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#1121 |
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CEFET-MG - Rodrigo Cunha
Join Date: May 2011
Location: Belo Horizonte, MG
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Não me lembro exatamente, mas há um corredor que andará em trânsito misto a partir de um determinado ponto, onde há bifurcação. Pode até ter ETACs, mas achei estranho, já que vai andar em trânsito misto.
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Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET-MG
Estudante Técnico em Transportes e Trânsito - Módulo IV/IV |
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#1122 |
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Registered User
Join Date: Nov 2009
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em Uberlândia o sistema funciona assim,nos corredores existe o pré embarque a esquerda e fora dos corredores o embarque e pela direita com a passagem paga nos ônibus.
acho que é uma alternativa para lugares onde não necessita de toda aquela estrutura de BRT(vias exclusivas e plataformas) em todo o trecho na linha,por que tem lugares que o movimento de passageiros e pequeno(não justifica o pré embarque) e as vias tem pouco transito ( não justifica o corredor exclusivo). |
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#1123 |
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Isso dá uma cadeia...
Join Date: Oct 2009
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uma noticia relacionada ao BRT:
O BRT da CAIO já está com desenvolvimento avançado, e poderá ser lançado em breve! |
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#1124 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
Location: Curitiba/Brasília
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Canal no Youtube | Fotos no Picasa Memória da Curitiba Urbana | RIT - Rede Integrada de Transporte de Curitiba | Obras e Transporte Coletivo | Curitiba e região - Das idéias às soluções | Linha Verde | Metrô de Curitiba | Expresso Ligeirão e Sistema de prioridade semafórica | SIM - Sistema Integrado de Mobilidade | Curitiba e o projeto que inspirou Brasília [FOTOS] |
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#1125 | |
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SSC do Brasil S.A
Join Date: Dec 2011
Location: São Paulo
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Quote:
Será BRT mesmo, ou aquele protótipo de B360S que estava na garagem da VCB (Que eu acho que é o novo Top Bus PB, já que dizem que vai vim mais B9SALF pra cá)
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Landing Gear - Down and Locked!!! |
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#1126 |
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Navenh
Join Date: Apr 2008
Location: Águas Claras - DF
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Novidade
Nova página sobre BRT:
http://www.brtbrasil.org.br/ |
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#1127 |
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Registered User
Join Date: Jul 2007
Location: SOROCABA-SP
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Qual a viabilidade de onibus maiores que os atuais, sei lah, tri-articulados por exemplo ?
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#1128 |
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Registered User
Join Date: Jul 2009
Location: Curitiba/Brasília
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Um triarticulado é viável do ponto de vista da engenharia, mas é pouco interessante do ponto de vista operacional, já que exigiria estações maiores, raios de curva maiores, teria dificuldade em fazer o trajeto terminal-garagem em vias comuns.. são diversas as desvantagens, que eu acho que não justificariam os 50-80 passageiros a mais por carro.
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#1129 |
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Luta para o Trem-Bala
Join Date: Sep 2009
Location: Campinas-SP
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Obras dos corredores de BRTs começam só em 2013
