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#2021 |
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Intermédica investiu R$ 325 milhões na sua rede de hospitais em 2011
Por Marina Falcão | São Paulo SÃO PAULO - A operadora de saúde Intermédica, do grupo NotreDame Intermédica, investiu em 2011, R$ 325 milhões na ampliação e renovação de sua rede de hospitais própria, com nove unidades. No ano passado, a empresa inaugurou o Hospital e Maternidade SacreCouer, na capital paulista, iniciou a reforma do Hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí (SP), e iniciou a construção do Hospital Renascença Campinas, que tem inauguração prevista para abril de 2012. Composto por 100 leitos, inicialmente, o hospital de Campinas terá capacidade para realizar até 800 cirurgias, 250 partos e 14.000 atendimentos no PS – particulares e de convênios médicos - por mês. O Hospital e Maternidade SacreCouer, localizado próximo à Avenida Paulista e inaugurado em setembro do ano passado, disponibiliza 104 leitos, além de UTIs adulto e neonatal, centro cirúrgico e serviços de laboratório e imagem. Já a reforma do Hospital Paulo Sacramento, de Jundiaí, prevê a revitalização de sua estrutura, criação de 30 novos leitos, além dos 160 já existentes e climatização do centro cirúrgico. A unidade de São Paulo demandou investimentos de R$ 30 milhões, também incluindo equipamentos, enquanto a de Jundiaí, R$ 15 milhões. Até o próximo ano, a Intermédica vai abrir mais um hospital na capital paulista e outro na Grande São Paulo, na região do ABC, segundo informa a empresa. http://www.valor.com.br/empresas/255...pitais-em-2011 |
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#2022 |
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Municípios são alvo de novo centro da Ericsson
A Ericsson inaugura neste mês um centro de inovação e pesquisa no Parque Tecnológico de São José dos Campos, onde atuará como empresa-âncora do Centro de Tecnologia da Informação, Comunicação e Multimídia, que está sendo instalado no local. O novo centro será um espaço voltado para o desenvolvimento de tecnologias específicas por meio de parcerias entre empresas-âncora, universidades e entidades de pesquisa. Inaugurado em 2006, o parque abriga quatro centros de desenvolvimento tecnológico, que contam com empresas-âncora do porte da Embraer, Vale Soluções em Energia (VSE) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), além de instituições de ensino e pesquisa, como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). A seleção da Ericsson para integrar o complexo foi feita por meio de uma chamada pública, da qual participaram várias empresas, segundo o diretor do parque, José Raimundo Coelho. Procurada pelo Valor, a assessoria de imprensa da Ericsson informou que os executivos autorizados a falar sobre o projeto estavam em viagem e que a empresa só comentaria o assunto na inauguração, marcada inicialmente para o dia 20, segundo Coelho. O centro da Ericsson será dedicado ao desenvolvimento de tecnologias de softwares de gestão de municípios. São tecnologias que permitem que as cidades sejam administradas e monitoradas por meio de softwares inteligentes. O público-alvo são os municípios brasileiros. O desenvolvimento tecnológico será feito em parceria com as diversas instituições já atuantes no local, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o ITA e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A Ericsson ficará localizada em uma área de 400 metros quadrados dentro do parque. A previsão é que, numa primeira fase, cerca de 15 profissionais, entre engenheiros e pesquisadores, integrem a equipe da empresa. O parque também abrigará uma unidade do Senai, que pretende instalar no local uma escola de qualificação em aeronáutica e um instituto de pesquisa em aeronáutica e defesa. A unidade, planejada para ocupar 20 mil metros quadrados de área disponível, será o maior centro de ensino aeronáutico do hemisfério Sul, segundo o diretor do parque. Sua expectativa é de oferta de 6 mil vagas por ano. Segundo Coelho, nos próximos anos será implantado o parque das universidades, que terá oito entidades de ensino distribuídas em uma área de 400 mil metros quadrados. Ainda neste mês a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) inicia suas atividades no complexo, onde, além de implantar um campus avançado, vai promover um curso de especialização em manutenção aeronáutica. O curso visa atender a uma demanda antiga das empresas do setor, como Embraer, Helibras e as companhias aéreas. Com prazo para início ainda neste mês, o curso se estenderá até outubro do próximo ano. As aulas serão ministradas aos sábados e a grade é composta por 12 disciplinas. A Unifei é a terceira instituição pública de ensino superior a se instalar no parque de São José. O complexo já abriga uma unidade da Faculdade de Tecnologia (Fatec) e sediará o futuro campus da Unifesp, que programou investimento de R$ 70 milhões na construção das novas instalações. A previsão é de que a unidade seja inaugurada em meados do próximo ano. Outro projeto estratégico do parque, para a instalação