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Old October 29th, 2010, 04:27 AM   #141
Leojf
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Saiu uma pequena materia no jornal local, depois deve sair mais detalhes em outros jornais

Acordo quer transformar RMBH em polo aeronáutico

O Governo do estado e a Lufthansa assinaram ontem memorando de entendimento para a criação de um Centro de Capacitação Aeroespacial em Lagoa Santa. Este deve ser o primeiro passo para a estruturação de um polo de parques tecnológicos nos setores aeronáutico e aeroespacial e de serviços de logística avançada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Estiveram presentes ao encontro os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, além do diretor da Lufthansa Technical Training (LTT), Christoph Meyerrose.

Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/economia/eco20.php
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Old October 29th, 2010, 12:48 PM   #142
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Saiu uma pequena materia no jornal local, depois deve sair mais detalhes em outros jornais

Acordo quer transformar RMBH em polo aeronáutico

O Governo do estado e a Lufthansa assinaram ontem memorando de entendimento para a criação de um Centro de Capacitação Aeroespacial em Lagoa Santa. Este deve ser o primeiro passo para a estruturação de um polo de parques tecnológicos nos setores aeronáutico e aeroespacial e de serviços de logística avançada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Estiveram presentes ao encontro os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, além do diretor da Lufthansa Technical Training (LTT), Christoph Meyerrose.

Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/economia/eco20.php
Muito bom ...parece -me que seria uma apoio e ou investimentos na área de formação profissional incluindo manutenção (daí talvez o item logistica avançada).
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Old October 29th, 2010, 01:00 PM   #143
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Já que a "China Potência Com Metas Claras Definidas e Assumidas" impede a Usiminas de construir a usina de Santana do Paraiso, devido às inundações de aço subsidiado chinês feito com minério de ferro do Brasil, a Usiminas investe em aperfeiçoamento e qualidade -já é alguma coisa-





Usiminas investe R$ 1 bi para fugir das importações



Parte do projeto, terceira coqueria entrou em operação este mês



A Usiminas vai desembolsar, a partir de outubro, recursos adicionais da ordem de R$ 1 bilhão para concluir até 2013 o projeto que dará à usina de Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, a autossuficiência no consumo de coque metalúrgico, matéria-prima da produção de aço. Na etapa inicial do programa, já foram aplicados R$ 707 milhões na construção da coqueria 3 da fábrica mineira, que entrou, este mês, em operação. Com o novo aporte, o total investido pela empresa chegará a R$ 1,7 bilhão. Combustível gerado a partir do carvão mineral, o coque é todo importado e, basicamente, comercializado no mercado mundial por um único fornecedor, a China.

Além da redução de custos com o insumo usado nos altos-fornos da siderúrgica, a produção própria protegerá a empresa da volatilidade dos preços no exterior. Do dinheiro anunciado ontem e já definido para os próximos 36 meses, R$ 823 milhões serão investidos na completa reforma da coqueria 2, incluindo a troca e modernização tecnológica de equipamentos. As obras começam no mês que vem, informou Marco Paulo Penna Cabral, vice-presidente industrial interino da Usiminas. O restante do aporte financeiro previsto envolve medidas destinadas à melhoria da qualidade de emissão de poluentes.

Nas estimativas da siderúrgica, a substituição das importações de coque deverá significar economia de até R$ 150 milhões por ano, mas isso não representa o único ganho. A estratégia funciona como uma blindagem, diante de um mercado fechado e sujeito à pressões de preços “Com certeza, a autossuficiência dará uma confiabilidade aos resultados da empresa, porque evita essa situação de vulnerabilidade”, afirma Penna Cabral. Reformada, a coqueria 2 elevará a capacidade de produção de coque da Usiminas a 1,9 milhão de toneladas por ano.

O equipamento supera os 750 mil toneladas anuais de coque da capacidade máxima da coqueria 3. Durante a reforma da coqueria 2, serão criados 3,5 mil empregos temporários. Segundo o vice-presidente industrial da Usiminas, no momento em que as duas unidades estiverem em operação, o equipamento 1, o mais antigo que opera desde a fundação da usina, será desativado. Os cerca de 100 empregados dessa unidade vão ser remanejados de área.

Os investimentos no programa de autossuficiência em coque integram o plano de expansão da Usiminas já anunciado, com orçamento de R$ 14 bilhões até 2014 e iniciado em 2007. O foco do crescimento da siderúrgica está no fornecimento às indústrias automotiva, naval e de óleo e gás. No que trata do suprimento de energia ao processo industrial, a empresa planeja outras possibilidades, futuramente, como o gás natural. “Caminhamos para uma matriz energética mais confiável, de menor custo e que poderá eventualmente atender à usina de Cubatão (interior de São Paulo)”, diz o vice-presidente industrial da companhia.



Laminadoras em Ouro Branco



O grupo siderúrgico Gerdau, de Porto Alegre, firmou acordo, ontem, com o governo de Minas Gerais, confirmando a aplicação de recursos adicionais de R$ 1,7 bilhão ao seu plano de ampliação da produção em Ouro Branco. A cifra será usada na construção de dois laminadores que permitirão à Gerdau Açominas uma capacidade instalada para fabricar 1,9 milhão de toneladas de aço por ano, das quais 90% destinadas ao mercado brasileiro.

O projeto foi iniciado em junho e tem prazo de conclusão em abril de 2014. Conforme o documento firmado com o governo mineiro, serão criados 10.150 empregos temporários ao longo das obras e 1.314 vagas no quadro próprio de pessoal da companhia para a operação dos equipamentos. O estado participará, com a construção de uma ligação entre a interseção da BR-040 e a BR-383, em Ouro Branco, com a Gerdau Açominas.


Link das notícias: http://www.em.com.br/app/noticia/eco...ortacoes.shtml
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Old October 31st, 2010, 04:50 PM   #144
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Mineração em Minas Gerais

Pesquisa vai levantar o novo mapa da mineração em Minas

Pesquisa com uso de avião vai levantar potencial das áreas do estado pouco analisadas. Minas será 1ª unidade da Federação a ter 100% do território vasculhado com a tecnologia.