Sem tempo hábil para concluir licitação até dezembro, implantação de vias exclusivas fica para o próximo ano 30/06/2012 - 01h03 . Atualizada em 30/06/2012 - 00h00 ![]() Movimento na John Boyd Dunlop, uma das avenidas de Campinas que receberão corredor para os ônibus do sistema BRT (Foto: Elcio Alves/AAN) As obras dos corredores exclusivos de ônibus por onde circularão os BRTs (Bus Rapid Transit) só terão início em 2013. O prefeito Pedro Serafim (PDT) conseguirá deixar pronto, no máximo, o procedimento licitatório para a revisão do projeto básico e contratação do projeto executivo dos corredores que ligarão o Centro ao Terminal Campo Grande e ao Terminal Ouro Verde e Aeroporto de Viracopos. As obras, cujos recursos foram aprovados no Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade (PAC 2), só serão licitadas no próximo ano, atrasando ainda mais a proposta de dotar a cidade de um sistema de transporte de grande capacidade. O BRT é um sistema de transporte coletivo sobre pneus, rápido, flexível, de alto desempenho e que será o padrão de veículos que circularão nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. A Secretaria de Transportes convocou para a próxima sexta-feira uma audiência pública para discutir o projeto com a sociedade. Segundo o secretário André Aranha Ribeiro, a Administração irá agilizar o máximo que puder os procedimentos necessários. A implantação dos corredores já sofreu várias alterações. Inicialmente, seriam as vias para o veículo leve sob pneus (VLP), uma espécie de metrô de superfície. O projeto previa que o VLP iria circular nos corredores Ouro Verde e Campo Grande. O primeiro, com 21,4 quilômetros, ligaria o Centro ao Ouro Verde e ao Aeroporto de Viracopos. O segundo, com 17,8 quilômetros, ligaria o Terminal Campo Grande ao Centro, utilizando o leito desativado do VLT para chegar ao Terminal Central. Mas as dificuldades de financiamento fizeram a Prefeitura desistir do metrô de superfície no Corredor Campo Grande em 2010. Depois, tirou o VLP de vez do projeto. Investimentos Os dois corredores serão interligados por uma via de quatro quilômetros que unirá o Campos Elíseos à Vila Aurocan. Para atender à necessidade de ampliação de vias para receber os BRTs, a Prefeitura planeja ampliar o Viaduto Cury, construindo mais uma faixa para dar fluidez ao trânsito e, principalmente, para garantir acessibilidade aos BRTs, geralmente veículos muitos longos, como é o caso do Ligeirão. A reforma do Viaduto Cury vai exigir R$ 10 milhões em investimentos. Para a construção dos corredores, Campinas garantiu R$ 295 milhões do programa federal PAC 2 e aplicará mais R$ 44 milhões em recursos próprios. Essa contrapartida não está no orçamento deste ano, mas está previsto no Plano Plurianual e será consignado no orçamento de 2013. A Prefeitura vai conseguir parte desses recursos com o consórcio Aeroportos Brasil, que venceu a concessão do Aeroporto Internacional de Viracopos, uma vez que um dos corredores, o Ouro Verde, será essencial para garantir o acesso ao aeroporto. Itajaí investe R$ 10 milhões na compra de 15 ônibus A empresa Itajaí já adquiriu 15 ônibus de alta capacidade, modelo Viale BRT, com desenho futurista, inspirado nos modernos trens de alta velocidade. Com capacidade para 145 passageiros cada um, eles têm 21 metros de comprimento, com carroceria Marcopolo montada sobre chassis Volvo. O investimento nessa frota, informou o proprietário da empresa, Joubert Beluomini, foi de R$ 10 milhões, 90% financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os veículos são articulados e irão circular no futuro corredor Campo Grande. Modernos e equipados com diversos recursos, os ônibus estão em fase final de produção na Marcopolo. Segundo a montadora, o ônibus tem vidros laterais colados que garantem maior visibilidade e proporcionam uma visão panorâmica aos passageiros. Além disso, conjuntos óticos dianteiro e traseiro com LEDs garantem melhor iluminação e reforçam a identidade da marca. Também é o primeiro ônibus urbano no mercado brasileiro a contar com daytime running light, dispositivo de acendimento automático dos faróis mesmo durante o dia. Internamente, o Viale BRT inova nos conceitos de ocupação de espaço e de ergonomia. A maior largura interna, associada à configuração das poltronas, garante maior área livre e facilita a circulação dos passageiros, tornando a viagem mais cômoda e confortável. A altura interna também foi aumentada, permitindo a inclusão de dutos de ar, alto-falantes e amplo espaço para propaganda nas laterais superiores. http://correio.rac.com.br/correio-po...o-em-2013.html ![]() O BRT de Campinas-SP, já esta há um passo para sair do Papel , mesmo assim contiunua sendo adiado nem mesmo em ano eleitoral, e parece que os Projetos AINDA nao estao prontos nem mesmo com aprovaçao do PAC da Mobilidade , pelo menos a Minha Cidade foi aprovada pela Dilma no PAC da Mobilidade a ser investido ate 2014
