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Old August 3rd, 2010, 01:49 PM   #1
aluz
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RJ | Sistema de ônibus do Rio de Janeiro

Prefeitura do Rio vai licitar trajetos de ônibus; bilhete único municipal será implantado até agosto.

Publicada em 26/04/2010

RIO - A prefeitura vai deflagrar esta semana um pacote de mudanças profundas no sistema de transporte público da cidade. A Secretaria municipal de Transportes confirmou para a próxima sexta-feira o lançamento, em Diário Oficial, do edital de licitação de todos os trajetos de ônibus do município. Já o gabinete do prefeito informou que Eduardo Paes apresentará, até quinta-feira, o programa de implantação do bilhete único nos ônibus municipais, em julho ou agosto.

O edital de licitação dividirá a cidade em áreas. Cada uma delas constituirá um lote ou subsistema. Atualmente existem 836 linhas e sublinhas de ônibus municipais, operadas por 47 empresas. Segundo a Secretaria de Transportes, a licitação terá início em maio e deve ser concluída no fim de agosto.

Futuros concessionários terão de ajustar frota
Segundo a secretaria, o edital exigirá que os vencedores da licitação - empresas ou consórcios - promovam a racionalização do sistema de ônibus, com adoção de melhorias na rede e o ajuste da frota à demanda real de passageiros de cada região. Os futuros operadores também deverão promover as medidas necessárias à implantação da integração tarifária no município.

O órgão informou ainda que a licitação mudará a relação do poder concedente (município) com os operadores, que deixam de ser permissionários para se tornarem concessionários, com direitos e obrigações definidas em contrato.

Como último ato de seu primeiro ano de governo, no último dia útil de 2009, Paes chegou a iniciar o processo de licitação das primeiras linhas de ônibus da cidade, que acabou não indo adiante. Ele lançou o edital de concorrência para a escolha da empresa que teria a concessão de 16 linhas que interligam bairros da Zona Oeste e a região com o Centro e a Zona Norte. Os trajetos eram operados pela Viação Oriental, que não corrigiu problemas apontados no serviço por ela prestado e, desde setembro, estão sob a responsabilidade temporária de um pool de empresas. A Secretaria de Transportes informou que o Tribunal de Contas do Município pediu que fossem feitos ajustes no edital, que foi relançado e, agora, perde o sentido.

Metrô: aberto a discutir proposta municipal
Na noite desta segunda-feira, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, chamou o presidente do Rio Ônibus - sindicato que representa as empresas de ônibus da capital -, Lélis Teixeira, para uma reunião em seu gabinete. O objetivo do encontro foi informar os empresários de ônibus sobre as decisões da prefeitura. O Rio Ônibus, no entanto, não se pronunciou sobre as mudanças que ocorrerão no sistema de transportes.

Conforme antecipou Elio Gaspari domingo, em sua coluna no GLOBO, o bilhete único municipal custará R$ 2,40. Será possível usar o talão apenas em ônibus sem ar-condicionado e por até duas horas. O passageiro poderá fazer uma transferência durante o período de validade do bilhete.

Por enquanto, o bilhete único municipal ficará restrito aos ônibus. A assessoria do Metrô disse que a empresa ainda não foi procurada pela prefeitura, embora esteja aberta para estudar uma proposta visando a se integrar ao bilhete único municipal. A SuperVia também não foi contactada ainda pela prefeitura.

No estado, o bilhete único (R$ 4,40) foi lançado em 1º de fevereiro. Segundo a Secretaria estadual de Transportes, já passa de um milhão o número de pessoas cadastradas para adquirir o cartão. Com ele, o passageiro pode usar até dois meios de transporte, sendo obrigatoriamente um deles intermunicipal, durante duas horas. O bilhete é aceito em 516 linhas intermunicipais dos 20 municípios da Região Metropolitana (cerca de 16 mil ônibus) e 281 vans intermunicipais legalizadas, além de trens, barcas, metrô e ônibus municipais.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-916431098.asp

Last edited by aluz; August 3rd, 2010 at 01:54 PM.
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Old August 3rd, 2010, 01:51 PM   #2
aluz
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Licitação de ônibus do Rio vai fixar intervalos de tempo e distâncias entre os pontos

Publicada em 29/04/2010

RIO - O secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, explicou nesta quinta-feira, durante a apresentação do pacote de mudanças no sistema de transporte público da cidade, que os futuros ônibus terão de ter suspensão a ar, motor traseiro, câmbio automático, direção hidráulica e escadas rebaixadas. Também serão fixados patamares de ocupação máxima, de intervalos e de distâncias a serem percorridas até os pontos. Os ônibus que circularem em grandes vias troncais, como a Avenida Brasil, serão articulados e biarticulados, iguais aos de Curitiba, que têm capacidade para transportar até 220 passageiros. Os vencedores da licitação terão seis meses - a partir de outubro, ou seja, até abril de 2011 - para operar com a estrutura atual. Findo o prazo, deverão começar a apresentar, na prática, as propostas que apresentaram. A modernização de toda frota será gradual e deverá ser feita até 2016, preparando a cidade para as Olimpíadas.

A tarifa básica nos ônibus da cidade será substituída pelo bilhete único, que deverá começar a ser implantado possivelmente em outubro. Os secretários Alexandre Sansão (Transportes) e Luiz Antônio Guaraná (Casa Civil) informaram que a passagem mais barata passará de R$ 2,35 para R$ 2,40, para o passageiro que usar um ou mais ônibus num determinado período de tempo. O bilhete único será implantado no fim do processo de licitação de todos os 836 trajetos. O edital será lançado em 24 de maio. A concessão será por 20 anos e caberá às empresas ou aos consórcios apresentar uma proposta técnica visando a reduzir a frota nas Zonas Sul e Norte e aumentar na Zona Oeste.

- Na licitação, a proposta de racionalização apresentada pelos consórcios ou empresas terá peso semelhante ao da outorga a ser paga à prefeitura - disse Sansão.

