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Sul Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina


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Old October 13th, 2011, 09:35 PM   #121
h.corleon
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E acho que o pior ainda tá por vir...
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Old October 13th, 2011, 10:36 PM   #122
rio grandino
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Ao amigo de Campo Bom:

Me esqueci que Campo Bom é uma cidade cheia de "Prédios Bonitos"...
Ah! e uma "metrópole" muito influente também...
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Old October 13th, 2011, 11:25 PM   #123
thesapox
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Você está incitando city x city.
Campo Bom é uma cidade com uma verticalização tenebrosa também, se é isso que quer ler.
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Old October 14th, 2011, 03:46 AM   #124
h.corleon
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Desde quando alguém precisa morar em alguma cidade exemplar em construção civil pra criticar alguma coisa? Se fosse assim, então nenhum brasileiro poderia ter pensamento crítico a respeito de arquitetura..
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Old October 14th, 2011, 04:11 AM   #125
Farrapo
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Originally Posted by rio grandino View Post
Ao amigo de Campo Bom:

Me esqueci que Campo Bom é uma cidade cheia de "Prédios Bonitos"...
Ah! e uma "metrópole" muito influente também...
Campo Bom não é uma "metrópole influente", mas tem muito a ensinar a Rio Grande (e a Pelotas também).

Esses prédios que tão construindo em Rio Grande são horríveis, mas ninguém pode criticá-los? Isso fere o "orgulho rio-grandino"? O deslumbramento com o "porguerço" chegou a esse ponto?

Cara, pode estar certo que todos os gaúchos ficam felizes com a prosperidade de Rio Grande (inclusive os pelotenses), mas deixa essa infantilidade de lado. Provocaçõezinhas toscas como essa não vão te levar a nada.
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Old October 14th, 2011, 04:44 AM   #126
Thiago Braga Freire
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Originally Posted by rio grandino View Post
Ao amigo de Campo Bom:

Me esqueci que Campo Bom é uma cidade cheia de "Prédios Bonitos"...
Ah! e uma "metrópole" muito influente também...


Rio Grandino, não ligue para alguns comentários que colocam aqui no fórum. Temos que respeitar as opiniões de todos, mesmo não concordando.
O que posso te dizer sobre o assunto discutido acima é: GOSTO NÃO SE DISCUTE
Eu particularmente não achei nenhum prédio horrível. Há um tempo atrás coloquei uns projetos de prédios que estão sendo construídos em Pelotas: a grande maioria , se não todos os comentários foram acabando com os prédios. Claro que fiquei chateado, pois Pelotas é minha cidade do coração, e apesar de não ter concordado com as opiniões, tive que respeitá-las.
E outra Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e o diabo a quatro tem também prédios hoooooooooooorrrrrrooooooooroooooozzzzzooooosssssss!!!!!!!!
Podes ter certeza que muita gente tá feliz, como tu, de ver a cidade de Rio Grande crescer, e melhor, com perspectivas futuras de crescimento ainda maiores. Eu sou um que estou muito contente!
Siga colocando as notícias aqui, as fotos, etc, e não deixe te abater por opiniões que não são as mesmas que as tuas.
Valeu, abraço!
Thiago Braga Freire no está en línea   Reply With Quote
Old October 22nd, 2011, 12:57 AM   #127
LourençoLx
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Subway dá o pontapé inicial de marcas internacionais em Rio Grande

A cidade do Rio Grande mostra, há algum tempo, que está se transformando. A expectativa é de pleno desenvolvimento econômico. Prédios e condomínios residenciais, prédios comerciais e shoppings começam a investir pesado no Município. Apostando no momento de novos empreendimentos, três sócios, que já possuem mais duas franquias no Estado, abrirão a primeira loja Subway do Rio Grande.

Localizada em área nobre, na avenida Presidente Vargas, conhecida como "mansão dos Ballester", e de propriedade de Paulo Hepp, a loja terá ao lado uma instituição financeira e um condomínio residencial com 500 unidades. Os sócios, Diego Lopes, Sanon e Pablo Martini, investiram aproximadamente R$ 1 milhão nas três franquias.

A loja Subway ficará instalada na parte inferior da casa, estando o piso superior para ser alugado. Segundo Diego Lopes, os três sócios decidiram pegar a parte de baixo do casarão, por disponibilizar fácil acesso. Esta é uma zona de bom fluxo de veículos e próxima à universidade. A inauguração, conforme Diego Lopes, será, a princípio, em janeiro de 2012.

