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Sul Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina



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Old February 15th, 2011, 08:37 PM   #121
shiroshima
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È mesmo shiroshima, a falta de informações ficou a desejar, talves mandando um e-mail para os administradores do shopping convidando para disponibilizar mais informações eles animem.

Sem mais dados do empreedimento fica no vazio para fazer uma crítica bacana. Mas mesmo assim eu acredito no potencial do negócio.

Aaa e mais uma coisa que eu quero saber amigão, o posto que fica atraz do shopping ainda está lá ou saiu para dar lugar para o prédio?


Abraço.
Oi Boaideiro!

O posto continua lá ainda e sem reformas. Varios outros posto da cidade se modernizaram, agregando lojas de conveniëncias, mas aquele parou no tempo.

O Shopping fica praticamente em volta dele, formando um L, pegando as ruas Getúlio Vargas, Distrito Federal e Paraíba.

Abraço
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Old February 22nd, 2011, 01:15 AM   #122
shiroshima
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Vou postar o link onde tem um pequeno vídeo sobre a TV Imagem de Paranavaí, uma das 8 sedes da RPC no PR, que foi ao ar na série sobre os 40 anos do Jornal Nacional

http://jornalnacional.globo.com/Tele...ANAVAI+PR.html

A TV Imagem abrange uma área de 71 municípios nas regiões de Paranavaí, Cianorte e Umuarama (onde possui uma sucursal e uma equipe de reportagem), chegando até Guaíra.

A emissora existe há mais ou menos 15 anos, mas no início era afiliada à Band, sendo posteriormente vendida para a atual RPC.

Não que eu esteja fazendo propaganda da RPC, na verdade só postei isso para demonstrar que em um passado não muito longe a cidade possuía uma força política muito boa, o que possibilitou a instalação de uma emissora de TV em Paranavaí, um sonho antigo de seus moradores.

O fato é que atualmente a região pode conhecer mais acerca de si mesma, uma vez que a programação local possibilita que os moradores do noroeste estejam a par do que se passa por lá, além de possibilitar que as notícias do noroeste sejam levadas a todo o Estado.

Last edited by shiroshima; February 28th, 2011 at 04:17 AM.
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Old February 23rd, 2011, 02:30 AM   #123
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E 2011 começa (mesmo antes do Carnaval), com o pré-lançamento de mais um edifício em Paranavaí.

Ed. Maison Royale
www.sandri.com.br

Esse Edifício vai ter uma localização bem boa, na Av. Rio Grande do Norte, esquina com a Guaporé. Também vai contribuir para o skyline ficar mais denso, pois nessa região, uma quadra para cima já tem o Edifício Campano, e um quadra à direita tem o Ed. Noroeste.







Tudo leva a crer que 2011 também será um ótimo ano para a construção civil em Paranavaí, que com a construção de pelo menos 14 novos edifícios, ficará com um skyline bem bacana.

Last edited by shiroshima; February 28th, 2011 at 04:17 AM.
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Old February 23rd, 2011, 04:58 PM   #124
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Reportagem da RPC sobre a construção civil em Paranavaí:

http://www.rpctv.com.br/parana-tv/2-...-em-paranavai/
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Old February 24th, 2011, 12:31 AM   #125
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Reportagem da RPC sobre a construção civil em Paranavaí:

http://www.rpctv.com.br/parana-tv/2-...-em-paranavai/

Amigão shiroshima, poxa fiquei muito feliz com essa reportagem. Paranavaí está se fortificando cada vez mais no segmento, fruto do desempenho da economia da cidade e região.

Estes novos edifícios são o reflexo do que a Pvaí está vivendo, e aproveitando o momento os empresários imobiliários não vâo deixar escapar uma oportunidade que por sinal veio para ficar. Já a comunidade tem um leque de opções de escolhas que não havia a muito tempo, pelo fato de uma demanda reprimida de uma economia estagnada, mas graças a Deus mudou o quadro!.

Paranavaí merce!


Abraço.
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Old February 26th, 2011, 09:27 PM   #126
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Passando dos novos empreendimentos residenciais e comerciais, para as indústrias....

Paranavaí nunca teve uma vocação industrial muito forte e por muitos anos, após o desastre das geadas sobre a cultura cafeeira na década de 70, a cidade teve a pecuária de corte como uma de suas principais atividades econômicas. Pode-se dizer que o restante da década de 70 e a década de 80 inteira foram muito longas e marcadas por um certo ostracismo na economia local, inclusive contribuindo para o baixíssimo crescimento populacional da cidade.

Na década de 90 novas opções de diversificação econômica surgem na região, dentre elas a citricultura. Em pouco anos a região de Paranavaí se transformou no mais produtor de laranja e se tornou sede da 1º indústria de suco dessa fruta no Estado. A então Citrocoop (posteriormente Paraná Citrus e atualmente Cocamar Citrus) foi uma das responsáveis por dar um novo ânimo para a economia local. Atualmente a laranja in natura produzida na região é comercializada no PR, SC, RS e MS, e o suco em sua maioria é exportada para os EUA e Europa. Recentemente um riquíssimo subproduto da laranja está sendo produzido, o óleo essencial, que também é exportado e utilizado pela indústria cosmética como importante fixador.