Empresários definirão itinerários e número de ônibus em cada linha
A secretaria não apresentou um projeto de racionalização dos ônibus, tarefa que transferiu para os empresários. Caso considere necessário, porém, poderá, a qualquer momento, alterar itinerários e o número de ônibus de cada uma das linhas. Existem cerca de 8.500 ônibus no Rio. Segundo a Secretaria de Transportes, 2.500 passam pela Zona Sul, frota que pode ser reduzida à metade. O Rio-Ônibus, sindicato que representa os empresários do setor, não se pronunciou.

O edital de licitação dividirá a cidade em cinco regiões. Para a região 1 (Centro e área portuária), considerada destino, não poderão ser apresentadas propostas. Os percursos dessa área entrarão no bloco da região 2 (Zona Sul, Tijuca e adjacências). Na região 3, estão incluídos 83 bairros da Zona Norte e na região 4, Barra, Jacarepaguá e adjacências. Para ônibus que integram regiões, prevalece aquela com maior número de embarques. As empresas poderão concorrer em duas ou mais regiões, mas só poderão assumir uma delas. Sansão não informou o valor da outorga mínima que deverá ser paga à prefeitura.

O Diário Oficial publicou nesta quinta-feira justificativa do prefeito Eduardo Paes de lançamento do edital de licitação das linhas de ônibus da cidade e da implantação do bilhete único no município. "No Rio de Janeiro, o modelo vigente há décadas, de permissões para as empresas operarem linhas de ônibus, tem prejudicado a organização e a racionalização do sistema e estimulado a concorrência predatória entre os diversos modos de transporte que operam na cidade, em detrimento da integração." argumentou Paes.

Bilhete único só poderá ser usado em ônibus sem ar-condicionado
De acordo com o cronograma da Secretaria de Transportes, na segunda-feira será publicada a convocação de uma audiência pública para o dia 13 de maio. Depois da publicação do edital, em 24 de maio, a previsão é de concluir o processo licitatório entre 45 e 60 dias. Em vez de permissionários, os donos de ônibus passarão a ser concessionários e firmarão contrato com a prefeitura.

- O sistema vai funcionar melhor - assegurou Sansão. - O modelo vigente faz com que o poder público tenha poucos instrumentos de regulação do sistema e, de fato, a frágil regulação prejudica a exigência por uma melhor qualidade do serviço. Este ambiente atual faz com que os recursos, que poderiam ser investidos em qualidade de serviço, sejam desperdiçados nos congestionamentos, provocados muitas vezes pelo excesso de ônibus, linhas superpostas e falta de corredores exclusivos.

O número de viagens que o usuário poderá fazer com o bilhete único e tempo de duração do cartão ainda serão decididos. A garantia é que o passageiro poderá usar pelo menos dois ônibus durante duas horas. Guaraná alegou que mesmo aqueles que usarem um ônibus só, pagando uma tarifa maior do que a atual, terão vantagens:

- O sistema vai funcionar melhor. Vão ganhar em tempo, conforto e otimização do serviço.

Implantado sem subsídio, o bilhete único só poderá ser usado em ônibus sem ar-condicionado. Os reajustes, a partir da criação do bilhete, serão anuais. No futuro, as vans que estão sendo licitadas poderão se integrar ao sistema. A integração com o metrô, os trens da SuperVia e as barcas também ficará para uma próxima etapa.

Com a entrada em vigor do bilhete único, a tarifa básica terá o segundo aumento do ano. O último reajuste na tarifa básica no Rio, de 6,13%, foi dado no início de fevereiro, quando passou de R$ 2,20 para R$ 2,35. Antes, o último aumento fora em dezembro de 2008, quando a passagem custava R$ 2,10.

Em São Paulo, que virou referência para o bilhete único, o passageiro paga R$ 2,70 e, durante três horas, pode pegar até quatro conduções. Mas o benefício, criado em 2004, tem seu preço. O subsídio pago pela prefeitura aumentou 134% entre 2004 e 2008, chegando a R$ 636 milhões por ano, o equivalente a 5,5% do orçamento da prefeitura do Rio para 2009.

No estado, o bilhete único entrou em vigor em fevereiro, integrando 20 mil ônibus da Região Metropolitana com barcas, trens, metrô e vans intermunicipais legalizadas. A principal vantagem do bilhete único intermunicipal foi baixar para R$ 4,40 o preço de todas as viagens que usem até dois tipos de transportes num intervalo de duas horas.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/transito...-916466530.asp
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Old August 3rd, 2010, 01:53 PM   #3
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Bilhete único torna ônibus o transporte mais barato do Rio; empresários querem indenização por licitação

Publicada em 30/04/2010

RIO - O Rio Ônibus, sindicato que representa as empresas de coletivos da capital, rompeu nesta sexta-feira o silêncio desta semana, desde que a prefeitura começou a dar detalhes da licitação de todos os trajetos e da implantação do bilhete único no município. Em nota, afirmou que respeita a decisão da prefeitura, mas vai velar pelos seus direitos, "particularmente o de indenização dos investimentos realizados que permanecem não amortizados ou depreciados". O sindicato acrescenta que as empresas vão aguardar a publicação do edital, prevista para 24 de maio, para emitir juízo de valor sobre ele, bem como divulgar a posição que vão adotar.

Na nota, os empresários dizem que "sempre entenderam que novas linhas de ônibus deveriam ser licitadas". Afirmam que a prorrogação das permissões, em 1998, se deveu a investimentos realizados. Ressaltam que, na licitação lançada em 2008, "o direito de indenização das empresas não estava assegurado, embora continuassem a operar os serviços e a realizar investimentos, tais como renovação da frota, bilhetagem eletrônica etc". E deixam claro que, na época, "houve recurso à Justiça estadual, que concedeu liminar suspendendo aquela licitação."

