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Old September 7th, 2010, 07:30 PM   #1
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Projetos de Desenvolvimento Regional - Paraná

Quote:
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ

Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury






PROJETO DE LEI Nº 035/2008





DECRETA:

Art. 1º Fica autorizado o Governo do Estado do Paraná a instituir através da Coordenação da Região Metropolitana de Maringá - COMEM, o Projeto ARCO*SUL, compreendendo o contorno sul, ligando através de uma rodovia duplicada as cidades de Maringá, Sarandi e Marialva.

Art. 2° O novo traçado do contorno sul será a partir do Conjunto Cidade Alta, seguindo a rede de alta tensão, com pistas amplas, ladeando as torres, até o contorno de Marialva, perfazendo a configuração de uma arco.

Art. 3° O projeto de que trata o artigo 1°, tem como objetivo desviar o fluxo de veículos das áreas urbanas de Maringá e Sarandi, além de oferecer infra-estrutura naquela área para parques industriais e outras atividades ligadas ao desenvolvimento dos três municípios.

Art. 4° A execução do presente projeto será reali*zada pela Secretaria de Estado dos Transportes através do Departamento de Estradas de Rodagem - DER.

Art. 5° Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.



Sala das Sessões, em 20.02.08.



(a) LUIZ NISHIMORI







JUSTIFICATIVA:



A passagem do trânsito intenso de veículos pelas vias urbanas de Maringá e Sarandi até o contorno de Marialva transformou-se num pesadelo para motoristas e transeuntes que trafegam e se utilizam desse trecho que vem desde o trecho de Paranavaí/Campo Mourão, pas*sando pela Avenida Colombo e só vai terminar na saída de Sarandi para Marialva, mais precisamente já próximo ao contorno de Marialva.

Com a instituição da Coordenação da Região Metropolitana de Maringá - COMEM, o seu atual coor*denador, João Ivo Caleffi, tem provocado discussões com Prefeitos dos município interessados e autoridades esta*duais - incluindo o Secretário de Estado dos Transportes e Diretor do DER, Rogério Tizzot, e o Superintendente do escritório do DER de Maringá, Sr. Osmar Lopes Fer*reira, aventando a possibilidade da elaboração de um pro*jeto técnico para a viabilização do Projeto de um traçado novo para o contorno sul de Maringá, o que resolveria o problema crucial dos três municípios: Maringá, Sarandi e Marialva.

O contorno sul de Maringá, partiria do Conjunto Cidade Alta, seguindo a rede de alta tensão, com pistas amplas ladeando as torres, até o contorno de Marialva. Terá pois a configuração de um arco, razão pela qual já foi batizado de Arco Sul.

O projeto não tem apenas o objetivo de desviar o fluxo de veículos das áreas urbanas de Maringá e Sarandi, mas traz consigo as perspectivas reais de trans*formar aquela faixa de terras em parques industriais, a serem implementados pelos três municípios. As condi*ções geográficas são favoráveis. Mais favorável, ainda, é a estrutura do transporte que se consolidará nesse trecho, pois margeando a pista dupla do já batizado Arco Sul, estará a ferrovia por onde passará em futuro bem pró*ximo, o trem de passageiros.

O Arco Sul já tem um pré-projeto, feito por enge*nheiros do DER/Maringá, que atestam a viabilidade da obra, a ser realizada a um custo estimado de R$60 milhões, estando aí incluída a revitalização do contorno já existente. Portanto, a questão técnica já está sendo encaminhada.

O escritório da região metropolitana de Maringá já vem promovendo a arregimentação de forças políticas entre os órgãos do Governo do Estado, para sensibilizar o Governo Federal da importância da obra que trará um desenvolvimento social e econômico do eixo Maringá-Sarandi-Marialva. Trata-se, por conseguinte, de uma demanda metropolitana.

O mais importante no Projeto Arco Sul, é a pers*pectiva de atração de grandes indústrias para aquela região, significando este processo, um ponto de partida para a consolidação da metrópole linear do norte do Paraná que há tantos anos as lideranças político-adminis*trativas tentam tirar do papel.

Por isso, peço o devido apoio aos colegas Parla*mentares, para a aprovação do presente projeto.
Fonte

Quote:
É um projeto de que visa não apenas melhorar o fluxo de tráfego de veículos pelo atual Contorno Sul como também, alavancar o processo de industrialização de Sarandi e Marialva, uma vez que o novo traçado desse contorno, seguiria as linhas de alta tensão, na altura do Conjunto Cidade Alta e sairia no trevo de Marialva. Margeando a linha férrea, passaria por trás de Sarandi, tirando boa parte do tráfego pesado da entrada da cidade e facilitando o processo de industrialização do lado Sul de Sarandi, contemplando também os municípios de Maringá e Marialva. O projeto está em discussão entre gestores públicos da região e do Estado.
Fonte




Projeto da Região Metropolitana liga três cidades com rodovia

Um projeto que vai beneficiar o eixo Maringá-Sarandi-Marialva está sendo discutido pela coordenação da Região Metropolitana de Maringá (RMM) e pelos prefeitos dos três municípios.

Chamado de Arco Sul, a idéia é unir, num traçado único, uma área que vai interligar as três cidades e formar um grande parque industrial. Outro benefício seria o desvio do tráfego de veículos pesados da Avenida Colombo, que passa pelo centro maringaense.

O projeto prevê que o Arco Sul tenha pistas amplas, com início no Conjunto Cidade Alta, na rodovia Contorno Sul, em Maringá, siga um traçado similar ao da rede de alta tensão, passe pela parte externa da área urbana de Sarandi e vá até Marialva, nas proximidades do Posto da Polícia Rodoviária na BR-376.

De acordo com o coordenador da RMM, João Ivo Caleffi, a estimativa de recursos para o projeto é de R$ 60 milhões. "Provavelmente (os recursos) devem ser obtidos junto ao governo federal ou ainda através da iniciativa público-privada."

Ainda segundo Caleffi, o projeto tem o apoio dos prefeitos dos municípios envolvidos. "Agora o que nós queremos é abrir essa discussão para a comunidade e receber o apoio político de todos os nossos representantes", disse.

Caleffi define o Arco Sul como um novo eixo de desenvolvimento econômico. "É um projeto metropolitano de desenvolvimento sustentável para a região e, ainda, um projeto de inclusão social."

Para Caleffi, a proposta é totalmente viável, mas ele acredita que, por causa dos recursos, a idéia seja concretizada em médio ou longo prazo. "A viabilidade já foi atestada por um engenheiro do DER, que fez o pré-projeto da obra", informou, referindo-se ao Departamento de Estradas e Rodagem.

O coordenador também ressaltou que a infra-estrutura da ferrovia existente no trecho é mais um atrativo que agregaria valor econômico ao Arco Sul. "O mais importante do projeto é a possibilidade de atrair grandes indústrias", resumiu.

O prefeito de Sarandi, Cido Spada (PT), avaliou o projeto como uma alternativa para impulsionar a economia regional. "É uma obra prioritária para o desenvolvimento da região. O aspecto mais positivo é a criação de um grande pólo industrial", disse.

O prefeito de Marialva, Humberto Feltrin (PMDB), disse que o projeto, apesar de ainda estar apenas no papel, é importante para a expansão da região. "Com o Arco Sul, abre-se um novo leque de empreendimentos, com uma capacidade bem superior da que temos atualmente", disse. O prefeito de Maringá, Silvio Barros (sem partido) não foi encontrado para comentar o projeto.


Arco Sul pode ajudar a consolidar a metrópole linear

O Anel Viário Prefeito Sincler Sambatti, construído no início da década de 1990 para desviar da área urbana de Maringá o trânsito de veículos das rodovias BR-376 e PR-317, deverá ganhar um novo traçado, passando pelo bairro Cidade Alta, pelos fundos da cidade de Sarandi e desembocando na BR-376 na entrada de Marialva. Com isso, o chamado Contorno Sul deixa de ser uma via urbana de Maringá para tornar-se uma variante estadual, envolvendo três municípios.

A idéia de criação de um novo contorno de cerca de 25 quilômetros, saindo da PR-317 pelo atual trajeto e seguindo em linha reta pelo bairro Cidade Alta, Vale Azul, fundos de Sarandi até chegar no posto da Polícia Rodoviária, em Marialva, está em gestação há dois anos. De lá para cá, engenheiros do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER) realizaram um pré-estudo, o governador Roberto Requião aprovou a idéia, o vice-governador Orlando Pessuti (PMDB) batizou a futura estrada de Arco Sul, a Assembléia Legislativa aprovou um projeto autorizando o Estado a construir a nova variante e o prefeito Silvio Barros (PP) e a Coordenação da Região Metropolitana de Maringá estão empenhadas em viabilizar recursos para a obra. O prefeito esteve em Brasília, em audiência com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes (DNIT), Luiz Pagot, para pedir a participação do governo federal no projeto.

Ainda no nascimento da idéia, o então coordenador da Região Metropolitana, João Ivo Caleffi, citou que o projeto consolidará uma boa estrutura de transporte, pois margeando a pista dupla do já batizado Arco Sul, estará a linha férrea, que poderá ser destinada a um trem de passageiros.
Para o deputado Luiz Nishimori (PSDB), autor do projeto aprovado pela Assembléia Legislativa, ¿o mais importante no Projeto Arco Sul é a perspectiva de atração de grandes indústrias para aquela região, significando, este processo, um ponto de partida para a consolidação da metrópole linear do Norte do Paraná que há tantos anos as lideranças político-administrativas tentam tirar do papel¿.

Ontem, o secretário municipal de Serviços Públicos, Vagner Mússio, afirmou que os estudos realizados mostram a possibilidade de transformação da faixa de terras que acompanha o traçado com a implantação de novos parques industriais nos municípios de Maringá, Sarandi e Marialva.
De acordo com Mússio, as condições geográficas são favoráveis, a nova estrada terá poucos declives e o projeto contempla a idéia de ¿um contorno verdadeiro, já que o atual perdeu suas características ao deixar de ser uma variante por fora da área urbana, transformando-se em uma avenida como qualquer outra da cidade¿.

Ele explica que um contorno, que objetiva desviar o trânsito da cidade, deve ser como uma rodovia, não pode ter cruzamentos, semáforos, quebra-molas, contornos, retornos e faixas de pedestre. ¿E o nosso contorno atual tem tudo isso, não servindo mais como via rápida, tornando-se incômodo para o motorista, que muitas vezes prefere passar por dentro da cidade¿. Para completar, foram abertos novos loteamentos do outro lado do Contorno Sul, de modo que há grande quantidade de pedestre e ciclistas ¿ inclusive crianças ¿ cruzando a pista a todo momento.

No entender do prefeito Silvio Barros, para que o Arco Sul alcance o objetivo previsto, será preciso fazer aterros e cortes, eliminando os aclives e declives acentuados que prejudicam em especial o transporte de cargas. O prefeito credita que o governo federal, que vai par construir o Contorno Norte, participará do projeto do Arco Sul.

