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#1861 |
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Unesp será referência em física teórica
Folha de São Paulo Na semana que vem, Instituto de Física Teórica passa a ser sede sul-americana de centro internacional ligado à Unesco Na prática, isso vai render pesquisas em parceria internacional e cursos para cientistas daqui e de fora Em outubro do ano passado, o físico russo Ilya Bakhmatova desembarcou em São Paulo para fazer um pós-doutorado de dois anos no IFT (Instituto de Física Teórica). Apesar de estranhar o calor -ele chegou no começo do verão- e a distância de casa, ele queria trabalhar com Nathan Berkovits, pesquisador do IFT. "Ele é muito famoso internacionalmente e criou um grupo importante". Berkovits, contratado na década de 1990 pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), guarda-chuva institucional do IFT, é um dos cérebros que têm atraído cientistas estrangeiros ao instituto. A fama das pesquisas em física teórica feitas por aqui é tamanha que o IFT vai se tornar, a partir da semana que vem, a sede sul-americana do ICTP (Centro Internacional de Física Teórica). Isso significa que o IFT terá pesquisas em parceria com o centro e cursos para pesquisadores daqui e de fora. Para 2012 estão previstos três cursos rápidos temáticos -as chamadas escolas avançadas. O dinheiro virá do ICTP e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). No ano passado, uma das escolas avançadas oferecidas no IFT contou até com Edward Witten -físico dos EUA que é considerado o "Einstein da atualidade". Hoje, 25% dos 60 alunos do IFT, que só tem pós-graduação, são estrangeiros. A média de alunos de fora na Unesp é de menos de 1%. "O fato de só termos pós-graduação facilita a internacionalização e a contratação de pesquisadores de fora", diz Berkovits, que é norte-americano. Isso porque as regras de concursos para pesquisadores são mais flexíveis do que para docentes. MÃO DUPLA Mas não é apenas o IFT que recebe cientistas. Muitos daqui vão para o exterior. O físico Sérgio Novaes, por exemplo, tem dois orientandos no Cern (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear), perto de Genebra, na Suíça. "A ideia é que os pesquisadores estejam circulando o tempo todo", afirma. No IFT, Novaes coordena os trabalhos com o Cern, que incluem análise de dados. "Temos acesso a todos os dados produzidos no acelerador de partículas do Cern." Hoje, a física de partículas é uma das principais linhas de estudo do IFT. Mas o diretor do instituto, Juan Carlos Garcia, quer diversificar. "As pesquisas com o Cern vão render bastante neste ano." http://www.investe.sp.gov.br/noticia...16&c=11&lang=1 |
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#1862 |
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Novo terminal de Cumbica abre no dia 8
Folha de São Paulo Webjet vai operar no terminal 4 do aeroporto, que tem capacidade para receber 5,5 milhões de passageiros por ano Inauguração atrasou após o desabamento de parte da estrutura metálica do terminal, ocorrido em dezembro O governo federal inaugura no dia 8 de fevereiro o novo terminal de passageiros do aeroporto de internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), o mais movimentado do país. A Webjet vai operar no terminal. O terminal está pronto desde o dia 24, mas não havia ainda a definição de qual empresa iria utilizá-lo. Agora, a companhia aérea vai instalar seus equipamentos no local. A data e a empresa foram definidas ontem à noite. No dia 2 de dezembro, parte da estrutura metálica do futuro terminal desabou - dois funcionários ficaram com ferimentos leves. O acidente atrasou a entrega, prevista para 20 de dezembro. A nova ala fica na antiga área de cargas do aeroporto. O acesso entre os terminais será feito por ônibus que a Infraero colocará à disposição. O terminal 4 tem capacidade para 5,5 milhões de passageiros anuais. O espaço tem 12,2 mil m², destinados à operação doméstica. Até a definição da Webjet, a mais cotada para operar no terminal era a Gol. A Infraero investiu cerca de R$ 86 milhões. Além do novo terminal, Cumbica ganhará até o final do semestre um equipamento antineblina para permitir o pouso de aviões em condições climáticas adversas. Chamado de "ILS Cat-III", o dispositivo permite pousar sem nenhuma visibilidade vertical -e com visibilidade horizontal de 225 metros. A última etapa para implantação irá ocorrer de 6 a 8 de fevereiro. Uma das duas pistas de Cumbica ficará fechada por três horas, à tarde. Segundo a Infraero, o passo seguinte é a aprovação do equipamento pela Anac (agência reguladora), o que é estimado para junho. A instalação do equipamento não significa que todos os aviões que operam ali poderão usá-lo para aterrissagens, já que a tripulação precisa estar treinada. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...17&c=11&lang=1 |
