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Rio de Janeiro - Passeio virtual 1 - Wikimapia
Ipanema (Av. Vieira Souto)
![]() Ipanema - "trecho nobre" (Rua Redentor, Av. E. Pessoa etc. ) ![]() Ipanema - Arpoador (Av. F. Bhering) ![]() Para admirar fachadas dos prédios mais caros e chiques do Rio (muitos na orla de Ipanema) entre no thread do Osmar Edifícios residenciais top da cidade do Rio de Janeiro Alto da Boa Vista (Sítio Cochrane) ![]() As fotos do Sítio Cochrane estão no thread do Osmar Rio Live your Passion – 445 anos de uma cidade apaixonante! Gávea Pequena (residência oficial do prefeito da cidade do Rio de Janeiro ![]() Taquara da Tijuca ![]() Leblon (Alto Leblon, Jardim Pernambuco) ![]() Alto da Gávea ![]() Gávea (Morro da Margarida - Condominio Franco e Mello) ![]() ![]() Jardim Botânico rua Sara Vilela, rua Lopes Quintas, rua Visc. de Itau'na ![]() ![]() ![]() Jardim Botânico rua Caio Melo Franco, rua Euclides Figueiredo ![]() ![]() Urca ![]() ![]() Joá ![]() Para admirar fotos do Joá entre no thread do Osmar Joá - a “Beverly Hills” do Rio de Janeiro São Conrado ![]() ![]() Para admirar fotos de São Conrado entre nos threads do Osmar São Conrado – Um bairro carioca para poucos. Bônus: Celebridade! São Conrado - Devassando o chique e lindo bairro carioca a partir de um ângulo diferente Alto Humaita' (rua Casuarina) ![]() Mansões: Cosme Velho, Laranjeiras, Santa Teresa Mansão da série Cinquentinha ![]() ![]() Para admirar o tradicional bairro do Cosme Velho entre no thread do Osmar Cosme Velho - A jóia escondida da zona sul do Rio de Janeiro Para admirar o tradicional bairro de Laranjeiras entre no thread do Osmar Laranjeiras - Um bairro muito especial do Rio de Janeiro Mansões: Botafogo (Mundo Novo), ![]() ![]() Mansões: Santa Teresa ![]() Ilhas na Lagoa da Tijuca ![]() Morro da Viúva - Av. Infante Dom Henrique - Museu Carmen Miranda - Flamengo ![]() ![]() Para admirar 6 prédios aristocráticos do Flamengo entre no thread do Osmar O endereço dos príncipes, milionários e socialites em tradicional bairro do Rio de Janeiro para admirar o Museu Carmen Miranda, inclusive algumas peças do seu acêrvo entre no thread do Osmar Museu Carmen Miranda e as comemorações do centenário da Pequena Notável Itanhanga' ![]() Barra - Península ![]() Para admirar a Península, entre também no thread do Osamar Carioca Península - o novo e exclusivo "bairro" da cidade do Rio de Janeiro Barra - Golden Green ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Para admirar fotos da Barra da Tijuca entre nos threads do Osmar Rio de Janeiro - Condominios America´s Park e Novo Mundo Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Visão geral de um bairro lindo de morrer Barra da Tijuca vista do alto – surpreenda-se com fotos de um bairro magnífico Barra da Tijuca podre de chique na visão de Osmar Carioca Barra da Tijuca - Um bairro deslumbrante de uma Cidade Maravilhosa visto por um ângulo totalmente diferente! Fotos inéditas! Ponta/Cabo Dois Irmãos - Vidigal ![]() Lagoa (Rua Vitória Régia e Rua Sacopa') ![]() Lagoa - Sonata da Lagoa e Rhapsody (source: thread sobre a Lagoa de Osmar Carioca) ![]() Para admirar uma das mais lindas avenidas do Rio, a AV. EPITÁCIO PESSOA entre no thread do Osmar Que avenida mais horrorosa, brega e cafona! Glória: Morro da Glória, Igreja do Outeiro, Villa Venturoza, sobrados da "Vila Aymoré" na Alameda Aymoré ![]() ![]() Para admirar fotos desse cantinho muito especial do bairro carioca da Glória entre no thread do Osmar GTC – Guess the City! Que cidade é esta? Onde foram tiradas as fotos constantes deste thread? São Luis/MA? São Cristóvão/SE? Olinda/PE? Salvador/BA? Ouro Preto?MG? Sabará/MG? São João Del Rey/MG? Tiradentes/MG? Mariana/MG? Ou...? __________________________ Rio de Janeiro - Passeio virtual 1 Rio de Janeiro - Passeio virtual 2 Last edited by Luca_Rome; June 23rd, 2011 at 12:43 PM. |
