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#3121 |
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Terra do Frevo
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O forista jr22 tbm se juntou ao bloco virtual de frevo. São 21 integrantes.
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#3122 |
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Registered User
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![]() Uma promessa de bilhões de reais, milhões de sonhos, décadas de história e inúmeros interesses políticos. O enredo da transposição do Rio São Francisco é cheio de personagens, dramas e lendas. O assunto traz debates sobre projetos faraônicos, demagogia, preconceitos regionais e o sonho de redenção social e econômica no Nordeste. Após rodar 2.600 km em três Estados, levantar dados e bastidores da obra, na semana da primeira visita oficial da presidente Dilma Rousseff à transposição o JC publica em partes, até sábado, este especial. Link para o especial do Jornal do Commercio Tão necessária, tão problemática POR GIOVANNI SANDES ![]() A transposição do São Francisco tomaria água do rio e distribuiria no Nordeste a partir deste ano – prometeu várias vezes, do início até os últimos dias de seu governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar disso, até a presidente Dilma Rousseff, em sua atual gestão, não conseguirá concluir a obra secular, pensada pela primeira vez no Brasil de Dom Pedro II, em 1847. Foram 160 anos de espera até as obras, em 2007, início da contagem regressiva para a água do chamado Rio da Integração Nacional correr pelo Semiárido, para consumo humano e nos negócios. Cinco anos após o novo começo, o clima de abandono é visível em vários trechos da transposição. O controverso projeto virou unânime, mesmo entre críticos: a obra, irreversível, tem que sair, com qualidade e o menor prejuízo possível aos cofres públicos. Até virar a transposição em sua versão atual, de canais, túneis e estações elevatórias, o projeto mudou muito, assim como o Nordeste. No século 19, a literatura romântica de José de Alencar, em O Sertanejo, de 1875, descrevia uma região isolada e rude, distante e sem avanços futuros como eletrificação rural. De qualquer cidade sertaneja, era possível contemplar “as noites do sertão, recamadas de estrelas rutilantes”. ... (continue lendo) ![]() Orçamento estourou e prazo atrasou Por Giovanni Sandes A transposição do Rio São Francisco beneficiará 12 milhões de pessoas, nas contas do governo, um apelo social imenso. Mas o projeto ganhou também conotação eleitoreira, um prejuízo medido em reais. Por causa disso, o orçamento passou de R$ 4,5 bilhões para R$ 6,9 bilhões e a conclusão atrasou pelo menos quatro anos. O maior problema da transposição foi começar com um nível baixo de detalhamento do projeto. Assim, as construtoras venciam as licitações e depois, no campo, encontravam uma situação muito diferente da que estava no papel. Mesmo assim, o governo pressionava as empresas a correr. ... (continue lendo) Em vários trechos, fissuras e rachaduras Por Giovanni Sandes ![]() O ar seco e quente, o sol no chão de poeira e pedras e a falta de sombra fazem o Sertão parecer uma grande fornalha. É ali, desamparada, que a transposição racha. E quando a chuva dá trégua ao sol, amplia os estragos. Em vários trechos da obra, há fissuras, rachaduras, placas de concreto quebradas e destruídas por infiltração. Durante uma semana, o rodou 2.600 quilômetros em Pernambuco, Paraíba e Ceará, 160 km à beira dos canais – muitas vezes em áreas de difícil acesso, nos 13 lotes licitados, dos 14 que compõem a obra. ... (continue lendo) Egocentrismo frustrado por "um dilúvio" Por Giovanni Sandes No apagar das luzes