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#1863 |
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Volkswagen constrói hidrelétrica de R$ 160 milhões em São Paulo
Voto Usina fica entre Ipuã e Ituverava; esse é o segundo investimento da Volkswagen do Brasil em pequenas centrais hidrelétricas A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira, 1, que construirá, em parceria com a Pleuston Serviços, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Monjolinho, no rio Sapucaí, entre as cidades de Ipuã e Ituverava (SP). A usina terá 25,5 MW de capacidade instalada e receberá investimentos de R$ 160 milhões. A participação da Volkswagen no empreendimento, que tem previsão de inauguração para meados de 2014, é de 51%. Esse é o segundo investimento da Volkswagen do Brasil em PCHs. A PCH Anhanguera, a primeira central hidrelétrica da empresa, está localizada no mesmo rio onde será construída Monjolinho, possui 22,68 MW de capacidade instalada, e foi inaugurada em março de 2010. Juntas, as duas usinas responderão por cerca de 40% do consumo total de energia da empresa. Em nota, a Volkswagen afirma que o investimento nas PCHs reforça o objetivo estratégico da companhia de investir em sustentabilidade. Diz, ainda, que a empresa é a primeira indústria automobilística a investir em infraestrutura para gerar energia limpa e renovável no Brasil. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...18&c=11&lang=1 |
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#1864 |
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ECONOMIA
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 13:55 SP quer ter centro de monitoramento do pré-sal O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, disse hoje que o Estado se ofereceu para receber um centro de monitoramento para a exploração do pré-sal. Segundo ele, o monitoramento seria voltado não apenas a eventuais vazamentos, mas também a outras atividades relacionadas ao desenvolvimento do pré-sal, envolvendo tanto a Petrobras como outros operadores e seus fornecedores. "Achamos que esse é o procedimento mais objetivo que nós temos a fazer no curto prazo", afirmou ao ser questionado sobre o posicionamento do governo paulista em relação ao vazamento de petróleo ocorrido anteontem na Bacia de Santos, a 250 quilômetros de Ilhabela, litoral de São Paulo. Ele também defendeu que a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deveria ser sempre considerada em seus questionamentos sobre o que for liberado pelo Ibama. Conforme lembrou o secretário, a Cetesb havia sugerido iniciativas adicionais ao plano emergencial de contenção de acidentes apresentado pela Petrobras para a exploração do pré-sal na Bacia de Santos. "Mas isso é dentro de um espírito que não é conflitivo, é de colaboração e de prevenção. Nós tivemos três episódios nos últimos meses que deixaram um certa inquietude", acrescentou Aníbal, lembrando também do vazamento da Chevron em Campos, e do vazamento da Transpetro no Rio Grande do Sul. O secretário participou hoje de evento de assinatura de protocolo de intenções com a empresa italiana Saipem, fornecedora de serviços à Petrobras. A empresa pretende construir uma Base Logística de Dutos Submarinos no litoral de São Paulo. Protocolo de intenções Aníbal disse que um protocolo de intenções com a Petrobras poderá ser assinado em breve. Em novembro do ano passado, o governo paulista se reuniu com o então presidente da estatal à época, José Sergio Gabrielli, para pedir parcerias que levem ao desenvolvimento da indústria do petróleo e gás no Estado. Entre as solicitações estava a criação, no Estado, de um Parque Tecnológico de Petróleo e Gás da estatal. Ele disse que há duas semanas a presidência da Petrobras se manifestou sugerindo a assinatura do protocolo de intenções entre estatal e o governo paulista "o quanto antes". "Por nós, nenhum problema. Assinamos e depois terminamos de concluir todos os procedimentos relativos ao protocolo. A minha expectativa é de que isso ocorra logo. A sinalização havia sido que isso poderia ser feito assim que Gabrielli voltasse de Davos". Ele acredita que o centro de pesquisa fará parte do protocolo de intenções, mas indicou que o centro de monitoramento provavelmente será discutido à parte. http://www.dgabc.com.br/News/5939632...o-pre-sal.aspx |
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#1865 |
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Até parece que a Petrobras, embora seja uma empresa federal, vai priorizar algum investimento em centros de monitoramento ou coisa do genero não esteja certo de ter a sede no Rio de Janeiro né? A cúpula administrativa jamais permitiria algo desse tipo, por razões meio que óbvias inclusive, a meu ver.