Não há bilhete único tão barato e econômico como o do Rio
A implantação do bilhete único no município, possivelmente em outubro, após o fim da licitação, tornará o ônibus o meio de transporte mais barato da cidade. Mesmo embarcando em dois coletivos, o passageiro pagará R$ 2,40, em vez dos atuais R$ 4,70. Para viajar de metrô, sem integração, os usuários precisam desembolsar R$ 2,80. A tarifa básica dos trens custa R$ 2,50. Já as vans, dependendo do trajeto, chegam a cobrar R$ 7.

- Não há bilhete único tão barato e econômico como o do Rio - disse nesta sexta-feira o prefeito Eduardo Paes.

(Leia mais: Bilhete único terá validade de duas horas entre a 1ª e a 2ª catracas, não da origem ao destino)
Baldeações: aumento de 20% para 35%
Como consequência da entrada em operação do bilhete único, a Secretaria municipal de Transportes estima um aumento de 20% para 35% da quantidade de passageiros que fazem baldeações. O órgão pondera que parte desses novos usuários de dois ônibus serão pessoas que, hoje, caminham um ou dois quilômetros para pagar uma só passagem.

(Vote: Qual a melhor novidade no sistema de transporte?)
Os 52 milhões dos 65 milhões de passageiros/mês (80%), que hoje usam um único ônibus e gastarão R$ 0,05 a mais por passagem, representarão acréscimo na receita das empresas de R$ 31,2 milhões ao ano. O valor cairá para R$ 21,1 milhões/ano, se a quantidade de passageiros que pegam um ônibus diminuir de 80% para 65% (42,3 milhões de usuários/mês).

Outra questão a considerar é o número de usuários de outros meios de transporte, que poderão migrar para o ônibus.

- Os cálculos foram feitos a partir de estimativas. É preciso esperar alguns meses, após a implantação do sistema, para ver se os R$ 0,05 compensarão as empresas. Poderá haver surpresas e serem necessários ajustes - diz o professor José de Oliveira Guerra, do Departamento de Transportes da Uerj.

Segundo José Eugenio Leal, especialista em transporte e professor da PUC, a falha é não incluir de imediato metrô e trens no bilhete municipal:

- Com apoio do estado, que já subsidia o bilhete único intermunicipal, os trens e o metrô poderiam passar a custar R$ 2,40 para aqueles que usassem o bilhete único.

Para o professor Paulo Cesar Ribeiro, do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, o maior ganho do pacote do município será o do reordenamento da frota. Ele lembra que, quando coordenou o projeto Rio Bus, apresentado em 2001, verificou que a quantidade de linhas interligando a Zona Sul ao Centro poderia ser reduzida a um quinto.

Números da Secretaria de Transportes dão conta de que os ônibus que circulam nas zonas Sul (cerca de 2.500) e Norte (3.000), somados, representam o dobro dos coletivos da Zona Oeste (1.500) e de Barra e Jacarepaguá (1.500).

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/transito...-916477037.asp
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Old August 3rd, 2010, 01:57 PM   #4
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Edital de licitação das linhas de ônibus será publicado na terça-feira

Publicada em 11/06/2010

RIO - O edital de licitação das linhas de ônibus, que inclui a implantação do bilhete único, será publicado na próxima terça-feira no Diário Oficial do Município. A informação é do prefeito Eduardo Paes, que disse nesta sexta acreditar na conclusão do processo até o mês de agosto, quando o novo sistema de cobrança já deve entrar em funcionamento. A proposta da prefeitura é transformar o ônibus no meio de transporte mais barato da cidade: mesmo que embarque em dois coletivos, o passageiro pagará R$ 2,40, em vez dos R$ 4,70 desembolsados hoje.

O metrô, sem integração, custa R$ 2,80 aos usuários, os trens têm como tarifa básica R$ 2,50, enquanto as vans costumam cobrar até R$ 7 por trajeto.

- Com a publicação da licitação na semana que vem, acredito que o bilhete único já esteja disponível à população em agosto - disse o prefeito, que já chegou a afirmar que "não há bilhete único tão barato e econômico como o do Rio" .

Esta é a terceira vez que o prefeito muda a data da publicação do edital: inicialmente, estava marcada para 24 de maio; depois, foi adiada para 7 de junho.

Prefeitura: número de usuários deve crescer até 35%
A Secretaria municipal de Transportes já havia estimado um aumento, a partir do funcionamento do sistema, de 20% a 35% na quantidade de passageiros que fazem baldeações. Para a secretaria, parte desses novos usuários é gente que hoje precisa caminhar até quilômetros para economizar com passagem.

O órgão sustenta que o bilhete representará um aumento de receita para as empresas de ônibus, já que os usuários que pegam apenas um coletivo passarão a pagar mais R$ 0,05 por passagem. O cálculo é de que 52 milhões dos 65 milhões de passageiros que utilizam um único ônibus por mês - ou 80% dos usuários - acabem desembolsando um total de R$ 31,2 milhões a mais por ano.

A licitação dos trajetos e da implantação do bilhete único, no entanto, encontra resistência nas empresas de transporte. O Rio Ônibus, sindicato que representa a categoria, divulgou no início de maio que vai brigar pelos seus direitos, principalmente o de "indenização dos investimentos realizados que permanecem não amortizados ou depreciados". Após a confirmação da licitação pelo prefeito ontem, o sindicato informou apenas que aguardará a publicação do edital para se pronunciar sobre o assunto.

Superlotação é uma das principais queixas
Também nesta sexta-feira, a Secretaria municipal de Transportes divulgou um levantamento mostrando que as principais queixas de passageiros de ônibus se referem a não atendimento do sinal de parada para embarque e desembarque, atitudes inconvenientes dos motoristas e superlotação dos veículos. No ranking, que é mensal, aparecem como as piores empresas, na opinião dos usuários, a Zona Oeste (56,05 pontos), a Auto Diesel (26,71), a Madureira Candelária (26,44), a Rubanil (26,32) e a Transurb (25,75).