E esta loja tem um diferencial de muitas outras espalhadas pelo mundo: o drive thru, onde o cliente entra com o carro, faz o pedido de dentro do carro e sai pelo outro lado. Uma facilidade nos dias de hoje, pelo atendimento rápido. No Rio Grande do Sul, há 30 restaurantes da Subway, e o único que possui drive thru é o de Pelotas e a partir de janeiro de 2012, previsão para entrar em operação, o do Rio Grande.

Seguramente o local terá mais de 50 lugares disponíveis e um amplo estacionamento. O funcionamento será das 11h à meia noite. E de quinta-feira a domingo, o atendimento será de 24h. A partir do sexto mês de funcionamento deveremos implantar o atendimento de 24 horas todos os dias. Também é projeto dos sócios um ponto avançado da Subway no Cassino. "Só não sabemos se vamos conseguir já para este verão", comenta Diego.

Para ele, a região sul do Estado atravessa hoje um excelente momento econômico. E, em Rio Grande, este momento é singular. "Um crescimento comercial sem precedentes através do Polo Naval. E nota-se uma carência muito grande de marcas. Se uma pessoa quiser comer hoje um Burger King, uma Pizza Hut, ou qualquer marca internacional, não vai encontrar. E notamos um grande número de estrangeiros, por essa revolução que está vivendo a cidade. Essas pessoas querem comer o que estão acostumadas. E, a partir de agora, a Subway está dando o pontapé inicial para a abertura desse novo mercado".

A Subway é uma marca americana conhecida pelos seus sanduíches no estilo de submarino. E todas as variedades que se encontram no mundo serão disponibilizadas aqui também. A marca se tornou líder internacional no desenvolvimento da indústria de restaurantes de comida rápida a preços acessíveis.
LourençoLx no está en línea   Reply With Quote
Old October 22nd, 2011, 02:50 AM   #128
RioGrandino
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Poxa ... cheguei atrasado para colocar a notícia hehehe ... acabei de ver na edição que sairá amanhã no Jornal Agora. Isso é muito bom, já esperávamos o início das grandes franquia em Rio Grande. A cidade vive um crescimento muito acima das outras cidades do estado e de boa parte até do país. Rio Grande merece, o povo riograndino merece também, parabéns aos empreendedores por acreditar no potencial da cidade. Boas vindas a todos que chegam e que vão coloborar para o crescimento e o sucesso dessa que é o berço do Rio Grande do Sul !!!!!

Rafael K
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Old October 24th, 2011, 01:08 AM   #129
RioGrandino
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Gás Natural
Samsung confirma interesse de investir em Rio Grande


A Samsung, a Petrobrás e o governo do Rio Grande do Sul deverão assinar, em até 45 dias, um protocolo de intenções para a realização de estudos de viabilidade técnica sobre investimentos da empresa na área de gás natural liquefeito e energias renováveis na região do Porto de Rio Grande.

A decisão foi tomada em reunião entre o presidente da Samsung Corporation, Shin Kim, diretores e executivos da companhia e o governador Tarso Genro, na tarde desta quinta-feira (20), no Palácio Piratini.

Mais um empreendimentos para chegar ... valeu Rio Grande !!!

RioGrandino
Rafael K
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Old October 24th, 2011, 01:28 AM   #130
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Polo Naval alavanca a construção civil em Rio Grande



Fonte: Jornal Agora 23/10/2011
Foto: Fábio Dutra
Hotéis Vila Moura e Swan Tower serão inaugurados em breve
Os investimentos no Polo Naval do Rio Grande estão promovendo o crescimento da cidade e gerando diversas demandas, como habitação e hotéis. De olho neste crescimento, várias empresas estão realizando ou planejando empreendimentos para atender estas necessidades e outras, o que está impulsionando a construção civil no Município. A construção de plataformas de petróleo (três atualmente) e da série de oito cascos de plataformas para o Pré-sal, já iniciada pela Engevix no Estaleiro Rio Grande 1 (ERG1), estão proporcionando milhares de empregos, com previsão de gerar mais, e o Município não tem mão de obra qualificada em quantidade suficiente para ocupá-los. As empresas do Polo Naval precisam trazer trabalhadores especializados de outros lugares para suprir parte de suas necessidades. Com isso, surge a demanda por moradia e outros empreendimentos.

