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Projetos de Irrigação | Infraestrutura e Tecnologia
PROJETOS EM EXECUÇÃO NO NORDESTE (PAC - MINISTÉRIO DA IRRIGAÇÃO)
image hosted on flickr ![]() SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO HIDROAGRÍCOLA (IRRIGAÇÃO) • Projeto de Irrigação Baixio de Irecê (54.000 ha) - BA; • Projeto de Irrigação Salitre (32.000 ha) – BA; • Projeto de Irrigação Guadalupe – 2ª Etapa (10.500 ha) - PI; • Projeto de Infraestrutura de Uso Múltiplo Canal do Xingó (10.000 ha) - SE • Projeto de Irrigação Pontal (7.700 ha) - PE; • Projeto de Irrigação Tabuleiros Litorâneos – 2ª Etapa (5.895 ha) – PI; • Projeto de Irrigação Várzeas de Souza (5.100 ha) - PB; • Projeto de Irrigação Estreito IV (5.000 ha) – BA; • Projeto de Irrigação Marituba (4.800 ha) – AL; • Projeto de Irrigação Baixo Acaraú – 2ª Etapa (4.140 ha) - CE; • Projeto de Irrigação Tabuleiros de Russas – 2ª Etapa (3.600 ha) - CE; • Projeto de Irrigação Jacaré Curituba (3.150 ha) - SE; • Projeto de Irrigação Araras Norte – 2ª Etapa (1.618,56 ha) - CE; • Projeto de Irrigação Rio Bálsamo (700 ha) - AL; Fonte: Ministério da Integração
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____________________________________________________________________________ < Navegação do Rio São Francisco > - < Projetos de Irrigação|Infraestrutura e Tecnologia > < UHE´s de Pedra Branca e Riacho Seco > - < Plataforma Logística Multimodal do São Francisco > ____________________________________________________________________________ Last edited by Nego da Agua; August 23rd, 2011 at 03:15 AM. |
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Baixio de Irecê
![]() Localização: A área do projeto está localizada a cerca de 500 km de Salvador, ao norte da região do Médio São Francisco, abrangendo os municípios de Xique-Xique e Itaguaçu da Bahia. O projeto está inserido em sua totalidade na bacia do rio Verde que é afluente da margem direita do rio São Francisco. ![]() CANAL PRINCIPAL O Canal Principal tem uma extensão total de 84 km e a implantação do arranjo de obras foi prevista para execução em Etapas. ![]() Descrição do Projeto: Área bruta: 95.119 ha Área total irrigável: 58.659 ha de superfície agrícola útil (SAU), divididos em lotes para pequenos produtores. A construção é dividida em 9 etapas, com a seguinte distribuição prevista em projeto: Etapa 1 com 4.723 ha (em implantação); Etapa 2 com 5.288 ha (em implantação); Etapa 3 com 4.834 ha (em projeto); Etapa 4 com 4.480 ha (em projeto); Etapa 5 com 6.137 ha (em projeto); Etapa 6 com 6.315 ha (em projeto); Etapa 7 com 6.542 ha (em projeto); Etapa 8 com 7.640 ha (em projeto); Etapa 9 com 12.700 ha (em projeto). Reserva ambiental total prevista: 192.566 ha Canal de aproximação: trecho inicial comum aos módulos 1 e 2, com 160 m de extensão e vazão de 67,0 m3/s; trecho posterior para atender ao módulo 1 com 247 m de extensão e vazão de 11,2 m3/s. Estação de Bombeamento Principal (EBP para atender módulo 1) projetada para 10,65 m3/s com 3 conjuntos motobombas de 3,55 m3/s cada. A Estação de Bombeamento para atender aos módulos 1 e 2 está em fase de estudos e planejamento. ![]() Principais culturas indicadas nos estudos: abacaxi, abóbora, algodão, banana, cana-de-açúcar, cebola, coco, feijão, goiaba, limão, mamão, maracujá, milho, melancia, melão, pimentão, tangerina, tomate e uva. Novas culturas a serem implementadas : café, cana-de-açúcar e pinhão manso. O Projeto prevê também sistema de produção baseado na caprinovinobovinocultura, consorciado a outras atividades complementares, tais como apicultura, fruticultura e avicultura. Benefícios previstos quando da implantação do projeto conforme estudos: 180 mil empregos diretos e indiretos serão gerados com a conclusão do projeto que ainda está em fase de construção das etapas 1 e 2, sendo 240 mil pessoas serão beneficiadas. Estágio atual: A etapa 1, com cerca de 4.723 ha, está com as obras civis concluídas. As adutoras e estações de bombeamento de pressurização encontram-se em fase de montagem. Esta etapa destina-se a pequenos e médios produtores. O canal CP-0 está