Last edited by SH; September 12th, 2010 at 03:59 PM.
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Old September 7th, 2010, 08:04 PM   #2
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Sarandi/Marialva: Novo pólo industrial e químico e o alcoolduto




Esta área é uma faixa de terras entre Marialva e Sarandi. Futuramente, serão interligadas, também, pelo novo Contorno Sul. Juntamente à presença de linha férrea, propiciará o surgimento de um importante parque industrial. É onde justamente encontram-se a CPA Trading (Centro de exportação e distribuição de etanol) e a BS Bios (usina de biodiesel em parceria com a Petrobrás). A partir desta região, a Alcopar planeja interligar o pólo sucroalcooleiro norte-paranaense até o porto de Paranaguá.

Sobre a BSBios:
"Terá capacidade de produzir 120 milhões de litros de biodiesel por ano a partir de rota metílica e terá a soja como matéria-prima inicial. A comercialização será feita via Petrobras, para abastecimento do mercado interno, e também para exportação". Fonte

Sobre a CPA Trading:
"Terminal de armazenagem e transbordo de álcool e açúcar. O empreendimento ocupa uma área de 168 mil m², na divisa dos municípios de Sarandi e Marialva. A estrutura, servida por linha férrea, fica ao lado da rodovia BR-376, na região de Maringá, PR. Segundo o presidente da empresa, Dagoberto Delmar Pinto, o empreendimento custou R$ 100 milhões e vai desafogar a atual estrutura de armazenagem do Paraná, facilitando o escoamento e a comercialização dos produtos. Os produtos serão transportados por rodovia e ferrovia. A capacidade inicial de armazenagem é de 100 milhões de litros de álcool e 200 mil toneladas de açúcar. Com o crescimento da demanda, a estrutura poderá ser ampliada, respectivamente, para 200 milhões de litros e 500 mil toneladas". Fonte

Sobre o Alcoolduto:
Alcoolduto vai ligar Maringá ao Porto de Paranaguá

Até 2014 o Paraná deve ter um alcoolduto de cerca de 500 quilômetros para escoamento de álcool ligando Maringá ao centro de distribuição em Araucária, na região de Curitiba, e ao Porto de Paranaguá. O investimento total estimado é de R$ 1 bilhão. O alcoolduto terá capacidade para escoar 4 bilhões de litros por ano, número que eventualmente poderá ser revisto, conforme a demanda.

Depois de uma série de tratativas que envolveram vários setores, nos últimos anos, foi definida na sede da Alcopar (Associação dos Produtores de Bioenergia do Paraná), em Maringá, a constituição das empresas CPL Holding e CPL Logística, que serão responsáveis pela montagem e a operação do canal.

A primeira empresa é constituída pelas 21 indústrias paranaenses associadas à Alcopar, que além de investirem no negócio assumiram o compromisso de viabilizá-lo economicamente por meio de contratos fixos de movimentação de álcool por um período de 20 anos. Da segunda empresa fazem parte alguns investidores, entre os quais operadores de terminais como a CPA Trading S/A, a Cattalini Terminais Marítimos e a própria CPL Holding.

O governo do Paraná pretende ser parceiro, mesmo com o empreendimento totalmente privado. “Nada impede que outras empresas interessadas venham somar conosco”, afirma Anísio Tormena, presidente da Alcopar. A obra terá início assim que foram obtidas as licenças ambientais, nos próximos meses. O investimento total estimado é de R$ 1 bilhão, dos quais 10% já foram integralizados pelos investidores. O alcoolduto terá capacidade para escoar 4 bilhões de litros por ano, número que eventualmente poderá ser revisto, conforme Tormena, adequando-se os volumes de acordo com o crescimento da demanda até o início das obras.

O presidente da Alcopar informou que a próxima etapa será formalizar as bases da parceria com as estatais Compagás e Copel, que devem participar do projeto compartilhando a faixa de servidão, por onde passará o duto, após levantamento topográfico. A Compagás vai escoar gás e a Copel pretende construir uma linha com fibra ótica.

A discussão para a constituição do alcoolduto teve início há mais de cinco anos e a linha ligando Maringá, Araucária e Paranaguá será apenas a primeira etapa do projeto. A proposta é dar continuidade à estrutura, num segundo momento, para atender também ao Mato Grosso do Sul.

Grande produtor

Na safra 2009/10, encerrada em março, as 30 indústrias paranaenses produziram 1,9 bilhão de litros de álcool, volume que ficou pouco abaixo dos 2,046 bilhões da safra anterior (2008/09). O Estado, que é o terceiro maior produtor nacional, atrás de São Paulo e Minas Gerais, responde por 13% das exportações brasileiras do produto, que no ano passado totalizaram 3,308 bilhões de litros. O porto de Paranaguá embarcou 442,3 milhões de litros, só perdendo para São Paulo, com 2,292 bilhões. A previsão para a safra 2010/11 é que os paranaenses produzam acima de 2 bilhões de litros e ampliem o volume a ser exportado para cerca de 500 milhões de litros.

Estrutura construída

Como parte da logística de apoio do alcoolduto já existem estruturas prontas em locais estratégicos. Entre Sarandi e Marialva, a CPA Trading S/A, que pertence ao setor de sucroenergia do Paraná, construiu um terminal de 168 mil m² com capacidade para armazenar 100 milhões de litros de álcool em 17 tanques e 200 mil toneladas de açúcar em dois armazéns. A unidade foi levantada às margens da ferrovia que liga Maringá ao porto. Está prevista, para os próximos anos, a ampliação para 200 milhões de litros de álcool e 500 mil toneladas de açúcar.

A CPA Trading também inaugura até no primeiro semestre outra parte de sua estrutura, no Porto de Paranaguá. São oito tanques com capacidade para 54 milhões de litros. Há também instalações particulares de transbordo da Usina Santa Terezinha, em Maringá. No Porto de Paranaguá o setor conta com a operação da Álcool do Paraná, um terminal portuário público exclusivo para embarque de álcool, dotado de sete tanques para armazenar 37,5 milhões de litros de álcool. Por sua vez, a Cattalini Terminais Marítimos possui 85 tanques com capacidade para 278 milhões de litros.

Last edited by SH; September 7th, 2010 at 11:48 PM.
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Old September 7th, 2010, 08:17 PM   #3
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Aeroporto de cargas

Ferramenta de desenvolvimento regional, o Aeroporto de Maringá possui Terminal de Cargas domésticas e internacionais, recebendo, ainda que com baixa frequência, vôos charter de cargas desde Miami, EUA. As operações são coordenadas pela MCA Logística, representante da alemã Senator International.

Fonte

Estão sendo executadas melhorias, como a ampliação do pátio em frente ao TECA, que terá capacidade de receber dois 767-300F simultaneamente e com carga máxima. A partir de sua conclusão, será possível a operação semanal de cargas internacionais a partir de Maringá.

Fonte
A Tampa Cargo demonstrou interesse em centralizar neste terminal parte de suas operações no Brasil. A longo prazo, com a futura ampliação da pista de pousos e decolagens, cogita-se uma linha entre Maringá e a China.

Last edited by SH; September 7th, 2010 at 10:08 PM.
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Old September 7th, 2010, 10:25 PM   #4
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Pacto Oeste-Noroeste-Norte do Paraná

Gestão Territorial Integrada do Interior do Paraná
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Originally Posted by .Kr'st_fer. View Post
Fonte: www.comic.pr.gov.br

Criação do Pacto Oeste em conexão com o Pacto Noroeste e Norte do Paraná.

O que é o Pacto:

- Uma Associação Civil;
- De Direito Privado;
- De Interesse Público;
- Sem Fins Lucrativos;
- Com atuação no Eixo Multifuncional e Multimodal de Desenvolvimento Estratégico da Região;

Ação:

- Articulação política da Região Oeste e planejamento.
- Estabelecer política e diretrizes de desenvolvimento, seguindo as diretrizes do PRDE (Programa Regional de Desenvolvimento Estratégico).
- Funções e serviços públicos de interesse comuns entre os municípios que integram a microrregião.

Missão:

- Atuar prioritariamente nas funções públicas de interesse comum, tais como: no planejamento territorial, transportes e logística, uso do solo, saneamento básico e resíduos sólidos.
- Desenvolvimento sustentável com inclusão social.
- Cada cidade ser um Pólo de desenvolvimento.
- Construir uma relação de solidariedade entre as cidades, para favorecer o desenvolvimento sócio econômico da região oeste, integrada com as outras microrregiões e regiões metropolitanas do Estado do Paraná.

Objetivos Específicos :

ELABORAR O PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DO EIXO
Definindo o Cenário Futuro que é desejado para território do Eixo.

CRIAR UMA AGENDA ESTRATÉGICA DE PROJETOS PRIORITÁRIOS
Com vistas ao aproveitamento das oportunidades multiescalares e a solução aos entraves regionais ao desenvolvimento estratégico.

ORGANIZAR O SISTEMA DA GESTÃO INTEGRADA E COMPARTILHADA PARA O DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO

Participantes do Pacto.

Governo do Estado do Paraná;

Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral - SEPL

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano - SEDU

Governos Municipais:

OESTE: ASSIS CHATEAUBRIAND, CASCAVEL, GUAÍRA, MARECHAL CÂNDIDO RODON, MARIPÁ, MERCEDES, PALOTINA, TERRA ROXA E TOLEDO.

NOROESTE/ NORTE: APUCARANA, CIANORTE, CRUZEIRO DO OESTE, GUAÍRA, LONDRINA, MARINGÁ E UMUARAMA.

Integrantes do Pacto no Futuro.

Governo Federal

Ministério de Planejamento e Gestão

Outros municípios do Eixo

Outras secretarias de Estado e Entidades Privadas

Membros Transitórios: BIRD, BID, Governos de outros Estados, Governos Estrangeiros, etc.



































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Old September 7th, 2010, 10:39 PM   #5
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Arco Norte - Região Metropolitana de Londrina

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Originally Posted by Yuri S Andrade View Post


As seis cidades que formam o Arco Norte (Ibiporã, Londrina, Cambé, Rolândia, Arapongas e Apucarana) possuem juntas 950 mil habitantes. Se considerarmos os municípios limítrofes que gravitam em torno desse eixo, teremos quase 1,2 milhão de habitantes. Essa é a RM Londrina de facto, consideravelmente maior do que a engessada RM de jure.




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Infraestrutura
Barbosa reserva área de aeroporto do Arco Norte
Projeto que declara de utilidade pública área de 5,7 mil hectares na zona rural foi assinado ontem e encaminhado aos vereadores

03/12/2009 | 00:00 | Marcos Cesar Gouvêa

O prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT), assinou ontem decreto declarando de utilidade pública uma área de 5.700 hectares na zona rural, próximo ao Parque Estadual Mata do Godoy, a 15 km de Londrina. No local, segundo o Projeto Arco Norte, deverá ser construído o Aeroporto Internacional de Cargas. O decreto foi encaminhado à Câmara dos Vereadores. O artigo 2º do decreto exclui a reserva legal da Mata do Godoy, com 690 hectares.

De acordo com o prefeito, esse é um marco legal e uma ação concreta para tirar o projeto Arco Norte do papel. “Até para evitar especulações, assinamos esse decreto que comunica às pessoas, à população de Londrina e região, que o Município está interessado em prosseguir com o projeto, que envolve todos os municípios da região metropolitana”, destacou Barbosa.

A intenção é desapropriar a área futuramente, caso o projeto prospere. “Apenas estamos tornando pública a intenção do Município. A vida continua normal na região, inclusive a compra e venda de terras”, explicou Jair Gravena, assessor especial de Assuntos Estratégicos. “A Prefeitura apenas alerta para que a construção de empreendimentos na área seja comunicado para análise. Uma vez aprovado, o decreto vale por cinco anos. Passados cinco anos, a Prefeitura decide por renovar ou desistir”, acrescentou.

