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Subways and Urban Transport Metros, subways, light rail, trams, buses and other local transport systems



Global Announcement

As a general reminder, please respect others and respect copyrights. Go here to familiarize yourself with our posting policy.


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Old August 4th, 2012, 03:35 AM   #361
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Cuiabá Light Rail - construction started today, August 3, 2012. It is expected to open by early 2014.


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Originally Posted by CUIABA2014 View Post
Começam as primeiras escavações para construção da trincheira do KM Zero






Enfim começou Go VLT












@SECOM-MT
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Old August 4th, 2012, 03:52 AM   #362
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Rio de Janeiro Metro - new CNR train pics by forumers











































old trains at depot:


old light rail trains which operated on Line 2 in its infancy when it was called "Pre-Metro", no longer in use:










Videos







from the Brazilian thread
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Old August 5th, 2012, 07:16 PM   #363
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Fortaleza Metro (Metrofor) - News video - Two underground central stations are still under construction, expected to open by October 2012, commercial operation along all of South Line expected for first quarter of 2013 (I find it hard to believe such raw stations will be completed that soon).


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Originally Posted by Will_NE View Post
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Old August 7th, 2012, 04:48 AM   #364
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Rio de Janeiro BRTs - TransOeste approved by 90% of users after 2 months of operations


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Originally Posted by raffasoares View Post
Pesquisa sobre BRT revela aprovação de 90% dos passageiros
Usuários só reclamam de superlotação. Levantamento foi feito a pedido do Rio Ônibus



RIO - O aperto é grande, mas, ao menos, dura pouco tempo. Quem embarca no BRT Transoeste, sistema de ônibus articulados que liga Santa Cruz à Barra da Tijuca, pode esperar uma viagem rápida, ainda que muitas vezes sobrem passageiros e faltem lugares. Uma pesquisa feita pelo Instituto Mapear, a pedido do Rio Ônibus, mostrou que, enquanto o ganho de tempo é apontado pelos cariocas como a maior virtude da nova opção de transporte, a superlotação é alvo de críticas.

Depois de viajar no Transoeste pela primeira vez na última sexta-feira, por volta de meio-dia, a esteticista Branca Correia, moradora da Praça Seca, teve exatamente essa percepção. Ela entrou na estação do Pontal e desceu no Terminal Alvorada. De lá, pegou um ônibus da linha 692 rumo ao Engenho Novo. Branca elogiou o sistema — a economia de tempo no trajeto foi de 20 minutos —, mas mostrou desconforto com a lotação. Já a técnica de enfermagem Érica Ferreira, de Santa Cruz, pegou o BRT em seu bairro, com a filha Eloá e a mãe, Sandra Maria, em direção ao BarraShopping. Levou 35 minutos para percorrer um trajeto que levaria uma hora e meia em ônibus convencionais. Érica considerou a lotação suportável. Para ela, o principal problema é a falta de banheiros nas estações.
Repórteres do GLOBO percorreram, na sexta-feira passada, 16,5 quilômetros entre a estação do Recreio Shopping e o Terminal Alvorada, em 20 minutos. O ônibus articulado estava lotado, e muitas pessoas viajavam de pé. Passageiro frequente do Transoeste, o operador de máquinas Carlos Antônio da Silva, de 38 anos, usa o corredor para ir diariamente de sua casa, em Santa Cruz, ao trabalho, no Leblon. Ele elogiou o sistema, porém, acha que alguns ajustes são necessários:
— Saio às 4h de casa e já encontro o ônibus lotado. Dez minutos de intervalo são insuficientes para garantir conforto ao passageiro. Mas, sem dúvida, o “ligeirão”, por ter pistas exclusivas, é melhor do que o ônibus convencional.
Aprovação de 90% dos usuários
No balanço dos dois meses de operação do BRT, a avaliação é positiva. A pesquisa do Instituto Mapear mostrou que 90% dos usuários aprovam o sistema:13% dos entrevistados declararam estar muito satisfeitos com o BRT, e 77% disseram que estão satisfeitos. Entre os 2% que se declararam insatisfeitos, a principal reclamação foi a superlotação e a demora na chegada dos ônibus. Ainda de acordo com a pesquisa, o sistema é usado preferencialmente para o deslocamento entre casa e trabalho (84% dos usuários) e para o lazer (16%).
Os usuários podem esperar viagens menos apertadas a partir do início de setembro. Segundo o presidente do Rio Ônibus, Lélis Teixeira, o corredor exclusivo ganhará 26 novos ônibus articulados — hoje são 65. Com 91 veículos em operação, Teixeira prevê melhoras:
— Vamos aumentar gradativamente o número de composições. Percebemos que muita gente que vinha da Zona Oeste para a Barra de van ou de ônibus do tipo frescão passou a optar pelo Transoeste. Antes, pagava-se até R$ 6 por um frescão de Santa Cruz à Barra. Agora, por R$ 2,75, a condução é mais rápida e também tem ar-condicionado.
Diretor do instituto de pesquisa, Cláudio Gama explica que o levantamento foi feito com 400 pessoas, entre os dias 5 e 6 de julho. Os usuários responderam a um questionário, que incluía algumas respostas abertas, ou seja, com opção de múltiplas respostas.
— Fizemos entrevistas em todas as estações, em vários horários. O sistema está tendo uma aceitação impressionante. Para 91% dos entrevistados, o tempo de viagem, dentro das estações do corredor exclusivo, caiu, pelo menos, pela metade. Vamos repetir a pesquisa daqui a seis meses — disse Gama.
Para a técnica de enfermagem Érica Ferreira, a instalação de banheiros nas estações — há hoje 28 terminais em operação e quatro ainda fechados — beneficiaria ainda mais os usuários:
— A lotação é suportável, mas sinto falta de banheiros.
O presidente do Rio Ônibus informou que pelo menos os terminais do Alvorada e de Campo Grande vão ganhar sanitários. A prefeitura estima que a média diária de 55 mil passageiros nos dois sentidos do Transoeste deve pular para 110 mil até o fim do ano, com a inauguração das novas estações e o aumento da frota de ônibus.

http://oglobo.globo.com/rio/pesquisa...#ixzz22oQA7hyK
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Old August 7th, 2012, 08:59 PM   #365
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Rio de Janeiro Metro - Line 1 train catches fire at Cinelândia station

http://noticias.uol.com.br/cotidiano...erca-feira.htm

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Old August 7th, 2012, 09:06 PM   #366
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Brazil General News - Local rail industry keeps high investments in the metro and suburban rail sectors in spite of weak economy (Jornal Econômico)

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Old August 7th, 2012, 11:38 PM   #367
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Recife Monorail - some little know plans have surfaced in the Brazilian forum, no furthere info at the moment


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Originally Posted by Timbu View Post


Sistema Monotrilho de Recife





O Sistema Monotrilho previsto para a Região Metropolitana do Recife (RMR) envolve São três eixos distintos, que somam aproximadamente 60 quilômetros de extensão e correspondem aos traçados dos corredores viários Leste-Oeste e Norte-Sul, além da Avenida Norte. O Corredor Norte-Sul: Com uma demanda atual de 146 mil passageiros por dia, o corredor Norte Sul será implantado a partir do Terminal Integrado de Igarassu e nessa primeira etapa a intervenção seguirá até o centro do Recife. Esse trecho de intervenção seguirá pela PE-15, seguindo pelo Complexo de Salgadinho, passando pela Avenida Cruz Cabugá, sendo finalizado no centro da cidade. Ao longo do corredor, serão implantadas 40 estações, interligadas a quatro Terminais Integrados (Igarassu, Pelópidas Silveira, Abreu e Lima e PE-15). Além disso, está prevista a construção de um viaduto nos Bultrins e um elevado na Cidade Tabajara.

Serviços:
•Elaboração dos projetos funcional e básico do sistema viário, nas especialidades de geometria, terraplenagem, drenagem, sinalização, desvios de tráfego, dutos semafóricos e paisagismo;
•Estudos geológicos, geotécnicos, hidrológicos e projeto de drenagem;
•Projeto básico das Estações, nas especialidades de arquitetura, estruturas, instalações elétricas e informação ao usuário.

