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Old April 16th, 2011, 04:29 PM   #81
morioli
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Putz. Nem vi que tinha essa noticia aqui. Acho que vi esse novo thread uma vez e nem me lembrava. Eu coloquei essa noticia no projeto. Apesar de só ter uma foto. Achei muito bom. Terá lugares planejados nos dias de hoje para lojas numa área que muitos empresários desistem, pois é muito difícil encontrar um lugar. Ainda mais um lugar mais bem localizado e novo.
Fiquei curioso do Thread, manda o link.
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Old April 16th, 2011, 06:32 PM   #82
DouG Wq
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http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1361467

Imagem só tem essa já presente aqui no Notícias.
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Old April 16th, 2011, 07:33 PM   #83
morioli
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http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1361467

Imagem só tem essa já presente aqui no Notícias.
po, criei expectativa e nada d+, não acrescenta detalhes ao postado aqui...
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Old April 17th, 2011, 02:01 AM   #84
PlayerMan
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Originally Posted by morioli View Post
po, criei expectativa e nada d+, não acrescenta detalhes ao postado aqui...
uahuahahu. Foi mal. Na verdade, eu quis dizer justamente que postei lá aquilo que Doug postou aqui.

Vi um site na placa em frente ao terreno, mas tentei acessar e não ainda não está funcionando. Mas a foto lá é diurna e a qualidade permanece a muito boa.
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Old April 17th, 2011, 04:00 AM   #85
DouG Wq
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Acabei de passar na praça e a imagem diurna dá pra ver detalhes na fachada. Será bem clean.
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Old April 17th, 2011, 04:29 AM   #86
morioli
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uahuahahu. Foi mal. Na verdade, eu quis dizer justamente que postei lá aquilo que Doug postou aqui.

Vi um site na placa em frente ao terreno, mas tentei acessar e não ainda não está funcionando. Mas a foto lá é diurna e a qualidade permanece a muito boa.
blz Player. depois posta pra gente.
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Old April 17th, 2011, 07:11 AM   #87
Driano MG
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CPI da Serra quer responsabilizar gestores por futuras construções



Na tentativa de responsabilizar os gestores públicos sobre as construções irregulares, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), que investiga a tragédia das chuvas na Região Serrana vai propor que os serviços de água, luz e telefone passem a ser autorizados pelos municípios. A ideia foi apresentada, nesta quinta-feira (14), pelo presidente da CPI, deputado Luiz Paulo (PSDB). Ele espera que a medida também reduza o número de construções em áreas de risco.

“A ideia é fazer com que as concessionárias concedam os serviços com a autorização das prefeituras, o que ajudaria a responsabilizar o órgão nos episódios de chuva. Hoje essa responsabilidade é difusa”, avaliou o parlamentar, dizendo que a medida pode ser adotada de duas formas: por decreto municipal ou estadual.

O prefeito de Nova Friburgo, Demerval Neto, que esteve na reunião da CPI, aprovou a medida de Luiz Paulo. Segundo ele, essa é uma boa saída para que as áreas de risco não voltem a ser ocupadas. Neto se comprometeu a apresentar a proposta à Câmara de Vereadores. “Acho uma medida interessante. Depois que receber o documento, vou submetê-lo à Câmara. Eles decidem”, disse.

O prefeito também foi questionado pelos deputados sobre uma viagem que teria feito aos Estados Unidos depois do carnaval. Demerval Neto disse que deixou a cidade porque estava estressado. O ex-vice-prefeito admitiu que não estava preparado para assumir o cargo no lugar de Heródoto Bento de Mello, que deixou a prefeitura por problemas de saúde. “A minha viagem foi por estresse. Eu estava precisando. Era um momento particular. Estava no meu limite”, confessou.

O Secretário de Estado de Fazenda, Renato Villela, também foi ouvido pelos parlamentares, que pediram um levantamento comparativo das receitas das cidades atingidas pelas chuvas entre os anos de 2009 e 2011. Apesar da queda da arrecadação dos municípios envolvidos, o secretário garantiu que a tragédia não refletiu no crescimento da arrecadação do Estado. “Temos tido um crescimento razoável em relação aos anos anteriores, mas vamos verificar o levantamento de cada um dos municípios e repassá-los à CPI”, prometeu Villela, que confirmou ainda o empréstimo de R$ 350 milhões do Banco Mundial para ser aplicado nas sete cidades destruídas pelas chuvas.