Outra indústria de sucos foi criada, a Citri, que recentemente foi comprada pela gigante do setor, Cutrale, de São Paulo.

A Mandiocultura também é outra importante cultura na região. A cidade é sede de dezenas de fecularias e farinheiras que processam a mandioca, incluisve é em Paranavaí que se situa a sede da ABAM (Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca). A UFPR possui uma fazenda experimental que realiza pesquisas com a Mandioca e seus derivados.

Com a crescente importância do Etanol na vida dos brasileiros, a cana de açucar também vem se transformando em outra importante cultura na região. Paranavaí será sede da Brazcana Centrais Energéticas.

Atualmente no setor industrial, Paranavaí conta com mais de 340 empresas. O parque industrial tem uma área de mais de 100 hectares. As principais indústrias da cidade são: Cocamar/Sucos Paraná Citrus, Citri agroindustrial, Yoki alimentos, Gessopar Decorações, Mister Frango, Refrigerantes Garoto, Textilpar, Ivo Recap (cronnus pneus), Maria Valentina (grupo morena rosa), Incopostes e em breve será inaugurada a Usina de Cana-de-Açúcar Brazcana central energética e a INCOEP - Indústria de Óleos Paranavaí

A seguir vou postar as fotos de algumas dessas indústrias:

Cocamar Citrus
Distrito Industrial de Paranavaí

www.cocamar.com.br

Yoki Alimentos
Distrito de Graciosa
Em janeiro foi anunciada a intenção da ampliação da planta industrial de Paranavaí, para que a partir de 2012 ela possa também empacotar a Farofa Pronta, que atualmente é realizada somente pela Plana de São Bernardo do Campo)

www.yoki.com.br

Podium Alimentos (Derivados de Mandioca)


www.podiumalimentos.com.br

Cassava S/A (Fecularia de mandioca)

www.cassava.com.br

C3 Amidos

www.cm3cooperativa.com.br

Mister Frango - Avícola Felipe

www.misterfrango.com.br

Maria Valentina (Grupo Morena Rosa - Confeccção)

www.mariavalentina.com.br

Ivo Recap (Automotivo)

www.ivorecap.com.br

Troncos e Balanças Beckhauser

www.beckhauser.com.br

Outras empresas que se destacam pelo seu porte:

-Amidos Bankhardt
-Amidos Paranaense
-Farinheira Pioneira
-Farinheira Centenário
-Farinheira Dois Irmãos
-Farinheira Mandelícia
-Farinheira S.A.Viana & Cia Ltda
-Prontas Produtos Alimentícios
-Brazcana Centrais Energéticas S/A (Em construção)
-Incoep - Indústrio de Óleos Paranavaí (Em construção e produzirá óleo de Mamona)
-Citri - Indústria, Comércio e Exportação LTDA (Comprada pela maior indústria de sucos do Brasil, Cutrale de São Paulo)
-Incopostes
-Projeluz
-Mathie Jeans
-Refrigerantes Garoto (marca de refrigerante bem tradicional na cidade e que possui distribuição em toda a região noroeste)

Também foi anunciada a reativação da indústria de móveis Balfar e do frigorífico Margen (através de arrendamento).

Indústrias como a Citri, Cocamar Citrus, Ivo Recap, Incopostes, Mathie estão no Distrito Industrial de Paranavaí (DIP), na verdade localizado no Distrito de Sumaré, na BR 376.

Também há muitas indústrias nos distritos de Graciosa (Yoki) e Mandiocaba.

Last edited by shiroshima; February 26th, 2011 at 09:35 PM.
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Old February 28th, 2011, 04:25 AM   #127
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Amigão shiroshima, poxa fiquei muito feliz com essa reportagem. Paranavaí está se fortificando cada vez mais no segmento, fruto do desempenho da economia da cidade e região.

Estes novos edifícios são o reflexo do que a Pvaí está vivendo, e aproveitando o momento os empresários imobiliários não vâo deixar escapar uma oportunidade que por sinal veio para ficar. Já a comunidade tem um leque de opções de escolhas que não havia a muito tempo, pelo fato de uma demanda reprimida de uma economia estagnada, mas graças a Deus mudou o quadro!.

Paranavaí merce!


Abraço.
Pois é Boiadeiro!

E o mais legal é que além do empresariado local estar investindo, empreendedores de fora também estão investindo na cidade, o que demonstra que o crescimento de Paranavaí está em evidência e é percebido também por investidores de outras cidades.

Alguns exemplos:
- Super Muffato: investidores de Cascavel
- Shopping Cidade: investidor local (Dono da Glévis + investidores de Maringá)
- Ed. Terraço Cristal: Theodorado e Construtora Transamérica de Maringá
- Ed. Maison Royale: Construtora Sandri de Maringá
- Supermercado São Francisco de Maringá.
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Old March 1st, 2011, 05:03 AM   #128
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Terraço Cristal - 22 andares (será o 2º mais alto da cidade)
Centro (Rua Getúlio Vargas, esquina com Ettore Giovine)
04 suítes, sacada com churrasqueira, áreas de lazer, 03 vagas de garagem.