Próximo passo

Barbosa Neto disse que o próximo passo será a retomada dos estudos técnicos e projetos para o financiamento de obras que exigirão, no começo, U$ 150 milhões, com oferta de cerca de 20 mil empregos diretos. O financiamento poderá vir do governo federal, bancos internacionais e parcerias público-privadas. Além da construção do aeroporto de cargas, o projeto prevê para a região um parque industrial e a construção de uma rodovia estadual que vai ligar Arapongas e Ibiporã.

A área decretada de utilidade pública para fins de desapropriação tem início na margem esquerda do Ribeirão Três Bocas com a Rodovia Mábio Gonçalves Palhano; segue pela margem esquerda do Ribeirão Três Bocas, no sentido oeste; atinge a estrada Bulle, na divisa de Arapongas; segue pela estrada Bulle no sentido sul até a estrada Sete Casas; segue pela mesma estrada, ainda no rumo sul, até atingir a margem esquerda do Ribeirão dos Apertados; segue pela margem esquerda do Ribeirão dos Apertados, à jusante no sentido leste até atingir a Rodovia Mábio Gonçalves Palhano, que liga Londrina ao Distrito de São Luiz; segue por esta rodovia, no sentido norte até a margem esquerda do Ribeirão Três Bocas.

JL - Jornal de Londrina
http://portal.rpc.com.br/jl/online/c...-do-Arco-Norte


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Região onde se pretende construir o novo aeroporto:


damiao (SSC)
Quote:
Originally Posted by Yuri S Andrade View Post
Esses são os municípios da atual Região Metropolitana de Londrina mais os futuros integrantes, que formam juntos o Arco Norte:


Gustavo Nascimento

Os 17 municípios somam juntos 1.056.077 habitantes (IBGE 2009) e um PIB de R$ 14.893.091.000,00 (2007).





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Arco Norte - 23/03/2010
Prefeitos da Região Norte apresentam projeto à Fiep
Presidente da Federação disponibiliza equipe de técnicos para auxiliar no desenvolvimento da proposta

Os prefeitos de Londrina, Cambé, Apucarana e Rolândia, da Região Norte do Estado, estiveram na última segunda-feira (22) no Cietep, em Curitiba, para apresentar o projeto Arco Norte ao presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures. "Nosso objetivo é reanimar a articulação e gestão do Arco Norte e estabelecer uma nova aliança estratégica, contando com apoio institucional da Fiep", afirmou o prefeito de Londrina, Barbosa Neto. O Arco Norte é um plano estratégico de desenvolvimento regional que prevê a construção de um aeroporto de cargas, um parque industrial e uma rodovia estadual em Londrina e região.

Parceria

"Para a indústria ter competitividade, ela precisa de um ambiente com desenvolvimento tecnológico e político. E os grandes parceiros para isso são os prefeitos, os vereadores e todos os políticos da esfera municipal. Participamos deste projeto não só por convicção ou porque é nosso dever, mas também de coração", disse o presidente da Fiep, que, após conhecer em detalhes o Arco Norte, colocou à disposição dos secretários municipais a equipe de técnicos da Fiep e do Cifal (Centro Internacional de Formação de Atores Locais) para auxiliar no desenvolvimento do projeto, adequado à iniciativa das Cidades Inovadoras, lançada pela Federação para promover o bem-estar através do fomento de polos de inovação nas cidades brasileiras.

Desenvolvimento

"A concretização do Arco Norte é um anseio de todos nós. Vamos fazer com que ele se torne realidade e leve o desenvolvimento para toda a Região", disse o prefeito de Rolândia, Johnny Lehmann. "Se não pensarmos na região, nossa cidade cresce, mas a região empobrece, e isso traz problemas sociais. Este é um exemplo de como o poder público e a iniciativa privada podem buscar juntos soluções para aumentar a qualidade de vida do cidadão", afirmou o prefeito de Apucarana, João Carlos Oliveira.

http://www.fiepr.org.br/boletimobser...ent96439.shtml
Prefeitos da Região Norte apresentam projeto à Fiep

Os prefeitos de Londrina, Cambé, Apucarana e Rolândia, da Região Norte do Estado, estiveram na última segunda-feira (22) no Cietep, em Curitiba, para apresentar o projeto Arco Norte ao presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures. "Nosso objetivo é reanimar a articulação e gestão do Arco Norte e estabelecer uma nova aliança estratégica, contando com apoio institucional da Fiep", afirmou o prefeito de Londrina, Barbosa Neto. O Arco Norte é um plano estratégico de desenvolvimento regional que prevê a construção de um aeroporto de cargas, um parque industrial e uma rodovia estadual em Londrina e região.

Parceria

"Para a indústria ter competitividade, ela precisa de um ambiente com desenvolvimento tecnológico e político. E os grandes parceiros para isso são os prefeitos, os vereadores e todos os políticos da esfera municipal. Participamos deste projeto não só por convicção ou porque é nosso dever, mas também de coração", disse o presidente da Fiep, que, após conhecer em detalhes o Arco Norte, colocou à disposição dos secretários municipais a equipe de técnicos da Fiep e do Cifal (Centro Internacional de Formação de Atores Locais) para auxiliar no desenvolvimento do projeto, adequado à iniciativa das Cidades Inovadoras, lançada pela Federação para promover o bem-estar através do fomento de polos de inovação nas cidades brasileiras.

Desenvolvimento

"A concretização do Arco Norte é um anseio de todos nós. Vamos fazer com que ele se torne realidade e leve o desenvolvimento para toda a Região", disse o prefeito de Rolândia, Johnny Lehmann. "Se não pensarmos na região, nossa cidade cresce, mas a região empobrece, e isso traz problemas sociais. Este é um exemplo de como o poder público e a iniciativa privada podem buscar juntos soluções para aumentar a qualidade de vida do cidadão", afirmou o prefeito de Apucarana, João Carlos Oliveira.
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Old September 8th, 2010, 04:07 AM   #6
pjacomini
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Que povo animado aqui eihn rsrsrs
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Old September 8th, 2010, 02:12 PM   #7
malikoski
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Super projeto!!! vou ter que ver várias vezes pra entender bem!!
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Old September 9th, 2010, 06:34 PM   #8
.Kr'st_fer.
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Pois é, gente bem articulada nos estudos e projeções, utilizando da sensatez e da ousadia para um futuro sustentável, não há de negar que se tem muito em nosso Estado.

O que não temos é articulação POLÍTICA, que infelizmente não é nada saudável para o Estado do Paraná que tem a ânsia de crescer e prosperar.

Ótimo post SH, vamos acompanhar aqui!
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Last edited by .Kr'st_fer.; September 20th, 2012 at 03:30 AM.
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Old September 10th, 2010, 01:09 AM   #9
pjacomini
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Ate que enfim Maringa vai ficar com cara de grande metropole, depois da revitalização da Av Brasil será outra cidade

Maringá terá os US$ 13 mi do BID para obras

A A Prefeitura de Maringá assina na próxima semana o contrato de empréstimo de US$ 13 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para obras no trânsito. O início dos trabalhos será em 2011.

Entre as obras previstas estão a retirada do estacionamento do canteiro central da Avenida Brasil e implantação do sistema binário em mais vias.

Prefeitura e BID ainda discutem o dia para a assinatura. O BID havia proposto segunda-feira (12). O prefeito Silvio Barros (PP) pediu para que a solenidade seja na terça-feira, porque no início da semana estará em um encontro de prefeitos em Brasília. A definição será ainda esta semana.

Dois técnicos do banco chegaram ontem a Maringá, para estabelecer o cronograma de obras. De acordo com o secretário municipal de Planejamento, Jurandir Guatassara Boeira, os trabalhos serão iniciados a partir de janeiro.


Uma das obras previstas é a ampliação do sistema binário
A demora para a assinatura no contrato fez a administração descartar interferências no trânsito às vésperas do Natal, por conta do movimento no comércio da região central. "Para este ano está descartada qualquer mudança", afirma Boeira.

Com a chegada dos técnicos, a prefeitura vai definir quais serão as primeiras etapas das obras e o que muda no projeto original enviado ao banco, em fevereiro de 2007.

Entre os projetos que o município pretende manter está a remoção do estacionamento do canteiro central das avenida Brasil e Mauá. Para ambas também está prevista a implantação do sistema binário. Para a Brasil, também está prevista a construção de uma via preferencial para o transporte coletivo.

Já um projeto que a administração municipal pretende alterar é a construção de dois terminais de ônibus nas zonas leste e oeste. Técnicos da prefeitura pretendem encontrar uma forma de dispensar essas obras ¿ por meio de mudanças que devem constar no futuro edital de licitação do transporte coletivo.


Atraso

A assinatura do contrato foi atrasada em quase dois meses por conta de um impasse jurídico, envolvendo o Tribunal de Contas da União (TCU).

O órgão identificou indícios de irregularidades em um contrato entre a Prefeitura de Natal e o Banco Mundial, o que levou o Ministério da Fazenda a suspender todas as assinaturas de contratos entre prefeituras e instituições financeiras internacionais.

Na semana passada, o Ministério da Fazenda autorizou a assinatura de contratos que estavam pendentes no BID.

Além de Maringá, estavam travados contratos entre as prefeituras de Curitiba e Ponta Grossa. O financiamento para Curitiba será de US$ 50 milhões e será assinado na sexta-feira.

O dinheiro será utilizado para obras de transporte público e desfavelamento. Para Ponta Grossa serão US$ 7,5 milhões destinados a obras de asfalto e saneamento.


Números
US$ 26 mi é o valor total do projeto ¿ 50% financiados pelo BID e o restante bancado pela prefeitura.
25 anos é o prazo para o pagamento do empréstimo, com cinco anos de carência.


Plano

Obras previstas pelo Programa de Mobilidade e Transporte de Maringá

Transformar em corredores de ônibus as faixas centrais das avenidas Brasil e Mauá, que atualmente são utilizadas como estacionamento diagonal (espinhas de peixe) e canteiros arborizados.

Construção de terminais de passageiros entre a Praça Souza Naves e o Bosque das Grevíleas.

Túnel viário por dentro da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Além do túnel, a possibilidade mais concreta, já aprovada pela universidade, é a construção de um contorno, abrindo novas ruas e passando por uma área do câmpus.

Sistema binário nas Avenidas Brasil e Mauá.

A implantação do sistema binário, no início deste ano, foi adotada como uma das medidas previstas para as obras, na expectativa de que os recursos seriam liberados ainda este ano.
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Old September 10th, 2010, 01:25 AM   #10
Yuri S Andrade
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Depois passarei aqui para comentar com mais calma. Parabéns, SH!
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Ponta Grossa - Parque Ecotecnológico

Ponta Grossa quer virar a "Nova Campinas"
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Rodrigo Kwiatkoski da Silva, Jornal da Manhã.


João Luís Kovaleski, secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional e também professor na UTFPR mostra a área onde será instalado o Parque

Em pouco mais de um ano, os avanços foram notáveis. O futuro Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa é fruto dos esforços de uma série de entidades de classe, empresas e universidades. O resultado é que a cidade está cada vez mais próxima de contar com a estrutura, que deverá beneficiar estudantes, professores, empresários e sociedade. Durante esta semana, uma comitiva ponta-grossense com 25 pessoas visitará os 'Parqtec' de Campinas e São Carlos, em São Paulo, em busca de experiências de sucesso.