Participaram da CPI os deputados Sabino (PSC), Nilton Salomão (PT), Marcus Vinícius (PTB), Rogério Cabral (PSB), Janira Rocha (Psol), Comte Bittencourt (PPS), Inês Pandeló (PT), Edson Albertassi (PMDB) e Claise Maria Zito (PSDB).

Fonte: Alerj

http://www.tresriosonline.com.br/cidade/122-petropolis/4655-cpi-da-serra-quer-responsabilizar-gestores-por-futuras-construcoes
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Old April 17th, 2011, 07:15 AM   #88
Driano MG
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Rafting é prejudicado pela Pequena Central Hidrelétrica


O esporte é um dos maiores atrativos turísticos de Três Rios (Foto: Revista On)

Aventura, adrenalina e emoção, junto à fauna e à flora que completam um cenário de inesquecíveis paisagens naturais, estão presentes a apenas oito quilômetros do Centro de Três Rios. O nome da cidade vem justamente do encontro dos três importantes rios que cortam o território: Paraíba do Sul, Piabanha e Paraibuna. A região é o único lugar da América Latina a ter um delta triplo. Durante muitos anos, Três Rios aproveitou o Rio Paraibuna para a prática do rafting, esporte de aventura que consiste basicamente em uma emocionante descida pelas corredeiras dentro de botes infláveis. Pelo pioneirismo na modalidade, a cidade ganhou o título de “Capital Nacional do Rafting” por muitos anos, o que proporcionou a vinda de pessoas de diversas regiões do Brasil e do mundo, contribuindo para o turismo e a economia local. Porém, esse cenário mudou a partir de maio de 2006, com o início da construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Santa Fé, localizada no Rio Paraibuna, entre os municípios de Comendador Levy Gasparian (RJ) e Santana do Deserto (MG). Quase cinco anos após o início do projeto, os empresários do rafting sofrem com o impacto gerado pela implantação da PCH Santa Fé.

A construção de diversas PCHs pelo Brasil é uma das soluções encontradas pelo governo para tentar atender à crescente demanda por energia elétrica. A Brasil PCH - empresa que tem como sócias a Petrobras Distribuidora S.A. (49%), Eletroriver (21,56%), BSB Energética (14,7%), Araguaia Centrais Elétricas (12,74%) e Jobelpa (2%) – é responsável pelo controle de 13 usinas, entre elas, a PCH Santa Fé, construída ao longo de 18 meses, com investimento da ordem de R$ 141,3 milhões e que possui capacidade instalada de 30 MW. Santa Fé gera anualmente uma energia de aproximadamente 228,6 GWh, o que é suficiente para atender a um consumo residencial de 300 mil pessoas. Todo o volume de energia foi comercializado junto à Eletrobras, no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa), patrocinado pelo governo federal. O Proinfa foi instituído com o objetivo de aumentar a participação da energia elétrica produzida por empreendimentos concebidos com base em fontes eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas no Sistema Elétrico Interligado Nacional (SIN).

Os estudos iniciais desenvolvidos pelo poder público previam a implantação de 440 GWh por ano de geração no trecho do Rio Paraibuna, com a inundação de 1.200 hectares de terras (área seis vezes maior que os 230 hectares da PCH Santa Fé atualmente), o que eliminaria totalmente as corredeiras onde se pratica o rafting e causaria um impacto sócio-ambiental maior. Com o objetivo de evitar o fim do esporte e reduzir o choque que seria gerado, um novo inventário foi desenvolvido pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE/UFRJ). No estudo, uma outra regra operativa foi considerada, viabilizando a prática do rafting. O poder público aceitou reduzir a energia elétrica prevista para garantir o uso dos diversos recursos hídricos no Rio Paraibuna e preservar as corredeiras.