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#1130 |
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Luta para o Trem-Bala
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Emquanto isso, aqui em Campinas-SP
....Campo Grande recebe primeiro lote de BRTs Expectativa é de que os oito ônibus entrem em circulação até o fim do mês, mesmo sem corredores 02/07/2012 - 22h57 . Atualizada em 03/07/2012 - 06h00 ![]() Os oito ônibus do sistema BRT estacionados na garagem da empresa Itajaí, na Vila Aeroporto, em Campinas: articulados têm design futurista e maior capacidade (Foto: César Rodrigues/AAN) Os primeiros ônibus de média capacidade, que serão o padrão de veículos que circularão nas cidades-sede da Copa do Mundo de futebol, começaram a chegar em Campinas. Dos 15 veículos previstos, oito chegaram ontem e a previsão é que até o final do mês os BRTs (da sigla em inglês de trânsito rápido de ônibus), com desenho futurista, inspirado nos modernos trens de alta velocidade, comecem a circular na região do Campo Grande. Enquanto o corredor Campo Grande não é construído — a previsão é que a obra ficará para 2013 — os BRTs atuarão como ônibus comum. A mudança e as plenas vantagens do sistema só serão sentidas quando puderem circular em via segregada, de forma que haverá redução dos tempos de embarque e desembarque de passageiros, por ser composto de veículos com grande número de portas e de plataformas niveladas ao piso do ônibus. Outra vantagem é o pagamento fora do veículo, as estações fechadas e seguras e os mapas de informação em tempo real. Os BRTs adquiridos pela empresa Itajaí irão circular em três linhas, a 2.12, 2.10 e 2.11 que ligarão o Terminal Itajaí ao corredor central, o Terminal Campo Grande ao Parque D. Pedro Shopping e Unicamp, e o Terminal Campo Grande ao Shopping Iguatemi. Trata-se de um sistema de transporte coletivo sobre pneus, rápido, flexível, de alto desempenho, com capacidade para 145 passageiros e que agrega mais conforto, como por exemplo, acesso à internet por sistema wireless. Os veículos têm câmeras para o motorista monitorar a entrada de passageiros e o ônibus não parte com portas abertas. Além de internet, eles terão também televisão. Os BRTs têm carroceria Marcopolo montada sobre chassis Volvo. Esses ônibus são articulados e irão trafegar em canaleta específica, no Corredor Campo Grande, que será construído na Avenida John Boyd Dunlop e irá ligar o Terminal Central ao Terminal Campo Grande. Várias cidades do Brasil, como Curitiba, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro adotaram o BRT como um meio de transporte público mais barato a um sistema metropolitano (metrô), com capacidade de transporte de passageiros similar à de um sistema de veículo leve sobre trilhos (VLT). O primeiro BRT do País foi implantado em 1979, em Curitiba. O investimento nessa frota, feito pela empresa Itajaí, foi de R$ 10 milhões, 90% financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo a Marcopolo, a Itajaí adquiriu o modelo Viale BRT. Os ônibus têm vidros laterais colados que garantem maior visibilidade e proporcionam uma visão panorâmica aos passageiros. Além disso, contam com conjuntos óticos dianteiro e traseiro com LEDs, que garantem melhor iluminação. Também é o primeiro ônibus urbano no mercado brasileiro a contar com Daytime Running Light, dispositivo de acendimento automático dos faróis mesmo durante o dia. Internamente, o Viale BRT inova nos conceitos de ocupação de espaço e de ergonomia. A maior largura interna, associada à configuração das poltronas, tem maior área livre e facilita a circulação dos passageiros. A altura interna também foi aumentada, permitindo a inclusão de dutos de ar, alto-falantes e espaço para propaganda nas laterais. Os novos ônibus irão substituir os padrões da frota e ampliar sua capacidade de transporte na região do Campo Grande. A empresa irá retirar de circulação 20 ônibus padrão e colocar 15 BRTs no lugar. A Itajaí opera hoje com quatro veículos de grande capacidade, os biarticulados, e parou os investimentos nesse tipo de veículo porque os testes realizados mostraram que sem corredores exclusivos, eles não são viáveis. http://correio.rac.com.br/correio-po...e-de-brts.html |
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#1131 |
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Luta para o Trem-Bala