concluído até o km 13. Do km 13 ao km 27, as obras estão em fase de conclusão, e do km 27 ao km 42, as obras estão em implantação. Este canal é responsável pelo abastecimento das etapas 1 e 2 que estão em implantação. A etapa 2 com área estimada de 5.288 ha será abastecida pelo canal CP-0 no trecho em fase de conclusão. Essa etapa será destinada a lotes empresariais e está com as adutoras em fase de aquisição e montagem. A Estação de Bombeamento Principal teve sua primeira fase de implantação das obras civis concluídas, assim como a montagem dos equipamentos elétricos e mecânicos. A segunda fase de implantação ainda deverá ser objeto de estudos a serem executados. A etapa 3, com aproximadamente 4.843 ha, deverá ser a próxima etapa a ser implantada. http://www.codevasf.gov.br/principal...aixio-de-irece Ocupação agrícola: A) Atualmente existem 282 hectares com tomadas d´água na porta de cada lote (47 lotes necessitando apenas do desmatamento e demais serviços agrícolas). B) A programação para 2010 é de mais 1.200 hectares, também com água pressurizada na porta do lote, para o mesmo público; C) Hoje tem-se água disponível para irrigar 1.470 hectares de Superfície Agrícola Útil (SAU). Em 2010 mais 3.253,10 hectares já contarão com disponibilidade hídrica. D) Em meados de 2011 está programado a disponibilidade de água para 20.000,00 hectares. ![]() LOCALIZAÇÃO Está localizado cerca de 500 Km de Salvador, no trecho final do médio São Francisco, sua área fica entre os municípios de Xique-Xique, Sento Sé e Itaguaçu da Bahia. ACESSO O acesso ao projeto se dá através da Rodovia BA-052, que liga Xique-Xique a Feira de Santana, que por sua vez interliga-se à malha viária nacional através da BR-116. ![]() CANAL PRINCIPAL O Canal Principal tem uma extensão total de 84 km e a implantação do arranjo de obras foi prevista para execução em Etapas. ![]() ETAPA 1A Corresponde à tomada d’água junto ao Rio São Francisco e o Canal Principal, possui uma extensão de 27,92 Km. INFRA-ESTRUTURA É composta pelos seguintes Sistemas: Sistemas de captação de água no Rio São Francisco; Sistema de condução de água ao longo do perímetro; Sistema de drenagem; Sistema viário; Sistema de distribuição elétrica. OBJETIVOS Fixar o homem a terra; Aumentar a produção agrícola; Aproveitar terras férteis; Tornar as terras produtivas com a irrigação. Incentivar a implantação de agroindústrias; ![]() PROJETO O Projeto corresponde a uma área total irrigável de 58.659 hectares divididos em lotes para produtores, com construção em nove etapas, na região do sub-médio São Francisco. O custo para a implantação do projeto é de 1300 milhões de reais. Com estes recursos disponíveis, estará concluída toda a Primeira Etapa (4.723,10 hectares). Quando serão disponibilizados 117 lotes agrícolas para os pequenos, médios e grande produtores. PRINCIPAIS CULTURAS Frutas: Abacaxi, banana, coco, goiaba, limão, mamão, melancia, melão, maracujá tangerina e uva; Legumes e Verduras: Abóbora,cebola, pimentão e tomate; Grãos: Café, feijão e milho. PÓLO AGROENERGÉTICO Será montado um pólo agroenergético com produção de oleaginosas. Cana-de-Açúcar; Pinhão Manso; Dendê; Soja; Girassol; Mamona. USO DAS TERRAS ___________________________________ USO ÁREA (ha) ___________________________________ Área Irrigável 4.723,10 Áreas Inaptas para Irrigação 1.792,70 Áreas para Infraestrutura 333,30 Área de Reserva Legal 3.345,20 ___________________________________ TOTAL ETAPA 1A 10.194,30 PARCELAMENTO DO PROJETO PRODUTOR ÁREA (ha) LOTES _________________________________________ Pequeno Produtos 282,00 47 Médio Produtor 1.460,90 45 Grande Produtor 2.980,20 25 _________________________________________ TOTAL ETAPA 1A 4.723,10 117 OPORTUNIDADE DE INVESTIMENTO O Projeto prevê sistema de produção baseado: Ovinocaprinocultura associado as outras atividades complementares tais como: Apicultura; Fruticultura; Avicultura. ![]() BENEFÍCIOS Geração de 180 mil empregos diretos e indiretos serão gerados com a conclusão do projeto que ainda está em fase de construção. Beneficiando 240 mil pessoas, conforme estimativas do Ministério da Integração Nacional. GERAÇÃO DE EMPREGO DIRETO Agricultura: 24.375 empregos; Produção Agrícola: 3.321 empregos nas atividades de apoio; Produção Perímetro: 382 empregos nas atividades de apoio; Centro de Serviços: 6.709 empregos. RESPONSABILIDADE AMBIENTAL Instalação de viveiro de mudas para produção de 10.000 unidades de espécies nativas da caatinga: Aroeira; Angico; Ipê; Catingueira; Umburana de Cheiro. Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, visando a recuperação dos locais utilizados para retirada de material mineral para construção do Canal Principal. Palestra com os trabalhadores sobre Preservação da Flora e Fauna Local e conscientização Ambiental. http://cerradoempreendimentos.com.br...codeverde.html
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PROJETO SALITRE
![]() Descrição do projeto: O Projeto Salitre consiste na implantação de infraestrutura hidráulica para irrigar 31.305 hectares divididos em 944 lotes para pequenos produtores e 485 lotes para empresas, com construção em 5 etapas: Etapa 1 – 5.099 ha irrigáveis; 66 lotes para médias empresas e 255 para pequenos produtores (obras em andamento) Etapa 2 – 7.613 ha (obras não iniciadas) Etapas 3, 4 e 5 – 19.854 ha irrigáveis (obras não iniciadas) FICHA TÉCNICA DO PERÍMETRO DE IRRIGAÇÃO SALITRE image hosted on flickr ![]() 1. Projeto: Perímetro de Irrigação Salitre. 2. Tipo da Obra: Irrigação 3. Localização: Município de Juazeiro – BA (20 Km da sede) 4. Órgão: Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf 5. Programa: Desenvolvimento da Agricultura Irrigada – 0379 6. Objetivo: Implantação de infra-estrutura hidráulica para irrigar 31.305 hectares, divididos em 944 lotes para pequenos produtores e 485 lotes para empresas, com construção em 5 etapas: • Plano de Ocupação Global do Projeto: . Área Bruta do Projeto: 67.400 ha . Agricultura Irrigada: 33.900 ha (31.305 ha – Área Útil); . Áreas de Sequeiro: 16.600 ha; . Reserva Legal: 13.500 ha; . Preservação Permanente: 1.800 ha; . Áreas diversas a preservar: 1.600 ha; Área Irrigada Útil: 31.305 ha Subvidida em 2 (duas) sub-áreas: . Sub-área CHESF..................................... 5.099 ha (Etapa I) . Sub-área SALITRE ................................ 26.206 ha (Etapas II, III, IV e V) Áreas Externas a serem atendidas com o fornecimento de água: . Sub-área FAO ........................................ 2.560 ha . Sub-área Aluviões .................................. 2.000 ha • Características Técnicas: . Fonte Hídrica: Rio São Francisco . Suprimento Elétrico: 100 MVA . Sistema de Captação: EB – 100 . 06 conjuntos de motobombas . Vazão total = 42 m3/s . Potência Instalada = 10.164CV . Sistema de Adução e Distribuição: . 10 Estações de bombeamento . Canais de adução primária – 39 Km . Canais de adução secundária - 76 Km . Canais de adução terciária – 15 Km . 06 Reservatórios . Sistema de Drenagem: 248 km de drenos . Rede Viária: . Estradas principais – 161 km . Estradas secundárias – 770 km . Concepção Fundiária: . Pequenos Produtores – 944 lotes; 20% . Empresas – 485 lotes. 80% . Métodos de Irrigação: . Gravidade 21.000 ha . Microaspersão e gotejamento demais áreas. • Benefícios Esperados: . Empregos diretos: 30.000; . Empregos indiretos: 60.000; . População beneficiada: 180.000 pessoas . Município Beneficiado: 01 . Valor bruto da Produção esperado: R$ 350 milhões/ano • Período de Implantação: . Início das Obras: Maio/1998; . Término Previsto: Dezembro/2015; • Situação da Obra: Em execução as obras civis e os serviços de montagem eletromecânica da infra-estrutura de irrigação e drenagem da 1ª Etapa do Projeto – subárea CHESF; • Recursos: . Aplicados de 1995 a 2004 – R$ 197,2 milhões . Aplicados de 2007 a 2008 – R$ 119,0 milhões . A serem Aplicados em 2009 – R$ 48,0 milhões . PAC – 2007/2010 – R$ 251,5 milhões • Custo estimado de todo o projeto: R$ 450 milhões Salitre em Juazeiro ![]() Investir no Perímetro Irrigado Salitre é uma das melhores opções do agronegócio brasileiro. Situado em um dos maiores pólos de agricultura irrigada do semi-árido nordestino, o Salitre será o maior perímetro de irrigação da Codevasf em Juazeiro, com