de novas empresas, acaba de ganhar um reforço com a aprovação de uma verba de R$ 13,5 milhões, dos quais cerca de R$ 7 milhões virão da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e R$ 6 milhões da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo). "Os recursos serão aplicados na construção de um segundo centro empresarial, que terá uma área de 10 mil metros quadrados, o dobro do espaço do primeiro centro", disse Coelho. No mês passado, duas empresas anunciaram que instalarão unidades no local: a Compsis, especializada no desenvolvimento e implantação de sistemas e softwares com operações críticas, além de sistemas de transporte; e a Imagem, de sistemas de inteligência geográfica. O primeiro centro abriga 25 empresas de pequeno e médio portes dos setores de tecnologia da informação e comunicação, instrumentação eletrônica, geoprocessamento, aeronáutica e biomedicina. O segundo tem capacidade para cerca de 50 empresas e laboratórios. fonte: http://www.valor.com.br/empresas/256...ro-da-ericsson
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#2023 |
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Sesi e Senai acompanham Senac e investem em Sorocaba
08.03.2012. Sorocaba terá novo teatro e novas escolas
(*) Equipe VIVAcidade Sorocaba - Sorocaba deverá possuir nos próximos meses um novo teatro do SESI, uma nova escola do SESI e uma nova unidade do SENAI. O teatro e a nova escola, ambos do SESI, serão construídos na área de 11 mil m2 onde é realizado o Feirão de Carros, no Mangal, ao lado do Serviço Social da Indústria (SESI). Ontem, o prefeito Vitor Lippi e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, assinaram a escritura de transferência, que transfere a área da Prefeitura de Sorocaba para o SESI. O investimento previsto entre obras, equipamentos, construção do novo teatro e a reforma de todo espaço do SESI é superior a R$ 52,5 milhões. Novo teatro do SESI Com capacidade para 450 lugares, o novo teatro do SESI terá 2 mil metros quadrados e palco reversível para área externa, abrindo a possibilidade da realização de espetáculos ao ar livre. Outra novidade deste projeto é a construção de uma marquise em frente ao teatro, que será utilizada para exposições de artes e outros eventos culturais. O entorno do novo teatro do SESI será um grande espaço para lazer e convivência aberto à população. Já o atual teatro do SESI, com capacidade para 160 lugares, será transformado em auditório. Nova escola do SESI A nova escola do SESI terá capacidade para atender 2 mil alunos: Ensino Fundamental em período integral, Médio e Educação de Jovens e Adultos. Com um refeitório para 700 pessoas, a nova escola será uma das maiores da rede e irá absorver duas das três escolas que o SESI mantém em Sorocaba, em prédios da Prefeitura Municipal. Nova escola do SENAI Paulo Skaf anunciou ainda que serão investidos mais R$ 60 milhões na construção da segunda escola do SENAI em Sorocaba, que será na Av. Itavuvu. De acordo com Vitor Lippi, a nova escola do SENAI vai contribuir de forma expressiva na formação profissional de jovens, que certamente serão absorvidos pela demanda da indústria sorocabana. (*) Equipe VIVAcidade - 08.03.2012 http://www.vivacidade.com.br/cidade_...id_cidade=4035 |
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Movimento em aeroportos regionais de SP deve crescer 40% em 2012
Desempenho é próximo de 2011, quando houve crescimento de 43%, para 2,5 milhões de passageiros 09 de março de 2012 | 12h 00 Notícia Anne Warth e Gustavo Uribe, da Agência Estado SÃO PAULO - O movimento de passageiros nos 31 aeroportos regionais paulistas, administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), deve crescer cerca de 40% em 2012, de acordo com o presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe SP), Luciano Almeida. A Investe SP é a entidade do governo paulista responsável por atrair investimentos para o Estado e orientar empresários na articulação com o setor público. Segundo ele, o desempenho deste ano deve repetir o de 2011, quando houve crescimento de 43% em relação ao ano anterior, para 2,573 milhões de passageiros. Em termos de carga, Almeida afirmou que o crescimento foi de 8% na comparação com 2010 e somou cerca de 5 mil toneladas. Ele prevê neste ano um resultado semelhante. "Acredito muito no retorno da aviação regional", disse. De acordo com levantamento da Investe SP, os aeroportos de São Paulo que mais se destacaram no ano passado em crescimento de número de passageiros foram os de Ribeirão Preto, com expansão de 64%, para 1,1 milhão de pessoas; São José do Rio Preto, com alta de 58%, para 669,2 mil; Presidente Prudente, com elevação de 22%, para 259,1 mil; e Araçatuba, com aumento de 58%, para 123,87 mil. Em transporte de carga, os destaques foram Ribeirão Preto, com alta de 49%, para 889,8 mil toneladas; Marília, com aumento de 39%, para 634,9 mil toneladas; Jundiaí, com crescimento de 4%, para 814,5 mil toneladas; e Bauru, com elevação de 4%, para 1,255 milhão de toneladas. Para o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, também presidente do Conselho Gestor