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Projetos de Desenvolvimento Regional - Paraná
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![]() Projeto da Região Metropolitana liga três cidades com rodovia Um projeto que vai beneficiar o eixo Maringá-Sarandi-Marialva está sendo discutido pela coordenação da Região Metropolitana de Maringá (RMM) e pelos prefeitos dos três municípios. Chamado de Arco Sul, a idéia é unir, num traçado único, uma área que vai interligar as três cidades e formar um grande parque industrial. Outro benefício seria o desvio do tráfego de veículos pesados da Avenida Colombo, que passa pelo centro maringaense. O projeto prevê que o Arco Sul tenha pistas amplas, com início no Conjunto Cidade Alta, na rodovia Contorno Sul, em Maringá, siga um traçado similar ao da rede de alta tensão, passe pela parte externa da área urbana de Sarandi e vá até Marialva, nas proximidades do Posto da Polícia Rodoviária na BR-376. De acordo com o coordenador da RMM, João Ivo Caleffi, a estimativa de recursos para o projeto é de R$ 60 milhões. "Provavelmente (os recursos) devem ser obtidos junto ao governo federal ou ainda através da iniciativa público-privada." Ainda segundo Caleffi, o projeto tem o apoio dos prefeitos dos municípios envolvidos. "Agora o que nós queremos é abrir essa discussão para a comunidade e receber o apoio político de todos os nossos representantes", disse. Caleffi define o Arco Sul como um novo eixo de desenvolvimento econômico. "É um projeto metropolitano de desenvolvimento sustentável para a região e, ainda, um projeto de inclusão social." Para Caleffi, a proposta é totalmente viável, mas ele acredita que, por causa dos recursos, a idéia seja concretizada em médio ou longo prazo. "A viabilidade já foi atestada por um engenheiro do DER, que fez o pré-projeto da obra", informou, referindo-se ao Departamento de Estradas e Rodagem. O coordenador também ressaltou que a infra-estrutura da ferrovia existente no trecho é mais um atrativo que agregaria valor econômico ao Arco Sul. "O mais importante do projeto é a possibilidade de atrair grandes indústrias", resumiu. O prefeito de Sarandi, Cido Spada (PT), avaliou o projeto como uma alternativa para impulsionar a economia regional. "É uma obra prioritária para o desenvolvimento da região. O aspecto mais positivo é a criação de um grande pólo industrial", disse. O prefeito de Marialva, Humberto Feltrin (PMDB), disse que o projeto, apesar de ainda estar apenas no papel, é importante para a expansão da região. "Com o Arco Sul, abre-se um novo leque de empreendimentos, com uma capacidade bem superior da que temos atualmente", disse. O prefeito de Maringá, Silvio Barros (sem partido) não foi encontrado para comentar o projeto. Arco Sul pode ajudar a consolidar a metrópole linear O Anel Viário Prefeito Sincler Sambatti, construído no início da década de 1990 para desviar da área urbana de Maringá o trânsito de veículos das rodovias BR-376 e PR-317, deverá ganhar um novo traçado, passando pelo bairro Cidade Alta, pelos fundos da cidade de Sarandi e desembocando na BR-376 na entrada de Marialva. Com isso, o chamado Contorno Sul deixa de ser uma via urbana de Maringá para tornar-se uma variante estadual, envolvendo três municípios. A idéia de criação de um novo contorno de cerca de 25 quilômetros, saindo da PR-317 pelo atual trajeto e seguindo em linha reta pelo bairro Cidade Alta, Vale Azul, fundos de Sarandi até chegar no posto da Polícia Rodoviária, em Marialva, está em gestação há dois anos. De lá para cá, engenheiros do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER) realizaram um pré-estudo, o governador Roberto Requião aprovou a idéia, o vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) batizou a futura estrada de Arco Sul, a Assembléia Legislativa aprovou um projeto autorizando o Estado a construir a nova variante e o prefeito Silvio Barros (PP) e a Coordenação da Região Metropolitana de Maringá estão empenhadas em viabilizar recursos para a obra. O prefeito esteve em Brasília, em audiência com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT), Luiz Pagot, para pedir a participação do governo federal no projeto. Ainda no nascimento da idéia, o então coordenador