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#81 | |
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In the brig
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Campo de atuação para físicos é muito extenso, ótimo exemplo.
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#82 | |
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In the brig
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http://www.ufmg.br/online/arquivos/020886.shtml |
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JK - O Presidente
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Biocor vai construir 100 leitos
Taxa média de ocupação do hospital está acima de 90% e, muitas vezes, chega a 100%. JULIA DUARTE. DIVULGAÇÃO O hospital contará com mais um pavimento O Biocor Instituto, localizado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), está ampliando as instalações. Ao todo, serão investidos R$ 50 milhões. Em um ano, serão inaugurados 100 apartamentos. Atualmente, são 265 leitos. A taxa média de ocupação do Biocor está acima de 90%, sendo que, nos apartamentos, esse índice chega, em alguns períodos, a 100%. aixão afirma que o projeto de expansão é uma resposta à crescente demanda da sociedade. "A média de ocupação está acima de 90%, sendo que, em determinadas situações, os apartamentos ficam todos ocupados." O Biocor possui, hoje, 265 leitos entre enfermaria, Centro de Terapia Intensiva (CTI), observação e apartamentos. completa no link:www.diariodocomercio.com.br |
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#84 |
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JK - O Presidente
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Fábrica de invenções
UFMG ultrapassa Unicamp em número de patentes e se transforma em um dos mais importantes centros de pesquisa e tecnologia do país Por João Pombo Barile Enquanto a federal mineira fez 61 pedidos em 2010, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), na paulista foram 52 depósitos. Nove a mais. O número merece ser comemorado. Ele representa uma mudança significativa no paradigma da maior universidade do estado. Afinal de contas, a Unicamp é a grande referência nacional para produção tecnológica, tendo sido a maior possuidora de patentes no Brasil no período de 1999 a 2003. “Na área de patentes, nossa universidade manteve, no ano passado, uma posição de destaque. Fechamos 2010 com 500 pedidos de patente, dos quais 362 correspondentes a patentes nacionais e 138 a patentes internacionais”, afirma o reitor da UFMG, Clélio Campolina. “Nossa intenção é seguir a mesma interação com o meio privado que marcou as universidades norte-americanas da região do Vale do Silício e que também foi seguida pela Unicamp, nos anos 1980, e pela USP (Universidade de São Paulo), mais recentemente”, explica. ![]() ![]() E as boas notícias não param aí: além dos 61 pedidos de patente (um aumento considerável se comparado ao ano de 2009, quando foram depositados 45 pedidos) houve, no ano passado, um pedido de proteção de desenho industrial, oito pedidos de marca e um de software. Além disso, foram assinados quatro licenciamentos de tecnologia em 2010 que irão gerar royalties para a UFMG. Notícia completa no link:http://www.revistaencontro.com.br/re...invencoes.html |
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#85 |
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In the brig
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![]() Legal a notícia, mas armadilha para mosquito é foda. Se isso é o que de mais relevante estamos produzindo, o Brasil está ferrado, na boa! E a cara do Clélio Campolina, parece que está num buteco pedindo mais uma ... ![]()
Last edited by Julio Rocha; September 24th, 2011 at 08:08 PM. |
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JK - O Presidente
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Realmente concordo com voce num determinado ponto (apesar de alguns chamarem isso de ceticismo, negativismo, baixo astral, etç): mesmo no eixo São Paulo, Rio, Campinas, etç, ( com suas imensas verbas federais, e estaduais) etç, ainda não vimos uma pesquisa, uma produção científica contínua, constante e ou algo que nos inscreva no mundo científico mundial...podem chamar de baixo astralismo, mas voce tá certo! Last edited by GIM; September 25th, 2011 at 01:04 AM. |
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In the brig
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![]() A causa dessa explosão nos casos de dengue é um desequilíbrio ecológico. Pesquisadores temem o desmatamento da Amazônia por não saberem o que pode sair dali. Vai que saí um mosquitinho vetor de um vírus mais letal que a dengue? Mas então, já que não há intenção alguma de se tratar a causa vamos pelo menos tratar o efeito de forma eficiente. A armadilha pode reduzir os casos da doença mas não vai impedir que ocorram. Eu fico com a sensação que não há foco na pesquisa científica. A maior parte das pesquisas são feitas em universidades, que por definição, devem abordar todas as áreas do conhecimento. Com diz o ditado popular: Quem é "pau pra toda obra" não é mestre em nenhuma. Hoje em dia há muita interdisciplinaridade, não teremos problemas de espaço para os muitos "dons" mesmo especificando. A região central de MG poderia muito bem focar em ciências dos materiais, a região sul do estado em eletro-eletrônica, o triângulo mineiro em química e a zona da mata em agrociência, por exemplo. Não estou dizendo que não se deve fazer pesquisa em agro-ciência no sul de MG ou no triângulo mineiro, longe disso, mas a criação de institutos de pesquisa de excelência que levam em conta o que mais se destaca na região. |
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#88 | |
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In the brig
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http://www.ufmg.br/online/arquivos/021024.shtml ou http://revistapesquisa.fapesp.br/?ar...&bd=1&pg=3&lg= |
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#89 |
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In the brig
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![]() Apenas 123 artigos brasileiros tiveram mais 200 citações entre 2001 e 2005. Apenas 5 em MG. O boletim da UFMG ainda publica isso como se fosse bom. Está certo que essa não é lá uma medida das mais confiáveis para validar a qualidade de um trabalho. Mesmo assim acho que deveriamos ter mais trabalhos nessa lista. Mineiro precisa falar mais sobre o que está fazendo, se não fizer propaganda ninguém vai citar mesmo. |
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In the brig
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Meu projeto de doutorado no portal UAI de novo!
