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#4042 | |
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A pedra fundamental do monotrilho foi lançada em março do ano passado, com a presença do até então Presidente Lula. Vc poderia me dizer o que foi feito de lá para cá ? Ademais, o próprio MPF e TCU já constataram irregularidades no projeto báscio do monotrilho. Soma-se a isso os entraves criados pelo Iphan, em razão de intervenções na região do centro histórico. Logo, ainda que as irregularidades sejam sanadas, outra licitação terá que ser feita. Portanto, se esse projeto sair (e se sair) leverá anos. Até hoje a Maria(Rosa Malagueta) e o Raimundo(Kid Mahal) estão esperando pelo metro de superfície do Alfredo-Amazonino
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Manaus, Capital da Amazônia. Amazonas, o melhor destino verde da América Latina (World Travel Market, o Oscar do Turismo) O Amazonas preserva mais de 90% da sua cobertura vegetal. Quer que essa floresta continue de pé ? Peguem-nos por ela! |
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#4043 |
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HRT descobre hidrocarbonetos na Bacia do Solimões
12 de Novembro de 2011 A HRT informou na exta-feira a descoberta de hidrocarbonetos no poço 1-HRT-4-AM, no bloco SOL-T-194, na Bacia Sedimentar do Solimões. De acordo com o comunicado, a empresa de exploração e produção de petróleo (HRT O&G) encaminhou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) notificação da descoberta de óleo e gás do poço localizado em Coari, no Amazonas. "Com base em dados de perfilagem, indícios de amostra de calha e detectores de gás, foram constatados, na Formação Juruá, dois intervalos portadores de gás, com espessura líquida de 11,1 metros e cinco intervalos portadores de óleo, com espessura líquida de 41,2 metros, ambos com boa porosidade", informou a companhia. A perfuração, iniciada em agosto pela sonda TUS-116, da Tuscany, alcançou a profundidade final de 2.806 metros. A HRT diz ainda que realizará posteriormente testes de formação, para apurar o potencial de produção dos reservatórios. A HRT O&G possui 55% de participação em 21 blocos exploratórios na Bacia do Solimões. http://www.portaldoholanda.com/notic...-solimoes.html
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#4044 | |
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Manaus-Amazonas-Brasil
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![]() Terra Nova, eu vejo MUITO esse tipo de ação da prefeitura do Rio. A coisa mais difícil de ser ver por aqui é dvd's e/ou cd's piratas. Os policiais da guarda municipal da cidade faz fiscalizaões intensas TODOS OS DIAS. Quem conhece bem o Rio sabe que no máximo o que se ver são alguns raros ambulantes vendendo programas de computadores como: office, autocad e etc... para não dizer que aqui não existe isso, sei que há um certo comércio de pordutos piratas em Bonsucesso, mas mesmo lá há uma fiscalização! Mas em Manaus a coisa é escancarada mesmo. Alí na região da praça do relógio todo mundo sabe que é o que mais tem. E digo mais, todo e qualquer cidadão que passa o dia alí com mochila nas costas é no mínimo suspeito, pois, se eles não vendem suas "mercadorias" a céu aberto, pode ter certeza que está dentro das ditas mochilas! |
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#4045 | |
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![]() sim e aí qual foi a conclusão ? o aeroporto está fazendo suas obras depois de 34 meses de atraso. e aí não iniciaram ? a gente sabe que essas obras caras são demoradas pra acontecer, é muita fiscalização em cima. por qualquer besteirinha eles travam o andamento. |
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#4046 | |
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Registered User
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Não tenho nada contra em quem acredita em monotrilho, metro de superfície, etc. Apenas repito que enquanto não começarem efetivamente as obras, esse monotrilho é uma lenda.
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#4047 | |
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Manaus-Amazonas-Brasil
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![]() Querer eu quero, mas são tantos prazos não cumpridos, são tantas normas, tantos estudos (que na verdade parece não existir), enfim é tanto entrave, que chega em um ponto que a gente passa a não crer mais. Mas é claro que o monotrilho vem ajudar o sistema de ônibus para desafogar o transporte coletivo (sendo de massa ou não) de Manaus. Deviam adotar as vans ao invés do microônibus para itinerários mais curtos. *Monotrilho: cá entre nós, o que vai ter de 'cabocão' querendo usar mesmo ele fora do traçado de seu bairro não estará no gibi. Caso da ponte por exemplo, pelas fotos que vi, até parece que todo aquele público que lá foi na inauguração de fato usa a ponte. É uma caboquice sem fim.