do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o então presidente discursava em São José de Piranhas, Sertão da Paraíba, diante do desemboque do "maior túnel de águas da América Latina", o Cuncas I. Era 14 de dezembro de 2010, sua última visita à transposição: "Eu estou com muito orgulho, porque estou percebendo que a obra vai ser inaugurada definitivamente em 2012 – a não ser que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa." Quatro meses depois, o acesso pelo outro lado do túnel, em Mauriti, Ceará, desabou. Em janeiro passado, após as fortes chuvas do final de 2010, essa mesma entrada do Cuncas I estava submersa. O túnel é um grande desafio de engenharia. Terá 15 quilômetros de extensão na divisa entre o Ceará e a Paraíba e é fundamental para a água chegar também ao Rio Grande do Norte. Até o incidente, o Cuncas I era uma atração turística. Após o desabamento, as visitas foram proibidas "por razões de segurança". O desabamento não fez vítimas, mas causou susto, porque ocorreu em horário de trabalho. De 80 metros escavados, 50 metros desmoronaram. ... (continue lendo) Vídeo e Galeria de Imagens Lote 10 da transposição, em Custódia, parado desde o ano passado, com placas de concreto danificadas pelo clima e depois recortadas por trator do consórcio Mendes Jr./Emsa ![]() Canteiro de obras do lote 10, da Mendes Jr./Emsa, parado desde o ano passado ![]() Placa avisa para o cuidado com as obras, no lote 10, da Mendes Jr./Emsa, parado desde o ano passado ![]() Canal de aproximação do Exército, no Eixo Norte, em Cabrobó ![]() Segmento do lote 6, do consórcio EIT, Delta e Getel, em Mauriti, no Ceará ![]() Terraplenagem de trecho do lote 6, do consórcio EIT, Delta e Getel, em Mauriti, no Ceará ![]() Trecho de 600 metros em sequência de placas de concreto quebradas, no lote 6, que manteve as obras do consórcio EIT, Delta e Getel, em Mauriti, no Ceará ![]() Máquinas em obra do lote 6, em Mauriti, no Ceará ![]() Emboque do Cuncas I, maior túnel de águas da América Latina: desabou em abril de 2011 e, após as fortes chuvas do final do ano, ficou submerso. Obras ainda paradas ![]() Desemboque do Cuncas I, em São José de Piranhas, Paraíba, com obras em andamento ![]() -- http://www2.uol.com.br/JC/especial/t...cao/index.html |
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#3123 | |
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C'a gota serena
Join Date: Nov 2009
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#3124 | |
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Registered User
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Procure no Youtube, e coloque FREVO, só vai aparecer com milhões de acessos esse tal "passinho do frevo" . A Gurizada não entende, é uma contra-informação maciça contra o frevo tradicional. Esse Passinho NÃO É FREVO . Usa apenas alguns passos de uma forma até sensual e letras medíocres. Subestimar o perigo é o que os inimigos do Frevo e de Pernambuco querem.
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<click> A FAVOR DA PESCA - Não aguentamos mais ataques de TUBARÃO!!!<click> CSPB CSSML NDSMD VRS NSMV SMQL IVB Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas Complexo turístico e cultural Recife-Olinda
"Monotonia é achar que o Brasil é um país que oferece qualidade de vida por se construir vários shopping centers e condomínios fechados" |
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#3125 |
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Terra do Frevo
Join Date: Apr 2004
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Pois eu vejo como uma divulgação do frevo. Esse ritmo é a cara de Pernambuco e nada tira isso da gente. Nossa cultura é fortíssima e esse risco eu não vejo.