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Prefeitura realiza Audiência Pública sobre o conceito BRT
A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Transportes e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), realiza no próximo dia 6 de julho, sexta-feira, Audiência Pública sobre o Bus Rapid Transit (BRT), que será implantado no município. O evento será realizado no Salão Vermelho do Paço Municipal; e terá início a partir das 9h. O conceito de BRT envolve elementos importantes, como infraestrutura, planejamento e controle operacional. O BRT é formado por estações de transferência e infraestrutura adequada; veículos articulados ou biarticulados; corredores exclusivos com espaços para ultrapassagens; embarque / desembarque pela esquerda (junto ao canteiro central das avenidas); embarque em nível; pagamento desembarcado; e sistema mais seguro, rápido, eficiente e confiável. Durante a Audiência Pública serão apresentados à sociedade os dados gerais sobre o novo sistema de transporte, com informações sobre os corredores Ouro Verde e Campo Grande, e o processo licitatório para a contratação de empresas especializadas para a adequação dos projetos básicos e funcionais; para a elaboração dos projetos executivos; para o gerenciamento de projetos e obras; e para a execução das obras. A audiência Pública do BRT atende ao Artigo 39 da Lei Nº 8.666, de 21 de junho de 1993. PAC II No dia 24 de abril, Campinas foi contemplada com o valor de R$ 339 milhões, do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana (PAC II) – Grandes Cidades (com população entre 1 milhão e 3 milhões de habitantes). O anúncio foi realizado pela presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia em Brasília, no Salão Oeste do Palácio do Planalto, que teve a participação do prefeito Pedro Serafim e do secretário de Transportes e presidente da EMDEC, André Aranha Ribeiro. Do total de recursos, o Governo Federal vai destinar R$ 295 milhões, sendo R$ 98 milhões repassados diretamente do Orçamento Geral da União; e R$ 197 milhões, por meio de empréstimo em contrato de financiamento a fundo perdido, com aplicação a juros baixos. O município deverá investir R$ 44 milhões como contrapartida. BRT em Campinas Os R$ 339 milhões serão utilizados para a realização do Plano de Mobilidade Urbana de Campinas. O Plano de Mobilidade prevê, entre outras ações, a implantação de dois corredores de ônibus exclusivos à esquerda para a operação do sistema BRT, nos eixos Ouro Verde e Campo Grande. O sistema vai operar com ônibus articulados e biarticulados e haverá interligação entre os corredores. Além disso, estão previstas as reformas do Terminal Ouro Verde e do Viaduto Miguel Vicente Cury. No Ouro Verde serão 14,4 km de corredor exclusivo à esquerda, saindo do Terminal Central (Viaduto Miguel Vicente Cury), seguindo pela João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez e Camucim até o Terminal Vida Nova. Também haverá a reforma do Viaduto Miguel Vicente Cury, basicamente com a implantação de mais uma faixa de rolamento, em cada sentido, na ligação com a Avenida João Jorge; reforma dos terminais Central, Ouro Verde e Vida Nova; e implantação de estações de transferência ao longo do trecho. O custo estimado do projeto é de R$ 145 milhões. Já o Corredor Campo Grande terá 17,8 km de extensão, saindo do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo, seguindo pelo leito desativado do antigo VLT, John Boyd Dunlop e chegando ao Terminal Itajaí. As obras contemplam a construção de um terminal ao lado do Terminal Multimodal; e a implantação de estações de transferência ao longo da Avenida John Boyd Dunlop. O custo estimado é de R$ 155 milhões. A estimativa é de que em 2014 os dois corredores, Ouro Verde e Campo Grande, transportem juntos cerca de 30 mil passageiros por hora, nos períodos de pico; podendo chegar a 40 mil, nos próximos 30 anos. Também está definido, no Plano, uma ligação perimetral entre os dois corredores, com 4 km de extensão, ligando Vila Aurocan até Campos Elíseos, seguindo pelo leito desativado do VLT. O custo estimado da obra é de R$ 30 milhões. http://www.emdec.com.br/eficiente/si...erais&pub=6844 |
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#1132 |
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Esses dias, fui cortar cabelo e vi num jornal uma matéria relativamente grande sobre alguns "especialistas" criticando a implantação do BRT na Grande Vitória. Não consegui a matéria do jornal, mas achei outra que era de alguma forma citada.
