio e mamógrafo. O projeto possui previsão de término para dezembro do próximo ano e irá gerar 40 empregos diretos e 80 indiretos. Além disso, a empresa planeja também a construção de uma nova unidade fabril até 2014. A Sawae foi criada em Belo Horizonte em 1993, como prestadora de serviços de manutenção especializada em equipamentos de medicina nuclear, hemodinâmica e equipamentos de raios-X. Atualmente, a empresa ocupa uma área de aproximadamente 1,8 mil metros quadrados com infraestrutura adequada para abrigar as instalações do processo produtivo, de controle de qualidade, de inspeção, áreas destinadas à armazenagem de matérias-primas, insumos, embalagens e do produto acabado, além das áreas administrativas e de apoio. www.diariodocomercio.com.br Last edited by GIM; October 21st, 2011 at 03:30 AM. |
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#1108 |
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JK - O Presidente
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Ribeirão das Neves atrai R$ 180 mi em investimentos
Sadia terá fábrica no município. RAFAEL TOMAZ. DIVULGAÇÃO Ribeirão das Neves vai mudar sua característica no próximo ano, tornando-se mais industrializado Os investimentos privados em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), deverão totalizar R$ 180 milhões até 2012. Entre as empresas que estão realizando inversões no município está a gigante do setor de alimentos Sadia S/A, que terá uma unidade industrial às margens da BR-040. Com a atração de aportes em alta, o município está planejando construir um novo distrito industrial (DI). Além de aumentar a arrecadação, os investimentos em curso deverão impulsionar a geração de empregos na cidade. Conforme informações da prefeitura, somente os oito principais empreendimentos que já assinaram protocolo de intenções com o Executivo municipal abrirão algo em torno de 1,2 mil postos de trabalho. Os novos aportes poderão também mudar o perfil econômico de Ribeirão das Neves, que hoje é considerada uma "cidade-dormitório" da RMBH, uma vez que boa parte da população trabalha na Capital. [ooo] Multinacionais - Além dessas empresas, também estariam preparando aportes em Ribeirão das Neves as multinacionais Nestlé e Coca-Cola Femsa - que deverá instalar um centro de distribuição (CD) - e a Comau America Latina, braço do grupo Fiat que atua na manutenção e fornecimento de linhas de produção automatizadas e na gestão de ativos industriais. O crescimento na atração de investimentos levou o município a estudar a criação de um novo DI. Segundo Menezes, o governo estadual disponibilizou uma área de 1,5 milhão de metros quadrados para a instalação do empreendimento. Conforme ele, o distrito deverá ser implantado por meio de parceria com o setor privado. "Pretendemos fazer um chamamento público para os interessados", diz. A prefeitura pretende iniciar o processo até o final deste ano. O distrito industrial será instalado às margens da BR-040. Link:www.diariodocomercio.com.br |
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#1109 |
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Registered User
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Boas notícias para Ribeirão das Neves. A cidade é conhecida como um dos maiores bolsões de pobreza do estado, pelos crimes e pela falta de infra-estrutura. Com esses empreendimentos a Prefeitura arrecadará mais impostos e muito mais pessoas estarão empregadas no município.
O curioso é que todas as vezes que viajo para BH ao passar pela 040 em Neves sempre falava para meus colegas de viajem, que alí poderia ser implantada uma série de indústrias de vários seguimentos, já que a área é relativamente plana e próxima de uma rodovia importante. Sorte para Neves.
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#1110 |
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HAHA!
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Muito boa notícia, quem sabe Neves ainda recebe a Foxconn(o terreno mais próximo da Linha Verde?
Com o rodoanel passando lá, além disso a localização entre o eixo BH-Sete Lagoas e BH-Confins ajuda muito, a região pode desenvolver a industria como Betim e Contagem e assim melhorar a qualidade de vida da população.