do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas (PPPs), a retomada da aviação regional no Estado está estrangulada. Isso porque o aumento dos voos para o interior paulista dependeria de um novo aeroporto na região metropolitana de São Paulo, uma vez que os atuais - Congonhas e Guarulhos - não teriam condições de aumentar a frequência de voos regulares para o interior, afirma Afif. Segundo o vice-governador, somente após uma decisão a respeito do novo aeroporto o governo poderia levar adiante o plano de conceder à iniciativa privada os aeroportos regionais. "Falta na região metropolitana de São Paulo um novo aeroporto que viabilize um crescimento maior dos aeroportos regionais do interior, hoje contido pela falta de um hub", afirmou, referindo-se aos aeroportos que funcionam como centros de distribuição de passageiros para outros destinos. O governo estuda propostas para um novo aeroporto na região de São Paulo que seja gerido pela iniciativa privada, por meio de concessão ou Parceria Público-Privada (PPP). O assunto é tema de discussão no Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo, que abrange 39 municípios. Três municípios apresentaram propostas para receber o aeroporto, segundo o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido: Caieiras, Mogi das Cruzes e São Bernardo do Campo. Mas, de acordo com ele, as discussões ainda estão em fase "embrionária". Segundo Luciano Almeida, o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, teve movimentação de 29,9 milhões de passageiros no ano passado, entre voos domésticos e internacionais. A expectativa é de que até 2025 a demanda seja de 60 milhões no Estado. "Mesmo com a ampliação de Cumbica e com novas pistas, há necessidade de um terceiro aeroporto na região metropolitana", afirmou. Link:http://economia.estadao.com.br/notic...2,105518,0.htm
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Internexa, de fibras ópticas, chega ao país
Valor Econômico Com investimento de US$ 30 milhões, a Internexa, braço de redes de fibras ópticas do grupo colombiano ISA, dono da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), começa a operar no Brasil a partir de amanhã. O objetivo é ganhar espaço no mercado de infraestrutura para operadoras, ativo que tem se tornado mais importante para as companhias com a expansão da internet em alta velocidade. Em entrevista ao Valor Genaro Domínguez, executivo-chefe da companhia, explica que a Internexa não atuará apenas como uma vendedora de capacidade de conexão para companhias. "Queremos acelerar o acesso à internet", diz o executivo. A afirmação, que pode soar estranha vinda de uma empresa que não vende pacotes de acesso diretamente aos consumidores, tem a ver com seu modelo de negócio. É que além das redes de fibras ópticas, a empresa aposta em acordos com redes de entrega de conteúdo - companhias como Akamai, Yahoo, Google e Netflix - para conquistar clientes. A ideia é fazer com que as empresas hospedem no Brasil arquivos de música, vídeo, entre outros. Hoje, grande parte desses dados está armazenada em equipamentos localizados fora da América do Sul. Quando alguém acessa essas página, os dados percorrem grandes distâncias ao redor do mundo, passando por cabos submarinos e pontos de conexão em diversos países. A velocidade dessa comunicação, ou latência, não está diretamente relacionada ao pacote de internet contratado pelo internauta, o que causa a sensação de lentidão no acesso. Mesmo dados hospedados em países vizinhos, como a Argentina, trafegam por rotas de comunicação que passam por Miami e depois chegam ao Brasil. Com a proximidade geográfica, o objetivo é que o tempo necessário para esses acessos caia entre 50% e 70%. "Chega uma hora em que não basta apenas aumentar a velocidade da conexão. É preciso ter o conteúdo mais perto de onde ele é acessado para melhorar o desempenho", diz Rogério Carvalho, ex-executivo da antiga AES Atimus, que foi contratado para comandar os negócios no Brasil. Carvalho não cita nomes, mas afirma que as operações no país terão início com material das "maiores redes de conteúdo do mundo". Além das operadoras, estão na lista de potenciais clientes empresas que vendem sistemas no modelo de computação em nuvem, no qual os dados não ficam armazenados no computador do usuário e são acessados pela internet. Em quatro anos, a Internexa planeja ter 21% do mercado de redes. Para iniciar sua operação no país, a companhia investiu em centros de dados nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte e adquiriu direito de uso de fibras ópticas que ligam seis capitais à rede que a companhia mantém na América do Sul. Segundo Domínguez, a companhia negocia com o governo brasileiro o uso da rede de fibras ópticas da CTEEP no interior de São Paulo. Criada em 2000, a partir de um desmembramento da ISA, a Internexa tem operações em sete países da América do Sul, e atingiu US$ 70 milhões em vendas no ano passado. Para 2012, a expectativa é chegar a US$ 83 milhões. Segundo Domínguez, a Colômbia será responsável por 75% desse total. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...248&c=6&lang=1 |