O prefeito da Vitória, João Coser (PT) foi eleito em 2004, e muitos dos seus votos foram devido à espetacular proposta de implantação de um VLT (o tal "Metrô de Superfície"). A primeira gestão passou, e nada. O assunto começou a virar piada, mas mesmo assim ele se reelegeu. Até esboçaram alguma movimentação, contrataram uma empresa de São Paulo para elaborar um projeto. Entretanto, pelo visto, o sonho do prefeito petista era que o "companheiros" do governo federal bancassem a brincadeira. Quebrou a cara! Ficou na mão e a coisa morreu. O Governo do Estado do ES, que não fica pra trás na picaretagem, resolveu fazer alguma coisa. Até porque, só mesmo vindo do governo estadual para a coisa funcionar conectando as cidades da região metropolitana. Já que as prefeituras por si só não conseguem dialogar para um bem comum, nem em assuntos mais simples. Fizeram um projeto de implantação do BRT cheio de falhas, creio que lá pra 2009/10. Que também ficou enrolado, e agora, com a Copa mais próxima, perceberam que tá na hora de tomar alguma atitude, e há alguns meses atrás lançaram edital para contratar uma empresa para fazer um projeto executivo. Bom, com esse contexto histórico, agora, como falei, estão surgindo críticas ao sistema, e ditas até por supostos "especialistas em transportes". Queria retomar um pouco essa discussão com vocês, já que a galera aqui no SSC tem bastante argumento etc. O tal prefeito de Vitória, agora com seu 2º mandato terminando, resolveu dar as caras para falar do VLT novamente e criticar o BRT. Na matéria que li no jornal. Os "especialistas" criticavam intensamente a "diminuição da quantidade de faixas para os veículos". Aí, eu comento. Mas não é essa a ideia? Investir em transporte público? Convencer as pessoas a evitarem o uso do carro sempre que possível? Hoje, em vários horários do dia, a faixa da direita é inútil para os carros de qualquer forma, já que constantemente os ônibus param nos pontos (muito próximos uns dos outros) e por lá ficam bastante tempo. E por acaso o VLT também não ocupa espaço? Imagino que provavelmente essas pessoas estejam viajando na expressão "Metrô de Superfície" e imaginando um monotrilho. OK, não deixa de ser uma possibilidade. Mas monotrilho para uma região metropolitana do tamanho da Grande Vitória? Investir pesado logo de cara num VLT num local onde não se preocupam ultimamente nem com as faixas pintadas nas pistas? Com o mínimo de uniformidade do asfalto? De uma sincronização básica entre os semáforos? Ou ainda de uma cidade que incentiva a troca de todos os ônibus de qualidade pelos piores cabritos possíveis? E eu não sei vocês, mas ao meu ver, com os corredores de BRT prontos e funcionando, implantar um VLT no lugar, no futuro, não seria "engenharia espacial"! Ou estou enganado? |
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#1133 |
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Luta para o Trem-Bala
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Impasse ameaça chegada do BRT até Viracopos
Para secretário, gestor do aeroporto terá de bancar extensão de corredor; grupo não prevê obra 09/07/2012 - 16h56 . Atualizada em 10/07/2012 - 06h00 O Corredor Ouro Verde, onde circularão os ônibus rápidos do modelo BRT (Bus Rapid Trafic), só chegará ao Aeroporto Internacional de Viracopos se a concessionária Aeroportos Brasil, nova gestora do terminal, se responsabilizar pela implantação da infraestrutura dentro do sítio aeroportuário. Sem isso, afirma o secretário de Transportes de Campinas, André Aranha, a Prefeitura não irá estender o corredor até a zona aeroviária. O secretário considera que, dentro do aeroporto, uma área federal, o corredor deve fazer parte das intervenções que serão necessárias para garantir a mobilidade, com a ampliação de Viracopos. A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos S/A informou que, neste momento, dedica seus esforços ao cumprimento de todas as exigências do contrato de concessão firmado com o governo federal visando às obras de ampliação e modernização de Viracopos. A concessionária afirmou que o contrato de concessão não prevê a execução desse tipo de obra. O movimento no terminal não é somente de passageiros e cargas, disse Aranha. É preciso pensar também no deslocamento dos funcionários. “Hoje 8 mil pessoas trabalham em Viracopos e essa população deverá chegar aos 40 mil em 30 anos, no final da concessão, quando 80 milhões de passageiros passarão pelo terminal. É preciso, portanto, ter uma ligação de transporte de alta capacidade chegando ao aeroporto”, afirmou Aranha, durante a audiência pública realizada na última sexta-feira no Salão Vermelho da Prefeitura, para discutir o projeto dos corredores exclusivos de BRTs, o Ouro Verde e o Campo Grande. Financiamento O corredor Ouro Verde sairá do Terminal Central, seguirá pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez e Camucim até o Terminal Vida Nova, numa extensão de 14,4 quilômetros. Para estender essa infraestrutura até o limite do aeroporto serão necessários mais 10 quilômetros de via segregada, a um custo estimado de R$ 60 milhões. O dinheiro para a ligação com o aeroporto não está incluído nos recursos liberados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o corredor e a Prefeitura pretende buscar parcerias para suprir essa diferença. Mas o secretário considera que, dentro do aeroporto, a responsabilidade pela obra é da concessionária. “Nas conversas que vínhamos tendo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) havia receptividade nesse projeto e, agora, vamos retomar a conversa com o concessionário”, afirmou o secretário de Transportes. Projeções Tanto o Corredor BRT do Ouro Verde quanto o do Campo Grande estarão prontos 50 meses após a divulgação do edital que contratará a revisão do projeto básico, depois do projeto executivo e as obras. Não há prazo, ainda, para a divulgação do edital, mas o fato é que os BRTs não circularão em vias segregadas antes de quatro anos. Até lá, esses ônibus circularão em vias normais. O primeiro lote, de 15 veículos de alta capacidade, foi adquirido pela empresa de ônibus Itajaí. Esses coletivos deverão iniciar a operação até o final do mês, fazendo a ligação do Centro com o Terminal Campo Grande, por meio da Avenida John Boyd Dunlop, trajeto do futuro Corredor Campo Grande — nesse corredor os ônibus sairão do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo (rodoviária) e seguirão pelo leito desativado do antigo VLT, Avenida John Boyd Dunlop e Terminal Itajaí, numa extensão de 17,8 quilômetros.Parte desse trajeto será em corredor segregado. http://correio.rac.com.br/correio-po...viracopos.html |
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#1134 |
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Não é uma matéria sobre BRTs no Brasil, mas toca questões semelhantes às que discutimos aqui e nos inúmeros threads locais.