da Região Metropolitana, João Ivo Caleffi, citou que o projeto consolidará uma boa estrutura de transporte, pois margeando a pista dupla do já batizado Arco Sul, estará a linha férrea, que poderá ser destinada a um trem de passageiros. Para o deputado Luiz Nishimori (PSDB), autor do projeto aprovado pela Assembléia Legislativa, ¿o mais importante no Projeto Arco Sul é a perspectiva de atração de grandes indústrias para aquela região, significando, este processo, um ponto de partida para a consolidação da metrópole linear do Norte do Paraná que há tantos anos as lideranças político-administrativas tentam tirar do papel¿. Ontem, o secretário municipal de Serviços Públicos, Vagner Mússio, afirmou que os estudos realizados mostram a possibilidade de transformação da faixa de terras que acompanha o traçado com a implantação de novos parques industriais nos municípios de Maringá, Sarandi e Marialva. De acordo com Mússio, as condições geográficas são favoráveis, a nova estrada terá poucos declives e o projeto contempla a idéia de ¿um contorno verdadeiro, já que o atual perdeu suas características ao deixar de ser uma variante por fora da área urbana, transformando-se em uma avenida como qualquer outra da cidade¿. Ele explica que um contorno, que objetiva desviar o trânsito da cidade, deve ser como uma rodovia, não pode ter cruzamentos, semáforos, quebra-molas, contornos, retornos e faixas de pedestre. ¿E o nosso contorno atual tem tudo isso, não servindo mais como via rápida, tornando-se incômodo para o motorista, que muitas vezes prefere passar por dentro da cidade¿. Para completar, foram abertos novos loteamentos do outro lado do Contorno Sul, de modo que há grande quantidade de pedestre e ciclistas ¿ inclusive crianças ¿ cruzando a pista a todo momento. No entender do prefeito Silvio Barros, para que o Arco Sul alcance o objetivo previsto, será preciso fazer aterros e cortes, eliminando os aclives e declives acentuados que prejudicam em especial o transporte de cargas. O prefeito credita que o governo federal, que vai par construir o Contorno Norte, participará do projeto do Arco Sul. Last edited by SH; September 12th, 2010 at 03:59 PM. |
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Sarandi/Marialva: Novo pólo industrial e químico e o alcoolduto
![]() Esta área é uma faixa de terras entre Marialva e Sarandi. Futuramente, serão interligadas, também, pelo novo Contorno Sul. Juntamente à presença de linha férrea, propiciará o surgimento de um importante parque industrial. É onde justamente encontram-se a CPA Trading (Centro de exportação e distribuição de etanol) e a BS Bios (usina de biodiesel em parceria com a Petrobrás). A partir desta região, a Alcopar planeja interligar o pólo sucroalcooleiro norte-paranaense até o porto de Paranaguá. Sobre a BSBios: "Terá capacidade de produzir 120 milhões de litros de biodiesel por ano a partir de rota metílica e terá a soja como matéria-prima inicial. A comercialização será feita via Petrobras, para abastecimento do mercado interno, e também para exportação". Fonte Sobre a CPA Trading: "Terminal de armazenagem e transbordo de álcool e açúcar. O empreendimento ocupa uma área de 168 mil m², na divisa dos municípios de Sarandi e Marialva. A estrutura, servida por linha férrea, fica ao lado da rodovia BR-376, na região de Maringá, PR. Segundo o presidente da empresa, Dagoberto Delmar Pinto, o empreendimento custou R$ 100 milhões e vai desafogar a atual estrutura de armazenagem do Paraná, facilitando o escoamento e a comercialização dos produtos. Os produtos serão transportados por rodovia e ferrovia. A capacidade inicial de armazenagem é de 100 milhões de litros de álcool e 200 mil toneladas de açúcar. Com o crescimento da demanda, a estrutura poderá ser ampliada, respectivamente, para 200 milhões de litros e 500 mil toneladas". Fonte Sobre o Alcoolduto: Alcoolduto vai ligar Maringá ao Porto de Paranaguá Até 2014 o Paraná deve ter um alcoolduto de cerca de 500 quilômetros para escoamento de álcool ligando Maringá ao centro de distribuição em Araucária, na região de Curitiba, e ao Porto de Paranaguá. O investimento total estimado é de R$ 1 bilhão. O alcoolduto terá capacidade para escoar 4 bilhões de litros por ano, número