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#2026 |
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Alstom lança centro global de tecnologia em Taubaté
IG Unidade será especializada em tecnologia hidrelétrica ainda pouco usada no Brasil, mas considerada promissora pela empresa A Alstom, multinacional francesa especializada nos setores de transportes e energia, lançou nesta quinta-feira, em Taubaté, a pedra fundamental de seu quinto centro global de tecnologia, o primeiro na América Latina. Construído junto à fábrica de turbinas hidrelétricas da empresa, a unidade será especializada em um tipo de usina ainda pouco comum no Brasil, mas com grande potencial, na avaliação dos executivos da Alstom. "Nos próximos dez anos, 45% do mercado de turbinas Kaplan estarão no Brasil", diz Marcos Costa, vice-presidente de energias renováveis e energia térmica da na América Latina. Hoje, uma das principais referências de uso da tecnologia no país é a hidrelétrica de Porto Primavera, no Rio Paraná, na divisa entre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Mas a Alstom estima que ela será a mais especificada para novos projetos de hidrelétricas, como São Luiz do Tapajós, no Pará, e São Manuel, no rio Teles Pires, no Mato Grosso, por funcionar bem sem grandes reservatórios. "Cerca de 90% das novas usinas serão construídas na região Norte. E, delas, 62% serão Kaplan", diz Ricardo Vasconcello, gerente do novo centro de tecnologia. Criadas para aproveitar quedas de água pequenas, com entre 10 e 55 metros, as turbinas Kaplan têm como característica pás móveis, que se adequam ao fluxo de água do rio, o que permite a geração de energia em períodos de muita ou pouca chuva. Sua potência máxima, porém, ainda varia de 30 MW a 250 MW, bem abaixo das turbinas do tipo Francis, comuns no país, usadas em grandes projetos como Itaipu, quem tem turbinas de 800 MW. Como referência, 1 MW de geração contínua é capaz de abastecer cerca de 5 mil residências no Brasil, onde o consumo residencial médio é de 156 kW/h. Orçado em 6 milhões de euros e previsto para ficar pronto em meados de 2013, o centro abrigará equipes de pesquisa e desenvolvimento e terá uma plataforma de testes com tanque de água de 3 milhões de litros, que integrará o sistema hidráulico fechado, usado nos ensaios de equipamentos em construídos em escala reduzida. Os outros centros tecnológicos da companhia, aos quais o de Taubaté trabalhará integrado, ficam na França (Grenoble), Suíça (Birr), Índia (Baroda) e Canadá (Sorel-Tracy). Há cinco anos, só existiam os europeus. A descentralização, diz Jérôme Pécresse, presidente mundial do setor de energias renováveis da Alstom, começou para que o desenvolvimento de tecnologias ficasse mais perto das linhas de produção e dos principais mercados em cada segmento. Segundo a empresa, já foram firmados acordos com a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que poderão ter programas de mestrado e doutorado em áreas relacionadas ao setor hidrelétrico financiados pela Alstom. Com oito fábricas no Brasil, a companhia registrou em seu último ano fiscal, encerrado em 31 de março de 2011, receita de cerca R$ 3 bilhões no Brasil, e carteira de pedidos de outros R$ 3 bilhões, com previsão de entrega para os próximos dois ou três anos. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...249&c=6&lang=1 |
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#2027 |
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CeBIT gera novos projetos para o Estado de São Paulo
Investe SP encerra participação na maior feira de TIC do mundo com balanço positivo A Investe SP participou este ano da CeBIT, maior feira de tecnologia da informação e comunicação do mundo, com o objetivo de buscar novas empresas do setor de TIC para se instalar no Estado de São Paulo. A equipe da agência paulista presente nos cinco dias de feira realizada em Hannover, Alemanha, prospectou centenas de empresas de várias partes do mundo. Do total de empresários contatados, 30% manifestaram interesse em investir em São Paulo. “A CeBIT serviu para fazer o primeiro contato com o investidor. Agora vamos continuar o trabalho na Investe São Paulo e trazer essas empresas para o Estado”, disse o gerente de Prospecção de Negócios, Renato de Barros Silva. O presidente da Eccox, Mauricio da Costa e Silva, empresa que produz soluções em TI, na cidade de Barueri, também está com um estande na Cebit 2012. Silva falou sob a participação da Investe SP na feira. “Uma iniciativa muito positiva. Temos que ampliar cada vez mais o investimento das empresas estrangeiras em São Paulo e o Governo do Estado está fazendo um trabalho excelente na feira”, disse o presidente da Eccox. A participação paulista na CeBIT também foi recorde este ano. Das 80 empresas brasileiras, 15 são de São Paulo. Entre elas está a paulista STA Holding, que logo no inicio da feira vendeu para a espanhola BTG uma plataforma SAT (Sales Administration Tool), ferramenta que consolida análises financeiras, no valor de US$ 250 mil. Para o diretor de Capacitação e Inovação da Softex, John Forman, o crescimento das empresas na