uma área total de 67.200 ha. Além de toda a infraestrutura de irrigação, o empresário contará com o apoio de centros de ensino, pesquisa e tecnologia. A mão-de-obra especializada confirma a visão de vanguarda da região, que está preparada para atender as exigências dos mercados consumidores. Com ótimas condições edafoclimáticas para a produção de frutas e hortaliças no País, o Salitre conta ainda com uma boa infraestrutura de transporte rodoviário e um aeroporto aparelhado para o transporte de cargas para escoamento da produção. O Perímetro Irrigado Salitre já é uma realidade no cenário econômico da Bahia. Com uma alta produtividade e elevado padrão de qualidade predominante na região, o investidor encontra em Juazeiro retorno seguro do seu investimento. Órgão Executor: CODEVASF Estado: Bahia Localização: Juazeiro - BA Descrição: Projeto de irrigação com 31.305 ha de área agrícola útil Fonte Hídrica..........................................................Rio São Francisco Área Bruta...........................................................................67.400 ha Área Irrigada Total...............................................................33.900 ha Área de Sequeiro................................................................16.600 ha Área de Reserva Legal........................................................13.500 ha Área de Preservação Permanente.........................................1.800 ha Áreas Diversas a Preservar....................................................1.600 ha Altitude média..........................................................................430 m Dados Climáticos: Temperatura média anual...........................................26,4 ºC Temperatura média das máximas................................32,4 ºC Temperatura média das mínimas.................................24,6 ºC Umidade relativa do ar média anual.................................61% Precipitação média anual.....................................440 mm/ano Evapotranspiração............................................2.256 mm/ano Velocidade dos ventos................................................3,3 m/s Insolação média anual.........................................2.830 h/ano O Perímetro Irrigado Salitre está localizado no norte do estado da Bahia na cidade de Juazeiro a 20 km da sede do município. O Perímetro está inserido no semi-árido nordestino, na região do sub-médio do vale do Rio São Francisco, a margem direita do rio. Latitude: 9º 31’ 15” e 9º 52’ 30” S Longitude: 40º 15 ‘ 00” e 40º 37’ 00” W Altitude média: 430 m Como chegar: Distância dos principais portos: Juazeiro - BA / Porto de Salvador - BA ........................................ 530 km Juazeiro - BA / Porto de Suape - PE ............................................ 800 km Juazeiro - BA / Porto de Fortaleza - CE ....................................... 880 km Juazeiro - BA / Porto de Natal - RN .............................................. 950 km Pedologia De acordo com o levantamento de solos realizado na área (PROTECS, 1988), e da sua posterior digitalização (Figura 1), observamos que os solos existentes no Perímetro (Tabela1) são semelhantes aos encontrados nos diversos perímetros irrigados da região semi-árida e apresentam necessidade especiais de manejo, principalmente quanto a drenagem. São solos com boa fertilidade natural propícios ao cultivo de diversas, culturas frutíferas tais como: manga, banana, goiaba, uva, coco, mamão e acerola, bem como culturas olericolas e/ou horticolas, como tomate, pimentão, repolho, melão, melancia, abobora etc. Tabela 1. Classes de solos do Perímetro de Irrigação Salitre (BA). Classe de solo Área (ha) % Vertissolos 53.063 82,28 Cambissolos 6.494 10,07 Planossolos 3.131 4,86 Neossolos Litólicos 726 1,13 Argissolos 505 0,78 Total 63.919 100,00 Capacitações Clique nos Links dessa Página:http://www.consorciosalitre.com/fernando Dados climáticos Dados da Produção (SET/2011) Exportação ![]() ![]() ![]() ![]() Clique nos Anexos desse link: http://www.consorciosalitre.com/docu...icos/exportaes Pós Colheita, Beneficiamento e Classificação (http://www.consorciosalitre.com/docu...-e-classificao) Salitec 2011 (http://www.consorciosalitre.com/docu...s/salitec-2011) Eventos (http://www.consorciosalitre.com/eventos) Informações de Mercado (http://www.consorciosalitre.com/informaes-de-mercado) Notícias (http://www.consorciosalitre.com/noticias) ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Odilio Coimbra - Picasa ![]() http://www.consorciosalitre.com/home
