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#21 | |
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E, de caminho, o que eu disse sobre a baldeação e existencia de Algeciras para isso não é ponto de vista. É facto e que nem tu com as tuas artes para torcer e retorcer seja o que for podes contrariar! Algeciras é porto de baldeação para várias companhias marítimas há muitos anos, que têm a sua infra-estrutura montada lá para esse fim. |
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#22 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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#23 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Location: Porto
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Ac3, começando por ti, dizes que Sines tem um hinterland em parte de Portugal e parte de Espanha para o qual e' o porto mais conveniente, e ao mesmo tempo que o seu potencial e' o de baldeaçao para toda a Peni'nsula Ibe'rica...
"Parte" e "todo" nao conjugam, simplesmente... |
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#24 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Location: Porto
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Oponopono:
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#25 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Agora, tu não queres aprender o que é um hinterland e misturas hinterland com o trans-shipping. Já te disse, tal como o ac3, que são coisas totalmente diferentes. Mas tu não queres aprender, aí já não posso fazer nada. Mas, uma vez mais e de forma simplezinha. Hinterland é a área de influencia dum porto. Capacidades de baldeação para a ferrovia são levar as mercadorias dum porto marítimo para outro porto marítimo por forma a poupar escalas às companhias de navegação. Mais simples do que isto é impossivel. |
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#26 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Location: Porto
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![]() Ok, senhor professor, ja' aprendi... ![]() (Achas mesmo que ja' nao sabia...? )Quote:
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#27 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Ai. É simples: são duas coisas diferentes.
Uma coisa é a função de Sines como um porto convencional, tal como Leixões ou whatever. A carga chega ao porto via rodoviária ou ferroviária e depois será transportada por, num caso canónico, por 3 navios: Primeiro, é transferida para um navio que a leva até um porto de trans-shipping próximo (Algeciras, Roterdão, etc). Segundo, aí será transferida para um navio maior que a levará até outro porto de trans-shipping mais perto do destino. Terceiro, será transferida para um 3º navio que a leva até ao porto de destino. Outra coisa é o porto de Sines a funcionar como porto de trans-shipping. Neste modelo, Sines passa a receber grandes navios de contentores que navegam directamente para outros portos de trans-shipping por todo o mundo. A carga chega a Sines por via ferroviária ou marítima e é transferida para esses grandes navios, que a levarão para um porto de trans-shipping perto do porto de destino and so on. Na primeira função, o porto tem uma àrea de influência (hinterland) geográficamente limitado para a qual é a opção "por omissão" para toda a carga. Na segunda função, tem uma àrea de influência do tamanho de toda a PI (ou potencialmente, até um pouco para lá disso via marítima) mas é uma opção selectiva para alguma carga, conforme as rotas "directas" que oferece. |
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#28 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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São uma componente, sim. Mas não a totalidade do processo dado que a mera proximidade em custo não determina o hinterland. A capacidade do porto tem que ser levada em linha de conta dado que é comum (é o caso do de Lisboa) a capacidade do porto esgotar-se apenas com as necessidades duma área muito reduzida levando a que zonas que tenderiam a usar esse porto tenham que usar outros mais distantes. E compliquemos um bocadinho mais, dado que não fica por aqui. Essencialmente por constrangimentos legais (mas não só) o hinterland dum porto não é uma forma em redor dum porto mas pode ter áreas sem continuidade geográfica.
Mas se sabes essas coisas porque torces e destorces as coisas? |
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#29 |
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Profissional da desordem
Join Date: Oct 2008
Location: Lisboa
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Grande catedrático esse que opina sobre coisas que desconhece por completo, embora concorde com algumas coisas que escreveu.
Óbviamente que o Viriatuus aproveita de imediato para se enterrar ainda mais. Se se desconhecem as capacidades do porto de Sines, com características únicas na Península Ibérica, o melhor é começar por estudar isso ...
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A CRIL está com uma TMD superior a 85000 ! All hail the CRIL Um sonho chamado TTT
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#30 |
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Registered User
Join Date: Jul 2004
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O Porto de Singapura q pague as obras. Só n entendo mto bem como é q vão começar a despachar tta coisa de Sines para a fachada Atlântica, por exemplo, qdo a linha do Norte, ao que se diz, está congestionada.
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O que aconteceu à entrada do Estoril, em lisboa, não foi um acto de uns quantos alucinados. Foi, isso sim, à semelhança do que ocorreu em Cabinda, um mero exercício terrorista de uns quantos adeptos benfiquistas que, apoiados no racismo que se vive na socidade lisboeta contra o Porto, a coberto da total impunidade que sobrevive para aquelas bandas, e mercê de uma acção cobarde, tentaram roubar a vida aos atletas e dirigentes do FCPorto que, ingenuamente, pensavam estar a caminho de uma competição desportiva, de uma festa do futebol... |
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#31 |
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Registered User
Join Date: Jul 2004
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Aquilo q o estado tem feito para ajudar a logística das exportações da região q efectivamente exporta mais chama-se "portagens".
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O que aconteceu à entrada do Estoril, em lisboa, não foi um acto de uns quantos alucinados. Foi, isso sim, à semelhança do que ocorreu em Cabinda, um mero exercício terrorista de uns quantos adeptos benfiquistas que, apoiados no racismo que se vive na socidade lisboeta contra o Porto, a coberto da total impunidade que sobrevive para aquelas bandas, e mercê de uma acção cobarde, tentaram roubar a vida aos atletas e dirigentes do FCPorto que, ingenuamente, pensavam estar a caminho de uma competição desportiva, de uma festa do futebol... |
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#32 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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A linha não foi construída por protestos das populações. Não por falta de dinheiro. A construção dessa linha permitiria tornar o acesso ao porto de Sines tão mais barato...