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#1866 | |
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Threads de Marília! http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1203563 http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=570157 |
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#1867 |
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![]() Só pra lembrar, salvo engano meu, foi o Serra que extinguiu a Paulipetro quando foi Secretario de Planejamento do Montoro. Se ela tivesse continuado e desenvolvido tecnologia, quem sabe... Entretanto, obviamente, o Serra não era vidente pra saber que mais de duas décadas depois descobririam um oceano de Petróleo na costa do Estado. Fazer o que... Por outro lado, quem sabe tenhamos uma surpresa e a Petrobras decide instalar o centro, embora seja difícil...
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#1868 | |
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É interessante ver essas histórias, e ver como algumas deram certo (como o aeroporto de Guarulhos, que ninguem acreditava ser de necessidade, e hoje vive apertado) e outras não vingaram. São formas de ver a gestão economica de SP. Mas que seria interessante ver uma concorrente a Petrobrás atuando em SP, isso seria.
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#1869 |
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![]() Porém a lei limita a participação de companhias privadas na exploração do pré-sal, então sempre haverá participação da Petrobras. Empresas privadas (nacionais) relacionadas ao petróleo, pelo que eu me lembre, só existe a OGX (do Eike) e a Braskem... Algumas propostas não vingaram porque mostraram-se inviáveis pela prática. Outras, como a transferência da capital para o Centro do Estado, não vingaram por falta de apoio político. |
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#1870 |
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Tranquilidade de Viracopos vai abrigar 90 milhões em 2041
Valor Econômico Os corredores tranquilos do aeroporto de Viracopos, a calma dos comerciantes e a falta de pressa dos usuários para os procedimentos de embarque parecem compor o quadro de um gigante adormecido. Em pouco tempo, o crescimento já exponencial de passageiros nos últimos anos deve ganhar novo impulso com a ampliação das instalações que fará de Viracopos o maior aeroporto da América do Sul, após 30 anos de concessão, Distante 99 quilômetros da capital paulista, Viracopos está situado no município de Campinas e despontou como alternativa para passageiros a partir de 2006. Nesse momento, o aeroporto de Congonhas já se mostrava insuficiente para atender à crescente demanda de voos domésticos e Guarulhos, na Grande São Paulo, enfrentava dificuldades para implementar os planos de ampliação. O aeroporto de Viracopos, que na década de 90 era mais voltado para o transporte de cargas, é agora a principal aposta do governo federal para melhorar a estrutura aeroportuária paulista. O plano de investimento, a ser tocado em sua maior parte pelo concessionário que vencer o leilão de 6 de fevereiro, elevará a capacidade dos 7,6 milhões de passageiros, em 2011, para 90 milhões em 2041. Antes da construção do aeroporto de Guarulhos, em 1985, Viracopos era o principal terminal de passageiros internacionais de São Paulo. Operavam lá companhias como a Air France e empresas que já saíram do mercado, como Pan American, Braniff e a brasileira Varig. O auge dessa operação foi na década de 80. Com Guarulhos pronto, os voos internacionais regulares de passageiros deixaram Viracopos e só foram retomados em 2010, com a chegada da companhia portuguesa TAP. O ganho de receita durante a concessão será o maior entre os três aeroportos a serem licitados. É esperado um incremento de 348% nas receitas tarifárias, que passarão de R$ 347 milhões em 2012 para R$ 1,5 bilhão após os 30 anos de concessão. As receitas não tarifárias, por sua vez, aumentarão 1.378%, de R$ 44 milhões para R$ 651 milhões até 2042. O aeroporto também exigirá o maior aporte do investidor entre os três terminais que serão licitados - R$ 9,9 bilhões em 30 anos. Hoje, estão sendo investidos R$ 877 milhões pela Infraero na construção de um novo terminal de passageiros e adequação do existente, obras que devem terminar em 2013, e um terminal provisório, entregue no ano passado. Para a segunda pista, que deve ser feita na primeira