Os parques - especialmente o de São Carlos - são referência de interação entre universidade e mercado, e por isso a visita técnica é considerada a mais importante dentre todas as feitas até agora. "Eles têm as agências de inovação com maior produção no Brasil, têm bastante experiência e estão consolidados, recebendo muitas verbas do CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa) e Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). São duas universidades muito fortes", explica Gilberto Zammar, professor da UTFPR e que integra a comitiva.

Ainda conforme Zammar, os dois parques servirão como modelo para o parque ponta-grossense, especialmente com relação à infraestrutura e tamanho do terreno. No modelo adotado por Ponta Grossa, o governo fornece a estrutura básica, como esgoto, água, luz, asfalto e fibra ótica, enquanto que às empresas interessadas cabe a construção dos barracões industriais. Na cidade poderão ser instalados entre 40 e 50 lotes, o que depende ainda do estudo arquitetônico do local.

Órgãos como Tecpar e Inmetro já demonstraram interesse em ingressar no Parque, bem como empresas que já mantém relações com as universidades locais. A administração do Parque Ecotecnológico caberá à Agência de Fomento Econômico de Ponta Grossa (Afepon). Conforme o Grupo de Trabalho que gere a implantação, a Afepon terá mais facilidade para efetuar compras e prestará contas para o Ministério Público. "Agiliza o processo. Se for comprar um computador pela Prefeitura, vai levar até 11 meses, enquanto a Afepon, não. Precisa ter agilidade maior nesse sentido", conta Zammar. Segundo ele, o modelo é usado por outras instituições. "Está havendo muita cooperação entre os parques. Não há concorrência, todos querem se ajudar. Querem contar os insucessos para que eles não se repitam em outros locais", indica Zammar.

A visita que será realizada durante a semana reunirá representantes de diversas entidades envolvidas no Grupo de Trabalho que gere a implantação do Parque.



Parque amplia conceito e vira 'Ecotecnológico'

O Parque Tecnológico de Ponta Grossa será Ecotecnológico. A ideia surgiu dentro do Grupo de Trabalho que gere a implantação do empreendimento após a escolha da área onde ele será construído, na Chácara Thilen, nos fundos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). "O marketing do Parque ficará muito melhor", destaca João Luís Kovaleski, secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional.

Mas o conceito não é apenas marketing. O projeto que está sendo elaborado prevê de fato um parque ecológico anexo ao tecnológico, o qual será dividido por uma avenida. Nos limites do parque há uma área verde e um rio, onde será implantada uma área de lazer. A ideia é manter uma estrutura ainda sem paralelo na cidade, com ciclovias e ambiente arborizado.

Deverá ser construída uma avenida de quatro quilômetros, na extensão do parque ecológico, o qual circunda toda a área, conforme o curso dos rios em volta do local. Estão previstas também melhorias no Canil Municipal, que fica dentro da chácara. Conforme Kovaleski, a ideia é criar um canil em que os animais possam ser visitados e até adotados com maior facilidade pelas pessoas que utilizarem o parque como área de lazer.

Na área em que Parque e UTFPR se encontram, uma área de 50 metros adentro deverá ser doada à instituição, para que ali sejam realizados investimentos do governo federal. A ideia é economizar recursos municipais e construir estruturas como um restaurante universitário e empresarial, bem como um centro de convenções.

O Parque:

Localização: fundos da UTFPR

Área: 600 mil metros quadrados

Espaço: 40 a 50 lotes industriais

Utilidade: Industrial e lazer

Administração: Afepon

Função: unir esforços entre governo, mercado e universidade



***

Parque alia mercado e universidades

Acadêmicas da UEPG analisam amostras em pesquisa sobre infecção hospitalar, na Universidade Estadual de Ponta Grossa

A implantação do Parque traz novamente a discussão sobre a relação entre governo, universidade e mercado. "Esse é o maior problema nesse tipo de empreendimento, porque juntamos esses três vértices. No governo, tem muita burocracia, na universidade estão as ideias e o mercado quer o lucro. Para poder gerir isso enfrenta-se um conflito grande", analisa Gilberto Zammar, da UTFPR.

"O mercado pega os melhores cérebros, vai comprar as idéias boas. Nesse ponto, a pessoa que não quer ser empreendedora vai disputar mercado. Mas tem alunos que têm ideias inovadoras, e eles o mercado quer", afirma. Conforme o professor, um empreendimento do porte do Parque Tecnológico precisa administrar um conflito de ideias. "Alia investimento público, idéias e capital de risco. É um triângulo problemático mas é virtuoso, porque consegue as melhores ideias, financiamento público e privado. É um ambiente que tem ideias antagônicas, mas que levam para o mesmo rumo, que é o do desenvolvimento, da geração de empregos e do recolhimento de impostos", diz.

Para o pesquisador em Comunicação Social Sérgio Gadini, "a sociedade deve acompanhar o processo de implantação e ter que o Parque pode ser uma contribuição, em formas de melhorar qualidade de vida, mas que acima de tudo possam contemplar a maioria da população". Gadini observa que o sentido de existência do Parque é um desafio para os seus gestores. "É um desafio o sentido de um Parque - que tem as universidades públicas como eixo -, que deve ter um compromisso com a sociedade e não só com o mercado. Se reduzir a sociedade a mercado, vamos chamar os contribuintes de consumidores, um dano histórico. Aí a universidade vai esquecer que tem um compromisso com a sociedade", analisa.

"É fundamental que os gestores desse modelo olhem as demandas que temos. Vários setores poderiam ser impulsionados. Temos um problema sério com relação à moradia", exemplifica. Para Gadini, uma pesquisa no setor de construção poderia beneficiar o mercado, mas de maneira indireta, pois o foco seria na redução do problema social. O princípio valeria para uma possível indústria farmacêutica custeada com dinheiro público. "Espero que em algum momento essa discussão se torne mais ampla", observa.

Segundo o Grupo de Trabalho envolvido na implantação, os Parques Tecnológicos criam o ambiente ideal para que se promovam negócios baseados em conhecimento científico. Entre os objetivos, estão a transferência de tecnologia, a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a incubação de empresas, o treinamento e a implantação de infraestrutura para feiras, exposições e desenvolvimento mercadológico.



'É preciso aplicar a tecnologia desenvolvida na universidade'

Para o professor Ângelo Legat, da UEPG, "o papel fundamental da universidade é formar recursos humanos de alto nível, seja na graduação ou na pós-graduação". Na seqüência, verifica, vem a questão da transferência de tecnologia do ensino superior para o mercado. "As pesquisas têm que ter esse aproveitamento", diz.

Para Legat, o ambiente criado pelo Parque pode fazer com que a proximidade entre pesquisa e sua aplicação seja mais efetiva. "A sinergia deve ocorrer para que toda essa tecnologia seja revertida em bem-estar para a comunidade. O Parque permitirá que o processo seja mais rápido e mais efetivo", observa. Legat lembra que "a tecnologia caminha na velocidade da luz. Por isso é preciso permitir que tão logo seja descoberta uma nova tecnologia, ela seja aplicada o mais rápido possível. Se você olhar o ganho nesse processo pelo lado da universidade, o principal é o retorno de ver que tudo o que for produzido pode ser aplicado. A partir do momento em que esse processo for mais efetivo, o retorno será muito maior", aponta, levando em conta um provável aumento no número de bolsas e linhas de pesquisa.

Para Legat, o Parque permitirá que haja também o ganho pelo lado empresarial, com a aplicação de uma tecnologia de ponta oriunda de uma fonte segura e garantida, que é a universidade, enquanto a sociedade ganha através da viabilização de um produto inovador, que se reverte no seu bem-estar.



'Harmonia é o grande fator de sucesso'


Vista aérea da Chácara Thilen, nos fundos da UTFPR, onde será implantado o Parque Ecotecnológico

Em abril de 2008 o Grupo de Trabalho (GT) do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa reuniu-se pela primeira vez, contanto com treze entidades. A partir daí, em pouco mais de um ano, uma série de visitas técnicas e ideias surgiram e foram se tornando cada vez mais possíveis de serem realizadas.

"Verificou-se no mundo inteiro que inovação e empreendedorismo são itens fundamentais para o crescimento. E nisso os parques tecnológicos são essenciais", analisa Sérgio Escorsim, coordenador do Grupo de Trabalho. Para isso, afirma, "a comunidade tem que se juntar. É importante a junção de forças", aponta. Conforme definição de Escorsim, os integrantes do GT formam "um grupo heterogêneo e focado na tecnologia". Como ideal de país com foco na tecnologia estão o Japão, os 'Tigres Asiáticos, como Coreia e Taiwan, além da China. "Baseado nisso, observamos que o caminho é esse. Hoje temos muitos recursos disponíveis", considera.

Para o professor da UEPG e coordenador da Incubadora Tecnológica de Ponta Grossa (Intecponta), o Parque é o elemento que falta para a consolidação de um ambiente em que seja possível o crescimento sustentado em uma base tecnológica. Até agora, aponta, os acadêmicos das universidades desenvolvem projetos, sendo que alguns crescem nas incubadoras. O processo, no entanto para por aí. Somente em um Parque Tecnológico será possível levar a ideia para a indústria, de forma rápida e muito mais fácil do que atualmente.

Durante a caminhada para a consolidação do Parque, Escorsim aponta a data de 9 de julho de 2008 como emblemática. "Durante uma audiência pública, sentimos da comunidade e das entidades que era o momento. E o mais importante foi que não houve cisão do grupo durante a eleição municipal. E com a eleição, o prefeito, que se comprometeu a implantar o parque", conta. A partir daí veio a escolha da área onde será realizada a implantação. "É muito positivo que a área seja ao lado da UTFPR e a cinco minutos da UEPG ou do Cescage. O Contorno Leste foi essencial para que o parque acontecesse", ressalta. O local, indica, será "uma oportunidade imensa para empresas de fora e também para as pratas-da-casa".



Parque pode atrair e segurar talentos

O Núcleo Setorial de Tecnologia da Informação (NSTI) é um dos apoiadores do Parque. "A Tecnologia da Informação (TI) é um segmento transversal, atendemos todos os setores. A TI trabalha em conjunto com a tecnologia de outros setores para fornecer tecnologia para todo mundo. Por isso damos subsídio para a geração do Parque, assim como os outros segmentos que vão trabalhar junto", explica Adriano Augusto Krzyuy. A empresa de Krzyuy participa da rede de Arranjos Produtivos Locais de TI no Paraná e aplica os conhecimentos obtidos no Estado na idealização do Parque.

"Vejo que você se mobiliza para criar um ambiente propício para a inovação, atraindo e mantendo talentos na cidade, criando um ambiente favorável para a empresa". Adriano está na comitiva que irá até o ParqTec de São Carlos e afirma que é um exemplo de como se pode dar a interação entre universidade e mercado, gerando desenvolvimento. "Já conheço o Parque de São Carlos e é muito positivo. O maior exemplo que eu conheci foi o da Embraer. Lá, criaram um ambiente dentro do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), em São José dos Campos. E foi onde surgiu a maior empresa aeronáutica do Brasil", exemplifica. É o que eu digo, você cria um ambiente favorável e mantém os talentos lá", afirma.