O secretário municipal de Coordenação e Planejamento, Paulo Cuchiara, observa que só a Engevix deve empregar, no final de 2012, cinco mil trabalhadores. A construção das plataformas P-63 e P-55, que estão sendo construídas pela Quip S/A, atualmente estão envolvendo 1,3 mil trabalhadores e 3,3 mil, respectivamente. A P-63, no pico da obra deverá absorver 1,5 mil empregados. Em breve a Queiroz Galvão estará iniciando a construção da P-58, que deverá gerar em média 1,3 mil empregos e, no pico, entre 2,5 mil e 3 mil. E, conforme anúncio feito pela Prefeitura rio-grandina, a Engevix/Ecovix irá construir também três navios-sonda para a Petrobras no Estaleiro Rio Grande 2 (ERG2), que começou a erguer ao lado do ERG1, na área do superporto. Esses empreendimentos irão gerar mais oportunidades de emprego. Cuchiara ressalta que os contratos que as empresas do Polo Naval têm já lhes garantem atividade por 10 ou 15 anos e muitos profissionais que vêm trabalhar nelas ficarão na cidade.

A Engevix/Ecovix já se instalou no ERG1 planejando a construção de um complexo habitacional em Rio Grande com seis mil residências, pensando na acomodação de seus funcionários, um centro comercial, um hospital e um hotel, a ser erguido em uma área entre a praia do Cassino e o Polo Naval. Para a primeira parte do complexo, que consiste na construção de 700 unidades residenciais, a empresa já tem o Termo de Referência da Fepam e está com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) elaborado. A intenção da empresa é que o complexo fique pronto até 2015. Segundo o diretor-executivo da Engevix, Gerson Almada, estudo feito pela empresa indica que em 2020 Rio Grande será a segunda cidade do Estado e deverá ter 420 mil habitantes. Atualmente, tem 198 mil. Esse estudo também estima que em 2015 a população do Município deverá estar em 250 mil habitantes.

Investimentos para suprir demandas

Atentos às oportunidades que se abrem com este cenário, empresas e empreendedores particulares, tanto da cidade quanto de fora, resolveram investir para suprir demandas e Rio Grande está se transformando em um canteiro de obras. No momento, dois novos hotéis estão prestes a serem inaugurados: o Vila Moura Executivo, na rua General Neto, com 196 leitos, e o Swan Tower Express, na rua Francisco Campelo, com 200 leitos. Outro, o Pacific, na avenida Itália, com sete pavimentos, está em construção. A 5R Shopping Centers tem projeto para construção de mais dois hotéis e o grupo Aquário Empreendimentos Imobiliários, para outro.

O projeto todo da 5R Shopping Centers, a ser implantado na área do antigo Jockey Club, inclui ainda a construção de um complexo cultural, um shopping, quatro torres residenciais e quatro comerciais. Em breve deve começar a construção do shopping, que deve ficar pronto em outubro de 2013. Segundo a empresa, um dos hotéis, de 120 apartamentos, será inaugurado junto com o shopping e a construção das torres residenciais está prevista para começar antes do término do centro comercial. Nas obras de edificação do shopping (investimento de R$ 120 milhões) serão gerados 1.000 empregos diretos.

O grupo Aquário Empreendimentos Imobiliários tem aprovado pela Prefeitura projeto executivo para implantação de um shopping center em uma área localizada entre o viaduto da linha férrea e o Parque São Pedro, ao lado da ERS-734, rodovia que liga o centro do Rio Grande ao Cassino, no qual serão investidos R$ 100 milhões. A estimativa é que as obras se iniciem em fevereiro ou março de 2012. O projeto do grupo para o Município, no mesmo terreno, ainda prevê, em um segundo momento, a construção de um hotel e de um complexo residencial com capacidade para 25 mil habitantes, em residências e apartamentos.

Residenciais e loteamentos

No setor de habitação, está em andamento a construção do residencial Figueiras Park, com 84 unidades habitacionais em condomínio fechado, na avenida Itália. Também estão em construção dois edifícios residenciais. Um deles, quase pronto, é o Marquês de Tamandaré, na rua Dr. Nascimento, com 13 pavimentos, 60 apartamentos e 54 vagas para estacionamento. O outro é o Dona Valéria, na avenida Portugal, com 16 pavimentos, 128 apartamentos e 124 vagas para estacionamento. E há outros dois projetos de edifícios - um residencial e outro comercial. O residencial, com obras já iniciadas, a ser erguido na rua Cristóvão Colombo, é de 16 pavimentos, 78 apartamentos e 85 vagas de estacionamento. O comercial, em processo de aprovação na Prefeitura, será na rua General Neto esquina Barão de Cotegipe. Com 14 pavimentos, terá 220 salas comerciais, galeria com 12 lojas no térreo, 240 vagas de estacionamento rotativo em três pavimentos, auditório, com salas de reuniões e salão de festas.