![]() A entrevista foi feita com o meu orientador. ![]() Quote:
http://www.em.com.br/app/noticia/tec...-seculos.shtml |
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JK - O Presidente
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#92 | |
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JK - O Presidente
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![]() http://clipping.ideiafixa.com.br/sit...7ba6ce92bf5add |
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#93 |
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In the brig
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![]() Fiquei feliz por estar errado. ![]() Mas não é a solução que eu desejaria. Ainda prefiro a vacina. Uma hora chegamos lá! |
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#94 |
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BH sedia Congresso Internacional de Energia Nuclear na próxima semana
Estado de Minas Publicação: 17/10/2011 08:47 O desenvolvimento da tecnologia nuclear no Brasil e no mundo será tema do Congresso Internacional de Energia Nuclear que será realizado em Belo Horizonte ente os dias 24 e 28 de outubro no Minascentro. Mais de oito mil pessoas devem participar, inclusive membros da comunidade científica internacional e nacional. Matéria Completa: http://www.em.com.br/app/noticia/tec...a-semana.shtml |
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JK - O Presidente
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UFMG pesquisa combustíveis
A Escola de Engenharia da UFMG inaugura hoje o Centro de Tecnologia da Mobilidade, construído em parceria com a Petrobras, com incentivo da Agência Nacional do Petróleo. O projeto demandou aporte de R$ 5 milhões nos últimos cinco anos e ainda serão necessários mais cerca de R$ 10 milhões. Os laboratórios viabilizarão o desenvolvimento de novas formulações de combustíveis. www.diariodocomercio.com.br |
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#96 |
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In the brig
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Wesller Schmidt Imagem de pedaço de concha de mexilhão aumentada em cerca de quatro mil vezes Excelência técnica e apuro estético rendem prêmios a imagens geradas no Centro de Microscopia da UFMG segunda-feira, 31 de outubro de 2011, às 7h17 Imagens produzidas no Centro de Microscopia da UFMG foram premiadas no XXIII Congresso da Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise (SBMM), realizado no Rio de Janeiro este mês. Na categoria Materiais-Microscopia Eletrônica de Transmissão, a vencedora foi a inusitada micrografia da silhueta de um coelho formada pelo arranjo casual de folhas de grafite. O objeto visualizado tem cerca de 50 nanometros – é cerca de mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo – e foi ampliado em aproximadamente 300 mil vezes. ![]() Imagem de folhas de grafite, obtida por Douglas Miquita, foi ampliada em cerca de 300 mil vezes A mesma imagem já havia conquistado o segundo lugar em meados deste ano em concurso internacional promovido pela FEI Company, empresa especializada na fabricação de equipamentos de microscopia. Ela foi obtida pelo pesquisador Douglas Miquita, a partir de amostras de materiais de estudo dos pesquisadores Sérgio de Oliveira e Viviany Geraldo, do Departamento de Física ICEx. O congresso da SBMM premiou, ainda, outra imagem produzida no Centro de Microscopia. Inscrita na categoria Materiais-Microscopia Eletrônica de Varredura, foi produzida pelo técnico Wesller Schmidt, servidor do quadro permanente do Centro. Com o sugestivo título de “geleira”, em analogia aos glaciares antárticos, é uma imagem de concha de mexilhão, obtida a partir de amostras da pesquisa de Arnaldo Nakamura, da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec). O pedaço de concha micrografado tem em torno de 30 micrometros – equivalente à metade da espessura de um fio de cabelo – foi aumentado em aproximadamente quatro mil vezes. Ambas foram coloridas para fins artísticos. Wesller Schmidt também recebeu o prêmio pelo melhor pôster do congresso, com resumo de sua pesquisa de mestrado, em andamento no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) de Minas Gerais, sob orientação de Ivete Peixoto Pinheiro e coorientação de Wagner Nunes Rodrigues, do Departamento de Física do Icex. O trabalho focaliza o estudo e a fabricação de redes