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#41 | ||||||||
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Registered User
Join Date: Jul 2011
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As pessoas trabalham na agricultura. E daí? A agricultura é uma actividade importantíssima, principalmente naquela zona de Trás-os-Montes. Acabar com as poucas âncoras, ainda que fracas, que fixam a população e lhe dão condições para explorar, ainda que fracamente, o potencial do território, é incentivar ainda mais o abandono da agricultura. O próprio centro agrícola que é Vila Real, que vive muito do Douro, iria sofrer (e bem) com isso. Caminho errado. Certo seria incentivar o aproveitamento do potencial daquela zona. Está ali uma mina de ouro, quer em termos agrícolas, quer em termos turísticos. Pena que os nossos responsáveis políticos nunca a tenham querido ver. Quote:
Pior: é um dos concelhos mais pobres e com mais dificuldades do país. Aquela gente tem de ser ajudada e o seu desenvolvimento tem que ser fomentado, porque há ali muito potencial. Ao contrário de Santa Marta, já se aproveitou alguma coisa, com o Solar da Rede. Mas há muito, muito mais para aproveitar. Quote:
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O que aconteceu muito em Portugal foi que o poder central nunca deu à maior parte do seu território ferramentas para se desenvolver... e agora com toda a lata possível e imaginária vem dizer que a culpa é dos locais. Quote:
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Em vez de apontar valores, eu prefiro falar em cidades-âncora, centros de serviços de índole regional que permitem fixar população, e polarizam o desenvolvimento dos concelhos rurais em redor. Não é a população que determina se são âncoras boas ou não: nos países nórdicos, por exemplo, que têm todos os constrangimentos que sabemos, bem piores que os nossos, temos cidades com menos população que as nossas, mas que são âncoras bem mais eficazes que permitem que o panorama populacional seja bem mais equilibrado que em Portugal (salvaguardando as devidas diferenças, que sempre existiram, entre as duas realidades). Ex: cidades como Narvik, Tromsø e Bodø (Noruega); Luleå, Kiruna ou Örnsköldsvik (Suécia); Rovaniemi (Finlândia), etc. Concordo plenamente com o reforço de cidades-âncora espalhadas um pouco por todo o país, seja isoladamente ou em eixo urbano. Mas nunca com o objectivo de fazê-las crescer sacrificando os territórios à volta, porque aí estaríamos a dar um tiro no pé e a matar o doente com a cura. Quote:
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Isto apesar de todos os constrangimentos provocados pela zona do globo onde se encontram. Se essas zonas conseguem fixar população, porque será que as nossas zonas rurais, teoricamente com muito mais potencial e muito mais apelativas que as deles, não conseguem fixar população? Simples, porque na Escandinávia os poderes públicos, nomeadamente a nível central, fomentam a fixação da população. Em Portugal o poder regional não existe e o poder central faz exactamente o oposto. Daí que em 175 anos tenha sido impossível fixar população. Não por falta de condições (olhemos para a Lapónia...), mas por falta de vontade política. O que não seria assim tão difícil com as medidas certas. Cumpts, |
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#42 |
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Registered User
Join Date: Mar 2009
Location: Viseu....e talvez um dia a Bilita...
Posts: 554
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Geografico compreendo o teu ponto de vista mas felizmente sou das pessoas que posso falar com conhecimento de causa dado que devido a motivos profissionais já vive em metade das cidades mais importantes do norte e ja passei mt tempo na maior parte das outras cidades e concelhos...e a norte verificam-se duas realidades.
