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Duas cidades paranaenses estão entre as dez mais violentas do país
Ta aí a notícia !! Campina Grande do Sul e Guaíra estão no topo da lista. Curitiba é a sexta capital com maior taxa de homicídios no país. Duas cidades do Paraná estão entre as dez mais violentas do país, de acordo com os dados do Mapa da Violência/2011, divulgado na manhã desta quinta-feira (24) pelo Instituto Sangari e pelo Ministério da Justiça. Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, é o terceiro município brasileiro com a maior taxa de homicídios e Guaíra, no Oeste, ocupa a 10ª posição. Curitiba aparece na listagem como a sexta capital com a maior taxa de homicídios no país e a primeira da Região Sul. A taxa na cidade é de 56,5 homicídios a cada 100 mil habitantes 1º Lugar Campina Grande do Sul 125,5 2º Lugar Guaíra 103,6 3º Lugar Santa Terezinha de Itaipu 81,9 4º Lugar Piraquara 77,9 5º Lugar Guaratuba 74,3 6º Lugar Almirante Tamandaré 72,4 7º Lugar Foz do Iguaçu 69,6 8º Lugar Rio Bonito do Iguaçu 64,4 9º Lugar Curitiba 56,5 10º Lugar São Miguel do Iguaçu 55,8 FONTE: http://g1.globo.com/parana/noticia/2...s-do-pais.html Mais... http://www.sangari.com/mapadaviolenc...lencia2011.pdf
Last edited by Ibra Ldna; February 24th, 2011 at 06:22 PM. |
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André Vargas cobra de Haddad apoio para novo curso de medicina em Londrina
Parlamentares do PR reuniram-se ontem com ministro da Educação, Fernando Haddad
O deputado federal André Vargas (PT-PR) integrou terça-feira, 22/02, uma comitiva de parlamentares petistas do Paraná que se reuniu com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para discutirem as demandas para a área de educação no Estado. Entre elas, a construção de mais institutos federais (Ifets). Hoje o Paraná possui 16 Institutos Federais, entre os que estão em funcionamento e sendo implantados. André Vargas aproveitou a oportunidade para cobrar do ministro o apoio para a criação de mais um curso de medicina na cidade de Londrina, na PUC – Pontifícia Universidade Católica. O processo já está em análise no MEC – Ministério da Educação. Segundo Vargas, ao se instalar o curso, a ideia é promover um convênio com a Santa Casa para que seja o hospital escola, ampliando assim o atendimento à população de Londrina. “Com os recursos que a bancada do Paraná está garantindo para a construção do novo prédio da Santa Casa, será possível o convênio e assim como o HU, garantir maior atendimento gratuito à população. A área de saúde está precisando disso”, reforçou Vargas, lembrando da crise pela qual a cidade passe com a falta de médico, o desmonte das equipes do Programa Saúde na Família e a epidemia de dengue. A reunião foi marcada pela senadora Gleisi Hoffmann e, além da senadora, contou com a participação dos deputados petistas, André Vargas, Ângelo Vanhoni, Assis do Couto. Doutor Rosinha e Zeca Dirceu. http://www.jornaluniao.com.br/notici...ticia=MTE0MjU=
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Richa lança programa com promessa de reduzir impostos de indústrias em até 90%
Governador Beto Richa apresentou nesta manhã, em Londrina, programa para aumentar a competitividade no estado na “guerra dos incentivos fiscais”
Para atrair novos investimentos empresariais para o Paraná, o governador Beto Richa (PSDB) lançou o programa Paraná Competitivo na manhã desta quinta-feira (24), em Londrina. Richa diz que o projeto, que prevê redução de impostos de até 90% para indústrias, colocará novamente o estado em pé de igualdade com outros estados, no quesito dos incentivos fiscais. Richa disse que os benefícios fiscais serão destinados aos setores produtivos que atendam às necessidades e à vocação de cada região paranaense. As propostas levarão em consideração as questões ambientais. O governador afirmou ainda que o novo programa não prejudicará as empresas já instaladas no Paraná. “É um programa importante, pois vamos gerar empregos, renda e riquezas e fortalecer o setor produtivo”, disse. Entre os itens do novo programa, o governador citou o exemplo da redução de impostos na região de Londrina, que saltou de 50% para 90%. “Há quantos anos Londrina não recebe uma grande indústria? Antes, o Paraná não conseguia isso. Aperfeiçoamos as leis de incentivo fiscal de vários estados e transformamos o estado novamente competitivo. Vamos retomar o avanço do Paraná”, destacou. Segundo o governador, mais de 40 grandes indústrias do Brasil e multinacionais já mostraram interesse de investirem no Paraná. Richa afirmou que isso ocorreu de forma espontânea e é reflexo da nova postura adotada pelo governo do estado. http://www.jornaldelondrina.com.br/c...rias-em-ate-90