Os passageiros podem fazer reclamações à ouvidoria da Secretaria de Transportes, pelo telefone 2286-8010 (de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h), ou pela internet, em www.rio.rj.gov.br/siso/internet/frmcadastro.cfm.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/transito...-916846955.asp
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Old August 3rd, 2010, 01:58 PM   #5
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Vencedores de licitação de ônibus vão operar também os BRTs

Publicada em 14/06/2010

RIO - O secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, informou nesta segunda-feira que os três corredores expressos (Bus Rapid Transit, ou BRTs) serão operados pelas próprias empresas ou consórcios que vencerem a licitação para todas as linhas de ônibus do Rio, que será lançada nesta terça-feira. Ou seja, não será aberta uma outra concorrência para a exploração dessas vias, como inicialmente previsto. Caberá à prefeitura implantar a infraestrutura da TransCarioca (ligando a Barra à Penha), da TransOeste (entre Barra e Guaratiba) e da TransOlímpica (entre Barra e Deodoro).

- Como a licitação será por áreas (a cidade foi dividida em cinco, mas, para o Centro, considerado destino, não poderão ser apresentadas propostas) e os BRTs interligarão mais de uma região, serão feitos acordos entre os vencedores para operar os BRTs - explica Sansão.

Município e MP vão recorrer de decisão judicial
Depois de dois adiamentos, o edital é lançado em meio a um imbróglio jurídico. A última decisão, da 12ª Câmara Cível, no mês passado, determina a realização da licitação, mas condiciona a deflagração do processo a um levantamento, a ser feito pela prefeitura, para apurar se as empresas que exploram o serviço têm direito a indenização. O acórdão da decisão não foi publicado em Diário Oficial e a prefeitura ainda não foi citada.

- Assim que o município for citado, vamos recorrer - anuncia Sansão.

O mesmo fará a procuradora Patrícia Rosa, do Ministério Público, autor das ações que pedem a realização da licitação:

- Transformaram ações civis públicas em ações privadas para beneficiar as empresas - argumenta Patrícia.

Em 2003, o MP ingressou com ações civis públicas contra as empresas de ônibus. A última decisão publicada em relação ao assunto é de agosto de 2008, quando o então prefeito Cesar Maia lançou licitação, sendo concedida liminar às empresas.

- Entendemos que essa liminar não atinge nossa licitação, já que o modelo proposto é diferente - alega Sansão.

O Rio Ônibus - sindicato que congrega as empresas de ônibus do município - só pretende se pronunciar após ler o edital.

O novo modelo prevê que os futuros concessionários assinarão contratos com a prefeitura e implantarão o bilhete único municipal (de R$ 2,40, por duas horas). A concessão será por 20 anos, prorrogáveis por igual período. Caberá às próprias empresas ou aos consórcios interessados formular uma proposta técnica visando a reduzir a frota nas zonas Sul e Norte e aumentar na Zona Oeste. O edital inclui também a possibilidade de pagamento de outorga à prefeitura, mas, segundo o secretário de Transportes, não é fixado valor mínimo.

As empresas poderão concorrer em duas ou mais regiões, embora só possam assumir uma delas. Os licitantes terão que se comprometer a modernizar gradualmente a frota até 2016, preparando o Rio para as Olimpíadas. Os novos ônibus terão suspensão a ar, motor traseiro, câmbio automático e escadas rebaixadas.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/transito...-916881167.asp
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Old August 3rd, 2010, 02:00 PM   #6
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Prefeitura do Rio vai assumir, no lugar de empresas, racionalização das linhas de ônibus

Publicada em 15/06/2010

RIO - A prefeitura desistiu de transferir às empresas de ônibus a tarefa de apresentar projetos visando a racionalização das linhas, objeto de críticas quando foi anunciada a licitação do sistema . De acordo com o edital de concorrência, lançado nesta terça-feira, caberá à Secretaria municipal de Transportes formular o plano, que resultará na redução do número de ônibus nas regiões Sul e Norte, na Barra e em Jacarepaguá, bem como no aumento da frota na Zona Oeste. As propostas começarão a ser analisadas em 30 de julho. A expectativa do secretário de Transportes, Alexandre Sansão, é que, em agosto, sejam assinados os contratos e os concessionários comecem a operar. O Rio Ônibus - sindicato que representa as empresas de ônibus municipais - não se manifestou nesta terça-feira.

De acordo com o edital, em 20 anos de concessão das linhas, as passagens pagas pelos usuários somarão R$ 15,9 bilhões. Nesse período, os concessionários deverão investir R$ 1,8 bilhão na melhoria do serviço. Entre as exigências está a instalação, em todos os veículos e em até 24 meses, de GPS e de equipamento para a localização dos ônibus, a cada minuto, interligados à Secretaria de Transportes. Também num prazo de dois anos todos os veículos terão, no mínimo, uma câmera de filmagem. Outra obrigação da concessionária será a de gravar e armazenar, por 72 horas, as imagens gravadas durante o trajeto dos ônibus. Os vencedores da concorrência terão ainda que assumir a manutenção dos terminais e implantar novos pontos de ônibus.

Aumento de 30% na frota da Zona Oeste
A aprovação de projeto de lei, pela Câmara de Vereadores, instituindo o bilhete único municipal (R$ 2,40) para os coletivos sem ar condicionado, é condição para a assinatura dos contratos com os consórcios ou empresas vencedores da concorrência. Incluído na licitação, o prazo para implantar o bilhete único será de 30 a 120 dias após a assinatura dos contratos. Os licitantes que se dispuserem a implantar o quanto antes o cartão que garantirá embarque em dois ônibus durante duas horas receberão pontuação maior. Sansão explicou que o reordenamento das linhas só começará após a avaliação do impacto do bilhete único:

- O bilhete único vai mudar o padrão de viagem. Usuários que, agora, pegam um ônibus, para não pagar duas passagens, vão passar a usar dois. - disse o secretário - A intenção é começar a racionalização até o início de 2011, concluindo o processo no fim do ano.