que eventualmente poderá ser revisto, conforme a demanda. Depois de uma série de tratativas que envolveram vários setores, nos últimos anos, foi definida na sede da Alcopar (Associação dos Produtores de Bioenergia do Paraná), em Maringá, a constituição das empresas CPL Holding e CPL Logística, que serão responsáveis pela montagem e a operação do canal. A primeira empresa é constituída pelas 21 indústrias paranaenses associadas à Alcopar, que além de investirem no negócio assumiram o compromisso de viabilizá-lo economicamente por meio de contratos fixos de movimentação de álcool por um período de 20 anos. Da segunda empresa fazem parte alguns investidores, entre os quais operadores de terminais como a CPA Trading S/A, a Cattalini Terminais Marítimos e a própria CPL Holding. O governo do Paraná pretende ser parceiro, mesmo com o empreendimento totalmente privado. “Nada impede que outras empresas interessadas venham somar conosco”, afirma Anísio Tormena, presidente da Alcopar. A obra terá início assim que foram obtidas as licenças ambientais, nos próximos meses. O investimento total estimado é de R$ 1 bilhão, dos quais 10% já foram integralizados pelos investidores. O alcoolduto terá capacidade para escoar 4 bilhões de litros por ano, número que eventualmente poderá ser revisto, conforme Tormena, adequando-se os volumes de acordo com o crescimento da demanda até o início das obras. O presidente da Alcopar informou que a próxima etapa será formalizar as bases da parceria com as estatais Compagás e Copel, que devem participar do projeto compartilhando a faixa de servidão, por onde passará o duto, após levantamento topográfico. A Compagás vai escoar gás e a Copel pretende construir uma linha com fibra ótica. A discussão para a constituição do alcoolduto teve início há mais de cinco anos e a linha ligando Maringá, Araucária e Paranaguá será apenas a primeira etapa do projeto. A proposta é dar continuidade à estrutura, num segundo momento, para atender também ao Mato Grosso do Sul. Grande produtor Na safra 2009/10, encerrada em março, as 30 indústrias paranaenses produziram 1,9 bilhão de litros de álcool, volume que ficou pouco abaixo dos 2,046 bilhões da safra anterior (2008/09). O Estado, que é o terceiro maior produtor nacional, atrás de São Paulo e Minas Gerais, responde por 13% das exportações brasileiras do produto, que no ano passado totalizaram 3,308 bilhões de litros. O porto de Paranaguá embarcou 442,3 milhões de litros, só perdendo para São Paulo, com 2,292 bilhões. A previsão para a safra 2010/11 é que os paranaenses produzam acima de 2 bilhões de litros e ampliem o volume a ser exportado para cerca de 500 milhões de litros. Estrutura construída Como parte da logística de apoio do alcoolduto já existem estruturas prontas em locais estratégicos. Entre Sarandi e Marialva, a CPA Trading S/A, que pertence ao setor de sucroenergia do Paraná, construiu um terminal de 168 mil m² com capacidade para armazenar 100 milhões de litros de álcool em 17 tanques e 200 mil toneladas de açúcar em dois armazéns. A unidade foi levantada às margens da ferrovia que liga Maringá ao porto. Está prevista, para os próximos anos, a ampliação para 200 milhões de litros de álcool e 500 mil toneladas de açúcar. A CPA Trading também inaugura até no primeiro semestre outra parte de sua estrutura, no Porto de Paranaguá. São oito tanques com capacidade para 54 milhões de litros. Há também instalações particulares de transbordo da Usina Santa Terezinha, em Maringá. No Porto de Paranaguá o setor conta com a operação da Álcool do Paraná, um terminal portuário público exclusivo para embarque de álcool, dotado de sete tanques para armazenar 37,5 milhões de litros de álcool. Por sua vez, a Cattalini Terminais Marítimos possui 85 tanques com capacidade para 278 milhões de litros. Last edited by SH; September 7th, 2010 at 11:48 PM. |
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Aeroporto de cargas
Ferramenta de desenvolvimento regional, o Aeroporto de Maringá possui Terminal de Cargas domésticas e internacionais, recebendo, ainda que com baixa frequência, vôos charter de cargas desde Miami, EUA. As operações são coordenadas pela MCA Logística, representante da alemã Senator International.