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Old March 1st, 2011, 03:51 PM   #129
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Diretores da Fatecie apresentam plano de expansão Novo campus poderá abrigar cerca de 2 mil alunos

Lorenzetti afirmou que se trata de uma iniciativa importante para Paranavaí, uma vez que consolida a cidade como polo universitário
O prefeito Rogério Lorenzetti esteve reunido na última quinta-feira (24) com os diretores da Faculdade de Tecnologia e Ciências do Norte do Paraná (Fatecie), que apresentaram o plano de expansão da instituição, que prevê a construção de um campus de aproximadamente 65 mil metros quadrados e que poderá abrigar cerca de 2 mil alunos. Na ocasião, os diretores solicitaram, de maneira informal, o apoio do município na obra.

Lorenzetti afirmou que se trata de uma iniciativa importante para Paranavaí, uma vez que consolida a cidade como polo universitário. Ele acenou positivamente ao pedido e determinou ao secretário de Desenvolvimento Econômico, Joaquim Aurélio da Conceição (Shiroff), que também esteve presente na reunião, que cuide dos trâmites formais no sentido de viabilizar um terreno para o novo campus.

De acordo com os diretores, junto com a ampliação das instalações físicas, também haverá a ampliação no número de cursos ofertados na instituição, que passarão de quatro para dez. Entre os novos cursos na área tecnológica estão construção civil, gestão de tecnologia da informação e recursos humanos. E ainda, direito, psicologia e ciências contábeis na modalidade de bacharelado.

A reunião desta quinta-feira também foi acompanhada pelos vereadores Nivaldo Mazzin, presidente da Câmara Municipal, e Mohamed Soumaille. (A.I. PMP)

Fonte: www.diariodonoroeste.com.br
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Old March 8th, 2011, 04:12 AM   #130
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Texto interessantes sobre a história de Paranavaí.
Autor: David Arioch

Paranavaí quase se tornou a “terceira capital do Paraná”


A partir de 1946, a colonização na região de Paranavaí ganhou tanta força que anos depois superou as regiões de Maringá e Umuarama. À época, o que contribuiu para o desenvolvimento local foi o trabalho das colonizadoras de capital privado.

Hoje em dia, o que a população mais jovem de Paranavaí não sabe é que a cidade já foi um dos destaques do Paraná se tratando de povoamento e desenvolvimento. De acordo com dados do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a região de Paranavaí somou 90 milhões de pés de café antes do final da década de 1950, uma marca que deu visibilidade nacional ao Noroeste Paranaense.

Tudo começou nos anos 1930, quando a Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco) teve a concessão das terras de Paranavaí revogada pelo Governo Getúlio Vargas. Naquele tempo, muitos investidores se interessaram pela região considerada ideal para a cafeicultura em função das grandes áreas de solo virgem. Um dos colonizadores que apostou no progresso do Noroeste do Paraná foi o engenheiro Francisco Beltrão, da Sociedade Técnica Engenheiro Beltrão, que começou a comercializar lotes da Colônia Paranavaí em 1946.

O interesse de Beltrão pela região surgiu bem antes, no final da década de 1930, porém, só recebeu o aval do Ministério da Justiça em 14 de dezembro de 1943. Depois ainda teve de aguardar a expedição do título de propriedade liberado pelo Ministério da Agricultura em junho de 1946, segundo informações do livro “História de Paranavaí”, do escritor Paulo Marcelo Soares da Silva.

Todos os documentos diziam respeito a compra de 17 mil hectares de terras que até então pertenciam ao Governo Federal em área próxima as propriedades da Companhia Norte do Paraná. Boa parte das posses do engenheiro na região de Paranavaí se situava em áreas que mais tarde se tornariam o município de Tamboara, Seara, Suruquá e Anhumaí.

Na década de 1950, foi a vez de pioneiros como Carlos Antônio Franchello e Enio Pipino, da Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná (Sinop), apostarem no progresso da região de Paranavaí. Franchello investiu na Gleba 27-A, da Colônia Paranavaí, que se tornaria Querência do Norte, e Pipino no povoado que deu origem a Terra Rica. Na região, as colonizadoras se comprometiam a elevar a economia, proporcionar mais qualidade de vida e de sociabilidade, além das promessas de construção de escolas, unidades de saúde, igrejas e melhores vias de acesso e tráfego.

As campanhas publicitárias veiculadas por todo o Brasil, mas principalmente em cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, surtiram tanto efeito que em Paranavaí foram vendidos milhares de imóveis entre lotes urbanos, chácaras e sítios. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso justificou os 307 mil habitantes da região de Paranavaí em 1960. “A terra era barata e os lotes rurais eram grandes, então todo mundo que vinha pra Paranavaí ou trazia dinheiro para comprar um imóvel ou logo arrumava um serviço pra adquirir uma propriedade o mais rápido possível”, comentou o pioneiro catarinense José Matias Alencar, complementando que parecia a “Corrida do ouro na Califórnia”, tão grande era o fluxo de pessoas na cidade.