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Puxa, 3 dias fora e voltando agora vejo que há muitas notícias, é muito bom ver o PR Noticias com esse vigor
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Парана
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CAMBÉ DISPUTA FÁBRICA DA EMS
Chegou a esta coluna a ‘‘gossip’’ de que alguém de Cambé, talvez da Prefeitura da vizinha cidade ou algum empresário, teria entrado em contato com a EMS, laboratório paulista de remédios genéricos, que é dirigido pelo empresário Carlos Sanches. Não ficamos sabendo se teriam falado com ele ou com alguém de sua diretoria. Mas o que apuramos é que de fato o EMS (que fatura uma fortuna por ano em remédios) deseja investir em novas fábricas no Brasil e já teria escolhido quatro localidades. E que uma delas seria no Paraná. Como Cambé já tem em seu município uma grande indústria farmacêutica (a ex-alemã Hexal, agora da suíça Novartis), teria facilitadas as conversações, pois a vizinha localidade já tem o que mostrar, o que apresentar de concreto. E outra coisa: o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, foi prefeito de Cambé e poderia ajudar muito em possíveis negociações. De resto, seria de bom alvitre para a sua cidade, o prefeito João Pavinatto marcar uma reunião com a EMS, pegar o avião e tentar essa nova conquista. Coluna Oswaldo militão - Folha de Londrina 22/02 |
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Londrina precisa mais do que política fiscal, admitem Richa e Hauly
Capacitação de mão de obra e oferta de alternativas energéticas poderão dar força ao tímido parque industrial norte-paranaense
Londrina precisa mais do que incentivo fiscal para atrair grandes empresas. No anúncio do programa fiscal "Paraná Competitivo" pelo governador Beto Richa e pelo Secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly, na manhã desta quinta-feira (24) em Londrina, tanto Richa como Hauly reconheceram, em entrevista ao portal Londrix, as dificuldades que a região tem na atração de investimentos de grande porte. Richa, que adiantou o interesse de "cerca de 40 grandes empresas" pelo Paraná a partir do novo plano fiscal, admitiu que não há ainda nenhuma negociação mais avançada para a instalação de grupo produtivo em Londrina ou no norte do Paraná. "Há uma dificuldade maior aqui, em relação à região de Curitiba", reconhece o governador londrinense, incluindo na lista de endereços "preferidos" dos grandes grupos São José dos Pinhais, Araucária e Campo Largo. A proximidade do Porto de Paranaguá, o acesso facilitado aos mercados consumidores de capitais como Florianópolis e Porto Alegre e a oferta de de mão de obra qualificada colocam o sul do Estado em situação privilegiada, nota o governador. "Mas estamos negociando e queremos interiorizar os investimentos no Estado. Há quanto tempo Londrina não ganha uma grande indústria, que agregue valor à produção, eleve a arrecadação de impostos e gere crescimento?", perguntou. Estímulos O Secretário Hauly tem a mesma percepção. Para ele, o aumento do prazo para os pagamentos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o diferimento de até 90% nos tributos (que têm recolhimento adiado) terão impacto na atração de investimentos. Para todo o Estado. "Mas infelizmente em Londrina não temos um Porto de Paranaguá ao lado", comentou, acrescentando que a implantação da rede de gás natural no norte do Estado deverá funcionar como um estímulo a mais a investidores de todos os setores. Outro ponto que deverá ser priorizado pelo governo do Estado a partir da nova política industrial é a qualificação de mão de obra, outro quesito que poderá ter papel determinante na atração de novos grupos produtivos. Preparando e oferecendo ao mercado trabalhadores aptos em segmentos específicos, a região poderá compensar as desvantagens competitivas em relação à Grande Curitiba e canalizar investimentos. "É o que vamos procurar fazer", disse o Secretário. Fonte: http://www.londrix.com.br/index.php