fase de investimento da concessão, já foi obtida a licença ambiental prévia, em janeiro de 2011, e o projeto executivo está em elaboração. A obtenção das demais licenças e o investimento na segunda pista são responsabilidades do próximo operador. Entre as metas da concessão estão a construção de mais duas pistas, entre 2021 e 2031. O salto no movimento em Viracopos se deu em 2008 com a chegada da companhia Azul. O número de embarques e desembarques de passageiros passou de 1 milhão em 2007 para 3,4 milhões em 2009. Hoje, a Azul tem a sua maior base em Viracopos, com 168 voos para cerca de 40 destinos. "Campinas tinha um enorme potencial de tráfego, que era ignorado. Era inconcebível imaginar uma região, com uma economia do tamanho do Chile, ser atendida, na época, por 18 voos diários", diz Gianfranco Beting, diretor da Azul. Agora, seis companhias operam no aeroporto, com menos voos: Trip (13 voos), Gol (13), TAM (6), Pluna (2) e TAP (1). As receitas futuras da expansão do aeroporto servirão para o desenvolvimento local, segundo a prefeitura de Campinas. O prefeito Pedro Serafim (PDT) afirma que a cidade vai se preparar à medida que a ampliação do aeroporto for ocorrendo. "Existem mais bônus do que ônus para o município nesse investimento", diz ele. A ampliação de Viracopos passa pela ocupação de uma área rural de colonização alemã e suíça. As primeiras famílias chegaram na região em 1884 e hoje moram no local 2 mil pessoas. Para a construção da segunda e da terceira pistas, serão desapropriados 17,5 km2, envolvendo o bairro alemão de Friburgo e parte das propriedades da comunidade suiça Helvétia. A área total a ser desapropriada até o fim da ampliação pode aumentar, dependendo da construção da quarta pista. "Toda obra causa impacto, e o licenciamento foi dado pensando na forma adequada de compensar as perdas", diz o secretário de Assuntos Jurídicos de Campinas, Antônio Caria Neto. Há 868 processos de desapropriação em andamento, e mais 918 para serem ajuizados, conta. A expansão do aeroporto para o lado rural foi decidida em 2008, quando a prefeitura e o governo federal desistiram de avançar para uma região mais adensada, de ocupação irregular, próxima à rodovia Santos Dumont. A avaliação de alguns é que a prefeitura quis reduzir o ônus político de ocupar uma área com cerca de 30 mil famílias. Caria Neto diz que a duplicação da rodovia em 2008 foi um dos fatores que pesaram na decisão, já que a ampliação do aeroporto na área antes considerada causaria interferência na estrada. Carmelo Campreher, 50 anos, é morador de Helvétia desde que nasceu e se tornou um dos representantes da resistência local ao crescimento do aeroporto, apesar de sua propriedade não estar na área de desapropriação. "Estamos falando de manter uma tradição e uma história, e não há preço que pague isso", diz ele. A região possui uma escola onde são ministradas aulas em alemão, a réplica de uma igreja suíça e um cemitério. Todos serão poupados, mas segundo Campreher, os prejuízos para quem vai ficar próximo ao aeroporto serão grandes. "Já sofremos problemas com ruídos, poluição, e isso vai se agravar." O morador conta que os primeiros colonos receberam em sua casa soldados da Primeira Guerra, que desceram num voo forçado no local onde futuramente seria construído Viracopos. "O que era um prazer contar, virou desgosto", diz. O aeroporto, porém, caiu no gosto dos passageiros. A rapidez do atendimento nos balcões e a oferta de transporte gratuito das empresas aéreas de São Paulo até o aeroporto fazem de Viracopos uma escolha vantajosa, segundo quem usa o terminal. Não se veem lá as filas enormes no check-in, comuns em Congonhas e Guarulhos. A carioca Carla Guimarães, 47 anos, conta que se espantou a primeira vez que comprou passagem para São Paulo e viu que iria desembarcar em Campinas. "Não tinha ideia de onde era, mas depois percebi que não é tão longe e o acesso para São Paulo é bom", diz ela, que viajava a trabalho. A distância da capital, que poderia ser uma desvantagem, é compensada, segundo usuários, pela oferta de transporte pelas empresas aéreas, e pelas boas vias de acesso - rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Santos Dumont. Lilian Ramos, 43 anos, e Alberto Silva, 41 anos, moram na capital paulista e foram para Viracopos com um ônibus da Azul, saindo do metrô da Barra Funda, a dez minutos de casa. O casal viajava para Recife com a filha de cinco