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#1111 |
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JK - O Presidente
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Vendas.Fabricação mineira com avançada tecnologia ganha o mundo
Exportações de produtos de valor agregado crescem Estado é o único exportador de lentes intraoculares e válvulas cardíacas Publicado no Jornal OTEMPO em 21/10/2011 HELENICE LAGUARDIA Universidade de Viçosa é referência em biotecnologia em Minas Minas Gerais é o único Estado exportador nacional de lentes intraoculares - utilizadas em transplantes de córneas - e válvulas cardíacas biológicas. Esses são dois dos 24 itens que fazem parte de Produtos Intensivos em Informação e Conhecimento (PII&C) que a Fundação João Pinheiro analisou no primeiro estudo sobre o desempenho das exportações de PII&C. O levantamento, baseado em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostrou também que as vendas externas de 24 PII&C cresceram 12,7% no primeiro semestre deste ano, em Minas Gerais, somando US$ 1,8 bilhão. Esses produtos representaram 10% do montante da pauta de exportações de Minas Gerais no primeiro semestre deste ano de US$ 18 bilhões, informou a coordenadora do estudo, Elisa Rocha. O Brasil exportou o equivalente a US$ 25 bilhões de PII&C, no primeiro semestre do ano. Os motivos para o aumento das exportações foram o conteúdo inovador e a demanda do mercado por esses itens. A coordenadora do estudo informou que 28% das lentes intraoculares são exportadas para a República Tcheca, 26% vão para os Estados Unidos e o Chile fica com 23%. Em relação às válvulas cardíacas biológicas, metade do que é produzido vai para a Bélgica, 20% para os Estados Unidos e 12% para a Costa Rica. Aparelhos de Raio X para diagnóstico médico, item que Minas Gerais representa 69,3% das exportações nacionais, vão para o Equador (24%), México (22%) Nicarágua e Colômbia. "São produtos sofisticados com maior conteúdo tecnológico que vão para mercados que não produzem", informou Elisa. Transgênico. O estudo da Fundação João Pinheiro mostrou também que a exportação de soja geneticamente modificada para semeadura, que cresceu 290% em volume exportado neste primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado em Minas Gerais, é totalmente exportada para a Venezuela. E o milho também geneticamente modificado para semeadura é exportado para Venezuela, Paraguai e Peru. O milho obteve um crescimento de 147,8% em volume exportado de Minas Gerais, neste primeiro semestre em relação a igual período do ano passado. As empresas que exportam os PII&C estão concentradas no entorno da região metropolitana de Belo Horizonte, Montes Claros, Viçosa e Zona da Mata mineira. "São empresas de variados tamanhos",disse Elisa. ![]() Link:http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5 |
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#1112 |
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JK - O Presidente
Join Date: Oct 2007
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Fábrica da Alpagartas com investimento de R$ 200 milhões será instalada em Montes Claros
A cidade terá ainda uma loja das sandálias Havaianas, com preços mais acessíveis Luiz Ribeiro Publicação: 21/10/2011 15:01 Atualização: 21/10/2011 15:06 Além de uma fábrica da Alpagartas, com investimento de R$ 200 mihões, Montes Claros, no Norte de Minas também terá uma loja das sandálias Havaianas, com preços mais acessíveis. O anúncio foi feito pelo presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, que proferiu palestra sobre a história de sucesso da marca de sandálias, em encontro de empresários, essa semana na cidade. Conforme Utsch, a nova fábrica, que vai produzir 110 milhões de pares de sandálias por ano, será inaugurada em setembro de 2012, com a previsão de gerar 2,2 mil empregos diretos. A loja vai funcionar ao lado do empreendimento, no Distrito Industrial de Montes Claros. http://www.em.com.br/app/noticia/eco...s-claros.shtml |
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#1113 |
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JK - O Presidente
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BP confirma aportes em Campina Verde