Uma é a trabalhadora(tamega e vale do ave e sousa, apesar de não serem organizados). A outra pertencente a tras os montes. Eu passo a explicar o ponto de vista: Primeiro porque é que o autarca de mesao frio e baiao e o da regua e santa marta nao lutaram fortemente pela passagem da A4 pelos seus concelhos e vem de ser feito um tunel de 5km que so serve o tragego de longo curso... A passagem desta estrada ou apenas do IC26 teria mudado o panorama economico brutalmente nesta zona. A mesma é assolada pela passagem de camioes e automoveis bastante acima da capacidade da estrada actual e não trazendo mais valias nenhumas... Segundo porque é que em Tras os Montes quiseram estradas que nao lhe servem para nada. Eu como habitante de tras os montes preferia ter uma autoestrada bonita e rentavel por santa marta e mesao frio e que desse trabalho ao pessoal e ter uma boa via rapida para bragança com pouquissimas curvas, nos desnivelados e com 2 vias(com possibilidade de quando houvesse aumento populacional ser duplicada) e mais 200 ou 300 milhoes que pudessem ser investidos em beneficios para serem construidos mais uns 20 ou 30 hoteis e cais de embarque junto ao Douro ou nas zonas envolventes, que TMAD se tornasse um produtor absolutamente de referencia a nivel mundial de castanha, vinho e azeite, do que ter autoestrada que nem se sabe se vai ser acabada de amarante a bragança e não ter população porque a mesma fugiu mais uma vez à pobreza e desemprego... Isto foi o que os autarcas que tinham possibilidades de mudar o mundo autarquico fizeram....aceitaram a trampa que lhes deram...não tem sentido critico. Terceiro, tens o Vale do Sousa, do Ave e do Tamega que ainda vai tendo emprego mas que não tem ponta por onde se lhe pegue porque fizeram ao contrario. Deram todo o tipo de empregos mas tens aldeias com 5000habs em vivendas e sem serviços de especie alguma sem ser cafes ou supermercados... Apesar de tudo concordo ctg que pode haver aldeias e vilas estaveis perto de cidades, no entanto têm de se demonstrar viaveis... Cumpts |
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#43 |
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não sei. não sabe ninguém
Join Date: Aug 2010
Location: porto . londres
Posts: 1,418
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gosto muito que dizes smp cumpts sempre que acabas um comentario! muito bem!
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talvez que eu morra no leito. onde a morte é natural. mãos em cruz sobre o peito. nas mãos de Deus tudo aceito. mas que eu morra no Portugal! |
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#44 |
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Registered User
Join Date: Jan 2009
Location: Alcains, Beira Baixa & Lisboa
Posts: 431
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Jornal O Interior
Todas as freguesias que não estão nos quadros anexos deverão manter-se, segundo a ANAFRE Guarda é um dos concelhos com mais freguesias agregadas Por: Catarina Pinto Um novo mapa autárquico já está em construção. Depois do acordo com a “troika”, ficou claro que o Governo teria de enveredar por uma Reforma da Administração Local. Chegou a falar-se na extinção de autarquias, mas por enquanto está apenas confirmada a agregação de freguesias. Segundo listas divulgadas na semana passada, a Guarda é um dos concelhos da Beira Interior onde um maior número de freguesias será agregado. Das 55 atuais, 39 não reúnem os critérios de organização territorial – definidos pelo Executivo – e que permitiriam a sua manutenção (ver caixas). Em