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#1401 |
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viva Rondônia.
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Federações do Comércio de Rondônia e Paraná firmam acordo de cooperação técnica
Uma parceria de cooperação técnica está sendo firmada entre as Federações do Comércio dos Estados de Rondônia e do Paraná. O acordo que visa a transferência de tecnologia na área de gestão foi o tema da reunião entre os presidentes das duas entidades. Durante o encontro, que aconteceu em Porto Velho, o presidente da Fecomércio do Paraná Darci Piana apresentou ao presidente da Fecomércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia, Raniery Araújo Coelho, algumas inovações que serão lançadas no mercado rondoniense, a partir dessa parceria. Entre as novidades, está o novo modelo da Pesquisa Conjuntural do Comércio que visa produzir indicadores de curto prazo mensais, permitindo o acompanhamento e avaliação do desempenho do comércio varejista no Estado. “No Paraná, essa iniciativa é um sucesso”, disse Darci, ressaltando que as empresas alvo do estudo são definidas de acordo com critérios estatísticos. São pesquisados quatorze ramos de atividades: Bens Duráveis (lojas de departamentos; móveis, decorações e utilidades domésticas; Cine-foto-som; óticas), Bens Semi-Duráveis (vestuário; tecidos; calçados; livrarias e papelarias), Bens Não-Duráveis (supermercados; farmácias e perfumarias; combustíveis e lubrificantes), Comércio Automotivo (concessionárias de veículos; autopeças e acessórios) e Materiais de Construção. Raniery Coelho lembrou que essa mesma pesquisa já foi realizada em Porto Velho de 2006 a 2008, mas agora deverá ser reeditada com um formato mais avançando. “Esse levantamento das empresas constitui – se numa vantagem competitiva, porque os empresários e futuros empreendedores do comércio têm à disposição um cenário do que acontece no setor das principais regiões do Estado”, definiu o líder empresarial. Conforme ressaltou, esse levantamento é apenas um dos serviços que resultarão da parceira firmada com a Fecomercio do Paraná. “Vamos conhecer e trazer para Rondônia, o que existe de mais moderno sobre gestão”, anunciou o dirigente da Fecomércio- RO, que juntamente com uma equipe de técnicos vai conhecer no Paraná algumas experiências as quais podem ser adaptadas para Rondônia. http://www.rondoniaovivo.com/noticia...-tecnica/76367
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Sou uma estrada evidente, pavimentada de esperança, Tracada na magnificência; Sou uma Nova Estrela, estanhada, filha da fertilidade, que surge no horizonte do solo pátrio e se projeta no céu da União; Sou o Estado de Rondônia. |
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#1402 |
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O Show está Começando!
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Eu até agora não vi a reportagem, fui para o PVH Shopping na hora
![]() Mas pelo que eu percebi, uma pessoazinha por aí estava com bastante razão, porém ninguém deu muita bola... ![]() Realmente a Globo odeia Rondônia e dá cagaço em muita gente... |
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#1403 |
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O Show está Começando!
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Eu não sabia que o Porto de Porto Velho já estava exportando madeira proveniente do Acre.