Durante a elaboração do projeto, várias ações foram desenvolvidas com o objetivo de diagnosticar impactos e propor ações para diminuí-los. Para isso, foram realizados estudos e levantamentos de campo e todas as informações foram consolidadas em um conjunto de documentos chamado de Estudo de Impacto e Relatório Ambiental (RIMA). Após a realização de audiências públicas, o Ibama aprovou os estudos e todos os programas, assim como a regra operativa, foram colocados na Licença Ambiental.
No processo de licenciamento da obra, ficou firmado no RIMA que a atividade de geração de energia elétrica, caracterizada como de utilidade pública, deveria ser reduzida ou mesmo interromper a atividade da PCH Santa Fé aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, e nas noites de lua cheia, das 22h às 2h, permitindo que a vazão do leito do rio possibilitasse a atividade de rafting.

Após todos os estudos e a conclusão com relação às normas operativas, as obras de implantação da PCH Santa Fé tiveram início. De acordo com a controladora da central hidrelétrica, 504 empregos diretos e 2.500 indiretos foram gerados na época. Ainda segundo a diretoria da empresa, a chegada do investimento na região trouxe melhorias como “o aumento da oferta de empregos, qualificação da mão de obra, aumento da participação do município no rateio do ICMS do estado, ampliação da disponibilidade e segurança no fornecimento de energia, melhorando a infraestrutura local e propiciando um ambiente mais favorável à chegada de novos investidores e indústrias”.

Mesmo com as melhorias citadas pela empresa, o grande problema é que a construção do empreendimento contribuiu para o marketing negativo do rafting no Paraibuna, uma vez que muitos turistas acreditam que o esporte acabou. Além disso, a Lei 9.648/98, que regula o setor, determina que PCHs com capacidade de geração de até 30 MW são isentas do pagamento de compensação financeira, ou seja, não precisam pagar nada aos municípios onde estão localizadas e o ICMS é pago no local de consumo da energia, e não onde é gerada. Caso houvesse esse pagamento, investimentos para impulsionar a prática o rafting poderiam ser realizados, assim como outros projetos ambientais.

Empresários do rafting x Brasil PCH

Questionada sobre as ações tomadas pela empresa para minimizar os impactos negativos ao rafting, a Brasil PCH enviou um documento à nossa reportagem listando vários projetos realizados, entre eles “desenvolvimento de material publicitário e impressão do mesmo visando à prática do rafting; elaboração e implantação de outdoor na BR-040 visando à divulgação; criação de sítio na rede mundial de computadores para a divulgação do esporte; apoio na melhoria dos pontos de embarque, com constituição de infraestrutura própria para cada empresa credenciada; divulgação da prática de rafting com a compra e distribuição de ingressos para cidadãos locais, estudantes e empresas; melhorias diversas dentro do ambiente do rafting, incluindo trilhas laterais, retificação de trecho de rio, etc”. A Brasil PCH ressalta que os incentivos e programas direcionados às atividades do rafting somam a importância de aproximadamente R$ 1,5 milhões. Os empresários do rafting discordam.

Atualmente, três empresas exploram a atividade no Rio Paraibuna: World River Rafting & Expedições / Rancho Brasil, Aventur Pontal, e Rafter e Cia. Segundo os empresários, após a construção da PCH Santa Fé, a procura pelo esporte na região diminuiu bastante.
Adriano Teixeira do Rosário, 35, proprietário da World River, iniciou seus trabalhos em 1993, com apenas um bote. Após alguns anos, com o sucesso da prática e aumento da demanda, ele investiu em novos equipamentos e passou a ser procurado por grandes empresas, chegando, inclusive, a receber a Marinha dos Estados Unidos, Inglaterra e França, além de gravar diversas matérias jornalísticas e programas esportivos. Grandes hotéis e agências de turismo do Rio de Janeiro também procuravam a empresa quando ele recebeu a notícia de que começariam os trabalhos para a construção de uma PCH no Paraibuna. “Nós, empresários, recebemos a notícia sobre a PCH e participamos das audiências públicas. Para mim foi um choque muito grande, porque eu tinha uma perspectiva de crescimento”, afirmou.