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Osmar, fica na Rua João Borges 240, Gávea http://wikimapia.org/#lat=-22.973169...6&z=19&l=4&m=b Casas que ameaçam o verde O Globo, 13/nov Nem só de tijolos aparentes ou de madeira são feitas casas em situação irregular no Rio. Tampouco essas moradias são encontradas apenas em favelas. É o caso das cerca de 900 residências construídas em 11 das nove ilhas da Lagoa da Tijuca, na Barra, onde só podem ser erguidos clubes e restaurantes. Acima da cota 100 (cem metros acima do nível do mar), o Condomínio Canto e Mello, na Rua João Borges 240, na Gávea, é outro exemplo: tem 25 casas, embora a legislação prevista para a área só permita duas, ou seja, uma por lote. Um pouco abaixo da cota 100 (na verdade, na cota 83), prédios da Chácara Sacopã, na Fonte da Saudade, ganharam cobertura sem autorização da prefeitura. Por impedimentos da legislação, imóveis de classe média como esses foram construídos sem licença em encostas, ilhas e faixas marginais de proteção de cursos d'água, segundo a Secretaria municipal de Urbanismo e a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla). Diferentemente do que acontece com moradores de favelas, os donos ou cessionários de terrenos travam batalhas judiciais ou tentam negociar soluções administrativas para seus imóveis com a prefeitura e a Serla. Casa demolida deu lugar a um abrigo Os exemplos se sucedem. Na Barra, colada ao Canal da Joatinga, a casa 680 da Rua Presciliano da Silva escapou da demolição em 2003, quando as residências vizinhas - de números 576 e 578 - foram postas abaixo pela prefeitura. Todas foram construídas sem licença do município e na faixa marginal de proteção do canal. O dono da casa 680, que não quer ser identificado, conta que a prefeitura perdeu a ação movida contra ele e que há seis anos entrou com pedido de legalização de seu imóvel, até hoje em tramitação: - Comprei o terreno da Companhia de Expansão Territorial - diz. Apesar de ter o documento de compra do terreno da mesma companhia, o dono da casa 578, o representante comercial Emílio Correia, não conseguiu evitar que seu imóvel fosse derrubado em 2003. No lugar, ele improvisou um abrigo com madeira, coberto por plástico e esteiras, para guardar parte de seus móveis. Lá deixou um caseiro e três cachorros. Emílio conta que se mudou para uma quitinete na Tijuquinha, uma favela no Itanhangá. Mas pretende reconstruir sua casa. Ele elaborou um projeto seguindo as exigências legais, que vai submeter à Secretaria de Urbanismo. - Mesmo com a casa demolida, este ano a prefeitura me cobrou R$1.244 de IPTU residencial - conta. Ainda na Barra, o gerente regional da Serla, Wilson Júnior, estima que 200 casas erguidas nas ilhas da Lagoa da Tijuca ocupem a faixa marginal de proteção, de 30 metros. No início do ano, ele pediu ao Ministério Público a formação de um grupo de trabalho para decidir o que fazer. - Tem de haver um plano conjunto para cuidar das ilhas envolvendo a União, o estado e o município. As ilhas pertencem à União, mas nem todos os ocupantes pagam taxas anuais (entre 2% e 5% do valor do terreno) ao Serviço de Patrimônio da União (SPU). Há o registro de 301 pagantes. O gerente do SPU, Paulo Simões, alega que o órgão nada tem a ver com as construções: - Isso é competência da prefeitura, que legisla sobre as edificações. Da parte da prefeitura, o secretário de Meio Ambiente, Ayrton Xerez, criou um grupo de trabalho, que está concluindo um plano urbanístico e ambiental para as ilhas, a ser enviado ao prefeito Cesar Maia. Ele lembra que o decreto 9.160 limita a clubes e restaurantes a ocupação de ilhas. Luiz Zanon, presidente da Associação de Moradores da Ilha da Gigóia, a