Cliente: ODEBRECHT Engenharia e Construção

Fonte: http://www.planservi.com.br/Portfoli...22&s=Portfolio
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Old August 7th, 2012, 11:48 PM   #368
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Rio de Janeiro Ferries -News

Ferries under new management (June 2012)

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Originally Posted by Ralph Yamaguti View Post

Barcas sob nova administração a partir de terça-feira


Expectativa dos usuários do transporte marítimo pela Baía de Guanabara é a melhoria na qualidade dos serviços. Foto: Arquivo


A partir de terça-feira as Barcas operam com uma nova administração. Contrado de compra já foi assinado e grupo CCR , que comprou 80% das ações da Barcas S/A. Os outros 20% ficaram com o Grupo JCA (Viação 1001). Foto: Thiago Louza

Por: Aline Balbino 10/06/2012

Grupo CCR, que adquiriu 80% das ações da concessionária, assume comando da empresa . Estações devem ganhar serviço de aviso sobre os horários das embarcações


O Grupo CCR assumirá a administração do transporte marítimo feito pelas barcas a partir de terça-feira. A informação foi confirmada pelo secretário estadual de Transporte, Julio Lopes, na sexta-feira. De acordo com o secretário, o contrato de compra e venda já foi assinado, faltando apenas a posse por parte da CCR, que comprou 80% das ações da Barcas S/A. Os outros 20% ficaram com o Grupo JCA (Viação 1001).

“Acredito que a CCR dará uma boa contribuição para as barcas. O governador e eu acreditamos na capacidade do Grupo CCR, pois sabemos que é umas das melhores empresas de concessão do Brasil”, afirmou Julio Lopes.

Outra novidade que poderá agradar os usuários é que, em 10 dias, as estações das barcas deverão ganhar um serviço de aviso sobre os horários de partida das embarcações e as previsões de chegada às estações. A medida é prevista na Lei 1489/08, que determina a disponibilização do serviço telefônico gratuito e via internet para que os passageiros fiquem cientes dos horários com antecedência. A lei obriga ainda que alto-falantes avisem os usuários sobre os atrasos esporádicos ou emergenciais.

A lei estabeleceu prazo de 15 dias, a contar da publicação no último dia 4, para que a Barcas S/A se adequasse às novas determinações. A concessionária garantiu que vai cumprir a medida, tendo se comprometido a arcar com o pagamento da multa diária de 1 mil Ufirs (R$ 2.275) caso não cumpra o estabelecido, segundo a assessoria de imprensa da empresa.

“O objetivo da lei é dar ao usuário o direito de ser informado quando houver atraso e também para dificultar esses atrasos, que não podem ser constantes. A população não pode pagar pelos problemas da concessionária”, disse a deputada Inês Pandeló (PT), autora da lei.

Esperança - A expectativa dos usuários do transporte marítimo pela Baía de Guanabara é que a troca na administração implique em melhorias imediatas no serviço. Atrasos de horários, filas quilométricas nas estações e acidentes envolvendo embarcações se tornaram rotina. O valor da tarifa subiu, mas, segundo os passageiros, a qualidade do serviço não aumentou na mesma proporção.

No último dia 4, passageiros precisaram enfrentar mais uma manhã caótica na Estação Arariboia, no Centro de Niterói, quando a embarcação Ingá II, que sairia da Praça VX com destino à Estação Arariboia, precisou ser substituída após serem detectadas algumas falhas mecânicas.

Na ocasião a concessionária explicou que a viagem sofreu um atraso de 10 minutos e nenhuma outra travessia foi prejudicada.

Em 30 de maio o problema foi o mesmo: filas quilométricas irritaram os usuários que ficaram mais de 20 minutos em pé esperando para acessar a estação. Os passageiros precisaram se dividir entre mais de cinco filas para alcançarem a estação. A assessoria de imprensa da concessionária informou que o atraso aconteceu por conta de duas roletas quebradas e por causa de um aumento de 8% na demanda de usuários. A grande reclamação dos passageiros do transporte era a falta de informação.

Bicicletas – O alto valor da tarifa cobrada pelas barcas prejudicou também os usuários que precisam usar o meio de transporte portando bicicletas. Os passageiros têm que pagar o valor normal de passagem de R$ 4,50 e mais R$ 4,70 para atravessarem com os veículos. De acordo com a Barcas S.A, a passagem da bicicleta também é cobrada por ser considerada uma bagagem. Quem tiver bicicletas dobráveis não precisará pagar os R$ 4,70.

Protestos - Problemas constantes nas barcas já resultaram em manifestação. Um acidente ocorrido em 28 de novembro de 2010, quando o catamarã Gávea I, que saiu de Niterói, colidiu contra o píer da Praça XV, no Rio, deixando 55 feridos, somado ao anúncio de reajuste no valor de passagem cobrado pela concessionária, motivou, em 1º de março deste ano, protesto que reuniu cerca de 200 pessoas.

Munidos de cartazes, bandeiras e apitos, os manifestantes reclamaram dos serviços na Estação Arariboia, em Niterói. A manifestação foi pacífica.

O FLUMINENSE

"Old problems under new management" (July 2012)

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Originally Posted by raffasoares View Post
Barcas: velhos problemas sob nova direção
Filas, atrasos e cumprimento parcial de lei já entraram para o currículo do Grupo CCR, novo administrador do serviço



RIO - Ao desembarcar da barca na estação da Praça XV na manhã desta terça-feira, o engenheiro Paulo Wagner Cristo, de 51 anos, não percebeu nenhuma melhoria no serviço, apesar da nova administração. Na segunda-feira, o Grupo CCR concluiu a aquisição de 80% do capital da Barcas S.A., que passa a se chamar CCR Barcas.
— Peguei o catamarã Gávea I, que era pra ter saído às 10h, mas só saiu às 10h07m. E ninguém informou nada, não anunciaram o atraso no alto-falante. Eu acho que a situação só deve melhorar mesmo daqui a uns 3 anos.
O GLOBO esteve nas estações da Praça XV e da Praça Arariboia e embarcou em um catamarã para verificar se houve alguma mudança nas operações. O catamarã Neves V, que deixaria a Praça XV às 11h, saiu com atraso de dois minutos.
No outro lado da Baía, na estação do centro de Niterói, duas das 12 roletas estavam inoperantes e apenas uma das três exclusivas para passe livre e atendimento prioritário estava sendo usada. A assessoria da concessionária informou que pela manhã houve filas no acesso à estação da praça Arariboia, mas negou que tenham ocorrido atrasos.
Se na operação do serviço nada mudou, não se pode dizer o mesmo sobre a comunicação dos usuários com a empresa. Nesta terça-feira, o grupo CCR deletou o perfil @barcas_sa do Twitter e pegou os passageiros de surpresa. O canal de comunicação era frequentemente usado para fazer reclamações e também pedir informações sobre o serviço.
Segundo a assessoria, ainda não há previsão de um novo perfil, agora da CCR Barcas. A concessionária informou, porém, que os usuários podem usar o site da empresa e o 0800 para fazer reclamações e solicitar informações.
Concessionária cumpre parcialmente lei que propõe mais transparência
O GLOBO verificou também que a Lei 6.256/12, publicada no Diário Oficial no 4 de junho e em vigor desde o dia 19, não está sendo totalmente cumprida. Tanto na estação da Praça XV quanto da Arariboia há apenas um quadro com os horários de partida e previsão de chegada, mas não tem sido feita a divulgação, em destaque, no painel eletrônico, do horário da próxima partida e sua previsão de chegada. No atendimento gratuito (0800) também não há informações sobre os horários previstos de chegada.
A deputada Inês Pandeló, autora da lei, afirmou que, dessa forma, a concessionária está cumprindo a lei parcialmente. Apesar da concessionária não atender completamente à nova lei, a Agência Reguladora de Transportes do Rio de Janeiro (Agetransp) informou que a Câmara técnica de transportes da agência tem feito a fiscalização, mas não constatou nada. A ouvidoria também não registrou reclamações sobre o descumprimento.
Auditoria das contas da Barcas S.A será entregue com três meses de atraso
A Lei nº 6138, publicada no dia 30 de dezembro do ano passado, estabeleceu o prazo de 120 dias para que o Governo estadual realizasse uma auditoria nas contas das Barcas S.A, que seria apresentada em duas comissões da Assembleia Legislativa (Alerj). Já se passaram 186 dias a partir da determinação, mas, segundo a Alerj, a previsão é que a auditoria seja apresentada só em agosto, após o recesso da Casa. O GLOBO também procurou a assessoria da Secretaria Estadual de Transportes para esclarecer o atraso, mas não obteve retorno.
Devido ao atraso, foi aprovada a criação de uma comissão especial na Alerj, que será instalada em agosto e funcionará com cinco membros e dois suplentes. O objetivo é pressionar a realização da auditoria, além de continuar cobrando mais segurança e conforto para passageiros.
Quanto ao item segurança, entretanto, os passageiros já perceberam uma diferença: esta semana policiais militares começaram a apoiar os seguranças das estações das Praças XV e Arariboia pelo Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis). Segundo o Coronel Odair de Almeida, coordenador do Proeis, no momento três praças fazem a segurança diária nas estações das Praças XV e Arariboia - das 6h às 14h e das 15h às 23h. O esquema prevê também que haja um policial dentro de cada embarcação às segundas e sextas-feiras, dias de maior movimento.
— O policiamento interno, entretanto, ainda não foi solicitado. Neste primeiro momento serão 90 homens se revezando na segurança das barcas. Cada um pode fazer apenas um turno (de 8 horas) por dia e um total 12 turnos por mês — informou Odair.
Os policiais do Proeis que ficarem nas estações receberão R$ 150 por cada turno de 8 horas. Com dois turnos na Praça XV e na Praça Arariboia, como está previsto, o governo vai desembolsar, ao final de 30 dias, R$ 36 mil reais para reforçar a segurança nas estações.