Estão projetados ainda um loteamento com três condomínios fechados, onde cada lote terá fundos para lagos artificiais, totalizando 1835 unidades habitacionais, para 8 mil habitantes, em uma área entre o Cassino e a antiga ZPE; o loteamento Parque da Lagoa, no bairro Bolaxa, com 320 lotes, mais um condomínio de 250 lotes na área do Country Club. Este último, será um grande condomínio, do qual o Country será condômino. Além destes, estão previstos outros dois empreendimentos: um condomínio de 162 casas na avenida Roberto Socoowski, em processo de aprovação de projeto, e um conjunto de prédios residenciais fechados, no bairro Parque São Pedro. O secretário Paulo Cuchiara observa que esses empreendimentos são os de maior vulto, pois há vários outros menores em andamento e em projetos.


Minha Casa, Minha Vida

Além dos empreendimentos destacados, estão sendo feitas e projetadas para breve diversas obras públicas pela Prefeitura, Furg e Superintendência do Porto do Rio Grande. E ainda conjuntos residenciais financiados pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. Um destes é o Residencial Jockey Club I, em construção na rua Pedro de Sá Freitas, que terá 200 apartamentos de dois quartos cada.


Falta mão de obra para suprir as vagas na construção civil

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Rio Grande, Braudelino Ortiz Coelho, os empreendimentos em andamento e os que estão projetados geram muitos empregos no setor e falta mão de obra no Município para atender essa demanda.
"Estamos muito preocupados, tanto que estamos buscando cursos para qualificar trabalhadores para a construção civil. Temos mercado de trabalho farto e não temos pessoal. Não temos sequer a metade das exigências do mercado. Precisamos andar a passos largos para atender as necessidades das empresas. Hoje, se tivéssemos 2 mil trabalhadores qualificados, eles estariam empregados. No entanto, contando todos os que estão na ativa teríamos 1.500 e precisamos, para as necessidades do momento, 2.000. Se contarmos os investimentos previstos, necessitamos de mais 2.000", diz Coelho.

O presidente do sindicato observa que só um dos shoppings, tem estimativa de utilizar 1.000 trabalhadores do setor. "De onde iremos tirar essa quantidade? E ainda tem prevista (para 2012) a obra de ampliação de 1.150 metros do cais do Porto Novo. Uma obra deste tamanho deverá envolver em torno de 1.500 profissionais da área. Temos que pensar também nas demandas da construção do shopping no Parque São Pedro, do Oceanário Brasil da Furg, dos edifícios residenciais e do ERG2, entre outros", relata. "Todos esses empreendimentos foram puxados pelo Polo Naval, que alavancou a construção civil na cidade", destacou. Ele afirma que hoje, no Brasil, a cidade que mais evolui em construção civil é Rio Grande.


Qualificação

As obras em andamento na cidade e as previstas foram a justificativa apresentada pelo secretário geral de governo do Executivo municipal, Leonardo Salum, para garantir, no último dia 10, a vinda para Rio Grande das 3 mil vagas solicitadas para cursos de qualificação do Planseq Nacional da Construção Civil. A definição ocorreu em audiência pública realizada em São Paulo, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A proposta apresentada foi assinada pela Prefeitura rio-grandina, Comissão Municipal de Emprego e Renda, Sinduscon e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Rio Grande. Como os recursos são do orçamento federal de 2011, os cursos deverão iniciar ainda este ano.

Conforme Salum, serão ministrados oito cursos que terão como novidade a mudança na metodologia, uma vez que está sendo buscada parceria com as empresas para que as aulas práticas ocorram em canteiros de obras.

É galera ... é disso tudo para muito mais

RioGrandino
Rafael K
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Old October 24th, 2011, 04:42 AM   #131
Bonja
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Eu queria saber se estes investimentos vieram para ficar ou se são móveis, se dependem de encomendas....???
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Old October 24th, 2011, 05:17 AM   #132
h.corleon
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Eu queria saber se estes investimentos vieram para ficar ou se são móveis, se dependem de encomendas....???
São transitórios, assim que a febre passar eles vão fechar os shoppings e demolir os condomínios e os hotéis construídos nesse período.

-.-
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Old October 24th, 2011, 07:15 AM   #133
Bonja
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São transitórios, assim que a febre passar eles vão fechar os shoppings e demolir os condomínios e os hotéis construídos nesse período.