Essa é uma das questões de contexto também. É que com a existencia da LAV Lisboa-Porto a linha do Norte ficava automaticamente com capacidade para dar e vender. Só deixar de ter lá os pendulares era um alívio imenso que permitia ganhar canais horários com fartura. E não esqueçamos a linha do Oeste também que para mercadorias serve bem, até como está. Não dá para tudo mas quebra um galho. |
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#33 | ||
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Registered User
Join Date: Jul 2004
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Já agora, fazes ideia da relação custo/proveito q Sines tem proporcionado ao país? Eu n sei. Como é o contrato da PSA com o estado?
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O que aconteceu à entrada do Estoril, em lisboa, não foi um acto de uns quantos alucinados. Foi, isso sim, à semelhança do que ocorreu em Cabinda, um mero exercício terrorista de uns quantos adeptos benfiquistas que, apoiados no racismo que se vive na socidade lisboeta contra o Porto, a coberto da total impunidade que sobrevive para aquelas bandas, e mercê de uma acção cobarde, tentaram roubar a vida aos atletas e dirigentes do FCPorto que, ingenuamente, pensavam estar a caminho de uma competição desportiva, de uma festa do futebol... |
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#34 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Efectivamente foi por causa dos protestos das populações.
É estranho, mas há quem não queira que lhe ponham uma linha de comboio ao pé de casa. A prioridade que que a LAV Lisboa/Porto tem neste momento é proporcional ao dinheiro que há: ZERO. |
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#35 |
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Registered User
Join Date: Jul 2004
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Nesse caso, direi o mesmo de qq investimento em Sines, com guito do governo da nação.
Eu já vi mto protesto da população em muito lado cujo resultado tb foi proporcional ao dinheiro q há...
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O que aconteceu à entrada do Estoril, em lisboa, não foi um acto de uns quantos alucinados. Foi, isso sim, à semelhança do que ocorreu em Cabinda, um mero exercício terrorista de uns quantos adeptos benfiquistas que, apoiados no racismo que se vive na socidade lisboeta contra o Porto, a coberto da total impunidade que sobrevive para aquelas bandas, e mercê de uma acção cobarde, tentaram roubar a vida aos atletas e dirigentes do FCPorto que, ingenuamente, pensavam estar a caminho de uma competição desportiva, de uma festa do futebol... |
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#36 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Enfim... a cada um a sua cruz.
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#37 | |
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Profissional da desordem
Join Date: Oct 2008
Location: Lisboa
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Revelador de uma visão extraordináriamente limitada de um País.
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#38 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Esta história ainda foi antes das faltas de dinheiro. |
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#39 |
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Registered User
Join Date: Nov 2009
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"Outro problema, grave, é que não estamos a falar de levar mercadorias para a Europa, mas, quando muito, até Madrid. Os espanhóis não têm nenhuma ligação projectada de mercadorias em bitola europeia para norte de Madrid. Madrid é uma linha de 600 km, fica a um dia de camião. Ou seja, esta ligação não é nada prioritária." (citação)
Eu vejo aqui dois erros grosseiros. 1) Isso de ficar a "um dia de camião" é uma visão redutora, porque despreza o problema das escalas de operação, que são cruciais, mesmo quando a distância não passa de uma dezena de quilómetros: não fora assim, e a Auto-Europa não transportava os seus veículos acabados de Penalva para o porto de Setúbal por via férrea - contratava não-sei-quantos motoristas de camião e ia tudo por estrada. 2) A questão da bitola é um falso problema: a Alemanha, que é a maior rede ferroviária da União Europeia, com mais de 40.000 Km de linhas de bitola "standard", possui uma posição invejável, fronteiras para tudo quanto é sítio, tudo na mesma bitola: Roterdão, França, EScandinávia, Leste, Passagens Alpinas, etc, etc, etc. E a quota de mercado das cargas do transporte ferroviário não chega sequer a 10% de todos os modos. Se me disserem que o "Valor do Tempo" das cargas de Portugal para a Europa além-Pirinéus é de tal forma elevado, que a HORA que demora a mudança de eixos em Hendaye ou Cerbére, dum total de TRINTA ou QUARENTA, é uma penalização relevante: aceito a tese de Viegas (e da ADFER). Caso contrário, não a aceito. De resto, não é por causa da bitola que a quota de mercado da ferrovia de Lisboa para a Catalunha é 1% ou menos. |
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#40 | |
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Registered User
Join Date: Jul 2004
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"Finally the CRIL is done! All hail the CRIL Now the goal is TTT" e fala em quintais, só pode ser comediante. N te reconheço valor para avaliares qq tipo de visão para o país.
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O que aconteceu à entrada do Estoril, em lisboa, não foi um acto de uns quantos alucinados. Foi, isso sim, à semelhança do que ocorreu em Cabinda, um mero exercício terrorista de uns quantos adeptos benfiquistas que, apoiados no racismo que se vive na socidade lisboeta contra o Porto, a coberto da total impunidade que sobrevive para aquelas bandas, e mercê de uma acção cobarde, tentaram roubar a vida aos atletas e dirigentes do FCPorto que, ingenuamente, pensavam estar a caminho de uma competição desportiva, de uma festa do futebol... Last edited by Herrmando; June 17th, 2011 at 01:47 AM. |
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