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#3126 |
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com certeza
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#3127 | |
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Tiago - Recife
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#3128 |
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Registered User
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Caso precatórios: nova dor de cabeça para Eduardo
Revista revela que o governador, absolvido pelo STF, foi condenado, em processo administrativo, pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional Publicado em 04/02/2012, às 20h34 Ayrton Maciel Absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2003, como mentor da emissão de títulos do Estado de Pernambuco, ocorrida em 1996, o governador Eduardo Campos (PSB) ainda tem a operação como uma sombra na sua carreira política. Então secretário da Fazenda do governo Miguel Arraes (1995/1998), seu avô, Eduardo autorizou a operação a pretexto de pagamento de precatórios judiciais. Edição da revista Época deste fim de semana revela, com exclusividade, que o governador e presidente nacional do PSB foi condenado, em 2009, em processo administrativo, pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) - órgão que julga recursos contra penalidades aplicadas pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários - como responsável pela operação considerada lesiva ao Estado e que ficou conhecida como o “Escândalo dos Precatórios”. A condenação atinge, também, a dois ex-diretores do privatizado Banco do Estado de Pernambuco (Bandepe). A condenação, de acordo com a Época, veio em 4 de dezembro de 2009. O governador e os ex-diretores do Bandepe Wanderley Benjamin de Souza e Jorge Luiz Carneiro de Carvalho foram julgados pelo Conselho por ter havido “infração grave” na negociação irregular de títulos públicos. Os três estão proibidos de exercer cargos de direção na administração de instituições financeiras fiscalizadas pelo Banco Central -, no caso, bancos públicos e privados -, pelo período de três anos, prazo que vigorará até dezembro deste ano. Advogados do governador protocolaram, em dezembro de 2011, petição no CRSFN que requer que seja revista a condenação administrativa. Na tarde deste sábado (4), com a circulação da revista, a Secretaria estadual de Imprensa divulgou nota, na qual o governo afirma que a revista Época “tenta dar ares de escândalo a matéria julgada, por unanimidade, pelo STF” e acrescenta que o Senado, o TJPE, o TCE e a Assembleia Legislativa também reconheceram “a absoluta regularidade da emissão de títulos públicos para pagamento de precatórios judiciais”. Em 1996, Eduardo era o secretário da Fazenda e integrava o Conselho de Administração do Bandepe. Em 1997, então deputado federal, depôs na CPI do Congresso Nacional que investigou fraudes com títulos públicos para pagar precatórios. A revista diz que os documentos do processo administrativo (Banco Central, nº 0101090149), aos quais teve acesso, levaram à condenação de Eduardo por ter “assinado documentos que permitiram a fraude da emissão de títulos, a pretexto de pagamento de precatórios judiciais, em valores muito acima do débito”. No julgamento do governador, com pareceres da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Conselho teria considerado que, como secretário da Fazenda “tinha conhecimento de toda a operação e permitiu, ou deliberadamente provocou”, o envolvimento do banco no negócio lesivo ao Estado”. No caso de Pernambuco, dívidas vencidas de R$ 234.618,05, pendentes em 5 de outubro 1988, viraram a justificativa para o Estado emitir, entre junho e novembro de 1996, R$ 480 milhões em títulos estaduais. -- http://jconline.ne10.uol.com.br/cana...ardo-31030.php Palácio vê assunto "vencido" e rechaça reportagem da Época Governo destaca que Eduardo foi inocentado pelo STF e que operação foi aprovada em várias instâncias Publicado em 04/02/2012, às 20h58 Do JC Online Em nota divulgada neste sábado (4), por meio da Secretaria de Imprensa, o Palácio do Campo das Princesas rechaça a matéria publicada pela revista Época, sobre uma condenação administrativa do governador Eduardo Campos (PSB) no antigo caso dos precatórios. O governo lembra que no julgamento do inquérito nº 1.690-PE, em 2003 - decisão transitada em julgado -, o STF “inocentou de maneira inequívoca, definitiva e irrecorrível o ex-governador Miguel Arraes e o atual governador Eduardo Campos de qualquer irregularidade na emissão de títulos públicos calcados em precatórios judiciais”. O texto ressalta que a revista tenta dar "ares de escândalo" ao assunto e que o caso “está protegido pela coisa julgada administrativa e judicial”, mas também vencido pela “ausência de qualquer questionamento remanescente”, uma vez que “foi amplamente discutido nas eleições de 2006 e sequer constou da pauta eleitoral de 2010”. Segundo o governo, “o Senado julgou regular a operação, a Justiça estadual também absolveu a todos, o Tribunal de Contas aprovou as contas