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. . . . "Tudo que é sólido desmancha no ar." (K. Marx) |
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Energia limpa: Londrina terá rede de gás natural
Compagas deve iniciar as obras para canalizar o gás ainda neste primeiro semestre
Ao lançar o programa Paraná Competitivo, nesta quinta-feira (24), o governador Beto Richa anunciou também a implantação da primeira rede de gás natural canalizado em Londrina. A Companhia Paranaense de Gás (Compagas) iniciará as obras ainda no primeiro semestre de 2011. O investimento inicial previsto para construir 5,5 quilômetros de rede de distribuição e da base de operações da empresa é de R$ 8 milhões. “A oferta de gás natural é essencial para atrair e receber novas empresas em qualquer região”, afirmou o governador Beto Richa. “Esta é uma decisão histórica para o norte do Paraná. Representa uma quebra da timidez paranaense e demonstra que o Estado deseja a industrialização.” O presidente da Compagas, Luciano Pizzatto, disse que, para se adequar às diretrizes do Paraná Competitivo, a empresa adiantou o cronograma das obras, inicialmente previstas para o segundo semestre. Na primeira etapa será construído 1,8 quilômetro de rede estruturante, ligando a estação de recebimento de gás natural liquefeito às unidades de consumo. O projeto da Compagas já possui as licenças ambientais e a finalização está prevista para dezembro de 2012. “Essa rede poderá receber novos ramais, para atender outras indústrias, postos de combustível, estabelecimentos comerciais e residências”, explicou Pizzatto. Inicialmente, a rede de gás natural em Londrina será abastecida por meio de uma estação que receberá o gás natural liquefeito (GNL). O GNL é o gás na forma líquida, a uma temperatura de 160º negativos. Para atender a rede é feito um processo de retorno ao estado gasoso. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina, Nivaldo Benvenho, “a rede de gás é um estímulo para o setor produtivo do Norte do Paraná e vai contribuir para o desenvolvimento econômico da região”. No futuro será construída uma rede de distribuição mais complexa, interligada com Ponta Grossa ou Doutor Ulysses, por onde passa o Gasoduto Bolívia Brasil (Gasbol). Outra opção é a ligação direta de um ramal de Londrina ao gasoduto Bolívia-Brasil, nas proximidades de Penápolis (SP). O cronograma de investimentos da Compagas prevê estudos para estender uma rede estruturante de gás natural de Londrina a Maringá. A proposta depende de uma análise do volume demandado para consumo em toda a região e da opção que for adotada para o traçado de ligação do gasoduto Bolívia Brasil até o Norte do Paraná. Fundada em dezembro de 1994, é responsável pela distribuição de gás natural no Estado do Paraná. Começou a operar em 1998, com o gás de refinaria canalizado. A partir de 2000, iniciou a distribuição do gás natural vindo do gasoduto Bolívia-Brasil e hoje, atende mais de 9,4 mil clientes dos segmentos comercial, residencial, veicular, cogeração, geração de energia e industrial. O consumo de gás natural no Paraná é, em média de 1 milhão de m³/dia, em dez municípios (Curitiba, Ponta Grossa, Palmeira, São José dos Pinhais, Campo Largo, Balsa Nova, Araucária, Colombo, Quatro Barras e Paranaguá). Fonte: http://www.londrix.com.br/index.php
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Registered User
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![]() O interior do Paraná está anos luz atrás da Região Metropolitana de Curitiba em matéria de infraestrutura logística, de variedade de fontes energéticas e de capacitação de mão de obra. Talvez neste último ponto as desigualdades sejam menores pois nos grandes centros do interior do Paraná, ainda podemos encontrar boas instituições educacionais que formam mão de obra capacitada. Mas se uma região não oferece condições logísticas adequadas, as grandes empresas não se instalam alí, e os profissionais qualificados acabam se exilando para outros mercados que oferecem melhores oportunidades. Ou seja, se o interior continuar desprovido de infraestrutura, ele será apenas um exportador de mão de obra capacitada para a capital.