FonteEstão sendo executadas melhorias, como a ampliação do pátio em frente ao TECA, que terá capacidade de receber dois 767-300F simultaneamente e com carga máxima. A partir de sua conclusão, será possível a operação semanal de cargas internacionais a partir de Maringá. FonteA Tampa Cargo demonstrou interesse em centralizar neste terminal parte de suas operações no Brasil. A longo prazo, com a futura ampliação da pista de pousos e decolagens, cogita-se uma linha entre Maringá e a China. Last edited by SH; September 7th, 2010 at 10:08 PM. |
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Pacto Oeste-Noroeste-Norte do Paraná
Gestão Territorial Integrada do Interior do Paraná
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Arco Norte - Região Metropolitana de Londrina
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Os prefeitos de Londrina, Cambé, Apucarana e Rolândia, da Região Norte do Estado, estiveram na última segunda-feira (22) no Cietep, em Curitiba, para apresentar o projeto Arco Norte ao presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures. "Nosso objetivo é reanimar a articulação e gestão do Arco Norte e estabelecer uma nova aliança estratégica, contando com apoio institucional da Fiep", afirmou o prefeito de Londrina, Barbosa Neto. O Arco Norte é um plano estratégico de desenvolvimento regional que prevê a construção de um aeroporto de cargas, um parque industrial e uma rodovia estadual em Londrina e região. Parceria "Para a indústria ter competitividade, ela precisa de um ambiente com desenvolvimento tecnológico e político. E os grandes parceiros para isso são os prefeitos, os vereadores e todos os políticos da esfera municipal. Participamos deste projeto não só por convicção ou porque é nosso dever, mas também de coração", disse o presidente da Fiep, que, após conhecer em detalhes o Arco Norte, colocou à disposição dos secretários municipais a equipe de técnicos da Fiep e do Cifal (Centro Internacional de Formação de Atores Locais) para auxiliar no desenvolvimento do projeto, adequado à iniciativa das Cidades Inovadoras, lançada pela Federação para promover o bem-estar através do fomento de polos de inovação nas cidades brasileiras. Desenvolvimento "A concretização do Arco Norte é um anseio de todos nós. Vamos fazer com que ele se torne realidade e leve o desenvolvimento para toda a Região", disse o prefeito de Rolândia, Johnny Lehmann. "Se não pensarmos na região, nossa cidade cresce, mas a região empobrece, e isso traz problemas sociais. Este é um exemplo de como o poder público e a iniciativa privada podem buscar juntos soluções para aumentar a qualidade de vida do cidadão", afirmou o prefeito de Apucarana, João Carlos Oliveira. |
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#6 |
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BANNED
Join Date: Mar 2008
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Que povo animado aqui eihn rsrsrs
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#7 |
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Ricardo
Join Date: Nov 2007
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Super projeto!!! vou ter que ver várias vezes pra entender bem!!
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#8 |
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Flying
Join Date: Apr 2007
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Pois é, gente bem articulada nos estudos e projeções, utilizando da sensatez e da ousadia para um futuro sustentável, não há de negar que se tem muito em nosso Estado.
O que não temos é articulação POLÍTICA, que infelizmente não é nada saudável para o Estado do Paraná que tem a ânsia de crescer e prosperar. Ótimo post SH, vamos acompanhar aqui!