do governo Arraes referentes a tais emissões de títulos e a Assembléia também aprovou a prestação de contas respectiva, obviamente por reconhecer que a operação não causou prejuízos”. Abaixo, a íntegra da nota: "Publicação desta semana da Revista Época tenta dar ares de escândalo a matéria julgada, por unanimidade, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). É como se uma instância administrativa pudesse revisar decisão da mais alta corte de Justiça da nação. Sobre o mesmo assunto pronunciaram-se o Senado Federal, o Tribunal de Justiça de Pernambuco, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa de Pernambuco e todos esses órgãos, todos, decidiram pela absoluta regularidade da emissão de títulos públicos para pagamento de precatórios judiciais, e, em consequência, inocentando todos os injustamente imputados, inclusive o atual governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Em respeito à sociedade pernambucana e à opinião pública em geral e com o propósito de restabelecer a verdade tão flagrantemente vilipendiada, esclarecemos: O Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento (inquérito nº 1.690 PE), em 2003, em decisão transitada em julgado, inocentou de maneira inequívoca, definitiva e irrecorrível o falecido ex-Governador Miguel Arraes e o atual Governador Eduardo Campos de qualquer irregularidade na emissão de títulos públicos calcados em precatórios judiciais. O Senado Federal julgou regular a dita operação. A Justiça pernambucana também absolveu a todos os responsáveis pela operação. O Tribunal de Contas de Pernambuco, do mesmo modo, aprovou as contas do Governo Arraes referentes a tais emissões de títulos públicos. A Assembléia Legislativa acompanhou a decisão do Tribunal de Contas e também aprovou a prestação de contas respectiva, obviamente por reconhecer, como expressamente foi reconhecido nas variadas instâncias, que a operação não causou prejuízos aos cofres públicos. Assim, o caso não só está protegido pela coisa julgada administrativa e judicial, como inteiramente vencido pela ausência de qualquer questionamento remanescente, já que o assunto foi amplamente discutido nas eleições de 2006 e sequer constou da pauta eleitoral de 2010, uma vez que resolvido pelo veredicto manifestado pelo poder Judiciário, pelo Legislativo estadual e federal, pelo Tribunal de Contas do Estado e pela ausência de qualquer procedimento do Ministério Público sobre a questão. Assunto vencido pelos fatos. Quanto à tramitação no Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN), de procedimento administrativo instaurado pelo Banco Central do Brasil, para fins de apuração das supostas responsabilidades já apreciadas e julgadas nos diferentes fóruns acima mencionados, é importante dizer o seguinte: 1. O Banco Central do Brasil, em primeira instância, decidiu pelo arquivamento do processo administrativo, considerando a ocorrência da prescrição. 2. Tendo havido recurso de ofício, o CRSFN decidiu, apenas pelo voto de desempate do seu Presidente, em 15 de dezembro de 2009, pela responsabilidade de integrantes da administração do Bandepe, aplicando-lhes pena de inabilitação para o exercício de cargos diretivos em instituições financeiras. 3. Essa decisão passou dois anos para ser publicada. 4. Essa decisão, com o devido respeito, além de contrariar frontalmente o posicionamento de todas as outras instâncias administrativas e judiciais, não é definitiva, encontrando-se pendente recurso administrativo interposto por alguns dos ex-administradores do Bandepe, inclusive o Governador Eduardo Campos. 5. Em tal recurso se expõe o claro conflito verificado entre a decisão administrativa e o acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Inquérito nº 1.690 PE, bem com em relação a todas as outras decisões favoráveis à operação de emissão dos títulos, onde os ex-administradores foram excluídos de responsabilidades, por não terem sido encontradas quaisquer irregularidades na operação financeira em foco. Além do mais, ficou comprovado que não houve prejuízo para o Bandepe nem para o Estado de Pernambuco, tendo o governo seguinte, eleito pela oposição, mantido e honrado os contratos decorrentes das referidas operações, obviamente por entendê-las legítimas e plenamente regulares. Não temos dúvidas de que os argumentos são fortes em favor da extinção também desse último procedimento em curso no BACEN, uma vez que o sistema jurídico brasileiro, por uno e harmônico, não conviveria com tamanho paradoxo e, sem dúvida, inaceitável injustiça. Recife, 04 de fevereiro de 2012 Secretaria de Imprensa Governo de Pernambuco" -- http://jconline.ne10.uol.com.br/cana...poca-31031.php |
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#3129 |
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Registered User
Join Date: May 2007
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Mais uma investida contra Campos, requentando um caso que já foi julgado pelo STF... Será que não estão achando nada de verdade ou estão apenas guardando a munição pesada para as eleições?