A estimativa de Sansão é de que, pelo menos 20% dos cerca de 1.800 ônibus da Zona Sul e da Grande Tijuca (inclui Grajaú, Vila Isabel, Maracanã e adjacências) e 20% dos coletivos do restante da Zona Norte deixem de circular. Na Barra e em Jacarepaguá, a previsão é de reduzir em 10% a frota de dois mil ônibus. Para a Zona Oeste, a expectativa é de aumentar entre 20% e 30% o atual número de coletivos (1.900).

O secretário alegou que optou por não incluir na licitação as propostas de reordenamento da frota por considerar que 45 dias para elaborar os planos seria um tempo curto para as empresas:

- Além disso, nossa malha é muito complexa, e as empresas de fora poderiam ser prejudicadas. - acrescentou Sansão - De qualquer forma, a proposta anterior não tirava o direito do poder público de intervir. Os licitantes apresentariam os seus projetos, mas continuaria sob a responsabilidade do município fazer todos os ajustes que considerasse necessários.

O edital de licitação divide a cidade em cinco Redes de Transportes Regionais (RTRs), das quais quatro serão Regiões de Exploração a serem licitadas: a Região 2 (Zona Sul e Grande Tijuca); Região 3 (Zona Norte); Região 4 (Baixada de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio); e a Região 5 (Zona Oeste). A Região 1 (Centro) não será licitada, já que, no novo modelo, é considerada área neutra e de uso comum. As empresas têm liberdade de concorrer em duas ou mais regiões, embora só possam assumir uma delas.

Contrapartida pode ser paga em 3 anos
As melhores propostas para as quatro áreas serão escolhidas levando em conta critérios de melhor técnica (consórcio com mais condições de assumir as linhas e cumprir as metas) e maior oferta pela outorga da concessão. Não é fixado um valor mínimo para a contrapartida, a ser repassada à prefeitura em 36 parcelas mensais, a partir da assinatura do contrato.

A concessão pode ser renovada por mais 20 anos, também mediante outorga. O edital inclui os três corredores expressos (Bus Rapid Transit, ou BRTs): TransCarioca (ligando a Barra à Penha), TransOeste (entre Barra e Guaratiba) e TransOlímpica (entre Barra e Deodoro). Serão feitos acordos entre os vencedores para operar os BRTs que interligarão áreas distintas da licitação.

Com nove anexos, o edital apresenta cronogramas para todas as mudanças, fixando as metas anuais de renovação da frota, com a obrigação de chegar a 2016 com cem por cento dos veículos dentro do novo padrão. Até as Olimpíadas, toda a frota terá de ter direção hidráulica, suspensão a ar, escadas de acesso rebaixadas e elevador para pessoas com deficiência, motor traseiro (para reduzir a poluição sonora dentro dos coletivos) e carroceria dupla articulada.

O aumento do bilhete único, de acordo com o edital, será anual. Para o cálculo do percentual, serão levados em conta os reajustes de insumos do sistema de transportes, como o do óleo diesel e o da mão de obra. Está prevista ainda revisão do contrato a cada quatro anos.

Ainda conforme o edital, a transferência da concessão ou do controle societário da concessionária, sem que o poder público seja informado com antecedência, implicará o rompimento do contrato. O edital também não estabelece eventuais ressarcimentos para as empresas que hoje exploram o sistema e que não vençam a licitação.

Licitação cobra treino de motoristas
O treinamento de motoristas e cobradores - muito além da direção defensiva - é mais uma exigência do edital. Os interessados deverão apresentar a relação de cursos que serão realizados por 100% dos rodoviários até maio de 2014. Os interessados terão uma pontuação maior na licitação quanto mais rapidamente se comprometerem a treinar sua equipe.

Entre os cursos mínimos a serem ministrados estão os de primeiros-socorros, relações humanas e até o que o que visa a dar noções básicas de inglês aos rodoviários.

- Queremos que eles estejam capacitados a lidar com os estrangeiros durante a Copa e as Olimpíadas - disse Sansão.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/transito...-916892573.asp
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Após licitação, ônibus do Rio poderão ficar praticamente isentos de ISS

Publicada em 23/07/2010

RIO - A oito dias da data marcada pela Secretaria municipal de Transportes para licitar a concessão dos ônibus do Rio, o prefeito Eduardo Paes encaminhou , nesta sexta-feira, à Câmara de Vereadores um projeto de lei que torna simbólica a cobrança de Imposto Sobre Serviços (ISS) do novo sistema. O ISS será reduzido de 2% para 0,01% da arrecadação pelo transporte de passageiros, implicando uma renúncia fiscal de R$ 33 milhões por ano. A mensagem, em pleno recesso do Legislativo, surpreendeu os vereadores. Segundo a oposição, Paes, embora negue, com a renúncia fiscal vai subsidiar a tarifa e forçará o Legislativo a discutir a proposta diante de um fato consumado: o recesso só termina em agosto, após a licitação ter sido realizada.

- Não há mistério algum. A redução da alíquota estava prevista no edital. O projeto de lei só não foi enviado antes porque não haveria tempo para votar o bilhete único e a redução do ISS - argumentou o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão.

Hoje, as empresas de ônibus já têm benefícios fiscais, pois o ISS cobrado de outros setores da economia chega a 5%. A redução do imposto também não será o único benefício para as novas operadoras. A prefeitura vai arcar ainda com o custo das gratuidades - cujo valor ainda não foi divulgado.

Para os vereadores Paulo Pinheiro (PPS) e Andrea Gouvêa Vieira (PSDB), a votação da redução do ISS apenas depois da licitação cria uma insegurança jurídica:

- A concorrência se dará com base em regras não aprovadas por lei. Isso pode ser uma brecha para as empresas que operam o sistema tentarem, na Justiça, cancelar a licitação - disse Pinheiro.