maior da Lagoa da Tijuca, conta que a ocupação do lugar começou há 50 anos: - Embora muitas casas paguem IPTU, não temos licença da prefeitura. Isso nos deixa inseguros. Na Chácara Sacopã, na Rua Sacopã 852, há 64 apartamentos, distribuídos por dois blocos (cada um com quatro módulos). Na década de 80, foram construídas, sem licença, coberturas em mais da metade dos apartamentos do segundo andar. O síndico José Francisco Costa diz que o condomínio nada tinha a opor, já que as coberturas estão previstas na convenção e nas escrituras dos imóveis. Há nove anos a prefeitura foi à Justiça contra os apartamentos que fizeram o "puxadinho" e ganhou a ação no Superior Tribunal de Justiça, mas os moradores ainda tentam sustar a demolição. Segundo a Secretaria de Urbanismo, o processo de legalização das coberturas foi indeferido depois de pareceres da Secretaria municipal de Meio Ambiente e da Procuradoria Geral do Município, por ficarem dentro da Área de Proteção Ambiental do Sacopã. O escritório que administra o Condomínio Canto e Mello, na Gávea, foi procurado, mas ninguém quis falar sobre a situação das casas. Segundo o secretário de Urbanismo, Alfredo Sirkis, há ações em curso contra todas as casas do condomínio. Ainda na Gávea, Raul Canto e Mello ergueu oito bangalôs num terreno de sua propriedade acima da cota 100, vizinho ao Parque da Cidade. Um deles foi derrubado ano passado pela prefeitura. Raul garante ter documento do Ibama autorizando-o a utilizar 60 mil dos 500 mil metros quadrados do terreno. Ele assegura que só usa mil metros. Raul foi alvo de ação criminal por corte de árvores e está sendo multado pelo Ibama. - O lugar foi uma vila de colonos de uma fazenda de café. Tinha casas quando foi comprado por meu pai em 1972. Não cortamos uma árvore - diz Raul. - A burocracia para se construir no próprio terreno é grande. Por isso, as favelas crescem. Last edited by Luca_Rome; April 28th, 2011 at 04:10 PM. |
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![]() Pesadelo democrático - Barranco que caiu na Rocinha põe em risco casas de classe média alta na Gávea O Globo Publicada em 14/04/2010 Ruben Berta e Cláudio Motta RIO - O mesmo barranco que despencou deixando um imóvel de quatro andares no Laboriaux, na Rocinha, à beira do abismo não livrou três cômodos de uma das 42 casas do condomínio de classe média alta Gávea Parque, na Rua Tenente Arantes Filho. Pouco acima, é uma mansão no condomínio Canto e Mello, na Rua João Borges, que também está às margens do precipício após um deslizamento. Na favela ou no asfalto, moradores ainda sofrem com as consequências das chuvas que castigaram o Rio na semana passada. __________________________ Mansão construída em área de Mata Atlântica desmata a natureza e destrói casas populares do Horto na enchente de abril. 1 de junho de 2010 ![]() Como consequência das chuvas fortes que caíram sobre a cidade em abril, uma mansão do condomínio Canto e Melo, no alto da Gávea, desabou sobre casas populares do Horto Florestal, causando estragos na comunidade. Os moradores da casa atingida (que teve boa parte completamente destruída com perda de bens materiais em seu interior) tentaram conversar com o dono da mansão em vão. Primeiramente subiram pela trilha aberta na mata pelo desabamento, mas mal chegaram perto do terreno cercado por cães ferozes e ouviram de alguém ali residente a irônica e perversa resposta: "e o meu muro quem vai consertar?". Posteriormente a família do Horto tentou chegar à mansão pela entrada do condomínio Canto e Melo mas foram barrados na guarita. Last edited by Luca_Rome; May 9th, 2011 at 02:01 PM. |
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Cadê o destaque pra Favela da Piraporinha do Autêntico Menino Jesus dos Desvalidos, que conta com incríveis DOZE habitantes?