Esse porto está com uma pauta muito boa, exporta desde grãos até vidro temperado Geral Segunda-feira, 13 de junho de 2011 - 12:16 Porto Organizado de Porto Velho participa de documentário científico da UFPR Coordenados pelo professor Renato Robert, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um grupo de 39 alunos do curso de Engenharia Florestal visitará o Porto Organizado de Porto Velho no dia 30 deste mês, através do “Projeto de Imersão Científica em Florestas Sustentáveis- Brasil Norte/Sul”, promovido pela UFPR juntamente com a disciplina de Gestão do Abastecimento Florestal (AT-431). A ideia é conhecer de perto a realidade do manejo florestal sustentável da Amazônia brasileira e do Cerrado, e a utilização de sistemas de exploração de impactos reduzidos para a colheita de madeira na região. Como este ano foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como sendo o Ano Internacional das Florestas, a viagem dos estudantes de Engenharia Florestal será toda filmada para a elaboração de um documentário científico sobre os diversos panoramas das florestas. No Porto Organizado de Porto Velho, os alunos terão a oportunidade de conhecer a logística e as atividades relacionadas ao transporte fluvial de madeira, e ainda os dados sobre a hidrovia Porto Velho/Manaus para acrescentar à tese de doutorado sobre o escoamento de produtos florestais pela mesma. Com o apoio da Universidade Federal do Acre e Universidade Federal do Mato Grosso o projeto será enriquecido pelas informações técnicas do transporte fluvial da madeira proveniente do Estado do Acre até a Capital portovelhense, seguindo para os portos de exportação em Manaus e Belém. A tese de doutorado da turma tem o tema: Influência logística no escoamento da produção florestal do Estado do Acre, através da exportação pela costa do Pacífico e pela região Sul do Brasil. O Diretor Presidente da Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (SOPH) , Mateus Santos Costa, irá proferir uma Palestra aos alunos, onde irá discorrer sobre as perspectivas relacionadas ao transporte hidroviário na bacia Amazônica, bem como o quadro estatístico de movimentação de cargas dos últimos quatro anos realizadas através do Porto Organizado de Porto Velho. http://www.rondoniagora.com/noticias...2011-06-13.htm |
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#1404 |
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Off-road urbano
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Bom, eu não vi a reportagem, mas li a transcrição dela no site do Fantástico: http://fantastico.globo.com/Jornalis...TRIBUINTE.html
Totalmente diferente da chamada. Fizeram uma chamada sensacionalista pra chamar a atenção do público, mas o que a matéria diz é bem diferente. Não falaram nada demais. Pelo contrário, acho até que deveriam ter ido mais fundo nas razões da paralisação da obra. Mas enfim, quanto à chamada da reportagem, continuo com a mesma opinião. A obra não é inútil.
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#1405 |
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O Show está Começando!
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Ow BR, eu só tô tirando uma ondinha pow ![]() Só tô de sacanagem. |
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#1406 | |
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#1407 |
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Off-road urbano
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Eu sei...
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#1408 |
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O Show está Começando!
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Eu não tinha falado da questão do congestionamento que se formava alí na Campos Sales com a BR, próximo a obra do viaduto...A imprensa já tirou a foto por mim ![]() Isso é por que não fotografaram todo o congestionamento, que vai até depois do João Paulo II. |
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#1409 |
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Pessoal passei domingo de madruga pela Calama e vi que sinalizaram a mesma. ficou bacana agora.
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#1410 |
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Off-road urbano
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#1411 |
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Prefeito recebe relatório de impacto ambiental para construção de aterro sanitário