Estrangeiros precisarão ter filiais no Brasil
Nesta sexta-feira, a prefeitura também publicou uma série de correções e esclarecimentos no edital de licitação. Um deles é que a concorrência tem abrangência nacional. Isso significa que as concorrentes estrangeiras da França e da Argentina precisarão ter filiais no Brasil para disputar os quatro lotes de concessão (Zona Norte, Barra/Recreio/Jacarepaguá, Zona Sul e Zona Oeste).

Outro esclarecimento importante se refere ao prazo para implantação do bilhete único. A prefeitura exige que o sistema seja adotado em até 120 dias a partir da assinatura dos contratos de concessão. Como o prazo fixado pela lei municipal do bilhete único expira em 31 de dezembro, o governo terá pouco mais de 30 dias para concluir todo o processo licitatório. Isso inclui a análise dos documentos que serão entregues na sexta-feira, além do julgamento de eventuais recursos pelos concorrentes que se sentirem prejudicados por serem eliminados do processo. Caso o prazo para o bilhete único não seja cumprido, a prefeitura terá que enviar um novo projeto de lei para a Câmara.

Outra correção se deu no modo de cálculo do reajuste anual da tarifa, que terá o preço inicial de R$ 2,40. A fórmula original do edital estava errada e previa que a tarifa seria reduzida ao longo do tempo, e não reajustada para repor eventuais aumentos no custo de operação do sistema.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-917231560.asp
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Old August 3rd, 2010, 02:05 PM   #8
aluz
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Mais mudanças no edital de licitação de ônibus no Rio

Publicada em 28/07/2010

RIO - A prefeitura decidiu, a princípio, não arcar mais com as gratuidades dos estudantes da rede pública quando as novas linhas de ônibus do Rio começarem a operar. A decisão foi informada, nesta quinta-feira, no Diário Oficial do Município apenas 48 horas antes do fim do prazo para a entrega das propostas da licitação, o que acontecerá amanhã.

Como as empresas terão que pagar a conta da gratuidade, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, disse que o município poderá reanalisar a questão, no futuro, se a medida pesar no valor da tarifa.

Mas esta não é a única mudança no processo. Outra diz respeito ao projeto de lei, enviado à Câmara pelo município na semana passada, que prevê uma redução na alíquota de ISS das empresas de ônibus de 2% para o percentual simbólico de 0,01%, o que representa uma renúncia de arrecadação de aproximadamente R$ 33 milhões. A prefeitura também publicou, nesta quinta-feira, uma correção no edital prevendo que, se o projeto não for aprovado pelos vereadores, arcará com eventuais desequilíbrios econômicos e financeiros das empresas.

A análise das propostas dos quatro lotes (zonas Norte, Sul, Oeste, Barra da Tijuca e Jacarepaguá), que serão apresentadas amanhã, foi adiada pela Secretaria municipal de Transportes. Isto ocorreu porque o Tribunal de Contas do Município (TCM) levantou uma série de questionamentos sobre itens do edital, já corrigidos. Mas, como o conselheiro-relator do processo, Antônio Carlos Flores de Moraes, está viajando, o TCM só deverá se pronunciar sobre as alterações na semana que vem.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-917264261.asp
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Old August 3rd, 2010, 02:06 PM   #9
aluz
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Ônibus: linhas da Zona Sul são mais disputadas em licitação

Publicada em 30/07/2010

RIO - O lote 2, que reúne os bairros da Zona Sul e Tijuca, foi o que atraiu mais concorrentes na licitação para a concessão das novas linhas de ônibus e implantação do bilhete único até o fim do ano, iniciada ontem. Três consórcios, sendo dois liderados por empresas de São Paulo, apresentaram propostas para operar na região: Intersul (liderado pela Real do Rio), SP RIO (liderado pela Vila Galvão) e Via Sul-Metropolitana (comandada pela Via-Sul).

Fetranspor afirma que mercado está tenso
Na concorrência, as empresas do Rio optaram por apresentar ofertas para as regiões onde já atuam, com exceção da Zona Oeste, onde o consórcio liderado pela Pégaso foi o único a entrar na concorrência. Em todos os demais lotes, os cariocas disputarão com os paulistas. A Nossa Senhora de Lourdes (Lote 3, Zona Norte) disputará com o Consórcio Vila Galvão). A Viação Redentor (Lote 4, Jacarepaguá e Barra) com a Via Sul-Metropolitana. O Lote 1 (Centro) não foi licitado por ser de operação comum a todas as operadoras. Das 47 empresas filiadas ao Sindicato do Rio, sete não participam da licitação por não se adequarem ao edital.

Em meio à confirmação de que haverá disputa por mercado, a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Rio (Fetranspor) quebrou o silêncio em nome das empresas de ônibus. A relações-públicas da entidade, Suzy Baloussier, admitiu que o setor vive momentos de inquietação com a licitação do sistema porque, segundo ela, fatores deixaram de ser levados em conta. A Fetranspor acredita que multinacionais que operam o transporte público, embora não apareçam como líderes de consórcios, devem estar participando, associadas às paulistas.

O diretor-executivo do Grupo Niff (que controla a Viação Galvão), José Roberto Iasbek Felício, contou que se associou com outra empresa (Pássaro Marrom, também com atuação do estado de São Paulo) para disputar mercado em regiões que considera atraentes (Zona Sul e Zona Norte). Segundo ele, a empresa atua em sete municípios da Grande São Paulo e ainda no transporte intermunicipal no Maranhão. As linhas de maior movimento são aquelas que ligam Guarulhos à capital paulista (200 mil passageiros/dia). A Via Sul, que atua na capital paulista, também foi procurada para falar sobre a licitação mas não retornou as ligações.