-.-
Tá bom...e o dia que não houver mais encomendas??? Não se esqueça que esses estaleiros só estão aí porque venceram licitações da Petrobrás para construção de plataformas e navios de transporte, mas isso não passa de uma fase, que esperamos seja duradoura. A cidade não viverá eternamente deles, tem que ter outras fontes econômicas. Incrível como as pessoas não olham para frente...
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Old October 24th, 2011, 01:38 PM   #134
RioGrandino
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Eu queria saber se estes investimentos vieram para ficar ou se são móveis, se dependem de encomendas....???

Amigão, as plataformas são encomendas, claro que nada é pra sempre, mas tem trabalho certo só com essas encomendas que temos aqui para pelo menos 20 anos, enquanto isso os estaleiros disputam outras licitações e assim vai tendo serviço por bastante tempo. Ainda tem um grande estaleiro da EBR esperando licença para ser construído em São José do Norte, e em Rio Grande o estaleiro 2 ERG2 que está sendo construído ao lado do ERG1 que já tem encomenda pra três navios-sonda e o estaleiro da Wilson Sons que já está sendo construído também, para embarcações de apoio a plataformas, isso vai ser muito importante para a metade sul tb. Um dia a Petrobrás não precisará mais de tantas construções de plataformas, mas vai precisar fazer manutenção das mesmas, navios petroleiros para levar o petróleo e assim os estaleiros estarão sempre trabalhando. Mas acho que vai levar muito tempo, pq ainda nem começaram a explorar o pré-sal, o número de plataformas, navios-sonda e navios petroleiros necessários é muito grande e recem começou a construção disso tudo. Os estaleiros são privados, só prestam serviços para petrobrás, e como tem tecnologia de ponta acredito que logo estarão participando de licitações para países no mundo todo. Anos atrás nós adquiríamos de fora tudo isso e nada impede de fornecermos para outros países também. O governo aqueceu a economia com a volta desse setor que tava parado. Esse desenvolvimento se dá em Pernambuco, Rio de Janeiro, Espíto Santo, gera muito emprego e renda nesse momento que a economia globalizada parece estar tão "frágil".
Acreditamos que seja por várias décadas tudo isso, vamos torcer, é importante não só para Rio Grande, mas para metade sul do estado que esteve tão estagnada nos últimos anos, é bastante crescimento que vai gerar emprego e investimentos em várias cidades da região.
Também estamos aproveitanto esse momento de crescimento com o polo naval para atração de outros tipos de investimentos, agora em janeiro vai inaugurar o Frigorífico da Martini Meat do Paraná, vai gerar em torno de 200 empregos, setor de serviços e bens de consumo, de lazer, hoteis, shoppings, um investimento grande em gás da Samsung, Usina termelétrica do grupo Bolognese com terminal de regaseificação, parque de energia eólica que já está sendo instalado. Também tem os coreanos da Hyundai negociando para instalar um gigante terminal no super porto, Oceanário Brasil, chegada de universidades, tudo cresce como um todo, o governo do estado repassou a área da ZPE de 570 hectares ao distrito industrial, pq tem várias industrias vindo se instalar em Rio Grande de vários segmentos, isso não nos deixará tão dependente do polo, até pq aqui é o Porto o carro chefe de tudo. Lá por 2020 a economia da cidade deve parar de crescer tanto e estabilizar, aí já será uma cidade com uma economia complexa, e a metade sul tb se beneficiando. Abraço !!