Muitos moradores diziam que Paranavaí tinha tudo para ser a “terceira capital do Paraná”, logo atrás de Curitiba e Londrina. Os habitantes se baseavam no fato de que a região de Maringá somava apenas 237 mil habitantes e a de Umuarama cerca de 253 mil, conforme registros do IBGE. Em 1960, com exceção de Curitiba, se tratando de desenvolvimento, Paranavaí só perdeu para a região de Londrina que chegou aos 600 mil moradores.

Curiosidade

Até o início da década de 1950, Paranavaí somava 45 mil hectares, subdivididos em Gleba-1, Gleba-2 e Gleba-3.

Last edited by shiroshima; March 8th, 2011 at 04:27 AM.
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Old March 8th, 2011, 04:26 AM   #131
shiroshima
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A colonização da região de Paranavaí data da década de 20 através do Distrito de Montoya. Com o abandono do distrito na década seguinte, a história passa a considerar que a colonização da região ocorreu mesmo a partir da década de 50.

Montoya tinha a estrutura de uma cidade

População da colônia era de mais de seis mil habitantes

Em 1928, o Distrito de Montoya, atual Paranavaí, ganhou contornos de cidade. A colônia oferecia tudo que era necessário à sobrevivência dos mais de seis mil moradores. No entanto, o único acesso ao distrito era a estrada do Porto São José, na divisa com o atual Mato Grosso do Sul.

À época, todos que iam para Montoya usavam a mesma via, que servia também para ligar a colônia ao Porto Ceará e a Presidente Prudente, no Oeste Paulista, de acordo com dados do livro “História de Paranavaí”, do escritor Paulo Marcelo Soares Silva. No passado, pela mesma estrada se chegava a Gleba-1 Ivaí, Distrito de Piracema e Povoado de Cristo Rei.

Quem precisava viajar para outras cidades do Paraná era obrigado a atravessar a divisa com o Estado de São Paulo, embarcar em um trem que percorria a antiga Estrada de Ferro Sorocabana até Ourinhos, e de lá partir para Tibagi, no Centro Oriental Paranaense, a quem o Distrito de Montoya pertencia. “Depois a pessoa ia pra onde quisesse, mas não tinha outro jeito. O peão tinha que dar toda essa volta”, afirmou o pioneiro catarinense José Matias Alencar.

Naquele tempo, o distrito tinha 1,2 milhão de cafeeiros, aproximadamente 60 mil ficavam em área onde se situa o Colégio Estadual de Paranavaí (CEP), Cemitério Municipal e Fazenda Experimental do Estado. A colônia ainda contava com uma frota de 25 caminhões, 60 mulas-cargueiras, máquinas de beneficiar arroz, farmácia, serraria com motor a vapor de 50 HP e uma caldeira, armazém, Cartório de Paz e Registro Civil, além de mil casas cobertas de zinco situadas no Jardim Ouro Branco, Fazenda Carneiro Ribas e outras localidades, conforme informações dos livros “História de Paranavaí”, do escritor Paulo Marcelo, e “Pequena História de Paranavaí”, do juiz de direito Sinval Reis.

A Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco), que tinha o direito de concessão da área, investia ao máximo no povoado para evitar que os trabalhadores deixassem o distrito, pois como as viagens eram longas, o colono podia perder dias de serviço ou nem mesmo voltar, caso estivesse insatisfeito. Montoya fazia parte da Fazenda Brasileira, de propriedade do jornalista Geraldo Rocha que, além de proprietário de importantes veículos de comunicação situados no Rio de Janeiro – Rádio Nacional e jornais “A Noite” e “O Mundo”, era dono da Braviaco que administrava uma área total de 317 mil alqueires no Sudoeste, Oeste e Norte do Paraná.

Quem cuidava dos negócios de Rocha na colônia e em toda a região era o vice-diretor da Braviaco, o engenheiro agrônomo Landulpho Alves de Almeida – que se tornaria senador e interventor federal da Bahia – cargo que equivalia ao de governador, Humberto Alves de Almeida e Joaquim da Rocha Medeiros. Humberto Alves, irmão de Landulpho Alves – sócio da Companhia Brasileira, era o responsável pelos serviços de transporte da fazenda e tinha como empregado de confiança o pioneiro pernambucano Frutuoso Joaquim de Salles, considerado o primeiro cidadão de Paranavaí.

Salles chefiava um grupo de peões, ajudava a ensacar o café e cuidava para que o produto fosse transportado de forma segura. O Distrito de Montoya tinha uma população de centenas de famílias que somavam mais de seis mil moradores. A maior parte prestava serviços a Braviaco e aos empreiteiros Gonzaga, João Gomes e Coronel João Antônio. Foram muitos os peões que se casaram em Montoya, alguns até registraram os filhos no distrito, segundo o juiz de direito Sinval Reis.

O responsável por impor a ordem na colônia era o Cabo Simão que trabalhava em parceria com dois soldados da Polícia Militar do Paraná. É importante destacar que Montoya se desenvolveu muito bem até a chegada da Revolução de 1930, quando o Governo Provisório rompeu todos os negócios com a Braviaco. Mais tarde, Getúlio Vargas repassou a concessão das terras da região ao político gaúcho Lindolfo Collor, avô do ex-presidente Fernando Collor de Mello.