Bilhete único deverá ser implantado até dezembro
O prazo de concessão das linhas é de 20 anos. As empresas vencedoras terão que se comprometer em implantar o bilhete único até 31 de dezembro, além de operar os BRts que estão sendo projetados e que ligarão a Barra da Tijuca ao aeroporto Internacional Tom Jobim, Deodoro e Guaratiba. A abertura dos envelopes será marcada depois que o Tribunal de Contas do Município (TCM) concluir a análise do edital de licitação. A expectativa da prefeitura é que isso ocorra na segunda-feira.

Antes da licitação, os participantes foram notificados da existência de uma ação judicial movida pela Associação de Contratadas e Contratados do Poder Público, que pede em juízo a anulação do processo. O advogado Alexandro de Oliveira disse que entrou com a ação por achar que o processo vem sendo pouco transparente, com mudanças de última hora no edital. Ele alega também que faltam informações técnicas que permitam a interessados analisar a viabilidade econômica dos lotes.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-917287975.asp
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Old August 3rd, 2010, 02:17 PM   #10
aluz
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Criei o thread para discutirmos o reordenamento das linhas de ônibus do Rio.

É importante ressaltar que esta medida é a que terá o maior impacto na mobilidade do Rio de Janeiro no curto prazo. Todas as outras medidas, embora possam ser mais eficazes são de longa maturação e implementação, logo levarão alguns anos para ter efeito.

Comparando o sistema de ônibus carioca com o de outras grandes cidades pelo mundo. Salta aos olhos a quantidade de linhas que passam pelas mesmas vias e a grande quantidade de linhas com longos trajetos.

Desta forma, embora passem coletivos com baixo intervalo nas principais vias da cidade, o usuário pouco se beneficia disso, pois tem que pegar o ônibus que vai para o destino escolhido.

Além disso, a ausência do bilhete único favorece este modelo, pois torna custosa qualquer baldeação. Assim, um usuário do sistema que deseje seguir um trajeto onde tenha que pegar mais de uma condução tem que pagar muito caro pelo serviço.

Assim, uma reordenação que vise a reduzir o número de linhas por via e eliminar custos com baldeações pode aumentar a capacidade da rede de transportes, ao mesmo tempo em que reduz a quantidade de veículos em circulação. Assim, até o tráfego da cidade pode ser favorecido.
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Old August 3rd, 2010, 05:50 PM   #11
lepslsantos
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O perrengue é que muitas das linhas sobrepostas, como as do eixo Centro x Copacabana via Aterro (121, 123, 125, 127 etc) permanecem. O anexo de linhas do edital dá a entender que poucas mudanças ocorrerão neste sentido.

De fato o transporte carioca é muito ruim. A falta de planejamento e controle, aliada a medidas desastradas como a tarifa única feita nas coxas e a insistência em linhas diretas, são alguns fatores.

Sou a favor da licitação, espero que esta dê conta dos desafios que a cidade enfrenta.
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Old August 3rd, 2010, 05:54 PM   #12
lepslsantos
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O perrengue é que muitas das linhas sobrepostas, como as do eixo Centro x Copacabana via Aterro (121, 123, 125, 127 etc) permanecem. O anexo de linhas do edital dá a entender que poucas mudanças ocorrerão neste sentido.

De fato o transporte carioca é muito ruim. A falta de planejamento e controle, aliada a medidas desastradas como a tarifa única feita nas coxas e a insistência em linhas diretas, são alguns fatores.

Sou a favor da licitação, espero que esta dê conta dos desafios que a cidade enfrenta.
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Old August 3rd, 2010, 06:07 PM   #13
André Vasconcellos
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E hoje saiu a notícia que as empresas de ônibus bancarão a gratuidade dos estudantes.Só temo pela redução delas.

E as empresas de ônibus do Rio estão temerosos com relação aos consórcios paulistas.Ouvi o boato que os paulistanos desconsideraram déficit causado pelo transporte alternativo e ofereceram ofertas bem maiores do que os consórcios cariocas...

Se bobear o Consórcio Santa Cruz(Viação Pégaso,e provavelmente o Grupo Breda com o sub-grupo Oeste/Algarve,mais a A.V.Bangu e a T.Campo Grande) será o único consórcio carioca que virá a ganhar a licitação,pois ela foi a única a apresentar proposta na RTR 5-Zona Oeste.Desconfio o pq dos paulistas não terem entrado nessa barca...

Temo pelos muitos motoristas,mecânicos e cobradores das empresas cariocas que perderem a concorrência nas suas áreas.Isso pq não sei se eles seriam readmitidos nas empresas vencedoras(se forem,será uma pequena parcela)... Poderia ser o caso de uma grande demissão em massa caso se concretize a hipótese de que somente dê consórcios paulistas nas RTRs 2,3 e 4.Quanto a frota talvez os paulistas absorvam os veículos das empresas "perdedoras" e tragam alguns usados de lá de SP para cá...


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Old August 4th, 2010, 03:38 AM   #14
xikaumrio
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Como é o empresariado do transporte público de São Paulo?

Porque aqui no Rio é um cartel de mafiosos portugueses.
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Old August 4th, 2010, 06:49 PM   #15
lepslsantos
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Grande parte do transporte paulistano está nas mãos do grupo Ruas, outra parte está com o grupo Sambaíba (Belarmino). Ainda há as empresas independentes. Como a prefeitura é mais presente, as coisas são mais organizadas.
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Old August 6th, 2010, 10:15 AM   #16
aluz
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Ônibus: empresas do Rio alegam que consórcios de São Paulo não cumpriram exigências do edital

Publicada em 05/08/2010

RIO - Representantes de três dos quatro consórcios que reúnem empresas de ônibus do Rio na licitação organizada pela prefeitura para concessão do transporte público decidiram questionar a participação dos paulistas no processo. A Comissão de Licitação da secretaria municipal de Transportes recebeu recursos contra os consórcios Via Sul-Metropolitana (liderada pela Via Sul) e SP Rio (liderada pela Vila Galvão). Os concorrentes cariocas pedem a desclassificação dos paulistas alegando que elas enviaram a documentação incompleta, deixando assim, de atender exigências que estavam previstas no edital.