http://oglobo.globo.com/rio/barcas-v...#ixzz1zeOgv4ak
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Old August 7th, 2012, 11:52 PM   #369
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Belo Horizonte Metro - forumer pics of shops, depot and trains









Central Station (Metro and rail)



by Paulo Magalhães

original post
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Old August 8th, 2012, 09:20 PM   #370
Highcliff
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I am sad because rio de janeiro is buying trains from china and is not valorizing the national industry.....
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Old August 9th, 2012, 03:52 AM   #371
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Salvador Suburban Rail - Only 2 of the original 12 trainsets still operating, City struggling to fund system; trains, stations and tracks are in a state of complete disarray.

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Originally Posted by Ramos View Post
Só restam dois trens dos 12 que haviam na ferrovia do subúrbio
A prefeitura está às voltas para sustentar o sistema, que custa cerca de R$ 1,2 milhão por mês

Jornal Correio - 08.07.2011 | Atualizado em 08.07.2011 - 08:24

Priscila Chammas | Redação CORREIO
[email protected]

Enquanto se fala em metrô, BRT e outras alternativas modernas de transporte de massa, os 158 anos de história dos trens que ligam a Calçada a São Tomé de Paripe parecem ter sido esquecidos. Os quatro veículos que restam dos 12 que o sistema já chegou a ter, estão velhos e sucateados. Só dois deles estão nos trilhos e os outros servem como reserva e fonte de peças para reposição. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes (Setin), outros quatro trens estão em reforma.


Percurso que era feito em 25 minutos agora precisa de 1 hora e 20 para ser completado

Depois que herdou o trem do Subúrbio do governo federal, em 2005, como condição para a liberação de mais verba para o inacabado metrô, a prefeitura está às voltas para sustentar o sistema, que custa cerca de R$ 1,2 milhão por mês, mas só rende R$ 400 mil. A saída foi reduzir o horário de operação de 6h às 18h (era até as 22h), o que deixou insatisfeitos funcionários e usuários, já que a redução afeta diretamente os salários, e o horário das 18h é um dos mais disputados pela população.

Além disso, desde novembro passado, o percurso que era feito em 25 minutos precisa de 1 hora e 20 minutos para ser completado. Isso graças à interdição para reforma da ponte de São João e à velocidade máxima dos velhos trens, que não ultrapassam os 20 km/h, segundo o sindicato dos ferroviários. A Setin diz que são 45 km/h.

O sistema nem de longe lembra o que transportava 40 mil passageiros por dia até a década de 90 (hoje são seis mil). Era neles que o motorista aposentado Ilo Roberto Alves Lemos , 64 anos, ia diariamente, entre 1960 e 1970, visitar a namorada Maria de Lourdes. “Ela morava em Periperi, eu ia contemplando a paisagem, pensando na vida”, relembra seu Ilo.

Já a dona de casa Thilda Muhana Dáu, 81, conta que na década de 50 pegou o transporte com duas amigas, só para passear. “Foi na época de moça. Eu queria experimentar e achei uma beleza”, recorda. Hoje Ilo e Thilda se entristecem ao perceberem que todo o charme e poesia da época se perderam em meio à ferrugem e às pichações.

O assistente de estação José Alves de Jesus trabalha na estação de Plataforma há 35 anos e também sente falta dos tempos áureos. “De um dia pro outro, acordei funcionário municipal”, disse, se referindo à transferência de gestão, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) para a Companhia de Transportes de Salvador (CTS).

“Agora eles terceirizaram a manutenção e tudo demora mais. Há dois anos chegaram trilhos novos, para serem trocados, mas até hoje a terceirizada não fez o serviço”, denuncia. A empresa Iesa, responsável pela manutenção, foi procurada, mas a área responsável não se pronunciou.

Problemas
Entre os maquinistas, as reclamações são muitas. O mato alto ao longo dos trilhos dificulta a visibilidade e, como se não bastasse, moradores de invasões locais quebraram vários trechos do muro de isolamento para fazer passagens clandestinas, que atravessam os trilhos. Algumas passagens são grandes e cimentadas, permitindo a passagem de carros, motocicletas, pessoas e até cavalos.

“É susto toda hora. Uma vez atropelei e matei um homem que atravessou na frente do trem”, conta o maquinista Evanildo Chaves, que tem 22 anos de profissão. O também maquinista Jorge Boaventura explica que o tempo de frenagem é bem maior do que nos carros. “Não é instantânea. Tem que ser programada, frear bem antes. Às vezes não dá tempo”. Segundo o Sindicato dos Ferroviários, este ano foram registrados três acidentes.

Tempo

Entre os passageiros, atualmente a maior queixa é o tempo de percurso, que subiu de 25 minutos para 1 hora e 20 desde novembro do ano passado, quando a ponte de São João, que liga as estações do Lobato e de Plataforma, foi interditada para reforma. Com isso, os passageiros precisam sair do trem na estação do Lobato, para pegar um micro-ônibus em direção a Plataforma, onde entram em outro trem que segue até Paripe.

A vendedora Suely Oliveira, moradora de Periperi conta que antes da interdição usava o trem todos os dias. “Agora não dá mais porque demora muito, só pego quando tenho tempo sobrando. Não vejo a hora de consertarem essa ponte. É uma diferença danada pro nosso bolso”, torce.

A passagem de trem custa R$ 0,50, um quinto do valor da tarifa de ônibus, que é R$ 2,50. Procurada, a Setin informou que a reforma está 70% concluída, e com previsão de ficar pronta em dezembro. A verba de R$ 60 milhões veio do governo federal.

Projetos de modernização nunca saíram do papel
Assistindo a essa degradação diária dos trens, a prefeitura bem que tenta fazer alguma coisa, mas, por falta de verba ou mesmo inexperiência, os resultados nem sempre são de todo bons. Apesar da insistência do secretário da Casa Civil, João Leão, em incluir a modernização dos trens no projeto de mobilidade anunciado pelo governo do estado no mês passado, o pedido não deve ser atendido a curto prazo. Pela previsão da Secretaria estadual do Planejamento (Seplan), esse sonho ficaria para depois da Copa do Mundo, numa segunda etapa de implantação do projeto, que prevê trilhos para a avenida Paralela.

