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#121 |
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Belém - Pará
Join Date: Mar 2011
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Qual o perfil do consumidor paraense?
Que variáveis influenciam o nosso comportamento no momento da compra? O que nos motiva a escolher determinado produto? O Projeto "Observatorium: grupo de estudos interdisciplinares sobre o imaginário do consumidor paraense" foi elaborado para responder a essas e a outras questões. O Projeto procura analisar as condutas humanas relacionadas ao consumo de bens, tangíveis e não tangíveis, e entender como as determinantes culturais, sociais, pessoais e psicológicas influenciam no planejamento e na ação de compra das pessoas. Estudos sobre o comportamento do consumidor só existiam em nível global. "O fato de não haver pesquisas acadêmicas na área de atuação publicitária, sobretudo no que diz respeito a entender os desejos que permeiam o imaginário coletivo paraense, foi fator decisivo para a criação do Projeto e pela aprovação dele no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)", afirma a professora Scarleth O’hara, coordenadora do Projeto. Pesquisas indicam que hoje, no Pará, o setor de comércio de varejo tornou-se mais competitivo nos últimos anos. Deste modo, o consumo no Estado vem crescendo de maneira acelerada e pode tornar-se objeto de estudo. É por esse motivo que o conteúdo trabalhado no Projeto faz parte de uma das disciplinas da habilitação de Publicidade e Propaganda do curso de Comunicação Social da UFPA. Por mais que tenha sido o primeiro projeto de pesquisa da Faculdade de Comunicação, na área de Publicidade e Propaganda, aprovado pelo CNPq, as pessoas ainda duvidam da importância dos resultados, porque "ainda é difícil acreditar que publicitário faça pesquisa acadêmica. Esta é uma profissão sempre voltada para o mercado", pondera Scarleth O’hara. A professora garante que, por mais que esses resultados venham servir ao mercado, a pesquisa não está pautada em acordos com empresas, pois, desta forma, os estudos ficariam comprometidos com alguma política empresarial. Proposta multidisciplinar conta com apoio internacional A previsão é que as atividades do Projeto sejam concluídas em julho deste ano. Por entender que este é um tema inter e multidisciplinar, Scarleth O’hara conta com a colaboração de docentes da Faculdade de Comunicação, à qual ela e o Projeto estão vinculados, de docentes de outras faculdades da UFPA e do professor Gotzon Madariaga, da Universidade Del País Vasco, na Espanha. Ao todo, são dez linhas de pesquisa que terão como fator comum estarem embasadas na cultura paraense. As categorias buscam entender desde as variáveis situacionais até as megatendências paraenses de consumo e o nível de fidelidade à marca. De modo geral, o Projeto Obsevartorium pretende analisar a "paixão" que move os consumidores/torcedores pelos times locais belenenses, como Remo e Paysandu; mapear as lojas da web e o mercado GLS ou pinkmoney na região; avaliar a inserção de políticas de responsabilidade social e ambiental nas empresas; analisar as reações pós- -compra; compreender as mudanças de hábitos de homens e mulheres no ato da compra; estudar a região amazônica como marca e mercadoria; observar o fenômeno musical mercadológico - o tecnobrega; averiguar as perspectivas psicológicas do consumidor paraense e investigar os hábitos de consumo em momentos específicos, como datas comemorativas. Diante da escassez de recursos – humanos e financeiros –, não há a possibilidade de desenvolver as dez linhas de pesquisa ao mesmo tempo. Por isso a escolha da abordagem vai surgindo de acordo com o objeto de estudo. "Além disso, há a orientação de TCC's e a exibição de filmes que retratam temas de consumo e comportamento, seguida de roda de discussão", acrescenta a professora. Outra dificuldade diz respeito ao referencial bibliográfico sobre o assunto, o qual é raro e, quando disponível, está em língua estrangeira. Primeiras análises devem privilegiar aspectos culturais Segundo a professora Scarleth O’hara, o aspecto antropológico é o que mais pesa na hora de estudar os hábitos de consumo da população paraense. Com uma forte herança portuguesa e indígena, o Pará possui um hibridismo cultural interessante, que interfere, sem dúvida, no modo como o paraense se porta diante da compra. "Talvez em um próximo momento, poderíamos dar maior ênfase na questão psicanalítica. Mas, por agora, resolvemos estudar o que está mais latente", diz a coordenadora. A professora ressalta que há casos extraordinários nessa relação de consumo e cultura, os quais podem trazer resultados significativos. Um exemplo é a substituição de produtos na gastronomia paraense. Há tempos, já é possível perceber que o famoso pato que acompanha o tucupi, na época do Círio, está sendo trocado pelo peru. "Mudar o principal ingrediente de um prato típico do Estado, consumido na principal festa e manifestação cultural paraense, não é fácil", avalia a professora, enaltecendo a estratégia de marketing bem sucedida da empresa de alimentos frigoríficos. A professora lembra que, ao chegar a Belém, passou a observar os hábitos alimentares do paraense, comparando-os com os de São Paulo, Estado onde nasceu. "Mas eu não tenho um olhar forasteiro e analítico, aprendi a amar e a entender a cultura paraense. E o fato de não ser daqui me ajuda a detectar os traços culturais com maior facilidade e isso, para a pesquisa, é extremamente importante", afirma. Para Scarleth O’hara, a Amazônia é vista no mundo como algo à parte do Brasil. E, no Brasil, o Pará é visto como algo à parte da Amazônia. "Então, aqui, tudo possui uma aura única, diferente. É, no mínimo, instigante pensar que existe uma cultura forte e que pode ser estudada dentro da Academia", conclui a coordenadora. http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/i...midor-paraense |
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#122 |
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Belém - Pará
Join Date: Mar 2011
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#123 |
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And party and bullshit
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![]() ê brincadeira pow. foi uma irônia pra quem disse que se houvesse petróleo poderia dividir.