RioGrandino
Rafael K

Last edited by RioGrandino; October 24th, 2011 at 06:24 PM.
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Old October 25th, 2011, 01:57 AM   #135
Bonja
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Amigão, as plataformas são encomendas, claro que nada é pra sempre, mas tem trabalho certo só com essas encomendas que temos aqui para pelo menos 20 anos, enquanto isso os estaleiros disputam outras licitações e assim vai tendo serviço por bastante tempo. Ainda tem um grande estaleiro da EBR esperando licença para ser construído em São José do Norte, e em Rio Grande o estaleiro 2 ERG2 que está sendo construído ao lado do ERG1 que já tem encomenda pra três navios-sonda e o estaleiro da Wilson Sons que já está sendo construído também, para embarcações de apoio a plataformas, isso vai ser muito importante para a metade sul tb. Um dia a Petrobrás não precisará mais de tantas construções de plataformas, mas vai precisar fazer manutenção das mesmas, navios petroleiros para levar o petróleo e assim os estaleiros estarão sempre trabalhando. Mas acho que vai levar muito tempo, pq ainda nem começaram a explorar o pré-sal, o número de plataformas, navios-sonda e navios petroleiros necessários é muito grande e recem começou a construção disso tudo. Os estaleiros são privados, só prestam serviços para petrobrás, e como tem tecnologia de ponta acredito que logo estarão participando de licitações para países no mundo todo. Anos atrás nós adquiríamos de fora tudo isso e nada impede de fornecermos para outros países também. O governo aqueceu a economia com a volta desse setor que tava parado. Esse desenvolvimento se dá em Pernambuco, Rio de Janeiro, Espíto Santo, gera muito emprego e renda nesse momento que a economia globalizada parece estar tão "frágil".
Acreditamos que seja por várias décadas tudo isso, vamos torcer, é importante não só para Rio Grande, mas para metade sul do estado que esteve tão estagnada nos últimos anos, é bastante crescimento que vai gerar emprego e investimentos em várias cidades da região.
Também estamos aproveitanto esse momento de crescimento com o polo naval para atração de outros tipos de investimentos, agora em janeiro vai inaugurar o Frigorífico da Martini Meat do Paraná, vai gerar em torno de 200 empregos, setor de serviços e bens de consumo, de lazer, hoteis, shoppings, um investimento grande em gás da Samsung, Usina termelétrica do grupo Bolognese com terminal de regaseificação, parque de energia eólica que já está sendo instalado. Também tem os coreanos da Hyundai negociando para instalar um gigante terminal no super porto, Oceanário Brasil, chegada de universidades, tudo cresce como um todo, o governo do estado repassou a área da ZPE de 570 hectares ao distrito industrial, pq tem várias industrias vindo se instalar em Rio Grande de vários segmentos, isso não nos deixará tão dependente do polo, até pq aqui é o Porto o carro chefe de tudo. Lá por 2020 a economia da cidade deve parar de crescer tanto e estabilizar, aí já será uma cidade com uma economia complexa, e a metade sul tb se beneficiando. Abraço !!

RioGrandino
Rafael K

Ok. Excelente a tua resposta. Bom tbm saber que estão tentando diversificar a economia. Rio Grande, a Metade Sul, e o RS necessitam deste crescimento. Que a cidade escolha bons governantes para aproveitar essa era desenvolvimentista...
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Old November 4th, 2011, 02:41 AM   #136
RioGrandino
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Dique seco ganhará pórtico-guindaste de maior capacidade que o atual

Informação foi dada pela Engevix em evento promovido pelo Senac sobre Educação e Desenvolvimento


Vice-presidente da Engevix/Ecovix, Ivo Dworschak


O Senac do Rio Grande promoveu, hoje, 3, um Café da Manhã com empresários, no qual foi abordado o tema "Educação e Desenvolvimento". Realizado em parceria com o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Rio Grande (Sindilojas) e o Sindicato das Empresas de Informática do RS (Seprorgs), o evento contou com palestras do vice-presidente da Engevix/Ecovix, Ivo Dworschak, e do diretor regional do Senac-RS, José Paulo da Rosa. Dworschak falou sobre "Desafios da Gestão no Segmento da Tecnologia da Informação" e Rosa sobre "A educação na Coreia e o impacto no seu desenvolvimento".

Em sua palestra, o vice-presidente da Engevix/Ecovix informou que o pórtico-guindaste do dique seco, localizado no Estaleiro Rio Grande (chamado de Polo Naval pela Petrobras), deverá ser substituído por outro de maior capacidade. O atual tem capacidade para até 600 toneladas e a empresa irá adquirir um para até 2 mil toneladas. Em contrapartida, segundo ele, a Engevix terá mais quatro cascos de FPSO para construir. Como ela já tem contrato com a Petrobras para fabricar oito cascos, ficará responsável pela construção de doze unidades.

Ivo Dworschak observou que as atividades da Engevix/Ecovix no Município são de longo prazo, pois passados os 12 anos do contrato com a Petrobras, a empresa irá atuar em outros projetos, como em reparos de plataformas. Em função disso, precisará de um cinturão de fornecedores e da área de serviços. Acrescentou que a empresa não está "olhando" só para o mar, mas também para as lagoas dos Patos e Mirim. "O trem do progresso está passando. Temos que nos engajar agora", ressaltou, acrescentando que a Engevix/Ecovix precisa de mão de obra na área de Tecnologia da Informação (TI), pois hoje está construindo cascos de plataformas simples, mas está com preparação para a parte mais sofisticada.