O mesmo João Leão andou falando em aeromóvel e VLT (trens mais modernos) no lugar dos trens tradicionais e tantas outras ideias que até agora não foram para frente. Em 2009, na ânsia de substituir os veículos mais degradados, o prefeito João Henrique comprou os trens amarelinhos, que são veículos antigos reformados, vindos do Sudeste do país, sem sequer calcular se eles passariam pelo túnel de Periperi, no meio do percurso entre a Calçada e Paripe. Resultado: os trens chegaram e ficaram parados, esperando a CTS rebaixar o túnel para que pudessem passar.








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Old August 9th, 2012, 04:01 AM   #372
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Salvador Suburban Rail - various news

April 2012: Extension of Suburban Train discussed

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Originally Posted by Njggah'z Heppin' View Post
Extensão do trem do Subúrbio é discutida

Maria Rocha


Até o início da década de 70, os trens do Subúrbio de Salvador percorriam as linhas até o município de Simões Filho. Depois de alguns anos passaram a ir até Aratu e Mapele, mas na década de 80 o percurso foi encurtado e não passava do bairro de Paripe. A população aumentou, as empresas de ônibus remodelaram a frota e prometeram oferecer mais conforto aos usuários do transporte. Resultado, com essa modificação, moradores das cidades acima citadas passaram a sofrer com a ineficiência do transporte urbano e os poucos minutos gastos de trem para chegar ao destino foram substituídos por muita espera nos pontos de ônibus e longas horas de viagem.

A marisqueira Maria Pereira de Santana, 50, há 42 mora em Mapele e frequentemente vai até Simões Filho, esse trajeto antes percorrido de trem, é feito agora de Topic para “fugir” da longa viagem de ônibus.

“Nós temos que pegar o ônibus para não ficar na estrada, se tivesse o trem seria uma maravilha, não levava mais que 20 minutos para chegar em casa, mas de ônibus gastamos mais de uma hora”, contou Maria Pereira, que assistia atentamente à audiência realizada ontem na Assembléia Legislativa, onde estava sendo discutida a extensão do trem do Subúrbio Ferroviário até o metrô e a criação do terminal rodo ferroviário metropolitano Simões Filho/BR 324.

Da audiência, presidida pelo deputado estadual Bira Coroa e promovida pela Comissão Especial de Promoção da Igualdade (CEPI), participaram o vice-prefeito do município, Josevaldo Xavier; o presidente da Associação de Engenheiros Ferroviários do Brasil, Clóvis Soares e Gilson Vieira, representante do Movimento Trem de Ferro, entre outros.

“Sem dúvida, a Bahia vivencia um capítulo ainda indeterminado que é o metrô. No final da década de 70, quando ainda era estudante da Universidade Federal, já discutíamos a instalação do metrô. Ainda hoje continuamos sem definição alguma. Reconhecemos que o sistema ferroviário poderá trazer melhor escoamento do transporte público, encurtamento de distâncias no eixo intermunicipal além de transportar uma quantidade bem maior de passageiros”, assinalou o deputado.

Segundo especialistas de trânsito, o excesso de carros particulares já beira um colapso no trânsito da capital baiana que ainda se encontra desestruturada para abrigar tantos veículos. “O objetivo das discussões é agilizar a integração dos trens do Subúrbio até a Estação da Lapa e a implantação da Estação Rodo Ferroviária de Simões Filho para amenizar o fluxo de carros na BR 324, Paralela e Paripe”, disse o coordenador geral do Movimento Trem de Ferro, Gilson Vieira.

O desejo maior dos reunidos na Assembleia é que a concretização dos projetos discutidos na audiência atenda às exigências da Copa de 2014, até porque Salvador vai sediar jogos e para isso é necessário que esteja bem estruturada. No encontro de ontem se formou uma comissão que levará propostas ao governador Jacques Wagner que deverá encaminhá-las ao governo Federal.

http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=44211
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Old August 9th, 2012, 07:32 AM   #373
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Rio de Janeiro Suburban Rail (Supervia) - Supervia private rail operator to renovate 1926, currently unused Leopoldina station


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Originally Posted by RCostis View Post
Ancelmo Gois
08.08.2012 | 12h58m

As fotos de hoje: Trem-fantasma




Inaugurada em 1926, a estação ferroviária Barão de Mauá — que ficou conhecida como Leopoldina — tem se deteriorado ano após ano, desde seu fechamento, em 2001. Mesmo com a realização anual do festival Black2Black, de música negra, a estação passa péssima impressão para quem se aproxima do Centro do Rio pela Avenida Brasil, por exemplo. Além das pichações, o local está sujo e decadente (veja a imagem de baixo). Mas o abandono pode estar perto do fim. Questionada sobre o problema, a SuperVia, concessionária dos trens urbanos do Rio, anunciou que tem pronto um projeto de modernização (veja a imagem de cima). Não é candidata a nada, mas promete limpar e restaurar a fachada do prédio, tombado pelo Iphan e pelo Inepac, aos quais será submetido o projeto. Se for aprovado, a SuperVia promete entregar as obras em um ano. Vamos torcer, vamos cobrar.



http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/...sma-459258.asp
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Old August 9th, 2012, 07:58 AM   #374
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Fortaleza Metro (Metrofor) - forumer pictures of Line 1, still in trial operations


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Originally Posted by Compton_ View Post
Hoje fui conhecer o Metrofor e tirei algumas fotos...

1. Vista externa da estação de Parangaba (elevada)


2. Local das futuras bilheterias (ausentes pois o sistema ainda está em fase de testes sendo gratuito para a população)


3. Piso intermediário da estação, na qual é possível ver os acessos bloqueados para o outro sentido da linha (para o centro da cidade, cujo trecho - que terá também 4 km em subterrâneo - será inaugurado em outubro, assim o sistema ficará com funcionamento completo)


4. Chegando ao piso superior com as escadas rolantes já em funcionamento


5. Vista geral da estação


6. Notem que não havia muitos passageiros no horário


7. Interior do trem


8.


9. Detalhe da passagem entre os vagões


10. Observem os porta-objetos existentes acima das poltronas


11. Na última estação da linha (Carlito Benevides)


12. As portas são acionadas por esses botões no meio, e só abrem se o usuário pressioná-los*


13. Como faz pouco mais de 1 mês que o metrô foi inaugurado, ainda é muito comum reportagens mostrando o sistema, como essa que estavam gravando. Eles fizeram o percurso de ida no metrô e na volta iriam de carro para comparar o tempo gasto

Last edited by mopc; August 9th, 2012 at 08:13 AM.
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Old August 10th, 2012, 02:36 AM   #375
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Recife Metro (Metrorec) - foumer pics (by forumer D.M)

TUE Santa Matilde/MAN AG-Série 80





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original post
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Old August 10th, 2012, 02:42 AM   #376
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São Paulo Metro - Line 5 official construction update video







Some stills I made:

Adolfo Pinheiro station (to be opened by late 2013)








Phase II stations (to open by 2016)

Chácara Klabin station (connection to line 2)


Eucaliptos station


Hospital São Paulo station


Moema station



Cross posted from the São Paulo thread (eventual Sâo Paulo highlights will be posted on this thread)
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Old August 11th, 2012, 11:57 PM   #377
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Porto Alegre Metro (Trensurb) - offical opening ceremony of new stations


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Originally Posted by miguueell View Post

"Não tem nada maior para Novo Hamburgo do que esta conquista", afirma prefeito hamburguense. "A comunidade do Vale dos Sinos tem a vida renovada com essa obra", diz prefeito de São Leopoldo.


No dia 3, iniciou a operação comercial da Trensurb nas estações Rio dos Sinos, em São Leopoldo, e Santo Afonso, em Novo Hamburgo, a partir das 5h da manhã, com cobrança de tarifa a R$ 1,70. Realizada hoje, uma cerimônia marcou a chegada do metrô, em operação plena, às novas estações, com a presença de diversas autoridades, como os membros do Conselho de Administração da Trensurb, incluindo o secretário executivo do Ministério das Cidades (e presidente do Conselho), Alexandre Macedo, e o diretor-presidente da empresa, Humberto Kasper, além dos prefeitos de São Leopoldo e Novo Hamburgo, respectivamente, Ary Vanazzi e Tarcísio Zimmermann.