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#5 |
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#6 |
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da pra ver que os governos nao sao serios. irrigacao no vale do sao francisco é essencial. ja viu fotos do google earth do vale do nilo no egito? no meio do deserto e tudo verde! acho fantastico.
acho que deveria ser proibido prefeitura/governo/empresa publica patrocinar show, o povo se conscientizar e se educar nao porque uma profissao ta na moda ou que vai ficar rico com isso, mas que va melhorar o futuro e a qualidade de vida. ando muito decepcionado com o povo, com as decisoes, com as noticias que anunciam muita coisa e nada sai do papel. gastam bilhoes com transposicao quando 1 bilhao dolares daria pra irrigar todos esses projetos. conhece o vale do iuiu? esse é fantastico tambem. alem dele um case antigo é o jaiba. clica no link para ver a imagem. nao conseguir fazer ela aparecer! ![]() fonte: http://2.bp.blogspot.com/_W-9y5gQILl...-h/Imagem2.jpg Last edited by josetaca; August 21st, 2011 at 02:32 PM. Reason: link imagem |
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#7 | ||
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![]() Merecem um thread, né?
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#8 |
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Baiano sim senhor!
Join Date: Aug 2006
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Projeto grandioso que vai causar uma grande transformação na região.
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#9 |
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Join Date: Apr 2011
Location: Salvador
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Xique-Xique será uma nova Juazeiro com esse projeto pronto! Só fiquei na dúvida quanto aos dados sobre geração de empregos. Eles se contradisseram.
Acho que a sociedade e, por conseguinte, o Poder Público ainda não atentaram para a importância da irrigação para o desenvolvimento do semiárido nordestino. Se levarmos em consideração o início dos primeiros perímetros e a criação da Codevasf e Dnocs, o que se fez até hoje é muito pouco. O atual ministro da Integração demonstra preocupar-se com essa questão e promete o laçamento de um Plano Nacional de Irrigação. Tomara! Prefiro, mil vezes, uma política arrojada de irrigação no semiárido que 10 Fords em Camaçari.
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Abaixo-assinado Royalties do Petróleo: Educação e C,T&I |
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#10 |
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No meio do Sertão
Join Date: Oct 2005
Location: Senhor do Bonfim (BA)
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![]() Só Xique-Xique?! A área de irrigação desse projeto vai pegar toda a região de Irecê!
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FOTOS MINHAS: Senhor do Bonfim, 02, 03, 04 / Campo Formoso, 02 / Juazeiro da Bahia / Petrolina / Jacobina / Fortaleza, 02
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#11 |
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No meio do Sertão
Join Date: Oct 2005
Location: Senhor do Bonfim (BA)
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Baixio de Irecê - Fotos image hosted on flickr ![]() image hosted on flickr ![]() image hosted on flickr ![]() Fonte: http://www.flickr.com/photos/pacgov
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FOTOS MINHAS: Senhor do Bonfim, 02, 03, 04 / Campo Formoso, 02 / Juazeiro da Bahia / Petrolina / Jacobina / Fortaleza, 02
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#12 |
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Sertanejo people Forever!