O prefeito Roberto Sobrinho recebeu na tarde segunda feira (13) em seu gabinete, o relatório dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) feito pelo Consórcio Santo Antônio Energia, que indicam o local mais adequado para a construção do aterro municipal. Participaram da reunião, os secretario municipais de Serviços Básicos (Semusb),Jair Ramires, de Meio Ambiente (Sema), José Gadelha, de Programas Especiais (Semepe), Pedro Beber, a procuradora Geral do Município (PGM), Cricélia Fróes e a chefe de gabinete, Mirian Saldaña, além da analista socioambiental do consórcio, Ana Paula Azzi. Roberto Sobrinho informou que foram analisadas três áreas, sendo escolhida a que vai causar menor impacto nos aspectos ambiental, social e econômico. O prefeito também declarou que nesta terça feira (14), haverá uma reunião na Secretaria Estadual de Meio Ambienta (Sedam), entre técnicos do governo do estado e da prefeitura para apresentação do EIA/RIMA do futuro Aterro Sanitário. De acordo com o prefeito, a construção do aterro sanitário será feita pela concessionária do serviço de limpeza, conforme está previsto no contrato de gestão de resíduos sólidos firmado com a concessionária. Fonte: http://portovelho.ro.gov.br/index.ph...tas&Itemid=178 ![]() Já passou da hora de PVH ter aterro sanitário, lixão é coisa de pais de terceiro mundo! ................................................................................................................. Sobrinho responde perguntas de telespectadores da TV Candelária e anuncia mais obras O asfaltamento de várias ruas e até de bairros inteiros, como é o caso do Aponiã, na zona Norte de Porto Velho, foi anunciado pelo prefeito Roberto Sobrinho ao responder questionamentos feitos pelos telespectadores da TV Candelária (Record, canal 11). Na sexta feira (10), ele gravou participação no quadro “E Ai Prefeito?”, que vai ao ar durante toda a semana, no Programa Câmera 11, apresentado por Luana Najara, Leo Ladeia Emerson Lopes, a partir das 12 horas. A moradora Samara Borges, do bairro Aponiã, zona Norte, solicitou asfalto para a Rua Veleiros. Roberto Sobrinho lembrou que há poucos dias esteve no bairro lançando um pacote de obras para asfaltar oito quilômetros de vias. “O bairro será totalmente asfaltado e a sua rua também”, disse. Quem também solicitou asfalto foi Adalicir, do bairro Mariana, zona Leste. O prefeito informou que já concluiu o asfalto da Rua Tereza Amélia, entre União e Petrolina e das vias que fazem a ligação com a Plácido de Castro, que também foi asfaltada no mesmo trecho. “Estamos trabalhando agora para concluir a obra na Rua Petrolina, entre Plácido de Castro e Tereza Amélia, onde está sendo feita a drenagem. No local, a prefeitura vai construir uma praça”, anunciou. Mais asfalto No bairro Jardim Santana, setor Leste, asfalto foi solicitado pela moradora também de nome Cláudia. O prefeito lembrou que no ano passado o governo do estado asfaltou ruas no bairro. Ele anunciou que dentro de 15 dias irá iniciar o asfaltamento da Avenida Amazonas até o Jardim Santana. “É uma avenida bastante estratégica e que vai ajudar a desafogar o trânsito na cidade”, declarou. Informou ainda, que o governo estadual se comprometeu em levar mais asfalto para o bairro. Asfalto para a Rua Itatiaia, no bairro Mariana, zona Leste, foi a solicitação do morador identificado apenas por Antônio. Ele também disse que as máquinas da prefeitura limparam a rua e retiraram todo cascalho. “Essa rua está incluída no pacote de obras que lancei há poucos dias no bairro”, disse o prefeito, acrescentando que o trecho a ser asfaltado é da Avenida Mamoré ao Conjunto Candelária. “O bairro Cidade do Lobo será asfaltado?” Foi a pergunta feita pela moradora Rosicleia. Roberto Sobrinho anunciou que nos próximos dias assinará ordem de serviço para asfaltamento da Rua Magno Arsolino. Lembrou de outras vias asfaltada em sua gestão e anunciou que o governo do Estado garantiu que fará mais asfalto no bairro, localizado na zona Sul da cidade. Água tratada Água tratada para o bairro Lagoinha. Foi a solicitação da moradora Ana Cláudia. Roberto Sobrinho informou que a prefeitura conseguiu verbas junto ao Governo Federal, ainda na gestão do presidente Lula, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para 100% de água tratada e esgoto sanitário em Porto Velho. “O dinheiro foi repassado para o governo do estado, na gestão anterior, mas ele não cumpriu o acordo, se atrapalhou e a obra foi embargada. Já conversei com o governador Confúcio Moura para resolver o problema. O dinheiro está disponível”, enfatizou. Limpeza Morador do bairro Igarapé, zona Norte, Nonato solicitou limpeza e encascalhamento. Roberto Sobrinho lembrou que o bairro foi um dos primeiros contemplados com o mutirão de limpeza feito em parceria com o governo estadual. “A limpeza já foi feita e agora só falta terminar de encascalhar as ruas. Estive no local e constatei que boa parte das ruas já está encascalhada”, afirmou. O prefeito ainda disse que há previsão de asfaltar algumas ruas do bairro. Fonte: http://portovelho.ro.gov.br/index.ph...tas&Itemid=178 ![]() O dinheiro do saneamento básico já está disponível? E por que as obras estão paradas? Um outro adendo tenho a fazer: tá certo que as zonas Leste e Sul são as partes mais populosas de PVH, mas o prefeito asfalta uma ou outra rua nas zonas central e norte e coloca todo o dinheiro para asfaltar a L e S. |