de difração para sensores de infravermelho baseados em poços quânticos (QWIP – Quantum Well Infrared Photodetector). Segundo Wesller, o processo de litografia com o Feixe de Íons Focalizados (Focused Ion Beam – FIB) permite a produção de estruturas submicrométricas. Para o desenvolvimento de detectores de infravermelho avançados é preciso fabricar redes de difração com essas dimensões. A proposta do trabalho é obter dados para escolha de processos de texturização a serem utilizados na fabricação dos detectores, em escala industrial. Essa pesquisa tem relação com o trabalho desenvolvido na UFMG no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Nanodispositivos Semicondutores. Para a diretora do Centro, professora Elizabeth Ribeiro da Silva, as premiações evidenciam a qualidade do corpo técnico que atua em uma estrutura considerada uma das melhores na América Latina para esse tipo de atividade. Efeito multiplicador Segundo Nelcy Della Santina Mohalem, que também integra a diretoria, o Centro de Microscopia conta atualmente com número expressivo de usuários de diversos campos do conhecimento associados a 21 programas de pós-graduação da UFMG. “A abrangência e a qualidade desses programas garantem o efeito multiplicador das atividades do Centro, com repercussões importantes na pesquisa básica e aplicada, assim como em setores industriais relevantes para a economia do estado e do país”, comenta. A equipe técnico-científica do Centro é formada por dez professores de diferentes departamentos da UFMG, cinco servidores do quadro permanente, um pesquisador com pós-doutorado, dois contratados pela Petrobras em projeto de pesquisa coordenado pela professora Glaura Goulart Silva, do Departamento de Química do Icex, e estagiários do próprio Centro de Microscopia. De acordo com a diretoria, a equipe terá um incremento significativo com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), “imprescindível para o aprimoramento das atividades do órgão”. A implantação do Centro seguiu plano de metas formulado em 2003. Na primeira etapa, foi construído o prédio, localizado em área de mil metros quadrados na parte extrema do quarteirão 10 do campus Pampulha, perto do Centro de Pesquisas Hidráulicas da Escola de Engenharia. A inauguração foi em setembro de 2006. Órgão suplementar da Universidade, o Centro de Microscopia tem por missão proporcionar infraestrutura multiusuária e interdisciplinar para execução de técnicas de microscopia necessárias à promoção e ao aprimoramento de pesquisas científicas e tecnológicas, com inserção e complementação nas atividades de ensino e extensão. Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/021484.shtml |
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JK - O Presidente
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JK - O Presidente
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Parceria com chineses sinaliza novo patamar da nanotecnologia na UFMG
REPORTAGEM LOCAL. O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Marcos Pimenta, um dos quatro pesquisadores brasileiros à frente do recém-instalado Centro Virtual de Nanotecnologia Brasil-China, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, avalia que a parceria científica inaugurada pelo órgão poderá abrir oportunidade para o país aprender a criar, em escala industrial, dispositivos nanoestruturados. O espaço é resultado de acordo diplomático firmado entre os dois países em ... www.diariodocomercio.com.br |
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JK - O Presidente
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BHTec entrega chaves a empresas que queiram se mudar antes do fim das obras
Empresas terão que se contentar com a falta de internet Frederico Bottrel - Estado de Minas Publicação: 13/11/2011 07:24 Atualização: 13/11/2011 07:29 (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press) ![]() O parque tecnológico de Belo Horizonte não tem internet nem prazo de inauguração, enquanto o orçamento das obras quase dobrou, com o atraso de dois anos na entrega do primeiro prédio. Com as obras ainda em finalização, as primeiras empresas que vão se instalar no BHTec começam a se mudar esta semana para o edifício, erguido em terreno de 535 mil metros quadrados no Bairro Engenho Nogueira, Região da Pampulha. Quem optou por isso, contudo, terá de contratar internet e telefonia por conta própria: as obras