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#4048 | |
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#4049 | |
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1. O monotrilho não é transporte de massa adequado, tem pequena capacidade e quase não é utilizado mundo afora; 2. O MPF já decidiu que tudo tem que começar do zero, com o lançamento de uma nova licitação, uma vez que a que foi lançada estava repleta de vícios. Em outras palavras, já não há mais tempo para se lançar uma outra licitação. 3. O monotrilho só tem sentido se houver interligação com o BRT, que seria de responsabilidade da prefeitura. Pelo que todo mundo ve, o governador e o prefeito não falam a mesma língua quando a questão é transporte coletivo. O próprio prefeito já disse que vai fazer o diabo pra impedir a construção do monotrilho. Se ele tiver como impedir, ele vai agir. 4. O preço da passagem será impagável para boa parte dos usuários. Se fizeram uma confusão por causa de R$ 2,75 imaginem o que farão com uma passagem a R$ 5,00 ou mais. |
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#4050 | |
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Registered User
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Pronto, chegamos num denominador comum.
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#4051 |
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Índios que serão indenizados por hotel de selva vivem em zona rural de Manaus
Grupo teria deixado de fazer apresentação e estaria sobrevivendo apenas de venda de artesanato Manaus, 14 de Novembro de 2011 ELAÍZE FARIAS Vídeo O grupo de indígenas da etnia tariano que recebeu decisão favorável da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho em uma ação movida contra o River Jungle Hotel, mais conhecido como Ariaú Amazon Towers, mora na comunidade Livramento, área rural de Manaus. O representante do grupo é Antônio Sodré. Desta forma, está mantida a decisão solicitada pelo Ministério Público do Trabalho de se reconhecer relação de emprego entre os índios e o hotel, com o pagamento de todas as verbas trabalhistas devidas durante o período em que durou a relação entre eles (de 1998 a 2003), e indenização por dano moral no valor de R$ 250 mil, pelos constrangimentos e pela utilização indevida da imagem dos indígenas em campanhas publicitárias, sem a sua autorização. A Fundação Nacional do Índio (Funai) vai comunicar a decisão somente nesta quarta-feira (16), após o retorno do feriado, segundo informou por telefone um assessor do órgão encontrado por celular, nesta segunda-feira (14). A informação repassada por outro indígena, Mateus Estévão, da etnia dessano, é que Sodré deixou de fazer apresentações musicais, como as que realizada até meados dos anos 2000 no Ariaú Tower, localizado na zona rural do município de Iranduba. Em entrevista ao portal acrítica.com, Mateus Estévão disse que provavelmente a família vive apenas de artesanato. “Amanhã (15) vou lá conversar com o Sodré e dizer para ele o que aconteceu. Pelo que sei dessa história, tudo começou quando o grupo dele pediu para que o pagamento tivesse um aumento mas acabou sendo dispensado pelo hotel”, disse Estévão, que anos atrás também se apresentava no Ariú Tower fazendo parte de outro grupo indígena. “No tempo em que a gente trabalhava lá tudo era direitinho. A gente fazia de dez a 15 apresentações por semana para os turistas durante 45 minutos. Só que o pagamento não era muito certo. Era pouco. Cada ritual que a gente fazia nos davam R$ 100 para a gente dividir com cinco homens e cinco mulheres. O grupo do Sodré era liderado pelo finado Virgílio. Depois que ele morreu, o Sodré assumiu”, conta. Pacotes Em nota divulgada em seu site, o TST diz que rejeitou agravo do River Jungle Hotel (Ariau Amazon Towers) e manteve decisão que reconheceu a existência de vínculo de emprego entre o hotel e um grupo de índios que, por cinco anos, ficou à sua disposição para realizar apresentações para os turistas. As apresentações eram pagas pelos hóspedes, e o valor cobrado era controlado pelo hotel, que vendia pacotes turísticos que incluíam várias “atrações”, entre elas visitas às malocas. De acordo com procedimento administrativo instaurado pela Procuradoria da República no Amazonas, o grupo de 34 índios (entre adultos, adolescentes e crianças) da etnia tariano foi contatado em dezembro de 1998 por um representante do hotel para, mediante remuneração, fazer apresentações de rituais indígenas para os turistas ali hospedados. Segundo o Ministério Público, o hotel vendia as apresentações em forma de