Ao falar sobre "A educação na Coreia e o impacto no seu desenvolvimento", o diretor do Senac contou que esteve na Coreia e pode verificar questões que fazem a diferença. Conforme ele, a média de anos de estudo da população brasileira é 7,3 anos, enquanto a da população coreana é de 12 anos. "A do Brasil é muito baixa". Além disso, relata que a educação profissional lá funciona paralelamente à formal e de 35% a 40% dos jovens fazem essa formação profissional, enquanto no Brasil apenas 8% dos jovens fazem. Outra diferença é que na Coreia de cada 100 alunos, 94 concluem o Ensino Fundamental e permanecem no Ensino Médio. No Brasil, 45 concluem o Fundamental. Lá, as escolas públicas e privadas têm toda estrutura e os alunos permanecem 9 horas por dia nelas.

José Paulo da Rosa salientou que o PIB per capita da Coreia em 1960 era baixo, inferior ao do Brasil. Hoje, é o dobro do registrado no Brasil. "Precisamos investir na educação para não perdermos o trem da história", destacou. "Se não nos unirmos e priorizarmos a educação formal e profissional, talvez não consigamos usufruir de todos esses investimentos", concluiu.

fonte: Jornal Agora - 04/11/11

RioGrandino
Rafael K
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Old November 4th, 2011, 02:44 AM   #137
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Cursos de qualificação para o Polo Naval começam dia 21

Soldador de Estruturas é um dos cursos oferecidos
.

Está marcado, para o próximo dia 21, o início dos cinco cursos de qualificação de mão de obra para o Polo Naval do Rio Grande, do Programa Setorial de Qualificação (Planseq), para os quais foram feitas inscrições no final de setembro. Os cursos são de Soldador de Estruturas, Caldeireiro, Maçariqueiro, Esmerilhador/Lixador e Soldador de Tubulação, totalizando 467 vagas já preenchidas e com reserva técnica. Conforme o secretário-geral de governo do Rio Grande, Leonardo Salum, os cursos serão executados pela Aldeia Associação de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente do Brasil, organização não-governamental com sede em Canoas, vencedora da licitação.

Salum informou que a Prefeitura rio-grandina já repassou à Aldeia a relação dos inscritos e a organização não-governamental fará contato com eles para confirmar turmas e horários das aulas. O local de realização dos cursos durante o dia ainda está sendo acertado pela Aldeia. No turno da noite, será em salas da escola municipal Helena Small. Os cursos são de 160 horas/aula e deverão ser concluídos no final de dezembro. São oferecidos por meio de convênio entre a Prefeitura do Rio Grande, que os administra, e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), responsável pela contratação da empresa que os executará.

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Old November 4th, 2011, 05:10 PM   #138
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torço mesmo pra q rio grande use estes investimentos para gerar uma infraestrutura atraente para investidores privados de longo prazo....
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Old November 8th, 2011, 11:54 AM   #139
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Casco da P-55 será rebocado para Rio Grande em dezembro

O casco da plataforma P-55, que está sendo construído em Suape, Pernambuco, já está com as duas partes (Cs) unidas e fora do dique. Está docado no cais desde julho, em fase de preparos finais e montagem de estruturas em seu interior. Na segunda quinzena de dezembro sai de Pernambuco, puxado por dois rebocadores oceânicos, em direção a Rio Grande. A informação foi dada nesta segunda-feira, 7, pelo gerente de administração do Polo Naval (denominação dada pela Petrobras à área do Estaleiro Rio Grande), Josenildo Bezerra Alves. O transporte até Rio Grande pode levar até 15 dias, dependendo das condições climáticas. Assim, o casco deve chegar no Município no final de dezembro ou início de janeiro. Ao chegar, ele atracará no cais Sul do estaleiro onde está localizado o primeiro dique seco de grande porte do País.

Em janeiro, será realizado o içamento do deckbox (convés) da P-55, que está sendo construído pela Quip S/A no dique seco, para entrada do casco embaixo dele. O içamento do deckbox, cujo peso é de 17 mil toneladas, será realizado com o uso de seis macacos hidráulicos em ação simultânea. Para a entrada do casco, estrutura de 94 metros de comprimento, 94 de largura e 44 de altura, e peso de 19 mil toneladas, será feito o enchimento do dique com a água do canal de acesso ao porto. Depois que ele entrar, o deckbox será baixado sobre ele e o dique será esgotado para o início da união das duas estruturas. A operação toda de içamento e entrada do casco deverá durar 72 horas. Conforme a Petrobras, essa ação é considerada o marco mais desafiador do processo construtivo, exigindo planejamento minucioso e extenso processo de avaliação de riscos.