Joaquim Medeiros conheceu a região em 1923

O Distrito de Montoya era parte da Gleba Pirapó que somava 100 mil alqueires, cerca de 108 quilômetros de extensão. Começava no Rio Paranapanema e ia até a margem direita do Rio Ivaí. A Gleba fazia divisa ao leste com as propriedades da Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP), de capital inglês, e a oeste com uma área destinada a Brazil Railway Company, de origem estadunidense.

“Em 1923, abri um picadão com dez metros de largura por sessenta quilômetros de extensão que começava na Fazenda Laranjeira e ia até o Rio Paranapanema. A estrada ficava a duzentos metros da propriedade de Adão Medeiros”, disse o engenheiro agrônomo Joaquim da Rocha Medeiros em entrevista à Prefeitura de Paranavaí em 5 de julho de 1975.

O som dos colonos capinando nas imediações era tão alto que se ouvia mesmo de longe, segundo Medeiros. Encerrada a etapa de abertura do picadão até a divisa com o Paraná, o engenheiro agrônomo embarcou em uma canoa e atravessou o Rio Paranapanema. Já no extremo Norte do Paraná, Medeiros coordenou a derrubada de um alqueire para a construção de um rancho que recebeu o nome de Porto Itaparica que ficava numa área de 20 mil alqueires da Companhia Alves de Almeida. A iniciativa visava facilitar o escoamento do café para o Mato Grosso e Argentina.

Curiosidade

Os migrantes trazidos ao Distrito de Montoya pela Braviaco eram de Minas Gerais, Piauí, Ceará, Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Bahia. Porém, é bem provável que pessoas de outros Estados e países também viviam em Montoya.

A intenção da Braviaco era explorar o café da Fazenda Brasileira por 20 anos e depois migrar para a pecuária.

Distrito de Montoya estava abandonado em 1932

Em 1932, o tenente-coronel Palmiro, da Polícia Militar do Paraná, e o vice-diretor da Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco), o engenheiro agrônomo Landulpho Alves de Almeida, encontraram o Distrito de Montoya, hoje Paranavaí, destruído, com muitas casas queimadas.

De acordo com informações do livro “Pequena História de Paranavaí”, de autoria do juiz de direito Sinval Reis, Palmiro e Almeida se surpreenderam ao ver a colônia desabitada. Os dois se depararam com centenas de casas destruídas, completamente queimadas. Na fazenda que recebeu o nome de Distrito de Montoya restaram poucos moradores, dispersos por vários pontos. “Estavam aqui Frutuoso Joaquim de Salles, José Firmino da Silva, João Clariano, Velho Caboclo, Marins, Velho Roque e mais alguns”, afirmou o juiz.

Os remanescentes continuaram na fazenda porque não achavam que valeria a pena migrar novamente, reviver as mesmas dificuldades que tiveram quando chegaram ao distrito. Além disso, ainda havia cafeeiros para serem explorados. Na fazenda, os poucos colonos deram continuidade a produção, levando-a para ser comercializada em Presidente Prudente, no Oeste Paulista, conforme já o fazia a Braviaco antes de ter a concessão de terras da colônia revogada.

Quem também veio à região em 1932 foi o arrendatário Mario Pereira que construiu em Montoya a residência mais luxuosa do Noroeste Paranaense, criada sob o padrão estético europeu. A mansão também foi consumida pelas chamas. Sobre tal fato, ao longo de décadas, os pioneiros de Paranavaí levantaram três possíveis suspeitas. A primeira atribui ao presidente Getúlio Vargas o fim do Distrito de Montoya.

Especula-se que o Governo Vargas tenha enviado uma tropa do Exército Brasileiro ao distrito para promover a destruição das residências, além da queima de milhares de pés de café. “O presidente Vargas anulou o contrato com a Braviaco e pegou todas as terras de volta porque a colonizadora apoiou um adversário político, o Júlio Prestes. Então mandar soldados para fazer esse tipo de serviço era uma forma de mostrar a companhia quem mandava aqui, caso alguém da Braviaco aparecesse de novo por essas bandas”, afirmou o pioneiro cearense João Mariano, acrescentando que seria uma atitude nada incomum, se tratando de um governo ditatorial.

A segunda hipótese culpa a Companhia Brasileira de Viação e Comércio pelo que aconteceu. “A própria Braviaco poderia ter feito isso para se vingar do Governo Federal e também evitar que outros usufruíssem de suas benfeitorias. Muito dinheiro foi gasto. Você acha que eles deixariam outro se beneficiar disso? Acho que não!”, justificou o pioneiro gaúcho João Alegrino de Souza. Já a terceira suspeita diz respeito a grupos de criminosos que viajavam pelo Oeste Paulista e Norte do Paraná no princípio dos anos 1930, realizando atos de vandalismo, assaltos e saques. “Esses bandos visavam apenas colônias abandonadas e povoados que não contavam com força policial”, comentou o pioneiro catarinense José Matias Alencar.