Reportagem: Jornal da Manhã

http://www.jmnews.com.br/index.php?s...IAS&nid=393743
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Um projeto inovador está em fase de implementação em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, e promete oferecer uma grande oportunidade para acadêmicos e representantes de empresas e indústrias que se interessem por Tecnologia da Informação (TI). O plano geral de edificação do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa é fruto do esforço de entidades de classe, iniciativa privada e poder público, visando proporcionar um ambiente ideal para o desenvolvimento de estudos nas áreas de Engenharia de Alimentos, Informática, Automação Industrial e Mecânica.

Com previsão de conclusão das obras para 2011, o Parque Ecotecnológico será desenvolvido em um espaço de aproximadamente 600 mil metros quadrados, com possibilidade de construção de indústrias em 50 lotes que vão dispor de fibra ótica, luz, água, esgoto e apoio universitário como forma de fornecimento de mão de obra qualificada aos empresários interessados. No projeto, o governo fornecerá a estrutura básica, enquanto as empresas interessadas em se instalarem no local se encarregam da construção de barracões industriais. A administração do Parque será realizada pela Agência de Fomento Econômico de Ponta Grossa (Afepon), que ficará responsável pelas compras e por prestar contas ao Ministério Público.

A ideia inicial do espaço é acompanhar o perfil socioeconômico da região e proporcionar possibilidades de parcerias, estágios, treinamentos e pesquisas dos estudantes, especialmente dos cursos de Engenharia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), com empresas instaladas no local. Os alunos poderão desenvolver projetos, ideias e produtos por meio de incubadoras tecnológicas, criando uma boa relação entre empresários e pesquisadores.

De acordo com Sandra Trujilo Costa, consultora do Sebrae/PR e conselheira da Incubadora Tecnológica de Ponta Grossa (Intecponta), o espaço também se destacará como fonte de análise de questões voltadas ao empreendedorismo, relacionando o comportamento das empresas e o perfil dos empresários ao interesse dos estudantes universitários. “As pesquisas e estudos universitários certamente serão utilizados como fonte de aproveitamento pelas empresas do setor industrial. Dessa forma, a comunidade empresarial pode fornecer um pouco de sua realidade aos estudantes e eles também podem contribuir, desenvolvendo novos estudos e produtos para atender demandas que surjam a partir da proximidade com as indústrias”, comenta.

Recentemente, o grupo que gerencia o projeto do Parque Tecnológico de Ponta Grossa visitou Campinas, em São Paulo, um dos principais polos de tecnologia do País. No dia 13 de agosto, uma comitiva formada por 25 pessoas conheceu o Centro de Pesquisas em Telecomunicações, a Companhia de Desenvolvimento de Polo de Alta Tecnologia, a incubadora de empresas existente na Unicamp e o Núcleo Setorial de Tecnologia da Informação, para visualizar iniciativas de sucesso já em funcionamento e que são exemplos de união entre o poder público, privado e universidade.

Sandra Trujilo afirmou que, em Campinas, é muito forte a realidade de universidades atuando em parceria com empresas dos segmentos de tecnologia, incentivando o empreendedorismo e fornecendo subsídios para o crescimento dos negócios. “A visita a Campinas possibilitou às peças-chave, para o desenvolvimento do Parque, colher experiências e conhecer boas ideias que possam ser implementadas em Ponta Grossa”, explicou.

No Paraná, o desenvolvimento de tecnologias, conceito de inovação, conhecimento e motivação proporcionados pela criação do Parque, juntamente com o apoio físico, de serviços, estrutura, acompanhamento de marketing e negócios fornecidos às empresas interessadas e possibilidade de formação de mão de obra qualificada e aliada ao empreendedorismo, auxiliarão no desenvolvimento das indústrias e pequenos negócios locais. “As empresas interessadas em se instalarem no espaço poderão contar com planejamentos atualizados de ideias e objetivos voltados aos seus negócios, com base em um modelo de gestão fornecido pelos próprios estudantes e comunidade acadêmica. Dessa forma, a construção do parque movimenta a economia local e beneficia toda a comunidade”, conclui Sandra Trujilo.

Conceito ecológico

O Parque Tecnológico de Ponta Grossa passou a ser chamado de Ecotecnológico, graças ao espaço determinado para sua construção, na área de preservação ambiental da Chácara Thilen, localizada nos fundos da UTFPR.

O projeto elaborado prevê um parque ecológico anexo ao tecnológico, que serão divididos por uma avenida. Nos limites do Parque, serão mantidos um rio, grande espaço de área verde e uma área de lazer, com ciclovias e ambiente arborizado. Além disso, será construída uma avenida com quatro quilômetros de extensão circundando toda a área do parque ecológico, conforme o curso dos rios do local.

Estão previstas ainda obras de melhoria no Canil Municipal, que também integra o espaço, como forma de aproximar a visitação e adoção dos animais por pessoas que utilizem o Parque como espaço de lazer. O Parque contará também com um restaurante universitário e empresarial e um centro de convenções.

http://www.paranashop.com.br/colunas...b579742ac47920
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Recurso para a viabilização da primeira fase do Parque Ecotecnológico já está na Caixa Econômica Federal e liberado através do Ministério das Cidades

O Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa - orçado em R$ 12 milhões - já garantiu recursos para a viabilização da primeira das três etapas previstas de implantação, através do Ministério das Cidades. O recurso de R$ 4 milhões, proveniente da emenda parlamentar do deputado federal Afonso Camargo (PSDB), já está na Caixa Econômica Federal.

O próximo passado da Prefeitura é terminar o projeto do parque para que o Ministério das Cidades aprove. Com isso, o próprio Ministério libera o montante para que o processo de licitação inicie. "O processo de licitação é de responsabilidade da Prefeitura", explica o secretário Municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, João Luis Kovaleski. Os projetos, afirma ele, estão sendo trabalhados em conjunto pela Secretaria Municipal de Agricultura - em função do Parque Ecológico - e pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional. A expectativa é que os projetos sejam finalizados até o final deste mês e que o Ministério das Cidades os aprove até o final de maio. "Se tudo ocorrer dentro do previsto, os processos licitatórios poderão ocorrer em junho para iniciarmos a execução da obra em agosto", planeja Kovaleski.

O deputado federal, Afonso Camargo, destaca que o projeto do Parque Ecotecnológico é importante em função de Ponta Grossa abrigar duas universidades públicas. "Procuro atender o apelo da comunidade e é sabido que o parque vai alavancar o potencial de Ponta Grossa", frisa.

A primeira etapa das obras prevê a construção da infraestrutura do espaço e será destinada para a construção de avenidas e ruas, passeios, galerias, rede de água e esgoto. O secretário da pasta observa que a implantação do Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa é um projeto que vai gerar mais postos de trabalho, sendo que o recurso para que seja viabilizado é federal. "Quem ganha é o contribuinte, que vai morar em uma cidade com mais trabalhadores empregados e com mais poder de compra", diz.

O terreno no qual será instalado o parque fica no entorno da Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR) e conta com uma área total de 360 mil metros quadrados, cujas obras serão voltadas para o setor empresarial, sendo que 250 mil metros quadrados serão destinados para loteamento empresarial. O Parque Tecnológico terá ainda uma área de interface com a UTFPR, com 20 mil metros quadrados - também doados pela Prefeitura de Ponta Grossa, que deve abrigar o Restaurante Universitário Empresarial (RUE), Centro de Convenções e laboratórios.

As novidades com relação ao Parque Ecotecnológico serão anunciadas no próximo dia 16, às 8 horas, em reunião que acontece na sede da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg). O deputado federal, Afonso Camargo, além do prefeito de Ponta Grossa, Pedro Wosgrau Filho, também devem estar presentes. Foram convidados ainda a participar da reunião os representantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), além do grupo de trabalho do Parque Ecotecnológico.

Projeto deve ser concluído em 2012

A segunda fase do Parque Tecnológico será voltada para a estruturação do empreendimento e está planejada para 2011. O valor do investimento é de R$ 4 milhões, que serão utilizados para o pavimento do estacionamento, rede de energia elétrica, rede de fibra ótica e para a abertura das quadras do loteamento empresarial e terraplanagem. Já a terceira fase de consolidação do projeto deve acontecer em 2012 e vai custar R$ 4 milhões.

O Parque Tecnológico de Ponta Grossa passou a ser chamado de Ecotecnológico, graças ao espaço determinado para sua construção, na área de preservação ambiental da Chácara Thilen, localizada nos fundos da UTFPR.O projeto elaborado prevê um parque ecológico anexo ao tecnológico, que serão divididos por uma avenida. Nos limites do Parque, serão mantidos um rio, grande espaço de área verde e uma área de lazer, com ciclovias e ambiente arborizado. Além disso, será construída uma avenida com quatro quilômetros de extensão circundando toda a área do parque ecológico, conforme o curso dos rios do local.

Prédio vai comportar empresas

Parque Tecnológico e Científico de Ponta Grossa será um prédio estruturado arquitetonicamente para comportar a instalação de empresas de base tecnológica, que inclui desde o desenvolvimento de software até de biotecnologia, por exemplo. O Parque em si, consiste de uma estrutura formada pela incubadora, espaços para a construção de um condomínio tecnológico - com estrutura desde a pré-incubação, incubação até a admissão de empreendimentos de empresas de base tecnológica. Entre esses espaços podem ser construídos escritórios, laboratórios, auditórios, salas de reunião, entre outros.

Patrícia Biazetto Moreira Diogo / Jornal da Manhã

http://www.jmnews.com.br/index.php?s...IAS&nid=453186
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Em pronunciamento na Câmara Municipal, nesta segunda-feira, o secretário municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, João Luiz Kovaleski informou aos vereadores que depois de ser submetido a um extenso planejamento, o Parque Ecotecnológico vai começar a receber os primeiros serviços, base para as obras de infraestrutura.