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Belém do Pará
A Metrópole da Amazônia rumo aos 400 anos (1616 - 2016) |
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#124 | ||
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Belém -Pa
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#125 |
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And party and bullshit
Join Date: Jan 2010
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Agora Carajás e Tapajós vão querer os royalts do pré-sal.. [brincadeira ok]
ou do jeito que os políticos são, vão subir um pouquinho no mapa e querer criar o Estado do Atlântico.. kkk
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Belém do Pará
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#126 | |
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Belém do Pará
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#127 |
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Belém do Pará
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Fiquei sabendo que a Prodepa vai implantar novas redes metro em Castanhal, Santarém e Marabá. Pra quem não sabe hoje há em Belém uma rede de fibra óptica que interliga as principais instituições de ensino superior e órgão públicos e privados com uma velocidade de transmissão altíssima. A particularidade da rede metropolitana de Belém é que ela tem a topologia em anel, assim se uma parte da fibra for rompida a comunicação pode ser feita pelo caminho inverso. Será implantada nessas cidades uma rede semelhante a que já existe em Belém. Nesta quinta feira o presidente da Prodepa Theo Pires vai se reunir com os órgãos do estado para definir os pontos onde essa rede será implantada. Hoje essas cidades já são atendidas pelo programa Navegapará, mas possuem uma infraestrutura muito deficitária e frágil. A fibra que sai de Belém chega a essas regiões utilizando-se das torres de transmissão de energia da Eletronorte, quando chega a cidade destino é transmitida a antenas de transmissão. Com a implantação de novas redes metro a comunicação será feita através de um anel de fibra ótica. É um passo muito importante para o fortalecimento do interior do estado.
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#128 |
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Belém do Pará
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Feira da Indústria terá exposição e desfiles de joias artesanais do Pará
![]() O colar "Vestígios", do joalheiro Argemiro Muñoz, também integra a coletânea de joias que será lançada na Feira da Indústria As joias artesanais produzidas pelos profissionais vinculados ao Polo Joalheiro participarão em dois estandes da 10ª Feira da Indústria do Pará (Fipa), que será aberta nesta quarta-feira (18), no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. Promovida pela Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), a Fipa estará aberta ao público de 17 às 22h, até o próximo sábado (21), com ingressos a R$ 5,00. As peças estarão expostas no estande do Sebrae-PA, no Espaço São José Liberto/setor de gemas e joias, junto com outros projetos apoiados pela instituição, e no estande do governo do Estado, ao lado de produtos representativos de vários segmentos da indústria local. Além desses espaços, as joias integram a coletânea de peças das quatro coleções lançadas na feira Pará Expojoia – Amazônia Design, de 2007 a 2010. A coletânea, que será lançada na Fipa, reúne 73 peças, entre colares, brincos, anéis, pingentes e braceletes, confeccionados em ouro, prata, gemas minerais e gemas orgânicas, como fibras, argila, chifre e madeira, além de materiais alternativos, usados na técnica incrustação paraense (caulim), e lentes de óculos. Coleções As peças escolhidas integram as coleções “O Encanto da Criação Amazônica”, de 2007; “A Poesia das Águas Amazônicas”, de 2008; “O Universo do Lugar”, de 2009, e “O Luxo da Cultura e da Natureza Amazônica”, lançada em 2010. Nos dias 18 e 19 (quarta e quinta), as peças serão mostradas, no espaço da Fipa, em desfile organizado por Felícia Assmar Maia, a partir de 20h. Participam