anos. Segundo Lilian, ir a Campinas foi uma opção melhor do que o aeroporto de Cumbica. "Chegamos em Viracopos em uma hora e pouco. Para Guarulhos, teríamos que pegar um táxi e ficaria bem mais caro", diz ela, que descartou a possibilidade de ir de transporte público por causa da bagagem e pela experiência anterior de Silva com a "confusão" de Guarulhos. Para quem estava em Viracopos pela primeira vez, como Joseana Diniz, 26 anos, chamou atenção a organização. "O atendimento foi tranquilo e o local é bem sinalizado", diz ela, que foi de carro da capital paulista para o aeroporto e deixou o veículo em um estacionamento próximo, que cobra R$ 18 a diária. Ela estava a caminho de Vitória, no Espírito Santo. Lojistas ouvidos pelo Valor disseram que não sabem se algo vai mudar, mas esperam que o contrato de cinco anos para permanência no aeroporto seja respeitado. Há, contudo, grande expectativa com a chegada no investidor privado. "Acho que a concessão vai aumentar o número de clientes. Somos dependentes do trabalho das empresas aéreas. Ficamos de olho, por exemplo, nos dias que chegam voos internacionais, para tentar chamar a atenção dos passageiros", conta Renata Pinheiro, gerente de loja de roupas no aeroporto. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...115&c=6&lang=1 Caso essa concessão se concretize será ótimo, mas é preciso ter em vista que brevemente será também necessário o terceiro aeroporto para suprir a demanda, e talvez se o projeto dele fosse acelerado, bem como as obras de ampliação dos existentes, seria possível desativar Congonhar, que, dentre outras coisas, permitira fazer um planejamento melhor daquela região da cidade, inclusive liberando o gabarito, bem planejado. Entretanto, certamente isso não ocorrerá, exceto que depois de feita a concessão de Viracopos o GF autorize o GESP a fazer concessão do novo aeroporto, que acho difícil. Ademais, fico pensando como deve ser essa região em 2041... Segundo as estimativas do Estado nós começaremos a passar países como Espanha e Itália em meados da década de 30 em termos de PIB, além da capital que também se tornará uma das mais ricas do mundo. Porém, junto ao aeroporto, existe o Trem Alucinado (TAV), e estou torcendo muito por ele, embora esteja pessimista, porém caso não se concretize será uma perda de tempo terrível. |
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#1871 |
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IPT investe em ramo recente da ciência
Valor Econômico Quando uma empresa de tecnologia perde a corrida por um segmento de mercado, uma estratégia que pode adotar para retomar a dianteira é investir em uma área nova e com poucos competidores. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), estatal vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, decidiu adotar essa estratégia para atrair mais parcerias e reforçar sua receita anual, de R$ 200 milhões em 2011. No segundo semestre, a estatal pretende inaugurar oficialmente seu primeiro laboratório de bionanotecnologia - um ramo da ciência que começou a ganhar ímpeto no mundo em 2010 e tem um potencial de geração de receita global de US$ 2 trilhões a US$ 3 trilhões por ano. "Nossa estratégia consiste em entrar em uma área nova no mundo inteiro, com pouca concorrência, para acelerar o processo de inovação no país", afirma João Fernando Gomes de Oliveira, presidente do IPT. O executivo afirma que já firmou contratos com companhias privadas, avaliados entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões no total, para desenvolver pesquisas. A expectativa é chegar a R$ 10 milhões em contratos até o fim do ano e atrair investimentos de R$ 45 milhões a R$ 47 milhões em cinco anos. Entre as empresas com projetos na área de bionanotecnologia com o IPT estão Oxiteno, pertencente ao Grupo Ultra, Vale, Petrobras e Raízen, joint venture formada pela Cosan e a anglo-holandesa Shell. As pesquisas serão realizadas sempre com três fontes de recursos, divididas de forma igualitária: investimento de empresa privada, subvenção do governo e recursos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As empresas e estatais deverão compartilhar a gestão das patentes geradas a partir das pesquisas. No foco do IPT estão pesquisas que preveem o uso da bionanotecnologia nas áreas de energia, química, petroquímica e farmacologia. O foco de trabalho é bastante específico: o interesse do IPT é unir os