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#1412 |
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Hering Store desembarca na Carlos Gomes, ao lado da London Lounge
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#1413 | |
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Além de concentrarem grande parte da população, essas regiões estão desenvolvendo uma dinâmica comercial impressionante. Eu estava alí na Zona Leste e passando numa rua vi uma três fábricas de pequeno porte uma do lado da outra (uma era da Marbrás, outra era uma indústria de bloquetes de concreto e a terceira eu me esqueci...). Eu nunca ia imaginar aquilo se não conhecesse a Zona Leste. Além do mais, a Zona Leste e Zona Sul estão recebendo investimentos imobiliários, então a Prefeitura entrando com a infra-estrutura é um chamariz para que novas empresas invistam nessas regiões. |
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#1414 |
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O Show está Começando!
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Obra parada é dinheiro jogado fora, como foi falado no Fantástico, então...
![]() Rondônia - 14/6/2011 - Noticia Teatro Estadual: Deosp e Engecom assinam ordem de serviço para a retomada da obra Parece que agora vai! Assim ponderou o diretor-geral do Departamento de Obras e Serviços Públicos (Deosp), Abelardo Townes de Castro Neto, sobre a assinatura da Ordem de Serviço para o recomeço das obras do Teatro Estadual de Porto Velho, que terão, nesta instância, prazo de dez meses para a sua conclusão. Obra iniciada há quase quinze anos, com emenda de R$300 mil reais para a realização do projeto, conseguidos pela deputada federal Marinha Raupp (PMDB-RO), mas que teve sucessivas paralisações após o seu início. Em 2007, o Exército ainda tentou retomar a área da União, mas houve manifestação de segmentos culturais e o Estado conseguiu reverter e mantê-la no mesmo local. Do ano passado para cá, houve embargo pela Justiça por falta de licença de construção e paralisação em razão de pedido de realinhamento de preços. ![]() O teatro estadual é avaliado em cerca de R$22 milhões de reais, provenientes de um contrato de R$17 milhões e um pedido de realinhamento de preços, na ordem de R$4,6 milhões, que encontra-se suspenso pelo Tribunal de Contas. A obra conta com cerca de 50% de sua área física concluída, para a qual já foram pagos cerca de R$10 milhões de reais. Os recursos restantes para sua quitação são provenientes do Tesouro Estadual. De acordo com Abelardo Castro, a retomada das obras do teatro tem recomendação preliminar do governador Confúcio Moura que quer brevemente contar com mais esse suporte para o setor cultural do Estado. “Esperamos ver o andamento da obra até a sua finalização, para que possamos colaborar com mais esse segmento que vai enriquecer as artes cênicas em nosso Estado”, garantiu Abelardo. Estrutura do prédio Localizado em área central da Capital, o teatro tem capacidade para 930 lugares, elevador panorâmico, oito camarotes no terceiro pavimento e complexa estrutura cênica. Há um grande auditório para apresentações de diversos tipos, peças teatrais, apresentação de sinfônicas e música popular. A área do grande auditório possui saguão duplo, térreo e mezanino, com capacidade para 750 lugares. Palco móvel O projeto conta ainda com um Teatro de Bolso, com capacidade para 217 pessoas, vias internas e estacionamento para 176 vagas. O palco móvel será dotado de 44 motores elétricos que permitem o movimento na vertical de pequenas áreas. O prédio principal possui 4.283,75 m² de área construída em dois pavimentos, abrigando ainda a área destinada à administração, camarins e sanitários públicos. O fosso da orquestra será dotado de elevador, possibilitando a mobilidade vertical dos músicos, de acordo com a necessidade dos espetáculos. Já foram também realizados adereços em ferro, que vão ornamentar o teatro internamente e que foram assinados pelo artista plástico Júlio Carvalho. http://www.deosp.ro.gov.br/noticias....2&tipo=Noticia |
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#1415 |
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Irregularidades: obra do prédio da ALE será suspensa.