Viagem especial e parada na Estação Rio dos Sinos

Por volta das 14h, um trem especial partiu da Estação São Leopoldo, última em operação comercial, transportando convidados, gestores e empregados da Trensurb, jornalistas e autoridades. O trem fez uma parada na Estação Rio dos Sinos, onde aconteceu o descerramento da placa de inauguração do local.

Na ocasião, o diretor-presidente Humberto Kasper saudou o prefeito Ary Vanazzi – segundo Kasper, parceiro importante para que se concretizasse a expansão da Trensurb –, o secretário executivo Alexandre Macedo e demais presentes. “É uma grande alegria, uma grande satisfação estar aqui falando à comunidade e à imprensa neste momento importante para a Trensurb”, disse. Kasper lembrou ainda que, desde os anos 1970, o Grupo de Estudos para a Integração da Política de Transportes (GEIPOT) do governo federal, já previa que o metrô fosse até Novo Hamburgo, o que se concretiza agora.

O prefeito leopoldense, Ary Vanazzi, em sua fala, cumprimentou a todos que acreditaram e lutaram pelo projeto. Relatou que foi um processo “duro e longo” para que se viabilizasse o início das obras, a partir de sua inclusão no PAC. Vanazzi destacou os benefícios sociais e urbanos da expansão da Trensurb, como a ponte rodoviária sobre o Rio dos Sinos, o prolongamento da Avenida Mauá e o reassentamento de 730 famílias leopoldenses, em situação de vulnerabilidade social, para os loteamentos Padre Orestes e Brás III. “O povo tem o direito de viver com dignidade”, declarou Ary Vanazzi. “E a minha querida comunidade do Vale dos Sinos tem a vida renovada com essa obra”, completou.

Inaugurada primeira estação em Novo Hamburgo

Após a parada na Estação Rio dos Sinos, o trem especial seguiu até a Estação Santo Afonso, primeira da Trensurb em Novo Hamburgo. O diretor-presidente Humberto Kasper, em seu discurso, ressaltou o reconhecimento da expansão da Trensurb, pelo governo federal, como uma das obras públicas mais bem administradas no cumprimento de seu cronograma. Explicou que foi necessário um grande esforço da equipe de gestão da empresa e do Consórcio Nova Via, que executa as obras, para viabilizar a inauguração parcial da expansão a Novo Hamburgo, anteriormente à conclusão das obras das cinco novas estações e ao fim do prazo contratual. Destacou a “parceria fundamental, a colaboração e o apoio” dos prefeitos Vanazzi e Zimmermann na viabilização e execução do empreendimento. Segundo Kasper, Trensurb e prefeituras conseguiram tratar com celeridade as questões que costumam criar entraves para outras obras.

Sobre a expansão, o diretor-presidente falou ainda que “não é apenas uma obra metroviária, uma obra civil e de sistemas. É muito mais que isso: integra à mobilidade, aspectos sociais, urbanos e ambientais”, referindo-se aos serviços complementares realizados em São Leopoldo e Novo Hamburgo, como, por exemplo, os trabalhos de melhoramento hidrodinâmico do Arroio Luiz Rau.

Destacou, ainda, demais projetos da Trensurb, como a integração com outros modais, melhorias operacionais, bilhetagem eletrônica e a diminuição dos intervalos nos horários e trechos com maior fluxo no sistema – no pico da manhã, por exemplo, isso gera cerca de dois mil lugares a mais no sentido de maior fluxo. Terminou sua fala dizendo: “Vocês foram fundamentais”, em referência à movimentos comunitários, políticos e de empresários dos municípios, que apoiaram a expansão do metrô.

O secretário executivo do Ministério das Cidades e presidente do Conselho de Administração da Trensurb, Alexandre Macedo, afirmou que “temos consciência de que a qualidade do transporte público tem impacto direto na qualidade de vida do trabalhador”. Por isso, segundo ele, é compromisso do Ministério das Cidades “diminuir tempo e distância” dos deslocamentos. Macedo destacou que deverão ser transportados diariamente, com a conclusão das obras até o Centro de Novo Hamburgo, 30 mil usuários diários, o que potencialmente diminuiria o tráfego de automóveis pela BR-116 em até 30 mil automóveis particulares. O secretário executivo afirmou, por fim, que o governo federal e o ministério “pensam no desenvolvimento econômico do país com olhar no social”.

Um dia especial para a comunidade

Por fim, o prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann discursou. “É um dia especial para nossa comunidade”, declarou. “Esta é uma obra que integra várias dimensões: a social, com os reassentamentos e com o direito à mobilidade urbana; a reurbanização dos municípios”, afirmou. Zimmermann ressaltou ainda que “estamos efetivamente assistindo ao êxito de uma parceria bem construída”, citando a participação popular, o trabalho técnico desenvolvido e o envolvimento das esferas de governo municipal e, através da Trensurb, federal. “Esta é uma obra que vai ligar os centros dos nossos municípios ao Centro da capital, o que é fundamental para a qualidade de vida de todos nós”, disse. Ao fim de sua fala, Zimmermann foi categórico: “Não tem nada maior para a cidade de Novo Hamburgo do que esta conquista”.

FONTE: http://www.trensurb.gov.br/paginas/p...o_sitemap=3351

Proposal to put central station underground gets funded

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Originally Posted by Lucianoldf View Post
TRENSURB E PREFEITURA DE CANOAS ASSINAM PROTOCOLO PARA PROJETO DE TREM SUBTERRÂNEO





Estão previstas a construção de uma nova estação e a realocação da linha, que passaria sob a Avenida Guilherme Schell.

Na manhã desta quinta-feira, 5, o diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, e o diretor de Administração e Finanças, Leonardo Hoff, assinaram protocolo de cooperação entre governo municipal de Canoas e Trensurb para a viabilização do rebaixamento da linha do trem na cidade.

O projeto, que teve seus estudos iniciados em setembro de 2010, foi lançado em março de 2011 e consistiu em um preparatório para o PAC Mobilidade. A proposta inicial era construir o trecho subterrâneo ao longo da BR 116, instalando duas novas estações pelo custo total de um bilhão de reais.

Na nova concepção, será edificada somente uma estação e a linha da Trensurb passará abaixo da Avenida Guiherme Shell. O custo da obra está orçado em 200 milhões de reais, valor que, segundo o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, é “totalmente exequível”.

Para que a realização do rebaixamento do trem aconteça, é necessário um projeto executivo, que consiste no conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. “Esse plano é o resultado de uma história que começou na década de 80, não é uma ideia fácil, mas eu tenho certeza que vai trazer muitos resultados positivos para a cidade de Canoas”, afirmou Jairo Jorge.

O diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, elogiou o esforço de Canoas na busca de viabilizar os recursos que garantam a efetivação do projeto. “O protocolo, assinado hoje, é uma satisfação para nós e trabalharemos em parceria com a prefeitura para a realização do projeto executivo”, afirmou Kasper.

Representaram também a Trensurb na ocasião: o superintendente de Desenvolvimento e Expansão, Ernani Fagundes; o consultor especial da Presidência, Rubens Pazin; o gerente de Desenvolvimento de Engenharia, Sidemar Francisco da Silva.




http://www.trensurb.gov.br/paginas/p...o_sitemap=3359
Purchase of new trains

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Originally Posted by Lucianoldf View Post
Trensurb realiza na quinta audiência pública para compra dos novos trens

O encontro ocorre entre 13h330 e 17 horas no auditório da empresa na Capital





A Trensurb realiza amanhã audiência pública para apresentar a especificação técnica para a aquisição de novos trens. O encontro ocorre entre 13h330 e 17 horas no auditório da empresa, na Avenida Ernesto Neugebauer, 1.985, na capital.