Marta Vieira - Estado de Minas

Publicação: 31/10/2010 07:08


As últimas terras ainda desconhecidas do mapa da mineração em Minas Gerais começam a ser pesquisadas até dezembro, com recursos de R$ 12,5 milhões compartilhados entre a CPRM – Serviço Geológico do Brasil, empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia responsável pela conhecimento geológico básico no país, e a Companhia de Desenvolvimento Econômico do estado (Codemig). O convênio já assinado entre a CPRM e a Codemig prevê o uso de equipamentos de alta tecnologia embarcados em um avião para mapear as camadas de rochas de 140,6 mil quilômetros quadrados das regiões Noroeste, Leste, Sudeste e Sul do estado. Mais de uma centena de municípios será percorrida.

O novo levantamento aerogeofísico vai além de um conjunto essencial de informações que servirão para nortear a prospecção mineral e os investimentos da iniciativa privada em novas reservas minerais. Minas será o primeiro estado no Brasil a ter 100% de seu território coberto pela pesquisa básica nessa metodologia, técnica em que estão avançados os grandes concorrentes do Brasil na produção mundial de minerais, como o Canadá e a Austrália.
O superintendente regional de Belo Horizonte do Serviço Geológico do Brasil, Marco Antonio Fonseca, informou que as áreas já eram consideradas prioritárias e deverão ser sobrevoadas até fevereiro do ano que vem.

"Conhecemos muito pouco essas áreas. Há indícios em alguns pontos do Sudeste de Minas da ocorrência de sulfetos, ouro, manganês, estanho, nióbio e tântalo. No Nordeste de Minas, vamos pesquisar áreas favoráveis a pedras coradas e granito ornamental", disse Fonseca. As informações levantadas deverão estar disponíveis para as empresas de prospecção e pesquisa mineral no fim de 2011. Em iniciativas anteriores do Serviço Geológico do Brasil, da Codemig, da Petrobras e da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o estado contava com 66,8% do seu território (371,5 mil quilômetros quadrados) cobertos pela aerogeofísica de alta resolução.

Se as chuvas não atrapalharem, as equipes das empresas vencedoras da licitação já realizada, a Microsurvey Aerogeofísica e Consultoria Científica e Fugro Lasa Geomag, do Rio de Janeiro, poderão iniciar os trabalhos de preparação dos voos nos próximos dois meses. "O acordo com a empresa federal de pesquisa geológica básica viabilizou a corrida do estado para identificar a riqueza de seu subsolo", diz Paulo Sérgio Machado Ribeiro, subsecretário de Desenvolvimento Mínero-Metalúrgico e Política Energética.

O levantamento aerogeofísico chega num momento de recuperação dos preços das chamadas commodities minerais (matérias-primas cotadas no mercado internacional) e de reação da indústria da mineração, que foi uma das mais afetadas pela crise financeira mundial. "Grande parte da onda de desenvolvimento da indústria mineral em Minas é resultado dos levantamentos geológicos já realizados", afirma Paulo Sérgio Ribeiro. Conforme o Estado de Minas noticiou recentemente, os pedidos de pesquisa protocolados junto à superintendência mineira do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) mais que dobraram de janeiro a setembro deste ano. A instituição registrou 3.540 protocolos, alta de 104,7% em relação ao verificado no mesmo período de 2009 (2.357 requerimentos). Os números se referem apenas às tentativas do setor privado de descobrir novas minas no estado.

BAIXO RISCO Tarefa do setor público nos países que têm a mineração como uma das principais fontes de sustentação da economia, o levantamento aerogeofísico é instrumento de atração de investimentos, ao diminuir os riscos da pesquisa mineral bancada pelas empresas e o Brasil está atrasado nisso, segundo Paulo Camillo Vargas Penna, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). "A pesquisa básica é absolutamente fundamental num momento em que os preços dos metais estão em ascensão. Com essas informações , o investidor tem a possibilidade de descobrir reservas a custos mais baixos", afirma.

O Ibram estima investimentos do setor de US$ 62 bilhões em projetos de extração e ampliação da produção brasileira de bens minerais até 2014. Quando se observa o orçamento mundial da pesquisa geológica básica, no entanto, o Brasil participou com parcos 3% dos US$ 7,3 bilhões aplicados no ano passado. Canadá e Austrália contaram, respectivamente, com 16% e 13% do total, de acordo com estudo do Ibram. A perspectiva, agora, de acordo com Vargas Penna, é de que esse aporte cresça. Em 2008, foram investidos US$ 13,4 bilhões em geologia básica e o Brasil também representou a mesma fatia de 3%.

A pesquisa mineral tem importância fundamental em Minas, uma vez que o estado responde por mais da metade (53%) da produção brasileira de minerais metálicos e por 29% da extração de minerais em geral. Algo surpreendente para as próprias indústrias está no fato de que mesmo em áreas já exploradas e que marcaram a história de mais de 300 anos da mineração no estado, novas jazidas estão sendo exploradas. É o caso de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Outro exemplo clássico é o de Itabira, na porção Central de Minas, berço das atividades da Vale, criada no começo dos anos 40 e que hoje está expandindo a produção, a partir do aproveitamento de minério de ferro de baixo teor. O Norte de Minas é considerado uma nova fronteira da mineração de ferro.

O levantamento aerogeofísico envolve métodos magnético e de gamaespectronometria que medem a intensidade do campo magnético da Terra e identificam anomalias nas rochas, primeiro passo para a descoberta de jazidas minerais. O avião voa a uma altura de 100 metros, acompanhando a topografia do terreno, e permite a leitura das informações pelos equipamentos a cada sete metros. Ao todo, o novo plano de voo em Minas será de 1,5 milhão de quilômetros quadrados em linha reta.

O estado em números

Minas Gerais é responsável por cerca de 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral encontrados no Brasil.

O estado é o maior produtor de ferro, ouro, zinco, nióbio, fosfato, grafita, lítio e calcário.Das 100 maiores minas do Brasil, 40 estão localizadas em Minas.


Dos 10 maiores municípios mineradores do Brasil, sete
são do estado. O ranking nacional é liderado por Itabira, na Região Central. Há mineração em pelo 250 municípios mineiros.


Os produtos minerais e de origem mineral respondem por quase 50% das exportações do estado.

Fonte: CPRM-Serviço Geológico do Brasil, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Codemig



link: http://www.em.com.br/app/noticia/eco...em-minas.shtml
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Old November 1st, 2010, 03:10 PM   #145
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Usiminas e o câmbio

Siderurgia
Câmbio não é único problema para a siderúrgica Usiminas




"Até setembro foram importadas quatro milhões de toneladas. Cinco milhões já é a capacidade produtiva da nossa planta em Ipatinga"



Empresa estuda formas de reduzir a penetração dos importados no setor siderúrgico nacional e aposta em produtos de maior valor agregado para melhorar a eficiência do negócio.