O prédio que a Assembléia Legislativa de Rondônia está construindo no antigo espaço do Flor do Maracujá, no bairro das Pedrinhas, em Porto Velho, terá as obras suspensas devido à inúmeras irregularidades encontradas por membros da nova Mesa Diretora do Poder Legislativo Estadual. A exemplo do que aconteceu com as obras de esgotamento sanitário em Porto Velho, suspensas devido à falta de projeto básico, no prédio da Assembléia foram negligenciados aspectos primários de engenharia, como a falta de acessibilidade não apenas para portadores de deficiência física, mas também para gestantes e idosos. Tão grave quanto isso são as falhas no projeto de engenharia. O projeto da Engecom, empresa que está construindo o prédio, não previu instalações hidráulicas e elétricas. Nos próximos dias será criada pela Assembléia uma comissão para avaliar a obra e todos os custos e pagamentos já efetuados. “Do jeito que está, uma obra daquela magnitude pode ser concluída e quando algum funcionário for instalar um computador terá de quebrar a parede para colocar um conduíte”, disse um dos parlamentares que está analisando o problema. Além das irregularidades apontadas, existe ainda o fato de uma empresa ganhar R$ 12 mil por mês para fiscalizar as obras e, mesmo assim, existirem tantos problemas que não foram constatados previamente. Fonte: http://www.oobservador.com.br/nacion...suspensa-.html |
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#1416 | |
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![]() KKKKKKKKKKKKKKKK Só pode ser piada...QUE ABSURDOOOO!!!! Rondônia tem que ter alguma obra paralisada!!!! É INCRÍVEL! Retoma uma e paralisa outra |
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#1417 |
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O Show está Começando!
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Eu já fiquei puto com isso antes...Agora vamos ver quanto tempo os parlamentares vão levar para retomar novamente as obras... |
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#1418 |
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O Show está Começando!
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Fruticultura: alternativa para a pequena propriedade em RO
Noticias - 15/06/11 - 13h52 Ao atravessar o estado de Rondônia, pela BR-364, vêem-se poucos pomares nas margens da rodovia. A exceção é a vista de um parreiral e um cultivo de maracujá depois da cidade de Presidente Médici, próximo à entrada do distrito de Estrela de Rondônia. Quem passa por lá admira os plantios, mas não imagina que daquela região saem dezenas de caminhões carregados com as frutas que vão abastecer uma boa parte dos supermercados de Porto Velho, Rio Branco e até da cidade de Manaus. A maioria das propriedades rurais da região pertence a agricultores familiares, com áreas médias de até dez hectares, segundo levantamento do escritório local da Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), no distrito de Estrela de Rondônia. A opção pelo cultivo de frutas foi uma solução criativa, adotada pelos agricultores que possuíam pouca terra e uma família numerosa, como é comum no meio rural. A fruticultura trouxe ocupação para toda a família e, às vezes ainda exige a contratação de um ou dois trabalhadores para auxiliar na lavoura. Foi também a fruticultura que evitou que eles caíssem no lugar comum que é a “pecuarização", atividade predominante em toda a região central de Rondônia. “As espécies mais cultivadas no distrito, que abrange as linhas 124, 126, 128 132 e 136, são: maracujá, abacaxi, goiaba, laranja, limão thaiti, graviola, mamão e uva. Também cultivam hortaliças como abóbora, pepino, vagem, jiló e tomate”, disse o gerente local da Emater, Mauricio Alves dos Santos. Segundo Mauricio, somente com a cultura do maracujá chega-se a produzir mais de 100 toneladas de frutos por mês, por cerca de 120 famílias do distrito que cultivam uma área de 100 hectares. Quase toda a produção é comercializada