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irgendetwas
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mapa da violencia... mais numeros
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1 125,5 Campina Grande do Sul 2 103,6 Guaíra 3 81,9 Santa Terezinha de Itaipu 4 77,9 Piraquara 5 74,3 Guaratuba 6 72,4 Almirante Tamandaré 7 69,6 Foz do Iguaçu 8 64,4 Rio Bonito do Iguaçu 9 56,5 Curitiba 10 55,8 São Miguel do Iguaçu 11 53,0 Toledo 12 49,6 Pinhais 13 49,1 Campo Mourão 14 48,1 Telêmaco Borba 15 47,1 Guaraniaçu 16 46,1 Santa Helena 17 45,8 Sertanópolis 18 44,4 Cantagalo 19 44,4 São José dos Pinhais 20 43,8 Pontal do Paraná 21 41,1 Cascavel 22 40,6 Colombo 23 40,6 Iretama 24 40,5 Umuarama 25 40,3 Quatro Barras 26 38,6 Ortigueira 27 37,7 Curiúva 28 37,1 Araucária 29 36,7 Imbaú 30 36,6 Fazenda Rio Grande 31 35,3 Medianeira 32 35,1 Inácio Martins 33 34,9 Laranjeiras do Sul 34 34,2 Ivaiporã 35 33,5 Sarandi 36 32,7 Campina da Lagoa 37 32,4 Céu Azul 38 32,1 Londrina 39 31,9 Reserva 40 31,7 Quedas do Iguaçu 41 31,4 Palotina 42 30,8 General Carneiro 43 30,3 Jaguariaíva 44 29,8 Ibiporã 45 29,5 Mandirituba 46 29,1 Matelândia 47 28,5 Barbosa Ferraz 48 28,2 Florestópolis 49 27,7 Clevelândia 50 27,4 Rio Branco do Sul 51 27,3 Coronel Vivida 52 26,8 Roncador 53 26,6 Cianorte 54 26,6 Arapongas 55 25,3 Campo Largo 56 25,2 Corbélia 57 25,2 São Jerônimo da Serra 58 25,0 Matinhos 59 24,7 Mangueirinha 60 24,3 Andirá 61 24,3 Campo Magro 62 23,9 Iporã 63 23,4 Engenheiro Beltrão 64 23,2 Turvo 65 23,0 Jataizinho 66 22,9 Faxinal 67 22,8 Cambé 68 22,6 União da Vitória 69 22,2 Castro 70 22,0 Tijucas do Sul 71 21,8 Querência do Norte 72 21,6 Itaperuçu 73 21,5 Capitão Leônidas Marques 74 21,3 Cidade Gaúcha 75 21,1 Palmas 76 21,0 Altônia 77 21,0 Balsa Nova 78 20,9 Paranaguá 79 20,9 Porecatu 80 20,7 Paranavaí 81 20,4 Tamarana 82 20,1 Nova Laranjeiras 83 20,0 Arapoti 84 19,9 Pinhão 85 19,7 Jacarezinho 86 19,7 Rolândia 87 19,3 Três Barras do Paraná 88 19,2 Cruzeiro do Oeste 89 19,0 Jaguapitã 90 18,7 Cambará 91 18,6 Antonina 92 18,6 Missal 93 18,3 Apucarana 94 18,3 Ventania 95 18,1 Sengés 96 18,1 Bandeirantes 97 18,0 Terra Roxa 98 17,9 Bituruna 99 17,9 São João 100 17,6 Moreira Sales 101 17,5 Maringá 102 17,2 Tibagi 103 17,2 Marechal Cândido Rondon 104 17,0 Palmital 105 17,0 Chopinzinho 106 16,9 Guarapuava 107 16,6 Piraí do Sul 108 16,5 Paiçandu 109 16,5 Santa Mariana 110 16,3 Cerro Azul 111 16,1 Ponta Grossa 112 16,0 Marialva 113 16,0 Irati 114 16,0 Alto Piquiri 115 15,6 Salto do Lontra 116 15,2 Manoel Ribas 117 15,1 Bela Vista do Paraíso 118 15,0 Peabiru 119 14,9 Ivaí 120 14,7 Cândido de Abreu 121 14,6 Ribeirão do Pinhal 122 14,5 Candói 123 14,4 Pato Branco 124 14,1 Nova Aurora 125 14,0 Lapa 126 13,9 Mamborê 127 13,8 Morretes 128 13,8 Ipiranga 129 13,5 Goioerê 130 13,2 Tapejara 131 12,9 Rio Negro 132 12,6 Ibaiti 133 12,4 Cornélio Procópio 134 12,4 Nova Prata do Iguaçu 135 12,1 Assis Chateaubriand 136 12,0 Itapejara d'Oeste 137 11,7 São João do Triunfo 138 11,6 Carambeí 139 11,4 Rebouças 140 11,4 Paraíso do Norte 141 11,1 Terra Rica 142 10,7 Contenda 143 10,6 Imbituva 144 10,4 Santo Antônio do Sudoeste 145 10,3 Nova Londrina 146 10,3 Araruna 147 10,1 Nova Esperança 148 10,0 Loanda 149 9,7 Rio Azul 150 9,6 Siqueira Campos 151 9,3 Palmeira 152 9,3 Francisco Beltrão 153 9,2 Mariluz 