O edital da audiência e demais documentos relacionados à licitação para a aquisição das novas composições estão disponíveis no site da Trensurb. Também está à disposição para exame no sexto andar do prédio administrativo da Trensurb.



http://www.diariodecanoas.com.br/reg...vos-trens.html
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Old August 13th, 2012, 12:16 AM   #378
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Cuiabá Light Rail - "Tram will be operational before the 2014 World Cup" says secretary


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Originally Posted by jedeao View Post
"O VLT ficará pronto
para a Copa do Mundo de 2014"


Maurício Guimarães defende implantação
do VLT e reafirma que modal será entregue a tempo


LISLAINE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO


Fotos de Thiago Bergamasco/MidiaNews


Secretário da Copa, Maurício Guimarães,
afirma que obras serão entregues dentro do cronograma


Em meio ao tumulto gerado pela decisão da Justiça Federal em suspender o contrato, e as obras, do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, o secretário de Estado da Copa do Mundo, Maurício Guimarães, reafirmou a convicção dos encaminhamentos de todas as obras relacionadas ao evento, assim como da conclusão das mesmas nos prazos estipulados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Apesar do contratempo, Guimarães ressaltou que as obras da Copa estão “as ações para a Copa continuam” e que não há motivos para a população se preocupar sobre a lisura dos processos ou com possíveis atrasos. As obras do VLT estão paralisadas desde quinta-feira (9), quando a Secopa e o Consórcio VLT Cuiabá, responsável pelas obras, foram notificados.

Confiante, o secretário acredita que, em breve, a Justiça irá rever a decisão dada. O Governo do Estado, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), apresentou sua defesa e, agora, aguarda uma resposta da Justiça.

Na segunda-feira (6), os Ministérios Públicos Estadual e Federal pediram a suspensão das obras do VLT, orçadas em R$ 1,47 bilhão, e de qualquer repasse da União para o custeio das obras.

Na ação civil pública, os promotores e procuradores alegam, entre outras coisas, ilegalidade na contratação do consórcio por meio do Regime Diferenciado de Contratação (RDC); possível desvio de verbas, no futuro, de setores essenciais à população, para pagar o empréstimo bilionário; e a eficácia do modal em atender à demanda atual da população, quando o Bus Rapid Transit (BRT), pelo levantamento feito, custaria menos aos cofres públicos para ser implantado.

Na Secopa, o secretário falou ao MidiaNews sobre as obras em andamento paraa Copa e a implantação do VLT, defendeu a escolha do modal de transporte público feita pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e reafirmou que, após a realização do mundial, irá sair “de cabeça erguida” da secretaria.

Confira os principais trechos da entrevista:

MidiaNews – O que você pode falar a respeito das obras do VLT, para tranquilizar a sociedade?

Maurício Guimarães – Nós esperamos retomar as obras, após a defesa que fizemos. A Procuradoria Geral do Estado apresentou as contrarrazões pedindo a reconsideração da decisão anterior e nós estamos esperando. Confiamos que a Justiça irá reestabelecer o status anterior, para que as obras continuem. Hoje, nós estamos obedecendo à ordem judicial e as obras do VLT estão paradas. De imediato, vamos retomar o que já estava em execução e com a mesma convicção de que as obras serão entregues no prazo. Porque nós entendemos que, mais do que o modal, o conjunto de obras que compõe essa licitação é muito importante para Cuiabá. Nós estamos falando do modal de transporte, mas, quando a gente analisa a licitação como um todo, temos ali muito mais do que um modal. Temos uma reestruturação da mobilidade urbana, com a construção de mais uma ponte sobre o Rio Cuiabá, duas pontes sobre o Rio Coxipó, um viaduto em frente ao Shopping Pantanal, um viaduto em frente à UFMT, um viaduto na estrada que leva à Santo Antônio, o alargamento das pistas... Quer dizer, são obras que, em seu conjunto, independente do modal, estão sendo elaboradas, tratadas dentro desse pacote, e são muito importantes para a mobilidade. O objetivo é fazer com que a gente consiga fazer a Capital ter a mesma referência que o Estado tem. Todo esse conjunto, com o modal, vem fazer o casamento de um Estado forte, que cresce economicamente, com uma cidade que está adotando um modal de transporte que também tem essa perspectiva de crescimento, de acompanhar este “boom” econômico do Estado.

MidiaNews – Então, a escolha vai além de um simples modal de transporte público?

Guimarães – Sim. Isto é mais do que só o transporte, só o VLT. Ele é apenas o carro-chefe da licitação. Mas é você poder deixar o centro da cidade para o transporte coletivo. Por isso estão sendo feitas as obras de travessia urbana, para que, quem quer deslocar de um lado para o outro, não precise usar o centro da cidade. Para que a gente possa canalizar para o centro da cidade quem ali vai atrás do comércio e que possa usar o transporte público para ir lá. O que está se pensando, buscando com o legado para Cuiabá pós-Copa é, além das obras, também uma condição de melhoria do ir e vir das pessoas, tanto aquelas que trafegam de carro quanto aquelas que usam o transporte coletivo. E, mais do que isso, é fazer com que as pessoas comecem a ver o transporte público de uma forma diferenciada. Para que elas tenham um transporte público atrativo e a satisfação de sair de casa, deixar seu veículo particular, e pegar um transporte com ar-condicionado, moderno, com hora para chegar e sair. Por tudo isso, o Governo entende que fez a escolha certa e é por isso que nós estamos defendendo e vamos buscar a reparação e retomada das obras no convencimento da Justiça.

MidiaNews – Do ponto de vista técnico, os argumentos apresentados pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal e acatados pelo juiz federal Marllon de Souza são corretos ou simplistas demais? Por exemplo, a respeito do prazo para construção do VLT, que eles disseram que levaria três anos.

Guimarães – Sim, foi trazido aos autos que a construção leva, em média na Europa, três anos. Mas nós também temos informações de que na China e no Japão, essa obra é feita em um ano. Nós estamos fazendo em dois anos, então estamos na média. Outro ponto muito relevante é que, quando nós licitamos, isso era uma pré-condição, de que o consórcio entregasse no primeiro trimestre de 2014. Nós tivemos a participação de quatro consórcios, compostos por quase 50 empresas, muitas delas as maiores do Brasil, e todas assumiram um serviço formal de que entregariam. A empresa que nós contratamos, que foi a vencedora do processo licitatório, assinou um contrato dizendo que entrega no prazo, inclusive com operários trabalhando em três turnos, o que também era uma pré-condição. Então, isso me leva a ter convicção de que será entregue no prazo.

MidiaNews – E quanto ao uso do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que o MP alega ter sido ilegal?

Guimarães – A lei do RDC só possui uma condição: que esteja na Matriz de Responsabilidade. E o VLT de Cuiabá está na Matriz de Responsabilidade. Eu também entendo que sé uma obra para a Copa, ela deve ser entregue antes da Copa, mas, a condição da lei é que esteja na Matriz, e ela está. Então, essas coisas que nos dão convicção de que nós vamos reverter essa decisão e dar continuidade às obras do VLT e espero que seja em muito breve.

MidiaNews – Você acredita que a sociedade esteja consciente sobre a dimensão desse projeto VLT?

Guimarães – Eu acho que não. Agora a sociedade começou a entender a importância do sistema para a população. Acho que somente quando ela tiver mais informações sobre o quanto isso vai, em um primeiro momento, facilitar a sua vida e será um indutor da melhoria do transporte, é que ela irá entender. Porque o VLT também tem a missão de melhorar todo o de transporte. Está contratada, junto com a licitação, uma nova dimensão da rede de transporte coletivo e da integração. Acho que quando a população tiver mais clareza da importância deste modal e a forma com que ele vai forçar a melhora contínua do sistema, nós vamos ter ainda mais apoio. Nós também não estamos sendo tão inovadores, só estamos implantando primeiro no Brasil, o primeiro na América Latina. Mas os pensadores da mobilidade urbana no Brasil já estão pensando nisso, tanto é que o Governo Federal já definiu um PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para ampliar os VLTs no Brasil.

MidiaNews – Qual o VLT mais próximo do Brasil?

Guimarães – O VLT mais perto daqui e próximo àquele que vamos implantar em Cuiabá está localizado em Houston, nos Estados Unidos.

MidiaNews – Você afirmou que a sociedade ainda não entendeu a dimensão do projeto VLT. O que falta para a sociedade compreender? Informação? Ver as obras realmente começando?