Unidade será concluída para entrar em operação. LEONARDO FRANCIA. DIVULGAÇÃO / UNICA Pesados inestimentos na produção de etanol fortalecem a economia do Triângulo A multinacional British Petroleum (BP) confirmou ao DIÁRIO DO COMÉRCIO que os investimentos no setor sucroenergético, no Pontal do Triângulo, vão além da expansão da usina de Ituiutaba (Triângulo). A BP vai também alocar recursos na finalização da construção e entrada em operação da unidade de Campina Verde, também na região. O valor do montante que será aportado em ambas as unidades, porém, ainda não foi revelado. A usina de Ituiutaba e os ativos em Campina Verde pertenceram à Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), que teve 83% do seu capital comprado, em março deste ano, pela BP Biofuels do Brasil, braço de energia renovável da BP, em uma transação de US$ 680 milhões. Na ocasião, a multinacional afirmou que a produção de etanol das usinas envolvidas no negócio poderia suprir o mercado brasileiro e o internacional. Especula-se no mercado que o plano da BP para Minas Gerais é de que a capacidade de cada usina seja da ordem de 480 milhões de litros de etanol equivalentes, com cerca de 340 gigawatts de energia elétrica negociados no Sistema Integrado Nacional (SIN). www.diariodocomercio.com.br |
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#1114 |
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JK - O Presidente
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O Hospital Mater Dei S/A vai investir entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões www.diariodocomercio.com.br ![]() http://clipping.ideiafixa.com.br/sit...7ba6ce92bf5add |
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#1115 |
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JK - O Presidente
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Vale da Eletrônica está longe de crise
Polo tecnológico de Santa Rita do Sapucaí deverá fechar o ano com faturamento de R$ 1,9 bilhão. MARA BIANCHETTI. DIVULGAÇÃO O Vale da Eletrônica, no Sul de Minas, reúne 142 empresas e gera mais de 9,6 mil empregos Enquanto alguns setores continuam sendo prejudicados pela invasão dos produtos importados e revisam para baixo a previsão de crescimento para este exercício, o Vale da Eletrônica, localizado em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, comemora os resultados obtidos até o momento. Prova disso é que o Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel) prevê um faturamento da ordem de R$ 1,9 bilhão em 2011, contra o resultado de R$ 1,5 bilhão registrado no ano anterior. De acordo com o vice-presidente do Sindvel, Luiz Carlos Santos Paduan, o bom desempenho se deve a uma série de fatores. Entre eles, o aquecimento do mercado interno e a oscilação do dólar nos últimos meses, que inibiu um pouco as importações do setor e acabou beneficiando as empresas que atuam no polo. [ooo] Exportações - No que se refere às exportações, Paduan explica que ainda são pequenas, já que grande parte do que é produzido pelas 142 empresas da região é destinada a consumidores do próprio Brasil. Atualmente, 52 empresas do polo comercializam seus produtos para outros países, como México, Angola, Colômbia, Venezuela e Peru, entre outros. [ooo] A longo prazo, o objetivo do Vale da Eletrônica é virar o principal polo exportador do setor de eletrônica do país, além de abrigar empresas do segmento de semicondutores, se tornando referência internacional na fabricação deste insumo. [ooo] Ao todo o parque industrial de Santa Rita do Sapucaí emprega mais de 9,6 mil funcionários e fabrica cerca de 12 mil produtos diferentes, para os segmentos de telecomunicações; segurança eletroeletrônica; informática; radiodifusão; automação industrial, predial e comercial; tecnologia da informação; eletromédico; e insumos, entre outros. Notícia completa em www.diariodocomercio.com.br |
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#1116 |
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JK - O Presidente
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#1117 |
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JK - O Presidente
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Estado firma protocolos de intenções de R$ 76 mi