Após apresentar resultados com vendas mais fracas para o terceiro trimestre de 2010, a Usiminas se mostra preocupada com o avanço das importações.

"Até setembro foram importadas quatro milhões de toneladas. Cinco milhões já é a capacidade produtiva da nossa planta em Ipatinga", afirma Wilson Brumer, presidente da Usiminas. "Se somarmos com os produtos que utilizam aço, totalizamos nove milhões de toneladas, o que já representa as unidades de Ipatinga e Cubatão juntas".

"Nos preocupa, como setor, a possibilidade de perdermos várias cadeias produtivas por conta do forte volume de importação", afirma Brumer, que sinalizou o risco de desindustrialização da economia.


Para o quarto trimestre a empresa deve iniciar um processo de desestocagem no sentido de diminuir o excesso de aço no mercado nacional. Esse processo será fortalecido a partir de 2011, com a redução da penetração do produto importado associado ao crescimento da demanda das obras de infraestrutura.

A ideia da Usiminas é trabalhar para uma "isononomia competitiva" junto aos importadores de aço e reduzir de 22% para 15% a penetração de aço importado no mercado nacional. "O Brasil inicia um processo de abertura comercial sem as ferramentas necessárias para proporcionar uma isonomia entre os competidores do mercado".

A ameaça da importação esbarra também na dificuldade do cenário interno. "O Brasil está perdendo condições de produzir aço", afirma Brumer. "Hoje temos um nível de competitividade médio".

A alta tributação, o custo da mão de obra e os altos juros foram apontados como gargalos comuns a toda a indústria nacional, que inclui a siderúrgica. "Já não temos carvão e não contamos mais com um preço razoável para o minério de ferro", acrescenta Brumer.

A pouca eficiência do país teria feito a companhia deixar de lado o projeto de Santana do Paraíso, orçado em R$ 5 bilhões, anunciado em 2008. No entanto, Brumer afirma que uma posição definitiva sobre a construção dessa planta deverá vir ainda em novembro, com a reunião do conselho administrativo da companhia.

O cenário contrasta com uma recente campanha do presidente Lula cobrando investimentos no setor siderúrgico. "Todos nós gostaríamos de investir e ampliar nossa produção, mas boa parte dos projetos anunciados continuam em banho-maria", lembra Brumer.

Produto

O investimento em produtos de maior valor agregado faz parte da estratégia da companhia na compensação das perdas com o mercado interno. "Agregar valor à capacidade produtiva é uma forma de enfrentar esse cenário", avalia o executivo.

A bola da vez é o CLC, que será vendido sob o nome de Sincron, de produção exclusiva da Usiminas no país. O produto será produzido a partir da planta de Ipatinga, em Minas Gerais, e ampliará a capacidade da produtiva da companhia em até 500 mil toneladas por ano.


O produto, que utiliza a tecnologia de resfriamento acelerado, permitirá a fabricação de chapas de alta resistência. "É um produto que poderá ser utilizado no pré-sal, por exemplo", afirma Brumer.

O CLC deve entrar em produção ainda em 2011.

Mineração

O investimento em mineração também é estratégia da companhia para enfrentar os preços praticados no mercado mundial.

Apesar dessa intenção, Brumer afirma que não está nos planos da empresa a aquisição de unidades de mineração. Os projetos de otimização das plantas mineradoras da empresa proporcionarão um aumento gradativo da produção nos próximos anos. "Em 2015 teremos uma capacidade de produção anual de 29 milhões de toneladas. Isso atende aos nossos projetos", afirma Brumer.

Os investimentos da companhia no setor para o período entre 2010 e 2015 são estimados em R$ 4,1 bilhões.


Mercado externo

Mesmo com o cenário internacional deteriorado, a Usiminas já tem fechados contratos para o último trimestre que ultrapassam em 70% do volume exportado no terceiro trimestre.

No entanto, Brumer destaca que esse nunca foi o foco da companhia. "A Usiminas não é uma empresa que tradicionalmente dedica sua produção ao mercado externo", afirma.


Link: http://www.brasileconomico.com.br/no...nas_93499.html


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Pelo menos essa inundação de aço importado da China (e fabricado com minério de ferro brasileiro), está servindo para a Usiminas se especializar em aços especiais...se é um consolo!
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Old November 5th, 2010, 04:49 AM   #146
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Sexta-feira, 05 de Novembro de 2010

Iveco planeja produção de ônibus pesados em MG

Nova etapa de investimentos e de projetos será iniciada em 2011.




A planta da Iveco, em Sete Lagoas, também vai produzir ônibus pesados


Após finalizar o ciclo de aportes de R$ 570 milhões iniciados em 2007, a Iveco Latin America investirá em projetos ainda mais arrojados na planta de Sete Lagoas, na região Central do Estado. A assessoria da empresa confirmou que a fábrica mineira já está preparada para iniciar a produção de ônibus pesados. No entanto, a data de entrada da montadora em mais um segmento de veículos e a capacidade de produção ainda não foram informadas.

A criação do Centro de Desenvolvimento de Produto (CDP) na unidade de Sete Lagoas, além da própria expansão da fábrica, que triplicou sua capacidade de produção, passando de 6 mil para 20 mil unidades de veículos pesados e semipesados por ano, demandou aportes de mais de R$ 80 milhões. A fabricação dos ônibus utilizará as plataformas de caminhões médios e pesados já existentes.

No último dia 23 de outubro, durante lançamento do mais novo modelo produzido pela Iveco, o caminhão Vertis, que marca a entrada da empresa no segmento de veículos comerciais médios, o presidente da empresa, Marco Mazzu, afirmou que uma nova etapa de investimentos e de projetos será iniciada em 2011.

"Não podemos ficar parados. O fim de um ciclo é o começo de outro e um plano ainda mais sofisticado está por vir", adiantou. Na ocasião, ele informou também que o volume de investimentos destinado para o período de 2011 a 2015 superará o montante de R$ 570 milhões gastos até 2010.

Além do caminhão médio Vertis, atualmente são produzidos em Sete Lagoas os modelos pesados Stralis, Trakker e Cursor, os semipesados Tector e EuroCargo, os 27 modelos da família de caminhões leves Daily e o comercial leve Fiat Ducato. A fábrica mineira também é responsável por finalizar a linha de micro-ônibus da Iveco.