Ah, não é do Google.
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#6 |
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#7 |
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Osmar, sendo um condominio de "bacanas" tem guarita.
A maioria das mansões têm uma vista parcial da Lagoa (melhor a do Condomínio Chácara Sacopã). Aliás o cume do morro da Margarida impede a vista do Cristo. O Cristo so' pode ser visto da beira do penhasco que situa-se nos jardins das mansões que ficam no topo (lado Jardim Botanico). Sei que tem trilhas que começam perto das comunidades no Horto e que sobem o morro da Margarida do lado do J.B., mas nunca fui ate' la'. Ainda acho que a melhor vista da Lagoa é do cume do Morro Dois Irmãos. O grupo "Turismo Alternativo" da comunidade de Vidigal organiza um passeio ate' o topo.
Last edited by Luca_Rome; April 29th, 2011 at 10:22 AM. |
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#8 | |
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Que dica preciosíssima que você deu! Luca, você também é montanhista? Você já fez o passeio até o alto Irmão Maior? Last edited by Osmar Carioca; April 29th, 2011 at 12:46 PM. |
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#9 | |
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A vista do Irmao Maior é linda demais. Eis uma foto que achei no Panoramio (feita por " Seth.rj ") http://www.panoramio.com/photo/4283342
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#10 |
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DENNAB
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Lucas, eu também adoro ficar fuçando, no Google Earth, esses pedaços do Rio, especialmente os que ficam em área de floresta. Acho tão bonito.
Last edited by Marcio Carioca; May 1st, 2011 at 06:41 AM. |
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#11 |
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DENNAB
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Outra bela foto feita a partir do Dois Irmãos:
![]() Por Nós da Montanha: http://www.flickr.com/photos/nosdamo...n/photostream/ Last edited by Marcio Carioca; May 3rd, 2011 at 01:17 AM. |
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#12 |
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Rio 2016
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Luca, muito legal seu thread, eu tive a oportunidade de ir algumas vezes no imóvel em destaque na Rua Sara Vilela e fiz umas indicações só pra vcs terem uma idéia do gigantismo do imóvel.
![]() A área demarcada em amarelo é a área em que eu tive acesso no imóvel, os funcionários me disseram que os limites ultrapassam o paredão de pedra morro acima. A casa principal é coisa de cinema , 3 pavimentos, toda envidraçada, linda, tem aproximadamente 40 metros de comprimento. A piscina é quase semi-olimpica(24 m de comprimento). O campo de futebol(acima da piscina, na sombra) tem uns 50 x 30 m. Tem uma quadra poliesportiva no canto superior esquerdo e uma casa só para os funcionários que tem uns 320 m². No telhado verde entre a casa e a piscina tem uma academia completa. Enfim, eu lembro dos detalhes pois quando fui a essa casa eu tive a real dimensão do quão pobre eu era... kkkkkkkkkk... Foi um choque de realidade... kkkkkkk... Ah... e a vista da lagoa tb é sensacional...