Guimarães – Acho que está faltando tudo. Nós focamos muito em construir e implantar e o governo, agora, precisa mostrar de que forma isso vai impactar o dia a dia das pessoas, efetivamente, no uso.

MidiaNews – Mas isso é uma prioridade?

Guimarães – Sim. Não tenho dúvidas que, com a retomada das obras, nós vamos também levar à sociedade a efetividade do modal de transporte no seu dia-a-dia.

MidiaNews – Você acha que o fato de ser uma obra conceitualmente muito moderna e arrojada, com um impacto muito grande, isso acaba assustando e criando uma resistência nas pessoas?

Guimarães – Vamos analisar as coisas de uma maneira mais ampla. Quando em Cuiabá nós tivemos trincheiras? Nós não temos histórico de grandes obras. Para nós, por exemplo, que estamos administrando essas obras na Perimetral, de trincheiras e viaduto, também é uma nova forma de lidar com grandes obras no perímetro urbano, que causam impacto visual e no dia-a-dia das pessoas. As obras na Perimetral, por exemplo, nos primeiros 30 dias, impactaram muito as pessoas. Hoje em dia, não mais, porque elas já começaram a absorver isso. Então, na questão do VLT, quando a gente fala de uma obra de R$ 1,4 bilhão, não é uma coisa comum no Brasil, imagina em Mato Grosso, em Cuiabá. Mas quando a gente olha para a dimensão, o tamanho dessa obra, se nós conseguirmos fazer uma fotografia futura de uma Cuiabá com tudo isso pronto daqui a dois anos, isso realmente causa susto. Isso assusta a nós todos porque nós não temos tradição. Isso em São Paulo, Rio de Janeiro, é comum. Para nós, isso é inédito e, de certa forma, assusta a população e desespera quem está construindo, executando a obra.

MidiaNews – Você acredita que, se não fosse a Copa do Mundo, Cuiabá demoraria a receber obras desse porte?

Guimarães – O momento Copa e o esforço pessoal que o governador Silval Barbosa fez para não perder todos os recursos do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), essa visão de fazer uma Cuiabá melhor aproveitando o momento Copa do Mundo... Talvez nós iríamos demorar muito tempo para ter essa conjunção de esforços, nos permitindo ter tudo isso em um espaço de tempo que parece muito curto. Nós vamos, com certeza, chegar ao início de 2014 com uma nova Cuiabá.

MidiaNews – Nós percebemos que alguns setores e segmentos da sociedade ainda sentem um certo receio, preocupação, em relação às obras..

Guimarães – Não há motivos para preocupação. As obras, todas, estão no cronograma e estarão prontas para a Copa. Umas antes, outras mais pertinho. Mas dia 13 de junho de 2014, dia do primeiro jogo aqui na Arena Pantanal, nós vamos estar com essas obras todas prontas. Das obras do Dnit, por exemplo, só falta a construção do Viaduto da FEB, que está em processo licitatório. As outras já estão em construção, umas bem adiantadas, outras menos. Nessa semana agora, nós terminamos praticamente a licitação de todas. Então, não há mais dúvidas de que as obras sairão. Elas estão aí. O que precisamos agora é dobrar o gerenciamento na execução dessas obras, e isso está sendo feito. Nós não vamos, de forma alguma, deixar de fazer isso para que a gente tenha essas obras no prazo e com a qualidade contratada.

MidiaNews – Falando sobre o conjunto todo, quantas obras são?

Guimarães – Hoje nós estamos trabalhando com quase 50 obras, entre obras de mobilidade urbana, travessia urbana, obras de desbloqueio, tudo. Para a Copa, falta apenas a licitação de dois Centros Oficiais de Treinamento, do Fan Park e da Via Verde. O restante das obras, falta só administrar a execução.

MidiaNews – Quando se fala em R$ 1,47 bilhão, as pessoas imaginam que é somente para implantar os trilhos e colocar o VLT para rodar. Mas quantas outras obras estão envolvidas no projeto?

Guimarães – Dentro deste valor nós temos 13 obras de arte, entre trincheiras, pontes e viadutos, recuperação total do canal da Prainha, o lançamento de todos os trilhos e dos sistemas de comunicação e informatização e a compra de todo o material rodante.

MidiaNews – Quantos carros serão?

Guimarães – Nós licitamos 40 carros com sete vagões cada. Cada carro desses transporta cerca de 450 pessoas.

MidiaNews – Já se sabe o modelo do trem que será implantando?

Guimarães – Já. Isso já está definido e, resolvendo a questão da imagem, nós vamos apresentar para a sociedade qual o modelo que estará aqui. Os vagões já estão sendo construídos na Espanha, pela CAF Brasil Indústria e Comércio, que é a empresa que faz parte do Consórcio VLT Cuiabá. Já os trilhos serão todos construídos aqui no Brasil. Ao todo, serão 32 estações e já temos todos os layouts delas. Agora, nós estamos terminando os projetos, apenas. Porque com o RDC, tudo foi contratado junto. Dentro do Consórcio tem duas empresas projetistas e elas estão terminando os ajustes.

MidiaNews – Dá para se comparar os valores para implantação do BRT e do VLT?

Guimarães – Quando se fala em comparar preços, o valor do BRT, de R$ 323 milhões, significava apenas tratamento viário e mais nada. Com o VLT nós temos tratamento viário, carros, sinalização, informação, comunicação, obras de arte, tudo isso. E estou falando apenas de preço, nem estou comparado os modais.

MidiaNews – A implantação do VLT exclui a implantação do BRT?

Maurício – De jeito nenhum. Não pode ser implantado no mesmo trajeto, mas na alimentação, sim. São modais complementares. O VLT foi escolhido por causa do eixo que nós estamos trabalhando. Ele é muito mais adequado, do ponto de vista de diminuir o número de desapropriações e de não mudar muito o desenho urbano da cidade, e porque, neste eixo, existe uma demanda crescente. É um sistema de modal que se adequa muito facilmente à estrutura urbana que a gente tem. Diferente, por exemplo, de um BRT, em que nós teríamos um tratamento viário muito mais impactante, mexendo mais com a vida da população. No VLT, eu tenho duas linhas de quatro metros cada uma, fixas. E no BRT, além das linhas fixas, eu teria que ter as linhas de ultrapassagem, porque tem um ônibus ultrapassando o outro a todo o momento. Por isso no BRT eu teria muito mais desapropriações, porque eu teria que ter uma caixa viária muito maior. Do ponto de vista de economicidade com as desapropriações e de mexer menos com o meio urbano que já está consolidado, com a vida das pessoas, é que nós escolhemos o VLT. Porque ele tem essa característica de se adaptar melhor.

MidiaNews – A questão das desapropriações para o VLT já foi concluída?

Maurício – Nós já fizemos todos os decretos e nós estamos com as equipes nas ruas, fazendo as avaliações. Mas eu posso lhe afiançar que serão poucos, em torno de 130 pontos.

MidiaNews – Na Prainha, que foi muito discutida, o VLT irá passar no canteiro central. Qual a largura que ele vai ocupar?

Maurício – Ele vai ocupar oito metros de canteiro central. A Prainha só terá desapropriações nas estações e vai ficar com uma pista para tráfego geral. Toda essa obra vai permitir a acessibilidade das pessoas. Hoje você não consegue andar a pé nesse trajeto, porque não tem calçada. Isso tudo, a implantação de calçadas, está incluso no pacote do VLT.

MidiaNews – Como fica a questão das tarifas, que é um dos pontos polêmicos da ação do MP e da decisão?