Uberlândia receberá aporte. LUCIANE LISBOA. FELIPE BARROCA / SEDE MG Minas Gerais vai ser contemplada com mais dois investimentos neste ano, que juntos somam R$ 76 milhões. Os protocolos de intenções dos projetos foram assinados ontem pela secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, e os grupos Igarashi e Energisa. Os empreendimentos serão erguidos no Triângulo Mineiro e na Zona da Mata, respectivamente. O primeiro protocolo foi assinado com o grupo Igarashi, que vai implantar uma unidade industrial em Uberlândia, para produção de blocos estruturais e pisos intertravados. O investimento está orçado em R$ 7,9 milhões. O outro empreendimento anunciado ontem é a construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH) no rio Pomba, no município de Guarani, na Zona da Mata. O Grupo Energisa vai destinar cerca de 70 milhões para a PCH Zé Tunin, que terá capacidade instalada de 8 megawatts (MW) de potência instalada quando entrar em operação. www.diariodocomercio.com.br |
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#1118 |
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JK - O Presidente
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Retha investe R$ 300 milhões
Empresa está construindo seis condomínios industriais em São Paulo e Minas Gerais. MARA BIANCHETTI. DIVULGAÇÃO Os galpões industriais construídos pela Retha Imóveis & Serviços têm em média 35 mil metros quadrados de área construída A Retha Imóveis & Serviços, empresa paulista especializada na construção, administração, comercialização e locação de galpões industriais, está investindo entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões na construção de seis condomínios industriais no interior de São Paulo e em Minas Gerais. Do total, cerca de R$ 36 milhões serão aportados na construção de um condomínio industrial e logístico no município de Extrema, no Sul do Estado. De acordo com o diretor da Retha Imóveis, Marino Mário, o empreendimento será erguido em um terreno de 120 mil metros quadrados e contará com uma área construída de cerca de 35 mil metros quadrados. Segundo ele, ao todo serão dez galpões a serem erguidos em três etapas. [ooo] O diretor da Retha Imóveis destaca ainda que a escolha de Extrema foi estratégica em função da logística, já que a cidade é muito próxima de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, principais mercados consumidores do país. Além disso, segundo ele, foram considerados os incentivos fiscais concedidos pelo governo estadual e pela prefeitura, além das grandes empresas localizadas no município, como potenciais clientes. www.diariodocomercio.com.br |
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#1119 |
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JK - O Presidente
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Minas Gerais quer deixar de ser sinônimo só de minério e café
Estado cria site para duplicar número de produtos e triplicar valor da exportação Publicado no Jornal OTEMPO em 26/10/2011 PEDRO GROSSI FOTO: ERALDO PERES/AP - 11.11.2008 ![]() Inovação. Biotecnologia e genética estão entre os pontos fortes do Estado para venda ao exterior Qualquer pessoa que acompanhe um pouco a economia do Estado pode responder o que Minas Gerais mais exporta: minério de ferro e café. Esses dois produtos geram muito dinheiro, mas estão na mão de poucas - e grandes - empresas. Pois agora o governo quer mudar esse quadro, colocando nessa lista produtos e serviços que ainda não figuram nela, ou aparecem no fim da fila. Nos próximos 20 anos, o Estado pretende duplicar o número de produtos da pauta exportadora, triplicar o número de micro e pequenas empresas vendendo para fora (hoje são 1.137) e triplicar o valor das exportações. Uma das principais apostas do governo para atingir esses objetivos é o portal Exportaminas.net. Lançado oficialmente ontem, o portal pretende reunir em único ambiente virtual todos os exportadores do Estado. "Dessa forma, aumenta a visibilidade de todos na rede. Hoje, quase a totalidade das transações comerciais começa pela internet, e não estar bem representado é praticamente abdicar do negócio", explica o diretor da Central Exportaminas, Jorge Oliveira. Ele afirma que todas as 1.600 empresas exportadoras do Estado já receberam o cadastro básico, mas é possível expor portfólio, vídeos, descrição dos produtos etc. "Há outras várias ferramentas úteis, como conversor de moedas e informações sobre fuso horário. Existe até um gerador de folder e de cartão de visitas automático", diz Oliveira. Segundo o representante do Exportaminas, o serviço é gratuito e inédito no Brasil. A inspiração para a criação do site foi o chinês Alibaba. "Algumas características são diferentes, mas o conceito de reunir os vendedores é o mesmo", diz. Saldo. Até setembro deste ano, as exportações somam US$ 30,26 bilhões. O resultado consolida o Estado como o segundo maior exportador, respondendo por 15,9% das exportações do país. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 39,1%. Em 2010 todo, foram US$ 31,12 bilhões. Segundo a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, Minas Gerais ainda não sente os efeitos da instabilidade na economia internacional. Há risco, ela diz, "quando e se" a crise sair dos países desenvolvidos e atingir nações emergentes. ![]() http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5 |