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Meus threads: Cascavel | São Paulo | Rio de Janeiro | Ponte da Amizade | Roraima | Toledo (PR) Last edited by .Kr'st_fer.; September 20th, 2012 at 03:30 AM. |
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#9 |
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BANNED
Join Date: Mar 2008
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Ate que enfim Maringa vai ficar com cara de grande metropole, depois da revitalização da Av Brasil será outra cidade
Maringá terá os US$ 13 mi do BID para obras A A Prefeitura de Maringá assina na próxima semana o contrato de empréstimo de US$ 13 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para obras no trânsito. O início dos trabalhos será em 2011. Entre as obras previstas estão a retirada do estacionamento do canteiro central da Avenida Brasil e implantação do sistema binário em mais vias. Prefeitura e BID ainda discutem o dia para a assinatura. O BID havia proposto segunda-feira (12). O prefeito Silvio Barros (PP) pediu para que a solenidade seja na terça-feira, porque no início da semana estará em um encontro de prefeitos em Brasília. A definição será ainda esta semana. Dois técnicos do banco chegaram ontem a Maringá, para estabelecer o cronograma de obras. De acordo com o secretário municipal de Planejamento, Jurandir Guatassara Boeira, os trabalhos serão iniciados a partir de janeiro. Uma das obras previstas é a ampliação do sistema binário A demora para a assinatura no contrato fez a administração descartar interferências no trânsito às vésperas do Natal, por conta do movimento no comércio da região central. "Para este ano está descartada qualquer mudança", afirma Boeira. Com a chegada dos técnicos, a prefeitura vai definir quais serão as primeiras etapas das obras e o que muda no projeto original enviado ao banco, em fevereiro de 2007. Entre os projetos que o município pretende manter está a remoção do estacionamento do canteiro central das avenida Brasil e Mauá. Para ambas também está prevista a implantação do sistema binário. Para a Brasil, também está prevista a construção de uma via preferencial para o transporte coletivo. Já um projeto que a administração municipal pretende alterar é a construção de dois terminais de ônibus nas zonas leste e oeste. Técnicos da prefeitura pretendem encontrar uma forma de dispensar essas obras ¿ por meio de mudanças que devem constar no futuro edital de licitação do transporte coletivo. Atraso A assinatura do contrato foi atrasada em quase dois meses por conta de um impasse jurídico, envolvendo o Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão identificou indícios de irregularidades em um contrato entre a Prefeitura de Natal e o Banco Mundial, o que levou o Ministério da Fazenda a suspender todas as assinaturas de contratos entre prefeituras e instituições financeiras internacionais. Na semana passada, o Ministério da Fazenda autorizou a assinatura de contratos que estavam pendentes no BID. Além de Maringá, estavam travados contratos entre as prefeituras de Curitiba e Ponta Grossa. O financiamento para Curitiba será de US$ 50 milhões e será assinado na sexta-feira. O dinheiro será utilizado para obras de transporte público e desfavelamento. Para Ponta Grossa serão US$ 7,5 milhões destinados a obras de asfalto e saneamento. Números US$ 26 mi é o valor total do projeto ¿ 50% financiados pelo BID e o restante bancado pela prefeitura. 25 anos é o prazo para o pagamento do empréstimo, com cinco anos de carência. Plano Obras previstas pelo Programa de Mobilidade e Transporte de Maringá Transformar em corredores de ônibus as faixas centrais das avenidas Brasil e Mauá, que atualmente são utilizadas como estacionamento diagonal (espinhas de peixe) e canteiros arborizados. Construção de terminais de passageiros entre a Praça Souza Naves e o Bosque das Grevíleas. Túnel viário por dentro da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Além do túnel, a possibilidade mais concreta, já aprovada pela universidade, é a construção de um contorno, abrindo novas ruas e passando por uma área do câmpus. Sistema binário nas Avenidas Brasil e Mauá. A implantação do sistema binário, no início deste ano, foi adotada como uma das medidas previstas para as obras, na expectativa de que os recursos seriam liberados ainda este ano. |
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Registered User
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Location: São Paulo & Londrina
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Thread fantástico, retratando as demandas e necessidades das três melhores regiões do Brasil: Norte, Noroeste e Oeste paranaenses.