ainda em frutos e apenas uma pequena parte - menos de 10 % da produção - é transformada em polpa. Os agricultores reivindicam a instalação de uma agroindústria que absorva o excesso de produção no período de safra, diminuindo assim a instabilidade nos preços. Outra opção é uma maior participação nos programas oficiais de venda direta para o setor público. A equipe local da Emater tem dado suporte técnico para melhorar a produtividade e incentivar a diversificação dos cultivos, orientando o uso de sementes selecionadas e realizando excursões a outros municípios produtores para que os agricultores conheçam novas espécies e técnicas de cultivo. Autor: Emater http://www.rondonoticias.com.br/?not...priedade-em-ro Publicada em 15/06/2011 - 11h35min / Autor: Jorge Heron Rondônia investe na rastreabilidade do tambaqui Inédito no país, o projeto busca aprimorar a qualidade da principal espécie de peixe disponível no Estado Produzindo em torno de 15 mil toneladas de tambaqui, Rondônia desenvolve projeto que busca a melhoria do plantel de matrizes da espécie, visando evitar consaguinidade e fornecer alevinos de melhor qualidade com origem conhecida para o mercado. Em conjunto com o grupo de pesquisa PeixeGen, da Universidade de Maringá (UEM), o Sebrae/RO, iniciou um trabalho inédito no Brasil de identificação genética de plantéis de reprodutores de tambaqui. A partir de 2008, o Sebrae Nacional acreditou na qualidade do trabalho e iniciou o projeto Rastreabilidade do Tambaqui de Rondônia, coordenado pelo professor Danilo Streit, coordenador do grupo de pesquisa Aquam, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em agosto de 2010, iniciou-se mais um experimento, dentro do projeto, finalizado em maio. O experimento consistiu basicamente em avaliar a campo alevinos com origem genética conhecida, estocados em tanques sem renovação de água. Os animais estocados (com identidade genética conhecida) foram identificados com “microchip” para acompanhamento individual, pesados e medidos todos os meses do experimento, com coleta de sangue para acompanhamento do estado fisiológico e, agora, serão abatidos e processados por equipe especializada da Escola Superior Luís de Queiroz, da Universidade do Estado de São Paulo (ESALq-USP). Filés dos tambaqui serão transportados para a ESALq, para posterior analise de off flavor e qualidade nutricional dos animais que foram produzidos. De acordo com o coordenador do projeto, as informações obtidas até agora são altamente positivas, pois o modelo foi desenvolvido para ser aplicado na produção do tambaqui para pequenos e médios produtores – com o diferencial de poder ser agregada ao produto a identificação genética dos alevinos e o sistema de produção sem emissão de efluentes para o ambiente. “Cabe ressaltar que a parceria entre o Sebrae/RO, UFRGS, UEM e USP possibilitou a integração de conhecimento e repasse de tecnologia para a unidade modelo Piscicultura Boa Esperança, de Pimenta Bueno. Uma tese de doutorado e uma dissertação de mestrado também estão sendo finalizadas com o volume de informações produzidas”, diz o gestor do projeto no Sebrae, Noelber Gonçalves. A expectativa do desdobramento científico destes estudos desenvolvidos no Estado de Rondônia irá gerar ao menos cinco artigos científicos além de estabelecer um protocolo de produção do tambaqui utilizando os recursos hídricos maneira mais racional. Com a finalização do experimento, processamento dos dados e posterior inserção destas informações no projeto Rastreabilidade do Tambaqui de Rondônia, Danilo Streit têm a expectativa do sistema de produção desenvolvido e comprovado cientificamente ser implantado em Rondônia na produção do tambaqui. O projeto conta com a parceria do governo de Rondônia, do Ministério da Pesca, da Universidade Federal de Rondônia, da Embrapa e do Senar. http://www.rondoniadinamica.com/arqu...ui,26424.shtml Governadores do Norte e Nordeste negociam com mudanças no ICMS Noticias - 