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JK - O Presidente
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Cresce a representatividade de Minas Gerais no PIB rural
A participação do Estado na produção agropecuária do país foi de 11,8% em 2010, conforme levantamento do IBGE Bruno Porto - Do Hoje em Dia - 27/10/2011 - 07:55 ARQUIVO HOJE EM DIA A alta nos preços do café e do açúcar abriu espaço para o crescimento da participação de Minas Gerais no valor da produção agrícola nacional. O representatividade do Estado passou de 10,9%, em 2009, para 11,8%, no ano passado. O valor da produção agrícola do Brasil alcançou R$ 154 bilhões em 2010, um crescimento de 8,9% em relação a 2009. No café, a produção de Minas atingiu 1,504 milhão de toneladas, 51,8% do total produzido no país e um salto de 25,8% sobre o ano anterior. Em relação a cana-de-açúcar, o Estado ultrapassou o Paraná e assumiu o posto de segundo maior produtor do país, com produção de 60,603 milhões de toneladas, aumento de 3,4% frente ao ano anterior. Os dados são das pesquisas Produção Agrícola Municipal e Produção da Pecuária Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativas ao ano de 2010, divulgadas nessa terça-feira (26). De acordo com o analista agrícola do IBGE, Carlos Alfredo Barreto Guedes, os baixos estoques internacionais de café, somados aos problemas climáticos na Colômbia, valorizaram a commodity. “O ganho de participação do Estado no valor da produção do país está diretamente relacionado a esses evento externos”, observou. De acordo com o IBGE, o município de Patrocínio foi o maior cultivador de café do país. Em 2010, conforme os dados do levantamento, foram produzidas no município 60,2 mil toneladas. Entre os vinte maiores produtores ainda estão Patos de Minas, Unaí, Ibiá e Coromandel. Outro produto que registrou forte elevação na cotação internacional, por conta do aumento da demanda da China, foi o açúcar. Os produtores de cana também foram beneficiados pelo crescimento da demanda interna por etanol. “Minas aumentou significativamente a produção de cana, no exato momento em que o açúcar apresentou forte valorização”, disse Guedes. O município mineiro com maior produção é Uberaba, em sétimo lugar no ranking nacional, com uma produção de 4,370 mil toneladas no ano passado. Minas gerais ainda se destacou como terceiro maior produtor de milho. Das 55,7 milhões de toneladas produzidas no país, 6,089 milhões de toneladas foram colhidas no Estado. Na cultura do algodão herbáceo, o país contabilizou produção de 2,949 milhões de toneladas e o Estado participou com 55,8 mil toneladas. Já na pecuária, o efetivo de bovinos no Brasil aumentou 2,1% em 2010 na comparação com o ano anterior, alcançando 209,541 milhões cabeças de gado. O maior produtor é Mato Grosso do Sul, com 28,757 milhões de cabeças, seguido por Minas Gerais, que detém 13,7% do rebanho bovino, o equivalente a 22,698 milhões de cabeças. O levantamento do IBGE também confirmou Minas Gerais como a maior bacia leiteira do Brasil, com produção de 27,3% de todo o leite produzido no país. O Brasil totalizou 30,715 bilhões de litros produzidos no ano passado. Somente em Minas, foram 8,388 bilhões de litros. A maior produção do Estado está em Patos de Minas, com 143 milhões de litros, seguido de Unaí, com 110 milhões de litros, e Ibiá, com 104 milhões de litros. Minas Gerais também se destacou na criação de suínos. O município de Uberlândia é o maior produtor do país, com um plantel de 1,022 milhão de animais. No país, são 38,956 milhões de suínos, sendo que destes, 5,021 milhões estavam em Minas, o correspondente a 12,9% do total do país. ![]() Link:http://www.hojeemdia.com.br/noticias...rural-1.360939 |
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