Segundo Kovaleski, o apoio dos parlamentares municipais é essencial para o estabelecimento do parque, porque ali serão envolvidas somas substanciais de recursos públicos e – principalmente – porque ali será gerada uma nova cultura produtiva em Ponta Grossa, com reflexos em toda a região e no Estado, “afetando diretamente a vida de uma população de quase um milhão de habitantes e promovendo uma verdadeira revolução no modo de se entender produção e mercado. Estamos no limiar de uma mudança de paradigmas: a base tecnológica agrega muito mais valor e consome muito menos recursos do que a base técnica, por exemplo”. Além disso, completa o secretário, o status do novo parque, devido à sua conotação ambiental, permitirá ainda uma interação importante entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, além de garantir uma reserva bastante expressiva de áreas preservadas, nativas e recuperadas.
A expectativa inicial é de que a consolidação do parque se dê dentro de dois anos, no máximo. “Estamos trabalhando para isso”, adianta Kovaleski. Para este ano, a estimativa é de investimentos num total de R$ 4 milhões, com ênfase para a construção da avenida principal, com uma área projetada de 20.000 metros quadrados, mais uma via secundária, a avenida Interface, com 3.500 m² - em que serão despendidos mais de R$ 2 milhões. Também estão previstas ruas – num total de mais 10.000 metros quadrados e outros 4.700 m² de passeios, representando mais de R$ 1 milhão em investimento adicional. Além disso, estão previstas as obras de implantação da rede de água, esgotos e de galerias pluviais, que devem consumir perto de R$ 850 mil.
Para 2011, estão previstos mais R$ 4 milhões em investimentos, que incluem rede de fibra ótica (R$ 1 milhão), pavimentação do estacionamento (R$ 837,5 mil) e rede de energia elétrica (R$ 312 mil), ainda com a abertura das quadras de loteamento empresarial e terraplanagem para os 100 lotes, com 2.500 metros quadrados cada, o que demandará aporte de mais R$ 1,8 milhão.
Já a fase de consolidação, prevista para 2012, estabelece como metas a construção de um portal, uma estrutura de dois blocos com dois pavimentos cada, para abrigar a Agência de Fomento Econômico, que terá papel relevante na condução do Parque e também uma incubadora tecnológica, além de elevadores para garantir acessibilidade. “Para este ano, já contamos com a totalidade da verba prevista, através de uma emenda parlamentar de R$ 4 milhões, de autoria do deputado federal Affonso Camargo”, explicou Kovaleski aos parlamentares.
Segundo o secretário de Indústria e Comércio, além de promover espaço para negócios baseados em conhecimento, um parque tecnológico tem que buscar outros objetivos, não menos importantes, como a transferência de tecnologia, a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a incubação, o treinamento de mão-de-obra e ainda garantir à cidade estrutura para feiras, exposições e desenvolvimento mercadológico.
Em todo o país, demonstrou Kovaleski, existem hoje 74 parques tecnológicos, entre os projetados, os que estão em implantação e os que já estão em funcionamento. Só no Paraná são seis, além do (projetado) de Ponta Grossa: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Pato Branco. “Nenhum deles”, destaca Kovaleski, “que conte com uma universidade tecnologica e um parque ecológico em sua área, em seu interior”. Para ele, esse diferencial é estratégico: “temos condições de oferecer muito mais do que uma boa idéia ou uma oportunidade. Hoje, nossa proposta é oferecer boas idéias, oportunidades e, além disso, uma espetacular oferta de mão-de-obra de elevada qualificação. Ninguém mais tem um pacote como esse, e provavelmente será esse diferencial que vai nos colocar, como em diversas outras áreas, na frente”.

O Parque Ecotecnológico de Ponta Grossa tem uma área de 726 000 metros quadrados, assim distribuídos:
- Universidade Tecnológica Federal do Paraná – 155.000 m²
- Parque Tecnológico – 351.000 m²
- Parque Ecológico – 150.000 m²
- Secretaria Municipal de Educação – 70.000 m²


Prefeitura Municipal

http://www.pg.pr.gov.br
/node/8570
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Maringá - Tecnoparq



O Tecnoparq I é o primeiro parque tecnológico da cidade de Maringá que está sendo implementado pelo ITM – Instituto Tecnópole Maringá, entidade que tem por finalidade promover os meios e executar as ações que conduzam ao desenvolvimento econômico de Maringá, compreendendo a elevação da renda e da riqueza total e per capita local, mediante a criação de ambientes propícios ao surgimento, ao desenvolvimento e atração de atividades econômicas de base tecnológica.

O ITM é formado por instituições que perseguem o objetivo comum de articular as instituições possuidoras de bases físicas e de estruturas de pesquisa, de desenvolvimento tecnológico e de inovação, e, de formação de recursos humanos, com o propósito de direcionarem suas ações para o desenvolvimento de produtos, serviços e processos de alto componente tecnológico, de gestão de empresas e de instituições de base tecnológica.
Fonte

O acervo tecnológico de Maringá, representado pela produção científica e tecnológica, pela estrutura de laboratórios junto a suas instituições de ensino, de pesquisa e das empresas e órgãos de fiscalização, certificação, aferição, normalização, etc., indica as seguintes áreas de maior potencialidade de atuação para o Tecnoparq I:

1. Produtos alimentares;
2. Fitoterápicos;
3. Fármacos;
4. Biotecnologia;
5. Química Fina;
6. Química;
7. Tecnologia da informação para essas áreas (informática industrial).

O Tecnoparq I será instalado em área de 6.679.394 m², equivalentes a 276 alqueires paulistas, com o seguinte plano de uso e ocupação do solo:

1. Área de formação de lago: 1.545.290,10 m² ou 63,9 alqueires;
2. Área de preservação ambiental permanente: 522.866,60 m² ou 21,6 alqueires;
3. Jardim Botânico, com 476.099,00 m², ou 19,7 alqueires;
4. Área de recreação e lazer: 83.248,80 m2 ou 3,4 alqueires;
5. Área para clube de empregados no Parque: 71.316,50 m² ou 2,9 alqueires;
6. Sistema viário externo: 39.061,30 m² ou 1,6 alqueires;
7. Instalações físicas do Parque: 3.941.512,10 m² ou 162,9 alqueires.

Na área de 162,9 alqueires, está previsto o seguinte programa de Estrutura Geral do Tecnoparq I:

1. Centro Administrativo e de Eventos – CAE: com edificação de 8.697,90 m², a ser instalado em área de 5,0 alqueires;
2. Centro de Convivência – CC: com edificações de 4.942,10 m², destinadas a apoiar as empresas e as pessoas no parque, com prestação de serviços, alimentação, lojas, terminal de passageiros, etc.
3. Centro de Desenvolvimento – CD: com edificações de 7.290,60 m2 onde serão implantadas as seguintes unidades:
* Centro de Desenvolvimento de Fármacos;
* Centro de Desenvolvimento de Nutracêuticos;
* Planta Piloto Bioagrotransfer;
* Centro de Desenvolvimento Agroindustrial;
* Centro de Desenvolvimento de Biotecnologia;
* Centro de Desenvolvimento de Fármacos.
4. Centro Incubador – CI: com edificação de 1.215,10 m², onde serão instalados novos empreendimentos industriais de base tecnológica;
5. Centro de Informática e de Utilidades: com edificação de 1.215,10 m², destina-se a dar suporte em tecnologia da informação e em utilidades industriais às unidades e empresas instaladas no Tecnoparq I. Os Centros de Convivência, de Desenvolvimento, Incubador e de Informática e de Utilidades serão instalados em área de 4,2 alqueires.
6. Laboratórios e Centros de Pesquisa – CT: área de 5,8 alqueires, destinada à implantação de laboratórios de desenvolvimento de tecnologia de Universidades, Instituições de Ensino Superior, Institutos de Pesquisa e Centros de Pesquisas de Empresas públicas e privadas;
7. Centro de Metrologia, de Normatização, de Certificação e de Entidades Oficiais – CEO: área de 7,6 alqueires, destinada à implantação de unidades laboratoriais para prestação de serviços nas áreas de controle de qualidade, de normatização, de certificação, de metrologia, de apoio tecnológico, tais como IPEM/INMETRO, INPI, TECPAR, IAPAR, IAP, Agências Governamentais, Laboratórios Oficiais e Laboratórios Certificados.
8. Áreas Industriais:
* Pequenas Indústrias: área de 17,9 alqueires;
* Indústrias de Médio e Grande Porte: área de 31,1 alqueires;
* Condomínios Industriais: área de 41,7 alqueires.
9. Centro de Comércio, Cultura e Lazer: área de 10,5 alqueires onde será instalada uma pequena cidade, tipo Neápolis, objetivando integrar ao Tecnoparq os conceitos de turismo ambiental, turismo de negócios, turismo de eventos e turismo gastronômico. A Neápolis contará com a seguinte estrutura: restaurantes e bares típicos, cafés, chás, charutarias, cinemas, teatro, butiques, empresas telefônicas, correios, bancos, templos, agências de viagens e de locação de veículos, farmácias, fotos, livrarias, lojas de produtos típicos, entre outras instalações.
10. Sistema Viário Interno: área de 30,5 alqueires, destinada à instalação de ruas, avenidas, acessos, etc.
11. Áreas Públicas: área de 8,6 alqueires, destinada à construção de praças, jardins, estacionamentos, monumentos, eventos ao ar livre, passeios públicos, etc.
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Old September 10th, 2010, 02:25 AM   #14
pjacomini
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Saulo eu acho que o Tecnoparq vai demorar muito ainda para sair do papel, a verba sera publico-privada? na minha opiniao este projeto junto com o aeroporto de Maringa deveria ser a bandeira numero 1 da administração Silvio Barros, mas parece que nao é prioridade, sao estes dois conjuntos (Parque tecnologico + SBMG) que irão fomentar a industrialização futura da cidade, mas sinceramente eu acho que falta vontade politica e uma serie de outros fatores que sei e nao vou comentar por aqui.

Paulo
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Old September 10th, 2010, 01:00 PM   #15
Pé Vermelho
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Nossa, senti firmeza agora em Saulo! Parabéns!

Tecnoparq = sonho distante...
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Paciência tem limite e a minha se esgotou! CHEGA DE ADMINISTRAR MARINGÁ DE FORMA INCOMPETENTE E RIDÍCULA! Basta de operações tapa buracos que não resistem a duas semanas de chuvas em vias ou trechos que carecem de recapeamento a anos (Ex. Mario Clapier Urbinatti/ João Paulino Vieira Filho/ Aristides Lobo/ Itororó/ Paraná/ Brasil entre inúmeras outras). Chega de praças públicas com pisos quebrados e abandonadas a própria sorte (Raposo Tavares/ Catedral/ José Bonifácio/ Rocha Pombo/ Sete de Setembro e etc.). CHEGA DE MAL TRATAR MARINGÁ!!!
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Old September 11th, 2010, 03:53 AM   #16
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Saulo eu acho que o Tecnoparq vai demorar muito ainda para sair do papel, a verba sera publico-privada? na minha opiniao este projeto junto com o aeroporto de Maringa deveria ser a bandeira numero 1 da administração Silvio Barros, mas parece que nao é prioridade, sao estes dois conjuntos (Parque tecnologico + SBMG) que irão fomentar a industrialização futura da cidade, mas sinceramente eu acho que falta vontade politica e uma serie de outros fatores que sei e nao vou comentar por aqui.

Paulo
O Tecnoparq pode demorar muito. Uma região que busca ser referência na área de tecnologia tem que seguir com empreendimentos do porte, e, enquanto isso não se concretiza, deve criar bases para que o projeto se torne cada vez mais palpável. É o que Londrina está fazendo hoje, atraindo empresas a cada pouco tempo, e está se tornando, rapidamente, uma referência. Até peço para que os colegas postem os planejamentos para a "Londrina Tecnópolis".
E, Maringá está começando a seguir o mesmo caminho. As empresas do ramo tecnológico da região estão criando um grande conglomerado, sob a marca "Software by Maringá". Empresas importantes, como a Benner e a Matera possuem bases aqui. As sementes do futuro Parque tecnológico começaram a ser lançados:

Quote:
Câmara de Maringá aprova repasse de R$ 1 milhão para incubadora

A Câmara de Maringá aprovou ontem, em segunda discussão, um projeto para o repasse de R$ 1 milhão do município para a Incubadora Tecnológica (ITM), ligada à Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O dinheiro será utilizado para reformar parte do armazém do extinto Instituto Brasileiro do Café (IBC), na Avenida Centenário. A área, com 18 mil m2, será ocupada por 30 empresas.