154 9,0 Jardim Alegre 155 8,9 Terra Boa 156 8,7 Mandaguaçu 157 8,7 Centenário do Sul 158 8,6 Santa Maria do Oeste 159 8,5 Santa Izabel do Oeste 160 8,5 Uraí 161 8,5 Dois Vizinhos 162 8,2 Realeza 163 8,2 Assaí 164 8,1 Quitandinha 165 7,8 Mallet 166 7,7 Colorado 167 7,5 Ampére 168 7,4 São Mateus do Sul 169 7,0 Cruz Machado 170 7,0 Wenceslau Braz 171 6,7 Astorga 172 6,5 Santa Fé 173 6,4 Teixeira Soares 174 6,3 Joaquim Távora 175 6,2 Ubiratã 176 6,1 Mandaguari 177 5,7 Pitanga 178 5,5 São João do Ivaí 179 5,0 Alto Paraná 180 5,0 Jandaia do Sul 181 4,9 Carlópolis 182 4,8 Cafelândia 183 4,8 Santo Antônio da Platina 184 3,6 Capanema 185 3,0 Primeiro de Maio 186 3,0 Ribeirão Claro 187 2,9 Piên 188 2,5 Marmeleiro 189 2,4 Planalto 190 2,0 Prudentópolis Os municípios da micro de beltrão e pato branco tem os menores índices, pelo que vi por cima. Isso converge com o divulgado pela SESP do PR. os municípios que não constam, é pq não tiveram homicídios nos últimos 3 anos, geralmente são cidades de poucos mil habitantes, os quatro maiores municipios nesta situação, tem 9,9 mil habitantes. além disso outros municipios menores, quando muito pequenos é somado a média dos últimos 3 anos, isto pq se morreu um em 2008, por ex, e a cidade tem 5 mil hab, isso joga a taxa pra 20, mas talvez tenha sido o unico homicidio em 3 anos, assim se for pegar pela media, daria um 6,6. e por fim, este eu tenho que mostrar... Code:
POP HOM CID 1.828,1 56,5 Curitiba 505,2 32,1 Londrina 331,4 17,5 Maringá 319,2 69,6 Foz do Iguaçu 311,1 16,1 Ponta Grossa 291,7 41,1 Cascavel 272,5 44,4 São José dos Pinhais 241,5 40,6 Colombo 171,2 16,9 Guarapuava 138,7 20,9 Paranaguá 120,1 18,3 Apucarana 117,0 49,6 Pinhais 115,8 37,1 Araucária 115,1 53,0 Toledo 110,8 25,3 Campo Largo 101,5 26,6 Arapongas 98,9 40,5 Umuarama 96,7 72,4 Almirante Tamandaré 96,6 22,8 Cambé 86,0 77,9 Piraquara 85,5 49,1 Campo Mourão 83,5 33,5 Sarandi 82,1 20,7 Paranavaí 79,3 36,6 Fazenda Rio Grande 75,5 9,3 Francisco Beltrão 69,5 14,4 Pato Branco 68,6 48,1 Telêmaco Borba 67,7 22,2 Castro 67,6 26,6 Cianorte 56,1 16,0 Irati ![]() lembrando sempre que o indice recomendado pela onu é menos de 8, e mais que 50 é caso de guerra quase, mais de 100 é caso de crime contra a humanidade. paises desenvolvidos, tipo os EUA, tem em torno de 5 e paises nordicos, europeus, japao, geralmente nao passa de 2. Estes números são o resumo da Era Requião. |
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#74 | ||
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Registered User
Join Date: Sep 2008
Location: São Paulo & Londrina
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Quote:
Ao mesmo tempo que a situação da infra-estrutura do Norte do Paraná é resultado de décadas de abandono político (todas vezes que eu mencionei isso levei pedradas, agora o próprio governador reconhece), isso não pode servir de desculpa para a nova administração, que nesse e em outros episódios, parece estar dando de ombros ("é um problema e não podemos fazer nada a respeito"). Como uma região cuja população é um pouco menor do que a metropolitana da capital pode não ser uma alternativa? Em SP, por exemplo, a região de Ribeirão Preto é 30 vezes menos populosa que a macrometropolitana paulista, mas ainda assim consegue viabilizar grandes investimentos. Acho que o establishment