da próxima fase, de instalação da infraestrutura tecnológica, que inclui a rede de dados e voz, essencial para o funcionamento das companhias hi-tech, não têm prazo para começar. O BHTec, novela que se arrasta há mais de 15 anos, pretende ser centro de referência nacional na geração e transferência de conhecimento e tecnologia, lançar novas bases para a geração de emprego e renda no estado e consolidar a capital mineira como polo tecnológico. Os atrasos que marcaram a obra do edifício principal, cujo início data de 2008, e mudanças nos projetos para as novas etapas de finalização impedem que a Fundação BHTec, que administra o parque, marque data para inauguração do centro. “Não adianta colocar prazo. Se as obras não ficam prontas, não consigo inaugurar”, diz Ronaldo Tadêu Pena, diretor-presidente do BHTec. O planejamento da construção foi revisto várias vezes, o que teria ocasionado o atraso. Inicialmente, a previsão de orçamento era de R$ 17,5 milhões, com estimativa de que as obras terminassem em meados de 2009. Hoje, somente o governo do estado estima investimento de mais de R$ 28 milhões na construção do chamado edifício institucional, que vai receber as primeiras empresas, selecionadas por meio de licitação em fevereiro deste ano. A prefeitura, nas obras de infraestrutura, investiu R$ 6,5 milhões. A UFMG concedeu o terreno, localizado entre as avenidas José Vieira de Mendonça, Presidente Carlos Luz e o Anel Rodoviário. Segundo Pena, as chaves já estão sendo entregues às empresas que desejarem se mudar para o prédio. Cada uma delas dará prosseguimento agora às obras de adequação no interior dos espaços loteados nos 10 andares do edifício. Pedreiros fazem os últimos acabamentos de pintura e instalações elétricas. O engenheiro responsável pela obra, José Roberto Boza, da Haec Congel, explica que os atrasos foram anteriores à sua chegada no projeto, há um ano e meio. “O principal foi o problema com as licenças de terraplenagem, por s tratar de terreno de preservação ambiental”. O Departamento de Obras Públicas, ligado à Secretaria de Transportes e Obras Públicas, informou, via assessoria de imprensa, que “ao longo do tempo da execução dos serviços, o projeto precisou de ajustes, o que justifica o custo final mais elevado e o tempo maior para a obra”. “Porém, destacamos que todo o serviço foi efetuado no sentido de manter a qualidade, característica e a finalidade da construção”, conclui a nota. A construtora foi contatada pela reportagem em sua sede, em Juiz de Fora, mas não retornou os pedidos de entrevista. NOVAS MUDANÇAS A instalação da rede de internet e telefonia no BHTec ainda depende, segundo o diretor-presidente do parque, de mudanças recém-realizadas no projeto de licitação das empresas responsáveis por essa execução. “Da maneira como estava, o projeto previa que serviços e equipamentos fossem executados separadamente, o que não é conveniente”, explica. Ele cita, por exemplo, incompatibilidades técnicas que poderiam decorrer de contratação nos moldes anteriores: “Corríamos o risco de um computador não conversar com determinada chave conectora. Para evitar isso, fizemos a mudança, para que uma só empresa fique responsável por todos os procedimentos. Dependemos agora de a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) autorizar essa modificação na rubrica”. O governo do estado só pretende marcar a data de inauguração do BHTec depois que todas as empresas já estiverem instaladas e funcionando. O superintendente de inovação da Secretaria de Ciência e Tecnologia, José Luciano de Assis Pereira, explica que a entrega de chaves feita até agora não configura inauguração. “A tentativa era inaugurar até o fim do ano e o compromisso do estado, que era a entrega da obra, já está em fase final. Entendemos que essa novela tem que acabar.” Também por conta da indefinição quanto à próxima fase, Pereira não arrisca colocar um prazo para a inauguração. A Finep, empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, que aprova os projetos para que a Sectes execute os processos licitatórios, não respondeu ao contato de reportagem até o fechamento desta edição. Para combater o atraso, improviso Enquanto as obras e procedimentos finais não são concluídos, as empresas licitadas amenizam os impactos do atraso em seu discurso, ainda que os movimentos para a mudança às pressas indiquem o contrário. A Invent Vision, fabricante de