De acordo com o diretor da incubadora da UEM, José Roberto Pinheiro de Melo, o espaço será transformando numa espécie de parque tecnológico.

"As empresas vão desenvolver produtos tecnológicos e projetos em diversas áreas, o que na prática representa a implantação do tão sonhado parque tecnológico de Maringá", disse.

A ITM ocupa hoje só o espaço de um bloco, no câmpus da UEM, local onde mantém 16 empresas.

No novo espaço serão abrigadas empresas nas áreas de biotecnologia, novos combustíveis, mecânica e mecatrônica, tecnologias agropecuárias, têxtil e design, novos materiais e tratamento de resíduos. A área será dividida em uma empresa "âncora", com 600 m2 e as demais com cerca de 150 m2.

O diretor da ITM explicou que algumas empresas aguardam a liberação do espaço para dar continuidade ao seu processo produtivo.

"Além dessas que já estão conosco, foram aprovadas recentemente quatro empresas que se instalarão no novo espaço da incubadora. São empresas que já têm recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (o Finep, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia)", explicou.


Situação

A incubadora da UEM está entre as melhores do Brasil, em termos de estrutura organizacional, suporte, empreendimentos e possibilidade de interação com pesquisa, mas vinha enfrentando dificuldades de expansão.

Para ampliar o atendimento, a UEM criou a incubação externa, o que permitiu que empresas não instaladas no câmpus pudessem ter os mesmos benefícios.

Ano passado cinco empresas foram absorvidas dentro do novo modelo. Segundo dados da UEM, 40 empresas locais já passaram pelo processo de incubação, desde a criação da ITM.

Para uma nova empresa, a vantagem de ser incubada é ter ambiente empresarial voltado para as atividades; relacionamento com especialistas; acesso a editais de fomento e captação de recursos; facilidade de transferência tecnológica; disponibilidade de infraestrutura física; obtenção de mão de obra qualificada; divulgação dos produtos e serviços; acompanhamento contínuo e permanente; e associação ao nome da Incubadora.

A partir do momento em que a empresa começa a vender seu produto, a ITM passa a receber entre 0,5 a 2% do lucro por até cinco anos, limitado a R$ 60 mil. Esses recursos permitem dar suporte a novas empresas.
Quote:
Incubadora vai para antigo IBC

A Incubadora Tecnológica de Maringá vai deixar o campus da Universidade de Maringá (UEM) para ocupar o antigo barracão do Instituto Brasileiro do Café (IBC).

Essa mudança será um salto gigantesco na história de dez anos da organização, a começar pelo espaço físico. A incubadora que hoje tem 250 metros quadrados passará para uma área de 18 mil metros quadrados; espaço 72 vezes maior.

Se os projetos sairem do papel no prazo previsto, Maringá reunirá em um mesmo espaço e num futuro bem próximo, 60 empresas com tecnologias inovadoras para melhorar produtos de outras indústrias, nas mais diversas áreas.

Diferente das outras incubadoras, as empresas terão condições de se instalar e já começar a produzir para entrar no mercado.

Nessa primeira fase, as 40 empresas já selecionadas vão se instalar em espaços que variam de 144 metros quadrados a 650 metros quadrados. Segundo o professor-doutor em Engenharia, Marcelo Farid Pereira, da UEM, coordenador do Grupo de Apoio Empresarial, todas elas atuam com produtos ou serviços tecnológicos e inovadores.




O aporte, no valor de R$ 1 milhão, concedido pela Prefeitura de Maringá já está disponível para as obras de restauração e adequação do local. Para desenvolver o novo projeto da Incubadora em Maringá, Farid viajou o Brasil e conheceu outros parques tecnológicos.

Com base nessa experiência e no que viu nos lugares em que visitou, ele garante que Maringá já é destaque nacional nessa área e será o âncora da coordenação da Rede de Incubadora do Paraná.

Essa condição habilita a incubadora a captar recursos a fundo perdido, e distribuir às demais unidades no Estado.

O professor diz que tão logo a incubadora comece a funcionar nos novos barracões, o projeto terá condições de captar, inicialmente, R$ 15 milhões de recursos a fundo perdido.

"O que é R$ 1 milhão perto de R$ 15 milhões?", pergunta o coordenador, para dar a dimensão do que significa a incubadora já nesse primeiro momento.

Segundo Farid, assimque for anunciado a empresa vencedora da licitação, que já está em andamento, 90 dias serão suficientes para execução das obras, já que as empresas vão receber a estrutura básica.

Um dos aspectos mais importante da incubadora é que, além da estrutura física, ela oferece toda assessoria necessária, a começar pelo plano de negócio, bem como do apoio jurídico e burocrático para captação de recursos.

As empresas contam ainda com a estrutura das universidades parceiras, como a própria UEM, que inclui profissionais qualificados e laboratórios.

Hoje, a incubadora atende 27 empresas, 13 delas funcionam
no campus, onde está instalada.

Todas elas desenvolvem tecnologias em diversas áreas, entre elas, Meio Ambiente, Têxtil, Design, Energia, Tecnologia da Informação e Agropecuária.



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Old September 11th, 2010, 04:05 PM   #17
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Corredor da Moda

O Paraná é o segundo maior polo industrial de confecções do País. O setor têxtil paranaense reúne aproximadamente 4.500 empresas, sendo a maioria micro e pequenas empresas localizadas na região norte e noroeste do Estado, compreendendo as cidades de Maringá e Cianorte, mais conhecidas também como “Corredor da Moda”. Fonte
Quote:
ACIM

Quem visitar os mais de 100 municípios ao longo do eixo de 75 quilômetros que faz a ligação entre Cianorte e Maringá e observar com atenção o ritmo das indústrias e do comércio de confecções vai, com certeza, sentir ainda mais orgulho de ser paranaense.

Ali, sob o comando de quase dois mil empreendedores, entre pequenos, médios e grandes, está em curso uma verdadeira revolução na economia regional e capaz de exercer forte impacto na economia do Estado. É o que podemos chamar de “revolução da moda”.

Falamos, é claro, do Arranjo Produtivo Local (APL) do Vestuário de Cianorte e Maringá. De um polo industrial e comercial que oferece 90 mil empregos diretos e indiretos, de 1.980 indústrias de confecções, cerca de 1.100 lojas e de 12 centros atacadistas, cuja receita bruta ao ano passa de R$ 3,6 bilhões.

Falamos de marcas famosas, inclusive internacionalmente, como Morena Rosa, Osmose, Lúcia Figueiredo, Recco, Lado Avesso, Voga, Scallon e falamos, sobretudo, de empresários que descobriram na união, no aproveitamento de sinergias, a fórmula do sucesso.

Todos os empresários veem-se a cada dia mais comprometidos com a ideia de que acima da saudável concorrência em qualquer negócio, deve prevalecer entre estes um elevado espírito de união, pois a grande competição vem de fora, da China, por exemplo. E a união, a soma de esforços, o aproveitamento das sinergias locais, traz mais força para vencê-la.

Nada mais surpreendente observar que o APL de Cianorte e Maringá é um fenômeno recente. As primeiras indústrias de confecções começaram a nascer em Cianorte na metade da década de 70, quando a geada (1975) quase dizimou a cafeicultura da região, até então a base da economia local.

A comunidade começou a pensar então em novas alternativas econômicas. O vertiginoso crescimento é uma demonstração viva do que é capaz de alcançar o empreendedorismo quando pega o caminho da união para atingir determinados objetivos.

Nas interlocuções ou negociações com fornecedores, compradores e governo já não comparece mais o representante de uma única empresa e sim o representante de um magnífico conjunto delas que pode falar e se impor com números eloqüentes, tanto do ponto de vista social como econômico. Num APL, os investimentos em treinamento e na infraestrutura de vendas e marketing são compartilhados e, portanto, maximizados.

São conceitos modernos, capazes de produzir efeitos extraordinários. Chega a ser tocante notar que toda uma comunidade de empreendedores, com inteligência e percepção aguda das novas faces da economia de um mundo globalizado, soube entendê-los e aplicá-los com eficácia.

O APL de Cianorte e Maringá é uma das faces da novíssima economia do Paraná que precisa ser estimulado e reproduzido em tantos outros lugares do País que tiverem o mesmo tipo de vocação empreendedora.
Quote:
Corredor da Moda e dos milhões

Sobrando vagas de emprego e com indústrias crescendo acima dos índices de mercado, região noroeste do Paraná se consolida como polo de moda do País
Nas ''passarelas'' do noroeste do Paraná, a moda dita o ritmo das indústrias e do comércio da região. Nada de crise, retração ou desemprego; Maringá, Cianorte e outras dezenas de pequenas cidades próximas impressionam por tornar o setor de vestuário do Estado no segundo maior centro atacadista de confecções do País, conhecido como Corredor da Moda. A FOLHA foi conferir o que faz esta região tão atrativa, conversou com especialistas e empresários do setor têxtil e montou um panorama geral da indústria fashion no Estado, saindo das tradicionais facções e se transformando em grandes grifes.

Dados da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) apontam que o setor gera, em todo o Paraná, cerca de 92 mil empregos, distribuídos em mais de 4,5 mil estabelecimentos, com faturamento de R$ 1,4 bilhão e massa salarial de R$ 478 milhões. Só no Corredor da Moda, que abrange uma distância de 70 km entre Maringá e Cianorte, estão concentrados mais da metade dessas vagas, cerca de 1,26 mil indústrias (28% do total) e salários que ultrapassam os R$ 60 milhões. ''O mercado é forte e o setor por aqui está muito bem organizado. Este ano, o crescimento deve atingir 6% tranquilamente, com as indústrias deixando a facção e criando suas próprias grifes'', salienta Élvio Saito, consultor do Sebrae em Maringá.

De fato, grande maioria das indústrias do noroeste vislumbram possuir marcas próprias. Das mais 140 milhões de peças fabricadas por ano na região, 90% são desenvolvidas por micros e pequenas empresas entre 20 e 30 funcionários. ''O forte do setor é a moda feminina e o jeans. Só para se ter uma ideia, de dez calças jeans produzidos no Brasil, seis são fabricados no Paraná e quatro no Corredor da Moda. Além disso, com o aumento da qualidade nos últimos anos, os produtos estão com boa aceitação entre o público A e B, o que antes não acontecia'', retrata Saito. Dentre os estados que melhor absorvem a produção estão o próprio Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, mas segundo o consultor, ''com os mercados do Norte e Nordeste em um momento bem atrativo para os empresários''.

Altamiro Ferreira possui uma pequena grife de jeans feminino em Cianorte desde 2005, a La Purpurata. Com apenas cinco funcionários e um espaço de 200 metros quadrados, Ferreira vê sua firma crescer pelo menos 15% ao ano, muito acima dos números oficiais. ''Como terceirizo a criação, a lavagem e o acabamento do meu produto, acabo agilizando a produção do jeans, minha empresa fica enxuta e consigo brigar com os grandes do setor'', relata o empreendedor.