Ainda segundo Adriano, no começo dos trabalhos, a Brasil PCH se mostrou muito próxima dos empresários. “No início, a empresa nos manteve informados o tempo todo. O projeto teve investimento de milhões de reais para preservar a prática do rafting. Porém, logo tivemos vários transtornos no período de implantação e obras de Santa Fé, como a interdição das atividades. O mercado desaqueceu e eles [Brasil PCH] não se preocuparam em fazer uma campanha publicitária em momento algum para mudar esse quadro”, completou.
Para compensar parte do prejuízo causado pela diminuição da procura, a Brasil PCH, de acordo com os empresários, prometeu, na época, o uso múltiplo do reservatório, fato que eles ressaltam não ter sido cumprido. “O uso do reservatório foi um assunto explorado nas audiências públicas, o que nunca aconteceu. Eles cercaram o reservatório impedindo o seu uso. Nós, mais uma vez, saímos perdendo, porque essa seria uma forma de compensar nossas empresas, podendo explorar outra atividade comercial no local”, afirmou um dos empresários que não quis se identificar. Em resposta, a Brasil PCH afirmou que Santa Fé não pode ceder ou impedir o uso do reservatório, uma vez que o mesmo está em Área de Preservação Permanente, sendo a utilização desta regulada pelo Ibama.

Outro ponto enfatizado por Adriano foi a limitação da prática do esporte apenas aos finais de semana. “Nós perdemos o direito de exploração comercial durante a semana, que é o grande foco para o recebimento do turista estrangeiro. Além disso, nós só conseguimos operacionalizar do final de novembro até o início de março. Antigamente, o rafting acontecia o ano inteiro e agora isso não acontece, porque, no período da estiagem, a água diminui bruscamente e o rio serve somente para a geração de energia”, explicou ele, ressaltando que o acordo para manter o nível do rio não está sendo cumprido, deixando sua empresa parada no restante do ano.

A World River chegou a ter 24 funcionários registrados antes de Santa Fé, recebia 300 turistas por semana e tinha um faturamento médio de R$ 120 mil mensais. Atualmente, a empresa recebe 120 turistas por mês, conta com apenas quatro funcionários e o faturamento é de R$ 6 mil mensais.

Os empresários do rafting são unânimes sobre os motivos que levaram ao desaquecimento do esporte. Eles acreditam que a construção de Santa Fé repercutiu negativamente na mídia, uma vez que foi amplamente disseminada a informação de que a atividade acabaria. E com a diminuição drástica do faturamento, os investimentos em marketing ficaram bastante limitados. Eles contestam também as melhorias que a Brasil PCH afirma ter feito.

O website www.raftingparaibuna.com.br, prometido pela controladora de Santa Fé para divulgar o esporte, não estava no ar durante todo o período de apuração da matéria e, após consulta à pagina www.registro.br, do órgão responsável pelo registro de domínios para internet no Brasil, constatamos que o endereço não pertence à nenhuma organização e está disponível para qualquer pessoa que queira registrá-lo. Sobre a divulgação do esporte pela Brasil PCH, durante visita aos locais de prática do rafting, não havia material de publicidade. Com relação à compra e distribuição de ingressos para cidadãos locais, estudantes e empresas, com o objetivo de divulgar o esporte (Programa de Recreação e Lazer), os empresários afirmaram que a Brasil PCH pagava uma quantia equivalente a 20 ingressos semanais, enviando os turistas para a atividade. O contrato durou dois anos e não foi renovado.

Para o secretário de Esportes de Três Rios, José Roberto Padilha, o surgimento de novos centros de rafting foi uma das causas da diminuição pelo interesse na região. “Já tivemos Campeonato Brasileiro de Rafting no Paraibuna, mas por conta das confederações, das federações que enxergaram em Três Rios um ótimo local para sua prática. Com o tempo, foram surgindo novos centros de rafting e eles deixaram de investir em nossa cidade”. Padilha, no entanto, concorda que Santa Fé também prejudicou o esporte. “As PCHs são necessárias, afinal a energia elétrica brasileira tem seu potencial retirado na força dos nossos rios, mas que elas interferiram na expansão do rafting, no seu desenvolvimento, isto é inegável, e era esperado”, completou.