Os consórcios do Rio alegam que os adversários na disputa pelo direito de implantar o bilhete único até o fim do ano (tarifa de R$ 2,40) deveriam ter entregado as propostas técnicas (que detalham como implantarão e vão operar as futuras linhas) em três vias, e não apenas em uma, cabendo assim, segundo eles, a desclassificação. Outro detalhe apontado pelos cariocas é que as empresas paulistas deixaram de informar por quanto tempo valem as propostas entregues à prefeitura. Apenas o Consórcio Transoeste liderado pela Pégaso, que concorre sozinha na exploração das linhas da Zona Oeste (Lote 5), não apresentou qualquer recurso.

Advogado diz que falhas não justificam exclusão
A Comissão de Licitação só vai se manifestar oficialmente na próxima semana, em uma sessão pública em data a ser divulgada no Diário Oficial do Município. No mesmo dia, serão divulgadas as chamadas notas técnicas para os projetos. A abertura dos envelopes de preços não tem data prevista, porque dependerá da apresentação de recursos.

Procuradas, as empresas de São Paulo não retornaram as ligações. Por sua vez, a relações públicas da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do estado (Fetranspor), Suzy Baloussier, disse que o questionamento feito pelos consórcios cariocas é legítimo:

- As regras do edital previam a apresentação dos projetos em três vias, entre outras exigências. Questionar concorrentes que não cumprem regras é justo em qualquer licitação pública. Os consórcios do Rio trabalharam até as 4h da data da apresentação das propostas para cumprir as regras. Agora, a decisão está com a comissão de licitação.

Para o advogado especializado em administração pública Hermano Cabernite, as falhas cometidas pelos consórcios paulistas não seriam suficientes para eliminá-los:

- São exigências formais de editais, sem previsão legal na Lei das Licitações. Excluir concorrentes por isso me parece exagerado.

A licitação dividiu a cidade em cinco lotes. Apenas o Lote 1 (Centro) não foi licitado, por ser de operação comum. Para o Lote 2 (Zona Sul e Tijuca), concorrem o Consórcio Intersul de Transportes (liderado pela Viação Real) e as paulistas Via Sul-Metropolitana e SP Rio. O Lote 3 (Zona Norte) é disputado pelo Consórcio Internorte (liderado pela empresa Nossa Senhora de Lourdes) e pelo Consórcio SP Rio. Para o Lote 4 (Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá), há ofertas do Consórcio Transcarioca (liderado pela Viação Redentor) e da Via-Sul Metropolitana.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-917328306.asp
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Old August 6th, 2010, 03:51 PM   #17
Patrick-RJ
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Que alegação boba, ligada apenas ao formato da entrega. Parece mesmo é medo de perder.
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Old August 6th, 2010, 11:04 PM   #18
ZakSpeed
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Estão com medo de perder a "galinha dos ovos de ouro", até porque Trens e Metrô ainda não abrangem a cidade como um todo. A maioria dos bairros é refém de ônibus.

E sinceramente, ônibus aqui no RJ sempre foi um problema sério. Motoristas "apressados" e irresponsáveis, manutenção duvidosa, sem falar o desconforto da superlotação e falta de ar condicionado no verão. Resumindo, é transporte de gado.

Torço para que a Região4 fique com um consórcio paulista, até por causa dos BRT's. E que venham os ônibus com suspensão decente (fim ao sacolejo), ar condicionado sem afetar o preço da passagem, motor traseiro e piso baixo.

Last edited by ZakSpeed; August 6th, 2010 at 11:12 PM.
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Old August 6th, 2010, 11:39 PM   #19
Nighto
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Já anunciaram que o bilhete único municipal de R$ 2,40 não irá valer para os ônibus com ar-condicionado. O que não faz sentido, dada a proposta de aumentar continuamente a quantidade dos ônibus com ar-condicionado até a copa.

[]s
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Old August 7th, 2010, 02:55 AM   #20
André Vasconcellos
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Originally Posted by Patrick-RJ View Post

Que alegação boba, ligada apenas ao formato da entrega. Parece mesmo é medo de perder.
Só parece?

Eles não esperavam que essas empresas paulistas saíssem da terra da garoa paa virem concorrer aqui.Na realidade não haveria disputa nenhuma,o que as empresas desejavam era simplesmente pôr os consórcios na rua,"ganhá-los" assim como aconteceu com o Consórcio Santa Cruz,que foi o único a apresentar proposta para a RTR-5,e não perderem o bolo no final da festa.

As empresas de ônibus do Rio há anos agem contra o transporte ferroviário.Nunca mais veremos 1,100 mil pass/dia nos trens suburbanos outrora comandados por CBTU,depois que começou o declínio aí os ônibus ganharam força e já era.Pq o Santa Cruz-Itaguaí não foi reativado?E o trêm barrinha Japeri-Paulo de Frontin?? O que dizer do projeto do ramal Ilha do Governador,que no meu ponto de vista foi grosseiramente substituído pela extensão do BRT Barra-Penha até o Galeão?? E o mesmo BRT Barra-Penha que também encampou o projeto da Linha 6,e aí??

Acho curioso que na mesma gestão do governador Carlos Lacerda que extinguiu progressivamente os bondes tratou-se de regularizar e organizar as "lotações" e torná-las as empresas de ônibus que vemos hoje.Ele ajudou e muito o lobby rodoviário se tornar um monstro na cidade.

Por isso que,por um lado,torço e muito para que os consórcios paulistas vençam,principalmente as RTR-2 e RTR-4,não há baque maior para as empresas do que esse.A RTR-3 pode ficar com o consórcio carioca,já que como um consórcio não pode assumir duas ou mais áreas...

E a RTR-5 é batalha ganha pelo Consórcio Santa Cruz,só perde pra ela mesma.Por essa eu já esperava e creio que não haverá muita melhoria no transporte da RTR-5...
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