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"Fly me to the moon,
And let me play among the stars" |
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#13 | |
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Oi BRS Eis uns artigo da VEJA Rio e da FEMERJ sobre a rixa quer houve entre vizinhos naquela rua devido ao acesso a' floresta ____________________________________________________ http://veja.abril.com.br/vejarj/1903..._ambiente.html MEIO AMBIENTE Vizinhos vip em guerra - Um muro separa moradores do Jardim Botânico VEJA RIO 19 de março de 2003 Fabio Brisolla André Nazareth/Strana Até a atriz Tônia Carrero entrou na discussão. Uma briga de vizinhos mobiliza cada vez mais moradores de uma área nobre do bairro Jardim Botânico. De um lado estão Pedro Henrique Mariani, presidente do banco BBM, e o empresário Dietrich Batista, irmão de Eike e cunhado de Luma de Oliveira. Cada um deles tem um terreno, com 50.000 metros quadrados, em um valorizado trecho da Rua Lopes Quintas. As duas propriedades davam acesso à trilha que leva a uma cachoeira na Floresta da Tijuca. Mas atualmente está em construção a última parte do muro de 3 metros de altura que impede definitivamente a circulação pelos terrenos de Batista e Mariani e, portanto, pela tal trilha. Do outro lado estão os descontentes com a decisão de impedir o acesso à floresta naquele trecho. O ator Pedro Cardoso, a jornalista Diléa Frate (redatora do Programa do Jô) e o agitador cultural Perfeito Fortuna foram os primeiros a reclamar. O coro, no entanto, aumentou. O músico Pedro Luís, a artista plástica Marília Kranz e Tônia Carrero subiram a Lopes Quintas, na semana passada, para protestar com um grupo de moradores. Não é só bate-boca. O Ministério Público instaurou inquérito para apurar a legalidade da construção de um muro em propriedade privada mas que impede a passagem por trilha em parque público. "É uma violência impedir o acesso das pessoas a um bem público. É a mesma coisa que vetar o acesso à praia", compara Marília Kranz, há quarenta anos moradora do bairro. Ela costumava caminhar pela trilha quando havia passagem pela Rua Sara Vilela, aliás outro foco da polêmica. A propriedade de Mariani se estende da Sara Vilela até a Lopes Quintas. No meio de sua propriedade, está a de Batista. Por isso, ele utiliza a área de Mariani para chegar em casa. Em 1998, surgiu na Rua Lopes Quintas o primeiro paredão. Mariani pagou o muro, e Batista instalou no terreno do amigo o portão de acesso a sua residência. No ano seguinte, Mariani ergueu outro muro e um grande portão na Rua Sara Vilela. Restavam ainda 50 metros na Lopes Quintas, trecho pertencente ao terreno de Batista. A última muralha começou a ser erguida em janeiro. "A cachoeira pertence ao parque, mas passará a ser deles porque ninguém mais terá acesso", protesta Diléa Frate. "Ela tem um muro enorme na frente de casa. Por que não posso ter o meu?", contesta Batista, após lembrar que sua residência foi assaltada duas vezes. O cunhado de Luma faz questão de lembrar que o desentendimento com a vizinha é coisa antiga. "Ela jogou o entulho da reforma que fez na casa em cima da minha mureta. Fui tentar conversar e acabei sendo xingado. Assim começou nossa amizade", ironiza. Diléa nega a ocorrência do episódio. A discussão chegou a tal ponto que conta até mesmo com a interferência de ONGs como o Grupo Ação Ecológica (GAE). "Não é necessário derrubar o muro, mas simplesmente garantir um acesso ao público", contemporiza Daniela Pires de Albuquerque, advogada do GAE. Batista e Mariani defendem o muro com uma dezena de mapas e documentos, inclusive a licença da Secretaria Municipal de Urbanismo para a construção da parede. Os dois ressaltam ainda a existência de um outro acesso à trilha localizado em um terreno do Ibama, na Rua Senador Simonsen. "O que não faz sentido é exigir passagem por dentro de uma propriedade privada quando existe a opção de acesso em área pública", pondera Mariani. "Estão querendo pôr lenha na fogueira, mas não há o que queimar", diz Batista. A discussão que começou com o muro já invadiu as propriedades. Uma diligência com representantes do Ministério Público, da prefeitura e do Ibama vistoriou os dois terrenos e constatou uma captação irregular de água do rio para as duas residências, dentro dos limites do parque. Cada proprietário foi multado em 25.000 reais. Mariani e Batista também foram