tempos de contenção, redesenhar o mapa do poder local já era mais que inevitável, mas a verdade é que a forma como será feito está longe de gerar consensos. No “Documento Verde” da Reforma Local, o Governo de Passos Coelho explica que vai promover a redução do atual número de freguesias através da «aglomeração ou criação de outras, com maior dimensão e escala, de acordo com as suas tipologias e salvaguardando as especificidades territoriais». Mas como se decide – afinal – quais são as Juntas que se mantém e as que vão “agregar-se”? O executivo elaborou primeiro uma tipologia dos diferentes municípios de acordo com a sua densidade populacional, criando três níveis. Em cada um deles definem-se critérios territoriais que as freguesias devem “cumprir” para se manterem. O número de habitantes por quilómetro quadrado ou a distância até à sede do município são alguns deles. No fim dessas “contas”, 212 freguesias do distrito da Guarda não reuniram os critérios estipulados dentro do seu nível e, por isso, serão agregadas. Resta saber como. Ou quais as que ficam como “sede”, quais as que têm de se “mudar” ou até mesmo se surgirá alguma que ainda não existe. Provavelmente serão estas as dúvidas da maioria da população, mas – se tudo correr como o Governo pretende – só serão dissipadas depois de «uma ampla e profunda» discussão pública. As listas com as freguesias que se mantêm e as que são aglomeradas foram publicadas no site da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) depois de a entidade ter feito um estudo, aplicando os critérios de organização territorial definidos pelo Governo. Ou seja, estes dados ainda não estão totalmente “fechados”. Apesar disso, refletem os requisitos do Executivo e, sendo assim, constituem já um possível esboço do mapa que – ao que tudo indica – deverá ser implementado no próximo ano. E há alguns casos em que não se percebe como freguesias que não cumprem requisitos, como é o caso de Souto Maior, em Trancoso, se mantêm. No distrito, a seguir ao concelho da Guarda, será Trancoso que terá um número superior de freguesias (26) que poderão ser agregadas. Em Pinhel e no Sabugal são 20 e em Almeida 23. Em Manteigas – o concelho mais pequeno – apenas uma será agregada: a de Vale de Amoreira. Comparando com o município de Castelo Branco, percebemos que além de possuir um número bem mais reduzido de freguesias (25) do que a Guarda (55), apenas cinco deverão ser agregadas. Já na Covilhã, que tem atualmente 31, há oito freguesias que poderão não se poderão manter com o atual estatuto. Em Belmonte, uma será agregada (Colmeal da Torre) e em Penamacor serão cinco. Primeiro Nível Este grupo compreende 37 municípios e 643 freguesias. O primeiro critério destina-se a freguesias em sede de concelho. Para “se ser” freguesia é preciso ter acima de 500 habitantes por km2 e ter mais de 20 mil habitantes. Quanto às outras freguesias, o governo insere-as em três áreas distintas: Área Predominante Urbana (APU), Área Maioritariamente Urbana (AMU) e Área Predominantemente Rural (APR). Neste nível, o segundo critério refere-se apenas às freguesias classificadas como AMU e APU e para se manterem têm de ter um mínimo de 5.000 habitantes e distarem a menos de 20 km da sede do município ou um mínimo de 3.000 habitantes desde que estejam a mais de 10 km da sede do município. Segundo nível O grupo compreende 88 municípios e 1336 freguesias. Para as que se situam na sede do município, o primeiro critério para se manterem é ter entre 100 a 500 habitantes por km/2. Para as freguesias que se inserem em Área Predominantemente