conhecimentos de nanotecnologia e de biotecnologia para desenvolver novos processos de produção industrial. E produzir em larga escala dispositivos e equipamentos para as indústrias interessadas em adotar esses novos processos. "Como são procedimentos novos, as indústrias não encontram equipamentos no mercado", afirma Oliveira. Para montar o laboratório, o IPT investiu R$ 46 milhões em dois anos - R$ 21 milhões foram usados na construção de um prédio novo no IPT, com 8 mil metros quadrados de área. A obra ficou a cargo da Esquadro Construtora, vencedora da licitação. Os outros R$ 25 milhões vêm sendo usados na aquisição de equipamentos. O IPT também recebeu autorização do governo do Estado para contratar por concurso público 250 profissionais, sendo 100 pesquisadores com experiência na área de bionanotecnologia. Do total de pesquisadores aprovados, 60 já foram contratados. A expectativa é de que o restante seja incorporado no segundo semestre, quando a nova unidade estiver pronta para operar. O laboratório representa um ponto de virada na história recente do IPT. O Instituto foi fundado em 1899, com o foco no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao aprimoramento industrial. Na década passada, a estatal passou por momentos difíceis, recebendo investimentos mínimos do governo do Estado (R$ 2 milhões a R$ 5 milhões ao ano) e sem contratações. No fim da década, o IPT desenvolveu um plano de metas para revitalizar a área de pesquisas e atrair mais parcerias com empresas privadas e reforçar seu caixa. O plano foi submetido aos governos estadual e federal e, em 2009, a estatal recebeu um investimento de R$ 100 milhões, sendo R$ 57 milhões do governo do Estado de São Paulo e R$ 43 milhões do BNDES. Os recursos foram usados na construção de três laboratórios, incluindo o de bionanotecnologia, e em reformas em 19 unidades. O orçamento anual do IPT é de R$ 200 milhões, sendo R$ 100 milhões obtidos com a prestação de serviços a empresas. Verbas de governo representam a outra metade. Por ano, o Instituto atende a uma média de 3,5 mil companhias de todos os segmentos industriais. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...21&c=11&lang=1 Que orgulho do IPT! |
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#1872 |
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Wal Paulista, manifeste-se em defesa da comunidade germânica da RMC!! eheh
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#1873 |
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SP inicia atividades da Incubadora Social e Tecnológica da USP Leste
Espaço é destinado para que novas empresas se desenvolvam até poderem competir sozinhas no mercado (Atualizado às 11h45) O governador Geraldo Alckmin deu início nesta sexta-feira, 3, às atividades da Incubadora Social e Tecnológica da USP Leste, que dará suporte a projetos de inovação tecnológica e que possam, prioritariamente, beneficiar a população da zona Leste de São Paulo. O espaço é destinado para que novas empresas se desenvolvam até poderem sobreviver sozinhas no mercado. Além de ampliar a chance de sucesso e a competitividade de novas iniciativas, a implantação da Incubadora Social e Tecnológica possibilitará a criação de novas tecnologias e inovações para a sociedade, o desenvolvimento da ciência, o aumento da geração de empregos qualificados na região da zona Leste de São Paulo e Cone Leste Paulista, contribuindo também com o crescimento da economia. A incubadora terá capacidade de gerir empresas nas áreas de computação, alta tecnologia, têxtil, saúde, entretenimento, além de serviços públicos. Nesta primeira fase, seis projetos contarão com apoio técnico, administrativo, recursos de infraestrutura e treinamentos sobre como administrar um empreendimento. Mais oito projetos estão programados para receber suporte da Incubadora no segundo semestre de 2012. Investimentos Em suas etapas iniciais, o projeto conta com o apoio de R$ 515.833,58 da USP Leste e R$ 663.552,00 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. A partir da estruturação e início de operação, haverá a busca de financiamento em órgãos de fomento e desenvolvimento, em entidades de suporte a novos empreendimentos e em empresas da iniciativa privada envolvidas com projetos sociais e de inovação tecnológica. Público envolvido A incubadora é aberta, por meio de edital, a todos os empreendedores da sociedade em geral que se habilitem