pacote, no valor de 25 dólares por pessoa. A remuneração dos índios, segundo os autos, era um rancho que às vezes mal alimentava o grupo e, mais tarde, um “cachê” de R$ 100 por apresentação, a ser dividido entre os índios adultos. Ainda de acordo com os depoimentos, no início, as apresentações eram feitas no meio da mata, sem estrutura. O cacique tariano acabou convencendo a empresa de que o grupo não poderia ficar abandonado no meio da mata, esperando os turistas, e o hotel então forneceu material para que eles próprios construíssem malocas. Nas três ou quatro apresentações semanais, os índios, por determinação do hotel, deviam oferecer comidas e bebidas típicas e o “manono”, cachimbo usado nos rituais sagrados. O material usado nos rituais - folhas de palmeiras, cipó, pau-brasil, sementes, bambu, etc. – eram trazidos pelo próprio grupo, que deveria estar sempre pronto para as apresentações, a qualquer hora do dia e início da noite, inclusive aos sábados e domingos. Em 2003, um relatório de viagem elaborado pela Fundação Nacional do Índio (Funai), em viagem aos rios Cuieiras e Ariaú, constatou as dificuldades vividas pelas comunidades locais – pobreza, falta de escolas para as crianças etc. A partir do relatório, a imprensa de Manaus noticiou os fatos, e o hotel, depois de convocar os índios para uma reunião, dispensou-os sem nenhuma forma de compensação trabalhista. A reportagem do portal acritica.com tentou entrar em contato com o dono do Ariaú Tower, ligando para o número do escritório (ninguém atendeu) e enviando emails para o endereço informados em seu site, e enviando mensagem em seu Facebook, mas até o momento ele ainda não respondeu. http://acritica.uol.com.br/amazonia/...590941223.html
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#4052 |
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Amazonas, meu Amor
Join Date: May 2009
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Alguém sabe se a empresa que pretende fazer o Monotrilho Manaus é a mesma do Monotrilho São Paulo? Acredito que o problema não é o modal e sim político.
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#4053 |
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Registered User
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Estigmatizado, distrito de Santo Antônio do Matupi não tem serviços essenciais
Embora possua um dos maiores rebanhos de gado do Estado, distrito sente falta de serviços essenciais Santo Antônio do Matupi, 13 de Novembro de 2011 ELAÍZE FARIAS Vídeo ![]() Santo Antônio do Matupi (AM) ganhou o estigma de terra sem lei FOTO: Bruno Kelly Santo Antônio do Matupi é uma localidade do Amazonas que cresceu sem ninguém olhar. Se, durante todos estes anos houve algum interesse público – de políticos, autoridades, órgãos fundiários e de fiscalização - pela existência deste distrito do município de Manicoré, ele ficou só no discurso. Resultado: ganhou o estigma de terra sem lei, terra que abriga foragidos, terra de invasores e terra de destruidores da floresta amazônica, um histórico que reverbera a cada menção ao famoso “180” e que causa um notório incômodo à população do distrito. Fruto de um assentamento do Incra dos anos 90, seus aproximadamente 500 lotes de terras foram vendidos (irregularmente) pelos antigos beneficiários. Áreas ao redor do lote se expandiram a partir de grandes fazendas de gado construídas em terras da União ocupadas ilegalmente – muitos destes fazendeiros compraram as áreas de antigos grileiros. Hoje, a 90% de sua população é composta por migrantes do Paraná, Mato Grosso e Rondônia. O biotipo, o sotaque, o vocabulário da população em nada se parece com o perfil nativo do Estado do Amazonas. Se o Incra fosse na área hoje, teria dificuldades de encontrar os colonos da primeira geração do assentamento. Embora faça parte da jurisdição de Manicoré, a população de Santo Antônio do Matupi tem uma relação nula com este município devido à distância e a dificuldade de acesso, possível apenas pelo rio. Daí a preferência por Humaitá, aonde se chega em duas horas e meia pela estrada. Localizada no KM-180 da BR-230 (Transamazônica), no sul do Amazonas, em 1994, Santo Antônio do Matupi vive este mês de novembro uma relação contraditória com os órgãos federais que atuam por lá, desde que a operação batizada de Guaricaya Matupi foi iniciada. Relatos de moradores abordados pela reportagem do jornal A Crítica, que esteve no distrito na semana passada, indicam ao mesmo tempo um alívio e um incômodo com a presença e com as ações destes órgãos. Irmã Cândida Amaro, que atua na Igreja