Bus Rapid Transit Gaining Traction Despite Concerns Localities from San Francisco to Jacksonville, Fla., are embracing bus rapid transit -- even if not everyone in the transportation community is sold on the idea. BY: RYAN HOLEYWELL | AUGUST 2012 Nashville officials are pursuing a transit line they say will be integral to the future of the region as the population grows. The 8-mile route, dubbed the East-West Connector, would link hospitals, the city’s football stadium, its state Capitol and Vanderbilt University, among other destinations. Regional officials say that, if executed properly, the connector could be online as soon as 2015 and will serve more than 1.3 million riders annually. “Something like this has never been attempted in Nashville,” says Mayor Karl Dean. That something isn’t a subway, light rail or even a streetcar. It’s a bus. And its impact on Nashville could be huge. “People who work downtown will be able to get downtown faster and cheaper,” Dean says. “That’s the appeal.” The East-West Connector isn’t a traditional bus line either. Rather, it’s bus rapid transit, or BRT. It focuses on taking bus service -- historically unattractive and slow -- and making it something riders want to use, as opposed to its current status as a mode of last resort. Continua em http://www.governing.com/topics/tran...-concerns.html |
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#1135 |
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Boa notícia (atrasada) para o pessoal de Niterói e Baixada:
22/08/2012 12h49 - Atualizado em 22/08/2012 12h49 Governador diz que até janeiro saem licitações para BRTs no RJ Cabral revela que estuda reorganizar 400 linhas de ônibus intermunicipais. Intenção é criar corredores de ônibus articulados em Niterói e na Baixada. Do G1 RJ 2 comentários O governador do Rio, Sérgio Cabral, disse nesta quarta-feira (22) que, em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), já faz estudos preliminares para a implantação do sistema Bus Rapid Transit (BTR) – com corredores exclusivos e ônibus articulados – em dois pontos do estado: na área que abrange Niterói, na Região Metropolitana, e na área de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele anunciou que as licitações devem ser lançadas até janeiro de 2013. A intenção, segundo o governador, é reorganizar o transporte público no estado. Sérgo Cabral destacou que as concessões de mais de 400 linhas de ônibus intermunicipais terminam em meados do ano que vem. “Estamos fazendo um estudo preliminar para racionalizar essas linhas de ônibus, promover a integração com outros modais. Isso vai ser bom para os passageiros, que terão mais conforto e para os motoristas, que perderão menos tempos no trânsito e vão chegar mais rápido”, enfatizou o governador. Cabral informou que, de acordo com os primeiros levantamentos, devem ser criados dois BRTs na Região Metropolitana, ligando as cidades de Itaboraí, São Gonçalo e Niterói ao Rio, e um na Baixada Fluminense, que vai abranger os municípios de Magé e Duque de Caxias ao Rio. “Se possível, vamos fazer também de São Francisco de Itabapoana a Campos, no Norte Fluminense”, disse Cabral. |
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#1136 |
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BANNED
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edit
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#1137 |
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Luta para o Trem-Bala
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População elogia conforto, segurança e acessibilidade nos BRTs
27/08/2012 - 10:55 ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Gilson Rei Usuários do sistema de transporte coletivo urbano de Campinas aprovaram o conforto, a segurança e a acessibilidade dos novos ônibus fabricados com tecnologia BRT (Bus Rapid Transit - Transporte Rápido com Ônibus) e que começaram a circular na região do Campo Grande desde 1º de agosto. Ao todo, 15 veículos adquiridos pela Itajaí Transportes Coletivos Ltda iniciaram a operação nos horários de pico na linha 2.12 (Terminal Itajaí), percorrendo o itinerário entre o Campo Grande e o Centro. Os investimentos da empresa foram da ordem de R$ 10 milhões e a expectativa é de continuar incrementando as linhas com