autuados por não terem licença para a construção de um muro ao redor de uma caixa-d'água. Mais duas multas de 25.000 reais. "Recebi uma multa num sábado de Carnaval e outra na sexta-feira de Carnaval. É a primeira vez que vejo funcionários públicos tão dedicados e eficientes", ironiza Mariani. Ele alega estar sendo vítima de uma campanha organizada por uma minoria, influente, de moradores. "O Rio já é uma cidade tão sitiada socialmente. As pessoas não podem ser privadas de usufruir um local como esse", reclama o músico Pedro Luís. Tônia Carrero segue um discurso conciliador. "Eles têm um interesse e nós temos outro. Temos de tentar encontrar um equilíbrio entre a parte pública e a parte privada", resumiu a atriz durante o protesto. "Soube que a Tônia Carrero esteve por lá. Disseram que ela chegou sem saber do que se tratava", diz Mariani. Briga de vizinho é assim... Só muda o endereço. ___________________________________________________ http://www.femerj.org/departamentos/...so_sumare.html DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE Processo de Acesso às Aderências do Sumaré (Rua Sara Vilela) Há décadas que os montanhistas da cidade do Rio de Janeiro freqüentam uma trilha que liga o Bairro do Jardim Botânico à Estrada das Paineiras. Este percurso, repetido, ao longo de todos esses anos por milhares de adeptos deste esporte, também dá acesso à Cachoeira dos Macacos no rio Cabeça, e, mais recentemente, a partir da primeira metade da década de 80, a diversas vias de escalada em rocha no vizinho Morro do Sumaré. Por fim, aquele também é o acesso à uma estrutura de captação e tratamento de água da CEDAE. A trilha começa a partir da pequena estrada de terra que constitui o prolongamento natural da Rua Sara Vilela, naquele bairro, onde existem diversas mansões. No final da rua Sara Vilela, onde começa a trilha, há um terreno de propriedade do banqueiro Sr. Pedro Mariani. No início de 1998, este senhor fechou a aludida estrada de terra com um portão baixo, o que permitia, de certa forma, que os habituais freqüentadores continuassem a passar pelo local, ainda que os empregados do proprietário tentassem impedir. Mais tarde, o Sr. Mariani construiu um imenso muro de pedras no local exato onde a rua Sara Vilela, que é calçada com paralelepípedos, passa a ser de terra, e colocou um alto portão de ferro, porteiro eletrônico e, ainda, uma numeração de casa. Este gesto afronta o direito cidadão de ir e vir, em especial dos amantes da natureza e dos esportes a ela relacionados, - dos quais a Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro – FEMERJ, representa oficialmente expressiva parcela. Convém mencionar que tomamos conhecimento da existência de um processo administrativo que tramita na Secretaria Municipal de Meio Ambiente SMAC sob o n.º 14/002489/98, através do qual apura–se a regularidade da construção daquele muro, mas que até o presente momento não gerou qualquer efeito concreto. Os documentos cadastrais, cartográficos e urbanísticos (junto à U/CPU/DAN – Pals 27.017 e 29.529) acostados aos autos do processo em questão indicam que foi estabelecida uma "servidão de passagem" na gleba vizinha remanescente, a partir do prolongamento do eixo da rua Sara Vilela (logradouro público CoD. 10.328, em sua extremidade norte/nordeste) atravessando uma área remanescente pertencente aos mesmos proprietários da Rua Lopes Quintas n.º 219. Ou seja, que estamos tratando, de fato, de uma via pública e de longa data reconhecida e utilizada como tal. O fechamento daquela trilha de caminhada representa um prejuízo incalculável para caminhantes e escaladores, pois impede o acesso de montanhistas, turistas e demais usuários a um dos cenários mais importantes da cidade do Rio de Janeiro. Aliás, foi lembrado pelo engenheiro agrônomo Marcus Vinícius Carrasqueira, em parecer juntado aos autos do processo em epígrafe, que trata–se de uma trilha de grande valor ambiental, construída em 1870 e incorporada aos mapas oficiais da cidade em 1992. Vale ainda lembrar que o antigo Diretor do Parque Nacional da Tijuca, Pedro da Cunha e Menezes, indica, na página 65 do livro "Trilhas do Rio", de sua autoria, o acesso ao antigo Hotel das Paineiras pelo Vale do Rio Cabeça : "Para chegar ao início do caminho, entre na rua Lopes Quintas, vire à esquerda na Rua Visconde de Itaúna, à direita, na rua Jorge Gouveia e à direita de novo, na Rua Sara Vilela. Entre