15/06/11 - 15h50 O ministro da Fazenda, Guido Mantega, teve hoje (15) uma reunião com os governadores do Norte e do Nordeste para discutir uma mudança na cobrança do ICMS nas operações interestaduais. O governo quer diminuir a alíquota interestadual da cobrança desse imposto. Segundo Mantega, a avaliação do governo é que o modelo do atual ICMS está esgotado, por conta das diferenças no valor da cobrança estado por estado e pelas possibilidades de isençâo praticadas pelos estados, que possibilitam a guerra fiscal para atrair investimentos. Mantega lembrou que, recentemente, o Supremo Tribunal Federal chegou a considerar inconstitucionais algumas propostas de estados de redução do ICMS para atrair investidores. O governo quer reduzir a importância atual desse imposto para diminuir a guerra fiscal. Para tanto, porém, os estados exigem compensações. O ICMS é um imposto de recolhimento estadual e, se houver redução de alíquotas, os estados perderão dinheiro. Na reunião de hoje, os governadores apresentaram a Mantega um documento com 10 pontos, em que pedem contrapartidas para aceitar a proposta do governo com relação ao ICMS. Basicamente, os governadores pedem compensações, como a implantação de novas políticas de desenvolvimento regional. O governo propõe a possibilidade de redução de impostos federais em alguns estados e regiões para estimular investimentos ali contra as regiões mais desenvolvidas. Acena negociar alíquotas diferenciadas do PIS, Cofins e do próprio Imposto de Renda em alguns lugares como fator de atração de investimentos. Os governadores do Norte e do Nordeste também preocupam-se com a taxação do comércio eletrônica, a compra de produtos via internet. Hoje, a tributação de produtos nessa modalidade acontece apenas nos estados fornecedores desse serviço. Mas o consumo espalha-se por todo o país. Governadores de estados que não fornecem produtos no comércio eletrônico reclamam que perdem dinheiro, que poderia estar sendo consumido no seu próprio comércio normal. Hoje, o comércio eletrônico já responde por cerca de 15% do total, com tendência de crescimento. Os estados que têm dívidas querem também uma renegociação. A atual modalidade de cobrança de juros para os empréstimos junto à União que esses estados contraíram tornou-se, segundo Mantega, "salgada". Os estados estão pagando juros mais altos que a taxa Selic, ou seja, pagam um reajuste mais alto que a inflação. Mantega disse aos governadores ser possível uma renegociação, que respeite o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Fonte: Congresso em Foco Autor: Rudolfo Lago http://www.rondonoticias.com.br/?not...udanas-no-icms Prefeitura inicia recapeamento de novo trecho da Avenida Abunã Outro obstáculo que dificulta a ação da Semob são os canos que jogam água servida na rua. Os responsáveis também são notificados e recebem prazo para resolver o problema. A prefeitura de Porto Velho reiniciou nesta terça feira (14), o recapeamento da camada asfaltica da Avenida Abunã, no trecho entre a Rua Salgado Filho e Avenida Farquar, na região central da cidade. De acordo com o secretário municipal de obras, Marcelo Fernandes (Semob), o objetivo é concluir os serviços até o final de junho, caso não ocorra qualquer imprevisto no plano de trabalho. “Pedimos desculpas pelo transtorno, mas isso não se compara com o grande benefício para toda a população da cidade”, disse. O secretário explicou que a obra na Abunã faz parte de um “pacote” no valor de R$ 4 milhões e 500 mil, recursos das compensações pela construção da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira. Além da Abunã, está incluído o recapeamento da Avenida Calama, Sete de Setembro (entre Farquar e Brasília) e Rua Lourenço Pereira Lima (antiga Venezuela), entre Calama e Abunã, já concluído e até sinalizado pela Semtran. “Essas ações estão incluídas no programa da prefeitura para recuperar o asfalto das vias principais, que já estava muito desgastado”, acrescentou. Com