feira deste ano se deve ao Brasil ser o país parceiro da CeBIT 2012 e essa visibilidade gerou resultados positivos. “A imensa maioria dos empresários está satisfeita, fizeram contatos relevantes. Mais de uma empresa está indo para outro país da Europa para continuar uma negociação que começou na feira”, destacou. Além das empresas, outras 50 instituições fizeram parte da delegação brasileira. “Foi bom ter a Investe SP aqui. São Paulo já tem um grande polo de empresas alemãs e é importante reforçar isso”, afirmou. O Estado de São Paulo possui 800 das 1.300 empresas alemãs no Brasil. A CeBIT contou neste ano com cerca de 4.200 expositores de 70 países, com estimativa de 350 mil visitantes ao longo do evento. A participação brasileira na feira foi coordenada pela Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), e tem o apoio do governo federal, BNDES, Hannover Fairs do Brasil - subsidiária da Deutsche Messe no País, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Embratur. ps.: informação valiosa para o Wal Paulista, 800 das 1.300 empresas alemãs existentes no Brasil, têm sede em SP. |
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#2028 |
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![]() link da notícia: http://www.investe.sp.gov.br/noticia...50&c=11&lang=1 - Ultimamente a Investe SP tem participado de praticamente todos os grandes eventos mundiais desse tipo, trazendo investimentos para São Paulo de todos os cantos, e abrindo novas portas. Excelente. |
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#2029 |
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Trabalho da Investe SP é apresentado para associação mundial de escritórios de advocacia
Gerente geral de Investimentos e Negócios da Investe SP apresentou as oportunidades de investimento no Estado e os serviços oferecidos pela Agência em encontro regional da Globalaw A agência paulista de promoção de investimentos e competitividade – Investe SP – marcou presença no Encontro Regional das Américas da Globalaw nesta sexta-feira, 9 de março. O gerente geral de Investimentos e Negócios da Agência, Marco Goes, mostrou as oportunidades de investimento no Estado de São Paulo e explicou quais são os serviços oferecidos pela Investe SP. “Os escritórios de advocacia são nossos parceiros, pois atendem muitos investidores que pretendem se instalar no Brasil. Podemos auxiliá-los fornecendo informações estratégicas para os clientes e facilitando o relacionamento entre esses clientes e as instituições públicas e privadas”, ressaltou Goes. “Todos os serviços oferecidos pela agência são gratuitos”, completou. A Globalaw é uma associação mundial de escritórios de advocacia que reúne mais de 100 escritórios, somando uma rede com cerca de 4,5 mil advogados em 80 países. Organizado pelo escritório Almeida Advogados, o encontro está acontecendo desde quinta no Hotel Renaissance, em São Paulo, e encerra-se no sábado, dia 10. “O evento conta com a presença de todos os escritórios americanos afiliados à instituição e diversos outros do mundo, motivados pelo excelente momento que nosso país vive”, ressalta Leonardo Palhares, sócio do Almeida Advogados. Parcerias público-privadas Durante a apresentação, Goes falou sobre o programa de parcerias público-privadas (PPP) do Estado de São Paulo, destacando a Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (MIP). Criada em outubro de 2011 pelo Decreto no 57.289, a MIP abre uma oportunidade para que o investidor apresente sugestões de projetos para serem incluídos no programa de PPPs. Ou seja, ao identificar uma oportunidade de negócio, o investidor pode fazer uma proposta ao Estado, apresentando estudos e levantamentos que mostrem a importância e a necessidade do projeto que deseja implantar. Se a proposta for aceita pelo Estado, mas, ao final do processo licitatório, outro investidor for contratado, todas as despesas efetuadas para a realização dos estudos serão ressarcidas pelo vencedor do processo. Ao final da apresentação, ocorreu um painel de discussão em que foram apresentadas as experiências de outros países em relação às PPPs. Participaram do debate os advogados André de Almeida (Almeida Advogados/Brasil), Ardavan Amir-Aslani (Ngo Cohen Amri-Aslani/França), Miguel Blaquier (Nicholson Y Cano Abogados/Argentina); Luis Capin (Capin,Calderón, Ramirez y Gutiérrez-Azpe/México); e Gonzalo Delaveau (Guerrero, Olivos, Novoa Y Errázuriz/Chile) http://www.investe.sp.gov.br/noticia...253&c=6&lang=1 Last edited by Rajude; March 12th, 2012 at 11:03 AM. |
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Fica claro que, com investimento nos aeroportos regionais, a aviação no Estado de SP poderá ter um salto ainda maior. Há uns dois anos e meio fiz SP-Pres. Prudente pela Gol num voo que estava completamente lotado, para chegar no aeroporto (que estava em obras ainda) e pegar a mala num balcão de madeira, com uma pessoa literalmente gritando os nomes das pessoas. Hoje eu sei que tem esteiras, mas o aeroporto foi só melhorado, e não ampliado. O GESP precisava dar o exemplo para a Infraero, mas não é referência de nada nesse setor.