paranaense só ficará satisfeito quando todo o interior for evacuado e toda a população passar a residir na RMC. Eu costumava ter esperança na mudança de enfoque da administração pública paranaense no que se refere à uma estratégia de desconcentração econômica, fazendo juz à história demográfica e econômica do estado. Agora, entretanto, não acredito em nenhum tipo de mudança. É bem provável que o PR perderá espaço na economia nacional e internamente, continuará se concentrando ainda mais. Quote:
Pelos meus cálculos, Londrina teria, segundo essa lista, 162 homicídios/ano. Entretanto, esses são os números de homicídios na cidade: 2010: 108 2009: 131 2008: 124 2007: 83 2006: 116 2005: 125 2004: 176 2003: 191
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NORTE do PARANÁ - 80 Anos (1929-2009) LONDRINA - The Brazilian "Little London" | LONDRINA - The Brazilian "Little London" II | LONDRINA - "Little London" or "Little Tokyo"? | LONDRINA I | LONDRINA II | LONDRINA III | ROLÂNDIA JOHANNESBURG | DETROIT Last edited by Yuri S Andrade; February 24th, 2011 at 10:05 PM. |
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#75 |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
Location: São Paulo & Londrina
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#76 |
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Brazil
Join Date: Aug 2009
Location: Curitiba
Posts: 2,246
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Sobre a violência...
Entre os 3 municípios com maior produção, Araucária tem o menor índice! HAHAHHA Mas falado sério, me surpreendi mesmo com o número pensei que fosse ser 45, por aí... Acho que se conseguir cair pra baixo de 20 já tá aceitável (uma vez que estamos no Brasil...), mas acho difícil esse ano - o problema é esse pessoal todo que tá vindo trabalhar na obra de Petrobras, tá ajudando a "incrementar" os números da violência na cidade... ![]() Bom, mas no geral, números terríveis né, sem comentários... Engraçado que Curitiba, mesmo tendo um padrão social mais equilibrado que as cidades da RM, consegue ter número melhor apenas que a paupérrima Piraquara e a quase-paupérrima Almirante Tamandaré. Acho que é porque a periferia da cidade é proporcionalmente maior... CIC domina. ![]() E Irati com bom número também, mas tem a obrigação de diminui-lo, já que é uma cidade pacata... Obs.: Esses números não estariam equivocados? Não teria que pegar a população do Censo e aí calcular?... Se adotarmos esse critério, o número de Araucária cai ainda mais hasuahu... Mas o de Curitiba dá uma boa subida.
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E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música... |
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#77 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2009
Location: Curitiba
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Tenho notado uma grande participação da Senadora Gleisi Hoffmann na busca de investimentos para o estado, sem distinguir partidos tem dado uma boa ajuda para o governo estadual. Agora, os outros senadores...
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#78 |
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Парана
Join Date: Dec 2010
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Gente do céu, entre as maiores CM em terceiro...