relação à Calama, Marcelo Fernandes esclareceu que o recapeamento já foi concluído no trecho entre Farquar e Rio Madeira. A previsão era de que seria feito o mesmo trabalho até a Avenida Mamoré, mas o prefeito Roberto Sobrinho solicitou adequações (mudança) no plano de trabalho para beneficiar a Avenida Carlos Gomes, entre Jorge Teixeira e Rua Rui Barbosa, também na região central. “Ele está propondo trocar o recapeamento do restante da Calama pela Carlos Gomes, onde o trânsito é mais intenso e o asfalto encontra-se bastante danificado”, explicou o secretário. Preparo De acordo com o chefe da equipe responsável pelo recapeamento da Avenida Abunã, Edmilson Dantas, é necessário todo um preparo prévio para aplicar a massa asfaltica nova sobre a antiga. Um grupo de operários retira todas as rampas e qualquer obstáculo que possa impedir a execução da obra. Em seguida, a avenida e varrida e lavada com o auxílio de um caminhão pipa. Somente após esse processo, é aplicado o material denominado “RR”, uma espécie de cola preta semelhante ao piche, para em seguida fazer o recapeamento com asfalto quente, com duração de mais de dez anos. Para diminuir os transtornos necessários por conta da obra, a Semob opta por fazer o recapeamento a cada dois quarteirões, nesse caso, entre Salgado Filho e Brasília. A área toda é isolada e só volta a ser liberada após o serviço ser concluído. Para evitar que alguns condutores furem o bloqueio e ofereçam risco aos operários, a Semob conta com a parceria da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran), que disponibiliza fiscais aos cruzamentos para orientar os motoristas. Fossa Logo no reinício dos trabalhos na Abunã, entre as Ruas Getúlio Vargas e Brasília, a Semob se deparou com uma ligação clandestina de uma fossa à rede de drenagem. Conforme Edmilson Dantas, a Coordenadoria Municipal de Posturas e a Vigilância Sanitária foram acionadas para identificar, notificar e, se for necessário, até multar o responsável. Ele também informou que esse tipo de problema compromete o andamento da obra, pois é necessário retirar a ligação clandestina e preparar o local para receber o asfalto. Outro obstáculo que dificulta a ação da Semob são os canos que jogam água servida na rua. Os responsáveis também são notificados e recebem prazo para resolver o problema. http://www.rondoniadinamica.com/arqu...a-,26416.shtml |
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#1419 |
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Off-road urbano
Join Date: May 2004
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Com relação ao ICMS, agora era a hora de negociar também a tributação da energia elétrica na origem e não no destino. Ou pelo menos, dividir essa cobrança entre origem e destino.Com relação ao recapeamento, parece que agora tá esclarecida aquela questão do valor. Os R$ 4,5 milhões, pelo que diz a matéria, é pra todo o recapeamento da Calama, Abunã e Sete de Setembro (o trecho da Venezuela é tão curto que eu nem considero). E concordo que o outro trecho da Calama seja trocado pela Carlos Gomes. Não que o restante da Calama não precise, mas é uma questão de prioridade. A Carlos Gomes precisa muito mais. E o povão, pra variar, lançando água servida na rua e ligando a fossa na rede de drenagem. Tá certo que a cidade não tem rede de esgoto, mas isso não dá o direito de emporcalharem ainda mais a cidade.
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"The best social program is a JOB!" - Ronald Reagan
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#1420 | |
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O Show está Começando!
Join Date: Apr 2006
Location: Porto Velho, RO
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Olha com quem eu topo hoje na Avenida Imigrantes, esperando para ser embarcado pelo Porto... Reflexos da Rodovia Interoceânica em Porto Velho... uma BMW com placa peruana ![]() |
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