Rural o segundo critério é terem um mínimo de 1.000 habitantes por freguesia. Já para as que pertencem a Área Predominantemente Rural e a Área Maioritariamente Urbana, o segundo critério é terem um mínimo de 5.000 habitantes por freguesia e distarem a menos de 10 km da sede do município ou distarem a mais de 10 km mas terem no mínimo 3.000 habitantes. Terceiro Nível Engloba 183 municípios e 2280 freguesias. O primeiro critério diz respeito a freguesias em sede de município e que tenham menos de 100 habitantes por km2. O segundo critério diz respeito a freguesias de Área Predominantemente Rural que tenham no mínimo 500 habitantes e a freguesias de Área Maioritariamente Urbana com um mínimo de 1.000 habitantes por freguesia. É neste nível que se inserem os concelhos do distrito da Guarda. _____________________________ Lista das freguesias a agregar - Não reúnem critérios de organização territorial Distrito da Guarda Município / Freguesia TIPAU Distância Hab. (km) Aguiar da Beira EIRADO APR 6,657 268 FORNINHOS APR 12,450 222 GRADIZ APR 5,015 174 PINHEIRO APR 5,194 231 SEQUEIROS APR 3,580 262 SOUTO DE AGUIAR DA BEIRA APR 3,539 298 VALVERDE APR 4,230 154 Almeida ADE APR 20,044 73 ALDEIA NOVA APR 7,075 33 AZINHAL APR 8,465 63 CABREIRA APR 20,183 77 CASTELO BOM APR 11,533 216 CASTELO MENDO APR 15,167 87 FREIXO APR 14,775 182 JUNÇA APR 5,133 115 LEOMIL APR 11,172 108 MALPARTIDA APR 4,695 172 MESQUITELA APR 17,085 45 MIDO APR 11,529 46 MONTE PEROBOLÇO APR 20,021 61 NAVES APR 7,494 68 PARADA APR 23,613 113 PEVA APR 9,888 168 PORTO DE OVELHA APR 22,710 47 SÃO PEDRO DE RIO SECO APR 8,901 180 SENOURAS APR 9,362 38 VALE DE COELHA APR 6,262 43 VALE DA MULA APR 7,411 181 VALE VERDE APR 6,879 93 VILAR FORMOSO APU 13,603 2221 Celorico da Beira BARAÇAL APR 7,298 227 CADAFAZ APR 6,365 140 CARRAPICHANA APR 11,559 216 CORTIÇÔ DA SERRA APR 6,022 171 LAJEOSA DO MONDEGO AMU 4,801 698 LINHARES APR 12,143 259 MAÇAL DO CHÃO APR 9,858 160 MESQUITELA APR 9,900 238 MINHOCAL APR 7,025 175 PRADOS APR 8,367 180 RAPA APR 7,313 162 SALGUEIRAIS APR 7,900 114 VELOSA APR 8,685 114 VIDE ENTRE VINHAS APR 4,486 165 VILA BOA DO MONDEGO APR 3,951 107 Figueira de Castelo Rodrigo ALGODRES APR 9,876 294 ALMOFALA AMU 10,406 180 CINCO VILAS APR 12,582 94 COLMEAL APR 8,285 41 ESCARIGO APR 12,611 99 FREIXEDA DO TORRÃO APR 5,681 262 PENHA DE ÁGUIA APR 8,291 111 QUINTÃ DE PÊRO MARTINS APR 10,310 146 VALE DE AFONSINHO APR 8,425 83 VERMIOSA AMU 10,616 396 VILAR DE AMARGO APR 6,760 158 VILAR TORPIM AMU 7,841 213 Fornos de Algodres CORTIÇÔ AMU 5,572 144 FUINHAS APR 10,861 92 JUNCAIS APR 3,090 286 MACEIRA AMU 8,947 228 MATANÇA APR 6,509 243 MUXAGATA APR 7,083 241 QUEIRIZ APR 14,293 260 SOBRAL PICHORRO APR 10,191 209 VILA CHÃ AMU 5,908 82 VILA RUIVA AMU 6,220 168 VILA SOEIRO DO CHÃO AMU 4,429 179 Gouveia FIGUEIRÓ DA SERRA APR 10,390 263 FREIXO DA SERRA APR 8,657 100 MANGUALDE DA SERRA APR 3,836 164 VILA CORTÊS DA SERRA APR 8,596 267 VILA FRANCA DA SERRA APR 11,403 262 Guarda ADÃO APR 12,267 235 ALBARDO APR 11,948 143 ALDEIA DO BISPO APR 5,734 219 ALDEIA VIÇOSA APR 6,055 339 ALVENDRE APR 5,205 223 AVELÃS DE AMBOM APR 8,836 69 AVELÃS DA RIBEIRA APR 14,228 195 BENESPERA APR 10,973 288 CARVALHAL MEÃO APR 15,990 51 CAVADOUDE APR 5,320 318 CODESSEIRO APR 13,640 204 CORUJEIRA APR 6,917 117 FAIA APR 4,191 227 FERNÃO JOANES APR 9,368 269 GAGOS APR 13,948 127 GONÇALO BOCAS APR 8,864 228 JOÃO ANTÃO APR 9,011 160 MEIOS APR 9,267 197 MIZARELA APR 5,940 135 MONTE MARGARIDA APR 17,875 36 PÊRO SOARES APR 5,116 70 PORTO DA CARNE AMU 8,020 392 POUSADA APR 11,936 118 RAMELA APR 