![]() Depois passarei aqui para comentar com mais calma. Parabéns, SH! |
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Ponta Grossa - Parque Ecotecnológico
Ponta Grossa quer virar a "Nova Campinas"
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#13 |
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Maringá - Tecnoparq
![]() O Tecnoparq I é o primeiro parque tecnológico da cidade de Maringá que está sendo implementado pelo ITM – Instituto Tecnópole Maringá, entidade que tem por finalidade promover os meios e executar as ações que conduzam ao desenvolvimento econômico de Maringá, compreendendo a elevação da renda e da riqueza total e per capita local, mediante a criação de ambientes propícios ao surgimento, ao desenvolvimento e atração de atividades econômicas de base tecnológica. O ITM é formado por instituições que perseguem o objetivo comum de articular as instituições possuidoras de bases físicas e de estruturas de pesquisa, de desenvolvimento tecnológico e de inovação, e, de formação de recursos humanos, com o propósito de direcionarem suas ações para o desenvolvimento de produtos, serviços e processos de alto componente tecnológico, de gestão de empresas e de instituições de base tecnológica. Fonte O acervo tecnológico de Maringá, representado pela produção científica e tecnológica, pela estrutura de laboratórios junto a suas instituições de ensino, de pesquisa e das empresas e órgãos de fiscalização, certificação, aferição, normalização, etc., indica as seguintes áreas de maior potencialidade de atuação para o Tecnoparq I: 1. Produtos alimentares; 2. Fitoterápicos; 3. Fármacos; 4. Biotecnologia; 5. Química Fina; 6. Química; 7. Tecnologia da informação para essas áreas (informática industrial). O Tecnoparq I será instalado em área de 6.679.394 m², equivalentes a 276 alqueires paulistas, com o seguinte plano de uso e ocupação do solo: 1. Área de formação de lago: 1.545.290,10 m² ou 63,9 alqueires; 2. Área de preservação ambiental permanente: 522.866,60 m² ou 21,6 alqueires; 3. Jardim Botânico, com 476.099,00 m², ou 19,7 alqueires; 4. Área de recreação e lazer: 83.248,80 m2 ou 3,4 alqueires; 5. Área para clube de empregados no Parque: 71.316,50 m² ou 2,9 alqueires; 6. Sistema viário externo: 39.061,30 m² ou 1,6 alqueires; 7. Instalações físicas do Parque: 3.941.512,10 m² ou 162,9 alqueires. Na área de 162,9 alqueires, está previsto o seguinte programa de Estrutura Geral do Tecnoparq I: 1. Centro Administrativo e de Eventos – CAE: com edificação de 8.697,90 m², a ser instalado em área de 5,0 alqueires; 2. Centro de Convivência – CC: com edificações de 4.942,10 m², destinadas a apoiar as empresas e as pessoas no parque, com prestação de serviços, alimentação, lojas, terminal de passageiros, etc. 3. Centro de Desenvolvimento – CD: com edificações de 7.290,60 m2 onde serão implantadas as seguintes unidades: * Centro de Desenvolvimento de Fármacos; * Centro de Desenvolvimento de Nutracêuticos; * Planta Piloto Bioagrotransfer; * Centro de Desenvolvimento Agroindustrial; * Centro de Desenvolvimento de Biotecnologia; * Centro de Desenvolvimento de Fármacos. 4. Centro Incubador – CI: com edificação de 1.215,10 m², onde serão instalados novos empreendimentos industriais de base tecnológica; 5. Centro de Informática e de Utilidades: com edificação de 1.215,10 m², destina-se a dar suporte em tecnologia da informação e em utilidades industriais às unidades e empresas instaladas no Tecnoparq I. Os Centros de Convivência, de Desenvolvimento, Incubador e de Informática e de Utilidades serão instalados em área de 4,2 alqueires. 6. Laboratórios e Centros de Pesquisa – CT: área de 5,8 alqueires, destinada à implantação de laboratórios de desenvolvimento de tecnologia de Universidades, Instituições de Ensino Superior, Institutos de Pesquisa e Centros de Pesquisas de Empresas públicas e privadas; 7. Centro de Metrologia, de Normatização, de Certificação e de Entidades Oficiais – CEO: área de 7,6 alqueires, destinada à implantação de unidades laboratoriais para prestação de serviços nas áreas de controle de qualidade, de normatização, de certificação, de metrologia, de apoio tecnológico, tais como IPEM/INMETRO, INPI, TECPAR, IAPAR, IAP, Agências Governamentais, Laboratórios Oficiais e Laboratórios Certificados. 