Join Date: Nov 2006
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Nossa, tô rindo a toa aqui!
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A Bahia é onipresente! |
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#13 |
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Registered User
Join Date: Jan 2009
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obrigado por postarem sobre um assunto tao importante. o vale do sao francisco é igual o vale do nilo.. outro dia olhem a foto que falei..
valeu mesmo galera. tou feliz pelo thread! |
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#14 |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Salvador
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O Nordeste poderia estar produzindo muito mais alimento e ter uma situação social bem mais digna, se projetos como esse fossem realizados. Se vivêssemos em um país sério, onde os políticos não fossem tão escrotos,e onde a corrupção fosse controlada, muitos projetos assim vingariam e o Nordeste teria um Sertão muito melhor!
Eu espero que esse projeto vá pra frente, que não seja parado, pois é algo bom pra geração de empregos ( e são muitos os que projetos assim geram), e também pra auto -estima da própria população. E que se façam muitas agroindústrias também, pra agregar mais renda na região.Creio que o negócio ainda está muito tímido,e que há muito pra se avançar.
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Não prendam os pássaros nas gaiolas,não os privem de sua liberdade, pois eles foram feitos para percorrer grandes distâncias, cantar nos galhos das árvores e não para satisfazer nosso egoísmo de cantar apenas pra gente! (FAROL DA BARRA) |
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#15 |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
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Gostaria de saber como anda esse projeto do vale do Iuiú, pois quase não falam dele.Lembro que Paulo Souto sempre pedia atenção do Governo Federal pra desenvolver esse projeto, mas que o mesmo nunca dava importância.
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Não prendam os pássaros nas gaiolas,não os privem de sua liberdade, pois eles foram feitos para percorrer grandes distâncias, cantar nos galhos das árvores e não para satisfazer nosso egoísmo de cantar apenas pra gente! (FAROL DA BARRA) |
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#16 | ||||
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![]() Como o projeto fica concentrado na região de Xique-Xique, e o Porto Fluvial ficará muito funcional depois da reativação da Hidrovia do São Francisco. Ficará faltando a Xique-Xique só a construção da lendária ligação BA-210 até Sento-Sé, uns 230km... Quote:
Quote:
Pessoal, verifiquei que atualmente no PAC, os Projetos de Irrigação do Baixio de Irecê e Salitre são, de longe, os maiores. Pensei que poderíamos trocar o nome do thread para: Projetos de Irrigação Baixio do Irecê e Salitre - Os maiores Projetos de Irrigação do País, que acham?
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#17 |
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Join Date: Aug 2007
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Essa obra deveria ter a mesma prioridade que a transposição do Rio São Francisco. Onde está a bancada baiana, sem divisão partidária, para exigir celeridade na concretização da totalidade do projeto??
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#18 |
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Tony, os projetos Baixio do Irecê e Salitre estão inclusos no PAC e, finalmente, depois de décadas, estão sendo realmente executados. O Ministro da Integração Nacional se comprometeu várias vezes desde que assumiu o cargo, de executar as obras com prioridade máxima. Pode parecer estranho, mas a verdade é que ele quer que as obras saiam logo para viabilizar o Projeto do Canal do Sertão Pernambucano, que terá suas tomada de água em Sobradinho - BA, assim sendo precisaria do apoio baiano...