7,068 218 RIBEIRA DOS CARINHOS APR 14,109 108 ROCAMONDO APR 9,574 89 SANTANA DA AZINHA APR 8,676 422 JARMELO (SÃO MIGUEL) APR 11,266 188 JARMELO (SÃO PEDRO) APR 12,802 183 SEIXO AMARELO APR 12,154 84 SOBRAL DA SERRA APR 8,907 243 TRINTA APR 8,273 406 VALE DE ESTRELA APR 5,098 394 VELA APR 11,287 491 VIDEMONTE APR 10,892 480 VILA CORTÊS DO MONDEGO APR 8,109 296 VILA FRANCA DO DEÃO APR 12,792 153 VILA GARCIA APR 8,114 320 VILA SOEIRO APR 6,106 42 Manteigas VALE DE AMOREIRA APR 8,413 223 Mêda AVELOSO APR 5,475 207 BARREIRA APR 8,619 177 CARVALHAL APR 8,966 96 CASTEIÇÃO APR 10,683 117 CORISCADA APR 11,745 197 FONTE LONGA APR 6,206 130 LONGROIVA APR 4,515 286 MARIALVA APR 5,868 255 PAI PENELA AMU 7,291 67 PROVA APR 8,681 185 RABAÇAL APR 12,027 274 RANHADOS APR 6,557 256 VALE FLOR APR 5,529 150 Pinhel ATALAIA APR 13,040 99 AZEVO APR 10,064 195 BOGALHAL APR 6,757 37 BOUÇA COVA APR 17,440 104 CEREJO APR 14,817 131 CIDADELHE APR 16,199 40 ERVAS TENRAS APR 11,231 137 ERVEDOSA APR 12,619 195 LAMEGAL APR 12,783 265 LAMEIRAS APR 8,191 290 MANIGOTO APR 7,606 188 PEREIRO APR 6,206 149 POMARES APR 16,218 118 PÓVOA D’ EL-REI APR 11,802 53 SAFURDÃO APR 15,509 104 SANTA EUFÉMIA APR 10,376 172 SORVAL APR 11,116 79 VALBOM APR 5,695 214 VALE DE MADEIRA APR 3,372 92 VASCOVEIRO APR 4,804 186 Sabugal ÁGUAS BELAS APR 7,081 175 ALDEIA DA RIBEIRA APR 20,017 131 BADAMALOS APR 17,656 96 BARAÇAL APR 5,139 190 FORCALHOS APR 22,770 89 LOMBA APR 8,414 57 MOITA APR 10,697 103 NAVE APR 11,299 226 PENA LOBO APR 10,596 141 POUSAFOLES DO BISPO APR 9,935 280 RAPOULA DO CÔA APR 8,506 194 RENDO APR 5,021 278 RUIVÓS APR 11,666 70 RUVINA APR 9,785 112 SEIXO DO CÔA APR 13,675 175 VALE DAS ÉGUAS APR 11,385 39 VALE LONGO APR 14,277 48 VILA BOA APR 8,236 250 VILA DO TOURO APR 7,229 175 VILAR MAIOR APR 18,888 121 Seia CABEÇA APR 11,500 181 CARRAGOZELA AMU 5,113 380 FOLHADOSA AMU 8,287 327 LAJES APR 7,139 273 SANTA EULÁLIA APR 7,985 273 SANTA MARINHA AMU 4,783 998 SÃO MARTINHO AMU 3,509 638 SAZES DA BEIRA APR 8,390 279 VÁRZEA DE MERUGE APR 7,371 249 LAPA DOS DINHEIROS APR 4,840 294 Trancoso ALDEIA NOVA APR 10,565 332 CARNICÃES APR 5,844 153 CASTANHEIRA APR 7,388 196 COGULA APR 8,507 190 CÓTIMOS APR 10,672 182 FEITAL APR 6,936 78 FIÃES APR 5,564 271 FRECHES APR 5,196 455 GRANJA APR 12,815 151 GUILHEIRO APR 14,543 183 MOIMENTINHA APR 11,099 247 MOREIRA DE REI APR 6,132 468 PALHAIS APR 8,083 217 PÓVOA DO CONCELHO APR 7,300 281 REBOLEIRO APR 8,424 324 RIO DE MEL APR 5,067 325 SEBADELHE DA SERRA APR 11,139 130 TAMANHOS APR 3,415 252 TERRENHO APR 9,837 109 TORRE DO TERRENHO APR 12,444 157 TORRES APR 4,317 137 VALDUJO APR 8,078 192 VALE DO SEIXO APR 6,353 140 VILA FRANCA DAS NAVES AMU 8,467 963 VILA GARCIA APR 7,914 117 VILARES APR 8,170 206 Vila Nova de Foz Côa CASTELO MELHOR APR 8,800 226 CHÃS APR 10,740 278 HORTA APR 14,963 242 MÓS APR 6,458 190 MURÇA APR 8,286 107 NUMÃO APR 13,159 240 SANTA COMBA APR 14,285 214 SANTO AMARO APR 3,429 50 SEBADELHE APR 11,696 264 TOUÇA APR 9,163 235 Distrito de Castelo Branco Belmonte COLMEAL DA TORRE AMU 3,293 725 Castelo Branco CAFEDE APR 9,629 262 FREIXIAL DO CAMPO APR 12,198 468 JUNCAL DO CAMPO APR 11,609 356 MATA APR 14,521 469 RETAXO AMU 11,627 842 Covilhã ALDEIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS APU 24,921 631 ALDEIA DO SOUTO APR 13,211 237 BARCO APR 14,645 465 SARZEDO APR 11,636 130 TORTOSENDO APU 5,180 5602 VALES DO RIO AMU 9,600 674 COUTADA APR 12,215 406 CANHOSO APU 3,137 2249 Fundão CAPINHA APR 12,688 491 CASTELO NOVO APR 6,524 404 LAVACOLHOS APR 10,294 237 Idanha-a-Nova ALCAFOZES APR 10,503 214 IDANHA-A-VELHA