a desenvolver projetos nas áreas estabelecidas e que podem também ser oriundos da Universidade de São Paulo, como alunos, professores e funcionários. Para a gestão dos empreendimentos estarão envolvidos de forma regular professores e alunos da USP. A comunidade da zona Leste de São Paulo e o Cone Leste Paulista serão fonte de pesquisa de necessidades, geração de ideias e apoio nas soluções encontradas. Infraestrutura O prédio recém-construído no campus USP Leste disponibiliza 12 salas para as futuras empresas instaladas, oferecendo os recursos de estrutura física e de comunicação necessários para o desenvolvimento das atividades e também estrutura de secretaria e apoio. Da USP Leste http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoti...ão+tecnológica |
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#1874 |
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Porto terá 1ª base do pré-sal em julho
A Tribuna A primeira base paulista de apoio logístico à exploração da camada pré-sal da Bacia de Santos iniciará as atividades em julho próximo. O anúncio foi feito pela companhia italiana Saipem, responsável pelo empreendimento, ontem, durante solenidade de assinatura de um protocolo de intenções com a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, na sede da pasta, na Capital. A unidade será erguida no antigo terreno da mineradora Nobara, no Centro Industrial e Naval de Guarujá (Cing), próximo à entrada do Porto de Santos, em frente à Ponta da Praia. E em uma primeira fase, irá armazenar e embarcar dutos submarinos para abastecer plataformas e sondas na costa. O protocolo prevê a cooperação da pasta para a implantação da base em Guarujá. É o primeiro resultado concreto do esforço empreendido pelo Governo de São Paulo para vencer a concorrência de outros estados e atrair empreendimentos da cadeia de petróleo e gás. Nesta primeira etapa, a Saipem investirá R$ 17 milhões para ocupar 92 mil metros quadrados da área. Também serão contratados 50 profissionais. A instalação da unidade custará, no total, cerca de US$ 300 milhões (valor que inclui o preço pago na compra do terreno de 354 mil metros quadrados), liberados à medida que cada fase der resultados financeiros. Quando totalmente implantada, a base irá gerar 1.000 empregos. O projeto tornou-se público em 10 de outubro passado, com a publicação de um comunicado ao mercado (fato relevante) pela Saipem. http://www.investe.sp.gov.br/noticia...125&c=6&lang=1 Secretaria de Energia assina protocolo para cooperação com a 1º grande empresa a se instalar na Baixada Santista para exploração do Pré-Sal No evento, o secretário José Aníbal defendeu que os investimentos sejam revertidos em melhoria da qualidade de vida da população O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, e o CEO da Saipem no Brasil, Giorgio Martelli, assinaram nesta quinta-feira, 2/2, Protocolo de Intenções para cooperação no desenvolvimento do projeto de construção de uma Base Logística de Dutos Submarinos no Litoral de São Paulo. A empresa é a primeira grande fornecedora da Petrobras para o Pré-Sal a se instalar na Baixada Santista. O Subsecretário de Petróleo e Gás Natural, Henrique Gross, explicou o papel do CEPG (Conselho Estadual de Petróleo e Gás Natural), coordenado pela Secretaria de Energia, no desenvolvimento do Litoral de São Paulo. “Esse ato representa a primeira base de apoio logístico offshore. Nós temos feito esforços para desenvolver o litoral. O CEPG tem como principal tarefa integrar todas as secretarias do estado. Temos realizado reuniões e grupos de trabalho para desenvolver o Litoral com o melhor aproveitamento dos recursos do estado.” Segundo o secretário de Energia, José Aníbal, todos os investimentos do Governo no Litoral de São Paulo buscam uma transformação na qualidade de vida da população e melhorias para as cidades. “Temos que ter o foco principal na gente da região e de São Paulo. Para isso o Estado está implantando uma unidade da Politécnica em Santos e outros cursos técnicos pelo Centro Paula Souza”, disse. A Secretaria de Energia também negocia com a Petrobras o desenvolvimento de dois Centros de Pesquisas e Laboratórios em São Paulo, um na Baixada e outro na cidade de São Paulo. “Nós queremos que daqui a 10 anos todo o litoral de São Paulo tenha uma condição de vida melhor, com maior renda e maior qualificação profissional. O ideal é que não se tenham favelas. Para isso, o