Descida agrada turistas

Nossa equipe acompanhou uma descida de rafting no mês de janeiro. Chegamos ao restaurante Rancho Brasil no dia 9, às 9h, e encontramos duas famílias do Rio de Janeiro, que vieram praticar do esporte. O engenheiro Márcio de Oliveira Rodrigues, 46, que já havia praticado rafting anteriormente, trouxe a família para experimentar a descida nas corredeiras. “Descobri a atividade em Três Rios por meio de um amigo da empresa na qual trabalho. Depois disso, eu acessei o site da empresa e marquei a descida, afirmou. O engenheiro ficou satisfeito com o passeio. “Eu gostei muito. Essa é segunda vez que pratico e com certeza vou indicar a amigos e familiares o rafting em Três Rios”.

O universitário João Paulo Rodrigues Lago, 19, ficou impressionado com a beleza do trajeto. “Eu, que estou acostumado com cidade grande e não tenho muito contato com rios e natureza, fiquei empolgado com a quantidade de paisagens naturais durante as três horas de descida”.

Já o estudante Luis Guilherme Barroso Rodrigues, 12, afirmou que a emoção foi o ponto alto do passeio. “As corredeiras são muito rápidas e indico para as pessoas que gostam de aventura”.

De acordo com o secretário de Turismo de Três Rios, Marcos Pinho, a administração do município está focada em inserir a cidade no cenário do desenvolvimento através dos pontos turísticos. “O apoio aos profissionais que, por meio desse esporte, venham a levar o nome de Três Rios a importantes competições nacionais e internacionais e que ainda impulsionem a atividade como fonte geradora de renda será sempre irrestrita”, enfatizou.

Por Felipe Curdi

http://www.tresriosonline.com.br/especialon/4594-rafting-e-prejudicado-pela-pequena-central-hidreletrica
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Old April 17th, 2011, 09:46 AM   #89
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É claro que um milhão de vezes mais uma população sendo beneficiada que a diversão de alguns aventureiros.
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Old April 18th, 2011, 02:46 AM   #90
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Pois é, por isso prefiro centrais nucleares...rsrs
é sério!
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Old April 18th, 2011, 03:53 AM   #91
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Acompanhamento das obras do Norte Fluminense: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=76244997
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Old April 18th, 2011, 09:01 AM   #92
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18.04.2011
Duplicação da BR-101 sai do papel

Rio - Representantes do governo do Rio, da ANTT e da Auto Pista Fluminense assinaram termo de cessão que permitirá a duplicação da BR-101 Norte, conhecida como ‘Rodovia da Morte’, nos trechos entre Ururaí e Jardim Aeroporto, e Rio Dourado até a divisa com o Espírito Santo. A previsão é que as obras sejam iniciadas em 100 dias.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/...el_158523.html
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Old April 18th, 2011, 02:14 PM   #93
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Já foi noticiado aqui.
Essa nota, que já tinha visto na paágina de O Dia, está tão mal redigida. Ururaí e Jardim Aeroporto ficam em Campos, e o trecho será municipalizado.
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Old April 18th, 2011, 02:38 PM   #94
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Ops, é verdade.

É por isso que, às vezes, tenho dúvidas sobre tudo o que é publicado na Impresa. Quando nós, leitores, temos conhecimento/domínio acerca de um determinado assunto, nos deparamos muitas vezes com tais fatos semelhantes a esse aí de cima.

Valeu!
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Old April 19th, 2011, 01:29 AM   #95
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Teleférico de Friburgo deve voltar em julho

Um dos símbolos de Friburgo, o teleférico perdeu a cabine de comando e a torre da primeira estação. Até julho, deve retornar.

O acesso ao hotel e ao boliche, que ficam no alto do Morro da Cruz, continua bloqueado. O proprietário do teleférico e do complexo no morro, Rodolfo Acri, diz que espera a recuperação das vias para retomar as atividades. Desde janeiro, os empreendimentos estão parados.

— Meu prejuízo foi enorme, em torno de R$ 5 milhões. Mas, até julho, voltaremos. Não posso abandonar o hotel, o boliche e o teleférico — diz Acri.