Maurício – O Governo do Estado nunca disse que não subsidiaria o sistema. Ele está subsidiando na implantação. Ou seja, quando a gente for para a operação, que ainda está em estudo, o modal entra sem ônus de investimento. Agora, quando você compara os custos operacionais de um BRT e de um VLT, o VLT é muito mais barato. Você tem um material rodante, no VLT, com depreciação de 30 anos, ao invés de sete anos; você tem toda uma matriz energética elétrica, a base de óleo diesel, cujo insumo você não vai precisar importar; você tem uma mão-de-obra reduzida, porque todo o sistema é computadorizado; ou seja, o sistema operacional é muito mais barato. Se eu tivesse optado por uma PPP (Parceria Público Privada), onde o operador tivesse que gerar receita para pagar o investimento, aí eu teria que entrar subsidiando. O Governo já está subsidiando na implantação, pagando o empréstimo para fazer o VLT. Agora, comparando os dois modais, o operacional do VLT é muito mais barato. Quanto? Não sei ainda. Porque preciso terminar de fazer o desenho da rede e ele tem integração, então tenho que dividir tarifa, enfim... Isso vai impactar? Hoje já tem integração, você só vai substituir os ônibus que descem esses trechos pelo VLT. Mas todos os números indicam que a passagem será muito próxima do que é cobrado hoje, em função de que o Governo está subsidiando a implantação e não a operação.

MidiaNews – Nesses troncos percorridos pelo VLT não terão mais ônibus?

Maurício – Talvez você tenha ônibus que atravessem as avenidas e andem por um trecho da via, mas concorrentes, não.

MidiaNews – Quantos minutos o VLT irá demorar para percorrer tanto o Eixo 1 (CPA-Aeroporto) quanto o Eixo 2 (Coxipó-Centro)?

Maurício – Em torno de 20 minutos de um ponto ao outro. Porque tudo é sequencial, controlado. E, nos horários de pico, baseado na demanda que existe hoje, nós teremos VLT saindo de quatro em quatro minutos.

MidiaNews – Quantos trabalhadores serão necessários para operar o sistema?

Maurício – Não há um número exato ainda. Cada carro terá um operador. Aí tem ainda a parte de manutenção. Mas eu acredito que seja em torno de 200 funcionários.

MidiaNews – E quantos operários devem trabalhar durante a construção do VLT?

Maurício – Segundo o consórcio contratado, no auge da obra, nós teremos 3,9 mil operários trabalhando nas obras do VLT.

MidiaNews – No próximo dia 28, o secretário da FIFA, Jérôme Valcke, e o representante do Comitê Organizador da Copa de 2014 (COL), o embaixador Ronaldo, virão à Cuiabá visitar a Arena Pantanal. O que eles poderão ver? Qual o status da obra atualmente?

Maurício – Eles vão ver que nós estamos no cronograma, porque nós o refizemos para entregar essa obra de julho de 2013, que nós estamos atendendo às exigências da Fifa e que não precisam ter preocupações se Cuiabá estará pronta para a Copa. Hoje estamos trabalhando com a estrutura, colocação de arquibancadas, então devemos estar com 46% da obra concluída.

MidiaNews – Por que houve essa alteração no cronograma?

Maurício – Primeiro, para você não ficar muito tempo com a obra parada, uma vez que não estamos participando na Copa das Confederações, e porque a gente teve, inicialmente, alguns atrasos em repasses, nos pagamentos do BNDES.

MidiaNews – Houve alguma modificação no valor da Arena Pantanal?

Maurício – Essa obra vai passar por aditivos e ela consta hoje, na Matriz de Responsabilidade, com um valor em torno de R$ 500 milhões e deve fechar o valor em até R$ 520 milhões, porque falta licitar placar, cadeiras, enfim.

MidiaNews – Sobre a questão da transparência, o que você pode falar sobre a lisura dos processos licitatórios e da aplicação do dinheiro?

Maurício – Temos aqui dentro, 24 horas por dia, a Auditoria Geral do Estado, o Tribunal de Contas da União, o Tribunal de Contas do Estado, a Ordem dos Advogados do Brasil... O que eu posso afirmar é que, até hoje, não se tem dúvidas dos processos feitos aqui. A equipe que está aqui dentro é muito comprometida com isso. Nós temos recebido orientações do governador Silval Barbosa para sermos muito duros com isso. A prova de nosso compromisso com a execução é de que, a nossa primeira obra, na Avenida Juliano Costa Marques, nós não vamos receber enquanto ela não for entregue conforme foi contratado. E o trabalho está lá, sendo refeito. Eu não posso dizer que a Secopa é o suprassumo de tudo, mas nós estamos tentando, com a equipe da secretaria e dos órgãos de controle fiscalizando, trabalhar preventivamente. Eles estão nos ajudando a não cometer erros e proteger o patrimônio público e isso nos faz ter certeza de que estamos no caminho certo. Hoje, fico muito seguro em dizer que nós estamos fazendo de tudo para executar todos os procedimentos obedecendo todos os preceitos legais. Esta secretaria sempre esteve de portas abertas. Se você entrar no site da Secopa, sem falsa modéstia, do ponto de vista de transparência, não há nada que tenha mais informações sobre processos e procedimentos no Estado, do que o nosso portal. Aquilo que não for encontrado no site poderá ser requisitado à Secopa. Hoje, nós não temos nenhum pedido de informação pendente para ninguém.

MidiaNews – O que o senhor pode dizer quanto a especulações sobre corrupção que podem envolver a implantação do VLT e as obras da Copa, como um todo?

Maurício – Eu trabalho com fatos concretos. Agora, ser gestor público é muito complicado. A gente tem que ficar 24 horas por dia provando que é honesto. Infelizmente, é o ônus que a gente carrega. Mas, ao final da Copa de 2014, eu, com a ajuda de Deus, quero sair daqui da mesma forma que entrei, com a cabeça erguida.

Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo...266&cid=129895
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Créditos ao JC.
source: http://jconline.ne10.uol.com.br/cana...uape-37518.php



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Rio de Janeiro - City intends to triple the use of public transportation until the 2016 Olympics.

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Desenvolvimento Urbano + Acessibilidade


Rio promete triplicar uso do transporte público

By Maria Fernanda Cavalcanti Agosto 9, 2012


(Foto: Pedro Carrion)

Por Pedro Carrion. Publicado no Portal Mobilize em 06/08/2012.

A quatro anos da próxima Olimpíada, a prefeitura do Rio de Janeiro apresentou na última sexta-feira (5) o projeto ‘Olímpico 2016′. Uma coletiva de imprensa no Centro de Operações da prefeitura, na região central do Rio, contou com presença do prefeito Eduardo Paes e da presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM) Maria Silvia Bastos Marques. Entre os assuntos abordados, destaque para as obras que visam a melhorar o transporte público na cidade.

O legado que as obras deixarão para a cidade também foi muito citado no evento. Segundo a presidente da EOM, o objetivo é tornar o Rio de Janeiro uma cidade modelo. “Com a implantação de todos os BRTs, pretendemos alcançar um grande aumento no uso do transporte público na cidade, a ponto de triplicar o número de usuários. Com essa e outras melhorias em demais áreas, acreditamos que até 2020 o Rio de Janeiro seja a melhor cidade para viver, visitar e trabalhar da América do Sul”, disse Maria Silvia.

Com a linha expressa BRT Transoeste já em funcionamento e a Transcarioca e a Transolímpica com obras adiantadas, apenas a linha Transbrasil ainda não começou a ser construída, o que está previsto para acontecer em junho de 2013.

“Há dois anos e meio ninguém imaginaria que estivéssemos com algumas obras tão avançadas. Já viabilizamos a linha Transoeste e a conclusão dos demais BRTs está em andamento. Assim como outras intervenções, caso do Porto Maravilha, que contará com os Veículos Leves sobre Trilhos (VLT). E do estádio Maracanã, que está com mais de 50% das obras concluídas”, afirmou Eduardo Paes.

Direto de Londres, o diretor-geral do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Leonardo Gryner, participou do evento por videoconferência. Ele falou sobre suas impressões e o que pode tirar de positivo da Olimpíada que está sendo disputada na capital londrina. “A metodologia do planejamento utilizado aqui em Londres é bastante inspiradora, eles são muito bons nisso. Mas é preciso entender que as dimensões e características daqui e do Rio de Janeiro são diferentes. O importante é deixarmos um legado. Para as Olimpíadas, 47% das instalações que serão usadas já estão construídas, 25% vão ser temporárias e 28% serão novas”, afirmou Gryner.

Fonte: http://thecityfixbrasil.com/2012/08/...porte-publico/
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brazil, buses, commuter rails, monorails, subways, trams, transport, transporte coletivo

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