Sobre a destruição do Distrito de Montoya há apenas inferências, pois os pioneiros que viveram esse período faleceram há muito tempo e nunca se dispuseram a falar abertamente sobre o assunto, nem mesmo o pernambucano Frutuoso Joaquim de Salles, homem que participou de praticamente todos os acontecimentos mais importantes do princípio de Paranavaí.

O que aconteceu com a população do distrito?

Como o direito de concessão de terras da Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco) foi revogado em 1931, os mais de seis mil colonos nordestinos que viviam no Distrito de Montoya ficaram sem trabalho. Muitos eram analfabetos e jamais desempenharam qualquer atividade que não a de empregado em lavouras, por isso, sem terem como se sustentar foram obrigados a partir em busca de serviço em outras colônias e cidades.

Em vez de assegurar o emprego dos milhares de trabalhadores que viviam no Distrito de Montoya, assumindo a colonização da região ou repassando a concessão a uma nova colonizadora, o Governo Federal preferiu, por questões ideológicas políticas, ignorar toda a problemática socioeconômica que surgiu naquele momento. A área só voltou a ser colonizada em 1935.

Pode-se dizer que foi uma tentativa de mais tarde negar a existência do Distrito de Montoya, a partir da anulação histórica, já que restariam poucas testemunhas para futuramente relatarem o que aconteceu. Tal iniciativa contou com a conivência dos primeiros pioneiros de Paranavaí que ao longo da vida sempre evitaram falar sobre o assunto.

Fonte: David Arioch
www.davidarioch.wordpress.com
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Nossa Paranavai está com tudo
impressionante o numero de lançamentos
está fazendo Campo mourão e Umuarama que tem uma população maior comer pueira Parabéns para Paranavai
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Linda cidade..parabéns
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Texto interessantes sobre a história de Paranavaí.
Autor: David Arioch

Paranavaí quase se tornou a “terceira capital do Paraná”


A partir de 1946, a colonização na região de Paranavaí ganhou tanta força que anos depois superou as regiões de Maringá e Umuarama. À época, o que contribuiu para o desenvolvimento local foi o trabalho das colonizadoras de capital privado.

Hoje em dia, o que a população mais jovem de Paranavaí não sabe é que a cidade já foi um dos destaques do Paraná se tratando de povoamento e desenvolvimento. De acordo com dados do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a região de Paranavaí somou 90 milhões de pés de café antes do final da década de 1950, uma marca que deu visibilidade nacional ao Noroeste Paranaense.

Tudo começou nos anos 1930, quando a Companhia Brasileira de Viação e Comércio (Braviaco) teve a concessão das terras de Paranavaí revogada pelo Governo Getúlio Vargas. Naquele tempo, muitos investidores se interessaram pela região considerada ideal para a cafeicultura em função das grandes áreas de solo virgem. Um dos colonizadores que apostou no progresso do Noroeste do Paraná foi o engenheiro Francisco Beltrão, da Sociedade Técnica Engenheiro Beltrão, que começou a comercializar lotes da Colônia Paranavaí em 1946.

O interesse de Beltrão pela região surgiu bem antes, no final da década de 1930, porém, só recebeu o aval do Ministério da Justiça em 14 de dezembro de 1943. Depois ainda teve de aguardar a expedição do título de propriedade liberado pelo Ministério da Agricultura em junho de 1946, segundo informações do livro “História de Paranavaí”, do escritor Paulo Marcelo Soares da Silva.

Todos os documentos diziam respeito a compra de 17 mil hectares de terras que até então pertenciam ao Governo Federal em área próxima as propriedades da Companhia Norte do Paraná. Boa parte das posses do engenheiro na região de Paranavaí se situava em áreas que mais tarde se tornariam o município de Tamboara, Seara, Suruquá e Anhumaí.

Na década de 1950, foi a vez de pioneiros como Carlos Antônio Franchello e Enio Pipino, da Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná (Sinop), apostarem no progresso da região de Paranavaí. Franchello investiu na Gleba 27-A, da Colônia Paranavaí, que se tornaria Querência do Norte, e Pipino no povoado que deu origem a Terra Rica. Na região, as colonizadoras se comprometiam a elevar a economia, proporcionar mais qualidade de vida e de sociabilidade, além das promessas de construção de escolas, unidades de saúde, igrejas e melhores vias de acesso e tráfego.

As campanhas publicitárias veiculadas por todo o Brasil, mas principalmente em cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, surtiram tanto efeito que em Paranavaí foram vendidos milhares de imóveis entre lotes urbanos, chácaras e sítios. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso justificou os 307 mil habitantes da região de Paranavaí em 1960. “A terra era barata e os lotes rurais eram grandes, então todo mundo que vinha pra Paranavaí ou trazia dinheiro para comprar um imóvel ou logo arrumava um serviço pra adquirir uma propriedade o mais rápido possível”, comentou o pioneiro catarinense José Matias Alencar, complementando que parecia a “Corrida do ouro na Califórnia”, tão grande era o fluxo de pessoas na cidade.