ALISSON J. SILVA

A Iveco pretende manter forte ritmo de expansão alcançado durante este ano


Blindados - A produção de ônibus pesados não é a única novidade prevista para os próximos anos. A empresa, que venceu uma licitação promovida pelo Exército em 2007, fechou um contrato de R$ 6 bilhões a ser executado de 2012 a 2030 para o fornecimento de 2,04 mil veículos blindados durante todo o período.

Conforme o DIÁRIO DO COMÉRCIO publicou em setembro, a linha de montagem será construída no mesmo terreno onde funciona atualmente a montadora em Sete Lagoas. A produção na nova planta está prevista para ser iniciada em 2012 e, antes da fabricação em série, seriam produzidos 16 protótipos até o segundo semestre do próximo ano.

As unidades encomendadas pelo Exército Brasileiro são o modelo base da nova família de Veículos Blindados para o Transporte de Pessoal Médio sobre Rodas (VBTP-MR), que irão substituir os antigos modelos Urutu, em uso pelas Forças Armadas do país. O blindado terá condições para carregar 18 toneladas e será equipado com motor diesel de tração 6x6 e capacidade anfíbia. Cada veículo fará o transporte de 11 militares.

De acordo com Mazzu, para os próximos quatro anos, a empresa pretende manter o forte ritmo de expansão alcançado em 2010. No acumulado até setembro, a Iveco verificou alta de 70,6% nas vendas. Nos primeiros nove meses do ano foram emplacados 12,630 mil veículos da marca, contra 7,403 mil veículos no mesmo intervalo de 2009.


Link: www.diariodocomercio.com.br
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Old November 5th, 2010, 12:47 PM   #147
Julio Rocha
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Sempre achei a ideia da Iveco produzir chassi de ônibus no Brasil viável. Este termo ônibus pesado foi a primeira vez que vi. Conhecia ônibus urbano, rodoviário, midi e micro, tirando os dois últimos será que o termo vale para os dois primeiros?
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Old November 5th, 2010, 05:39 PM   #148
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Sempre achei a ideia da Iveco produzir chassi de ônibus no Brasil viável. Este termo ônibus pesado foi a primeira vez que vi. Conhecia ônibus urbano, rodoviário, midi e micro, tirando os dois últimos será que o termo vale para os dois primeiros?
É eu tambem primeira vez que ouço falar em ônibus pesado...deve ser ônibus rodoviário mesmo! Cada vez mais aparecendo neologismos!
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Old November 5th, 2010, 09:18 PM   #149
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Fosfertil.
Vale confirma R$ 586 milhões em Patrocínio


FOTO: PREFEITURA DE PATROCÍNIO/DIVULGAÇÃO

A cidade de Patrocínio vai receber pesados investimentos da Vale

Os primeiros investimentos da Vale Fosfertil no novo complexo industrial químico em Patrocínio, no Alto Paranaíba, de R$ 586 milhões em 2011, foram aprovados pelo conselho de administração da Vale, segundo anunciado ontem pelo prefeito Lucas Siqueira. Até 2013, deverão ser investidos R$ 2 bilhões no projeto que está sendo chamado de Salitre. Outros R$ 120 milhões já foram gastos com projetos e estudos de viabilidade.

As obras serão concentradas na Mata das Bananeiras e Tijuco, zona rural de Patrocínio. De acordo com o prefeito, previsão é de gerar até 5.000 empregos na fase de construção do complexo químico. O projeto contempla a abertura de uma mina de fosfato capaz de produzir concentrado fosfático e a implantação da planta de produção de fertilizantes com capacidade de extração de 560 mil toneladas por ano.

A chegada da Fosfértil vai mudar o perfil da economia de Patrocínio. "Estamos preparando a cidade para receber a Vale Fosfértil que virá para Patrocínio e com ela grandes investimentos e boas perspectivas de novas empresas e muito desenvolvimento e oportunidades. Nossa arrecadação vai dar um salto histórico no município. Estamos orgulhosos dessa confirmação de investimentos", disse o prefeito, que comemorou o "investimento histórico na cidade".

Segundo o prefeito, o município já está se preparando, oferecendo qualificação de mão de obra a população local. "A novidade para 2011 é a vinda do curso de engenharia civil, com vistas ao novo investimentos para o próximo ano", disse Siqueira. Além do município de Patrocínio, a Fosfertil já mantém outras unidades produtoras em cidades mineiras, como Uberaba e Patos de Minas,

Link:http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5
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General Electric amplia duas unidades de Contagem

Investimento na RMBH faz parte de pacote de US$ 500 milhões destinado à expansão da empresa no Brasil


Cássia Eponine - Repórter - 10/11/2010 - 21:12

A General Electric (GE) irá investir mais de US$ 500 milhões, nos próximos três anos, para expandir suas operações no Brasil e acelerar parcerias tecnológicas com empresas brasileiras de ponta. Duas das unidades da empresa em Minas Gerais, a GE Healthcare e a GE Transportation, ambas em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), entram no pacote de US$ 200 milhões, que também inclui a GE Aviation e os negócios de iluminação.

O Estado ficou de fora da escolha do novo Centro de Pesquisas Global da companhia no país, com investimentos iniciais da ordem de US$ 100 milhões, que será implantado na Ilha do Bom Jesus (Ilha do Fundão), no Rio de Janeiro. BH e Contagem estavam no páreo, juntamente com outras cidades.

Os investimentos em Minas compreendem a expansão da capacidade e novas linhas de produção para as duas fábricas. Segundo a assessoria de comunicação da GE, ainda não foi estipulado quanto cada unidade receberá. “A escolha do local do centro de pesquisas foi uma decisão da empresa, que tem seus próprios critérios. Por outro lado, ela está fazendo investimentos significativos para ampliar sua produção no Estado”, ponderou o diretor do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), Ronaldo Nascimento, que vem intermediando as negociações com GE.

Outros US$ 200 milhões serão investidos no aumento da capacidade de fábricas e desenvolvimento de novos produtos para os negócios de energia e óleo e gás da companhia. Serão mil novos postos de trabalho em todo o país.

O novo Centro Multidisciplinar de Pesquisa e Desenvolvimento da GE deve ficar pronto em 2012 e empregará 200 pesquisadores e engenheiros. O trabalho será focado em tecnologias altamente avançadas para as indústrias de óleo e gás, energias renováveis, mineração, transporte ferroviário e aviação. Será o quinto centro de pesquisas da companhia, que possui as outras unidades nos Estados Unidos, China, Índia e Alemanha. Junto ao novo espaço, será criado o Centro de Qualificação Global da GE, focado em treinamento e desenvolvimento do capital humano.