este modelo a cada renovação da frota da Itajaí nos próximos meses. Os novos veículos são articulados e circulam na Avenida John Boyd Dunlop, agregando novas tecnologias. Alguns veículos contam, por exemplo, com acesso à internet por sistema wireless. “É uma opção importante para a população que aproveita o tempo de viagem para adiantar compromissos, obter informações e até se distrair”, disse Claudia Vilella, estudante universitária de Psicologia que aprovou a novidade. Outra característica elogiada pela população foi a maior segurança nos embarques e desembarques. O motorista conta com uma tela ao lado do volante, por onde pode ver o embarque e desembarque de passageiros, afinal existem câmeras que captam o movimento dos passageiros nas portas de acesso ao ônibus. “Isto é importante para evitar acidentes, pois o motorista poderá ter um controle melhor da situação”, disse o mecânico Antonio Mendes Ribeiro. Conjuntos óticos dianteiro e traseiro com LED’s também são um diferencial nos novos ônibus. “Isto permite maior segurança na condução dos ônibus no trânsito, pois as lanternas ficam mais visíveis”, comentou o motorista José dos Santos. A acessibilidade é também outro item bastante comemorado entre os usuários. Um sistema de elevação para auxiliar o acesso dos cadeirantes permite uma mobilidade mais eficiente e segura na entrada e saída das pessoas com deficiência. Além disso, um sistema de rebaixamento da suspensão permite um ajuste adequado dos degraus na altura da calçada ou do piso em que estão os passageiros com mobilidade reduzida. “É um luxo. Nunca tinha visto algo deste tipo”, resumiu a aposentada Jacira Lemos. Conforto O conforto dentro do ônibus foi outra vantagem apontada pela população. Os ônibus possuem 21 metros e podem transportar até 145 passageiros. Possuem carroceria Marcopolo, montada sobre chassis Volvo. Os veículos são mais largos e altos; e, com uma configuração diferenciada das poltronas, têm maior área livre e facilitam a circulação dos passageiros. “Mesmo com o veículo cheio, é mais gostoso seguir viagem”, afirmou a doméstica Maria José dos Reis. Estes ônibus articulados - de desenho futurista, inspirado nos modernos trens de alta velocidade - são semelhantes aos veículos que vão percorrer os corredores Ouro Verde e Campo Grande e atender a população nas estações que serão implantados a partir do ano que vem, com investimento de R$ 339 milhões – sendo R$ 295 milhões do Governo Federal e R$ 44 milhões do Município. O secretário de Transportes e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) lembrou que a mudança e as plenas vantagens do sistema BRT só serão sentidas quando puderem circular em via segregada, de forma que haverá redução dos tempos de embarque e desembarque de passageiros, por ser composto de veículos com grande número de portas e de plataformas niveladas ao piso do ônibus. Outra vantagem será o pagamento fora do veículo, as estações fechadas e seguras e os mapas de informação em tempo real. O projeto O BRT é um sistema rápido, flexível e de alto desempenho – parecido com o sistema de Metrô – e foi escolhido como padrão do transporte coletivo nas próximas décadas em Campinas e em pelo menos mais 13 cidades no País: Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cascavel (PR); Curitiba (PR); Goiânia (GO); Maringá (PR); Salvador (BA); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Uberlândia (MG) e Vitória (ES). A Prefeitura, por meio da Secretaria de Transportes e da EMDEC, vai aplicar na cidade nos próximos três anos o Plano de Mobilidade Urbana, que prevê a implantação de dois corredores de ônibus exclusivos à esquerda para a operação do sistema BRT nos eixos Ouro Verde e Campo Grande. O objetivo é garantir um ganho significativo na qualidade do transporte coletivo urbano, que resultará na redução do número de veículos nas ruas, pois muitos deverão migrar para o BRT. O sistema vai, por exemplo, reduzir pela metade o tempo de viagem das pessoas e deverá operar com ônibus articulados e biarticulados. Haverá interligações fechadas entre os corredores. Além disto, estão previstas as reformas do Terminal Ouro Verde e do Viaduto Miguel Vicente Cury. Para o Ouro Verde, estão previstos 17,3 km de corredor exclusivo à esquerda, com cobrança desembarcada e sistema