Muitos moradores diziam que Paranavaí tinha tudo para ser a “terceira capital do Paraná”, logo atrás de Curitiba e Londrina. Os habitantes se baseavam no fato de que a região de Maringá somava apenas 237 mil habitantes e a de Umuarama cerca de 253 mil, conforme registros do IBGE. Em 1960, com exceção de Curitiba, se tratando de desenvolvimento, Paranavaí só perdeu para a região de Londrina que chegou aos 600 mil moradores.

Curiosidade

Até o início da década de 1950, Paranavaí somava 45 mil hectares, subdivididos em Gleba-1, Gleba-2 e Gleba-3.


Que interessante shiroshima ler este relato da história de Pvaí, minha mãe comentava quando eu era pequeno, que Paranavaí na época quando ela era criança, de a cidade ser mais importante que Maringá. As cidades mais importantes no eixo de Mgá eram, Mandaguari, Mandaguaçu e Paranavaí. Com o impulso "locomotivo" da expansão cafeeira no noroeste, várias cidades surgiram e se tornaram fortes, mas sabemos que o fenômeno da terrível geada de 1975, levou com ela um grande futuro que poderiamos ter, e não só do noroeste, também de todo interior do Paraná. Foi triste para os grandes e pequenos investidores naquela altura, muitos vindos de muito longe, ter apostado tanto ou mesmo tudo o que tinham, e depois uma catástrofe tão rigorosa acabar com tudo. Tenho na família materna e paterna o exemplo do que aconteceu na época, tiveram que vender suas propriedades e se mudar para a cidade, tamanha crise que se instalou.

Mas por outro lado é bom saber que aquela realidade não esperada, está registrada em livros e arquivos, e o passado triste de uma década não existe mais, e com o esforço de nossos avós e pais temos condições de construir um outro futuro.

Desculpa de entrar em uma outra temática mas uma coisa puxa a outra hehehehe



Abraço.
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Old March 8th, 2011, 08:22 PM   #135
shiroshima
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Que interessante shiroshima ler este relato da história de Pvaí, minha mãe comentava quando eu era pequeno, que Paranavaí na época quando ela era criança, de a cidade ser mais importante que Maringá. As cidades mais importantes no eixo de Mgá eram, Mandaguari, Mandaguaçu e Paranavaí. Com o impulso "locomotivo" da expansão cafeeira no noroeste, várias cidades surgiram e se tornaram fortes, mas sabemos que o fenômeno da terrível geada de 1975, levou com ela um grande futuro que poderiamos ter, e não só do noroeste, também de todo interior do Paraná. Foi triste para os grandes e pequenos investidores naquela altura, muitos vindos de muito longe, ter apostado tanto ou mesmo tudo o que tinham, e depois uma catástrofe tão rigorosa acabar com tudo. Tenho na família materna e paterna o exemplo do que aconteceu na época, tiveram que vender suas propriedades e se mudar para a cidade, tamanha crise que se instalou.

Mas por outro lado é bom saber que aquela realidade não esperada, está registrada em livros e arquivos, e o passado triste de uma década não existe mais, e com o esforço de nossos avós e pais temos condições de construir um outro futuro.

Desculpa de entrar em uma outra temática mas uma coisa puxa a outra hehehehe



Abraço.
Pois é Boaideiro!
Paranavaí teve seu tempo de glória, hahahaha!
O fato é que a geada negra, somada à falta de política desenvolvimentista (por parte do Estado e por parte do Município), fizeram com que a cidade regredisse e ficasse parada no tempo por um longo período. Período esse que custou muito caro à cidade, já que enquanto ela permanecia estagnada, outras regiões souberam crescer.

Mas realmente, como você disse, o importante é que agora as coisas estão caminhando com o esforço da comunidade e dos empresários (ainda falta apoio maior do governo estadual), hehehehe!

Abraço
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Old March 8th, 2011, 08:23 PM   #136
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Segue resumos dos empreendimentos em Paranavaí:

1 - Residencial Ilhas Gregas (Lançamento)
2 - Residencial Madri (Fase de acabamento)
3 - Residendicial D´Itália (2 torres + 9 lojas no térreo)
4 - Shelton Palace Hotel (em construção)
5 - Residencial Viena (Lançamento)
6 - Residencial Monte Carmelo (Lançamento)
7 - Residencial Santos Dumont I (Lançamento)
8 - Residencial Santos Dumont II (Lançamento)
9 - Residencial Ipanema (Lançamento)
10- Residencial Barcelona (em construção)
11 - Maison Royale (Pré-lançamento)

E os mais altos da cidade

12 - Vitória Garden (19 andares - em construção)
13 - Terraço Cristal (20 andares - Lançamento)
14 - Centro Araucária (34 andares - multiuso empresarial, comercial e residencial - Lançamento)

Outros empreendimentos:

- Hiper Super Muffato (Em construção)
- Shopping Ouro Branco (Em construção)
- Shopping Cidade Paranavaí (Fase de acabamento)
- Ampliação do Supermercado São Francisco Jardim Ouro Branco (Em obras)
- Novo Supermercado São Francisco Jardim São Jorge (Em construção)
- Novo Fórum Dr. Sinval Reis (Lançada a pedra fundamental)
- Ampliação do Campus Paranavaí da UEPR (Anfiteatro em construção)
- Centro de Eventos (Em construção)