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isso que penso e me revolto. e esse plano nacional de irrigacao, alguem tem mais info dos mesmo? |
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segunda-feira, 18 de junho de 2007
ESQUECERAM O VALE DO IUIU PROJETO DE IRRIGAÇÃO DO VALE Texto de Jeremias Macário De redenção e salvação da economia da região de mais de um milhão de habitantes no final dos anos 80 e na década de 90, dos movimentos políticos e de toda sociedade visando tirar os municípios da decadência devido ao fracasso do algodão, o Projeto de Irrigação do Vale do Iuiu, localizado a 900 quilômetros de Salvador, caiu no esquecimento, e a área de cerca de 9 mil hectares que seria irrigada teve boa parte desapropriada pelo governo federal, mas logo depois foi invadida e ocupada pelos Sem-Terra. O Projeto começou a ser cogitado e idealizado por volta de 1986/87 quando Nilo Coelho, atual prefeito de Guanambi, era vice-governador da Bahia, numa área de pouco mais de 50 mil hectares e investimentos superiores a R$600 milhões financiados pelo Banco Mundial. Na década de 90, a euforia era grande na região da Serra Geral, especialmente nos municípios de Iuiu, Sebastião Laranjeiras, Candiba, Palmas de Monte Alto, Malhada e Guanambi. Era a esperança para salvar a economia que havia caído em crise devido a derrocada do algodão. Codevasf frustra planos De responsabilidade da Codevasf(Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Rio Parnaíba), entre o final dos anos 90 e início dos anos 2000, o projeto chegou a ser dimensionado, licitado e feitos os detalhes técnicos de operação para o plantio de uma enorme quantidade de culturas, como frutas e hortaliças. Centenas de produtores e empresários do comércio e da indústria de mais de 40 municípios até Vitória da Conquista chegaram a fazer planos para aumentar seus negócios em decorrência da comercialização dos produtos, mas a Codevasf frustrou todos eles. O comentário geral era que iria correr muito dinheiro, e os lojistas, inclusive de peças, automóveis e máquinas agrícolas, já se preparavam para expandir seus estabelecimentos. Mas, o tempo foi passando e o projeto de Irrigação não saiu dos discursos dos políticos e governantes e, a partir do segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi caindo no esquecimento e sendo reduzido de 50 mil para 9 mil hectares. Hoje, a superintendência da Codevasf, em Bom Jesus da Lapa, pouco fala sobre o assunto. Nossa reportagem procurou saber sobre o projeto, mas não houve resposta. A Assessoria de Comunicação apenas disse que a empresa não dispõe de recursos e que agora se espera por uma possível iniciativa das Parcerias Públicas Privadas(PPP), ou do PAC-Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. A conversa é que o projeto vai entrar em discussão, mas até o momento só se tem falado da irrigação do Baixio de Irecê e do Salitre, em Juazeiro. Dentre as lideranças do movimento em prol da implantação do Projeto de Irrigação do Vale do Iuiu, o presidente da Câmara de Vereadores de Guanambi, Elder Guimarães, continua lutando e não perde as esperanças. Ele pretende encaminhar um documento ao Ministério da Integração Nacional pedindo a atenção da Codevasf para o projeto. Ele lembra quando representantes e técnicos(Codevasf e outros órgãos) do governo federal estiveram em Guanambi e disseram que os projetos de Ceraima(Guanambi) e do Vale do Iuiu eram prioridades. “Só que a Codevasf não fez nada para revitalizar e recuperar o projeto de irrigação de Ceraima, nem implantou o do Vale do Iuiu.” A Codevasf, como se comenta em Guanambi, preferiu entregar a área para os Sem-terra. Dos 9 mil hectares previstos para serem irrigados em Iuiu, segundo Guimarães, 6.300 hectares chegaram a ser desapropriados e pagos aos favorecidos donos das terras por preços além do mercado. No governo de Fernando Henrique, a Câmara de Vereadores enviou ofícios para os ministérios competentes e para o relator do Orçamento, tentando sensibilizá-los quanto a importância do Projeto do Iuiu. Em tom de desabafo, Elder disse que o governo de Lula tem recursos suficientes para fazer a transposição das águas do Rio São Francisco, mas não tem para irrigar 9 mil hectares que gerariam 50 mil empregos para toda região de Guanambi. “Hoje, as terras estão sendo invadidas pelos Sem-Terra, e o Projeto de Irrigação ficou apenas na saudade”. A HISTÓRIA DE UM PROJETO Que fim levou o Projeto de Irrigação do Vale do Iuiu? É a pergunta que mais se tem feito na região quando se junta um grupo de produtores, comerciantes, lideranças das