Diante de temores da população de que os prédios instalados no morro correm o risco de desmoronar, o empresário garante que as construções estão seguras. Para recuperar o teleférico, diz Acre, será necessário refazer a torre da primeira estação, a cabine de comando e agregar um contrapeso para sustentar toda a estrutura.

O teleférico possui 1.450 metros de comprimentos e costumava levar os visitantes até um parque de diversões, com boliche, tobogã e jogos, no primeiro trecho, ou até um mirante, no ponto mais alto do morro. Ele foi construído há 36 anos e está sob os cuidados de Acri há 17.
http://moglobo.globo.com/blogs/blog....od_post=374917
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Old April 19th, 2011, 04:04 PM   #96
morioli
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Porto de Angra continua sendo preparado para sua expansão.

Seg, 18 de Abril de 2011 23:05

Angra dos Reis - As obras de adequação para o novo porto de Angra seguem a todo vapor. Desativado há cerca de seis anos, o moinho foi utilizado como depósito para estocagem de grãos nos anos 70, possibilitando à empresa Sul Mineiro descarregar navios de trigo a granel no porto.

A derrubada do Moinho foi iniciada no início de fevereiro, e marcou a fase inicial do projeto de expansão do porto para a exploração do pré-sal.

Fonte: Diário do Vale
http://www.portosenavios.com.br/site...a-sua-expansao
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Old April 19th, 2011, 04:28 PM   #97
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Estado do Rio de Janeiro vai crescer com a criação do Arco Metropolitano

Nova rodovia deverá expandir negócios instalados no entorno da via e cerca de 800 mil empregos podem ser criados nos próximos anos. Caminho deve passar por oito cidades

O governador Sérgio Cabral Filho definiu, ontem, o projeto do Arco Metropolitano como “a grande oportunidade de negócios para os próximos 20 anos”. De acordo com estudo encomendado pelo Sistema Firjan e pelo Sebrae-RJ ao Centro de Estudos em Logística da UFRJ e a uma empresa de consultoria, a previsão é de que se instalem no entorno da via empreendimentos industriais e de logística capazes de criar 800 mil empregos nos próximos 15 anos. O plano diretor da rodovia, recém-elaborado, foi apresentado ontem no seminário “Arco Metropolitano: Um Novo Marco no Desenvolvimento Metropolitano”, na sede da Federação das Indústrias do Rio (Firjan).

O vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, também participou do evento, organizado pela Secretaria de Obras e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A rodovia que está sendo construída pelos governos federal e estadual, deverá ser entregue em dezembro de 2012.

”São 70 quilômetros em uma região com uma ocupação que pretendemos inteligente por parte de empresas comerciais, industriais, de serviços e de logística, casando o Complexo Petroquímico (Comperj) com o Porto de Itaguaí e com todas as rodovias federais que passam pelo Estado do Rio. É uma artéria que, ao mesmo tempo, dará maior mobilidade a quem mora na Baixada e, sobretudo, às atividades econômicas”, destacou Cabral.

O plano foi financiado pelo BID, no valor de US$ 1 milhão. Segundo o coordenador do plano, o subsecretário de Urbanismo da Secretaria de Obras, Vicente Loureiro, o Arco é a oportunidade de se remodelar a Região Metropolitana sob o ponto de vista da mobilidade de cerca de 75% das pessoas que moram na região e trabalham na capital.

Os estudos apontam que a obra deverá reduzir em até 20% os custos de transportes de mercadorias entre o Porto de Itaguaí e sete estados brasileiros. O impacto na economia brasileira será R$ 1,8 bilhão. O Arco Metropolitano é uma rodovia que terá 140 quilômetros de extensão e passará por oito municípios: Itaboraí, Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Seropédica e Itaguaí.



Governo do Estado RJ
http://jornal.ofluminense.com.br/edi...-metropolitano
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Old April 20th, 2011, 02:51 AM   #98
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Todas as Rod. Federais, como asim?
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Old April 20th, 2011, 09:02 AM   #99
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^
eheheheheh Com certeza deveriam substituir "com todas as" por "com as principais" (116, 101 e 040).
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Old April 20th, 2011, 12:15 PM   #100
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Tem alguma novidade sobre a nova subida da Serra de Petrópolis?
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