Foram anunciados mas ainda não começaram as obras:

- Ampliação do Supermercado São Francisco Centro
- Instalação de um Atacado do Grupo São Francisco\Cidade Canção
- Novo Centro Administrativo de Paranavaí
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Old March 9th, 2011, 12:14 AM   #137
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Pois é Boaideiro!
Paranavaí teve seu tempo de glória, hahahaha!
O fato é que a geada negra, somada à falta de política desenvolvimentista (por parte do Estado e por parte do Município), fizeram com que a cidade regredisse e ficasse parada no tempo por um longo período. Período esse que custou muito caro à cidade, já que enquanto ela permanecia estagnada, outras regiões souberam crescer.

Mas realmente, como você disse, o importante é que agora as coisas estão caminhando com o esforço da comunidade e dos empresários (ainda falta apoio maior do governo estadual), hehehehe!
Abraço

Hehehehehe, cuidado shiro cuidado, é melhor falar baixo...

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Segue resumos dos empreendimentos em Paranavaí:

1 - Residencial Ilhas Gregas (Lançamento)
2 - Residencial Madri (Fase de acabamento)
3 - Residendicial D´Itália (2 torres + 9 lojas no térreo)
4 - Shelton Palace Hotel (em construção)
5 - Residencial Viena (Lançamento)
6 - Residencial Monte Carmelo (Lançamento)
7 - Residencial Santos Dumont I (Lançamento)
8 - Residencial Santos Dumont II (Lançamento)
9 - Residencial Ipanema (Lançamento)
10- Residencial Barcelona (em construção)
11 - Maison Royale (Pré-lançamento)

E os mais altos da cidade

12 - Vitória Garden (19 andares - em construção)
13 - Terraço Cristal (20 andares - Lançamento)
14 - Centro Araucária (34 andares - multiuso empresarial, comercial e residencial - Lançamento)

Outros empreendimentos:

- Hiper Super Muffato (Em construção)
- Shopping Ouro Branco (Em construção)
- Shopping Cidade Paranavaí (Fase de acabamento)
- Ampliação do Supermercado São Francisco Jardim Ouro Branco (Em obras)
- Novo Supermercado São Francisco Jardim São Jorge (Em construção)
- Novo Fórum Dr. Sinval Reis (Lançada a pedra fundamental)
- Ampliação do Campus Paranavaí da UEPR (Anfiteatro em construção)
- Centro de Eventos (Em construção)

Foram anunciados mas ainda não começaram as obras:

- Ampliação do Supermercado São Francisco Centro
- Instalação de um Atacado do Grupo São Francisco\Cidade Canção
- Novo Centro Administrativo de Paranavaí

Shiroshima, quando tiver um tempo e tiver em Pvaí, poderia registrar umas imagens do andamento destas obras, para sabermos como anda a empreitada. Bacana

- Vitória Garden (19 andares - em construção)
- Hiper Super Muffato (Em construção)
- Shopping Cidade Paranavaí (Fase de acabamento)
- Ampliação do Supermercado São Francisco Jardim Ouro Branco (Em obras)
- Novo Supermercado São Francisco Jardim São Jorge (Em construção)
- Novo Fórum Dr. Sinval Reis (Lançada a pedra fundamental)
- Ampliação do Campus Paranavaí da UEPR (Anfiteatro em construção)
- Centro de Eventos (Em construção)



Abraço.
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Old March 19th, 2011, 06:10 AM   #138
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Hehehehehe, cuidado shiro cuidado, é melhor falar baixo...




Shiroshima, quando tiver um tempo e tiver em Pvaí, poderia registrar umas imagens do andamento destas obras, para sabermos como anda a empreitada. Bacana

- Vitória Garden (19 andares - em construção)
- Hiper Super Muffato (Em construção)
- Shopping Cidade Paranavaí (Fase de acabamento)
- Ampliação do Supermercado São Francisco Jardim Ouro Branco (Em obras)
- Novo Supermercado São Francisco Jardim São Jorge (Em construção)
- Novo Fórum Dr. Sinval Reis (Lançada a pedra fundamental)
- Ampliação do Campus Paranavaí da UEPR (Anfiteatro em construção)
- Centro de Eventos (Em construção)



Abraço.
Ae Boiadeiro!
Não sei quando vou a Paranavaí de novo, mas vou ver se alguem consegue tirar essas fotos, também estou curioso para saber como andam as obras por lá.

Abraço
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Old March 19th, 2011, 06:12 AM   #139
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Alguns vídeos de Paranavaí:

http://www.youtube.com/watch?v=eZoSaBhfMgQ&feature=fvst

http://www.youtube.com/watch?v=Y724Z...eature=related

Esse mostra o Natal em 2008, meio sem graça, mas dá pra ter uma noção da Rua Getúlio Vargas, a principal rua comercial da cidade.
http://www.youtube.com/watch?v=9kgkv...eature=related
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Old March 21st, 2011, 11:14 PM   #140
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