onde acaba a rua Sara Vilela, em uma estrada de terra às vezes fechada por uma corrente, à direita de um portão de ferro (grifo nosso)." O autor continua ainda por três páginas, relatando os aspectos históricos e culturais da região, que encontram–se com seu acesso impedido pelo proprietários das redondezas. Tentamos, em mais de uma oportunidade, através do diálogo e de forma amigável, que os Srs. Pedro Mariani e Dietrich Batista recuassem de sua decisão, mas em vão. O Sr. Batista chegou e conversar com alguns montanhistas, mas nada efetivo fez ou prometeu, e o Sr. Mariani jamais se dignou a nos conceder a sua atenção. Destarte, como os contatos com os (pseudo) proprietários da área se revelaram inúteis, e como na esfera administrativa também não obtivemos sucesso na reversão do que acreditamos ser uma flagrante ilegalidade, rogamos ao Ministério Público que investigue os fatos relatados através de procedimento administrativo próprio e que, confirmadas nossas afirmações, adote as medidas cabíveis para restabelecer, o mais rápido possível, o legítimo direito de ir e vir de cidadãos que nada mais querem se não a prática de um esporte saudável, em contato direto com a natureza, eventualmente propondo, se couber, medidas punitivas contra aqueles que, em tese, teriam praticado ostensivo esbulho contra o patrimônio público. Andamento do Processo Ata da FEMERJ dia 31/10/2000 "Foi apresentado o Ofício nº 825/SMAC da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, assinado pelo Secretário Municipal de Meio Ambiente, Mauricio Lobo, informando sobre o processo de abertura da trilha Horto-Paineiras, cujo nº é 14/002-439/98". Ata da FEMERJ dia 27/03/2001 "O Processo Sara Vilela foi encaminhado ao Ministério Público para o setor de Cidadania e para o setor de Meio- Ambiente". Ata da FEMERJ 24/04/2001 "Processo Sara Vilela: Foi realizada uma reunião com Carlos Henrique, Superintendente do IBAMA, representante dos moradores funcionários do IBAMA, André Ilha Bernardo Collares e Gustavo Sampaio, na qual iniciou-se um acordo afim de liberar, provisoriamente, o acesso pelo terreno do IBAMA, pela rua Senador Simonsen, mediante a apresentação da carteira da FEMERJ, até que seja liberada a abertura definitiva do acesso na rua Sara Vilela". Ata da FEMERJ dia 29/05/2001 "Sara Vilela: Fomos informados que a trilha oferecida pelo Ibama passa muito perto de fios de alta tensão. Será marcada uma reunião com a Light para saber quais os perigos inerentes. André Ilha alerta que alguém deve acompanhar o processo junto ao IPHAN". Ata FEMERJ dia 25/9/2001 "O processo do caso "Sara Vilela" que estava no IPHAN já retornou para a prefeitura. O Bernardo irá lá para ver a situação atual do processo". Last edited by Luca_Rome; May 2nd, 2011 at 01:22 PM. |
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http://www.flickr.com/photos/nosdamontanha/12637965/ Eu adoro wikimapia (que usa os mapas de Google Earth/Maps) Last edited by Luca_Rome; May 2nd, 2011 at 01:33 PM. |
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![]() ![]() Eu conheço bem o Alto Jardim Botânico, e conheço bem também a Cachoeira dos Primatas (que nas reportagens acima é citada com o nome de Cachoeira dos Macacos). O fato é que a cachoeira até hoje é de livre acesso (posso guiar quem tiver interesse), e fica bem longe, mas bem longe da gigantesca propriedade junto à pedreira cuja foto brsmartinez postou. |
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#16 | |
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Você por acaso tirou fotos do interior da propriedade? Eu somente tenho fotos do portão de acesso. ![]()
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#17 | |
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Eis um artigo que ja' postei no SSC ________________________________ http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010...