8. Áreas Industriais: * Pequenas Indústrias: área de 17,9 alqueires; * Indústrias de Médio e Grande Porte: área de 31,1 alqueires; * Condomínios Industriais: área de 41,7 alqueires. 9. Centro de Comércio, Cultura e Lazer: área de 10,5 alqueires onde será instalada uma pequena cidade, tipo Neápolis, objetivando integrar ao Tecnoparq os conceitos de turismo ambiental, turismo de negócios, turismo de eventos e turismo gastronômico. A Neápolis contará com a seguinte estrutura: restaurantes e bares típicos, cafés, chás, charutarias, cinemas, teatro, butiques, empresas telefônicas, correios, bancos, templos, agências de viagens e de locação de veículos, farmácias, fotos, livrarias, lojas de produtos típicos, entre outras instalações. 10. Sistema Viário Interno: área de 30,5 alqueires, destinada à instalação de ruas, avenidas, acessos, etc. 11. Áreas Públicas: área de 8,6 alqueires, destinada à construção de praças, jardins, estacionamentos, monumentos, eventos ao ar livre, passeios públicos, etc. |
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#14 |
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BANNED
Join Date: Mar 2008
Location: Maringa
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Saulo eu acho que o Tecnoparq vai demorar muito ainda para sair do papel, a verba sera publico-privada? na minha opiniao este projeto junto com o aeroporto de Maringa deveria ser a bandeira numero 1 da administração Silvio Barros, mas parece que nao é prioridade, sao estes dois conjuntos (Parque tecnologico + SBMG) que irão fomentar a industrialização futura da cidade, mas sinceramente eu acho que falta vontade politica e uma serie de outros fatores que sei e nao vou comentar por aqui.
Paulo |
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#15 |
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Pé Vermelho
Join Date: Jun 2006
Location: Maringá - PR
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Nossa, senti firmeza agora em Saulo! Parabéns!
Tecnoparq = sonho distante...
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Paciência tem limite e a minha se esgotou! CHEGA DE ADMINISTRAR MARINGÁ DE FORMA INCOMPETENTE E RIDÍCULA! Basta de operações tapa buracos que não resistem a duas semanas de chuvas em vias ou trechos que carecem de recapeamento a anos (Ex. Mario Clapier Urbinatti/ João Paulino Vieira Filho/ Aristides Lobo/ Itororó/ Paraná/ Brasil entre inúmeras outras). Chega de praças públicas com pisos quebrados e abandonadas a própria sorte (Raposo Tavares/ Catedral/ José Bonifácio/ Rocha Pombo/ Sete de Setembro e etc.). CHEGA DE MAL TRATAR MARINGÁ!!! |
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#16 | |||
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E, Maringá está começando a seguir o mesmo caminho. As empresas do ramo tecnológico da região estão criando um grande conglomerado, sob a marca "Software by Maringá". Empresas importantes, como a Benner e a Matera possuem bases aqui. As sementes do futuro Parque tecnológico começaram a ser lançados: Quote:
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Last edited by SH; September 15th, 2011 at 12:46 AM. |
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Corredor da Moda
O Paraná é o segundo maior polo industrial de confecções do País. O setor têxtil paranaense reúne aproximadamente 4.500 empresas, sendo a maioria micro e pequenas empresas localizadas na região norte e noroeste do Estado, compreendendo as cidades de Maringá e Cianorte, mais conhecidas também como “Corredor da Moda”. Fonte
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Importante destacar que o conceito de "Corredor da Moda" tem se expandido para a região de Maringá-Apucarana-Londrina. Cianorte e Apucarana apresentam-se como pólos altamente especializados, enquanto Londrina e Maringá constituem-se em centros de produção diversificada. Ações de sinergia nesta região ganham corpo através de estudos importantes, realizados pelas Universidades Estaduais de Londrina e Maringá, que também produzem mão de obra especializada na área da moda.