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#3130 |
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Registered User
Join Date: May 2007
Location: Recife
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#3131 | |
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Registered User
Join Date: May 2007
Location: Recife
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Concordo, Ap. |
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#3132 |
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Registered User
Join Date: May 2007
Location: Recife
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Por acaso, se pesquisar no Youtube por "Frevo", vai achar pérolas como essa aqui:
Essa música é do genial Egberto Gismonti e interpretada pela Koreana Youn Sun Nah. É só procurar um pouco que se acha muita coisa boa.
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#3133 |
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#CAFETÃO DUDU
Join Date: Feb 2011
Location: República dos pernambucanos (só os chatos!!)
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falando em música, a MTV ontem dedicou 24 horas de programação aos 15 anos da morte de Chico Science.
mostrou bastante Recife (Pina, São José, Recife Antigo, Olinda, etc.) mostrou os personagens da cena mangue e da época que a noite recifense rejuvenesceu (Roger, Farfán, DJ Dolores, etc.) muito bom, a MTV tá de parabéns. o cara foi um gênio mesmo, em tão pouco tempo, fez tanta coisa.
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"Não existe esse negócio de almoço de graça" - gênio desconhecido, atribuído depois a Milton Friedman. Olá! Sou o #cafetaoDUDU! Não gosto de duplicar estradas, de ampliar o saneamento básico, de investir em universidades, de ampliar o ensino técnico com qualidade, de melhorar o transporte público, de terminar obras prometidas e de fechar as contas da minha província com superávit primário, mas quero ser presidente da república e falo mal de gestões alheias! Dou uma língua pra vocês do Sudeste, bleeeergh!!! |
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#3134 |
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Non-Registered User
Join Date: Jul 2005
Location: Recife, PE
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O frevo não corre risco, está muito bem enraigado na cultura do povo pernambucano. É feito o forró.
Agora em relação ao carnaval em si... a cada ano vai se acabando. Gagau no Chevrolet foi pau! |
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#3135 |
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Registered User
Join Date: May 2008
Location: olinda-pe
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Eitah que foi todo mundo pras virgens hein!!!
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#3136 |
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Registered User
Join Date: May 2008
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10 razões contra os viadutos na Agamenon
POSTADO ÀS 06:05 EM 05 DE FEVEREIRO DE 2012 Por Luís Fernando Oliveira A falta de planejamento é a tônica de Recife. Há muito perdemos o aspecto de metrópole aprazível e nos tornamos uma cidade insana, que não oferece qualidade de vida para seus moradores. Atualmente, a mobilidade mostra-se o grande problema da capital. No entanto, ao invés de buscar uma solução racional, o governo do Estado está propondo aquela que pode ser considerada a pior intervenção urbana feita em Recife, talvez só comparada à construção da Dantas Barreto, aquela avenida que acabou com a moradia no bairro de São José, destruiu casarios e igrejas históricas e não facilita em nada o fluxo viário. Trata-se dos quatro viadutos da Av. Agamenon Magalhães, cujo edital já se encontra publicado. A obra contraria o bom senso: 1.Em primeiro lugar, não vai resolver o problema do trânsito na região. No máximo, pode adiar o estrangulamento total da Agamenon. As vias paralelas e transversais vão continuar com seus gargalos e a tendência é que os engarrafamentos atuais, em vias como a Av. Rui Barbosa e a Av. Rosa e Silva, fiquem piores, pois receberão maior fluxo de veículos. E esses efeitos só serão objeto de estudo durante a obra. 2. O custo de R$ 132 milhões em verbas públicas é muito alto para o seu pouco benefício. 3. Durante a construção, percorrer a Agamenon será um inferno, mesmo que a obra fique pronta no prazo. 4. Vai provocar o fechamento do comércio local, como farmácias e supermercados. A vizinhança, que poderia fazer suas compras a pé, vai precisar deslocar-se para outros bairros. Resultado: mais carros nas ruas e mais engarrafamento. 5. O projeto não privilegia o transporte coletivo e sim o individual. E ainda torna mais difícil a vida de quem trafega pelo local a pé ou de bicicleta. 6. A criminalidade deve aumentar nessa região, como acontece no entorno de todos os viadutos. 