câmeras industriais inteligentes, será a primeira a se instalar no BHTec. A gerente administrativa da empresa, Fernanda Rezende, explica que o vencimento do contrato de aluguel do espaço que a empresa ocupa, na Avenida Antônio Abrahão Caram, na Pampulha, impeliu à mudança antes mesmo do fim das obras. “Vamos contratar internet e telefonia por nossa conta, provisoriamente”, conta Fernanda. A empresa vai ocupar área de 349 metros quadrados e levar toda a estrutura, com 28 funcionários, para o BHTec até o fim do ano. Já no próximo ano deve aumentar o quadro de colaboradores para 34. A expectativa é que até fevereiro a etapa restante esteja finalizada e o parque tecnológico, que pretende ser referência nacional, já ofereça internet às empresas abrigadas. A expectativa de algumas companhias era que a inauguração ocorresse até 20 de dezembro, segundo Pedro Filizzola, da Sambatech, companhia de vídeos de internet que aguarda comunicado do BHTec para se instalar nos 400 metros quadrados que lhe cabem no complexo. A data limite da licitação, segundo o Departamento de obras, é 23 de novembro. “Estamos lidando com bom humor com os atrasos, porque entendemos a complexidade do projeto e não podemos pressionar o pessoal. De tempos em tempos a gente se acostumou com as revisões de cronograma”, diz Filizzola. A empresa tem hoje 50 funcionários, das áreas de TI, marketing e vendas. A partir da migração para o parque tecnológico, deve incrementar esse número com pelo menos 15 novas contratações, cujos processos já começaram. http://www.em.com.br/app/noticia/eco...as-obras.shtml |
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JK - O Presidente
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Parques do interior mostram diferentes estágios de maturação Construções nas Regiões Sul, Zona da Mata e Triângulo Mineiro evoluiram de maneira diferente
Frederico Bottrel - Estado de Minas Publicação: 13/11/2011 07:30 Atualização: 13/11/2011 08:22 ![]() Parque Tecnológico de Viçosa - TECNOPARQ (Divulgação / Sectes) Os parques tecnológicos de Minas refletem a agilidade e flexibilidade nas tomadas de decisões. Os diferentes ritmos nas implementações dos seis complexos do tipo, nas Regiões Sul, Zona da Mata e Triângulo Mineiro, além da Grande BH, são a prova disso. Enquanto o BHTec foi criado formalmente em 2005 e até hoje não foi inaugurado, o TecnoParq, parque tecnológico de Viçosa, na Zona da Mata, cujas obras começaram em 2007, funciona desde abril, depois de investimentos de R$ 12 milhões. “Adotamos modelo diferente do que o BHTec propôs. Eles têm gestão por associação da qual a universidade (UFMG) faz parte. No nosso caso, a Universidade Federal de Viçosa (UFV) faz a gestão”, explica Adriana Ferreira Faria, diretora do Centro Tecnológico de Desenvolvimento de Viçosa (Centev), que, entre outros projetos, cuida do parque. Ela diz que não houve entrave à inauguração do parque, que tem 4 mil metros quadrados de área construída, com cerca de 40 salas disponíveis para empresas do parque e da incubadora do Centev, auditórios e laboratórios. Também na Zona da Mata, o professor Paulo Nepomuceno, secretário de Desenvolvimento Tecnológico da Universidade Federal de Juiz de Fora, explica que projetos de implantação de parques tecnológicos são mesmo de longo prazo. De 2007 até hoje, o Parque Científico Tecnológico da cidade já recebeu mais de R$ 13 milhões em investimentos e ainda não saiu do papel. “Fizemos licitação, contratamos o desenvolvimento dos projetos de infra-estrutura básica, que estão sendo finalizados no momento, e vamos agora licitar a construtora”, diz Nepomuceno. No Sul do estado, os investimentos no Parque Científico Tecnológico de Itajubá, entre recursos federais, municipais, estaduais e privados, já passam dos R$ 30 milhões, segundo o cordenador de implantação e reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Renato de Aquino Faria Nunes. Alguns edifícios já estão em funcionamento, com o condomínio de empresas, abrigando hoje 23 firmas incubadas e quatro já graduadas, mas ainda não há data par a a inauguração. Os responsáveis pelos parques tecnológicos de Lavras, no Sul de Minas, e de Uberaba, no Triângulo, não responderam aos contatos da reportagem. A Sectes informou que nenhum dos dois tem prazo de inauguração definido. http://www.em.com.br/app/noticia/eco...aturacao.shtml |
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