Mesmo assim eu não gosto muito dos dados do instituto Sangari e nem do seu método de pesquisa. Já aconteceu deles errarem e a pesquisa teve de ser feita novamente. Já prejudicou o nome de algumas cidades paranaenses então o meu conselho é tomar como base qualquer outra fonte. |
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Porto de Paranaguá inicia projeto de interiorização
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) realizou a primeira de uma série de reuniões programadas com o objetivo de “interiorizar” os portos, divulgando os projetos da nova administração para recuperar cargas e atrair novos clientes. O encontro aconteceu na noite de segunda-feira (14), na sede da Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba, e reuniu mais de 150 empresários. O diretor empresarial da Appa, Lourenço Fregonese, fez um diagnóstico sobre os portos paranaenses e a ação comercial que será realizada para recuperar a credibilidade dos portos, atrair novas cargas e recuperar outras que foram perdidas ao longo dos últimos anos. “Precisamos estar unidos: porto, governo e o empresariado para recuperar o prestígio dos nossos portos. Vamos buscar novos clientes e trazer de volta aqueles que deixaram de operar em Paranaguá. Isso se reverterá em desenvolvimento e bons negócios”, disse. Fregonese explicou aos empresários que atualmente 32% da carga de grãos produzida no Paraná são escoados por outros portos. “Isso é inadmissível. Temos que fazer com que o Porto de Paranaguá seja sempre a primeira opção do produtor paranaense”, disse. Benedicto Kubrusly Junior, vice-presidente da ACP, elogiou a iniciativa de interiorização dos portos de Paranaguá e Antonina. “Vender o porto neste momento é fundamental porque percebemos um projeto estratégico muito bem feito, elaborado por especialistas e pessoas que realmente entendem de porto”, afirmou. Após esta primeira reunião, a diretoria empresarial da Appa dará início a uma série de outros encontros em 12 macrorregiões do Paraná. As reuniões acontecerão nas 12 coordenadorias da Federação das Associações Comerciais (Faciap). “Queremos realizar,pelo menos,duas reuniões por mês em cada região do Paraná. Precisamos visitar todas as regiões e escutar dos empresários onde estamos errando e acertando para, juntos, buscar soluções”, disse Fregonese. Monroe Olsen, coordenador do Conselho de Jovens Empresário da ACP e que promoveu o encontro com a Appa, disse que o empresariado jovem do Paraná está disposto a apostar e investir nos portos paranaenses. “O Conselho de Jovens Empresários tem uma meta arrojada para 2011 que é de trazer todos os atores mais importantes da nossa economia e promover debates. Abrir os trabalhos do ano com uma apresentação do porto é importante porque sabemos do papel estratégico que ele exerce e também temos muitos jovens empresários dispostos a investir e fazer negócios via Porto de Paranaguá”, disse. Após a interiorização no Paraná, a Appa pretende dar início a um processo de mapeamento de regiões estratégicas de São Paulo, Goiás e Santa Catarina. De acordo com Fregonese, a Appa já está realizando um mapeamento das cargas perdidas para outros portos nos últimos anos. “Vamos buscar novas cargas e tentar trazer estas que perdemos nos últimos anos de volta. Vamos apresentar a estrutura do porto para quem produz e exporta, mostrar nossas potencialidades e nossa logística. Queremos provar para o empresário que investir em Paranaguá é multiplicar o ganho em pelo menos 10 vezes. Fiep – Pela manhã, a Appa participou da 9ª Reunião da Câmara Temática de Petróleo e Gás. A administração dos Portos de Paranaguá e Antonina foi convidada para fazer a palestra de abertura do encontro do grupo, que reúne empresários, membros do governo e da academia para discutir as potencialidades do setor. A coordenadora do Núcleo de Estudos Estratégicos da Appa, Maria do Socorro, apresentou o diagnóstico dos portos e o Plano Estratégico dos Portos de Paranaguá e Antonina. “Temos uma preciosidade em Paranaguá e Antonina, que é a disponibilidade de solo. Queremos desenvolver esta região, transformá-la num local com riqueza de emprego e renda para atrair investimentos relacionados ao pré-sal. As possibilidades de negócios são inúmeras e ainda pouco conhecidas. Têm potencil para promover uma mudança profunda não apenas no litoral, mas no Paraná”, disse. De acordo com Jean Carlos Alberini, secretário executivo da Câmara de Petróleo e Gás da Fiep, o convite aos representantes do porto deve-se ao papel estratégico que ele representa para o segmento. “Entendemos que o estado tem um papel estratégico na questão logística. Nosso papel na Fiep é fomentar as discussões e fazer com que o empresariado paranaense esteja inserido nestas possibilidades de negócios que a indústria do pré-sal oferece”, disse. Fonte Last edited by P@ssageiro_Cwb; February 24th, 2011 at 11:30 PM. |
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irgendetwas
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Yuri, os dados são de 2008, e das cidades pequenas de 2006,2007 e 2008.
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