7. Em uma cidade com deficiência de moradia, os viadutos serão ocupados por moradores de rua, em busca de um espaço privilegiado, mas sem as condições mínimas de dignidade. Fica praticamente impossível aos governos vedarem essa ocupação irregular. 8. A Agamenon não é só rota de passagem. Milhares moram e trabalham nas suas imediações. Mas os problemas apontados devem desvalorizar o mercado imobiliário, prejudicando os edifícios empresariais e residenciais. 9. Viadutos enfeiam. Uma cidade esteticamente apreciável é como uma bela mulher: todos se sentem bem ao seu lado. Em uma cidade modelo de soluções urbanas, como Curitiba, é raro o uso de viadutos e o trânsito flui bem melhor que em Recife. 10. Aliás, todas as cidades modernas estão abandonando o uso de viadutos. São Paulo estuda derrubar o seu Minhocão, assim como o Rio de Janeiro cogita derrubar o elevado da zona portuária para as Olimpíadas. Só que se gastou muito para construí-los e uma demolição também é onerosa. É praticamente uma viagem sem volta e impede que se faça qualquer alternativa, inclusive como aquelas previstas originalmente para o Corredor Norte-Sul, de instalação de VLTs em elevados ao longo da avenida. Recife está na contramão. Eduardo Campos vem fazendo um trabalho bem aprovado no Estado. É uma estrela em ascensão nacional. Fica ruim associar sua imagem a uma obra atrasada, feita sem consulta da população interessada, de impacto negativo para as futuras gerações de recifenses. Repensar essa obra é antes de tudo um sinal de bom senso e espírito democrático, e uma boa oportunidade de rebater as críticas feitas pela mídia nacional de que teria inclinações para o coronelismo. Cabe também aos homens públicos sensatos e aos moradores uma posição contra esse projeto. Ou uma nova Dantas Barreto pode surgir, deteriorando toda uma área da nossa amada cidade. Luís Fernando Oliveira é recifense. http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjami...non_125385.php |
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#3137 | |
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Cidadão do Mundo
Join Date: Jun 2010
Location: Recife-PE
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![]() E jogando mais lenha na fogueira: "Já lá pelo meio da festa do Baile dos Artistas, o engenheiro Stênio Coentro, um dos diretores do Clube Português, não escondia sua insatisfação e alguma ira. Com um belo chapeu Panamá, acabou esquentando a cabeça com o secretário de Cidades, Danilo Cabral, que, ao passar pelo camarote do clube, teria feito uma provocação. "Ele me disse que aproveitasse bem a festa, porque poderia ser a última (do clube?). É um escárnio", dizia. Coentro, ex-diretor do Detran e um dos autores de um projeto alternativo para os viadutos da Agamenon Magalhães, foi pessoalmente reclamar da postura de Danilo Cabral ao secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, instalado no camarote do governo do Estado." É muita arrogância...tomara que chovam ações na justiça pra que esse projeto tenha o destino habitual: o fundo de alguma gaveta. |
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#3138 |
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Terra do Frevo
Join Date: Apr 2004
Location: RECIFE
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Como assim vai se acabando??? Não percebo isso.
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Te iubesc!!!
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#3139 |
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Agreste Pernambucano
Join Date: Nov 2007
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Secretaria de saúde de Caruaru vai mudar de lugar
A Secretaria de Saúde de Caruaru vai sair do prédio conhecido como “Circulo operário” localizado na Rua Martins Afonso, 267 – São Francisco, e vai se instalar no antigo prédio da “Jor-San” que está localizado na Avenida Vera Cruz, no mesmo bairro.
Segundo funcionários da secretaria, o novo prédio, composto por três amplos andares, irá acomodar confortavelmente todas as repartições da Secretaria. A novidade é que o departamento de controle de vetores e Vigilância animal vai ser reintegrado ao prédio da Secretaria, e o local antes ocupado por ele, irá servir para ampliação do centro de atenção psicossocial, o CAPS. Quanto ao espaço que será deixado pela saída da secretaria de saúde, dizem que será usado para acomodar o centro de especialidades odontológicas, o CEO, em regime de plantão 24 horas. http://jornaldecaruaru.wordpress.com...udar-de-lugar/ |
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#3140 | |
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Tiago - Recife
Join Date: Feb 2009
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Também não. |
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