Segundo a companhia, a decisão de localizar o Centro de Pesquisas Global no Rio foi tomada baseada em um processo de avaliação do local, que envolveu considerações de clientes, universidades parceiras e autoridades governamentais. A Ilha do Bom Jesus foi selecionada pelo espaço disponível e esforços do prefeito Eduardo Paes. “O Centro de Pesquisas será uma oportunidade para aprofundar esses relacionamentos com o Brasil), que gerarão crescimento tanto para a GE, quanto para seus clientes e o próprio país”, afirmou o presidente e CEO da GE Internacional, Ferdinando Beccalli-Falco.

Acordos para pesquisa e desenvolvimento
A GE assinou ontem sete acordos com órgãos públicos e empresas para cooperação na área de pesquisa e desenvolvimento. Entre eles, estão Vale, MRS e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). “Do ponto de vista estratégico, a GE volta sua atenção a áreas de crescimento muito rápido, que podem ser resumidas na sigla Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), além de outros países ricos em commodities”, destacou Beccalli-Falco, em cerimônia realizada no Morro da Urca, na Zona Sul do Rio.

Com a Vale, a GE fechou um termo de cooperação técnica para a realização de parcerias em projetos relacionados ao desenvolvimento da infraestrutura do país. Grande parte da cooperação será focada em projetos de armazenamento, geração e distribuição de energia. Já o acordo com a MRS visa a aprofundar estudos sobre a malha ferroviária no Brasil, especialmente no Sudeste. No primeiro momento, as pesquisas científicas realizadas em conjunto serão focadas no desenvolvimento de sistemas de segurança e de modelos mais rápidos e eficientes no transporte de cargas e passageiros em grandes locomotivas. (Com agências)


http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/h...tagem-1.200123
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Muito bom...não esperava mesmo que este Centro de pesquisas viesse mesmo para MG....
Em conpensação ficamos com dois ótimos investimento industrais: a expansão da fábrica de locomotivas e a nova fábrica de equipamentos médicos...e me parece que a GE ja tinha uma outra fábrica de equipamentos elétricos em Contagem também!
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Mais da General Eletric GE em MG:







Link:http://clipping.ideiafixa.com.br/sit...7ba6ce92bf5add
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Usiminas desiste de construir nova usina de aço em MG


Empresa anuncia investimento de R$ 500 milhões em mineração
Publicado no Jornal OTEMPO em 13/11/2010Avalie esta notícia »

Wilson Brumer culpou a oferta excedente de aço pelo mundo
O conselho de administração da Usiminas decidiu ontem cancelar o projeto de construção de uma nova siderúrgica no município de Santana do Paraíso, no Vale do Aço mineiro. De acordo com comunicado divulgado no fim da noite, a decisão "levou em conta a sua baixa atratividade, dadas as condições atuais do mercado".

Ainda conforme a nota, os conselheiros optaram por aprofundar estudos para aumento de competitividade das operações industriais nas siderúrgicas do grupo, "objetivando posicionar melhor a empresa para capturar as oportunidades no mercado brasileiro de aço, através de dois pontos: otimização das unidades de Ipatinga e Cubatão (em São Paulo), buscando reduzir custos, melhorar qualidade e equilibrar a capacidade de produção de aço como a de laminação, atualmente em expansão; e melhoria da eficiência energética com revisão do balanço energético, incluindo um maior aproveitamento de gases gerados no processo produtivo", disse a nota.

No dia 28 de outubro, o presidente da Usiminas, Wilson Brumer, havia dito que existia um excedente em torno de 600 mil toneladas de aço no mundo, o que prejudicava investimentos em novos usinas produtivas. "O atual cenário mostra que temos que nos focar em aumento de produtividade e competitividade e redução de custos", afirmou o executivo na ocasião.

A unidade de Santana do Paraíso teria capacidade produtiva de 5 milhões de toneladas de placas de aço or ano e custo estimado de US$ 6,1 bilhões. A construção da usina foi anunciada em 2008, mas suspensa em meados de 2009, devido à crise financeira internacional, que levou a uma queda brusca na demanda por aço no mundo. Atrelado ao investimento na nova siderúrgica, havia um plano de construção de um aeroporto na região. Esse projeto também foi suspenso.

Mineração. Em outro comunicado ao mercado na noite de ontem, a empresa informou que aprovou o investimento de R$ 550 milhões para sua controlada Mineração Usiminas. O montante refere-se à primeira etapa do Plano de Expansão da Capacidade Produtiva, "o que permitirá a empresa alcançar, no segundo semestre de 2012, a capacidade produzir 12 milhões de toneladas anuais de minério, superando os atuais 7 milhões.

A ação preferencial da Usiminas teve queda de 1,69%, a R$ 22,17, na Bovespa, ontem.


Link:http://www.otempo.com.br/otempo/noti...,OTE&IdCanal=5



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Brasil 0 x China(minério de ferro do Brasil) 10
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Investimento de mais de US$ 1 bi da Cenibra sai em março

Empresa submeterá à aprovação dos acionistas japoneses aporte de US$ 1 bi na ampliação da fábrica mineira

José Antônio Bicalho - Coordenador de Economia - 12/11/2010 - 20:44

O investimento de mais de US$ 1 bilhão que a Cenibra planeja realizar na ampliação da fábrica de Belo Oriente, no Vale do Rio Doce, será decidido pelos sócios controladores da empresa no próximo mês de março. A direção da companhia já concluiu os estudos de engenharia e de viabilidade econômica do projeto, que serão apresentados no Japão aos representantes dos acionistas.

A Cenibra é controlada por um grupo de 16 empresas japonesas reunidas na JBP Co. (Japan Brazil Paper and Pulp Resources Developmente Co. Ltd.). Mas a aprovação do investimento dependerá basicamente da análise dos representantes da Oji Paper, que além de ser a maior acionista, com 39,5%, é a única empresa do grupo que atua diretamente no setor de papel e celulose.

Outros integrantes da JBP são a trading Itochu Corporation (25,9%) e o banco de desenvolvimento Japan Bank For International Cooperation (16,2%). Os demais acionistas possuem menos de 10% de participação na JBP. A direção da Cenibra defende o investimento em função do bom momento de preço e demanda por celulose no mundo, e também pela importância estratégica do aumento de escala.