entidades de classe, técnicos e até de políticos, para se discutir questões e alternativas para a diversificação da economia. A sua história começou lá pelos meados dos anos 80, portanto, há mais de 20 anos. A imprensa da região e da capital, como A TARDE, sempre deu cobertura e noticiou todos os passos do movimento pela tão almejada e desejada implantação do projeto. Nos exemplares da revista “Integração”(Guanambi), do jornalista João Martins, por exemplo, o assunto foi bastante divulgado desde a sua iniciativa. O projeto era considerado como a “salvação da lavoura”, eldorado e nova fronteira agrícola em seminários e conferências de técnicos, empresários e políticos. O ex-deputado federal, Prisco Viana, entre os anos de 1996/97, quando o algodão já havia entrado em decadência e a economia atravessava uma grande crise, dizia que a saída era a agropecuária através do projeto de Irrigação do Vale do Iuiu. Em suas entrevistas, destacava que o sucesso do projeto era tão grande que o Banco Mundial se prontificou a financiá-lo. Já naquela época, os políticos da Bahia e do Nordeste chegaram a negociar com o governo federal a transposição do São Francisco em troca da aprovação do projeto. Prisco Viana criticou a renúncia fiscal dada para a Ford se implantar em Camaçari quando se podia negociar a irrigação do Vale do Iuiu. Depois de tantas secas, o também deputado federal Nilo Coelho dizia ser a hora do governo olhar para o projeto. Nos estudos de viabilidade econômica, o projeto foi dimensionado para pouco mais de 50 mil hectares, mas se falou em 254 e 165 mil, passando depois para 30 mil até chegar a 9 mil hectares. Em 2001 se falou em licitar a obra, mas o tempo passou e hoje o presidente da Câmara de Vereadores de Guanambi, José Elder Guimarães afirma que tudo ficou no discurso. Mas, houve uma época(década de 90 e início dos anos 2000) que os movimentos tiraram o projeto do discurso e parecia que tudo ia dar certo. Chegou a ser assinado um contrato de construção da obra entre a Codevasf e a empresa Ecoplan. Palestras e encontros na região animavam os pequenos produtores que faziam seus planos para ganhar dinheiro e sair da pobreza. Como estava planejado, seria o maior projeto de todo semi-árido baiano. Em 1991/92, por exemplo, conforme relata a revista “Integração”, foram feitos estudos de campo e reconhecimento da área sul dos municípios de Iuiu, Malhada, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras. Três sistemas constavam das análises: aproveitamentos das águas do rio São Francisco; construção de barramentos no rio Verde Pequeno e Mandiroba; e aproveitamento das águas subterrâneas. Os técnicos chegaram a dimensionar uma área de 470 mil hectares quando 200 mil foram considerados irrigáveis e em Iuiu seriam construídas duas estações de captação das águas do São Francisco. Das terras, 90 mil hectares apresentavam algum tipo de cultura(algodão, feijão, milho), 130 mil eram cobertos por campos e capoeira e 200 mil de vegetação de caatinga, conforme relatório detalhado enviado o ex-deputado federal Nestor Duarte pelo presidente da Codevasf na época, Airson Bezerra Lócio. Anualmente, seriam implantados seis mil hectares, com uma estação de bombeamento com capacidade para 23,55 metros cúbicos por segundo, e uma tubulação com 3.140 metros de extensão. Em junho de 1997 chegaram a ser concluídos os estudos de viabilidade econômica, técnico e ambiental para uma área bruta de 50 mil hectares, sendo 30 mil de área útil, 10 mil de reserva legal, 2,2 mil de preservação permanente e 1,6 mil para pecuária e sequeiro. Os pequenos irrigantes receberiam 2.533 lotes de seis hectares cada, as pequenas empresas 69 lotes de 50 hectares, as médias, 69 lotes de 100 hectares e as grandes, nove lotes de 200 hectares para plantar algodão, abacaxi, melão, melancia, coco, banana, goiaba, manga, tangerina, batata-doce, tomate, cenoura, pimentão, abóbora , uva, limão, entre outras culturas. O custo por hectare estava estimado em R$13 mil, devendo gerar 50 mil empregos, com investimentos de R$300 a 600 milhões. Com esta perspectiva de implantação, um movimento em 1997, no entroncamento de Iuiu, na BR-030, chegou a reunir mais de três mil pessoas entre políticos, produtores, empresários e diversas lideranças. Na época foi lançada a campanha “Vale” - Uma Esperança. Foi um marco na história daquele povo, dizia o presidente da União dos Vereadores da Região de Guanambi, Elder Guimarães fonte:http://alforje.blogspot.com/2007/06/...e-do-iuiu.html a noticia é velha... |
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