da coletânea peças produzidas pelas empresas Amazon Art Joias, Amazonita, Amorimendes, Danatureza, D’Sales, HS Criações, Joiartmiro, L&B Joias, Montenegro’s, Ourama, Ourogema e da Loja UNA, que reúne os pequenos produtores do Polo Joalheiro. A publicação é uma parceria da Ajepa (Associação dos Joalheiros do Espaço São José Liberto no Pará), Sebrae-PA, Instituto de Gemas e Joias da Amazônia (Igama) e governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect). No estande do governo do Estado também haverá joias da coleção “O Luxo da Cultura e da Natureza Amazônia”, e da coleção “Anima Mundi”, inspirada na simbologia universal da serpente, e outras joias comercializadas na Loja UNA. Serviço: Desfiles de joias artesanais paraenses na 10ª Fipa. Dias: 18 (quarta) e 19 (quinta), às 20h, no espaço da feira, no Hangar. Exposição das joias nos estandes do Sebrae-PA e do governo do Estado nos quatro dias da feira, de 18 a 21 de maio, de 17 às 22h. Entrada: R$ 5,00. Ascom/Igama http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=77061 |
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Belém do Pará
Join Date: Aug 2009
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Navegapará ganha reconhecimento em congresso internacional
O programa Navegapará, de inclusão digital, foi apresentado no Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (CONSEGI), realizado em Brasília entre os dias 11 e 13 de maio, na Escola de Administração Fazendária (ESAF). O evento teve como tema central a "Inclusão digital e a gestão de informações qualificadas para aplicação das políticas públicas". A plataforma do projeto foi exibida no dia 12 de maio pelo assessor da presidência da Prodepa, Tiago Cardoso.
Há uma forte intenção no Governo Federal, com a criação do programa Rede Brasil Digital, de coletar informações dos projetos estaduais visando a formação de um grande banco de dados que possa fornecer uma visão uniforme do cenário da Inclusão Digital no Brasil. Para que isso aconteça, é importante que os Estados interajam com o cidadão e façam, dentro dos programas de inclusão, o controle de dados dos usuários. A oportunidade de expor a experiência e resultados em relação à coleta de dados e gestão das informações para políticas públicas foi dada para o Navegapará pelo fato de ser o único programa que cadastra, controla e coleta, de forma centralizada, através de um sistema de software livre e via web, um banco de dados único. O diferencial apresentado pelo programa é a forma de acesso. Somente usuários cadastrados, com seu devido login e senha, podem ter acesso aos serviços. Isso cria um banco de dados consistente e volumoso. A palestra apresentada pelo assessor chamou a atenção de líderes de outros projetos, que fizeram perguntas sobre a implantação, qualidade do link e de acesso via rádio. Representantes de Estado e do Governo Federal puderam conferir a eficácia de trabalhar com banda larga, utilizando fibras e enlaces de rádio. O programa Navegapará foi bastante elogiado no evento pela sua eficiência. Na Região Norte está uma das bandas largas mais escassas e caras do País e, mesmo assim, o programa atua em duas frentes paralelas: de ações estruturantes que garantem acesso às camadas mais necessitadas e de inclusão digital para todos. Antônio Mokarzel - Ascom/Prodepa http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=77098 |
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#130 | |
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Papão da Amazônia
Join Date: Oct 2009
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Terra de ricas florestas
Join Date: Nov 2009
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I ♥ Belém Carajás - Amazônia - Brasil
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#132 |
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Terra de ricas florestas
Join Date: Nov 2009
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Yamada e Líder as maiores e mais poderosas varejistas da Região..., se fosse levado em conta a elegância e o conforto das lojas, seriam as primeiras da lista...