Católica do distrito e considerada uma referência na cidade, defendeu “operações como essa”, mas destacou que é preciso oferecer à população o que não existe no local. “Acho que precisa botar ordem no lugar sim, mas antes de vir com penalidades, teria que vir órgãos competentes para atender a população”, observa. Ela reiterou o que a maioria dos moradores disse para a reportagem: não existem serviços básicos no distrito. Não há água encanada, iluminação pública, hospital, manutenção das ruas, sistema de esgoto e lixo, correio, sistema de telefonia celular, o sistema de telefonia fixo é precário (na semana passada, ele estava em pane), há apenas quatro agentes da Polícia Militar para responder por uma população estimada em 10 mil pessoas – a delegacia foi construída pelos próprios moradores. “Aqui não existe um mínimo ato de cidadania do Estado. Quem recebe Bolsa Família é obrigado a ir em Humaitá. Pagar R$ 80 de ônibus e, se for preciso, pernoitar em um hotel com diária de R$ 40”, conta. Defensora da emancipação do distrito para município, ela acredita que somente com esta medida é que o local poderá levar algum benefício para o local. “Aqui não é terra sem lei. É terra de muitas leis porque cada um faz a sua. Dizem que aqui há muitos crimes, fugidos da justiça, invasores. Mas enquanto estiver abandonado, se permite que se instalem negócios sem controle”, analisa. Tratamento de Choque Surpreendidos e preocupados com as consequências da operação realizada por órgãos federais de segurança e de meio ambiente na área desde o início deste mês, as principais lideranças do distrito de Santo Antônio do Matupi decidiram reagir. O “tratamento de choque” que órgãos como o Ibama, a Polícia Rodoviária Federal, o Ministério do Trabalho e o Sistema de Proteção da Amazônia, realizam no local levou empresários, comerciantes e fazendeiros a marcar uma reunião com o governador Omar Aziz nesta segunda-feira (14), em Manaus. A reunião foi confirmada pela Agência de Comunicação do Estado (Agecom). Membro do Comitê de Cidadania de Santo Antônio do Matupi, o comerciante Nardélio Gomes, 47, atribui às promessas não cumpridas de políticos e à falta de agilidade do Ipaam para a elaboração de planos de manejo (que estabelece regras para a extração de madeira e obriga a recomposição da vegetação) e na liberação do licenciamento de operação das serrarias. “O Ipaam é demorado e o programa Terra Legal, na pessoa da Shirley, apesar de ter prometido que viria aqui, começar um estudo, nunca apareceu”, disse. Embora considere a operação Guaricaya Matupi um “enxuga gelo”, Gomes admite que a ação está servindo para as pessoas do distrito “se legalizarem”. Nardélio Gomes é um dos principais articuladores da transformação de Matupi em município. Ações O coordenador da operação, Fernando Carvalho de Santana, assessor militar do Sipam, informou que estão sendo articuladas “futuras ações” para atender à população de Santo Antônio do Matupi. Elas seriam realizadas após a fase de fiscalização, mas ele salientou que essas medidas ainda passarão por avaliações de outros órgãos. Santana defende a operação, mas admite que compreende a reação da população que teme perder emprego e ter sua fonte de renda comprometida. “As pessoas que estão aqui quer se estabelecer. A região é rica. Mas ela tem que ser desenvolvida da maneira correta, seguindo a lei ambiental. Se tudo ficar legalizado, garante o futuro”, explica. Para o coordenador da operação, Santo Antônio do Matupi tem uma peculiaridade. Ao mesmo tempo em que está isolada, também possui várias saídas para outros Estados. Esta situação pode atrair pessoas que estão apenas interessadas em retirar madeira e ir embora além de transforma o distrito em refúgio de assaltantes de carros e criminosos tentando se esconder, já que a Transamazônica não tem barreira policial e fiscal. “A quem cabe resolver isso? Principalmente o governo estadual, que precisa olhar para este lugar”, comentou. http://acritica.uol.com.br/amazonia/...590341203.html
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#4054 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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Movimento Gota D´ Água
Resolvi colocar esse vídeo porque observei que falavam sobre o monotrilho e que ele usava energia limpa por ser elétrico. Me respondam: "Como é produzida a energia elétrica no Amazonas?" De uma vez por todas, usina hidrelétrica não é energia limpa! Pesquise, pergunte a um especialista... Vídeo: http://vimeo.com/32115701 Não sei colocar vídeo aqui, se alguém tiver interesse, por favor.