Governo de São Paulo tem sido parceiro, não só da Petrobras, que é a grande investidora e estimuladora deste processo de desenvolvimento da exploração do petróleo e gás no Pré-Sal da Bacia de Santos, como também dos outros fornecedores e empreendedores que estarão envolvidos nesse processo”, afirmou o secretário. Em sua fala, Giorgio Martelli citou algumas parcerias já em andamento com o Governo do Estado. “Estamos desenvolvendo com a Dersa uma maneira de aproveitarmos as balsas do canal de Santos para o transporte de insumos. Também estudamos a possibilidade de utilizarmos uma segunda rota que será suficiente para a demanda”, disse. O programa de investimentos da Saipem do Brasil se dará em duas etapas. Primeiro será construída uma Base Logística de Dutos Submarinos e depois implantado um Centro de Tecnologia e Construção Offshore. Ao todo devem ser investidos R$ 117 milhões e criados cerca de 1.000 postos de trabalho. Participaram da cerimônia de assinatura representantes do Investe São Paulo; da Dersa; das prefeituras do Guarujá, Praia Grande e Peruíbe; da Petrobras; da FIESP e da Agência Metropolitana da Baixada Santista (AGEM), entre outros. http://www.energia.sp.gov.br/lenoticia.php?id=204 |
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#1875 |
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Imóveis: cidades próximas de SP se tornam alternativas para morar e investir
SÃO PAULO – A falta de terrenos na cidade de São Paulo tem feito com que os poucos lotes que ainda estão disponíveis sejam disputados pelas construtoras e incorporadoras, que, ao pagarem mais caro, também cobram valores mais altos pelos imóveis que constroem. “Existe uma grande escassez de terrenos, principalmente nas regiões mais valorizadas da cidade, como Ibirapuera, Itaim Bibi e Vila Nova Conceição. Isso acaba refletindo no valor do metro quadrado do apartamento”, afirma o diretor de Incorporações da Sispar Empreendimentos Imobiliários, Paulo Roberto Funari. Artigo completo: http://www.infomoney.com.br/imoveis/...morar+investir ---------------------- Segundo a opinião emitida na notícia, as cidades da Grande SP com maior potencial de crescimento estão no eixo Castelo Branco - Raposo Tavares. Espero que, caso isso se concretize devido a esses fatores, o resultado seja um desenvolvimento planejado e associado à qualidade de vida. |
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#1876 |
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#1877 | |
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#1878 |
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Let the Games Begin!
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Já me cantaram essa bola... é bom ficar de olho, a tendência é que ela estoure em pouco tempo...
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"Dizem que Charles Miller tinha duas bolas em sua bagagem, ao voltar ao Brasil. Uma, como sabemos, era de futebol. A outra, era oval." Rugby do Brasil ".בְּאֵין תַּחְבֻּלוֹת יִפָּל עָם וּתְשׁוּעָה בְּרֹב יוֹעֵץ"
משלי י"א:י"ד |
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#1879 |
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Está absurdo mesmo... esses dias eu fiquei assutado quando vi um apto de frente ao cemitério vila nova cachoeirinha que é um lugar horrível, o apto de 44m² em construção já estava 186mil...
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http://twitter.com/kikomedeiros |
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#1880 | |||
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A questão é como perceber onde existe uma sobrevalorização nisso tudo? Se existe, isso compõe uma bolha e toda bolha estoura um dia. Com tantas informações apontando nesse sentido, por que as pessoas competentes não vem a público para alertar e assim permitir ações preventivas para que ela se desinfle sem causar problemas? Quais seriam as consequências se houvesse esse estouro? O que poderia ser feito para minimizar esses fatos se isso ocorresse? Acho que temos todas as condições para evitar que isso ocorra, falta só avisar as pessoas competentes que não queremos que isso aconteça e pedimos uma solução preventiva o quanto antes. Acho que esse é um tipo de pensamento proativo que muitos no país ainda não conseguem compreender. Ou preferem que outros ajam por eles, assim eles ficam só observando... |
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