Com ''feeling'' para distinguir quais serão as tendências das próximas estações, Ferreira consegue produzir 30 mil peças ano, sendo 25 jeans diferenciados por coleção. ''Faço só sob pedido e o preço de mercado fica em torno de R$ 72 por calça. Estamos localizados numa região de confecção muito forte, onde não precisamos buscar nada de fora para criarmos nossos produtos'', retrata o satisfeito Altamiro, que pretende dobrar o espaço físico de sua empresa, investir no marketing das coleções e trabalhar com mais produtos femininos.
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Old September 11th, 2010, 04:25 PM   #18
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Importante destacar que o conceito de "Corredor da Moda" tem se expandido para a região de Maringá-Apucarana-Londrina. Cianorte e Apucarana apresentam-se como pólos altamente especializados, enquanto Londrina e Maringá constituem-se em centros de produção diversificada. Ações de sinergia nesta região ganham corpo através de estudos importantes, realizados pelas Universidades Estaduais de Londrina e Maringá, que também produzem mão de obra especializada na área da moda.
A duplicação da PR-323 configura-se num importante agente para agilizar a dinâmica do corredor, bem como a implantação de centros de formação de mão-de-obra qualificada para atuar no ramo de vestuário. A escassez de pessoas qualificadas é o principal entrave para o crescimento da atividade na região que, ainda, sofre com a concorrência de produtos importados da China.

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Old September 12th, 2010, 02:57 AM   #19
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Cascavel - Centro Tecnológico

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PARQUE DE TECNOLOGIA
Projeto arquitetônico já está concluído, orçado em R$ 10 milhões

Megaprojeto para centro de produção tecnológica

A conclusão de um projeto arquitetônico de encher os olhos de qualquer cascavelense é o primeiro passo para a criação do Parque de Tecnologia de Informação de Cascavel, que prevê instalar a Fundetec (Fundação de Desenvolvimento Tecnológico de Cascavel, a Codevel (Companhia de Desenvolvimento de Cascavel), a Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel) e a Cettrans (Companhia de Engenharia Transporte e Trânsito). O custo da obra é estimado entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões. O parque funcionará como um centro de capacitação e produção de tecnologia. Para os idealizadores, a importância de implantar o projeto é inquestionável. O material humano formado pelas instituições de ensino superior é uma das justificativas para o investimento.De acordo com Núcleo Setorial de Informática da Acic, cerca de 2,8 mil pessoas são formadas anualmente na região, o suficiente para alimentar todo o sistema. “Por aqui existem aproximadamente 320 empresas ligadas à tecnologia da informação. É um setor que emprega 3 mil pessoas. A idéia é fortalecer o setor e reter os talentos produzidos na cidade”, declara o presidente da Acic, Valdinei da Silva. “É um projeto de parceria público-privada envolvendo empresas de tecnologia de informação de toda a região oeste do Paraná. Mas não é apenas de informática. Ela também abrange telecomunicação, software, telefonia, e outros. O desenho do projeto é uma motivação para sensibilizar e começar a discutir a proposta”, afirma o presidente da Fundetec, Mario Bracht.
O local escolhido é o terreno entre a Rua Juscelino Kubitschek e Avenida Assunção, próximo ao Terminal Rodoviário. Para facilitar a doação da área previamente escolhida, que precisa do aval dos vereadores, foi criado no início do mês o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Tecnológico do Oeste do Paraná. O protocolo de intenções foi assinado entre as partes envolvidas e, por meio da entidade, serão buscados financiamentos federais, como do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).



Espaço terá 7,3 mil m²

A proposta do Parque Tecnológico de Informação de Cascavel é ousada e cara. Os setores público e privado devem angariar - apenas para a elaboração total do projeto - cerca de R$ 500 mil. A construção do prédio demanda, segundo a Fundetec, entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões, sem contar o investimento em pesquisas e equipamentos para os laboratórios. Todo esse dinheiro será transformado em um espaço de 7,3 mil m2. A área é dividida em 18 andares, com 60 salas de três tamanhos diferentes: 400 m2, 200m2 e 100 m2. Além de elevador panorâmico, mirante, praça de alimentação, praça de descanso, jardim interno, espelho d’água e outros ornamentos.
Os engenheiros responsáveis projetaram o edifício na Rua Juscelino Kubitschek, próximo à prefeitura, que alojará a Fundetec, Cettrans e Codevel.
O presidente da Fundetec, Mário Bracht, já contatou a Finep (Financiadora de Estudos de Projetos), que deu sinal positivo para análise da proposta. A entidade é ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia e dá suporte financeiro para o desenvolvimento.
“A Finep tem verba específica para projetos de pesquisa, basta apresentarmos uma boa proposta a eles. Vamos apresentar para Cascavel o exemplo de um caso que existe em Pernambuco”, relata.



Fundetec deve angariar recursos

A execução do projeto é para médio e longo prazo e, conforme o avanço da iniciativa, em dois anos a obra será iniciada. Embora haja muita empolgação para a proposta, Márcio Bracht, presidente da Fundetec, pondera que ainda é preciso um amadurecimento da idéia, principalmente quanto à fonte de recursos para sua execução.
Se houver apoio do setor privado, o caminho das pedras para o financiamento via Fundetec é menor se a proposta partir da prefeitura. “Ainda é preciso encontrar a forma mais democrática de usufruir a proposta. Haverá um amadurecimento sobre a gestão da idéia ao longo dos anos”.
Quote:
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CASCAVEL É VANGURDA NO RAMO DA TECNOLOGIA

O Oeste do Paraná é uma das regiões mais avançadas na área das novas tecnologias, um dos segmentos com os melhores e mais promissores índices de expansão no mundo. Cascavel abriga o único núcleo setorial de informática e telecomunicações e a região é a quinta no Estado a criar um APL de Tecnologia – Arranjo Produtivo Local. O município é sede de um dos poucos parques tecnológicos em funcionamento no País e na América Latina que abriga uma incubadora para o desenvolvimento de softwares e outros itens de uma indústria revolucionária.

O coordenador do Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações da Acic, Siro Canabarro, diz que investir no ramo é uma aposta com resultado garantido. “As novas tecnologias promovem transformações intensas, associadas à comunicação, ao aprimoramento de setores vitais da indústria e que permitem, entre outras coisas, oferecer às pessoas facilidades e sofisticações que em muito melhoram suas vidas. Esse é um caminho sem volta”. O núcleo foi criado em 1999, o primeiro do gênero no Estado, e representa um setor que gera milhares de empregos em Cascavel e região.

O Programa Empreender, concebido para tornar empresários de um mesmo ramo em parceiros, permite que compartilhem idéias, projetos e busquem conjuntamente soluções a problemas comuns. O núcleo instituiu a cooperativa de crédito que se transformou no Sicoob Cascavel, hoje uma das três principais do Sicoob Central Paraná, um dos principais sistemas do gênero em operação no País.

O passo seguinte, em processo de formatação em âmbito regional, é a criação de um Arranjo Produtivo Local, que pode ser definido como a aglomeração de empresas que atuam em torno de uma atividade produtiva principal, além de outras correlatas e complementares, como fornecedores e prestadores de serviços. “O APL, a exemplo do que acontece nas áreas em que o mecanismo atua, trará uma nova perspectiva de crescimento ao setor no Oeste”, diz um dos membros do Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações, Waldemar Rodrigues.

Parque Tecnológico
A consolidação de Cascavel e região como referências nacionais na área virá com a construção do Parque Tecnológico, já lançado pela prefeitura e que tem o envolvimento de várias instituições e empresas. Um dos itens do complexo é um edifício de 18 andares que vai abrigar empresas do ramo. A estrutura também comportará a Codevel (Companhia de Desenvolvimento de Cascavel), Cettrans (Companhia de Engenharia de Tráfego e Trânsito) e Fundetec (Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Cascavel).

A expectativa do núcleo e da Acic é de que as obras comecem o mais depressa possível, porque o reflexo do empreendimento serão novos investimentos, mais empregos e fortalecimento dos indicadores regionais. O protocolo de intenções do complexo foi assinado no dia 26 de março pela administração pública municipal, 24 empresas, entidades e instituições. A previsão de investimento é de R$ 20 milhões. “O parque vai permitir a integração, treinamentos, formação profissional e desenvolvimento de inúmeras novidades. Será um marco a Cascavel e para o Oeste”, diz Canabarro.
Cascavel quer ser referência em tecnologia da informação

Criar uma estrutura para pesquisas, desenvolvimento de produtos e formação de mão de obra que faça de Cascavel e do Oeste uma referência para o mundo. Essa é a síntese de uma proposta que acaba de ser apresentada a líderes políticos e empresariais pelo Núcleo Setorial de Informática e Telecomunicações da Acic. A concepção de um parque tecnológico específico para o setor foi detalhada em reunião na manhã desta sexta-feira, na Acic, ao prefeito Edgar Bueno, ao deputado federal Eduardo Francisco Sciarra e a secretários.
A ideia é abrigar em um único local um parque para o desenvolvimento da tecnologia de softwares, hardwares e para os setores da informação e da comunicação, informa o coordenador do Iguassu-IT (APL, Arranjo Produtivo Local, que reúne empresas do setor da tecnologia da informação do Oeste), Siro Canabarro. Ele será o segundo do gênero da região – o primeiro é o PTI, Parque Tecnológico de Itaipu, instalado em Foz do Iguaçu.
Siro diz que a sugestão é dotar a área de uma estrutura básica para pesquisa, integração com universidades e para capacitação profissional. “O projeto é ousado: queremos ser uma referência nacional e mundial. Queremos ser parceiros e atender a todos, independentemente de onde estejam, com um trabalho de altíssima qualidade”, diz o coordenador do APL. O deputado federal Eduardo Francisco Sciarra diz que é parceiro do projeto e que fará de tudo para viabilizar recursos à sua estruturação.
A previsão de que o custo de implantação da estrutura física chegue à casa dos R$ 2 milhões. O prefeito Edgar Bueno revelou estar entusiasmado com o projeto e garantiu que tudo o que estiver ao alcance da administração pública para a materialização dele será feito. O gestor se disse impressionado ao saber que há mais de 600 pessoas que atuam na cadeia da tecnologia em Cascavel e que a renda média de cada colaborador é de cerca de R$ 1,5 mil. “O Japão é a segunda economia do mundo porque vende conhecimento. Se temos talentos, precisamos incentivá-los”, ressaltou Edgar.
A secretária de Desenvolvimento Econômico, Susana Gasparovic Kasprzak, lembrou que a administração trabalha muito para conseguir novas áreas à instalação de indústrias. Uma das fases em curso é a de regularização de núcleos já em funcionamento. O presidente da Fundetec, Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Cascavel, Paulo Porsch, também confia no projeto e se colocou à disposição para auxiliar no que for necessário.

Iguassu-IT
O Iguassu-IT é a evolução do APLTic, um arranjo produtivo local criado para integrar empresas de tecnologia da informação do Oeste do Paraná. Atualmente, conta com 60 empresas de toda a região filiadas. “O conceito é simples: somar forças para crescer, para capacitar mão de obra e atrair talentos e para fazer da região uma referência para o mundo”, reforça o coordenador Siro Canabarro. O presidente da Acic, Marcos Roberto Teixeira, garantiu que a associação comercial é e sempre será parceira de projetos voltados ao desenvolvimento.
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Old September 12th, 2010, 03:04 AM   #20
Gui_p
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Muito legal a idéia do thread É por isso que eu defendo a criação de threads temáticos para os assuntos importantes do Paraná. Agora quando alguém quiser saber de algum projeto de desenvolvimento regional, assim como alguma notícia sobre o comércio, as estradas, aeroportos e etc..., tem um thread com todas as infomações atualizadas e organizadas.
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