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#2032 |
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Obs: essa notícia é um detalhamento daquela da página anterior.
Coopersucar inaugura terminal em Ribeirão Preto Após aporte de R$ 30 milhões, a Copersucar, maior comercializadora de etanol e açúcar do país, com faturamento anual da ordem de R$ 13 bilhões, inaugurou ontem seu terminal multimodal de açúcar - recepção por rodovia e expedição por ferrovia - de Ribeirão Preto, no interior paulista. A estrutura de armazéns anexos à via férrea foi adquirida em meados de 2010, por R$ 10 milhões, da antiga Crystalsev, trading que tinha como controladora a Santelisa Vale, adquirida pela multinacional de origem francesa Louis Dreyfus. O terminal é atendido pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Quando a Copersucar o adquiriu, tinha capacidade estática para 20 mil toneladas, agora ampliada para 70 mil. A movimentação, antes de 150 mil toneladas de açúcar por ano, foi expandida para suportar 1,5 milhão de toneladas. As cargas chegam de caminhão de Ribeirão Preto e região e são embarcadas nos vagões com destino ao porto de Santos, no litoral de São Paulo. A Copersucar deve operar o terminal na capacidade máxima, exclusivamente para atender aos volumes de açúcar de seus associados e de suas cargas originadas. No ciclo 2011/12, a empresa negociou cerca de 7,5 milhões de toneladas de açúcar, com participação expressiva do transporte ferroviário no escoamento. O objetivo é que, até 2015, essa fatia chegue a 70%, conforme a Copersucar. Em 2012/13, já serão 50%. O investimento no terminal ferroviário de Ribeirão Preto integra o maior projeto de logística da história da Copersucar. O plano é destinar R$ 2 bilhões entre 2011 e 2015 para diversas obras de escoamento de açúcar e etanol. Em logística portuária, a empresa iniciou em 2011 a expansão da capacidade de seu terminal açucareiro no porto de Santos (TAC), de 5,5 milhões para 8,8 milhões de toneladas. Nesta frente deverão ser investidos cerca de R$ 125 milhões. Ainda em março, a empresa deverá começar a construir o terminal de etanol de Paulínia, na região de Campinas, que terá capacidade de tancagem para 180 mil m³ do biocombustível e estará integrado ao etanolduto que será construído pela Logum - empresa na qual a Copersucar é sócia, com 20% de participação, junto com Raízen, Petrobras e outras empresas. O terminal de Paulínia, que atenderá também a embarques ao exterior, demandará de R$ 150 milhões. Na safra 2011/12, que está na reta final, a Copersucar investiu, no total, R$ 50 milhões em logística. Além dos R$ 30 milhões em Ribeirão Preto, a empresa aportou recursos nos terminais de São José do Rio Preto (recepção rodoviária e expedição ferroviária) e no de estufagem de contêineres do Guarujá, ambos também em São Paulo. A Copersucar espera que seus associados processem na temporada 2012/13, que começa em abril, cerca de 100 milhões de toneladas de cana; para o ciclo 2011/12, o volume está estimado em 85 milhões de toneladas. fonte: http://www.valor.com.br/empresas/256...ribeirao-preto
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#2034 |
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Eu não entendo muito desse setor, mas será que a Vasp, caso ainda fosse uma estatal, não poderia ser um instrumento para o estímulo da competitividade no setor de aviação dentro do nosso estado?