Por Fábio Dutra/JA

Conforme Josenildo Alves, até o início de junho de 2012 a plataforma tem que sair do dique seco, já com os módulos integrados ao deckbox, e atracar no cais sul do estaleiro para conclusão do comissionamento - interligação e testes de todos os sistemas. Os módulos que irão compor a P-55 já estão todos na área do estaleiro. O helideck também. A P-55 é uma unidade do tipo semissubmersível. Será a maior deste tipo construída no Brasil. Atuará no Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos. Ficará ancorada em profundidade de 1.800 metros e terá, no total, 18 poços a ela ligados, sendo 11 produtores e sete injetores de água. É destinada à produção de 180 mil barris de óleo por dia e, junto com o petróleo, deverá produzir 4,5 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Em sua construção, serão investidos 1,65 bilhão de dólares.




Por Fábio Dutra/JA



Novo pórtico-guindaste

Josenildo Alves confirmou que a Engevix/Ecovix, que está construindo uma série de oito cascos de FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo), para o Pré-sal no Polo Naval rio-grandino, está comprando, em parceria com a Petrobras, um pórtico-guindaste para o dique seco de maior capacidade que o atual. O já existente tem capacidade para erguer peças de até 600 toneladas. O novo será capaz de içar até 2 mil toneladas. O investimento será de R$ 191 milhões. Nesta parceria, há possibilidade de, em uma negociação futura, a Engevix conquistar contrato para construção de mais quatro cascos de FPSO para o Pré-sal. Ele ressalta que, no momento, ainda não há nada confirmado neste sentido.

O novo pórtico-guindaste, de 210 metros de largura, se faz necessário porque há peças com peso acima de 600 toneladas que precisam ser içadas, como alguns módulos que pesam 800 toneladas. Além disso, o atual equipamento só pega peças que estejam no dique ou em sua cabeceira, enquanto o novo possibilitará a implantação de uma área de pré-edificação lateral, considerando sua capacidade de movimentar estruturas que estejam na lateral do dique. "O pórtico que está sendo comprado vai agilizar as operações e nos dar um ganho de produtividade muito grande", observou. O estaleiro ficará com dois pórticos em atividade.


Por Carmem Ziebell
carmem@jornalagora.com.br


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Old November 10th, 2011, 08:41 PM   #140
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Ministro garante mais R$309 milhões para o Porto do Rio Grande
O Porto do Rio Grande passará por diversas obras de melhoria para sua infraestrutura ainda no ano de 2012. O anúncio foi feito hoje (10/11), pelo Ministro dos Portos ao Secretário de Infraestrutura e Logística do RS.

2011-11-10


O Ministro dos Portos, Leônidas Cristino com o Secretário de Infraestrutura e Logística do RS, Beto Albuquerque. Crédito: Janine Moraes/SEP
O Porto do Rio Grande passará por diversas obras de melhoria para sua infraestrutura ainda no ano de 2012. O anúncio foi feito hoje (10/11), pelo Ministro dos Portos, Leônidas Cristino ao Secretário de Infraestrutura e Logística do Estado do Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque. Além da dragagem de aprofundamento, foram listadas as obras de modernização do cais público do Porto, com a construção de 1.125 metros de cais, além da recuperação do Molhe Leste. Todas serão realizadas pela Secretaria de Portos com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As obras acima fazem parte de um conjunto de ações que a SEP executa no Porto de Rio Grande para torná-lo ainda mais competitivo. Vale lembrar que este ano foi concluída a ampliação dos molhes, com o valor de mais de R$ 400 milhões. Segundo o Ministro, tão logo toda a documentação seja entregue pelo porto, e aprovada pela equipe técnica da SEP, serão iniciados todos os processos licitatórios.

Para a modernização e aumento do cais, serão necessários aproximadamente 26 meses de obra, com a previsão para a publicação do Edital de Licitação em meados de fevereiro. Para esta melhoria a SEP irá investir R$ 119 milhões. A recuperação do Molhe Leste ficará em torno de R$ 80 milhões e deverá ser iniciada em agosto de 2012, segundo cronograma proposto. Já a dragagem de aprofundamento, que deixará o Porto Novo com a profundidade de 13,5 metros, no valor de R$ 110 milhões deverá ser finalizada em 2014.

O Superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, comentou o anúncio feito pelo Ministro. “É o presente do Governo Dilma para o Porto do Rio Grande, que completa 96 anos neste dia 15 de novembro. O compromisso de um projeto que une Estado e União e vê no Porto um instrumento importante de desenvolvimento socioeconômico”, disse.

Assessoria de Imprensa da SEP e Assessoria de Comunicação SUPRG

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