A empresa ocupa hoje a quarta posição no ranking das maiores fabricantes de celulose do país, setor que atravessa momento de forte consolidação. A Fibria, maior produtora brasileira de celulose, é exemplo desse movimento e fruto da fusão entre a Votorantim Papel e Celulose (VCP) e a Aracruz. As segunda e terceiras colocadas são as brasileiras Suzano e Klabim.

Com o investimento, a Cenibra aumentaria sua produção dos atuais 1,2 milhão de toneladas/ano para 2 milhões de toneladas, entre 2015 e 2016, com a instalação de uma terceira linha de produção. Além dos investimentos na planta industrial, a Cenibra planeja plantar ou incorporar mais 100 mil hectares de florestas de eucalipto, que se somariam aos atuais 150 mil hectares plantados. Hoje, a Cenibra opera a plena capacidade, com a planta rodando 24 horas por dia. Os estudos para implantação da terceira planta foram iniciados há mais de dois anos, mas acabaram suspensos por conta da crise econômica.

O investimento deverá ultrapassar os US$ 1 bilhão inicialmente previstos em função da necessidade de novos plantios. A data da entrada em operação da terceira linha também poderá ser antecipada, caso a empresa compre florestas prontas para o corte de terceiros. Além da força financeira do grupo controlador, formado por algumas das maiores empresas japonesas, a Cenibra também poderá financiar os investimentos com empréstimos, já que hoje possui uma posição confortável de caixa, com endividamento de pouco mais de uma vez a geração de caixa (Ebtida).

Brasil investirá US$ 20 bilhões

O investimento da Cenibra acontecerá num momento estratégico, já que a maior parte de seus concorrentes diretos no Brasil também estão ampliando a capacidade de produção. Além dos investimentos em ampliação da capacidade industrial e plantio de florestas, entre 2012 e 2014 está prevista a entrada em operação de quatro novas fábricas de celulose no Brasil.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), as indústrias do setor deverão investir algo próximo a US$ 20 bilhões nos próximos dez anos, visando aumentar a produção de celulose em 57% até 2020. Esta passaria dos atuais 14 milhões de toneladas para 22 milhões de toneladas. Já a produção de papel seria elevada em 34%, de 9,5 milhões de toneladas para 12,7 milhões de toneladas.

Os investimentos coincidem com perspectivas otimistas do mercado internacional, pressionado pela demanda crescente da China. Com os novos investimentos, o Brasil poderá se posicionar como o terceiro produtor mundial de celulose. Atualmente, com 13,6 milhões de toneladas produzidas no ano passado, o país ocupa a quarta posição no ranking dos maiores países produtores.

Mas ainda está muito atrás do terceiro colocado, o Canadá, que produz 17,1 milhões de toneladas. O maior produtor mundial continua sendo os Estados Unidos, com 48,3 milhões de toneladas, seguido pela China, que produziu 20,8 milhões de toneladas em 2010.


http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/h...marco-1.201180
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Old November 17th, 2010, 04:58 AM   #155
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Usiminas investe em Ipatinga

Siderúrgica anuncia um aporte de R$ 3 bilhões para ampliar a capacidade instalada.

LUCIANE LISBOA. DIVULGAÇÃO/USIMINAS

Excedente de 600 milhões de toneladas no mercado mundial barrou projeto da nova usina no Vale do Aço


Depois de confirmar o cancelamento do projeto de construção de uma nova usina em Santana do Paraíso, no Vale do Aço - que previa aportes de US$ 6,1 bilhões -, na última sexta-feira, o presidente da Usiminas, Wilson Nélio Brumer, anunciou ontem novos investimentos no complexo siderúrgico de Ipatinga, no Vale do Aço. De acordo com o executivo, serão investidos cerca de R$ 3 bilhões nos próximos anos para a ampliação da capacidade produtiva da usina de Intendente Câmara. "Vamos otimizar todas as nossas plantas, melhorando e ampliando a produção", afirmou Brumer.

A empresa planeja aumentar sua competitividade nos mercados interno e externo. Dentre os investimentos que serão realizados está a construção de mais um alto-forno - o quarto da usina -, o que possibilitará a ampliação da produção de placas de aço das atuais 4,8 milhões de toneladas anuais para cerca de 6 milhões de toneladas por ano. "As obras devem começar em breve e devem durar cerca de dois anos. A previsão é que no final de 2012 os trabalhos estejam concluídos", ressaltou.

Conforme Brumer, os investimentos principais serão voltados para uma maior eficiência em energia, já que a empresa quer aumentar sua competitividade e garantir mais autonomia no processo produtivo.

"Energia é um dos pontos principais. Tendo em vista que agora temos gás natural. Portanto, estamos trocando os equipamentos para otimizar o processo de produção, incluindo um maior aproveitamento de gases gerados no processo produtivo", ressaltou.

No complexo siderúrgico de Ipatinga também será instalado um sexto converterdor (uma máquina de escafagem, que faz reparos especiais nas placas). Além disso, nos próximos meses devem entrar em funcionamento os projetos de melhorias que já estavam em andamento: a nova plataforma utilizada para retirar os gases dos processos industriais, orçada em R$ 168 milhões; a reforma da coqueria 2, com aportes de R$ 823 milhões; a construção do CLC (equipamento de chapas grossas voltadas para o segmento de petróleo e gás), estimada em R$ 530 milhões; e mais R$ 914 milhões para a nova linha de galvanização.


Aeroporto - O presidente da Usiminas também disse que, como não será mais construída a usina em Santana do Paraíso, na área ocupada hoje pelo atual aeroporto, o investimento na construção de um novo terminal será cancelado. "Não faz mais sentido", afirmou. Por outro lado, Brumer ressaltou que a empresa pretende realizar algumas melhorias no aeroporto, como intervenções nas pistas e nos terminais de embarque.

A decisão de engavetar de vez o projeto da nova usina em Santana do Paraíso foi tomada na última sexta-feira à noite pelo Conselho de Administração da Usiminas. Eles alegaram que o motivo é excesso de aço no mercado internacional, com ociosidade em torno de 600 milhões de toneladas.

Segundo a empresa, o conselho "optou por aprofundar estudos para aumento de competitividade das operações industriais em siderurgia, objetivando posicionar melhor a empresa para capturar as oportunidades no mercado brasileiro de aço".