de guiagem ótica ou magnética, que funcionará como um “trilho virtual”, ampliando o controle e confiabilidade da operação do transporte. O Corredor ligará o Centro ao Ouro Verde, até o Aeroporto de Viracopos. Já o Corredor Campo Grande, de acordo com o Plano, contará com 17,8 km, também com corredor exclusivo à esquerda. A estimativa é que os dois corredores juntos transportem, em 2014, cerca de 30 mil passageiros por hora nos períodos de pico; podendo chegar a 40 mil, nos próximos 30 anos. Além dos dois corredores exclusivos, os recursos serão voltados para duas grandes intervenções: ampla reforma do Terminal Ouro Verde, para adaptação ao sistema BRT; e a reforma e o alargamento do Viaduto Cury, para atendimento à nova realidade de corredores e integração com o Corredor Central. Também está definido no Plano, um corredor exclusivo à esquerda, uma interligação perimetral para reduzir o percurso negativo e diminuir a demanda nos corredores principais. A interligação será a construção de uma nova via no leito desativado do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no trecho entre o Campos Elíseos e a Vila Aurocan. http://www.campinas.sp.gov.br/notici...a.php?id=15015 Last edited by paulo lima; August 29th, 2012 at 08:08 PM. |
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#1138 |
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A cada um o que é seu
Join Date: Feb 2007
Location: Campinas
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Besteira...
Esses ônibus de Campinas não são BRTs, são articulados comuns com uns luxos a mais. Eles não tem portas de embarque e desembarque niveladas com a plataforma, ainda têm cobradores, têm portas dos dois lados com elevadores para cadeirantes... Enganação pura. BRTs de verdade troncais têm portas de apenas um dos lados, niveladas com a plataforma (não precisam de elevadores), salão num só nível, não têm cobradores (a cobrança é desembarcada), etc. Ou seja: são um caô para enganar trouxa na eleição de outubro e dizer que estão trazendo algo novo, quando na verdade é mais do mesmo. E aliás: eu nem falei que corredor exclusivo é algo que ainda vai ser feito (se for). O da Amoreiras, que é curtinho, terá de ser todo refeito, já que os veículos desse futuro BRT em Campinas operarão com portas à esquerda e plataformas centrais, enquanto o corredor da Amoreiras opera desde a década de 1980 com portas à direita e pontos de ônibus normais. Grande vantagem! ![]() Aliás, é só para gerar notícias na época da eleição, porque esses veículos são bonitos e tal, mas não são BRTs e até podem ser convertidos para tal, mas vão ter que cortar bastante lata e fazer várias adaptações. Em Campinas tem muito disso... entre 1999 e 2000, tiraram-se os cobradores na maior parte das linhas, gerando adaptações, em 2001 trouxeram de volta os cobradores e reverteu-se a entrada da porta dianteira para a porta traseira (mais adaptações na frota existente) e entre 2003 e 2004 voltou-se a ter entrada pela porta dianteira (mais adaptações). Parte considerável da frota têm rebites e/ou buraquinhos, a lembrar essas transformações. E pela última vez: CAMPINAS NÃO TEM BRTs! Poderá vir a tê-los um dia, mas não em 2012 e nem em 2013. Dá raiva ler essa mentirada toda!
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#1139 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Vitória, ES
Posts: 470
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Agora BRT é tecnologia?
![]() Elogia acessibilidade num ônibus de piso alto com embarque ao nível da rua? ![]() ![]() Jornalismo de qualidade e pelo menos um pouco de imparcialidade pelo visto já tá extinto no Brasil.
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#1140 |
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SSC do Brasil S.A
Join Date: Dec 2011
Location: São Paulo
Posts: 3,403
Likes (Received): 727
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Se a Marcopolo batiza o ônibus como Viale Metrô, é capaz desses jornalistas colocarem:
"População elogia conforto, segurança e acessibilidade no Metrô" Onde que esse cara pálida está vendo sistema de BRT aí? Só vejo um belo ônibus, projetado para rodar em BRT's sendo vendido para qualquer um, sendo usado como um ônibus comum
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