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#2035 | |
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#2036 |
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Grupo Cosan também foca uso de ferrovias
Folha de São Paulo Além da Copersucar, outro gigante do setor sucroalcooleiro que está investindo para ampliar o uso de ferrovias para transportar a produção é a Rumo Logística, empresa pertencente ao grupo Cosan. A empresa planeja operar um novo sistema logístico de R$ 1,3 bilhão até a safra de 2014 de cana-de-açúcar, como a Folha publicou no dia 1º de março. Os investimentos na malha ferroviária incluem recuperação e duplicação de um trecho entre o interior paulista e o litoral. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...61&c=11&lang=1 |
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Hyundai contrata e Caoa se fortalece
Brasil Econômico Enquanto grupo aumenta suas revendas no país, montadora recruta 500 pessoas Está dada a largada para a entrada definitiva dos coreanos da Hyundai no país. A montadora, que prepara a inauguração de sua primeira fábrica na América do Sul, em Piracicaba, no interior de São Paulo, contratou mais 500 pessoas. Para as atividades de produção, já são 350 colaboradores e os 150 restantes estão dedicados à administração. No ano passado, cerca de 200 colaboradores foram treinados pela Hyundai nas fábricas da Coreia do Sul, Turquia e Rússia. Se a Hyundai tenta marcar sua presença no Brasil, o Grupo Caoa, representante da marca no país, corre contra o tempo para aumentar seu poder de barganha. Segundo fontes do mercado, o grupo já conseguiu aumentar para 120 o número de concessionárias sob seu controle. Até janeiro, o Grupo detinha 91 das 201 revendas da marca Hyundai no país. “Hyundai e Caoa é um exemplo de casamento bem sucedido. Os coreanos estão entrando num mercado que foi construído e preparado pelo Grupo Caoa. Agora, o que vai acontecer não sabemos. Como todo casamento pode haver um divórcio”, disse o consultor automotivo, Paulo Roberto Garbossa. A Hyundai Motors afirma que as relações comerciais com o Grupo Caoa serão mantidas, mesmo com a inauguração de sua fábrica no país. A unidade de Piracicaba é a sétima da Hyundai fora da Coreia e vai produzir um veículo projetado especialmente para o mercado brasileiro. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...63&c=11&lang=1 |
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Unesp terá 11 novos cursos na área de Engenharia
Implantação começa já a partir deste ano e prossegue até 2014: universidade ganhará mais 2, 2 mil alunos A Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) vai ganhar 11 novos cursos na área de Engenharia a partir deste ano. O Projeto de Lei que autoriza o repasse de recursos para implantação dos cursos foi assinado pelo governador Geraldo Alckmin nesta terça, 13. Nove cidades paulistas foram escolhidas para abrigar os cursos - Araraquara, Botucatu, Dracena, Itapeva, Registro, Rosana, São João da Boa Vista, São José dos Campos e Tupã. Em São João da Boa Vista, dois cursos irão compor um novo campus da universidade no município. "Engenharia está na nossa vida, na nossa casa, no automóvel, na energia, na luz que a gente liga, no celular que a gente fala, está presente no mundo moderno em todas as áreas. E hoje é emprego, porque é competitividade, inovação, criação, que são as bases do desenvolvimento", disse Alckmin. A implantação começa a partir deste ano e prossegue até 2014. Ao final dos próximos cinco anos, a Unesp deverá ter mais 2.200 novos alunos em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. A priorização das engenharias levou em conta estudo publicado em 2010 pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), que destacou a diminuição da participação relativa da formação de engenheiros no Brasil. Os novos cursos fazem parte de um programa de expansão da universidade e levou em consideração necessidades nacionais, estaduais e locais. Quatro eixos circunstanciaram o plano: aspectos regionais, vocação da unidade universitária, aspectos acadêmicos e administrativos. O Conselho Universitário, órgão máximo da instituição, deu o aval para a implantação dos cursos no último dia 8 de março. O projeto pedagógico, o nome definitivo e os custos de cada um ainda serão discutidos nas diversas instâncias pedagógicas e administrativas da universidade. Os cursos aprovados são: Araraquara - Engenharia de Bioprocessos (40 vagas) e Engenharia Química (40 vagas); Botucatu - Engenharia de Bioprocessos (40 vagas); Dracena - Engenharia Agronômica (40 vagas); Itapeva - Engenharia de Manufatura (40 vagas); Registro - Engenharia de Pesca (40 vagas); Rosana - Engenharia de Energia e Recursos Renováveis (40 vagas); São João da Boa Vista - Engenharia Eletrotécnica (40 vagas cada) e Engenharia de Materiais (40 vagas); São José dos Campos - Engenharia Ambiental (40 vagas); Tupã - Engenharia de Biossistemas (40 vagas). http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoti...+de+Engenharia |