DIVULGAÇÃO

A Usiminas quer elevar a produção em Ipatinga de 4,8 milhões de toneladas para 6 milhões de toneladas de placas de aço por ano





Link: www.diariodocomercio.com.br
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Old November 19th, 2010, 02:23 PM   #156
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Chapas grossas na linha da Usiminas

Empresa concluiu aporte de R$ 533 milhões em Ipatinga para atender demanda da exploração do pré-sal.

LEONARDO FRANCIA. DIVULGAÇÃO

Usiminas preparada para a produção de chapas grossas voltadas para a exploração de petróleo na camada do pré-sal


A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A (Usiminas) concluiu o investimento de R$ 539 milhões na instalação de tecnologia de resfriamento acelerado de chapas grossas - Continuous On Line Control (CLC) - na linha de produção da Usina Intendente Câmara em Ipatinga, no Vale do Aço. O equipamento possibilitará à siderúrgica explorar a demanda de exploração do pré-sal.

"O investimento faz parte da estratégia da Usiminas de ampliar a atuação em mercados que exijam aço com alto valor agregado, como os segmentos de óleo e gás e naval. A Usiminas é a única companhia brasileira a oferecer aço com a tecnologia de resfriamento acelerado", afirmou o vice-presidente de Negócios da siderúrgica, Sérgio Leite.

O equipamento possibilitará à Usiminas fornecer uma nova família de aços com alto valor agregado, chamada Sincron, com características e desempenho diferenciados para atender à demanda do pré-sal. "Por ser mais fácil de soldar que as chapas grossas convencionais, o aço Sincron proporciona ao cliente ganhos de produtividade nos processos de solda de chapas. Será preciso menos tempo e o consumo de energia será mais eficiente", explicou Leite.

Desenvolvido pela Nippon Steel, o CLC tem capacidade de produção de 500 mil toneladas anuais de chapas grossas de alta resistência mecânica sem perda de soldabilidade. O novo equipamento foi testado por dois meses e, no dia 8 de novembro, teve início a fase de homologação e certificação dos produtos junto aos clientes e entidades reguladoras nacionais e internacionais.

O vice-presidente também esclareceu que a Usiminas já fabricava chapas grossas com aplicações nos mercados a que a linha Sincron se destina pelo processo convencional. A diferença do novo produto será a característica de desempenho e aplicação diferenciada, que foi incorporada nas chapas devido ao processo de resfriamento acelerado.

"O mercado potencial que pode ser conquistado pela nova linha de produtos chega a cerca de um terço do segmento de chapas grossas no país", destacou Leite. A previsão da Usiminas é que no segundo trimestre de 2011 seja iniciada a venda dos produtos específicos para gasodutos/oleodutos e mercado naval. Novas especificações de aço continuarão a ser desenvolvidas na linha até 2012, quando a capacidade de produção deve atingir 19 tipos diferentes.
DIVULGAÇÃO

Usina irá produzir nova família de aços de alto valor agregado, o Sincron


Além disso, a linha Sincron também poderá atender a outros mercados, como construção civil e máquinas e equipamentos. "Por ser um aço de alta resistência e excelente tenacidade, esses segmentos poderão aproveitar essas características montando estruturas mais leves e com performance de execução do projeto inicial garantida", explicou Leite.

A instalação da tecnologia de resfriamento acelerado de chapas grossas faz parte do plano de investimentos da Usiminas com foco em agregação de valor e redução de custos. Em setembro, a empresa já inaugurou a coqueria 3 da usina de Ipatinga, projeto de R$ 707 milhões que tornou a unidade autossuficiente em coque e possibilitou a diminuição dos custos de produção.

Outro investimento na unidade de Ipatinga é na nova linha de galvanização a quente, com foco nos mercados automotivo e de linha branca. A capacidade do grupo será ampliada em 550 mil toneladas/ano, com aporte estimado em R$ 914 milhões.

Na usina de Cubatão (SP), o principal projeto é a nova linha de tiras a quente, com capacidade de produção de 2,3 milhões de toneladas/ano e que demandará investimentos de R$ 2,5 bilhões. O equipamento vai possibilitar a expansão da participação no segmento industrial, como nos setores de autopeças e de bens de capital.


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Old November 20th, 2010, 01:23 AM   #157
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Sobre a fábrica da "linha branca" da Panasonic siu essa pequena nota no Diário do Comércio de hoje:

O governo mineiro continua na disputa com São Paulo pela planta voltada para produção de eletrodomésticos da linha branca que o grupo japonês Panasonic construirá no Brasil, segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), Adriano Magalhães Chaves.
Link:www.diariodocomercio.com.br
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Old November 22nd, 2010, 10:18 PM   #158
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Agricultura mineira (básicamente o café sul-mineiro) "bombando" nas exportações

Agronegócio de Minas Gerais bate recordes com exportação



Agência Minas
Publicação: 22/11/2010 15:06 Atualização: 22/11/2010 15:19


O ano de 2010 será marcado por recordes nas exportações do agronegócio de Minas Gerais. De janeiro a outubro deste ano, as vendas do Estado para o mercado internacional somaram US$ 6,1 bilhões. O valor já é superior às exportações do agronegócio mineiro de todo o ano (12 meses) de 2008 e de 2009, até então os recordes estaduais, com US$ 5,9 bilhões e US$ 5,6 bilhões, respectivamente.

Outro número histórico deste ano foi atingido com as vendas externas de outubro, maior faturamento mensal já registrado pelo agronegócio de Minas Gerais. Os dados foram divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O café é responsável pela maior parte do faturamento do agronegócio


“Os recordes deste ano são resultado da valorização de preços dos produtos agrícolas no mercado internacional e do aumento da participação dos produtos de Minas Gerais em outros países. Além do crescimento no faturamento, também aumentamos a quantidade vendida para o exterior. O nosso desempenho superou a média nacional”, explica o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana.

O valor das exportações do agronegócio mineiro nos 10 primeiros meses do ano cresceu 33% em relação ao mesmo período do ano passado, quando os embarques movimentaram US$ 4,6 bilhões. Na quantidade exportada, o crescimento mineiro foi de 14%, ao atingir 5,9 milhões de toneladas de produtos agropecuários enviados ao exterior. Já a média do agronegócio nacional apresentou um crescimento de 16,5% no valor exportado (US$ 64 bilhões) e de 6,5% da quantidade vendida (99,3 milhões de toneladas).