A duplicação da PR-323 configura-se num importante agente para agilizar a dinâmica do corredor, bem como a implantação de centros de formação de mão-de-obra qualificada para atuar no ramo de vestuário. A escassez de pessoas qualificadas é o principal entrave para o crescimento da atividade na região que, ainda, sofre com a concorrência de produtos importados da China. Mais Mais |
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Cascavel - Centro Tecnológico
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Criar uma estrutura para pesquisas, desenvolvimento de produtos e formação de mão de obra que faça de Cascavel e do Oeste uma referência para o mundo. Essa é a síntese de uma proposta que acaba de ser apresentada a líderes políticos e empresariais pelo Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações da Acic. A concepção de um parque tecnológico específico para o setor foi detalhada em reunião na manhã desta sexta-feira, na Acic, ao prefeito Edgar Bueno, ao deputado federal Eduardo Francisco Sciarra e a secretários. A ideia é abrigar em um único local um parque para o desenvolvimento da tecnologia de softwares, hardwares e para os setores da informação e da comunicação, informa o coordenador do Iguassu-IT (APL, Arranjo Produtivo Local, que reúne empresas do setor da tecnologia da informação do Oeste), Siro Canabarro. Ele será o segundo do gênero da região – o primeiro é o PTI, Parque Tecnológico de Itaipu, instalado em Foz do Iguaçu. Siro diz que a sugestão é dotar a área de uma estrutura básica para pesquisa, integração com universidades e para capacitação profissional. “O projeto é ousado: queremos ser uma referência nacional e mundial. Queremos ser parceiros e atender a todos, independentemente de onde estejam, com um trabalho de altíssima qualidade”, diz o coordenador do APL. O deputado federal Eduardo Francisco Sciarra diz que é parceiro do projeto e que fará de tudo para viabilizar recursos à sua estruturação. A previsão de que o custo de implantação da estrutura física chegue à casa dos R$ 2 milhões. O prefeito Edgar Bueno revelou estar entusiasmado com o projeto e garantiu que tudo o que estiver ao alcance da administração pública para a materialização dele será feito. O gestor se disse impressionado ao saber que há mais de 600 pessoas que atuam na cadeia da tecnologia em Cascavel e que a renda média de cada colaborador é de cerca de R$ 1,5 mil. “O Japão é a segunda economia do mundo porque vende conhecimento. Se temos talentos, precisamos incentivá-los”, ressaltou Edgar. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Susana Gasparovic Kasprzak, lembrou que a administração trabalha muito para conseguir novas áreas à instalação de indústrias. Uma das fases em curso é a de regularização de núcleos já em funcionamento. O presidente da Fundetec, Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Cascavel, Paulo Porsch, também confia no projeto e se colocou à disposição para auxiliar no que for necessário. Iguassu-IT O Iguassu-IT é a evolução do APLTic, um arranjo produtivo local criado para integrar empresas de tecnologia da informação do Oeste do Paraná. Atualmente, conta com 60 empresas de toda a região filiadas. “O conceito é simples: somar forças para crescer, para capacitar mão de obra e atrair talentos e para fazer da região uma referência para o mundo”, reforça o coordenador Siro Canabarro. O presidente da Acic, Marcos Roberto Teixeira, garantiu que a associação comercial é e sempre será parceira de projetos voltados ao desenvolvimento. |
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Registered User
Join Date: Mar 2009
Posts: 6,374
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Muito legal a idéia do thread
É por isso que eu defendo a criação de threads temáticos para os assuntos importantes do Paraná. Agora quando alguém quiser saber de algum projeto de desenvolvimento regional, assim como alguma notícia sobre o comércio, as estradas, aeroportos e etc..., tem um thread com todas as infomações atualizadas e organizadas.
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