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13/03/2012 - 19h27
BM&FBovespa vai oferecer índices das Bolsas dos Brics Publicidade DE SÃO PAULO A Bovespa passará a negociar a partir de 30 março índices futuros das Bolsas dos países integrantes do grupo Brics, formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. A negociação cruzada de índices futuros, anunciada nesta nesta terça-feira em uma feria nos EUA, é a primeira parte da aliança firmada no final do ano passado entre os representantes dos mercados financeiros dos cinco países. De acordo com o presidente-executivo da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto, esta é a primeira iniciativa conjunta entre cinco Bolsas para a listagem cruzada de índices futuros. "Facilitará o aumento de liquidez nos mercados dos países Brics e reforçará consideravelmente a posição internacional da Aliança das Bolsas dos Brics na economia global.", afirmou em nota o representante russo, Ruben Aganbegyan. O grupo pretende ainda expandir a oferta de índices cruzados e oferecer produtos novos, como índices combinados dos vários países. A receita dos serviços será dividia entre os representantes. http://www1.folha.uol.com.br/mercado...os-brics.shtml |
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Guarujá terá aeroporto para 1 milhão de passageiros até a Copa de 2014
Força Aérea Brasileira vai ceder área de 200 mil m ² da Base de Santos para a prefeitura; contrato será assinado em maio Nataly Costa - O Estado de S. Paulo SÃO PAULO - O Guarujá, na Baixada Santista, vai ganhar um aeroporto para 1 milhão de passageiros até a Copa de 2014. O terminal será criado em um anexo da Base Aérea de Santos que, apesar do nome, fica no município vizinho. Dos mais de 2 milhões de metros quadrados da instalação militar, o aeroporto vai usar cerca de 200 mil m² - área similar à do Parque da Independência, em São Paulo. As obras começam em 2013. Uma licitação será aberta neste ano para oferecer o projeto, já pronto, à iniciativa privada. O documento final de concessão de uso será assinado entre a prefeitura e a Força Aérea Brasileira em maio. Estudos de demanda feitos pela prefeitura do Guarujá em parceria com empresas aéreas mostram que, se tivesse um aeroporto hoje, a cidade receberia 750 mil passageiros por ano - boa parte seguiria para os cruzeiros que saem de Santos. Além dos navios de turismo, o fato de o Guarujá ser um dos principais destinos de verão do Estado, atrelado à descoberta de petróleo na camada do pré-sal da Bacia de Santos, deve elevar o movimento anual de passageiros para 1 milhão em poucos anos. A Baixada Santista também concorre para ser subsede da Copa. A intenção da prefeitura do Guarujá, que firmou uma parceria com a Petrobrás, é a de criar um "aeroporto metropolitano compartilhado" para a Baixada Santista. "Vai servir tanto de base offshore para os helicópteros necessários à infraestrutura do pré-sal, como de apoio para a Força Aérea e também como um aeroporto metropolitano de passageiros, que é uma grande necessidade da região", diz Dário de Medeiros Lima, assessor de Projetos Especiais da prefeitura. "Nossa pretensão é ser um aeroporto regional, para atender empresas aéreas de médio porte e aviação executiva", explica Lima. "Em alguns casos, foram as empresas que nos procuraram para demonstrar interesse no aeroporto." Infraestrutura. Segundo o assessor de Projetos Especiais, o aeroporto terá um pátio de aeronaves "de médio porte" e estacionamento com 300 vagas. O terminal de passageiros terá entrada independente do restante da base aérea, com acesso à futura ligação seca entre Guarujá e Santos - um túnel ou uma ponte são estudados para a área. "Em temporada de cruzeiros será um conforto para muita gente, que poderá pegar um voo e chegar ao Guarujá em 40 minutos", diz Lima. Histórico. Sem projeto, o aeroporto do Guarujá era um plano engavetado há anos pela prefeitura. Em 2008, a então ministra do Turismo Marta Suplicy chegou a anunciar um repasse de R$ 4,4 milhões ao município - a maior parte seria investida na reforma do terminal, o que nunca aconteceu. Meses depois, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou o uso da antiga base aérea para aviação geral. A instalação militar hoje recebe apenas alguns grupamentos de busca e salvamento da FAB - a maioria das operações de Santos foi transferida para Natal. http://www.estadao.com.br/noticias/c...4,847995,0.htm |
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