O café é responsável pela maior parte do faturamento do agronegócio estadual. As vendas nos 10 primeiros meses deste ano somaram US$ 3,1 bilhões. Um aumento de 34,8% na comparação com o mesmo período de 2009. As exportações de açúcar também se destacaram com um crescimento de 100,1% no faturamento, que atingiu US$ 853 milhões. Com este valor, a açúcar passou a ser segundo produto na pauta de exportações do agronegócio mineiro.

Tanto no caso do café quanto do açúcar, o aumento do preço do produto no mercado internacional garantiu a alta do faturamento. Neste ano, houve maior procura por cafés de qualidade produzidos em Minas Gerais. Com o açúcar, ainda foi registrado um expressivo aumento de 47% da quantidade vendida para o exterior”, comenta Gilman Viana.

O grupo das carnes - bovina, suína e aves - apresentou um faturamento de 16,2% maior com as exportações deste ano, na comparação com os primeiros 10 meses do ano passado. O valor comercializado foi de US$ 631,8 milhões. Neste caso, o crescimento dos valores das vendas da carne bovina (20,6%) e de aves (28,2%) compensaram a queda do faturamento das exportações da carne suína (-27,7%).

As vendas de madeiras e derivados também tiveram bom desempenho neste ano. De janeiro a outubro elas movimentaram US$ 600,2 milhões. Um crescimento de 79,2% na comparação com os 10 primeiros meses de 2009. Além da carne suína, os produtos que tiveram desempenho negativo de faturamento no acumulado de 2010 foram: álcool (-34,1%), farelo de soja (-50,8%), soja em grão (-20,2%), couro (-26,7%) e algodão (-13,9%).

Faturamento do agronegócio em Minas Gerais cresce 8,8%

Outubro

O valor das exportações do agronegócio mineiro em outubro foi o maior valor mensal da história já registrado pelo Estado. Os negócios somaram US$ 808 milhões. O valor superou o faturamento de agosto de 2010, que até então era o recorde estadual, com US$ 709,5 milhões.

Exportações do agronegócio de Minas Gerais

- 2010 (10 meses): US$ 6,1 bilhões

- 2009 (10 meses): US$ 4,6 bilhões

- 2008 e 2009 (12 meses - antigos recordes anuais): US$ 5,9 bilhões e US$ 5,6 bilhões

- Outubro de 2010 (recorde mensal): US$ 808 milhões
- Principais produtos exportados: café, açúcar, carnes, madeira e derivados



LinK:http://www.em.com.br/app/noticia/eco...portacao.shtml


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US$ 6 bi é muita coisa!!!!!

Espero que a maior parte desse valor fique nas mãos do produtor e não nos cofres federais e estaduais (impostos, taxas, contribuições e o diabo à quatro)
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Gasoduto de Uberaba já integra Atlas da Petrobras

O gasoduto é outro projeto para Uberaba que deve sair do papel. Atlas de Integração do Setor de Gás Natural ao Sistema Elétrico Brasileiro da Petrobras oficializa o gasoduto interligando o City-gate (entroncamento) do Gasbol (Brasil/Bolívia), em São Carlos-SP a Uberaba-MG.
A publicação editada em julho deste ano trata o empreendimento por Gasube. O gasoduto viabiliza investimentos em Uberaba superiores a R$ 4 bilhões com a implantação de uma fábrica de amônia e ureia e de termoelétricas.
No Atlas, a Petrobras destaca que pelos 256 km de tubulação de 20 polegadas serão transportados até 7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia “e terá por objetivo garantir o atendimento da futura planta de amônia - UFN-V, que deverá ser instalada no município de Uberaba, além dos potenciais mercados térmico e não térmico da região do Triângulo Mineiro”.
A diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria da Graça Fortes, diz que a relação entre a planta de fertilizante nitrogenado e potenciais empreendimentos termoelétricos na região torna o gasoduto peça fundamental para identificação de novas oportunidades.
Graça Fortes também manifestou o desejo de participar em Uberaba da solenidade de assinatura do protocolo entre o governo mineiro e a Petrobras selando a cooperação entre a Cemig e Petrobras com vistas à implantação do Gasube. O anúncio era que na segunda quinzena deste mês o protocolo seria assinado, entretanto, ainda não foi confirmada a data da vinda do governo Antonio Anastasia (PSDB) para o evento.

http://www.jornaldeuberaba.com.br/?M...a&CODIGO=40115
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UBERABA| Prefeito participa do lançamento do alcoolduto junto a Lula

Será realizado hoje, em Ribeirão Preto, o lançamento do início das obras do Alcoolduto São Sebastião, Paulínia, Ribeirão Preto, Uberaba. O evento irá contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, para acompanhar o lançamento, o prefeito Anderson Adauto estará na cidade paulista.
O alcoolduto foi desenhado para escoar a produção de etanol de Senador Canedo (GO) até Paulínia (SP). No meio do caminho, grandes grupos sucroalcooleiros também anunciaram projetos paralelos para transportar etanol por dutos. A obra terá investimentos superiores a US$ 2 bilhões.
Em meados do mês de outubro, o Ibama emitiu a licença para a construção do duto atestando que o projeto é ambientalmente correto. A estimativa é que o trecho Paulínia-Ribeirão deverá ser concluído em até um ano. Porém, a empresa ainda não tem perspectiva sobre o início das obras até Uberaba. Segundo o secretário de Desenvolvimento Social, João Franco, este é somente o início de uma longa obra, em que Uberaba será um dos pontos de coleta, em um tamanho de 3 milhões de metros cúbicos, sendo 3 bilhões de litros de etanol.
“Com certeza é uma obra de grande importância para Uberaba, ou melhor, representa um avanço na evolução logística do país inteiro, de distribuição de etanol, que irá movimentar a economia, diminui os custos de transporte e aumenta a geração de emprego, uma solução de custo interessante em um processo como um todo. Será um fomento no mercado externo e também para São Paulo, até mesmo como combustível, que hoje é muito usado em todo o país”, comenta.
O sistema transportará etanol das regiões produtoras no Centro-Oeste do País e noroeste de São Paulo até os grandes centros consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, reduzindo os custos de cabotagem e de exportação do produto.
O presidente Lula, além de participar do lançamento do alcoolduto, também vai participar de um encontro, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, no qual apresentará as ações governamentais feitas no setor sucroalcooleiro no período de 2003-2010.


Geórgia Santos


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