AMU 11,639 63 PROENÇA-A-VELHA APR 11,796 224 Oleiros ÁLVARO APR 7,925 236 AMIEIRA APR 6,991 115 ISNA APR 9,545 206 MADEIRÃ APR 11,327 171 SARNADAS DE SÃO SIMÃO APR 14,016 217 SOBRAL APR 9,673 159 VILAR BARROCO APR 12,323 113 Penamacor ÁGUAS APR 6,879 299 ALDEIA DE JOÃO PIRES APR 7,252 184 BEMPOSTA APR 11,892 120 MEIMÃO APR 13,432 280 VALE DA SENHORA DA PÓVOA APR 12,183 241 Sertã CARVALHAL APR 7,813 463 ERMIDA APR 12,516 219 FIGUEIREDO APR 10,285 205 MARMELEIRO APR 5,537 228 NESPERAL APR 5,786 307 PALHAIS APR 9,674 268 Vila de Rei SÃO JOÃO DO PESO APR 8,141 204 |
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#45 |
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Barra for Friends
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Lindo
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#46 |
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Moção aprovada na Assembleia Municipal
Coimbra rejeita extinção ou fusão de freguesias 27.12.2011 - 19:18 Por Lusa A Assembleia Municipal de Coimbra aprovou hoje, por maioria, uma moção apresentada pelo coordenador distrital (PSD) da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) contra a extinção ou fusão de freguesias. O documento consiste na moção apresentada pela Delegação Distrital de Coimbra da ANAFRE no congresso nacional desta associação, que decorreu no início do mês em Portimão e no qual foi aprovada por maioria. “É uma reforma cega, injusta e errada”, afirmou João Pardal (PSD), coordenador distrital da ANAFRE e presidente da Junta de Freguesia de Souselas, ao considerar que “há algum autismo da parte do Governo nesta questão”. A moção foi aprovada com 41 votos favoráveis de elementos da bancada da maioria que lidera a Câmara (PSD/CDS/PPM), do PS, CDU e Bloco de Esquerda. Dezanove deputados dos dois principais grupos da assembleia abstiveram-se. O líder da grupo municipal do PSD, Maló de Abreu, justificou a abstenção com o argumento de que foi criada uma comissão na assembleia para discutir a questão da reforma administrativa do poder local. Ao intervir na assembleia, João Pardal considerou que “as freguesias são uma alavanca para resolver muitos problemas das populações” e defendeu a suspensão do processo de reforma administrativa. Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Ribeira de Frades, Jorge Veloso (PS), a proposta de reforma administrativa do poder local “não tem qualquer viabilidade”, porque “discrimina negativamente as freguesias e adopta critérios quantitativos, desprezando” os qualitativos. “Sou a favor de extinguir algumas freguesias e de redesenhar o mapa das freguesias”, afirmou por seu lado o deputado municipal André Dias Pereira (PS). Na sessão de hoje da Assembleia Municipal de Coimbra, no período das intervenções, Maló de Abreu defendeu que o projecto do metro ligeiro de superfície deve ser mantido como “uma bandeira, qualquer que seja o Governo, mesmo que seja contra o Governo” e destacou também a importância de concluir o IC3 e de concretizar a intervenção na Estação Velha. Público
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Capa negra de saudade/No momento da partida Segredos desta cidade/Levo comigo p'ra vida |
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#47 |
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BRASIL
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#48 |
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Áreas maioritariamente urbanas. áreas predominantemente rurais e áreas predominantemente urbanas, penso.
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