-915542670.asp Calor e praias lotadas levam cada vez mais cariocas a procurarem cachoeiras do Parque Nacional da Tijuca O Globo 16/01/2010 Taís Mendes RIO - O carioca que, na semana passada, amargou temperaturas superiores a 40 graus, tem o privilégio de ter no quintal de casa a maior floresta urbana replantada do mundo, com centenas de cachoeiras e cascatas, hoje disputadas por quem quer fugir das praias lotadas. São tantas que, num único bairro, o Jardim Botânico, repórteres do GLOBO mapearam 11 delas: na beira da estrada ou com acesso por trilhas, as cachoeiras viraram refúgios do calor escaldante do verão. Elas são tão disputadas que, em plena quarta-feira passada, a trilha para a Cachoeira do Chuveiro, uma das mais belas da região, estava lotada de banhistas. O acesso é íngreme e cansativo, mas vale o sacrifício dos 150 metros de trilha sobre raízes de árvores e escaladas por pedras com o auxílio de correntes. A Cachoeira do Chuveiro, com uma queda de dez metros e piscinas naturais, fica no Rio do Pai Ricardo, um afluente do Rio dos Macacos, no Horto, e tem acesso pela Estrada Dona Castorina, na subida para a Vista Chinesa. É uma das mais concorridas, ficando lotada nos dias de sol. Antes de se aventurar na trilha cheia de obstáculos, vale um mergulho na Represa do Quebra, que fica na beira da estrada. Lá, a concentração maior é de famílias com crianças pequenas. Meia hora de trilha até a mais distante Seguindo a Estrada Dona Castorina, há uma sequência de quatro cachoeiras, menos concorridas, ideais para quem quer sossego. O acesso por trilha tem cerca de 400 metros e não apresenta dificuldades. Mas é no fim da Rua Sara Vilela que se chega ao acesso da Cachoeira dos Primatas, na Serra da Carioca. Entre as 11, é a mais distante do asfalto - a caminhada por uma trilha de 510 metros dura cerca de meia hora - mas, nem por isso, menos concorrida. Na altura do número 131 da Estrada Dona Castorina, uma pequena trilha de cerca de 150 metros dá acesso a uma das mais belas cachoeiras da região: a da Gruta ou da Caverna. Para chegar ali é preciso ultrapassar um canal e seguir por rochas à beira do rio. A pequena cachoeira é a preferida pelos jovens. Menos conhecida, a pequena Cachoeira do Santinho, no final da Rua Faro, no Jardim Botânico, também é uma das preferidas dos adolescentes. A trilha, com acesso numa vila de pensionistas do Ibama na Rua Senador Simonsen, revela preciosidades históricas e contrastes. Ao longo do caminho de pedras, aberto por escravos para a construção do antigo aqueduto da cidade, é possível ver também um sistema já desativado da Cedae, com canos de ferro, e, correndo ao lado, um "gato" de água, feito com canos de diâmetro menor, com perfurações ao longo dos 150 metros da trilha. Bernardo Issa, chefe do Parque Nacional da Tijuca, diz que a Cachoeira do Santinho está fora dos limites do parque, mas será revitalizada para incentivar o turismo: - Vamos revitalizar a trilha, que é do tempo do Império e dá acesso até as Paineiras. O chefe do parque alerta que as águas das cachoeiras da floresta estão próprias para banho, mas não devem ser bebidas. Além disso, o visitante deve ficar atento para as recomendações: não usar sabonete na cachoeiras, não levar animais, não deixar lixo e não tocar nas plantas e bichos. - Outra recomendação é evitar grupos grandes. Não recomendamos que o turista vá sozinho, mas que dê preferência a grupos pequenos - recomendou Issa, ressaltando que não há relatos de problemas com segurança.
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#18 |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
Location: Rio de Janeiro
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![]() ![]() Luca, abaixo duas fotos minhas da cachoeira dos Macacos, que fica juntinho à Estrada Dona Castorina, mencionada na reportagem acima. ![]() ![]() Luca, você já conhece a Estrada da Vista Chinesa e a Estrada Dona Castorina? Se não conhece, não gostaria de participar do passeio que vai ocorrer agora no Sábado, dia 7 de maio? Irão participar da caminhada eu, Márcio Carioca, Aleochi e o Xicaumrio. Você não gostaria de se juntar a nós? No nosso passeio de Sábado iremos passear pelas cachoeiras acima. Acompanhe todas as tratativas envolvendo no passeio no thread ENCONTRO RIO DE JANEIRO, endereço http://www.skyscrapercity.com/showth...93274&page=171 |
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DENNAB
Join Date: Mar 2010
Location: Rio de Janeiro
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Bom, já creditei a imagem. |
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#20 | |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
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Mais um thread http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1371749 |
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| elite, luxo, mansões, rio de janeiro |
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