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I ♥ Belém Carajás - Amazônia - Brasil
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#133 | |
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/lixa
Join Date: Dec 2008
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Quando eu fazia cefet eu tive a matéria "design de jóias", que por sinal era um saco, mas pelo menos fiquei sabendo o tanto de talentos que nosso estado possui
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#134 |
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Belém do Pará
Join Date: Aug 2009
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Este é o século da gastronomia amazónica
Portugal com papel central na projecção internacional desta cozinha
A gastronomia amazónica é considerada pelos grandes chefs mundiais como aquela que vai marcar o século XXI. Contudo, falta-lhe ainda “ciência” e projecção internacional, sendo que Portugal poderá desempenhar um papel primordial nesse sentido. “A Amazónia, pela sua contingência geográfica, ainda está muito afastada do mundo e a ponte para o mercado internacional pode ser feita por Portugal graças à relação intercultural e histórica”, declarou ao Ciência Hoje, Álvaro Espírito Santo, investigador brasileiro que está a fazer, na Universidade de Coimbra (UC), o doutoramento com um estudo sobre viagens e sabores nesta região brasileira, focada nos territórios do turismo gastronómico em Belém do Pará. Na opinião do investigador, esta gastronomia tem “todo o potencial” para se expandir, nomeadamente graças aos ingredientes que são exlusivos da região e cuja diversidade ainda não é totalmente conhecida da gastronomia gourmet internacional. “Há uma propensão pelo que é diferente e as cozinhas que apresentam inovação estão na ordem do dia”, destacou, acrescentando que os mais reputados especialistas mundiais consideram-na a mais original do Brasil. No entanto, o incremento da culinária amazónica ao nível internacional será difícil enquanto não lhe for acrescentada uma “pitada” de ciência e tecnologia de optimização. “Os chefs de cozinha da região não dominam a técnica da alta gastronomia”, lamentou o brasileiro, acrescentando que “Portugal poderia dar-lhes acesso ao conhecimento relacionado com a tecnologia envolvida na apresentação dos pratos, que são voltados para a composição química”. Estas são características presentes na alta gastronomia - “uma realidade europeia” - mas ainda em falta na Amazónia. “Os nossos chefs são mais instintivos do que científicos, pelo que pretendemos unir o instinto à ciência”, explicou. Álvaro Espírito Santo acredita que este passo será fundamental para a projecção da gastronomia amazónica na Europa e no mundo. Por sua vez, esta exploração culinária poderia “tornar a gastronomia num motor de desenvolvimento sustentável da região”, sem pôr em causa a sua integridade. “O cultivo dos produtos é feito por pequenos agricultores que não têm a intenção de destruir a floresta, apenas estimular o seu desenvolvimento”, pelo que esta visibilidade poderia benificiá-los, considerou o investigador. Além disso, a Amazónia é uma região onde há grande quantidade de produtos com efeitos medicinais, sendo que alguns chefs têm-nos usado na confecção de pratos, embora não seja uma prática ainda muito comum e desenvolvida. Segundo o doutorando de Coimbra, “é possível que algumas experiências conciliem a gastronomia com a saúde. São experiências que já foram desenvolvidas mas não estão estruturadas nem difundidas”. Portugal é a porta para o mundo Belém do Pará, onde se centra a investigação de Álvaro Espírito Santo, foi fundada em 1616 por portugueses. A colonização e a convivência provocou este intercâmbio de duas culturas distintas, às quais se juntou a africana. “Não há como negar a influência portuguesa na história da gastronomia”, frisou, dando como exemplo disso a maniçoba, um prato inspirado na sopa de pedra portuguesa, que foi assim “tropicalizada”. Mandioca é a base da gastronomia amazónica Todos os ingredientes portugueses estão presentes, excepto o feijão, que é substituido pela folha de maniva, uma espécie selvagem de mandioca, “mas a técnica da sopa de pedra está lá”. Tendo em conta a forte interculturalidade na gastronomia luso- amazónica, o também professor da Universidade Federal do Pará quer apostar na promoção desta nova parceria, em que ambas as cozinhas podem beneficiar. A mandioca é, aliás, o alimento chave desta gastronomia e alguns dos seus subprodutos - como o tucupi e o arubé - “têm potencialidade para serem utilizados a nível internacional”. O tucupi, “um sumo da mandioca” pode tornar-se no Shoyo (molho de soja) do século XXI, enquanto o arubé, uma pasta idêntica à mostarda é também considerado um produto a incluir na gastronomia gourmet internacional. http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49077&op=all |
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#135 |
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And party and bullshit
Join Date: Jan 2010
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não seriam não!! kk as lojas da Condor são anos luz melhor! kk
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Belém do Pará
A Metrópole da Amazônia rumo aos 400 anos (1616 - 2016) |
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#136 |
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/lixa
Join Date: Dec 2008
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![]() ![]() Poha, a yamada é super trash!! odeio ter que ir lá. Quando posso vou sempre no líder, que acho o melhor de todos. A yamada é desorganizada e suja --'
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#137 | |
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Registered User
Join Date: Jan 2007
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Last edited by Bombexx; May 19th, 2011 at 01:40 AM. |
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#139 | |
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Carioca
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PARÁ - OBRA-PRIMA DA AMAZÔNIA |
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#140 |
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Papão da Amazônia
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