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#4055 | |
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Um caboclo amazonense...
Join Date: Nov 2008
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Já começou as desapropriações das casas na Av Camapuã na Cidade Nova... .... Quando tiver mas informações postarei... Já o BRT vai sair o resultado da licitação, o MPF e o TCU já havia aprovado o edital. (não entendi quando a imprensa informaram ao contrario) Aguardem...teremos novas informações em breve... O Corredor do mindú... As obras estão a todo vapor, agora eles estão na terraplanagem das margens entre a ponte do Novo Aleixo, e a ponte do Sete no São José. A via nova que vai entre a ponte do Novo Aleixo e Avenida das Torres, já esta na fase asfaltamento. ... Curiosidade Na estrada da colina do Aleixo, existe 4 lançamentos, e 4 obras em fase de acabamento. dois deles de 8 anadares. A ideia é que os fundos dos terrenos terão acesso ao parque linear que está em obras! ... No Prosamim Já estão derrubando os casebres atras do Studio 5 as obras estão avançando bem, a entrada do igarapé da freira já está asfaltada. Na parte da Av. Silves as obras ainda não iniciaram. Mais o residencial do morro da liberdade, está 50% em construção, vocês não sabem como é engraecedor ver como essa parte da obra tá mudando uma linha de córrego tomado por palafitas. A ligação de esgoto domiciliar no São Francisco (cabeceiras dos igarapés) já estão quase finalizadas, agora concentra-se em Petrópolis Existe um canteiro de obras no lado direito da Av Tarumã, atrás do SOS,uma galeria já está finalizada, agora estão na terraplanagem e construção de calcadas e vias ... |
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#4056 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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Estão construindo uma marginal no igarapé do Mindu????? O mindu deveria ser somente um parque, não deveria ter asfalto na sua margem... Nosso políticos faltaram as aulas geografia ou nunca pisaram em uma sala de aula? As vezes da vontade de desistir, olha. Ignorância pouca é bobagem!
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#4057 | |
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Join Date: Aug 2006
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#4058 |
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Manaus-Amazonas-Brasil
Join Date: Oct 2011
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^Além de copiarem São Paulo fazendo marginais. Cadê o respeito aos 30 metros de margem da mata auxiliar de qualquer corredor d'água? Não tem mata? A prefeitura junto com o estado deviam arborizar bastante essas áreas recuperadas pelo PROSAMIM, mas ao invés disso vejo grandes áreas sem árvores e com vasto gramado, em alguns casos até sem jardim. Bom, esse córrego enche muito com as chuvas? Porque marginais pelo que conheço sempre alagam em chuvas mais intensas. Por outro lado é mais uma via para desatar o nó do trânsito caótico de Manaus. Hoje são 500.000 carros, mas ano que vem serão lá por volta de seus 530.000 ... PLANEJAMENTO para o futuro, cadê? A frota de Manaus cresce a passos largos! |
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#4059 |
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The Power Of Green
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▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ ░░░░░░░░░░░░░░░ Aos que lutam mais vida e riqueza. |
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#4060 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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Isso é idéia de "português". O correto é apresentar alternativas para que ninguém precise usar carro. Esse é o certo, e não incentivar mais... Mas, alguém colocou em nossas cabeças que infra-estrutura urbana é sinônimo de novas vias, viadutos e pontes... A quarta cidade mais rica do país e não somos nem de longe um cidade estruturada. Alguém sabe por que? Será que é porque estamos fazendo a coisa certa? Alguns acham que sim...
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